
Paris, Belle Époque

TOULOUSE-LAUTREC, Henri de
- 1864 - Nasce em Albi, na França.
- 1878 - Sofre duas quedas consecutivas, nas quais quebra os dois fêmures devido a uma doença manifestada anos antes, que afeta a formação dos ossos, fazendo com que Henri não ultrapasse a altura de 1,52m.
- 1880 - Monta um estúdio particular em Paris e passa a frequentar teatros e cabarés de Montmartre.
- 1882 - Estuda Pintura com o retratista Léon Bonnat e, posteriormente, com Fernand Cormon, cujo ateliê frequenta por cinco anos.
- 1888 - Pinta La Blanchisseuse no jardim de Pere Foret, Paris.
- 1889 - Expôe suas obras no Salon des Indépendants.
- 1890 - Produz ilustrações para a revista humorística semanal Le Rire.
- 1891 - É contratado por Charles Zidler para criar o cartaz do Moulin Rouge, que corresponde ao seu primeiro cartaz litográfico.
- 1893 - Tem sua primeira mostra individual, na galeria Booussod & Valadon.
- 1894 - Produz ilustrações para La Revue Blanche.
- 1896 - É impresso seu trabalho Elles, série de litografias coloridas focada no universo feminino, que produz um panorama da vida nos bordéis.
- 1899 - O excesso de álcool faz com que seja internado em uma clínica psiquiátrica após um colapso nervoso.
- 1901 - Morre vítima de sífilis e alcoolismo, em Malmoré, na França.

PESCE, Gaetano
- 1939 - Nasce em La Spezia, Itália.
- 1959 - Inicia os estudos na Universidade de Veneza, onde se forma arquiteto depois de seis anos.

Glasgow Style

VON SCHMIDT, Friedrich
- 1825 - Friedrich Schmidt nasce na vila de Frickenhofen, município de Gschwend, estado de Baden-Württemberg, na Alemanha.
- 1840 - Inicia seus estudos na Escola Politécnica de Stuttgart, graduando-se em 1843.
- 1845 - Junta-se à guilda de trabalhadores envolvidos na construção da Catedral de Colônia. Nesse ambiente, progride profissionalmente tornando-se Mestre.
- 1856 - Forma-se Arquiteto, tendo sido aprovado nos exames do Estado.
- 1858 - Após converter-se ao Catolicismo, viaja para Milão onde se torna professor de Arquitetura Medieval e trabalha na restauração da Catedral de Sant’Ambrogio, entre outros projetos.
- 1859 - É nomeado professor de Arquitetura na Akademie der bildenden Künste, de Viena e consolida sua posição como um dos mais importantes arquitetos especializados em construção e reforma de igrejas da Europa.
- 1859 - Projeta e inicia a construção da Igreja de São Lázaro, em Viena. A obra é finalizada em 1863.
- 1860 - Colabora na idealização e participa da construção de diversos prédios da Ringstrasse ao longo das próximas duas décadas.
- 1862 - Assume a coordenação do Comitê de Construção da Catedral de Santo Estêvão, em Viena, e também do Comitê Central para o Estudo e Preservação de Monumentos.
- 1866 - A partir deste ano exerce, por diversos mandatos, a direção da Associação Austríaca de Arquitetos e Engenheiros.
- 1872 - Concebe e constrói a Rathaus, em Viena, onde funcionarão a Prefeitura e o Conselho Municipal da cidade. A obra sera terminada em 1883.
- 1886 - Recebe, do Imperador Franz Joseph I, o título de barão (Freiherr) do Império Austro-Húngaro tornando-se Friedrich Freiherr von Schmidt.
- 1891 - Morre, aos 65 anos, em Viena, na Áustria.

CRANE, Walter
- Autor(a)
- Designer Gráfico
- Designer Têxtil
- Ilustrador(a)
- Poeta
- 1845 - Nasce em Liverpool, Inglaterra.
- 1859 - Torna-se aprendiz do entalhador William James Linton, por meio de quem travou contato direto com trabalhos de Pré-Rafaelitas como Rossetti, Millais e outros.
- 1864 - Começa a ilustrar para o também entalhador e artista gráfico Edmund Evans. Trabalha inicialmente em um livro de cantigas de roda e de embalar (nursery rhymes).
- 1874 - Em uma série de ilustrações
- 1877 - Planeja, com Edmund Evans, a execução do livro de canções de ninar: The Baby’s Opera.
- 1882 - Elabora The Goose Girl, ilustração do livro Household Stories from Grimm, que, mais tarde, foi reproduzida em tapeçaria por Morris.
- 1882 - É eleito membro do Institute of Painters in Water Colours.
- 1888 - Funda a Arts And Crafts Exhibition Society.
- 1890 - Torna-se Vice Presidente da Healthy and Artistic Dress Union que promovia roupas largas, ao invés de rígidas, apertadas e pesadas.
- 1893 - Exibe Neptune’s Horses
- 1894 - Colabora com Morris na decoração das páginas de The Story of the Glittering Plain.
- 1894 - Torna-se Diretor de Design na Manchester Municipal School.
- 1895 - Mostra seus trabalhos mais recentes em exposição na galeria/loja L’Art Nouveau, de Siegfried Bing, em Paris.
- 1898 - Publica suas aulas de Manchester no livro The Bases of Design.
- 1915 - Morre aos 69 anos, em Sussex, Inglaterra

LEWIS, Wyndham

Vkhutemas

CASSANDRE, Adolphe M.
- 1901 - Nasce em Kharkiv, no Império Russo, onde atualmente se localiza Ucrânia;
- 1917 - Muda-se para Paris e dá início aos estudos de Arte no estúdio independente de Lucien Simon e na Académie Julian;
- 1922 - Começa a fazer uso do pseudônimo Cassandre, produzindo pôsteres com a intenção de vendê-los para sustentar seus estudos de pintura. Desde então começa-se a notar em suas produções, traços dos estilos: Art Nouveau, Cubismo e Surrealismo;
- 1925 - É premiado pela primeira vez pelo seu pôster Au Bucheron, na Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas;
- 1926 - Funda a Alliance Graphique, com o publicitário Maurice Moyrand, que vem a ser mais uma agência de Design do que de Publicidade em si.
- 1927 - Produz um de seus pôsteres mais famosos, Nord Express, dando um ar futurista ao seu trabalho;
- 1929 - Desenha a sua primeira tipografia, Bifur;
- 1930 - Aceita realizar um projeto de pintura para um Teatro, e durante esse mesmo momento, começa a lecionar na Escola Nacional de Artes Decorativas;
- 1935 - Desenvolve uma outra tipografia, agora chamada Acier Noir;
- 1936 - Após a morte repentina de Moyrand em 1934, começa a trabalhar internacionalmente, intensificando sua reputação e seus pôsteres acabam recebendo uma exposição no Museu de Arte Moderna, em Nova Iorque;
- 1937 - Exibe sua tipografia mais nova tipografia Peignot na Feira Mundial;
- 1939 - Abandona seu trabalho para servir o exército da França durante a Segunda Guerra Mundial, e quando retorna tem seu escritório demolido em consequência da guerra. Assim, abandona seu ofício como Designer Gráfico e se dedica à Cenografia e à pintura;
- 1968 - Após entrar em um quadro depressivo, comete suicídio e morre em Paris, na França.

LABROUSTE, Henri
- 1801 - Nasce em Paris, França.
- 1819 - Aos 18 anos entra para a École des Beaux-Arts como pupilo de A.L. T. Vaudoyer e L. H. Lebas.
- 1824 - Ganha o Grand Prix de Roma — uma bolsa que lhe permite passar cinco anos estudando na Itália.
- 1825 - Começa a estudar Construção Romana no Villa Medici, onde permanece até 1830.
- 1828 - Durante sua permanência na Itália, participa da controversa restauração dos templos Paestum, a qual se estende por 2 anos.
- 1834 - Trabalha com Félix Duban no projeto de renovação da fachada da Ecole des Beaux-Arts.
- 1837 - Já estabelecido como Arquiteto, vence concurso para a construção de um asilo em Lausanne, Suíça
- 1838 - Nomeado Arquiteto Responsável pelos Monumentos Históricos Franceses, Labrouste dá início a trabalhos de restauração. Concomitantemente, retoma sua função de Inspetor da Ecole des Beaux-Arts, onde os trabalhos já se encontram bastante avançados.
- 1839 - Contratado para projetar a Bibliothèque Sainte-Geneviève, em Paris, que seria construída entre 1843 e 1850.
- 1854 - Labrouste é nomeado sucessivamente arquiteto do Seminário de Rennes e da então denominada Bibliothèque Impériale, em Paris.
- 1862 - Projeta a sala de leitura da Bibliothèque Nationale de France, em Paris.
- 1867 - Eleito para a Académie des Beaux Arts.
- 1875 - Morre em seu escritório, na casa de Fontainebleau, enquanto redigia um edital para um Concurso de Arquitetura.

BALLA, Giacomo

ETCHELLS, Frederick

CASSATT, Mary
- 1844 - Nasce em Pensilvânia, Estados Unidos.
- 1855 - Tem seu primeiro contato com a arte de renomados pintores franceses como Ingres, Delacroix, Corot e Courbet na Exposição Universal de Paris.
- 1859 - Apesar dos protestos de sua família, começa a estudar pintura na Academia de Belas Artes da Pensilvânia.
- 1865 - Cansada da atitude paternalista de seus colegas e professores, e impaciente com o progresso lento de seus estudos, decide deixar a escola e estudar os antigos mestres por si só.
- 1866 - Muda-se para Paris com sua mãe, mas como mulheres são proibidas de estudar na Escola de Belas Artes de Paris, Cassatt procura por aulas particulares com os mestres da academia. É aceita por Jean-Leon Gérome, um renomado artista hiperrealista e conhecido por sua pintura de temas exóticos.
- 1868 - Tem sua primeira pintura, The Mandolin Player aceita no Salão de Paris. Cassatt é uma das duas únicas mulheres americanas aceitas na exposição aquele ano.
- 1870 - Retorna aos Estados Unidos para viver com sua família, mas continua sem receber incentivo. Desiludida com a falta de interesse do público em adquirir sua arte, Cassatt chega perto de desistir de sua carreira artística.
- 1872 - Tendo retornado para a Europa no final do ano anterior, tem mais um quadro aceito e vendido no Salão de Paris, chamando a atenção da comunidade artística de Parma, que a incentiva e encoraja a continuar.
- 1877 - Tem, pela primeira vez em sete anos, todas as suas pinturas rejeitadas pelo Salão de Paris. É então convidada por Degas a mostrar seu trabalho junto dos Impressionistas em suas exposições indepentes. Mary aceita com entusiasmo.
- 1891 - Atraída pela simplicidade e uso de blocos de cor da ilustração japonesa, exibe uma série de gravuras coloridas em água-tinta, dentre elas The Coiffure e The Bath, inspiradas nas obras de mestres Japoneses exibidas em Paris. Suas obras são consideradas sua contribuição mais original à história da arte.
- 1893 - Pinta o mural Mulher Moderna, dividido em três partes, para a ala das mulheres na Feira Universal de Chicago. Bertha Palmer, mulher de negócios americana responsável pela encomenda, considerava Cassatt como a única capaz de realizar tal obra tão importante sobre o status das mulheres na era atual.
- 1904 - Recebe a Legião de Honra da França por sua contribuição nas artes. Seu sucesso é reconhecido na Europa, porém em sua terra natal e entre sua família Cassatt não recebe o devido mérito.
- 1914 - É forçada a parar de pintar devido ao estado avançado de sua catarata.
- 1915 - Exibe dezoito de suas obras em apoio ao movimento Sufragista. Seu apoio ao movimento feminista causa conflitos entre Cassatt e sua família, o que a faz vender suas obras antes destinadas a seus herdeiros.
- 1926 - Morre aos 82 anos próxima a Paris, França.

STEINLEN, Théophile Alexandre
- Cartazista
- Designer Gráfico
- Litogravurista
- Pintor(a)
- 1859 - Nasce em Lausana, Suíça.
- 1897 - Torna-se o principal ilustrador de La Feuille, de Zo Axa.
- 1901 - Faz a capa da primeira edição do jornal humorista L'Assiette au Beurre.
- 1904 - Entra para a Sociedade de Desenhistas e Humoristas.
- 1911 - Funda Les Humoristes com Jean-Louis Forain e Charles Leander.
- 1923 - Morre em Paris, França.

CUYPERS, Pierre
- 1827 - Nasce em Roermond, na Holanda, filho de um pintor de igrejas. Seu nome de batismo é Petrus Hubertus Hubertus Cuypers.
- 1844 - Começa seus estudos na Academia Real de Artes na Antuérpia, estudando com alguns dos mais destacados representantes da arquitetura gótica da Bélgica.
- 1849 - Conquista o Prix d’Excellence da Academia.
- 1863 - Inicia a restauração da Munsterkerk — projetada originalmente em estilo romanesco tardio —, em sua cidade natal, Roermond.
- 1875 - Torna-se responsável pela restauração da Catedral de Mainz executando o projeto nos cânones da arquitetura romanesca.
- 1876 - Contratado para a construção do Rijksmuseum.
- 1881 - Inicia o projeto da Estação Ferroviária de Amsterdam. A obra será concluída em 1889.
- 1885 - Projeta no estilo Neogótico, em Gronigen, a Sint-Jozefkathedraal.
- 1892 - Começa a restauração do Castelo de Haar, em Utrecht — um projeto que levaria vinte anos para ser concluído.
- 1895 - Projeta — no estilo Gótico mas com tijolos —, a Sint-Martinuskerk, em Gronigen.
- 1897 - É agraciado com a Royal Gold Medal pelo Royal Institute of British Arquitects por sua contribuição relevante à arquitetura internacional.
- 1902 - Constrói, em Utrecht, a Sint-Antoniuskerk.
- 1921 - Morre em Roermond. Deixa como legado diversos prédios importantes, entre os quais mais de uma centena de igrejas.

HESTAUX, Louis
- Aquarelista
- Desenhista
- Designer Têxtil
- Escultor(a)
- Pintor(a)
- 1858 - Nasce no dia 27 de Maio na cidade de Metz, Alsácia-Lorena.
- 1871 - Ao fim da Guerra Franco-Prussiana, a família Hestaux muda-se para a cidade de Nancy. Louis ingressa na Ecole de Dessin local, onde frequenta as aulas do pintor Louis-Théodore Devilly.
- 1874 - Passa a trabalhar como designer para Émile Gallé. Louis viria a se tornar um dos principais colaboradores de Gallé, transcendendo sua formação como pintor e trabalhando uma ampla gama de materiais. Dos frutos dessa colaboração ganhariam especial notoriedade os trabalhos em marcenaria.
- 1889 - São apresentadas a mesa Le Rhin e a jardineira Flora Marina, Flora Exotica na Exposition Universelle de 1889. Aclamadas pela crítica, as obras eram resultado de uma parceria entre Émile Gallé, Victor Prouvé e Louis Hestaux. No estúdio, Hestaux participaria igualmente da confecção de peças mais simples, para produção em larga escala.
- 1900 - É fundada a Maison de l'art lorraine, para a qual Hestaux criaria uma série de designs têxteis. Além dos tissus d'art [tecidos artísticos] de sua parceria com Charles Fridrich, Louis Hestaux exibiria por conta própria inúmeros móveis e objetos decorativos de inspiração simbolista, bem como desenhos, aquarelas e pinturas.
- 1901 - Integra o corpo de diretores da École da Nancy.
- 1904 - Morre Émile Gallé. Hestaux assume a direção artística do estúdio, posição que ocuparia até o ano de 1914.
- 1919 - Morre em Nancy, aos 61 anos.

BRACQUEMOND, Félix
- 1833 - Nasce em Paris, França.
- 1848 - Começa seu aprendizado como litógrafo.
- 1853 - Começa a se interessar por gravação e pela técnica da água-forte.
- 1856 - Além de gravador projeta-se como pintor impressionista.
- 1867 - Atrai a atenção dos críticos pela decoração de um aparelho de porcelana projetado por Eugène Rousseau para ser apresentado na Exposição Universal de Paris.
- 1871 - Começa a trabalhar como diretor do ateliêr de Charles Haviland, em Auteuil, Paris, onde permanece até 1880.
- 1874 - Participa da primeira exposição de pintores impressionistas.
- 1875 - Produz o aparelho de jantar Service Parisien, para Charles Haviland.
- 1879 - Participa da segunda exposição de pintores impressionistas.
- 1880 - Participa da terceira exposição de pintores impressionistas.
- 1885 - Publica o livro Du dessin et de la couleur.
- 1890 - Ajuda a fundar a Société des Peintres-Graveurs Français.
- 1900 - Obtém o grande prêmio, na categoria Gravura, na Exposição Universal de Paris.

POPOVA, Liubov

HIRTH, Georg
- 1841 - Nasce em Tonna, na Alemanha.
- 1857 - Estuda na Perthes Geographical Institution em Gotha durante cinco anos.
- 1858 - Começa a escrever, fazendo contribuições regulares para a coluna “Notícias à Distância” na revista mensal Westermann. No ano seguinte, publica em sua editora própria seu primeiro livro, chamado ”Friedrich Schiller als Mann des Volkes”. As vendas foram boas, e o texto foi um marco em suas visões liberais.
- 1863 - Vai estudar economia na Universidade de Leipzig, onde também passa a editar a revista esportiva Deutsche Turnzeitung.
- 1870 - Trabalha durante um ano como editor de política e comércio do jornal Augsburger Allgemeine.
- 1875 - Abre a gráfica ”Knorr & Hirth” junto de seu cunhado Thomas Knorr. Através da mesma publica inúmeros artigos e livros que propagam suas visões sobre a política e a arte.
- 1881 - Torna-se proprietário do jornal diário Münchner Aktuell Nachrichten e o transforma em uma das maiores publicações liberais em Munique.
- 1892 - Contribui financeiramente para a criação e manutenção da Associação de Artistas Visuais de Munique, mais tarde conhecida como a Secessão de Munique, termo cunhado por si próprio para descrever o espírito de vários movimentos artísticos da época.
- 1896 - Lança a revista cultural semanal Jugend, publicação que fala sobre os ideais modernistas dos meios artísticos e literários de sua época, e que vem a ser instrumental na disseminação do Art Nouveau na Alemanha, dando nome ao movimento próprio do país, o Jugendstil.
- 1900 - Funda a Associação Goethe pela Proteção da Arte e Ciência Livres.
- 1916 - Morre aos 74 anos em Tegernsee, na Alemanha.

GALLÉ, Émile
- 1846 - Nasce em Nancy, na França.
- 1862 - Estuda Botânica na Université de Nancy.
- 1865 - Estuda Filosofia e Mineralogia em Weimar e no atelier FüR Architektur und Kunstgewerbe, até 1866.
- 1866 - Torna-se aprendiz de vitraleiro na Burgun und Schverer, em Meisenthal, na Alemanha.
- 1877 - Assume a diretoria da empresa de sua família.
- 1878 - Expõe seus trabalhos pela primeira vez na Exposition Universelle de Paris, e é premiado com quatro medalhas de ouro.
- 1884 - Expõe cerca de 300 peças em vidro, de grande diversidade artística, na Union Centrale des Arts Décoratifs, em Paris.
- 1885 - Estuda arte oriental e técnicas de pintura com seu colega e artista botânico japonês, Hokkai [Tokuso] Takashima.
- 1889 - É premiado novamente na Exposition Universelle por seus móveis e peças de vidro e cerâmica.
- 1900 - É nomeado Comandante da Légion d'Honneur.
- 1901 - Funda a École de Nancy, também conhecida como Alliance Provinciale des Industries d’Art.
- 1904 - Morre em Nancy, aos 58 anos, vítima de leucemia.

MCNAIR, James Herbert
- Arquiteta(o)
- Designer
- Ilustrador(a)
- Professor(a)
- 1868 - Nasce em Glasgow, na Escócia.
- 1888 - Entre 1888 e 1895 recebe treinamento em Arquitetura na firma Honeyman & Keppie, onde conhece Charles Rennie MacKintosh, de quem se torna amigo.
- 1895 - Tem posters, trabalhos de arte decorativa e de mobiliário expostos no Salon de l’Art Nouveau, em Paris.
- 1898 - Nomeado professor de Design na School of Architecture and Applied Art, em Liverpool.
- 1899 - Casa-se com Frances MacDonald, que vai viver com ele em Liverpool.
- 1902 - Projeta o Writing Room para o pavilhão escocês da Esposizione Internazionale d’Arte Decorativa Moderna, em Turim.
- 1902 - Tem o projeto do interior de sua casa em Liverpool publicado na The Studio Magazine.
- 1905 - Com o fechamento da Escola de Arquitetura e Artes Aplicadas, e com a perda da fortuna familiar, encontra-se em apuros. Sua obra começa a declinar.
- 1909 - Volta para Glasgow onde enfrenta dificuldades para encontrar emprego.
- 1911 - Aos poucos, vai parando de produzir: não se conhece nenhum de seus trabalhos após esta data.
- 1921 - Abalado com a morte da esposa, Frances MacDonald, destrói a maior parte das obras dela, bem como as suas e se muda para a cidade de Argyll, no oeste da Escócia.
- 1955 - Morre, em Argyll, aos 86 anos.

DREYFUSS, Henry

Surrealismo

KAUFFER, André
- Designer de Jóias
- 1867 - Nasce Marie-Victor Kauffer no dia 24 de julho, em Nancy. Sua família vinha de uma longa tradição de ourives; especula-se que Marie-Victor teria adotado mais tarde o nome de André de forma a diferenciar-se do pai, de quem herdara o nome.
- 1891 - Morre seu irmão Ferdinand Kauffer, 15 anos mais velho e mentor de seus primeiros passos na ourivesaria. Marie-Victor passa a trabalhar por conta própria no que fica conhecido como a Maison Kauffer (nº 40, Rue Saint-Dizier — a rua dos ourives).
- 1893 - partecipò alle manifestazioni realizzate in Lorena in occasione della visita della squadra navale russa, per celebrare l'amicizia franco-russa. Fra i regali offerti dalla Lorena figurava, per ciascuna nave russa, un servizio da punch, composto da una ciotola, da un piatto da portata, da un mestolo in argento e da una serie di coppe in vetro. Le coppe vennero realizzate dai fratelli Daum. Le ciotole erano di due tipi, il primo realizzato da André Kauffer e il secondo dalla casa Daubrée. Camille Martin realizzò il disegno delle ciotole realizzate da André Kauffer. Fu il padre di André Kauffer (1893-1977) pittore e orafo.
- 1894 - Nel 1894 André Kauffer partecipò alla famosa mostra di arti decorative tenutasi alla Galleria Poirel a Nancy e organizzata da Charles André.
- 1897 - fu uno dei firmatari della risposta dei principali leader del settore in Lorena all'indagine della Scuola di Belle Arti di Nancy, che stava cercando di riformarsi. Chiesero la creazione di una sezione di arti applicate nel settore dell'oreficeria come c'erano già pittura, architettura, scultura e modellazione
- 1901 - Quando venne creata l'Associazione de l'École de Nancy o Alliance Provinciale des Industries d'Art, il 13 febbraio 1901, da Émile Gallé, Victor Prouvé, Louis Majorelle, Antonin Daum e Eugène Vallin, André Kauffer fu l'unico gioielliere a far parte del comitato direttivo.

BERGÉ, Henri
- Aquarelista
- Designer
- Escultor(a)
- Pintor(a)
- 1870 - Nasce na comuna francesa de Diarville, no dia 14 de Outubro. Seu pai era fabricante de rendas.
- 1887 - Por volta do ano de 1887, frequenta a École des Beaux Arts de Nancy, onde torna-se aluno de Jules Larcher.
- 1893 - Matricula-se no curso superior de perspectiva e concorre ao prêmio Georges Jacquot, obtendo uma menção honrosa. Junta-se, no mesmo ano, à manufatura dos Irmãos Daum, onde faria sua carreira. Como maître decorateur, influenciaria de maneira decisiva a produção dos Daum, favorecendo um estilo essencialmente floral e paisagístico.
- 1894 - Expõe obras suas de inspiração nipônica na Société des Amis des Arts de Nancy.
- 1901 - Integra o corpo de diretores da École de Nancy.
- 1904 - Passa a criar modelos para as peças em pâtes de verre [técnica de pasta de vidro] de Almaric Walter, vidracista que conhecera na Maison Daum. Bergé forneceria inúmeros designs para Walter ao longo de sua vida, nos quais a Natureza apareceria como principal inspiração.
- 1914 - Il devient professeur de dessin avant 1914 a l'École Lorritz, et y dispense un enseignement professionel.
- 1928 - Sa santé précaire le contraint à 58 ans, à quitter son travail chez Daum et chez Walter.
- 1937 - Falece em sua casa, em Nancy, no dia 26 de Novembro.
- Chrysler Museum of Art: Criações em Vidro
- Artnet: Henri Bergé and Amalric Walter
- BARDIN, Cristophe. La part du visuel dans l’industrie d’art: L’exemple de la manufacture Daum
- Video: The patê de verre technique (1/2), Corning Museum of Glass
- Video: The patê de verre technique (2/2), Corning Museum of Glass
Paris, Belle Époque
Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.
Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.
À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.
C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]
KALIFA, Dominique [2019]
Paris à la Belle Époque
Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
(Último acesso: 04/11/2019)
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
René Jules Lalique
Pingente, c. 1900
Jules Chéret
Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898
Alfons Maria Mucha
Cartaz para a peça Amants, 1895
Hector Guimard
Vase des Binelles, 1903
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TOULOUSE-LAUTREC, Henri de
Henri de Toulouse-Lautrec
"A sensibilidade exasperada pelas cores contrastantes é uma das qualidades de seu “macabro” gênio. Nada o repele; pinta beleza e feiúra com soberba indiferença; pinta o vício e o vil, exóticas, atrozes e obscenas criaturas com a absoluta insolência e o máximo cinismo de um Diabo ou de um Deus que criaram em mútuo antagonismo o cruel e adorável mundo no qual vivemos. (…) Parte da técnica de Lautrec consiste não somente no seu modo original de observar a realidade, mas na sua maneira de ver as coisas: não em porções, não em sombras, mas em massas (…) Lautrec tinha uma paixão por cores brutais, em contrastes violentos e muitas vezes excessivos."
SYMONS, Arthur. [1930]
From Toulouse-Lautrec to Rodin.
New York, Kessinger Publishing.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
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OBRAS
Cartaz para o café Divan Japonais, 1893.
Cartaz para Moulin Rouge, 1891.
Rousse, 1896.
Jane Avril, 1893.
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PESCE, Gaetano
GAETANO PESCE
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VASARELY, Victor
ROHDE, Gilbert
Glasgow Style
Glasgow Style
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JANCO, Marcel
VON SCHMIDT, Friedrich
Friedrich von Schmidt
O progresso do Gótico Vienense atingiu seu clímax com a execução do projeto da nova Rathaus [Prefeitura] (1869-1873) de [Firedrich] Schmidt. Seu ecletismo – com um centro norte-italiano, extremidades um pouco francesas e um interior alemão —, parece sugerir a inspiração no estilo Vitoriano Tardio. No entanto, uma análise mais aprofundada sugere um pastiche sofisticado que evita graciosamente quaisquer efeitos mais vigorosos. Apesar de a Rathaus ter sido de um êxito evidente, o Renascimento Austríaco permaneceu um conglomerado de edifícios individuais, logrando atingir poucas raízes mais profundas da cultura nacional. Na verdade, nunca teve a importância política que Reichensperger [político Alemão amante das arte e arquitetura Gótica] esperava que tivesse no âmbito de uma reunificação Alemã: a Áustria foi excluída desse movimento, derrotada e humilhada pela Prússia, na Guerra das Sete Semanas, de 1866.
BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
London, Phaidon.
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OBRAS
Interior de Wiener Rathaus, 1883.
Wiener Rathaus, 1883.
Projeto para vitral da Catedral de St. Stephen em Viena, 1864.
Monastério dominicano de Herzogstraße em Dusseldorf 1887.
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JACOBS, Carl
CRANE, Walter
Walter Crane
Walter Crane (1845 - 1915)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Todos enfatizavam a dignidade do trabalho e havia também aqueles que, como Crane e Ashbee, invocavam o socialismo para elevar o trabalho à categoria de um predicado sobre o qual não apenas uma arte sadia e bela estava baseada mas também na qual se assentava uma sociedade mais saudável e plena”.
ADAMS, Steven.[1987]
The Arts & Crafts Movement.
London, Grange Books
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OBRAS
Ilustração de capa para livro infantil, 1874.
Neptune's Horses, 1892.
Illustração para a Fábula "Red Riding Hood", 1875.
Cartoon político.
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LEWIS, Wyndham
Percy Wyndham Lewis
Wyndham Lewis (1882-1957)
Wyndham Lewis collection, #4612. Division of Rare and Manuscript Collections, Cornell University Library.
ATUAÇÕES
OBRAS
Oficina, 1915
Composição, 1913
The Crowd [A Multidão], 1915
A Battery Shelled [Bateria Bombardeada], 1919
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THUN, Matteo
VILLON, Jacques
Gruppo Strum
SAPPER, Richard
BOMBERG, David
Vkhutemas
AALTO, Alvar
MARTINI, Alberto
CASSANDRE, Adolphe M.
Adolphe Jean-Marie Mouron
Nos anos seguintes, Cassandre se tornaria a grande figura que hoje nós celebramos pelos seus alcances singularmente brilhantes neste século, através da arte do pôster. Em uma totalidade da sua carreira profissional, ele trabalhou durante um tempo relativamente curto como designer gráfico e de pôsteres. Entretanto, foi durante esse período que ele produziu um conjunto de trabalhos que permanecem incomparáveis pela sua beleza única e pelo seu impacto. Quase cinco décadas mais tarde, após incontáveis estilos visuais, movimentos, modas, e novidades, o brilho do talento de Cassandre não se apagou."
trecho da biografia de AM Cassandre, 1972.
ADC • Global & Awards
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LABROUSTE, Henri
Henri Labrouste
Em meio ao rebuliço e panfletagem generalizada que se seguiram ao decreto [Imperial de 13 de Novembro, 1863] (...), [Maréchal] Vaillant, então Ministro, expressou pesar quanto ao fechamento em 1856 "do único ateliê de arquitetura que, desde 1832 [sic], havia mantido uma educação liberal e de alto nível e doutrinas independentes da Ecole [des Beaux-Arts]. Veio desse ateliê a maior parte dos melhores arquitetos que se ocupam hoje de obras públicas ou privadas; embora... nem um estudante sequer do ateliê tivesse obtido o Prix de Rome, não sendo seu professor um membro da Académie [des Beaux-Arts]. Contudo, o ateliê estava sempre cheio e guarneceu minha administração com sua cultura (pépinière) de arquitetos de primeira ordem". Vaillant referia-se, obviamente, a Labrouste [e seus alunos].
EGBERT, Donald Drew. [1980]
The Beaux-Arts Tradition in French Architecture,
Princeton, Princeton University Press. p. 64
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OBRAS
Biblioteca Nationale
Biblioteca Sainte-Geneviève
Biblioteca Ste Geneviève, desenho da fachada
Biblioteca Sainte Geneviève, interior
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PICABIA, Francis
CAMPANA, (irmãos)
BALLA, Giacomo
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OBRAS
Dinamismo di un cane al guinzaglio, 1912.
Landscape, 1913.
Lampada ad Arco, 1909.
Transformación Forma-espíritu, 1918.
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ETCHELLS, Frederick
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OBRAS
Cabeça Futurista, 1912
Parque Hyde, 1915
Patchopolis, 1914
Composição (Stilts), c. 1914
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CASSATT, Mary
Mary Cassatt
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OBRAS
Under the Horse Chestnut Tree, 1897
The Bath, 1891
The Coiffure, 1891
The Mandolin Player, 1872
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STEINLEN, Théophile Alexandre
Théophile Alexandre Steinlen
Théophile Alexandre Steinlen (1859 - 1923)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
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OBRAS
Le Coupable de François Coppée, 1896.
Cartaz Tournée du Chat Noir, 1896.
Save Serbia, 1916.
Les femmes d'amis, ilustração para Georges Courteline, 1888.
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CUYPERS, Pierre
Petrus Josephus Hubertus Cuypers
A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha influenciaram o revivalismo na Holanda e na Bélgica. Petrus Cuypers introduziu o revivalismo Gótico na Holanda praticamente sozinho. Tendo estudado na Bélgica, Cuypers trabalhou em Amsterdã a partir da década de 1850. Suas primeiras igrejas no sul do país devem muito a Viollet cujos ideais de expressão e lógica estrutural — mas não seu repúdio ao historicismo —, continuaram influenciando Cuypers por toda sua carreira. Essas características já são evidentes na primeira igreja importante que projetou — a Posthoornkerk (1860 – 3) — em Amsterdam. Observe-se, no entanto, que embora os tijolos policrômicos e a dura linearidade sejam características do estilo Alto Vitoriano, a fachada oriental — com seu par de torres espiraladas emergindo das empenas —, remete a uma inspiração medieval proveniente dos Países Baixos e do norte da Alemanha. [...] A engenhosidade com que Cuyper planejava e fazia adaptações medievais nos seus projetos foram aspectos da ‘evolução’ do Gótico que ele perseguiu conscientemente na busca de uma arquitetura novecentista que fosse, ao mesmo tempo, historicista e moderna. A solução que encontrou pode ser contemplada no Rijksmuseum (1877 – 85) de Amsterdã e na Estação Central (1882 – 9). São edifícios francos no uso de materiais produzidos industrialmente, incluindo o ferro, e Alto Vitorianos em sua policromia e ecletismo, embora Góticos apenas parcialmente já que muitos de seus componentes derivam de um estilo eclético em si mesmo – aquele dos Países Baixos do século XVII – ecos da grande era da supremacia Holandesa. [...] A busca de Cuyper por essa ‘evolução’ teve o efeito de fazê-lo transcender o revivalismo Gótico, contribuindo para que sua longa atuação se transformasse em uma incubadora do proto-Modernismo que emergiu com seu assistente, Hendrikus Petrus Berlage (1856 – 1934), cujo trabalho impulsionou estilos históricos – incluindo o Gótico – que Cuyper tão cuidadosamente sintetizara.
BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
London, Phaidon.
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OBRAS
Igreja de São Pedro, Halden, Noruega.
Estação Ferroviária Central, Amsterdam, Holanda.
Rijksmuseum, Amsterdam ca. 1895.
Kasteel de Haar.
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HESTAUX, Louis
Louis Hestaux
Louis Hestaux (1858 - 1919)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Schon frühzeitig als virtuoser Zeichner hervorgetreten sowie mit einem ausgeprägten Gespür für dekorative Belange und einem feinsinnigen Naturempfinden begabt, kompensiert H[estaux] problemlos die fehlende akademische Ausbildung. [...] Neben Merkmalen von Symbolismus und Art Noveau assimiliert er Einflüsse des Japonismus, mit dem er sich intensiv beschäftigt und als dessen Hauptvertreter er innerhalb der Ecole de Nancy er angesehen wird.
TOVELL, Rosemarie L. [2011]
Louis Hestaux. In: Allgemeines Künstler-Lexikon (AKL), Vol. 72
De Gruyter, p. 516
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OBRAS
Buffet La Forêt, 1895
© Musée de l'Ecole de Nancy / M. Bourguet
Cadeira, 1901
Motivo em cerâmica Ancolie, 1881
© RMN-Grand Palais (musée d'Orsay) / Hervé Lewandowski
Pintura La Libellule (detalhe), 1888
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OBRIST, Hermann
BRACQUEMOND, Félix
Félix Bracquemond
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OBRAS
Detalhe para batente de porta, 1852.
Le bastion 84, 1870.
Louça Rousseau, Creil Montereau, decorados por Félix Bracquemond, 1867.
Les Hirondelles, 1882.
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Estilo Contemporâneo
POPOVA, Liubov
Lyubov Popova
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OBRAS
Linhas de Força Espacial
Arquitetura Pictórica, 1918
Construção de Força Espacial, c. 1921
Padronagens têxteis, c. 1923
© Tretyakov Gallery
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HIRTH, Georg
Georg Hirth
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OBRAS
Capa da revista Jugend nº16 por Hans Rossmann, 1897
Interior da revista Jugend nº6, 1902
Interior da revista Jugend nº19 por Maximilian Liebenwein, 1896
Estudo para capa da revista Jugend por Hans Christiansen, 1898
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GALLÉ, Émile
Émile Gallé
Évoquer l’oeuvre d’Émile Gallé, c’est considérer trois techniques différentes: la céramique, le bois et le verre. D’où le surnom d’ “homo triplex” attribuè à l’artiste par son ami le critique d’art Roger Marx. Mais dès son époque, et longtemps après sa disparition, c’est l’oeuvre de verre de Gallé qui a fait l’objet du plus grand nombre d’articles, d’études et de commentaires de la part des journalistes et des historiens de l’art. (...) Ernest Tisserand rédige sur l’oeuvre de verre de Gallé et de Lalique un article dont les propos sont louangeurs pour le Nancéien: “Il a mis le poème en verre et, pour arriver à ses fins, réalisé de telles inventions techniques, accompli de tels tours de force matériels...” De même peut-on être surpris par le commentaire de Le Corbusier sur l’artiste: “La vie de Gallé est belle, partagée entre l’étude directe de la nature at le caprice du feu de ses fours. Gallé laisse des objets qui sont de belles oeuvres, plastiques et sensibles... Gallé est un homme louable et son oeuvre est louable.” (…) sur l’oeuvre de Gallé permet de signaler que celle-ci, en particulier les pièces de verre, n’a jamais laissé indifférent, et qu’elle a conservé dans l’imaginaire collectif du XXe siècle une place de choix. Ce sont évidemment les techniques verrières mises au point, développées et améliorées par l’artiste qui sont la raison principale de ce long engouement et de cette admiration constant.
THOMAS, Valérie [2004]
Le verre dans l'oeuvre d'Émile Gallé. In: Émile Gallé et le verre, la collection du Musée de l'École de Nancy (catalogue)
Somogy Éditions d'Art / Musée de l'École de Nancy, p. 22-23
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OBRAS
Luminária Libélula, 1900
© Museo Art Nouveau y Art Déco - Casa Lis
Vaso Affection apresentado na Exposição Mundial de Paris, 1900
© Tokyo Metropolitan Teien Art Museum
Les Coprins, c. 1902
© Musée de l'École de Nancy
Cama Aube et Crépuscule, 1904
© Musée de l'École de Nancy
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KOTERA, Jan
DISMORR, Jessica
MCNAIR, James Herbert
James Herbert Mcnair
James Herbert McNair (1868 - 1955)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
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OBRAS
Cadeira dobrável em Mogno, ca. 1890
Armário de Carvalho, ca. 1890
Doves and Dreams, 1901
Painel dobrável, c. 1897.
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BRAUNGART, Michael
PEVSNER, Antoine
DREYFUSS, Henry
OBRAS
Locomotiva 20th Century Limited, c. 1937
© Fotografia de Patty Allison, colorizada.
Despertador Big Ben, 1938
© The Metropolitan Museum
Aspirador de pó Hoover Modelo 150, 1933
Ferro a vapor, 1948
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Surrealismo
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OBRAS
Man Ray
Rayografia (O Beijo), 1922
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EAMES, Charles e Ray
KAUFFER, André
Marie-Victor-André Kauffer
André Kauffer (1867 - 1920)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Le produzioni di Andrew Kauffer si distinguono per la qualità e la morbidezza delle sculture. Le sue composizioni imitano forme vegetali, con una predilezione particolare per il cardo di Lorena, che adorna anche la sua carta intestata[4]. Realizzò bracciali, spille, ciondoli e orecchini. Alcune opere, probabilmente le più tardive, sono molto meno figurative con forme vegetali altamente stilizzate, angolose e ricordanti l'Art déco. André Kauffer realizzò anche una produzione più tradizionale di posate da tavola (coltelli ornati di perle, servizi per caramelle).
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
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ROZANOVA, Olga
BERGÉ, Henri
Henri Marie Joseph Bergé
Henri Bergé (1870 -1937)
© RMN-Grand Palais / Harry Bréjat
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Principal collaborateur de l'entreprise [Daum], il donne également au verrier Amalric Walter (1870-1959) des modèles d'objets en pâte de verre et fait éditer ses céramiques par les frères Mougin. Ses dessins, études ou objets à caractère botanique ou animalier -toujours d'une précision scientifique- révèlent l'intérêt que Bergé porte à la nature, herborisant lui-même au jardin botanique proche de la manufacture Daum. Illustrateur, Henri Bergé réalise de nombreux menus, affiches, et publicités. Il est également l'auteur de plusieurs vitraux, publicitaires (Cure d'Air de Malzéville) ou d'inspiration symboliste (La Lecture, Musée de l'Ecole de Nancy). Parallèlement à ses activités artistiques, Henri Bergé enseigne à l'Ecole professionnelle de l'Est et dirige l'atelier de dessin et de modelage au sein de l'entreprise Daum.
Musée de l'École de Nancy apud Art Lorrain (artlorrain.com)
(Último acesso: 14/01/2020)
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OBRAS
Vitral La Lecture / La femme au chat noir, c. 1900
© Musée de l'École de Nancy
Porta-objetos Lagarto em pâte de verre
© Chrysler Museum of Art
Ilustração botânica Campanules, 1929
© RMN-Grand Palais / Harry Bréjat
Peça publicitária para os Irmãos Daum, 1901
© Cornette de Saint Cyr
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