Dicionário Aegis de Design

(Resultado para Emilio de Fabris e suas conexões)

  • Emilio de Fabris

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  • Neogótico

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  • John Ruskin

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  • Augustus W. N. Pugin

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  • Eugène Emmanuel Viollet-le-Duc

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  • Joan Martorell i Montells

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  • William Burges

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  • Philip Webb

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DE FABRIS, Emilio
(Emilio de Fabris)

ATUAÇÃO: Arquiteta(o)
 De Fabris nasceu em 1808, filho de pais pobres. Revelando, desde cedo, uma atração irresistível para a Arte (...) foi admitido na Accademia Fiorentina. (...) Findo o curso, teve a honra de ser nomeado Professor (...). Adquiriu reputação por suas aulas sobre Perspectiva e sobre Arquitetura, onde procurava atrair seus ouvintes para a arquitetura clássica, que, naquele momento, admirava profundamente. Mas estava destinado a mudar seu gosto (...)”.

Obituário do New York Times.
Publicado em 29 de julho de 1883.
 CRONOLOGIA: 
  • 1807 - Nasce em Florença, Itália.

  • 1828 - Estudando na Academia de Belas Artes de Florença, ganha um prêmio por um exercício de mecânica e pouco depois recebe uma licença para lecionar design arquitetural

  • 1836 - Ganha um campeonato na Academia de Belas Artes e recebe como recompensa uma bolsa de estudos de três anos fora da Toscânia, tempo que usa para aperfeiçoar seus estudos de arquitetura

  • 1845 - É apontado mestre de perspectiva na Academia de Belas Artes, cinco anos depois, passa para a cadeira de arquitetura

  • 1857 - Inicia o desenho do Palazzo della Borsa, junto com o arquiteto Michelangelo Maiorfi.

  • 1865 - Torna-se professor da Academia de Belas Artes de Florença

  • 1870 - Ganha o concurso para a reformulação da fachada da Basílica de Santa Maria del Fiore.

  • 1883 - Morre, em Florença, aos 75 anos, quatro anos antes da conclusão da fachada da Basílica.

Neogótico
(Neogótico)

ORIGEM: Reino Unido
 Ao final do settecento — com a ampla difusão de uma exaltação romântica ao Medievo e à sua arte como expressão do gênio nacional —, iniciou-se uma revalorização e recuperação do estilo gótico denegrido pela historiografia renascentista e Iluminista. Em particular, a arquitetura gótica torna-se, para muitos arquitetos, críticos e historiadores da arte, a principal referência de uma ordem moral em estreita conexão com o cristianismo. A renúncia da ideia clássica de beleza como harmonia e equilíbrio engendra os fundamentos de uma estética do sentimento; da forma irregular, primitiva; de reminiscências de ruinas arquitetônicas e de efeitos insólitos e surpreendentes. (...) Para os artistas oitocentistas, o Medievo era sinônimo de sinceridade artística, de integridade espiritual e de honra cavalheiresca; em oposição aos excessos racionais do Iluminismo, da industrialização progressiva e da consequente temática social do realismo.”
TARABRA, Daniela. [2008]
Saper vedere gli stili delle arti: del românico al liberty.
Milano, Mondatori Arti, p.330..

RUSKIN, John
(John Ruskin)

 (…) Quem se importa se os pontos de vista do Sr. Ruskin sobre a obra de Turner são corretos ou não? Qual a relevância disso? Sua prosa é tão poderosa e majestosa; (...); é tão rica em sua elaborada sinfonia musical; é tão segura e precisa em suas manifestações; é tão sutil na escolha de palavras e de epítetos, que se torna uma obra de arte pelo menos tão grande quanto qualquer dos pores-de-sol que descolorem ou que apodrecem em telas corrompidas nas galerias da Inglaterra (...)”.
WILDE, Oscar. Apud ADAMS, Steven. [1987]
The Arts & Crafts Movement.
London, Grange Books.
 CRONOLOGIA: 
  • 1819 - Nasce em Londres, na Inglaterra.

  • 1836 - Passa a morar em Oxford, onde frequenta o Christ’s Church College de 1838 a 1842.

  • 1848 - Inicia seus estudos de Arquitetura Gótica.

  • 1849 - Publica The Seven Lamps of Architecture. Trabalha em Veneza de novembro a março de 1850, onde estuda a arquitetura e a história da cidade.

  • 1851 - Publica o primeiro volume de The Stones of Venice. Continua trabalhando no resto do livro, em Veneza, de setembro até junho de 1852.

  • 1853 - Publicados os segundo e terceiro volumes do The Stones of Venice.

  • 1857 - Publica os The Elements of Drawing e o The Political Economy of Art.

  • 1867 - Publica Time and Tide, cartas sobre questões sociais e políticas tendo como alvo os trabalhadores britânicos.

  • 1869 - Nomeado o primeiro Slade Professor of Fine Arts, em Oxford.

  • 1877 - É processado por calúnia pelo artista James Whistler, um dos fatos que resultará em sua decisão de renunciar à sua Cátedra, dois anos depois.

  • 1878 - Funda a Guild of St. George. Sofre um ataque de loucura.

  • 1879 - Renuncia à Cátedra em Oxford.

  • 1883 - Reassume sua Cátedra em Oxford.

  • 1886 - Sofre novo ataque de doença mental.

  • 1900 - Morre em Brantwood, Cumbria, Inglaterra, aos 81 anos.

PUGIN, Augustus W. N.
(Augustus W. N. Pugin)

 Pugin foi o Gibbon da Arquitetura. Nos seus Contrasts escreveu a história de seu declínio e de sua queda – não da maneira zombeteira do grande discípulo de Voltaire -, mas com a solenidade e com a veemente eloquência de Savonarola. Como o dominicano italiano, o arquiteto inglês foi mais um reformista e delator dos abusos do paganismo. Embora fosse tão ortodoxo quanto Savonarola, teve mais sorte por ter nascido em tempos mais felizes. Tempos nos quais a denúncia de abusos não implicava em uma candidatura ao martírio”.

FERREY, Benjamin. [1861]
A.N. Welby Pugin and his Father.
London, Edward Stanford .
 CRONOLOGIA: 
  • 1812 - Nasce em Londres, na Inglaterra, filho do desenhista de projetos arquitetônicos francês Augustus Charles Pugin.

  • 1821 - Começa, desde cedo, a ser treinado pelo pai para fazer desenhos de edifícios góticos para ilustrar seus trabalhos.

  • 1827 - Vai trabalhar com a firma de ourivesaria Rundell & Bridge, que foi contratada para desenhar os móveis do recém-restaurado Castelo de Windsor.

  • 1830 - Abre um negócio de produção de entalhes góticos e de treinamento de pedreiros no estilo medieval. O negócio não obtém êxito, falindo logo em seguida.

  • 1835 - Pugin converte-se ao Catolicismo. Começa a trabalhar com o arquiteto Charles Barry no projeto vencedor para a reconstrução do Parlamento Inglês (destruído pelo fogo no ano anterior).

  • 1837 - Começa a trabalhar nas Torres de Alton. Nomeado Arquiteto e Professor de Antiguidades Eclesiásticas no Oscott College.

  • 1839 - Termina a construção de sua primeira igreja: a Igreja de St. Mary, em Uttoxeter, no interior da Inglaterra.

  • 1840 - Começa a trabalhar na Igreja Católica de St. Giles Cheadlem, em Staffordshire. Também inicia o projeto do Hospital de São João Batista, em Alton.

  • 1841 - Começa o trabalho na Catedral de St. George, em Southwark.

  • 1844 - Começa a construção de sua residência, em Ramsgate, Kent, chamada The Grange, ou St. Augustine’s Grange.

  • 1846 - Começa a construção da Igreja de St. Wilfrid, em Staffordshire.

  • 1847 - Após uma viagem à Itália, onde encontra o Papa, começa a trabalhar no projeto do Castelo de Alton.

  • 1850 - Termina a construção da St. Augustine’s Grange.

  • 1851 - Nomeado Commissioner of Fine Arts for the Great Exhibition.

  • 1852 - Morre, sendo enterrado na Igreja de sua propriedade, em St. Augustine’s Grange.

VIOLLET-LE-DUC, Eugène
(Eugène Emmanuel Viollet-le-Duc)

 Achille Carlier, arquiteto laureado com o grande prêmio de Roma e que se dedicou (...) à denúncia do vandalismo restaurador, atribui [a Viollet-le-Duc] o epíteto de criminoso: “Viollet fez desaparecer a alma do passado: (...) o mais hediondo dos crimes históricos. (...) Viollet-le-Duc é um dos maiores criminosos da história: personagem nocivo tanto pela importância das obras que pessoalmente arruinou em caráter definitivo como também pela influência que exerceu sobre sua época, e que permitiu que um enxame de discípulos, seguindo seus passos, arruinassem outras obras não menos importantes”.

FOUCART, Bruno. “Viollet-le-Duc et la restauration.” in: NORA, Pierre. [1997]
Les Lieux de Mémoire.
Paris, Gallimard.
 CRONOLOGIA: 
  • 1814 - Nasce em Paris, França.

  • 1834 - Recusa-se a entrar na École des Beaux-Arts por discordar do sistema de ensino. Opta por uma formação prática estagiando com os arquitetos Jacques-Marie Huvé e Achille-François-René Leclère.

  • 1836 - Viaja pela Itália e pela França para estudar a Arte Grega e Romana e os principais monumentos destes países.

  • 1840 - Nomeado Inspetor das Obras de Restauração da Sainte-Chapelle, sob a supervisão do arquiteto Félix Duban. Também é encarregado da restauração da Igreja de Vézelay.

  • 1846 - Nomeado Diretor do Bureau des Monuments Historiques.

  • 1848 - Torna-se membro da Comission des Arts et Édifices Religieux.

  • 1849 - Torna-se membro da Comission Supérieure de Perfectionnement des Manufactures Nationales de Sèvres, Gobelins et Beauvais.

  • 1853 - Nomeado Inspecteur Général des Édifices Diocésains.

  • 1854 - Começa a publicar o Dictionnaire Raisonné de l'Architecture Française du XIe au XVe siècle, concluindo a obra quatro anos depois.

  • 1857 - Torna-se arquiteto dos Edifícios Diocesanos. Começa, com o arquiteto Jean-Baptiste Lassus a restauração da Catedral de Notre Dame de Paris.

  • 1858 - Publica o primeiro volume dos Entretiens sur l'Architecture, obra em que sumaria suas idéias sobre o método de ensino da Arquitetura.

  • 1863 - Torna-se professor de História da Arte e da Estética da recém-reorganizada École des Beaux-Arts, demitindo-se no ano seguinte por rejeição dos alunos.

  • 1870 - Durante a Guerra Franco-Prussiana é convocado a utilizar seus conhecimentos de fortificações na defesa da França.

  • 1874 - Declara-se livre pensador provocando uma reação do clero, fato que lhe obriga a demitir-se dos cargos que têm relação com a Igreja.

  • 1879 - Morre em Lausanne, Suiça, aos 65 anos de idade.

MARTORELL, Joan.
(Joan Martorell i Montells)

ATUAÇÃO: Arquiteta(o)
 Não é possível averiguar a veracidade de certas histórias mas, como diz o ditado, se não é verdade está muito bem inventado. Uma dessas histórias é a lenda sobre a maneira como Gaudí recebeu o encargo de construir a Sagrada Família. É certo que essa lenda pode ter sido uma invenção de algum propagandista religioso muito entusiasta para reforçar a aura milagrosa do empreendimento. Uma lenda, sem dúvida, de grande eficácia. Após a demissão de Villar e diante da indecisão de Martorell [de aceitar o projeto] os promotores da [igreja] da Sagrada Família estavam sem arquiteto. A providência os acudiu na forma de um sonho. O sonhador, como não poderia ser de outro modo, foi Josep Maria Bocabella. Diz a lenda que, enquanto dormia, apareceu-lhe em sonho o rosto de um jovem arquiteto enviado por Deus para construir uma igreja excepcional. O principal sinal para revelar sua identidade era o olhar penetrante e profundo. Infelizmente a lenda não deixa claro se Bocabella sonhou em cores ou em preto e branco e, assim, fica impossível precisar se sabia de antemão que os olhos penetrantes do arquiteto recomendado por essa mesma divindade seriam azuis ou não. Alguns dias depois deste suposto sonho premonitório, ocorreu a Josep Maria Bocabella visitar o arquiteto [Joan] Martorell em seu estúdio e ali, sentado junto à prancheta, viu o rosto e o olhar que havia sonhado. Esse encontro em si mesmo não foi um sonho. Ocorreu no mês de outubro de 1883.

Evidentemente, essa história é demasiadamente fantástica para que — a um século e tanto de distância —, possamos dar a ela algum crédito. O mais lógico seria imaginar que foi o próprio Martorell que recomendou Gaudí, e que os promotores da Sagrada Família tinham várias e boas razões para aceitar essa sugestão”.
NAVARRO ARISA, J.J. [2002]: Gaudí: El arquitecto de Dios”.
Barcelona, Editorial Planeta..
 CRONOLOGIA: 
  • 1833 - Nasce em Barcelona, Espanha.

  • 1874 - Projeta e executa, em Barcelona, a Església i Convent de les Adoratrius; um dos primeiros edifícios neogóticos da Catalunha.

  • 1876 - Recebe seu título de Arquiteto. Provavelmente da Escuela Províncial de Arquitectura de Barcelona.

  • 1877 - Inicia a construção da Igreja e do Convento das Irmãs Salesianas — a ser considerada uma de suas obras mais importantes. O término das obras se dará em 1885.

  • 1878 - Apresenta seu aluno e assistente Antoní Gaudi a Eusebí Güell que mais tarde se tornaria grande amigo e patrono deste último.

  • 1881 - Inicia a construção do Palácio de Sobrellano, na Cantábria — por encomenda do Marquês de Comillas. As obras terminarão em 1888 e será o primeiro edifício da Espanha a conter luz elétrica.

  • 1883 - Preside o Comitê que designará Antoní Gaudi como continuador da obra da Igreja da Sagrada Família, por ocasião da aposentadoria de Francisco de Paula del Villar y Lozano.

  • 1893 - Ajuda a fundar o Cercle Artistic de Saint Lluc — uma entidade de fomento de atividades artísticas e culturais.

  • 1897 - Executa a restauração do Monestir de Pedralbes. O Mosteiro — pertencente à ordem das Clarissas —, existe desde o século XIV.

  • 1900 - Passa a dirigir a construção da casa do Marquês de Robert — o Palau Robert —, projetado pelo arquiteto francês Henri Grandpierre.

  • 1901 - Tem o prédio — de estilo neoclássico — que construiu para a Societat de Crèdit Mercantil eleito pelo Governo de Barcelona como a melhor construção do ano.

  • 1906 - Morre em Barcelona, Espanha. Trabalhou tendo referências nos estilos Histórico, Neogótico e, finalmente, no Modernismo Catalão.

BURGES, William
(William Burges)

 [Ele foi] o mais deslumbrante expoente daquele Sonho que foi o Estilo Vitoriano Tardio. Um Sonho que [Augustus] Pugin concebeu, que [Dante Gabriel] Rossetti e [Edward] Burne-Jones pintaram, cujas glórias cantou [Alfred] Tennyson; e cuja filosofia foi formulada por [John] Ruskin e [William] Morris. Mas apenas Burges foi capaz de construí-lo”.
CROOK, Joseph Mordaunt. [2013]
William Burges: And the High Victorian Dream.
Frances Lincoln; Revised Edition..
 CRONOLOGIA: 
  • 1827 - Nasce em Londres, Inglaterra.

  • 1839 - Ingressa na King’s College School, em Londres, onde foi contemporâneo de Dante Gabriel Rossetti, pintor e poeta inglês.

  • 1843 - Começa a estudar Engenharia na King's College London.

  • 1844 - Larga os estudos para juntar-se ao escritório de Edward Blore, arquiteto de grande reputação.

  • 1849 - Vai para o escritório de Matthew Digby Wyatt, onde trabalha desenhando artigos medievais metálicos para o livro Metalwork de Wyatt, assim como na Medieval Court para a Grande Exposição de 1851.

  • 1851 - Começa a trabalhar com Henry Clutton em seu Remarks with Illustrations on the Domestic Architecture of France.

  • 1855 - Faz projetos premiados para a Lille Cathedral, e Crimea Memorial Church, porém nenhum dos dois é realizado.

  • 1859 - Começa a trabalhar com Ambrose Poynter projetando o Maison Dieu, em Dover, Inglaterra (finalizado em 1861).

  • 1862 - Começa a projetar a St Fin Barre's Cathedral, em Cark, Irlanda, seu primeiro projeto eclesiástico importante.

  • 1865 - Conhece Marques de Bute, que se tornaria posteriormente o seu maior patrono arquitetônico.

  • 1868 - Faz parte da equipe da reconstrução do Cardiff CastleClock Tower de aproximadamente 46 metros de altura.

  • 1872 - Apresenta um esquema com a completa reconstrução do Castell Coch, que devido à atraso, só se inicia em 1875.

  • 1874 - É contratado para projetar parte do Trinity College em Hartford, Connecticut, nos EUA.

  • 1875 - Inicia a construção de sua própria casa, The Tower House, em Londres.

  • 1881 - Morre, aos 53 anos, em Londres, Inglaterra.

WEBB, Philip
(Philip Webb)

 George Jack, (…) principal assistente [de Webb], escreveu após sua morte: ‘É como lembrar-se dos raios de sol do passado – eles deleitam e passam, mas também fazem as coisas crescer. Webb foi como os raios de sol; foi, inclusive, tão pouco reconhecido e agradecido quanto eles’."

TODD, Pamela. [2004]
The Arts & Crafts Companion.
New York, Palazzo, 2008.
 CRONOLOGIA: 
  • 1831 - Nasce em Oxford, na Inglaterra.

  • 1846 - Começa seu aprendizado junto ao arquiteto John Billing, em Reading, Berkshire.

  • 1852 - Torna-se assistente do arquiteto George Edmund Street, em Londres.

  • 1856 - Conhece William Morris, de quem se tornará grande amigo.

  • 1858 - Abre sua própria firma de Arquitetura.

  • 1859 - Constrói para William Morris a Red House, em Bexleyheath, Kent; casa que será uma das referências do Movimento Arts & Crafts.

  • 1861 - Ajuda a fundar a Morris, Marshall, Faulkner & Company, firma para a qual executará diversos projetos.

  • 1874 - Inicia o projeto da Igreja (Gótica) de St. Martin, em Brampton; a única Igreja na qual trabalhou. A construção dura quatro anos.

  • 1877 - Funda, com William Morris, a Society for the Protection of Ancient Buildings.

  • 1885 - Junta-se à Socialist League, da qual se tornará Tesoureiro.

  • 1892 - Começa o projeto da Casa Standem, terminado em 1894; um de seus últimos trabalhos.

  • 1900 - Aposenta-se e vai morar no interior da Inglaterra onde viverá modestamente.

  • 1915 - Morre em Worth, Sussex, Inglaterra, aos 84 anos.

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