• MUCHA, Alfons Maria

  • MUCHA, Alfons Maria

    Alphonse Maria Mucha

    Alfons Maria Mucha (1860 - 1939).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer Gráfico
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Ivancice, South Moravia.
    • 1878 - Mucha se inscreve na Academia de Belas Artes de Praga. Sua inscrição é rejeitada com a recomendação: 'Procure outra profissão na qual será mais útil.'
    • 1879 - Vai para Viena para trabalhar como pintor de cenário para a firma de Kautsky-Brioschi-Burghardt.
    • 1881 - Deixa Viena quando o Ringtheater, o maior cliente de seus empregadores, pega fogo em um acidente que mata 500 pessoas. Mucha, sendo o empregado mais novo, recebe seu aviso prévio.
    • 1882 - Vai para Mikulov onde trabalha pintando retratos. Encontra o Conde Khuen Belasi que lhe contrata para decorar seu castelo em Emmahof.
    • 1887 - Se muda para Paris para estudar na Académie Julian, sob o patrocínio do Conde.
    • 1894 - Pinta 'Gismonda', seu primeiro poster para Sarah Bernhadt.
    • 1896 - Se muda para um novo estúdio na Rue du Val-de-Grâce. Champenois publica o primeiro painel decorativo de Mucha, "As Estações".
    • 1898 - Começa a dar aulas de desenho na Whistler's Académie Carmen. Participa na primeira exposição da Secessão Vienense. Os posteres e painéis de Mucha são mostrados em Chrudim e Hradec Králové em Bohemia e Budapeste.
    • 1909 - Charles Crane concorda em financear a Epopeia Eslava de Mucha.
    • 1910 - Retorna à Praga para trabalhar nos murais de Obecni dum, que completa no ano seguinte, em 1911. Aluga um estúdio e um flat no castelo de Zbiroh, região oeste de Bohemia, para trabalhar na Epopeia Eslava.
    • 1912 - Completa os três primeiros quadros da Epopeia Eslava. Estes são apresentados à cidade de Praga em Dezembro.
    • 1919 - Os onze primeiros quadros da Epopeia Eslava são expostos no Klementium em Praga e depois enviados para serem exibidos na América.
    • 1938 - Começa a trabalhar no tríptico (não terminado) A Era da Razão, A Era do Conhecimento e A Era do Amor. Apesar de estar sofrendo com pneumonia, começa a coletar e escrever suas memórias.
    • 1939 - Mucha está entre os primeiros a serem presos pela Gestapo quando os alemães invadem a Checoslováquia. Ele é questionado e liberado para voltar para casa, mas sua saúde fica muito debilitada pelo acontecimento. Morre em Julho, em Praga.

    OBRAS

    'Les Quatre Saisons', c. 1895.

    'La Nature'.

    Cartaz 'Savonnerie de Bagnolet', 1897.

    Cartaz 'Job', 1896.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    KHIDEKEL, Lazar

  • GRIS, Juan

  • GRIS, Juan

    Juan Gris (1887-1927)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Portrair of Maurice Raynal, 1911.

    Guitar and Pipe, 1913.

    Bodegón, 1913.

    Arlequin assis à la guitare, 1919.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • SOTTSASS, Ettore

  • SOTTSASS, Ettore

    Ettore Sottsass Junior

    Ettore Sottsass Jr. (1917-2007)
    Fotografia de Giuseppe Pino, 1969

    Ettore Sottsass alcançou a fama internacional no início dos anos 1980 como fundador do Memphis, a irreverente firma de design que havia maravilhado o mundo com seu mobiliário, luminárias, cerâmicas e vidraria de formas pouco convencionais e cores exuberantes. (...) Ele era também o crítico mais ferrenho do mundo do design convencional, tirando sarro do formalismo sóbrio do Modernismo, criticando a austeridade puritana do Estilo Internacional e até mesmo questionando o próprio ato de produzir objetos. As teorias de Sottsass acerca do potencial do Design para invocar emoções primitivas e comunicar significado vêm influenciando gerações de designers. "Uma mesa pode precisar de quatro pernas para funcionar", ele disse certa vez, "mas ninguém vai me convencer de que as quatro pernas têm que ser iguais."

    LABACO, Ronald T. [2006]
    Ettore Sottsass: Redefining Modernity
    Modernism Magazine, Vol. 9 No. 1. pp. 68-80

    CRONOLOGIA

    • 1917 - Nasce em Innsbruck, na Áustria. Seu pai, Ettore Sottsass Senior, era arquiteto.
    • 1930 - Forma-se em arquitetura pelo Instituto Politécnico de Turim, Itália.
    • 1936 - Viaja para Paris, onde vê pinturas de Picasso, Matisse, Braque e Kandinsky. Esses artistas tornariam-se sua principal referência quanto ao uso da cor.
    • 1945 - Muda-se para Milão, onde abre um estúdio próprio de arquitetura e design.
    • 1956 - Trabalha por um curto período de tempo para o estúdio de George Nelson, em Nova York.
    • 1957 - É contratado como consultor de design pela Olivetti. A parceria entre a firma italiana e Sottsass é bem sucedida: dois anos mais tarde, o projeto do designer para a Elea 9003 conquistaria o prestigioso prêmio Compasso d'Oro, estabelecendo sua reputação internacionalmente. Pouco depois, aceita a posição de diretor de arte na companhia italiana de móveis Poltronova.
    • 1961 - Faz uma viagem à Índia que o impacta profundamente, inspirando o design de cerâmicas que incorporassem valores culturais e filosofias asiáticas. Idealiza as Ceramiche delle tenebre (Cerâmicas da escuridão) e, logo depois, a série de cem pratos chamada Oferendas a Shiva.
    • 1968 - Produz, por intermédio da Poltronova, os armários laminados Superboxes — desdobramento do contato de Sottsass com a arte Pop e Minimalista em meados da década de 1960.
    • 1970 - Ganha o prêmio Compasso D'Oro novamente, dessa vez pelo design da máquina de escrever portátil Valentine.
    • 1973 - Co-funda a Global Tools, concebida como uma "alter-escola de arquitetura e design".
    • 1978 - Sua relação com a Olivetti e a Poltronova esfria e Sottsass passa a participar mais ativamente dos movimentos Antidesign e Arquitetura Radical. No ano seguinte, junta-se ao estúdio de antidesign Studio Alchymia. No entanto, logo se desentende com o fundador Alessandro Guerriero.
    • 1980 - Estabelece uma firma própria, a Sottsass Associati. Junto aos sócios Aldo Cibic, Marco Zanini, Marco Marabelli e Matteo Thun, desenvolve projetos de produto, interiores e gráficos. O grupo Memphis surge no mesmo ano, voltado para artigos produzidos em massa.
    • 1981 - Tem lugar a primeira exposição do grupo Memphis. Seu sucesso estrondoso garante o sucesso comercial do grupo e faz de Sottsass uma figura icônica.
    • 1985 - Sottsass deixa o Memphis no auge de sua popularidade e volta a trabalhar em designs de edição limitada. Dos anos 1990 em diante, Sottsass, decepcionado com a sociedade de consumo, limita seu trabalho como designer a algumas poucas obras para galerias de arte, dedicando a maior parte de seu tempo à arquitetura.
    • 2007 - Morre em Milão, aos 90 anos.

    OBRAS

    Máquina de escrever portátil Valentine, 1969
    © Smithsonian Design Museum

    Luminária Taiti, 1981
    © Ettore Sottsass / National Gallery of Australia

    Divisor de Ambientes Carlton, 1981
    SOLICITAR PERMISSÃO À SOTHEBY'S

    Poltrona Mandarim (protótipo), 1986
    © Brooklyn Museum

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    POLLINI, Gino

    PROULX, Daniel

  • LABROUSTE, Henri

  • LABROUSTE, Henri

    Henri Labrouste

    Henri Labrouste (1801 - 1875)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Engenheira(o)

    Em meio ao rebuliço e panfletagem generalizada que se seguiram ao decreto [Imperial de 13 de Novembro, 1863] (...), [Maréchal] Vaillant, então Ministro, expressou pesar quanto ao fechamento em 1856 "do único ateliê de arquitetura que, desde 1832 [sic], havia mantido uma educação liberal e de alto nível e doutrinas independentes da Ecole [des Beaux-Arts]. Veio desse ateliê a maior parte dos melhores arquitetos que se ocupam hoje de obras públicas ou privadas; embora... nem um estudante sequer do ateliê tivesse obtido o Prix de Rome, não sendo seu professor um membro da Académie [des Beaux-Arts]. Contudo, o ateliê estava sempre cheio e guarneceu minha administração com sua cultura (pépinière) de arquitetos de primeira ordem". Vaillant referia-se, obviamente, a Labrouste [e seus alunos].

    EGBERT, Donald Drew. [1980]
    The Beaux-Arts Tradition in French Architecture,
    Princeton, Princeton University Press. p. 64

    CRONOLOGIA

    • 1801 - Nasce em Paris, França.
    • 1819 - Aos 18 anos entra para a École des Beaux-Arts como pupilo de A.L. T. Vaudoyer e L. H. Lebas.
    • 1824 - Ganha o Grand Prix de Roma — uma bolsa que lhe permite passar cinco anos estudando na Itália.
    • 1825 - Começa a estudar Construção Romana no Villa Medici, onde permanece até 1830.
    • 1828 - Durante sua permanência na Itália, participa da controversa restauração dos templos Paestum, a qual se estende por 2 anos.
    • 1834 - Trabalha com Félix Duban no projeto de renovação da fachada da Ecole des Beaux-Arts.
    • 1837 - Já estabelecido como Arquiteto, vence concurso para a construção de um asilo em Lausanne, Suíça
    • 1838 - Nomeado Arquiteto Responsável pelos Monumentos Históricos Franceses, Labrouste dá início a trabalhos de restauração. Concomitantemente, retoma sua função de Inspetor da Ecole des Beaux-Arts, onde os trabalhos já se encontram bastante avançados.
    • 1839 - Contratado para projetar a Bibliothèque Sainte-Geneviève, em Paris, que seria construída entre 1843 e 1850.
    • 1854 - Labrouste é nomeado sucessivamente arquiteto do Seminário de Rennes e da então denominada Bibliothèque Impériale, em Paris.
    • 1862 - Projeta a sala de leitura da Bibliothèque Nationale de France, em Paris.
    • 1867 - Eleito para a Académie des Beaux Arts.
    • 1875 - Morre em seu escritório, na casa de Fontainebleau, enquanto redigia um edital para um Concurso de Arquitetura.

    OBRAS

    Biblioteca Nationale

    Biblioteca Sainte-Geneviève

    Biblioteca Ste Geneviève, desenho da fachada

    Biblioteca Sainte Geneviève, interior

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    COPPEDÈ, Gino

    High Tech

    RASHID, Karim

  • HOHENSTEIN, Adolfo

  • HOHENSTEIN, Adolfo

    Adolf Hohenstein

    Adolfo Hohenstein.

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Cenógrafa(o)
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    OBRAS

    Capa da primeira edição da partitura de piano da ópera Tosca, de Puccini.

    Pôster de propaganda dos fabricantes de sabonete Chiozza e Turchi, de 1899.

    Pôster de propaganda Fiammiferi senza fosforo del Dottor Craveri.

    Projeto para o cenário do segundo ato da estréia de La bohème

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    GLEIZES, Albert

    Escola Suíça

    MELLER, Vadym

  • MOHOLY-NAGY, László

  • MOHOLY-NAGY, László

    László Moholy-Nagy (1895-1946)

    OBRAS

    Light-Space Modulator, 1930.

    Large Painting of The Railroad, 1920.

    Fotograma, 1943.

    Sil I, 1933.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    ALBERS, Josef

  • Glasgow Style

  • DE MORGAN, William

  • DE MORGAN, William

    William De Morgan

    William de Morgan (1839 - 1917)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Ceramista
    • Designer
    • Romancista
    • Vitralista

    Diversos motivos podem ter contribuído para que [William] De Morgan começasse a se dedicar à fabricação de ladrilhos. Por volta da década de 1860, o interesse relacionado à decoração dos lares ingleses criou um mercado para ‘ladrilhos artísticos’ cuja demanda era atendida por firmas tais como a Minton’s e a Maw & Co. A Morris & Co. já fornecia ladrilhos artísticos pintados à mão para o segmento de alta gama desse mercado. O design de ladrilhos, no entanto, não era uma prioridade para a firma de Morris e De Morgan provavelmente intuiu que, ao se especializar nesta área, poderia criar um produto superior ao disponível no mercado”.

    Greenwood, Martin. [1989]
    The Designs of William de Morgan.
    Richard Dennis, Yeovil, Inglaterra, 2007, pp. 7-8.

    CRONOLOGIA

    • 1839 - Nasce, em Londres, William Frend De Morgan, filho do matemático Augustus De Morgan.
    • 1859 - Aos vinte anos, William De Morgan ingressa na Royal Academy Schools — a mais antiga escola de artes da Grã-Bretanha — uma instituição que, moldada na Académie de Peinture et de Sculpture fundada por Luís XIV em 1648, na França, era famosa por seu ensino rigoroso e acadêmico.
    • 1862 - Desiludido com o ensino acadêmico, abandona o curso de oito anos pela metade e aproxima-se de William Morris e do círculo Pré-Rafaelita. Cerca dessa época começa a trabalhar para a Morris, Marshall, Faulkner & Co., onde projetava vitrais.
    • 1863 - Em paralelo aos projetos desenvolvidos para a Morris & Co., De Morgan monta um atelier independente na Fitzroy Square onde, em parceria com o vitralista James Lyon Tennant começa a direcionar sua criatividade para trabalhos com cerâmica.
    • 1872 - Um incêndio acidental provoca uma desavença com o proprietário e De Morgan vê-se obrigado a mudar-se. Encontra um endereço em Chelsea, onde se estabelece.
    • 1873 - Redescobre técnicas que se assemelham à cerâmica mouresca espanhola e à cerâmica maiólica da Itália.
    • 1875 - Começa a desenvolver uma cartela de cores inspirada no que acreditava ser a padronagem Persa: azul escuro, azul turquesa, púrpura, verde, vermelho indiano e amarelo limão. (Sabe-se, hoje, tratar-se da tradição Iznik dos séculos XV e XVI).
    • 1882 - Problemas de coluna forçam De Morgan a deslocar seu atelier para Merton Abbey, onde ficará mais perto de casa.
    • 1888 - Após seu casamento, em 1887, com Evelyn De Morgan muda-se outra vez e desloca seu atelier para Sands End, em Fulham, onde, em sociedade com Halsey Ricardo, inicia o período mais prolífico de sua carreira.
    • 1898 - Com Morgan frequentemente ausente — na impossibilidade de serem enfrentadas uma série de dificuldades financeiras e técnicas —, o atelier de Fulham é fechado e a parceria com Ricardo dissolvida.
    • 1898 - De Morgan inicia uma nova parceria com três de seus antigos empregados: Frank Iles e os irmãos Passenger.
    • 1906 - Com o êxito de sua primeira novela — Joseph Vance —, inicia uma próspera (segunda carreira) de escritor.
    • 1907 - Dissolve sua sociedade com Frank Iles e os irmãos Passenger, que continuam o negócio por conta própria.
    • 1917 - Após publicar mais algumas novelas de sucesso morre, em Londres, sendo enterrado no cemitério de Brookwood.

    OBRAS

    Prato de Pavão, ca. 1888-98

    Vaso, ca. 1888-98

    Desenho para Decoração em Prato, 1879

    Painel "Tree of Knowledge", ca. 1872-81

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • Jugendstil

  • Jugendstil

    Jugendstil

    Otto Eckmann
    Capa da revista Jugend, 1896.

    Em termos dos seus impactos arte-históricos, o Jugendstil e a Secessão Vienense são frequentemente descritos como a expressão estilística e estética de uma emigração interna, um afastamento das esferas privadas dos indivíduos. Não obstante, inicialmente, a insatisfação com as circunstâncias contemporâneas foi o impulso dominante que levou a minoria dos artistas a difundir uma oposição romântica contra o tradicionalismo, o ecleticismo e o historicismo mirabolante. Tal descontentamento levou Georg Hirth, publicador da revista Jugend (Juventude), a reafirmar que o termo ”Jugendstil” não se referia ao nascimento de um estilo, mas na verdade um princípio de emancipação e do domínio exclusivo da inutilidade e do sentimento artístico.”

    BRANDSTÄTTER, Christian. [2006]
    VIENNA 1900: Art, Life & Culture. [p.33]

    CRONOLOGIA

    • 1892 - O movimento é inciado em Munique, na Alemanha, quebrando paradigmas históricos e estilísticos da Academia. E além disso, os participantes denomina a Associação como Secessão de Munique.
    • 1896 - É inaugurado o Jugend, jornal da Associação, tornando-se uma das revistas semanais mais influentes sobre o novo estilo. Sua influência foi muito importante, trazendo à tona os motivos florais, com arabescos, linhas e tipografias marcantes.

    OBRAS

    Hans Christiansen
    Andromedia, ilustração para Jugend, 1898.

    Otto Eckmann
    Maple wood and leather armchair, 1898.

    Julius Klinger
    Cravates Hermanns & Froitzheim, 1911.

    Richard Riemerschmid
    Ball Pitcher, 1902.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • GAUDÍ, Antoni

  • GAUDÍ, Antoni

    Antoni Placid Gaudí i Cornet

    Antoni Placid Gaudí i Cornet (1852 - 1926).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer

    "As formas orgânicas e originais do Templo da Sagrada Família, que lembram um castelo de pingos de areia, são totalmente desvinculadas das influências da arte de sua época. Certa vez, (...) encontrei-me com um grupo de turistas franceses que, munidos de seu peculiar espírito cartesiano, não paravam de reclamar: 'Mas será que este arquiteto não tinha régua?'"

    MARTINELL Brunet, Cesar. [2007]
    Conversas com Gaudí.
    São Paulo, Editora Perspectiva

    CRONOLOGIA

    • 1852 - Nasce na cidade de Reu, Espanha.
    • 1868 - Muda-se para Barcelona, onde estuda na Escola Provincial de Arquitetura.
    • 1878 - Conhece Eusebi Güell, com quem trabalharia a maior parte de sua vida.
    • 1878 - Apresenta seu projeto de casas para operários da Cooperativa Matarorense na Exposição Internacional de Paris, ganhando muita projeção.
    • 1883 - Passa a integrar a equipe daquele que será seu mais importante projeto, iniciado por seu professor Francisco de Paula del Villar: a Sagrada Família.
    • 1888 - Participa da Exposição Universal de Barcelona.
    • 1900 - Recebe o prêmio de Prédio do Ano pela Casa Calvet, um de seus projetos menos extravagantes.
    • 1900 - Começa a construção do Parque Güell.
    • 1904 - Inicia o trabalho de reforma da Casa Batlló.
    • 1910 - Termina a construção da Casa Millà.
    • 1910 - Com a perda de familiares e amigos, dedica-se completamente à construção da Sagrada Família.
    • 1926 - Morre atropelado por um bonde, em Barcelona, aos 73 anos.

    OBRAS

    Parc Güell.

    Sagrada Família.

    Cadeira Calvet.

    Casa Milà, Barcelona.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    SCHMIDT, Joost

    NOVEMBRE, Fabio

    FRANKL, Paul

    Estilo Internacional

  • HANKAR, Paul

  • HANKAR, Paul

    Paul Hankar

    Paul Hankar (1859 - 1901).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Frameries, na Bélgica.
    • 1879 - Após concluir seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Bruxelas, onde conhece o colega e futuro arquiteto Victor Horta, Hankar começa a trabalhar no escritório do arquiteto Hendrik Beyaert, onde recebe treinamento na área da Arquitetura.
    • 1889 - Sob a supervisão de Beyaert, atua como designer chefe para o Palacio de Chávarri em Bilbao, na Espanha.
    • 1891 - Torna-se professor de engenharia na Escola de Artes Aplicadas de Schaerbeek, posição que ocupa por seis anos.
    • 1893 - Abre seu próprio escritório em Bruxelas, e começa a construção de sua própria casa, o Maison Hankar. Esta casa e a de Victor Horta, construídas na mesma época, são consideradas as duas primeiras casas construídas no estilo Art Nouveau.
    • 1894 - Trabalha durante dois anos como editor da revista L’Emulation, uma publicação que promovia o estilo do Art Nouveau.
    • 1896 - Apresenta um projeto para uma “Cidade dos Artistas” para a cidade litorânea de Westende. Apesar de nunca realizado, o projeto serve futuramente como inspiração para a Colônia de Artistas em Darmstadt, na Alemanha.
    • 1897 - Inicia o projeto e construção do Hôtel Ciamberlani, em Bruxelas, um de seus notáveis projetos. Dá uma palestra sobre a “Nova Bruxelas”, uma visão própria sobre o desenvolvimento urbano da cidade. No mesmo ano, participa da Exposição Colonial em Tervuren, na Bélgica.
    • 1899 - Projeta um banco de pedra monumental para ser exibido na Exposição Universal em Paris no ano seguinte. O Rei Leopoldo II da Bélgica compra o banco e doa a obra para um parque em Ostend.
    • 1901 - Morre aos 41 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Sgrafitto na fachada do Hotel Ciamberlani, Bruxelas, 1897.

    Fachada do Maison Hankar, Bruxelas, 1893.

    Vitrine e entrada Chemiserie Niguet, Bruxelas, 1896.

    Projeto para o monumento 'Jan van Beers', Antwerp, 1891.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • LIBERTY, Arthur

  • LIBERTY, Arthur

    Arthur Lasenby Liberty

    Arthur Lasenby Liberty (1843 - 1917)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Empresária(o)

    O empresário que comercializou com maior sucesso os novos estilos derivados dos Movimentos [Estético e de Artes e Ofícios] foi Arthur Lasenby Liberty. (...) Em sua primeira loja, aberta em 1875, Liberty especializou-se na importação de bens da Ásia. Entre esses bens constavam seda da Índia, tapetes asiáticos e porcelana azul e branca do Japão (tão popular entre artistas como Whistler, Wilde e outros afins ao Movimento Estético). Mas Liberty logo trocou as importações por sua própria manufatura produzindo linhas de roupas, mobiliário e outros itens decorativos para o lar. (...)
    O empreendimento de Liberty ocupou um grande número de designers, tanto entre os que trabalhavam para seus fornecedores - como o Silver Studio -, quanto aqueles diretamente empregados por ele. Sabemos muito menos desses últimos porque Liberty não revelava seus nomes ao público. Mas entre as figuras mais conhecidas que projetaram itens para a Liberty & Co. podemos citar M.H. Baillie Scott, Walter Crane, Christopher Dresser, E.W. Godwin e C.F.A. Voysey”.

    MARGOLIN, Victor. [2015]
    World History of Design. Vol. I
    London, Bloomsbury, pp. 344-345.

    CRONOLOGIA

    • 1873 - Nasce no dia 13 de agosto de 1843, em Chesham, Buckingamshire, Inglaterra, filho de Rebecca e Arthur Liberty; este último, vendedor e fabricante de tecidos.
    • 1859 - Ao egressar da University School, de Nottingham, começa a trabalhar no armarinho de um tio. No mesmo ano, muda-se para Londres onde é contratado como gerente auxiliar na seção oriental da ; um empório comercial de vestimentas (xales e mantos) na Regent’s Street.
    • 1865 - Casa-se com Martha Cottam, de quem se divorciaria em 1869 sob alegação de adultério.
    • 1874 - Ocupa a posição de gerente da até 1874, liderando a seção mais lucrativa da firma e entrando em contato com diversos artistas como Edward Burne-Jones, Dante Gabriel Rossetti, James Abbott Whistler e William Morris.
    • 1875 - Casa-se com Ema Louise Blackmore e abre seu próprio negócio – a East India House
    • 1884 - Com um talento especial para a aquisição e disposição de seus bens, o negócio expande-se, transformando-se na loja de departamentos Liberty.
    • 1888 - Viaja, com sua esposa, para o Japão para estudar produtos e processos de manufatura locais.
    • 1889 - Nomeado Juiz de Paz no Condado de Buckinghamshire, posto que ocupa concomitantemente com a nomeação de Deputy Lieutenant; cargo honorário onde representa o monarca em situações cerimoniais.
    • 1890 - A Liberty torna-se uma Public Limited Liability Company (PLC); com isso, habilita-se a vender ações ao público.
    • 1913 - Agraciado com o título de Cavaleiro do Império Britânico em reconhecimento a seus serviços em nome das artes.
    • 1914 - Aposenta-se, dono de uma pequena fortuna, e retira-se para sua residência – a Lee Manor, em Buckinghamshire.
    • 1917 - Morre no dia 11 de maio, em sua residência. Não deixa filhos. Seu negócio é continuado por um sobrinho.

    OBRAS

    Liberty & Co. - Regents Street, Londres.

    Cartaz da Liberty & Co.: Jóias da Linha Cymric

    Cartaz Liberty & Co.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    BRANDT, Marianne

    YAMAMOTO, Kansuke

  • HOOD, Raymond

  • HOOD, Raymond

    Raymond Mathewson Hood

    Raymond Hood (1881 - 1934)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    LEITURA RECOMENDADA

      OBRAS

      American Radiator Building, 1924

      30 Rockefeller (lobby)
      © Foto por Robert Lightbody, 2015

      Rockefeller Center, 1939

      Tribune Tower, 1925
      © Foto por Mariano Mantel, 2016

      A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      Desconstrutivismo

      MICHELAZZI, Giovanni

    • OLBRICH, Joseph Maria

    • OLBRICH, Joseph Maria

      Josef Maria Olbrich

      Josef Olbrich em frente a sua casa em Darmstadt, 1901

      ATUAÇÕES

      • Arquiteta(o)

      O colega de [Josef Maria] Olbrich, Josef Hoffmann, comentou que "Olbrich, uma verdadeira fonte de ideias e talvez de um romantismo demasiado, era um trabalhador colossal e criador incansável. Ele era obcecado pela música de [Richard] Wagner e teria adorado construir Valhalla. Era maravilhoso fantasiar com ele. Nenhuma tarefa era grande demais e não havia nada que ele não tentasse, ao menos na forma de um rascunho."

      KURDIOVSKY, Richard. [2005]
      In.: BRANDSTÄTTER, Christian (Ed). Vienna 1900: Art, Life and Culture.
      Nova York, The Vendome Press. p. 272.

      CRONOLOGIA

      • 1867 - Nasce no dia 22 de Dezembro em Troppau (Opava), então parte do império Austro-Húngaro e hoje território da República Tcheca. Frequenta uma escola local mas parte sem ter completado sua graduação.
      • 1882 - Matricula-se no departamento de construção civil da Staatsgewerbeschule (Escola Técnica Estatal) de Viena.
      • 1886 - Retorna a Troppau, onde trabalha para a firma de August Bartel.
      • 1890 - De volta a Viena, torna-se aluno da escola especial de arquitetura da Academia de Belas Artes, onde lecionava Carl von Hasenauer.
      • 1893 - Trabalha por alguns meses para o arquiteto vienense Otto Wagner, que assumira a cátedra de von Hasenauer.
      • 1894 - Vence o Prix de Roma, que custeia sua viagem de estudos à Itália. A viagem, entretanto, é logo interrompida: Wagner propõe a Olbrich que assuma como projetista chefe no planejamento e design da Stadtbahn (ferrovia) de Viena. Tendo aceitado a oferta de trabalho, retorna a Viena. Considera-se que várias das estações projetadas por Wagner podem ser coatribuídas a Olbrich, como o Hofpavillon em Schönbrunn e a estação Karlsplatz.
      • 1897 - Em parceria com um grupo de pintores, escultores e arquitetos, funda, no mês da Abril, a Secessão Vienense. A Secessão opunha-se à conservadora Künstlerhaus, associação artística oficial. Josef Olbrich viria a ser membro fundador também da Bund Deutscher Architekten [Associação de Arquitetos Alemães] (1903) e da Deutscher Werkbund (1907).
      • 1898 - Inauguração da sede da Secessão, projetada por Olbrich.
      • 1899 - Ernst Ludwig, grão-duque de Hessen, convida Josef Olbrich, Peter Behrens e outros artistas para formar uma colônia artística, assentada na colina de Mathildenhöhe, em Darmstadt. Olbrich desenvolve todos os edifícios da colônia, bem como o plano geral, o mobiliário, os jardins e a infraestrutura para as exibições. O foco arquitetônico ficaria por conta da casa de Ernst Ludwig, concluída no ano subsequente.
      • 1901 - Tem lugar na colônia a exibição Ein Dokument deutscher Kunst [Um documento da arte germânica], para a qual o arquiteto desenvolve uma série de estruturas temporárias. A mais interessante seria a galeria de pintura e escultura, cujo traçado dinâmico Olbrich revisitaria em sua entrada — vencedora do primeiro prêmio — para a competição pelo design da estação ferroviária de Basel, Suíça.
      • 1904 - Exibe seu trabalho na Louisiana Purchase Exposition, em St. Louis. Sua participação é um sucesso e atrai a atenção de vários arquitetos americanos, dentre os quais Frank Lloyd Wright.
      • 1906 - Período de apogeu do trabalho de Olbrich em Mathildenhöhe, com o design da Galeria de Exibições — blocada e formal, com tons classicistas — e da Torre Matrimonial, presente de casamento da cidade de Darmstadt para o grão-duque.
      • 1908 - Morre de leucemia no dia 8 de Agosto. Ele estivera trabalhando em duas importantes encomendas: a Casa Feinhals, em Cologne-Marienburg, e a loja de departamentos Tietz, em Düsseldorf, concluídas postumamente.

      OBRAS

      Estação Karlsplatz, 1898
      © Foto de Paul Barker Hemings, 2014

      Wiener Secessionsgebäude (Sede da Secessão Vienense), 1898

      Casa de Ernst Ludwig, 1901

      Torre Matrimonial, 1907

      A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      URQUIOLA, Patricia

      FRONZONI, AG

    • UPJOHN, Richard

    • UPJOHN, Richard

      Richard Upjohn

      Richard Upjohn (1802 - 1878).

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteta(o)
      • Carpinteira(o)
      • Marceneira(o)

      Uma vez enraizada nos Estados Unidos, a [Sociedade] Camdeniana fez o possível para garantir que a eclesiologia Americana nascente crescesse corretamente. (...) Embora os norte-americanos tivessem logo se cansado de serem tutelados pelos ingleses, os progressos da eclesiologia foram consideráveis. (...) O trabalho de Richard Upjohn revela outro aspecto do impacto da eclesiologia: sua capacidade de gerar aquilo que, com efeito, se tornará um novo gótico. Nas igrejas de Burlington (1846-8) e Elizabeth (1854), ambas em New Jersey, Upjohn começou a reduzir o gótico à sua geometria básica e às formas e estruturas subjacentes. Essa simplificação permitiu ao gótico construções mais baratas e com meios mais simples, conseguindo, assim, adequar-se às necessidades dos pequenos (e frequentemente remotos) aglomerados urbanos decorrentes da expansão para o Oeste. Somadas à intuição de Upjohn no uso de materiais, essas práticas produziram (...) igrejas de madeira com personalidades verdadeiramente características (...) [tal como seu melhor trabalho, a] Igreja de St. John Chrysostom (1851-3), em Delafield, Wisconsin: sua economia radical e a elegância de seus planos e linhas chegando perto da abstração. As igrejas de Upjohn vão além da eclesiologia. Elas ilustram os Princípios Verdadeiros do Gótico valorizados pela arquitetura americana: a explicitação, a utilidade, a verdade dos materiais, e um sentido de harmonia com a paisagem. Esses temas se mostrariam recorrentes.

      BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
      London, Phaidon.

      CRONOLOGIA

      • 1802 - Nasce em Shaftesbury, Inglaterra, filho de uma família de classe média baixa. Seu pai era agrimensor e corretor de imóveis
      • 1815 - Por volta desta data, inicia seu aprendizado em marcenaria. Será aprendiz por cinco anos.
      • 1828 - Nasce seu filho Richard Michel Upjohn – também destinado a ser um arquiteto importante.
      • 1829 - Endividado e com o insucesso de seu negócio, muda-se com a família para os Estados Unidos, estabelecendo-se, inicialmente, em New Bedford, Massachusetts. Estabelece-se como carpinteiro.
      • 1836 - Obtém a nacionalidade norte-americana. Trabalha em diversos projetos de igrejas.
      • 1839 - Inicia o projeto da Trinity Church, em Nova Iorque, cujo término se dará em 1846. Com o êxito desta obra, projeta-se como arquiteto.
      • 1840 - Construção da Church of the Ascension, em Manhattan, Nova Iorque.
      • 1845 - Começa a construção da Grace Church em Providence, Rhode Island.
      • 1852 - Publica o Upjohn's rural architecture: Designs, working drawings and specifications for a wooden church, and other rural structures”; livro que exercerá um profundo impacto na arquitetura eclesiástica Americana.
      • 1853 - Projeto e construção — executados por pai e filho —, da Igreja de São João Crisóstomo em Delafiel, Wisconsin. A igreja é considerada uma obra prima de um estilo às vezes chamado de Carpenter Gothic; ou seja, “Gótico Carpinteiro”, que veio a se tornar bastante popular nos Estados Unidos.
      • 1857 - Funda, junto a treze outros arquitetos, o American Institute of Architects, assumindo a presidência (que mantém por quase vinte anos).
      • 1878 - Morre em Nova Iorque, deixando como legado, entre outras obras, diversas igrejas construídas nos estilo Neogótico e Italiano.

      OBRAS

      Grace Church, Rhode Island.

      St. John Chrysostom Church, Wisconsin.

      Trinity Church, NY.

      Church of the Ascension, Manhattan.

      A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    • MAJORELLE, Louis

    • MAJORELLE, Louis

      Louis Majorelle

      Louis Majorelle (1859 - 1926)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Decorador(a)
      • Designer de Móveis

      CRONOLOGIA

      • 1859 - Nasce em Toul, na França.
      • 1877 - Ingressa na École des Beaux-Arts de Paris, onde estuda Pintura sob a orientação de Jean-François Millet.
      • 1879 - Após a morte de seu pai, Auguste Majorelle, Louis abandona os estudos e retorna à Nancy para assumir os négocios da família ao lado de seu irmão, Jules.
      • 1894 - Começa a desenvolver um estilo Art Nouveau, sob influência de Émile Gallé.
      • 1898 - Contrata Henri Sauvage, jovem arquiteto parisiense, para colaborar com Lucien Weissenburger na construção de sua casa em Nancy, a Villa Majorelle (também conhecida como Villa Jika).
      • 1900 - Expõe suas peças de decoração na Exposition Universelle de Paris, o que implusiona o reconhecimento de seu trabalho internacionalmente.
      • 1901 - É co-fundador da École de Nancy, da qual se torna vice-presidente.
      • 1904 - Ganha o Grand Prize na St. Louis World's Fair.
      • 1910 - Abre lojas nas cidades de Nancy, Paris, Lyon e Lille.
      • 1916 - Incêndio destrói suas fábricas na Rue de Vieil-Aître, em Nancy.
      • 1917 - Um bombardeio alemão destrói sua loja na Rue Saint-Georges, em Nancy. Ele se muda então para Paris, e só volta para Nancy e reconstrói seus estabelecimentos após o fim da Primeira Guerra Mundial.
      • 1925 - Participa da Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes em Paris, inclusive como membro do júri.
      • 1926 - Morre em Nancy, na França.

      OBRAS

      Cadeira.

      Villa Majorelle, 1902
      © Fotografia por Patrice Saucourt / L'Est Républicain

      Escada 'Monnaie-du-pape', Nancy, 1904.

      Meuble à musique, 1898
      © Musée de l'École de Nancy

      A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      NOVOTNÝ, Otakar

    • WAGNER, Otto

    • WAGNER, Otto

      Otto Wagner (1841-1918)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteto
      • Designer de Móveis

      CRONOLOGIA

      • 1841 - Nasce em Penzing.
      • 1857 - Começa os estudos de Arquitetura aos 16 anos, no Instituto Politécnico de Viena.
      • 1860 - Ao terminar os estudos em Viena, vai a Berlim para estudar na Academia Real de Arquitetura, a Bauakademie. Lá ele é orientado por Carl Ferdinand Busse, um classicista, e retorna no ano seguinte para estudar na Academia de Belas Artes de Viena, tornando-se logo após um dos arquitetos da firma de Ludwig von Föster. Assim, descrevia seu estilo como "um tipo de Renascença livre".
      • 1868 - Seu projeto para a Sinagoga Ortodoxa na Rumbach Street, em Budapeste, é selecionado em uma competição.
      • 1874 - Começa a construir muitos edifícios em Viena.
      • 1880 - Passa também a, além de construir, financiar seus projetos. Dois anos depois, por exemplo, projeta um prédio luxuoso em Viena- próximo ao parlamento- unindo beleza e função dentro dele.
      • 1886 - Constroi a primeira Villa Wagner, projeto de uma casa de campo que fez para si, contendo detalhes inspirados no neoclássico inspirados por Palladio
      • 1894 - É nomeado como o conselheiro artístico do sistema do novo sistema de transporte de Viena, Stadtbahn, projetando pontes, viadutos e estações. Por causa da demanda, contrata mais setenta artistas e designers para ajudarem nos projetos, incluindo Joseph Maria Olbrich e Josef Hoffmann.
      • 1897 - Se associa à Secessão Vienense.
      • 1899 - Termina de construir seu projeto da estação Karlsplatz.
      • 1905 - Deixa a Secessão, publica novas edições do seu livro Modern Architecture e de mais três volumes: Sketches, Projects, Constructions.
      • 1910 - Torna-se Vice-Reitor da Academia de Belas Artes de Viena.
      • 1912 - Propõe a construção de um Museu Municipal em Viena para homenagear Franz-Joseph, imperador da Áustria. Entretanto, seu projeto foi interrompido por causa da 1ª Guerra Mundial, em 1914.
      • 1916 - Após vender sua primeira casa de campo em 1911, acaba vendendo a segunda, que havia sido construída em 1912 para sua esposa.
      • 1918 - Morre em Viena.

      LEITURA RECOMENDADA

        OBRAS

        Vila Wagner I, 1886.

        Austrian Postal Savings Bank, 1912.

        Wagner Armchair, 1899.

        Interior e altar da Igreja de São Leopoldo, 1907.

        A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      • Beaux-Arts

      • Beaux-Arts

        Jean Auguste Dominique Ingres
        L'Apothéose d'Homère, 1827

        ATUAÇÕES

        • França

        [O Beaux-Arts foi] uma prática artística estabelecida em 1648 com a fundação da Académie royale de peinture et de sculpture e à qual se deu continuidade com a École des beaux-arts. Foi levada a cabo por jovens artistas em início de carreira e por outros, já reconhecidos entre seus pares. Tinha como pilares a busca pelo Humanismo e pela Verdade na Arte e desenrolou-se tendo como patrono um dos mais refinados e celebrados poetas de todos os tempos — Homero. Apesar de muitas hesitações e dúvidas, as obras que [essa tradição] produziu explicitam a recorrência de temas, hábitos e ideais ao longo de muitas gerações. Um estudante que tivesse frequentado a École des beaux arts no século XIX, ou mesmo no século XX, estaria justificado ao afirmar, no que diz respeito à leitura de Homero, ser descendente direto de Charles Le Brun (1619-1690; figura chave na fundação da Académie Royale e entusiasta do classicismo num momento em que o barroco predominava na Europa). Não obstante as revoluções e golpes de estado, a aquisição de um novo nome, novas instalações e os auspícios de diferentes administradores, até 1968 a École manteve-se fiel à forma como se praticava arte no século XVII. (...)

        SCHWARTZ, Emmanuel. [2005]
        The Legacy of Homer.
        Yale University Press, 2005. p. 59.

        OBRAS

        Charles Follen McKim
        Pennsylvania Station, 1910

        John Russell Pope
        Thomas Jefferson Memorial Museum (interior), 1943
        © Fotografia de Jason Hussong, 2013

        Louis Henry Sullivan
        Auditorium Building (teatro), 1889
        © Fotografia de Petr Kratochvíl, 2011

        Henri Labrouste
        Biblioteca Sainte-Geneviève (vestíbulo), 1851

        A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      • DUC, Joseph-Louis

      • DUC, Joseph-Louis

        Joseph-Louis Duc

        Joseph-Louis Duc (1802 - 1879)

        ATUAÇÕES

        ATUAÇÕES

        • Arquiteta(o)

        A verdade é que esse grande mestre que acabamos de perder tinha um apreço e respeito profundos pela ordem. Para ele, a palavra “ordem” resumia todos os termos desta linguagem admirável da forma que é a arquitetura.
        “O que seria de nossos monumentos sem a ordem?” — dizia — “E não é dessa ordem — cujas proporções são estabelecidas pela medida do homem —, que herdamos a unidade e a escala dos edifícios?” “Suprimida a ordem, é imediato o estabelecimento de uma confusão. As proporções mais estranhas — às vezes encurtadas, às vezes esmagadas, às vezes com uma altura sem limites —, acabariam por formar um conjunto incoerente que poderia, até mesmo por um instante, ofuscar ou assombrar os olhos; mas jamais encantá-los”.

        Assim pensava o senhor Duc: sem a imposição de uma ordem não se poderia fazer mais do que construções. Nunca se chegaria à arquitetura. (...) O senhor Duc acrescentava que “A ficção deveria ser o elemento mais importante da arquitetura. É ela que traduz a sua essência. O templo grego não era uma lenda de pedra? Todas as partes que o compunham eram, de fato, objetos naturais metamorfoseados (não imitados) em pedra. Ao serem traduzidos (mais que imitados) poderiam se transformar ou em ficções ou em embustes. E desta operação misteriosa de criação, que se constrói entre a natureza e o coração do homem, que a arte nasceu. É deste amálgama da natureza com a matéria, obra quase divina, que se apoiam todos os dogmas da arquitetura. O resto não é mais do que terra; o resto, não passa de construções".

        SÉDILLE, Paul. [1879]
        Joseph-Louis Duc, architecte (1802-1879) : notice lue dans la séance d'ouverture du Congrès des architectes à l'Ecole des Beaux-Arts.
        16 de Junho de 1879.

        CRONOLOGIA

        • 1802 - Nasce dia 15 de Outubro em Paris, na França. Seu pai vinha de uma tradição renascentista de artesãos de épôes (espadas) e desde cedo estimularia o filho a copiar ou imitar modelos selecionados, como incentivo à formação artística do jovem Joseph-Louis Duc.
        • 1825 - Após ter estudado na Ecole des Beaux-Arts sob a tutela de Charles Percier, vence o grand Prix de Rome com seu projeto para a Prefeitura de Paris. Usa a bolsa de estudos do prix para estudar principalmente as obras romanas, como o Teatro Marcellus, em Roma, o de Taormina, na Sicília, e o Coliseu.
        • 1830 - Fim de sua estadia na Villa Médici, onde fizera amizade com Henri Labrouste, Léon Vaudoyer e Félix Duban. De volta à França, apresenta em 26 desenhos o projeto de restauração do Coliseu. Exibidos na Exposição Universal de Paris de 1855, rendem-lhe a admiração da nova geração de arquitetos.
        • 1834 - É escolhido para ocupar o cargo de inspetor nos trabalhos da Colonne de Juillet [Coluna de Julho], monumento em memória da revolução de julho de 1830. Jean-Antoine Alavoine é nomeado arquiteto responsável.
        • 1840 - No dia 28 de Julho inaugura-se a Colonne de Juillet, tendo Duc assumido o projeto após a morte de Alavoine. É recompensado, durante a cerimônia de inauguração, com a cruz de chevalier de la Légion d'Honneur. No mesmo ano, recebe a nomeação, junto com Etienne-Théodore Dommey, de arquiteto do Palais de Justice.
        • 1847 - Desenvolve o projeto para reconstrução do Palais de Justice, primeiro trabalho que lhe permite uma maior liberdade criativa.
        • 1862 - É nomeado officier de la Légion d'Honneur e substitui Louis Lenormand como arquiteto da Cour de Cassation (Tribunal de Cassação). No mesmo ano, constrói a capela principal da faculdade Louis-le-Grand, atual escola Michelet, em Vanves. Quatro anos mais tarde, em 1866, é eleito para a Académie des Beaux-Arts.
        • 1871 - Um grande incêndio atinge o Palácio de Justiça e o Tribunal de Cassação, destruindo parte do trabalho de Duc. O arquiteto dedica-se a reparar os danos, restaurando e aperfeiçoando as estruturas danificadas. No ano seguinte, é nomeado comandante da Légion d'Honneur.
        • 1875 - O conselho do Instituto Real de Arquitetos Britânicos condecora Louis-Joseph Duc com "[uma medalha de] distinção que a Rainha concede anualmente àquele que mais contribuiu, por meio das artes ou da literatura, para o avanço geral da arquitetura". Lord Bacon desmancha-se em elogios à obra do arquiteto.
        • 1877 - Começa a construir o castelo Boulard, em estilo neo-renascentista, em Biarritz.
        • 1879 - Morre no dia 22 de Janeiro, aos 76 anos, em Paris. Embora não tivesse tocado um ateliê ou tido alunos diretos, deixa uma série de discípulos e admiradores de seu trabalho.

        OBRAS

        Desenho do Palais de Justice, Paris.

        Capela do Lycée Michelet, Vanves.

        Coluna de Julho, Paris.
        © Foto por Jean-Louis Zimmermann, 2010

        Palais de Justice, Paris.

        A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

        KLEE, Paul

        PICABIA, Francis

      • MAYBECK, Bernard Ralph

      • ST GEORGE, Paul

      • Memphis

      • Memphis

        MARISCAL, Javier

        Minimalismo

      • CASSATT, Mary

      • CASSATT, Mary

        Mary Cassatt

        Mary Cassatt (1844 - 1926)

        ATUAÇÕES

        ATUAÇÕES

        • Pintor(a)

        CRONOLOGIA

        • 1844 - Nasce em Pensilvânia, Estados Unidos.
        • 1855 - Tem seu primeiro contato com a arte de renomados pintores franceses como Ingres, Delacroix, Corot e Courbet na Exposição Universal de Paris.
        • 1859 - Apesar dos protestos de sua família, começa a estudar pintura na Academia de Belas Artes da Pensilvânia.
        • 1865 - Cansada da atitude paternalista de seus colegas e professores, e impaciente com o progresso lento de seus estudos, decide deixar a escola e estudar os antigos mestres por si só.
        • 1866 - Muda-se para Paris com sua mãe, mas como mulheres são proibidas de estudar na Escola de Belas Artes de Paris, Cassatt procura por aulas particulares com os mestres da academia. É aceita por Jean-Leon Gérome, um renomado artista hiperrealista e conhecido por sua pintura de temas exóticos.
        • 1868 - Tem sua primeira pintura, The Mandolin Player aceita no Salão de Paris. Cassatt é uma das duas únicas mulheres americanas aceitas na exposição aquele ano.
        • 1870 - Retorna aos Estados Unidos para viver com sua família, mas continua sem receber incentivo. Desiludida com a falta de interesse do público em adquirir sua arte, Cassatt chega perto de desistir de sua carreira artística.
        • 1872 - Tendo retornado para a Europa no final do ano anterior, tem mais um quadro aceito e vendido no Salão de Paris, chamando a atenção da comunidade artística de Parma, que a incentiva e encoraja a continuar.
        • 1877 - Tem, pela primeira vez em sete anos, todas as suas pinturas rejeitadas pelo Salão de Paris. É então convidada por Degas a mostrar seu trabalho junto dos Impressionistas em suas exposições indepentes. Mary aceita com entusiasmo.
        • 1891 - Atraída pela simplicidade e uso de blocos de cor da ilustração japonesa, exibe uma série de gravuras coloridas em água-tinta, dentre elas The Coiffure e The Bath, inspiradas nas obras de mestres Japoneses exibidas em Paris. Suas obras são consideradas sua contribuição mais original à história da arte.
        • 1893 - Pinta o mural Mulher Moderna, dividido em três partes, para a ala das mulheres na Feira Universal de Chicago. Bertha Palmer, mulher de negócios americana responsável pela encomenda, considerava Cassatt como a única capaz de realizar tal obra tão importante sobre o status das mulheres na era atual.
        • 1904 - Recebe a Legião de Honra da França por sua contribuição nas artes. Seu sucesso é reconhecido na Europa, porém em sua terra natal e entre sua família Cassatt não recebe o devido mérito.
        • 1914 - É forçada a parar de pintar devido ao estado avançado de sua catarata.
        • 1915 - Exibe dezoito de suas obras em apoio ao movimento Sufragista. Seu apoio ao movimento feminista causa conflitos entre Cassatt e sua família, o que a faz vender suas obras antes destinadas a seus herdeiros.
        • 1926 - Morre aos 82 anos próxima a Paris, França.

        OBRAS

        Under the Horse Chestnut Tree, 1897

        The Bath, 1891

        The Coiffure, 1891

        The Mandolin Player, 1872

        A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      • HERTER, (irmãos)

      • HERTER, (irmãos)

        Christian e Gustave Herter

        Christian Herter (1839 - 1883).

        ATUAÇÕES

        ATUAÇÕES

        • Decorador(a)
        • Designer

        CRONOLOGIA

        • 1830 - Nasce Gustave, em Stuttgart, Alemanha.
        • 1839 - Nasce Christian, em Stuttgart, Alemanha.
        • 1848 - Gustave se muda para Nova York e começa a trabalhar por conta própria, seguindo os passos de seu pai, um habilidoso marceneiro.
        • 1853 - Gustave ganha notoriedade ao expor um belíssimo aparador entalhado em madeira no Palácio de Cristal.
        • 1859 - Christian, também tendo estudado a arte do pai, se muda para Nova York onde começa a trabalhar com seu irmão.
        • 1864 - Mudam o nome de sua empresa para "Irmãos Herter". A mesma se torna lider no mercado de decoração de interiores e mobiliário, atendendo aos novos gostos de ricos americanos.
        • 1868 - Decoram o interior de várias salas e galerias do Museu Mansão Lockwood-Mathews em Connecticut.
        • 1869 - Decoram o Salão Vermelho da Casa Branca durante o mandato do presidente americano Ulysses S. Grant.
        • 1870 - Gustave deixa a empresa e volta para a Alemanha, passando a administração da Irmãos Herter para as mãos de Christian.
        • 1879 - Christian decora o interior da mansão do executivo William Vanderbilt na Quinta Avenida.
        • 1881 - Christian se aposenta e se muda para Paris, onde passa a se dedicar a pintura. Pouco tempo depois, retorna a Nova York.
        • 1883 - Christian morre aos 44 anos em Nova York, Estados Unidos.
        • 1892 - Gustave volta para Nova York.
        • 1898 - Gustave morre aos 68 anos em Nova York, Estados Unidos.

        OBRAS

        Armário de bordo esculpido, c. 1872.

        Armário de ébano com detalhes em marfim, 1870.

        Cadeiras em madeira e estofado.

        Cama com dorsel.

        A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      • WORTH, Charles

      • WORTH, Charles

        Charles Frederick Worth

        Charles Frederick Worth (1825 - 1895).

        ATUAÇÕES

        • Designer de Roupas

        CRONOLOGIA

        • 1825 - Nasce em Bourne, Lincolnshire, na Inglaterra.
        • 1836 - Aos 11 anos -em virtude de seu pai ter abandonado o lar deixando a família sem recursos -, Worth começa a trabalhar em uma gráfica.
        • 1837 - Muda-se para Londres, onde começa a trabalhar como aprendiz na loja de departamentos Swan & Edgar, onde permaneceu por 7 anos.
        • 1844 - Worth é contratado pela Lewis & Allenby; importante loja de têxteis britânica.
        • 1845 - Muda-se para Paris, onde se torna assistente de venda da Gagelin-Opigez & Cie; prestigiada empresa que vendia tecidos de seda, xales de caxemira e mantos prontos para os costureiros da corte.
        • 1851 - Exibe suas peças premiadas na Great Exhibition, em Londres.
        • 1855 - Seu trabalho é exibido na Exposition Universelle, em Paris.
        • 1858 - Abre sua própria empresa com o sócio Otto Bobergh, a Worth & Bobergh, onde Worth projeta, costura e vende vestidos.
        • 1870 - Fecha a Worth & Bobergh, para reabri-la no ano seguinte com o nome The House of Worth.
        • 1895 - Morre, aos 69 anos, em Paris, na França.

        OBRAS

        Vestido para a corte Imperial Russa, c. 1888.

        Figurino de Electric Light, 1883.

        Retrato da Imperatriz Eugénie (com vestido de C. F. Worth), por Franz Xaver Winterhalter, 1853.

        Figurino de Cleópatra, 1894.

        A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.