Louis XIV
- França

CRANE, Walter
- Autor(a)
- Designer Gráfico
- Designer Têxtil
- Ilustrador(a)
- Poeta
- 1845 - Nasce em Liverpool, Inglaterra.
- 1859 - Torna-se aprendiz do entalhador William James Linton, por meio de quem travou contato direto com trabalhos de Pré-Rafaelitas como Rossetti, Millais e outros.
- 1864 - Começa a ilustrar para o também entalhador e artista gráfico Edmund Evans. Trabalha inicialmente em um livro de cantigas de roda e de embalar (nursery rhymes).
- 1874 - Em uma série de ilustrações
- 1877 - Planeja, com Edmund Evans, a execução do livro de canções de ninar: The Baby’s Opera.
- 1882 - Elabora The Goose Girl, ilustração do livro Household Stories from Grimm, que, mais tarde, foi reproduzida em tapeçaria por Morris.
- 1882 - É eleito membro do Institute of Painters in Water Colours.
- 1888 - Funda a Arts And Crafts Exhibition Society.
- 1890 - Torna-se Vice Presidente da Healthy and Artistic Dress Union que promovia roupas largas, ao invés de rígidas, apertadas e pesadas.
- 1893 - Exibe Neptune’s Horses
- 1894 - Colabora com Morris na decoração das páginas de The Story of the Glittering Plain.
- 1894 - Torna-se Diretor de Design na Manchester Municipal School.
- 1895 - Mostra seus trabalhos mais recentes em exposição na galeria/loja L’Art Nouveau, de Siegfried Bing, em Paris.
- 1898 - Publica suas aulas de Manchester no livro The Bases of Design.
- 1915 - Morre aos 69 anos, em Sussex, Inglaterra

HOOD, Raymond

PANKOK, Bernhard
- Arquiteta(o)
- Designer Gráfico
- Escultor(a)
- Pintor(a)
- 1872 - Nasce em Munique, na Alemanha.
- 1892 - Termina seus estudos de Pintura em Düsseldorf e em Berlim.
- 1892 - Trabalha em Munique, onde contribui para o periódico Jugend até 1902.
- 1898 - Funda com Josef Hoffman e Koloman Moser
- 1900 - Ganha reconhecimento internacional com uma decoração de quarto na Exposição Universal de Paris.
- 1901 - Projeta um salão de casamento que é considerado por Hermann Obrist um dos melhores cômodos de toda Alemanha.
- 1907 - Participa da fundação da Deutscher Werkbund.
- 1908 - Projeta o interior do navio Friedrichshafen, entre outros. Projeta também o interior de quatro Zeppelins.
- 1908 - Projeta o edifício da Akademie der Bildenden Künste am Weißenhof.
- 1909 - Projeta o cenário e as roupas de uma montagem da ópera
Don Giovanni. Executará outros trabalhos análogos em anos subsequentes. - 1913 - Nomeado Diretor da Staaliche Kunstgewerbeschule. Manterá a posição até 1937.
- 1914 - Revela-se um dos principais artistas da Exposição da Cologne Werkbund.
- 1917 - Projeta móveis com influências Art Déco para o quarto de música da Werkbundausstellung em Basle, Suíça.
- 1943 - Morre, aos 70 anos, em Baierbrunn, Alemanha.

KNOX, Archibald
- Aquarelista
- Designer de Jóias
- Designer de Produto
- Professor(a)
- 1864 - Nasce Archibald, quinto filho da família Knox, na Ilha de Man, Reino Unido.
- 1878 - Inicia seus estudos na Douglas School of Art.
- 1884 - Começa a atuar como professor na Douglas School of Art.
- 1892 - Especialista em ornamentos celtas, é premiado em um concurso de design de ornamentos históricos.
- 1893 - Publica Ancient crosses in the Isle of Man na revista The Builder.
- 1896 - Publica Isle of Man as a Sketching Ground, na prestigiosa revista The Studio.
- 1897 - Aproxima-se, provavelmente nesta data, da Liberty & Co. que comercializa suas criações sem lhe dar crédito.
- 1899 - A Liberty & Co. participa da Arts & Crafts Exhibition. Muitos dos produtos exibidos são criações (anônimas) de Knox.
- 1900 - Começa a lecionar na recém aberta Kingston School of Art.
- 1902 - Introduz a linha céltica de produtos na Liberty & Co., sendo um dos principais expoentes do Renascimento Celta.
- 1903 - A Liberty & Co. participa da Arts & Crafts Exhibition com diversos produtos de Knox. Está no auge de sua carreira.
- 1912 - Renuncia ao posto de professor da Kingston School of Art após críticas a seu método de ensino. Seus alunos abandonam a escola em protesto e fundam a Knox Guild of Craft & Design.
- 1912 - Deixa a Inglaterra e vai tentar a sorte na Filadélfia, nos Estados Unidos.
- 1913 - Projeta tapetes para a Bromley & Co., firma da Filadélfia e ensina na Pensilvânia. Mas, incapaz de obter um bom posto nos Estados Unidos, regressa para a Ilha de Man.
- 1933 - Morre na Ilha de Man aos 69 anos. Em sua lápide, a inscrição: "Archibald Knox, Artista, humilde servo do Senhor no sacerdócio do Belo".

PAQUIN, Jeanne
- 1869 - Nasce em Saint-Denis, na França.
- 1891 - Depois de trabalhar durante algum tempo como costureira na Maison Rouff, Paquin abre sua própria empresa, a Maison Paquin, situada na Rue de la Paix, próxima à House of Worth, em Paris.
- 1896 - Abre uma filial da Maison Paquin em Londres.
- 1900 - É chamada para chefiar a seção de moda da Exposition Universelle de Paris, onde apresenta vestidos de noite espetaculares, modelando alguns deles ela mesma.
- 1910 - Paquin é premiada com a Order of Leopold II da Bélgica.
- 1912 - São abertas filiais de sua empresa em Buenos Aires e Nova York.
- 1913 - Produz desfiles de vestidos projetados especificamente para dançar tango nos populares Tango Teas, realizados nas tardes de segunda-feira no palácio de Londres. Nesse mesmo ano ela é condecorada com a Legion d’Honneur.
- 1914 - Envia toda a sua coleção de primavera para uma turnê americana, que inclui Nova York, Filadélfia, Boston, Pittsburgh e Chicago. As roupas foram usadas pelas próprios modelos de Paquin, que surpreenderam o público ao usarem perucas cor de rosa e malva na rua. Em paralelo, é aberta uma filial de suas lojas em Madri.
- 1917 - Paquin é eleita presidente da Chambre Syndicale de la Couture; a organização oficial dos costureiros parisienses.
- 1920 - Aposenta-se, deixando a Maison Paquin sob a direção de seu irmão, Henri Joire.
- 1936 - Morre, aos 67 anos, em Paris, na França.

OLBRICH, Joseph Maria
- 1867 - Nasce no dia 22 de Dezembro em Troppau (Opava), então parte do império Austro-Húngaro e hoje território da República Tcheca. Frequenta uma escola local mas parte sem ter completado sua graduação.
- 1882 - Matricula-se no departamento de construção civil da Staatsgewerbeschule (Escola Técnica Estatal) de Viena.
- 1886 - Retorna a Troppau, onde trabalha para a firma de August Bartel.
- 1890 - De volta a Viena, torna-se aluno da escola especial de arquitetura da Academia de Belas Artes, onde lecionava Carl von Hasenauer.
- 1893 - Trabalha por alguns meses para o arquiteto vienense Otto Wagner, que assumira a cátedra de von Hasenauer.
- 1894 - Vence o Prix de Roma, que custeia sua viagem de estudos à Itália. A viagem, entretanto, é logo interrompida: Wagner propõe a Olbrich que assuma como projetista chefe no planejamento e design da Stadtbahn (ferrovia) de Viena. Tendo aceitado a oferta de trabalho, retorna a Viena. Considera-se que várias das estações projetadas por Wagner podem ser coatribuídas a Olbrich, como o Hofpavillon em Schönbrunn e a estação Karlsplatz.
- 1897 - Em parceria com um grupo de pintores, escultores e arquitetos, funda, no mês da Abril, a Secessão Vienense. A Secessão opunha-se à conservadora Künstlerhaus, associação artística oficial. Josef Olbrich viria a ser membro fundador também da Bund Deutscher Architekten [Associação de Arquitetos Alemães] (1903) e da Deutscher Werkbund (1907).
- 1898 - Inauguração da sede da Secessão, projetada por Olbrich.
- 1899 - Ernst Ludwig, grão-duque de Hessen, convida Josef Olbrich, Peter Behrens e outros artistas para formar uma colônia artística, assentada na colina de Mathildenhöhe, em Darmstadt. Olbrich desenvolve todos os edifícios da colônia, bem como o plano geral, o mobiliário, os jardins e a infraestrutura para as exibições. O foco arquitetônico ficaria por conta da casa de Ernst Ludwig, concluída no ano subsequente.
- 1901 - Tem lugar na colônia a exibição Ein Dokument deutscher Kunst [Um documento da arte germânica], para a qual o arquiteto desenvolve uma série de estruturas temporárias. A mais interessante seria a galeria de pintura e escultura, cujo traçado dinâmico Olbrich revisitaria em sua entrada — vencedora do primeiro prêmio — para a competição pelo design da estação ferroviária de Basel, Suíça.
- 1904 - Exibe seu trabalho na Louisiana Purchase Exposition, em St. Louis. Sua participação é um sucesso e atrai a atenção de vários arquitetos americanos, dentre os quais Frank Lloyd Wright.
- 1906 - Período de apogeu do trabalho de Olbrich em Mathildenhöhe, com o design da Galeria de Exibições — blocada e formal, com tons classicistas — e da Torre Matrimonial, presente de casamento da cidade de Darmstadt para o grão-duque.
- 1908 - Morre de leucemia no dia 8 de Agosto. Ele estivera trabalhando em duas importantes encomendas: a Casa Feinhals, em Cologne-Marienburg, e a loja de departamentos Tietz, em Düsseldorf, concluídas postumamente.

DE MORGAN, William
- 1839 - Nasce, em Londres, William Frend De Morgan, filho do matemático Augustus De Morgan.
- 1859 - Aos vinte anos, William De Morgan ingressa na Royal Academy Schools — a mais antiga escola de artes da Grã-Bretanha — uma instituição que, moldada na Académie de Peinture et de Sculpture fundada por Luís XIV em 1648, na França, era famosa por seu ensino rigoroso e acadêmico.
- 1862 - Desiludido com o ensino acadêmico, abandona o curso de oito anos pela metade e aproxima-se de William Morris e do círculo Pré-Rafaelita. Cerca dessa época começa a trabalhar para a Morris, Marshall, Faulkner & Co., onde projetava vitrais.
- 1863 - Em paralelo aos projetos desenvolvidos para a Morris & Co., De Morgan monta um atelier independente na Fitzroy Square onde, em parceria com o vitralista James Lyon Tennant começa a direcionar sua criatividade para trabalhos com cerâmica.
- 1872 - Um incêndio acidental provoca uma desavença com o proprietário e De Morgan vê-se obrigado a mudar-se. Encontra um endereço em Chelsea, onde se estabelece.
- 1873 - Redescobre técnicas que se assemelham à cerâmica mouresca espanhola e à cerâmica maiólica da Itália.
- 1875 - Começa a desenvolver uma cartela de cores inspirada no que acreditava ser a padronagem Persa: azul escuro, azul turquesa, púrpura, verde, vermelho indiano e amarelo limão. (Sabe-se, hoje, tratar-se da tradição Iznik dos séculos XV e XVI).
- 1882 - Problemas de coluna forçam De Morgan a deslocar seu atelier para Merton Abbey, onde ficará mais perto de casa.
- 1888 - Após seu casamento, em 1887, com Evelyn De Morgan muda-se outra vez e desloca seu atelier para Sands End, em Fulham, onde, em sociedade com Halsey Ricardo, inicia o período mais prolífico de sua carreira.
- 1898 - Com Morgan frequentemente ausente — na impossibilidade de serem enfrentadas uma série de dificuldades financeiras e técnicas —, o atelier de Fulham é fechado e a parceria com Ricardo dissolvida.
- 1898 - De Morgan inicia uma nova parceria com três de seus antigos empregados: Frank Iles e os irmãos Passenger.
- 1906 - Com o êxito de sua primeira novela — Joseph Vance —, inicia uma próspera (segunda carreira) de escritor.
- 1907 - Dissolve sua sociedade com Frank Iles e os irmãos Passenger, que continuam o negócio por conta própria.
- 1917 - Após publicar mais algumas novelas de sucesso morre, em Londres, sendo enterrado no cemitério de Brookwood.

Jugendstil
- 1892 - O movimento é inciado em Munique, na Alemanha, quebrando paradigmas históricos e estilísticos da Academia. E além disso, os participantes denomina a Associação como Secessão de Munique.
- 1896 - É inaugurado o Jugend, jornal da Associação, tornando-se uma das revistas semanais mais influentes sobre o novo estilo. Sua influência foi muito importante, trazendo à tona os motivos florais, com arabescos, linhas e tipografias marcantes.

MAZZUCOTELLI, Alessandro
- 1865 - Nasce, no dia 30 de setembro, na cidade de Lodi, Lombardia, Itália.
- 1883 - Abandona os estudos e se muda para Milão, onde começa a trabalhar no atelier do ferreiro Defendente Oriani (que assume em 1981).
- 1902 - Expõe peças na Esposizione Internazionale d'Arte Decortativa Moderna em Turim, ganhando fama internacional. Funda, no mesmo ano, a Mazzucotelli, Engelmann & Co, onde trabalha até 1908.
- 1903 - Começa a lecionar na escola de artesanato da Societá Umanitaria, em Milão.
- 1910 - Mostra suas obras, com êxito, na Exposition Universelle et Internationale de Bruxelas.
- 1922 - Assume a direção da Scuola Superiore di Arte Applicate di Monza, Milão.
- 1925 - Apresenta-se na Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, em Paris.
- 1938 - Morre no dia 29 de janeiro, em Milão.

Archizoom
- Itália

SOTTSASS, Ettore
- 1917 - Nasce em Innsbruck, na Áustria. Seu pai, Ettore Sottsass Senior, era arquiteto.
- 1930 - Forma-se em arquitetura pelo Instituto Politécnico de Turim, Itália.
- 1936 - Viaja para Paris, onde vê pinturas de Picasso, Matisse, Braque e Kandinsky. Esses artistas tornariam-se sua principal referência quanto ao uso da cor.
- 1945 - Muda-se para Milão, onde abre um estúdio próprio de arquitetura e design.
- 1956 - Trabalha por um curto período de tempo para o estúdio de George Nelson, em Nova York.
- 1957 - É contratado como consultor de design pela Olivetti. A parceria entre a firma italiana e Sottsass é bem sucedida: dois anos mais tarde, o projeto do designer para a Elea 9003 conquistaria o prestigioso prêmio Compasso d'Oro, estabelecendo sua reputação internacionalmente. Pouco depois, aceita a posição de diretor de arte na companhia italiana de móveis Poltronova.
- 1961 - Faz uma viagem à Índia que o impacta profundamente, inspirando o design de cerâmicas que incorporassem valores culturais e filosofias asiáticas. Idealiza as Ceramiche delle tenebre (Cerâmicas da escuridão) e, logo depois, a série de cem pratos chamada Oferendas a Shiva.
- 1968 - Produz, por intermédio da Poltronova, os armários laminados Superboxes — desdobramento do contato de Sottsass com a arte Pop e Minimalista em meados da década de 1960.
- 1970 - Ganha o prêmio Compasso D'Oro novamente, dessa vez pelo design da máquina de escrever portátil Valentine.
- 1973 - Co-funda a Global Tools, concebida como uma "alter-escola de arquitetura e design".
- 1978 - Sua relação com a Olivetti e a Poltronova esfria e Sottsass passa a participar mais ativamente dos movimentos Antidesign e Arquitetura Radical. No ano seguinte, junta-se ao estúdio de antidesign Studio Alchymia. No entanto, logo se desentende com o fundador Alessandro Guerriero.
- 1980 - Estabelece uma firma própria, a Sottsass Associati. Junto aos sócios Aldo Cibic, Marco Zanini, Marco Marabelli e Matteo Thun, desenvolve projetos de produto, interiores e gráficos. O grupo Memphis surge no mesmo ano, voltado para artigos produzidos em massa.
- 1981 - Tem lugar a primeira exposição do grupo Memphis. Seu sucesso estrondoso garante o sucesso comercial do grupo e faz de Sottsass uma figura icônica.
- 1985 - Sottsass deixa o Memphis no auge de sua popularidade e volta a trabalhar em designs de edição limitada. Dos anos 1990 em diante, Sottsass, decepcionado com a sociedade de consumo, limita seu trabalho como designer a algumas poucas obras para galerias de arte, dedicando a maior parte de seu tempo à arquitetura.
- 2007 - Morre em Milão, aos 90 anos.

LEMPICKA, Tamara de

BING, Siegfried
- 1838 - Nasce em Hamburgo, Alemanha.
- 1854 - Muda-se para a França onde irá participar dos negócios da família: são comerciantes de porcelana e móveis.
- 1863 - Associa-se a Jean-Baptiste Leullier, fabricante de porcelana.
- 1867 - Um aparelho de porcelana produzido pela Leullier & Bing conquista a medalha de ouro na Exposição Universal de Paris.
- 1873 - Com a morte de seu irmão mais velho, Michael, Siegfried Bing torna-se o diretor dos negócios da família na França.
- 1875 - Começa a vender, em uma loja na rue du Faubourg Saint Denis objetos vindos da China e do Japão.
- 1876 - Torna-se cidadão francês.
- 1880 - Faz uma viagem de um ano ao Japão. Aproveita sua permanência para importar produtos que viriam a firmar sua reputação como perito em porcelana japonesa.
- 1888 - Inicia uma publicação mensal intitulada Le Japon Artistique.
- 1894 - Viaja aos Estados Unidos onde trava contato com a obra de Louis Comfort Tiffany. Ao voltar, contrata os artistas Nabis para um projeto de produção de vitrais.
- 1895 - Bing interrompe o comércio de produtos japoneses e abre a Maison de l’Art Nouveau; que mais tarde viria a se chamar Maison Bing.
- 1898 - Chega à conclusão de que, para consolidar seu próprio estilo, tem que fundar sua própria manufatura.
- 1900 - Faz grande sucesso com seu pavilhão na Exposição Universal de Paris– o Pavillon de l’Art Nouveau -, onde trabalharam Eugène Gaillard, Édouard Collona e Georges de Feure.
- 1904 - Bing retira-se do negócio, sendo substituído por seu filho, Marcel.
- 1905 - Morre aos 67 anos, em Paris.

DALÍ, Salvador

TATLIN, Vladimir

WORTH, Charles
- 1825 - Nasce em Bourne, Lincolnshire, na Inglaterra.
- 1836 - Aos 11 anos -em virtude de seu pai ter abandonado o lar deixando a família sem recursos -, Worth começa a trabalhar em uma gráfica.
- 1837 - Muda-se para Londres, onde começa a trabalhar como aprendiz na loja de departamentos Swan & Edgar, onde permaneceu por 7 anos.
- 1844 - Worth é contratado pela Lewis & Allenby; importante loja de têxteis britânica.
- 1845 - Muda-se para Paris, onde se torna assistente de venda da Gagelin-Opigez & Cie; prestigiada empresa que vendia tecidos de seda, xales de caxemira e mantos prontos para os costureiros da corte.
- 1851 - Exibe suas peças premiadas na Great Exhibition, em Londres.
- 1855 - Seu trabalho é exibido na Exposition Universelle, em Paris.
- 1858 - Abre sua própria empresa com o sócio Otto Bobergh, a Worth & Bobergh, onde Worth projeta, costura e vende vestidos.
- 1870 - Fecha a Worth & Bobergh, para reabri-la no ano seguinte com o nome The House of Worth.
- 1895 - Morre, aos 69 anos, em Paris, na França.

HOKUSAI, Katsushika
- Entalhador(a)
- Ilustrador(a)
- Pintor(a)
- 1760 - Nasce em Edo (atual Tóquio), no Japão.
- 1774 - Torna-se aprendiz de um entalhador, aonde trabalha por alguns anos.
- 1778 - Entra para o estúdio de Katsukawa Shunsh?, diretor da escola Katsukawa, com quem começa a aprender a arte do ukiyo-e.
- 1779 - Recebe de seu mestre o nome Shunr?, sob o qual publica suas primeiras impressões, uma série de retratos de atores de teatro Kabuki.
- 1793 - Morre seu mestre Shunsh?, o que faz com que Hokusai comece a explorar outros estilos de arte. É logo expulso da escola Katsukawa por Shunk?, mestre de disciplina, por realizar estudos na escola rival. Hokusai leva o constrangimento como grande fonte de inspiração para sua arte.
- 1800 - Adota seu nome mais conhecido, Katsushika Hokusai, e publica duas coleções de paisagens, chamadas “Vistas Famosas da Capital Leste” e “Oito Vistas de Edo”.
- 1807 - Hokusai trabalha em colaboração com o novelista Takizawa Bakin numa série de livros ilustrados.
- 1811 - Aos 51 anos, Hokusai muda seu nome para Taito e começa o período no qual produz a Hokusai Manga (uma coleção de desenhos de animais, pessoas, objetos, etc) e vários manuais de arte.
- 1826 - Começa a trabalhar em seu quadro mais famoso “A Grande Onda de Kanagawa”, junto com uma série de outras peças; intitulada “Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji” a série foi concluída por volta de 1834.
- 1839 - Um incêndio destrói o estúdio de Hokusai, e grande parte de seus trabalhos.
- 1849 - Morre aos 88 anos em Edo, no Japão.

SCHWITTERS, Kurt

CHARPENTIER, Alexandre
- Artesã(o)
- Designer de Móveis
- Escultor(a)
- 1856 - Nasce em Paris, França.
- 1871 - Trabalha como assistente do escultor de medalhas Hubert Ponscarme.
- 1876 - Deixa o ateliê de Ponscarme.
- 1877 - Faz sua estréia com um pequeno medalhão com o retrato de sua mãe.
- 1879 - Tem seu baixo-relevo ‘Arqueiro’ exposto no Salon de Paris e vendido a Alexandre Dumas.
- 1880 - Expõe no Salon des XX em Bruxelas junto de seus amigos neo-impressionistas e anarquistas tais como Maximilien Luce, Camille Pissarro e Paul Signac.
- 1896 - Se junta ao grupo de artistas “Os Cinco” com Felix Anthyme Aubert, Henry Nocq, Charles Plumet e François-Rupert Carabin.
- 1898 - O grupo se transforma num movimento chamado “L’Art dans Tout” (A Arte em Tudo).
- 1899 - Cria, em colaboração com o decorador e arquiteto Tony Selmersheim, um raro e muito ornamentado relógio art nouveau intitulado “The Flight Of Time”.
- 1909 - Morre em Neuilly, França.

Paris, Belle Époque

HORTA, Victor
- 1861 - Nasce em Gante, Bélgica.
- 1873 - Estuda Arquitetura na Académie des Beaux-Arts de Gante.
- 1874 - Frequenta a Athénée Royal de Gand, até 1877.
- 1878 - Muda-se para Paris, iniciando uma parceria com o arquiteto e designer Jules Debuysson, trabalhando em seu atelier em Montmartre.
- 1880 - Volta para a Bélgica, após a morte de seu pai.
- 1881 - Casa-se e se muda para Bruxelas, onde entra para a Académie Royale des Beaux-Arts.
- 1884 - Vence o prêmio Godecharle de arquitetura com seu projeto para um novo prédio do Parlamento.
- 1887 - Ganha competição organizada pela Académie des Beaux-Arts de Bruxelas voltada a ex-alunos, com seu projeto de um Museu de História natural.
- 1889 - Visita a Exposition Universelle em Paris, onde fica encarregado de um pavilhão destinado a apresentar a escultura de Jef Lambeaux, Les Passions Humaines.
- 1892 - Torna-se professor na Faculté Polytechnique de l'Université Libre de Bruxelles, onde permanece até 1911.
- 1893 - Constrói La Maison Autrique e L'Hôtel Tassel ambos em Bruxelas.
- 1894 - Torna-se presidente Société Centrale d'Architecture da Bélgica. No mesmo ano, constrói a Maison Frison e o Hôtel Solvay, todos os dois em Bruxelas.
- 1895 - Projeta o Hôtel Van Eetvelde, no mesmo ano são construídos em Bruxelas: o Jardin d'Enfants, o Hôtel Deprez-Van de Velde e a Maison du Peuple, demolida em 1965.
- 1898 - Constrói a Maison Hortae o atelier, que em 1969 se torna o Museé Horta.
- 1947 - Morre em Bruxelas, Bélgica.

MUTHESIUS, Adam G. Hermann

GIMSON, Ernest
- 1864 - Nasce em Leicester, na Inglaterra.
- 1881 - Torna-se aprendiz do arquiteto Isaac Barradale de Leicester, e fica sob sua tutela em seu escritório durante quatro anos.
- 1883 - Assiste uma palestra sobre “Arte e Socialismo” ministrada pelo influente artista e designer do movimento Arts & Crafts, William Morris. Encantado e inspirado, Gimson chama Morris para conversar e acabam por tornar-se amigos.
- 1885 - Com experiência profissional na área de arquitetura e bons resultados na Escola de Arte de Leicester, se muda para Londres. Sem perder o contato com Morris, Gimson entra para o estúdio de arquitetura de J. D. Sedding, onde se apaixona pelo Arts & Crafts.
- 1889 - Entra para a Sociedade de Proteção a Construções Antigas de William Morris.
- 1890 - Funda, junto de Sidney Barnsley, William Lethaby e outros designers a companhia de mobílias Kenton & Co., seguindo os ensinamentos de Philip Webb sobre a criação de objetos.
- 1893 - Se muda para Gloucestershire com os irmãos Barnsley onde abrem uma oficina. Mais tarde, passam a contratar outros artesãos habilidosos para a firma, dentre eles, Peter van der Waals.
- 1900 - Abre uma pequena oficina de móveis em Cirencester, mais tarde se mudando para lojas maiores. Tem como objetivo incentivar a comunidade o do vilarejo para transformá-lo em uma vila de artesãos.
- 1908 - Cria uma competição em busca do melhor projeto para a construção da cidade de Camberra, capital da Austrália. Uma dupla de arquitetos americanos vence com a melhor planta.
- 1916 - Rejeita um convite para fazer parte da Associação de Design Industrial, por sua forte resistência ao trabalho com máquinas.
- 1918 - Realiza seu último grande projeto, a Biblioteca Memorial na Escola de Bedales, em Hampshire.
- 1919 - Morre aos 55 anos em Sapperton, na Inglaterra.
ZUMTHOR, Peter
Louis XIV
ATUAÇÕES
KLIUN, Ivan
POST, George Browne
George Browne Post
CRANE, Walter
Walter Crane
Walter Crane (1845 - 1915)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Todos enfatizavam a dignidade do trabalho e havia também aqueles que, como Crane e Ashbee, invocavam o socialismo para elevar o trabalho à categoria de um predicado sobre o qual não apenas uma arte sadia e bela estava baseada mas também na qual se assentava uma sociedade mais saudável e plena”.
ADAMS, Steven.[1987]
The Arts & Crafts Movement.
London, Grange Books
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Ilustração de capa para livro infantil, 1874.
Neptune's Horses, 1892.
Illustração para a Fábula "Red Riding Hood", 1875.
Cartoon político.
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LIBERA, Adalberto
HOOD, Raymond
Raymond Mathewson Hood
LEITURA RECOMENDADA
OBRAS
American Radiator Building, 1924
30 Rockefeller (lobby)
© Foto por Robert Lightbody, 2015
Rockefeller Center, 1939
Tribune Tower, 1925
© Foto por Mariano Mantel, 2016
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PANKOK, Bernhard
Bernhard Pankok
Bernhard Pankok, auto retrato (1872 - 1943)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
"[Pankok] produzia trabalhos em muitas áreas diferentes, embora seus desenhos de móveis talvez fossem a especialidade em que se mostrava mais original. Seus primeiros projetos de móveis são caracterizados por um certo peso e por uma aparência ‘orgânica’ que lembram o trabalho de Antoni Gaudí, evidenciando o lado mais expressionista e menos funcional do Jugendstil.”
CAMPBELL, Gordon. [2006]
The Groove Encyclopedia of Decorative Arts.
New York, Oxford University Press
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Armário de Carvalho e Metal, ca. 1898
Cadeira, 1901
Aparador, 1900
Poltrona de Mogno e Couro, ca. 1902
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METZINGER, Jean
KNOX, Archibald
Archibald Knox
Archibald Knox (1864 - 1933).
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Com especialização em metalurgia e joalheria, Knox foi um dos melhores designers a serviço da Liberty & Co. Nascido na Ilha de Man, estudou na Douglas School of Art. [Formado] trabalhou, inicialmente, como professor ao mesmo tempo que projetava lápides. Em 1897 mudou-se para Londres e começou a trabalhar para [Arthur] Liberty. Projetou uma grande variedade de itens como tapetes, têxteis, papéis de parede e ornamentos em cerâmica para jardins; mas suas peças mais bonitas foram concebidas em prata (a linha Cymric) ou em estanho (a linha Tudric). Knox desenvolveu técnicas de cantaria (que aprendeu na Ilha de Man) modificando os padrões de forma a criar uma variante Britânica do Art Nouveau. Continuou trabalhando para a Liberty & Co. até 1912, projetando, mais tarde, a pedra tumular de [Arthur] Liberty (1917).
Knox exerceu suas atividades de designer junto com as de professor. Ministrou cursos nas escolas de Redhill, Wimbledon e de Kingston. No anos finais de sua vida, concentrou-se principalmente na produção de aquarelas”.
DK [Doris Kindersley] (Eds.) (2015):
Design: The Definitive Visual History.
Penguin, Random House.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Decanter, 1903-1904.
Joia.
Aquarela.
Terracotta Jardiniere.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
BUÑUEL, Luis
PAQUIN, Jeanne
Jeanne Marie Charlotte Beckers
CRONOLOGIA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Cachecol de pele de chinchilla, 1903.
Ilustração de vestido da noite, 1913.
Vestido, 1912.
Vestido da noite, 1900-1905.
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DE CAROLIS, Adolfo
CALDER, Alexander
WEBER, KEM
OLBRICH, Joseph Maria
Josef Maria Olbrich
O colega de [Josef Maria] Olbrich, Josef Hoffmann, comentou que "Olbrich, uma verdadeira fonte de ideias e talvez de um romantismo demasiado, era um trabalhador colossal e criador incansável. Ele era obcecado pela música de [Richard] Wagner e teria adorado construir Valhalla. Era maravilhoso fantasiar com ele. Nenhuma tarefa era grande demais e não havia nada que ele não tentasse, ao menos na forma de um rascunho."
KURDIOVSKY, Richard. [2005]
In.: BRANDSTÄTTER, Christian (Ed). Vienna 1900: Art, Life and Culture.
Nova York, The Vendome Press. p. 272.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Estação Karlsplatz, 1898
© Foto de Paul Barker Hemings, 2014
Wiener Secessionsgebäude (Sede da Secessão Vienense), 1898
Casa de Ernst Ludwig, 1901
Torre Matrimonial, 1907
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KITAOKA, Akiyoshi
LE CORBUSIER
PANTON, Verner
DE MORGAN, William
William De Morgan
Diversos motivos podem ter contribuído para que [William] De Morgan começasse a se dedicar à fabricação de ladrilhos. Por volta da década de 1860, o interesse relacionado à decoração dos lares ingleses criou um mercado para ‘ladrilhos artísticos’ cuja demanda era atendida por firmas tais como a Minton’s e a Maw & Co. A Morris & Co. já fornecia ladrilhos artísticos pintados à mão para o segmento de alta gama desse mercado. O design de ladrilhos, no entanto, não era uma prioridade para a firma de Morris e De Morgan provavelmente intuiu que, ao se especializar nesta área, poderia criar um produto superior ao disponível no mercado”.
Greenwood, Martin. [1989]
The Designs of William de Morgan.
Richard Dennis, Yeovil, Inglaterra, 2007, pp. 7-8.
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Prato de Pavão, ca. 1888-98
Vaso, ca. 1888-98
Desenho para Decoração em Prato, 1879
Painel "Tree of Knowledge", ca. 1872-81
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Jugendstil
Jugendstil
Em termos dos seus impactos arte-históricos, o Jugendstil e a Secessão Vienense são frequentemente descritos como a expressão estilística e estética de uma emigração interna, um afastamento das esferas privadas dos indivíduos. Não obstante, inicialmente, a insatisfação com as circunstâncias contemporâneas foi o impulso dominante que levou a minoria dos artistas a difundir uma oposição romântica contra o tradicionalismo, o ecleticismo e o historicismo mirabolante. Tal descontentamento levou Georg Hirth, publicador da revista Jugend (Juventude), a reafirmar que o termo ”Jugendstil” não se referia ao nascimento de um estilo, mas na verdade um princípio de emancipação e do domínio exclusivo da inutilidade e do sentimento artístico.”
BRANDSTÄTTER, Christian. [2006]
VIENNA 1900: Art, Life & Culture. [p.33]
CRONOLOGIA
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OBRAS
Hans Christiansen
Andromedia, ilustração para Jugend, 1898.
Otto Eckmann
Maple wood and leather armchair, 1898.
Julius Klinger
Cravates Hermanns & Froitzheim, 1911.
Richard Riemerschmid
Ball Pitcher, 1902.
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MAZZUCOTELLI, Alessandro
Alessandro Mazzucotelli
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
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Archizoom
ARCHIZOOM ASSOCIATTI
Grupo formado originalmente por Andrea Branzi (1938); Gilberto Corretti (1941); Massimo Morozzi (1941 - 2014); e Paolo Deganello (1940) em 1966. Em 1968 agregaram-se Dario e Lucia Bartolini. O grupo atuou entre 1966 e 1974.
ATUAÇÕES
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Projeto No-Stop City.
Início da década de 1970.
Banco modular estofado SUPERONDA. (1967)
Cadeira e Otomana Mies. (1967)
Sofá Modulado Safari. (1968)
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Cradle to Cradle (C2C)
CAMPANA, (irmãos)
SOTTSASS, Ettore
Ettore Sottsass Junior
Ettore Sottsass alcançou a fama internacional no início dos anos 1980 como fundador do Memphis, a irreverente firma de design que havia maravilhado o mundo com seu mobiliário, luminárias, cerâmicas e vidraria de formas pouco convencionais e cores exuberantes. (...) Ele era também o crítico mais ferrenho do mundo do design convencional, tirando sarro do formalismo sóbrio do Modernismo, criticando a austeridade puritana do Estilo Internacional e até mesmo questionando o próprio ato de produzir objetos. As teorias de Sottsass acerca do potencial do Design para invocar emoções primitivas e comunicar significado vêm influenciando gerações de designers. "Uma mesa pode precisar de quatro pernas para funcionar", ele disse certa vez, "mas ninguém vai me convencer de que as quatro pernas têm que ser iguais."
LABACO, Ronald T. [2006]
Ettore Sottsass: Redefining Modernity
Modernism Magazine, Vol. 9 No. 1. pp. 68-80
CRONOLOGIA
OBRAS
Máquina de escrever portátil Valentine, 1969
© Smithsonian Design Museum
Luminária Taiti, 1981
© Ettore Sottsass / National Gallery of Australia
Divisor de Ambientes Carlton, 1981
SOLICITAR PERMISSÃO À SOTHEBY'S
Poltrona Mandarim (protótipo), 1986
© Brooklyn Museum
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LEMPICKA, Tamara de
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Girl With Gloves, 1929.
Mon portrait (Self-Portrait in the Green Bugatti), 1929.
Sleeping Woman, 1935.
Le Modele, 1925.
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BING, Siegfried
Siegfried Samuel Bing
"É importante observar que houve uma mudança na nomenclatura do movimento, na França, após a abertura da loja de Siegfried Bing, em Paris, mais ou menos na época do Natal de 1895. O letreiro laranja foi descrito por Arsène Alexandre, editor da Revue des Arts Décoratifs, da seguinte maneira: “Acima dos dois enormes girassóis esculpidos em relevo, brutalmente agigantados se comparados aos naturais; sem gosto e sem estilo, lêem-se duas palavras de uma deliciosa modéstia: l’art nouveau.”
MADSEN, Stephan Tschudi. [1956]
The Art Nouveau Style.
New York, Dover Publications, 2002
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Poster Art Nouveau, 1898
Maison De L'Art Nouveau, Paris, 1895
Fonte de Cerâmica, Nord-Ouest, 1900.
Entrada de Maison de L'Art Nouveau, Paris, 1895
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DALÍ, Salvador
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Young Virgin Auto-Sodomized by the Horns of Her Own Chastity, 1954.
Portrait of My First Cousin, 1923.
Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar, 1944.
Crepuscular Old Man, 1918.
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Gestão para empreendedores
DRAISMA, Eibert
TATLIN, Vladimir
Vladimir Yevgrafovich Tatlin
REFERÊNCIAS DO CURSO
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OBRAS
Letatlin, c. 1930
© Fotografia de Tomislav Medak, 2010
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ERRÓ
WORTH, Charles
Charles Frederick Worth
CRONOLOGIA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Vestido para a corte Imperial Russa, c. 1888.
Figurino de Electric Light, 1883.
Retrato da Imperatriz Eugénie (com vestido de C. F. Worth), por Franz Xaver Winterhalter, 1853.
Figurino de Cleópatra, 1894.
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FILI, Louise
HOKUSAI, Katsushika
Katsushika Hokusai
Katsushika Hokusai, autorretrato (1760 - 1849)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
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OBRAS
Courtesan Asleep
Página de seu Hokusai Manga
Under the Wave; Kanagawa Oki Namiura, ca. 1832
Cuckoo and Azaleas, 1828
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HEARTFIELD, John
SCHWITTERS, Kurt
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
The And-Picture, 1919.
Cherry Picture, 1921.
Santa Claus, 1922.
The Spring Door, 1938.
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CHARPENTIER, Alexandre
Alexandre-Louis Charpentier
Alexandre-Louis Charpentier (1856 - 1909).
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Young Woman Nursing Her Child, 1883-1893.
Stoneware exhibition, 1897.
Les Boulangers, 1897.
Émile Jamais Monument (1856-1893),Aigues Vives.
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ROZANOVA, Olga
NEWSON, Marc
ANDERSON, Charles S.
Paris, Belle Époque
Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.
Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.
À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.
C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]
KALIFA, Dominique [2019]
Paris à la Belle Époque
Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
(Último acesso: 04/11/2019)
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
René Jules Lalique
Pingente, c. 1900
Jules Chéret
Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898
Alfons Maria Mucha
Cartaz para a peça Amants, 1895
Hector Guimard
Vase des Binelles, 1903
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HORTA, Victor
Victor Horta
A inspiração genial de Horta foi de libertar a Arquitetura da tutela das linhas Neoclássicas e Góticas, reinventando as formas com maior liberdade e com espírito prático de modo que pudessem adaptar-se a projetos reais que poderiam ser desenvolvidos com os incontáveis novos materiais que a época colocava à sua disposição. É de acordo com essa perspectiva que devemos compreender a Casa Tassel, considerada o primeiro edifício do Art Nouveau belga; ou seja, levando em consideração não apenas o novo espírito da Arquitetura como também o emprego de novos materiais. (…) Em todos os trabalhos de Horta observa-se um equilíbrio nas composições. Os imperativos da construção nunca são rompidos. Além disso, graças a uma imaginação excepcional, suas formas foram evoluindo criativa e constantemente de modo a se adaptarem às demandas mais variadas.
KLICZKOWSKI, Maria Sol. [2003]
Victor Horta.
New York, teNeues Publishing.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Relógio de bronze, 1895.
Hotel Tassel, Bruxelas, 1893.
Hotel Solvay, 1900.
Interior do Hotel Tassel, Bruxelas, 1893.
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MURDOCH, Peter
Steampunk
MUTHESIUS, Adam G. Hermann
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Tuteur House, 1913.
Castelo Wendgräben, Alemanha.
Berliner Kulturdenkmal, Centro Cultural.
Embaixada da Líbia em Berlim
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GREIMAN, April
GIMSON, Ernest
Ernest Gimson
Gimson desenvolveu sua aptidão para incrustar madeira em móveis na época em que trabalhava na Kenton and Company [empreendimento do qual era sócio]. Ao sair de lá, continuou a incrustar madeira e madrepérola nas peças - elegantes e parcimoniosas - que projetava. Além de seus vistosos gabinetes, Gimson (...) também projetou móveis em um estilo mais simples e rústico, exemplificado em diversos aparadores, mesas para sala de jantar e cadeiras com encosto de escada. Esse estilo, livre das referências medievais de Morris e dos padrões intricados das peças de Mackmurdo, influenciou tremendamente a estética ‘fitness for purpose’ [de adequação à finalidade] que dominou o design britânico até o final da Segunda Guerra Mundial. (...) Como consequência de [não] se motivar a adaptar seus projetos à produção industrial, (...) atendia apenas uma clientela limitada. Ao invés de produzir seu mobiliário pessoalmente, Gimson supervisionava uma equipe de artífices (...)”.
MARGOLIN, Victor. [2015]
World History of Design. Vol. I
London, Bloomsbury, p. 243.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
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LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Armário em Madeira, 1891.
Casa Arts & Crafts em Leicestershire, 1899.
Gaveteiro de Madeira, ca. 1907.
Gaveteiro de Madeira, ca. 1902.
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