
BIGOT, Georges Ferdinand
- 1860 - Nasce em Paris, França.
- 1872 - Entra para a Escola de Belas Artes em Paris, aonde teve artistas como Jean-Léon Gérôme e Carolus-Duran como professores. Durante seu tempo na escola, Bigot conhece o Japonismo e se torna amigo de inúmeros colecionadores de arte japonesa.
- 1878 - Frequenta a Exposição Universal aonde se vê particularmente encantado com o pavilhão de arte japonesa, o que fomenta sua vontade de se mudar para o Japão.
- 1880 - Trabalha para os jornais La Vie Moderne e The World Parisien como ilustrador, para juntar o dinheiro da viagem.
- 1882 - Muda-se para Yokohana, no Japão, aonde prontamente inicia seu aprendizado da lingua e pintura tradicional locais, enquanto ensina aquarela na Academia Imperial do Exército Japonês.
- 1887 - Publica um jornal satírico, chamado Tôbaé, aonde ilustra cenas do cotidiano japonês, ridiculariza políticos e critica o que chama de ‘excessos da “ocidentalização do Japão”’. Por medo da censura, publica somente em Yokohana. Torna-se o pioneiro dos cartuns de cunho político e social no Japão.
- 1891 - Lança o livro ilustrado O Diário de Uma Gueixa em Tóquio.
- 1894 - É enviado para a Coréia durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa em um trabalho especial para a revista inglesa London Graphic.
- 1897 - Lança o livro ilustrado As Aventuras do Capitão Goudzougoudzou.
- 1899 - Com a revisão dos Tratados Desiguais entre a China e o Japão e o fim da extraterritorialidade, decide voltar para a França, divorciando-se de sua esposa e levando seu filho consigo. Ao retornar para a Europa, passa a trabalhar para várias revistas e jornais franceses.
- 1904 - Ilustrou a narrativa da guerra Russo-Japonesa para o jornal semanal L’Illustration.
- 1906 - Se muda para Bièvres, aonde começa a colaborar com a gráfica e editora Pellerin. Publica inúmeras histórias ilustradas sobre o folclore asiático.
- 911 - Publica o quadrinho “A Vida de um Jogador ou Os Apaches do Grande Mundo”.
- 1927 - Morre aos 67 anos em Bièvres, França.

LALIQUE, René
- Designer de Jóias
- Designer de Móveis
- Designer de Vidros
- Escultor(a)
- Pintor(a)
- 1860 - Nasce em Aÿ-en-Champagne, Marne, na França.
- 1872 - Ingressa na College Turgot e começa a estudar desenho com o professor Justin-Marie Lequin.
- 1876 - Começa a trabalhar como aprendiz do artesão e joalheiro Louis Aucoc.
- 1878 - Ingressa na Sydenham Art College, em Londres, onde estuda até 1880.
- 1882 - Começa a trabalhar como designer independente para grandes joalherias de Paris, como Jacta, Cartier e Boucheron.
- 1885 - Assume a direção da oficina do joalheiro Jules Destape, na Place Gaillon, Paris.
- 1890 - Já reconhecido como um dos designers de joias Art Nouveau mais importantes da França, é chamado para criar peças para La Maison de l'Art Nouveau, de Samuel Bing, em Paris.
- 1900 - Apresenta suas obras na Exposition Universelle de Paris, onde faz sucesso com suas joias.
- 1902 - Projeta figurino a ser usado pela atriz Sarah Bernhardt na peça Théodora. A atriz era uma de suas clientes mais famosas.
- 1905 - Abre uma loja na Place Vendôme, em Paris, onde exibe não só suas joias, mas também seus trabalhos em vidro.
- 1910 - Projeta o frasco para o perfume Ambre Antique de Fraçois Coty.
- 1920 - Depois de longos anos projetando peças no estilo Art Nouveau, Lalique começa a explorar mais o estilo Art Déco em seus trabalhos.
- 1929 - Lalique é chamado para fazer a decoração dos vagões do Côte d’Azur Pullman Express.
- 1935 - É chamado para colaborar no design de interior da grande sala de jantar da primeira classe do navio de luxo Normandie, projetando as colunas de iluminação e lustres para o ambiente. Nesse mesmo ano ele abre a loja Lalique, na Rue Royale, em Paris.
- 1945 - Morre, aos 85 anos, em Paris, na França.

JUJOL, Josep Maria
- 1879 - Nasce em Tarragona, Espanha.
- 1888 - Muda-se com a família para Gracia, perto de Barcelona.
- 1896 - Começa os estudos na Escola de Arquitetura de Barcelona.
- 1903 - Trabalha junto com o arquiteto Josep Maria Font i Gumà, em Barcelona.
- 1906 - Forma-se na Escola de Arquitetura de Barcelona e começa a trabalhar para Gaudí na fachada da Casa Battló.
- 1907 - Trabalha na fachada da Casa Milà.
- 1913 - Constrói a Torre de la Creu, em Sant Joan Despí.
- 1924 - Torna-se professor da Escola de Traball de Barcelona.
- 1926 - Nomeado arquiteto da cidade de Sant Joan Despí.
- 1949 - Morre, aos 69 anos, em Barcelona.

BOCCIONI, Umberto

BRACQUEMOND, Félix
- 1833 - Nasce em Paris, França.
- 1848 - Começa seu aprendizado como litógrafo.
- 1853 - Começa a se interessar por gravação e pela técnica da água-forte.
- 1856 - Além de gravador projeta-se como pintor impressionista.
- 1867 - Atrai a atenção dos críticos pela decoração de um aparelho de porcelana projetado por Eugène Rousseau para ser apresentado na Exposição Universal de Paris.
- 1871 - Começa a trabalhar como diretor do ateliêr de Charles Haviland, em Auteuil, Paris, onde permanece até 1880.
- 1874 - Participa da primeira exposição de pintores impressionistas.
- 1875 - Produz o aparelho de jantar Service Parisien, para Charles Haviland.
- 1879 - Participa da segunda exposição de pintores impressionistas.
- 1880 - Participa da terceira exposição de pintores impressionistas.
- 1885 - Publica o livro Du dessin et de la couleur.
- 1890 - Ajuda a fundar a Société des Peintres-Graveurs Français.
- 1900 - Obtém o grande prêmio, na categoria Gravura, na Exposição Universal de Paris.

ECKMANN, Otto
- Designer Gráfico
- Pintor(a)
- Tipógrafa(o)
- 1865 - Nasce em Hamburgo, Alemanha.
- 1885 - Começa a estudar pintura na Akademie der Bildenden Künste München (Academia de Belas Artes de Munique), onde permanece até 1890.
- 1894 - Eckmann abandona a pintura pra se dedicar às artes aplicadas e artes gráficas.
- 1895 - Começa a trabalhar pra revista Pan, e no ano seguinte, pra revista Jugend.
- 1897 - Ensina pintura ornamental no Kunstgewerbemuseum (Museu de Artes Decorativas), em Berlim.
- 1899 - Projeta o logo da revista Die Woche.
- 1900 - Trabalha com projetos gráficos para Allgemeine Elektrizitätsgesellschaft (AEG), até 1902. Durante esse período, projeta as fontes Eckmann (1900) e Fette Eckmann (1902).
- 1902 - Morre aos 36 anos, vítima de tuberculose, em Badenweiler, Alemanha.

DASSON, Henry
- Ebanista
- Escultor(a)
- Marceneira(o)
- Mestre de Fundição (Bronze)
- 1825 - Nasce em Paris, filho de um sapateiro.
- 1840 - É matriculado na École Turgot, recém inaugurada em 1839. Lá, torna-se aluno do escultor Justin-Marie Lequien.
- 1854 - Casa-se com a colorista Pauline Dussob. Por volta dessa época, começa a exercer a relojoaria como ofício, sob a orientação do mestre relojoeiro mecânico Jean-François Arnoux.
- 1867 - Assume o negócio de Carl Drechsler — ebanista pouco conhecido, que por sua vez assumira o atelier do mestre de fundição Charles Crozatier —, e começa a ter sua reputação reconhecida. Durante um breve período associa-se a Émile Godeau, produzindo artefatos de bronze e relógios.
- 1871 - Adquire os negócios do mestre marceneiro Charles-Guillaume Winckelsen, depois de este ter falecido no ano anterior. Ao dar continuidade à tradição de Winckelsen, envolve-se na produção de mobiliário de alta qualidade. Em meio à crescente popularidade que os estilos historicistas haviam adquirido a partir da metade do século XIX, obtém grande sucesso com suas réplicas.
- 1878 - Participa, com criações nos estilos Louis XV e XVI, da Exposição Universal de Paris. Entre elas, estaria sua celebrada cópia do Bureau du Roi. No mesmo ano, em 24 de junho, o jornal La Liberté publica uma nota descrevendo seu atelier na rua Vieille-du-Temple, 106: "As oficinas estão no fundo do jardim o qual o sr. Dasson se diverte povoando com estátuas. [Lá] trabalham 60 artesãos e ainda uns 40 são indiretamente empregados. Não é preciso dizer que todos são artistas extremamente talentosos".
- 1883 - Participa da Exibição Internacional de Amsterdã. No mesmo ano, recebe a condecoração de cavaleiro da Légion d'Honneur, prêmio em reconhecimento pela qualidade de sua obra.
- 1889 - É laureado com o Grand Prix Artistique da Exposição Universal de Paris.
- 1894 - Encerra suas atividades e fecha a firma H. Dasson & Cie, realizando no local um grande leilão.
- 1896 - Morre em Paris, aos 71 anos de idade. É enterrado no cemitério Père Lachaise, sob um busto de bronze assinado J. Dallier.

GIMSON, Ernest
- 1864 - Nasce em Leicester, na Inglaterra.
- 1881 - Torna-se aprendiz do arquiteto Isaac Barradale de Leicester, e fica sob sua tutela em seu escritório durante quatro anos.
- 1883 - Assiste uma palestra sobre “Arte e Socialismo” ministrada pelo influente artista e designer do movimento Arts & Crafts, William Morris. Encantado e inspirado, Gimson chama Morris para conversar e acabam por tornar-se amigos.
- 1885 - Com experiência profissional na área de arquitetura e bons resultados na Escola de Arte de Leicester, se muda para Londres. Sem perder o contato com Morris, Gimson entra para o estúdio de arquitetura de J. D. Sedding, onde se apaixona pelo Arts & Crafts.
- 1889 - Entra para a Sociedade de Proteção a Construções Antigas de William Morris.
- 1890 - Funda, junto de Sidney Barnsley, William Lethaby e outros designers a companhia de mobílias Kenton & Co., seguindo os ensinamentos de Philip Webb sobre a criação de objetos.
- 1893 - Se muda para Gloucestershire com os irmãos Barnsley onde abrem uma oficina. Mais tarde, passam a contratar outros artesãos habilidosos para a firma, dentre eles, Peter van der Waals.
- 1900 - Abre uma pequena oficina de móveis em Cirencester, mais tarde se mudando para lojas maiores. Tem como objetivo incentivar a comunidade o do vilarejo para transformá-lo em uma vila de artesãos.
- 1908 - Cria uma competição em busca do melhor projeto para a construção da cidade de Camberra, capital da Austrália. Uma dupla de arquitetos americanos vence com a melhor planta.
- 1916 - Rejeita um convite para fazer parte da Associação de Design Industrial, por sua forte resistência ao trabalho com máquinas.
- 1918 - Realiza seu último grande projeto, a Biblioteca Memorial na Escola de Bedales, em Hampshire.
- 1919 - Morre aos 55 anos em Sapperton, na Inglaterra.

LOEWY, Raymond

BRAQUE, Georges

Escola de Nancy

SERRURIER-BOVY, Gustave
- 1858 - Nasce em Liège, Bélgica.
- 1874 - Ingressa na Academia de Belas Artes de Liège, onde entra em contato com Auguste Donnay, os irmãos Berchman e Armand Rassenfosse.
- 1882 - Trabalha com seu pai, Louis Serrurier, na construção de uma capela neogótica no Chateau de Chaityfintaine.
- 1884 - Viaja a Londres, onde é desperto seu interesse pelo movimento Arts & Crafts. Essa nova influência fica aparente em seus trabalhos posteriores.
- 1888 - Até então arquiteto em Liège, volta-se para o comércio e produção de móveis.
- 1894 - Co-funda o Salon de La Libre Estétique, em Bruxelas, e apresenta o Cabinet de Travail.
- 1895 - Organiza L’Oeuvre Artistique, em Liège, uma exposição internacional de artes aplicadas.
- 1897 - Participa da Exposição Internacional de Bruxelas, junto com Henry Van de Velde e Paul Hankar.
- 1899 - Em Paris, abre uma loja de varejo chamada L’Art dans L’Habitation.
- 1900 - Participa da Exposition Universelle de Paris, onde constrói, com seu parceiro R. Dulong, o restaurante de luxo Pavillon Bleu.
- 1901 - Visita a Colônia de Artistas de Darmstadt, o que o aproxima da Secessão Vienense.
- 1903 - Constrói Villa L’Aube, sua residência pessoal.
- 1905 - Participa da Exposition Universelle et Internationale de Liège, mostrando não só móveis luxuosos mas também peças originais, adequadas à vida de trabalhadores comuns.
- 1910 - Morre na Antuérpia, Bélgica.

PESCE, Gaetano
- 1939 - Nasce em La Spezia, Itália.
- 1959 - Inicia os estudos na Universidade de Veneza, onde se forma arquiteto depois de seis anos.

LUMIÈRE, (irmãos)
- 1862 - Nasce Auguste Marie Louis Nicolas Lumière, em Besançon, na França.
- 1864 - Nasce Louis Jean Lumière, em Besançon, na França.
- 1880 - Ingressam em La Martinière, uma das maiores escolas técnicas de Lyon. Nessa mesma época começam ambos a trabalhar na empresa do pai
- 1881 - Louis começa a experimentar com os equipamentos do processo fotográfico. Descobre, então, um novo processo de placa seca que ficou conhecido como Etiquette Bleue. Trata-se de um avanço para o desenvolvimento da fotografia e para o sucesso comercial da empresa da família.
- 1894 - Após entrarem em contato com o Cinetoscópio, de Thomas Edison, os Irmãos Lumière se empenham em aprimorar um aparelho que permitisse a projeção de imagens animadas para várias pessoas ao mesmo tempo. Constroem, assim, o Cinematógrafo, aparelho relativamente leve que podia funcionar como câmera ou projetor, acionado por uma manivela.
- 1895 - Realizam a primeira demonstração ao público, paga, de seu cinematógrafo, no Grand Café, em Paris. Na ocasião exibem cerca de 10 filmes realizados no mesmo ano, dentre eles: La sortie des usines Lumière, Arrivée du train en gare de La Ciotat e L’arroseur arrosé, considerado uma das primeiras ficções do cinema.
- 1896 - Abrem salas de projeção do Cinematógrafo em Londres, Bruxelas e Nova York.
- 1899 - Louis desenvolve o Photorama Lumière; um método de fotografia panorâmica, que permitia a reprodução completa do horizonte (360º) em uma única foto e, posteriormente, a projeção dessa foto numa tela em formato cilíndrico.
- 1900 - Participam da Exposition Universelle de Paris, onde projetam seus filmes numa tela gigante de aproximadamente 30 x 24 metros.
- 1903 - Os Irmãos Lumière começam a pesquisar e desenvolver um processo de fotografia em cores, que fica conhecido como Autochrome Lumière. Nessa época eles começam a se distanciar do negócio cinematográfico.
- 1907 - Começa a ser comercializado o autocromo, que se tornou o principal processo para a obtenção de fotografias coloridas durante o início do século XX até meados da década de 1930. Nessa mesma época, Auguste começa a se afastar dos negócios para se dedicar à pesquisa no ramo da medicina.
- 1920 - Após algum tempo dedicando-se ao estudo da imagem em 3D, Louis apresenta o seu photostéréosynthèse, um método estereoscópico de fotografia, na Académie des Sciences.
- 1935 - Louis supera uma de suas invenções fotográficas anteriores e, explorando a técnica dos anáglifos, desenvolve uma aplicação estereoscópica para a realização de filmes.
- 1948 - Morre Louis Lumière, aos 83 anos, em Bandol, na França.
- 1954 - Morre Auguste Lumière, aos 91 anos, em Lyon, na França.

GUIMARD, Hector
- 1867 - Nasce em Lyon, França.
- 1882 - Inicia seus estudos de Arquitetura na École Nationale Supérieure des Arts Décoratifs, em Paris.
- 1885 - Ingressa na École des Beaux-Arts.
- 1888 - Desenha o interior do restaurante parisiense Au Grand Neptune.
- 1891 - Torna-se professor na École des Arts Décoratifs, onde leciona até 1900. No mesmo ano desenha o Hôtel Roszé.
- 1895 - Faz o Atelier Carpeaux; no mesmo ano projeta a École du Sacré-Coeur, sob influência dos trabalhos de Victor Horta e Viollet-le-Duc.
- 1896 - Participa de competição para desenhar as entradas das estações do Métro de Paris. Perde, mas consegue o trabalho mesmo assim, devido à apreciação do presidente da companhia ferroviária pelo estilo Art Nouveau.
- 1898 - Desenha o Castel Béranger, considerado seu primeiro prédio no estilo Art Nouveau; no mesmo ano projeta também a Maison Coilliot e a Villa La Bluette.
- 1901 - Projeta o Castel Henriette e a Salle Humbert-de-Romans, que conta com inovações estruturais.
- 1903 - Expõe o pavilhão Le Style Guimard na Exposition Internationale de L’Habitation no Grand Palais, em Paris.
- 1909 - Casa-se com a artista americana Adeline Oppenheim; no mesmo ano desenha o Hôtel Guimard, cujo arranjo dos espaços interiores diferem de um andar para o outro.
- 1922 - Funda, sob a presidência de Franz Jourdain, a Société des Architectes Modernes.
- 1928 - Projeta um edício na rue Greuze em Paris, que acredita-se ser seu último trabalho como arquiteto.
- 1938 - Muda-se para Nova York.
- 1942 - Morre aos 75 anos em Nova York, EUA.

STEPANOVA, Varvara

SIME, Sidney Herbert
- Cenógrafo
- Editor(a)
- Ilustrador(a)
- Pintor(a)
- 1865 - Nasce em Manchester, na Inglaterra.
- 1889 - Sua primeira pintura, um retrato de Henry Peet Esq, é exibida na Walker Art Gallery Autumn Exhibition.
- 1897 - Após colaborar para diversas publicações, como: Daily Graphic, The Illustrated London News, The Sketch, e Punch Magazine; Sime torna-se editor da revista Eureka.
- 1898 - Sime casa-se com Mary Susan Pickett, uma pintora miniaturista; juntos eles vão morar numa casa confortável em Perthshire, onde Sime pinta diversos quadros de paisagens escocesas.
- 1899 - Após receber herança de um tio que morreu, Sime compra a revista The Idler e passa a editá-la. Ele acaba vendendo a revista após dois anos.
- 1904 - É chamado pelo autor irlandês Lord Dunsany para ilustrar seu primeiro livro, The Gods of Pegana, publicado no ano seguinte.
- 1906 - É o publicado o livro Time And The Gods, de Lord Dunsany, ilustrado por Sime. Nos anos seguintes Sime ilustrou outros livros para o autor irlandês: The Sword Of Welleran, And Other Stories (1908); A Dreamer's Tale (1910); The Gods Of Pegana (1911); The Book Of Wonder, A Chronicle Of Little Adventures At The Edge Of The World (1912); e The Last Book Of Wonder (1916).
- 1909 - Sime, junto com Caley Robinson, é responsável pela cenografia da peça The Bluebird, de Maeterlinck.
- 1918 - Sime é chamado para as Forças Armadas da Grã-Bretanha, onde permanece por pouco tempo.
- 1924 - Exibe suas obras na galeria St George, em Londres.
- 1941 - Morre, aos 76 anos, em Worplesdon, na Inglaterra.

BRANZI, Andrea

VOYSEY, Charles
- Arquiteta(o)
- Designer de Móveis
- Professor(a)
- 1857 - Nasce em Yorkshire, Inglaterra.
- 1874 - Torna-se aprendiz do arquiteto J.P. Seddon.
- 1882 - Monta seu próprio estúdio em Westminster.
- 1883 - Desenha papéis de parede para a Jeffrey & Co., por indicação de seu amigo A. H. Mackmurdo.
- 1884 - Junta-se à Art Workers Guild.
- 1888 - Expõe seus trabalhos com tecidos e papéis de parede na exposição inaugural da Arts and Crafts Exhibition Society, na New Gallery.
- 1893 - Começa a desenhar papéis de parede para a Essex & Co.
- 1896 - Construída a Annesley Lodge, em Hampstead, Londres; projetada por Voysey.
- 1900 - Conclui The Orchard, sua própria casa em Chorley Wood, Hertfordshire.
- 1915 - Publica Individuality na revista The Studio e na Dekorative Kunst, da Alemanha.
- 1924 - Torna-se mestre na Art-Workers' Guild.
- 1940 - Recebe a medalha de ouro do Royal Institute of British Architects.
- 1941 - Morre em Winchester, Inglaterra.

Neogótico

CRESSENT, Charles
- Burilador
- Ebanista
- Escultor
- Mestre de Fundição
- 1685 - Nasce em Amiens, França, em uma família de artífices. Seu pai, François Cressent, foi Escultor do Rei e seu avô, Charles I Cressent, ebanista.
- 1714 - Tendo aprendido escultura e buril com seu pai, segue para Paris onde completa seus estudos na Académie de Saint-Luc, formando-se Mestre Escultor no dia 14 de agosto. Trabalha como entalhador para os escultores Girardon e Le Lorrain.
- 1719 - Casa-se com Claude Chevanne -- viúva de Joseph Poitou, ebanista do duque de Orléans. Sa femme lui apportait un établissement considérable, occupant une suite de quatre maisons sises rue Notre-Dame-des-Victoires et dont la première faisait l’angle de la rue Joquelet (aujourd’hui rue Léon-Cladel). Cressent obtint peu après le même titre que son prédécesseur.
- 1723 - souvent les ciselait de sa main, malgré les règlements corporatifs qui interdisaient de cumuler deux professions. Plusieurs fois il fut appelé en justice pour ses empiètements sur les privilèges des bronziers. Le Régent vivait encore lorsque les premières poursuites s’exercèrent contre son ébéniste; elles aboutirent le 5 novembre 1723 à une sentence de police lui faisant défense d’uti liser des cuivres qui ne sortaient pas de l’atelier d’un fondeur.
- 1743 - Douze ans plus tard, Cressent dut soutenir un procès contre les doreurs; puis, en 1743, cité de nouveau devant le tribunal du Châtelet, il fut condamné à l’amende avec l'ouvrier Jacques Confesseur qui consentait à couler ses bronzes.
- 1743 - On lui doit un portrait de grandeur naturelle, en bronze patiné, du duc Louis d’Orléans, fils du Régent, personnage qui ne joua qu’un rôle effacé dans l’histoire, partageant sa vie entre les œuvres pies et les travaux d’érudition. Ce prince, à la mort de son père, avait fait de Cressent son ébéniste attitré et lui conserva son patronage jusqu’en 1743, date à laquelle il se retira du monde pour finir ses jours à l’abbaye de Sainte-Geneviève.
- 1768 - Morre em Paris, no dia 10 de janeiro.

Arts & Crafts

UPJOHN, Richard
- 1802 - Nasce em Shaftesbury, Inglaterra, filho de uma família de classe média baixa. Seu pai era agrimensor e corretor de imóveis
- 1815 - Por volta desta data, inicia seu aprendizado em marcenaria. Será aprendiz por cinco anos.
- 1828 - Nasce seu filho Richard Michel Upjohn – também destinado a ser um arquiteto importante.
- 1829 - Endividado e com o insucesso de seu negócio, muda-se com a família para os Estados Unidos, estabelecendo-se, inicialmente, em New Bedford, Massachusetts. Estabelece-se como carpinteiro.
- 1836 - Obtém a nacionalidade norte-americana. Trabalha em diversos projetos de igrejas.
- 1839 - Inicia o projeto da Trinity Church, em Nova Iorque, cujo término se dará em 1846. Com o êxito desta obra, projeta-se como arquiteto.
- 1840 - Construção da Church of the Ascension, em Manhattan, Nova Iorque.
- 1845 - Começa a construção da Grace Church em Providence, Rhode Island.
- 1852 - Publica o Upjohn's rural architecture: Designs, working drawings and specifications for a wooden church, and other rural structures”; livro que exercerá um profundo impacto na arquitetura eclesiástica Americana.
- 1853 - Projeto e construção — executados por pai e filho —, da Igreja de São João Crisóstomo em Delafiel, Wisconsin. A igreja é considerada uma obra prima de um estilo às vezes chamado de Carpenter Gothic; ou seja, “Gótico Carpinteiro”, que veio a se tornar bastante popular nos Estados Unidos.
- 1857 - Funda, junto a treze outros arquitetos, o American Institute of Architects, assumindo a presidência (que mantém por quase vinte anos).
- 1878 - Morre em Nova Iorque, deixando como legado, entre outras obras, diversas igrejas construídas nos estilo Neogótico e Italiano.

HUBBARD, Elbert Green
- 1856 - Nasce em Bloomington, Illinois, nos EUA.
- 1875 - Muda-se para Buffalo para trabalhar para a Larkin Co.
- 1881 - Casa-se com Bertha Crawford.
- 1890 - Escreve "The Man: A Story of Today.", utilizando o pseudônimo Aspasia Hobbs, enquanto escrevia artigos para os jornais.
- 1892 - Vende suas ações e deixa a Larkin Co. No mesmo ano, escreve o primeiro livro carregando seu nome: One Day: A Tale of the Prairie.
- 1893 - Vai para Harvard como um estudante especial em Setembro.
- 1894 - Escreve o primeiro Little Journeys, sobre G. Elliot e J. Ruskin.
- 1895 - Funda a Roycroft, uma comunidade reformista de artistas e trabalhadores do movimento Arts and Crafts nos EUA, junto com sua primeira esposa, Bertha Crawford Hubbard.
- 1899 - Escreve Message to Garcia, que o torna ainda mais famoso.
- 1904 - Casa-se com Alice Moore.
- 1914 - Cria um projeto Roycroft school.
- 1915 - Morre em um navio torpedado pelos alemães na costa Irlandesa.

HOMAR, Gaspar
- Designer de Interiores
- Designer de Móveis
- Designer Têxtil
- Marceneira(o)
- 1870 - Nasce Gaspar Homar Mesquida, em Palma de Mallorca.
- 1883 - Muda-se com sua família para Barcelona.
- 1884 - Aos 13 anos Gaspar começa a trabalhar no “Tallers d’Indústries Artistiques” de Fransesc Vidal Jevellí.
- 1891 - Desenha os móveis de sua própria casa com influencias góticas dos de Viollet-le-Duc.
- 1893 - Decoração do palácio Montaner, e desenhos de mobiliário da casa Amatller sob a confiança de Puig i Cadalfach.
- 1894 - Torna-se sócio do Centro de Artes Decorativas, que tinha o propósito de fomentar as indústrias artísticas e impulsionar o progresso da arte decorativa.
- 1900 - Trabalha na decoração da farmácia Grau Iglada junto com Alexandre Riquer.
- 1901 - É encarregado de mobilhar e decorar a casa Navàs, que era projeto de Lluís Domènech i Montaner.
- 1907 - Recebe o prêmio “Grand Prix” na “International Exhibition Artistic Furniture and Home Decorations” feita no Palácio de Cristal em Paris.
- 1910 - Cadeira de espaldar alto, baseado nos desenhos da escola de Glasgow.
- 1915 - Projeto de móveis no estilo “Renacimiento” para o colecionador Ignasi Abadal. Finaliza sua etapa de criação modernista.
- 1942 - Ultima colaboração com Josep Pey.
- 1955 - Morre aos 84 anos, devido a uma broncopneumonia.
BIGOT, Georges Ferdinand
Georges Ferdinand Bigot
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
La Femme Nue de M. Kuroda, 1895
Rokumeikan's Lady, 1887
Une Partie de Peche, 1887
Capa para o livro Chocando no Japão: A Evolução da Arte no Império do Sol Nascente, 1895
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
LALIQUE, René
René Lalique
René Lalique (1860 - 1945)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
[René Lalique] helped a vitrine designed by Huysmans for the 1900 Paris world's fair draw huge crowds. Before a bronze lattice of butterfly-women and beneath a sky with bats, "the sensation of the world's fair presented itself: spiritualized creatures from an intermediary world, pregnant with symbolism and formed of exquisite materials". One of these precious items, [was] the corsage ornament Dragonfly
(...): [its] wings are of golden lattice work with hinges for movement. Enamel surfaces have been structured with inset diamonds; the body of the insect is studded with green chrysoprase; a nude, sphinx-like bust of a woman becomes the insect's head, with scarabs as eyes.
The jewelry art of the Second Empire in France, the Grüdnderzeit in Germany, or Victorian England had a preference for particularly expensive stones in opulent mountings. Jewelry designers of the turn of the century opposed this occasionally very showy style by placing more value on artistic-aesthetic design and virtuoso workmanship over the material value of the raw materials. [René] Lalique was one of the first, starting in 1890 in Paris, to follow this principle; he chose more affordable materials but gave them innovative expressive possibilities.
WOLF, Norbert [2011]
Art Nouveau
Prestel Verlag, Munique, 2015. p. 80
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Diadema Galo, c. 1897-1898
© Calouste Gulbenkian Museum
Peitoral de serpentes, c. 1898
© Calouste Gulbenkian Museum
Peitoral de pavão, c. 1900
© Calouste Gulbenkian Museum
Broche Libellule, c. 1897-98
© Calouste Gulbenkian Museum
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
JUJOL, Josep Maria
Josep Maria Jujol i Gibert
"Não fazíamos idéia de que (...) Jujol (...) tinha contribuído com tantos detalhes impressionantes de algumas obras-primas de Gaudi. (...) Jujol não foi um Gaudi menor. Foi um pequeno gigante ao lado de um grande gigante (...)!”
LIGTELIJN, Vincent & SAARISTE, Rein. [1996]
Josep M. Jujol.
010 Publishers, Rotterdam
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Interior da Casa Batllo
Mosaico no teto de Park Güell, 1910
Torre de la Creu, 1913
Igreja Mare de Déu de Montserrat de Montferri, 1926
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
BRAUNGART, Michael
BOCCIONI, Umberto
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
O Despertar da Cidade, 1910
Testa + luce + ambiente, 1912
Formas Únicas de Continuidade no Espaço, 1913
Estados da Alma III: Aqueles que Permanecem, 1911
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
WRIGHT, Frank Lloyd
HIROSHIGE, Utagawa
GEHRY, Frank
BRACQUEMOND, Félix
Félix Bracquemond
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Detalhe para batente de porta, 1852.
Le bastion 84, 1870.
Louça Rousseau, Creil Montereau, decorados por Félix Bracquemond, 1867.
Les Hirondelles, 1882.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
ECKMANN, Otto
Otto Eckmann
Otto Eckmann por Lovis Corinth, 1897. (1865 - 1902)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Waldteich, tapeçaria.
Schwertlilien, gravura, 1895.
Revista Jugend, no. 14, 1896.
Papel de Parede, 1899.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
TAKADA, Kenzo
ROZANOVA, Olga
ST GEORGE, Paul
DASSON, Henry
Henry Dasson
Henry Dasson (1825 - 1896)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Se falássemos de um mestre de fundição de bronzes a certos amadores acostumados a confundir arte com arqueologia, eles não nos pediriam para ver suas obras; perguntariam a data de seu nascimento e o ano de sua morte. Se, por acaso, o referido fundidor tivesse nascido — como [Charles] Crozatier —, no início deste século, sorririam amarelo encolhendo desdenhosamente os ombros. E pior: se o dito fundidor tivesse o azar de viver neste exato momento (em que dele se fala), como é o caso de Henry Dasson, nem mesmo seu nome estariam interessados em saber.
Não somos vítimas desse tipo de preconceito. É provável que Benvenuto Cellini tivesse contemporâneos que o tivessem desprezado (em nome da arqueologia) e que muitos acreditem que o próprio Crozatier já é coisa do passado. Mas sobre Henry Dasson: após examinar sua obra com atenção, estamos convencidos de que, muito em breve, [...] seus trabalhos serão tão admirados que muitos esquecerão de associá-los a seu nome. Isso talvez provoque nele [não sabemos como o sr. Dasson reage a elogios] (...) um tipo de vaidade anônima... A mais refinada de todas as vaidades... Aquela vaidade dos que, escondidos na multidão, são capazes de delicadamente recolher os mais deliciosos elogios daqueles que ignoram que o criador daquilo que admiram está presente.
L. BRUNÉO. [1883]
Le Panthéon de l'Industrie.
Paris, 9e année, nº 438.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Criança brincando com ganso, 1876
Relógio com putto de pé
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
KURAMATA, Shiro
TAEUBER, Sophie
ANDERSON, Charles S.
MOURGUE, Olivier
YAMAMOTO, Kansuke
GIMSON, Ernest
Ernest Gimson
Gimson desenvolveu sua aptidão para incrustar madeira em móveis na época em que trabalhava na Kenton and Company [empreendimento do qual era sócio]. Ao sair de lá, continuou a incrustar madeira e madrepérola nas peças - elegantes e parcimoniosas - que projetava. Além de seus vistosos gabinetes, Gimson (...) também projetou móveis em um estilo mais simples e rústico, exemplificado em diversos aparadores, mesas para sala de jantar e cadeiras com encosto de escada. Esse estilo, livre das referências medievais de Morris e dos padrões intricados das peças de Mackmurdo, influenciou tremendamente a estética ‘fitness for purpose’ [de adequação à finalidade] que dominou o design britânico até o final da Segunda Guerra Mundial. (...) Como consequência de [não] se motivar a adaptar seus projetos à produção industrial, (...) atendia apenas uma clientela limitada. Ao invés de produzir seu mobiliário pessoalmente, Gimson supervisionava uma equipe de artífices (...)”.
MARGOLIN, Victor. [2015]
World History of Design. Vol. I
London, Bloomsbury, p. 243.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Armário em Madeira, 1891.
Casa Arts & Crafts em Leicestershire, 1899.
Gaveteiro de Madeira, ca. 1907.
Gaveteiro de Madeira, ca. 1902.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
LOEWY, Raymond
REFERÊNCIAS DO CURSO
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Apontador de lápis, 1934
Locomotiva PRR S1, 1938
© University of Southern California Libraries / California Historical Society
Torradeira Sunbeam, c. 1946
Embalagem de cigarros Lucky Strike, 1942
© Wellcome Collection
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
Arts & Crafts
Space Age
BRAQUE, Georges
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Paysage près d'Anvers, 1906.
Maisons à l'Estaque, 1908.
Femme au chevalet, 1936.
Fruit on a Tablecloth with a Fruitdish, 1925.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
Escola de Nancy
Escola de Nancy
Revendiquant sa filiation avec l'exposition de 1984, l'École de Nancy, Alliance provinciale des industries d'art, fut fondée le 13 février 1901. L'apellation officielle de cette association souligne la place prépondérante qu'elle accordait à l'industrie. "Sorte de syndicat des industriels d'art et des artistes décorateus", l'École de Nancy était dominée par un groupe d'artistes travailant dans le même sens et partageand un certain nombre d'idéaux, esthétiques notamment. Dans les statuts, les qualificatifs qui accompagnent les noms de chacun des membres du comité directeur sont particulièrement significatifs de l'ambition de l'association: son président, Émile Gallé, est présenté en tant que "céramiste, fabricant de meubles et maître de verreries". Antonin Daum est également "maître de verreries" alors que Louis Majorelle est "fabricant de menuiseries d'art". C'est donc bien en tant que "producteurs" d'objets que ces personnalités souhaitent d'abord se présenter et non en tant qu'artistes. Si Émile Gallé fut désigné président, c'est non seulement parce qu'il jouissant d'une réputation qui dépassait déjà largement les frontières lorraines, mais également parce qu'il était l'archétype de cet artiste industriel que l'association entendait promouvoir. Gallé était alors à la tête d'ateliers où environ deys cents personnes produisaient céramique, verrerie et mobilier à l'aide d'outils modernes qui permettaient d'en améliorer le rendement. Gallé était en outre celui qui avait peut-être le mieux compris l'avantage que pourraient tirer les industriels et artistes lorrains à s'unir face à la concurrence internationale: "Après l'Exposition de 1900, l'évidence apparaît du danger qu'il y aurait pour nos ateliers lorrains à rester sans liens, en présence, du relèvement universel des industries d'rt dans le monde [...]"
DOUCET, Hervé [2018]
L'École de Nancy. Alliance Provinciale des Industries d'Art
In: L'École de Nancy. Art Nouveau et Industrie d'Art
Musée de L'École de Nancy/Somogy Éditions d'Art, Paris, 2018. p. 13-14
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Louis Majorelle
Fauteuil, c. 1898
© RMN-Grand Palais (musée d'Orsay) / René-Gabriel Ojéda
Émille Gallé
Lâmpada de mesa Glicínia, c. 1920
© Christie's / SOLICITAR PERMISSÃO
Antonin e Auguste Daum
Vaso Feuilles d'Automne, 1919
Jacques Grüber
Cúpula em vitrais do Gran Hotel Ciudad de Mexico
© Fotografia de Alberto Quiñones (detalhe), 2016
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
SERRURIER-BOVY, Gustave
Gustave Serrurier-Bovy
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Protetor de lareira, ca. 1909.
Armário-vitrine, 1899.
Guarda-roupa de mogno, 1899.
Villa l'Aube, 1903.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
PESCE, Gaetano
GAETANO PESCE
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
LUMIÈRE, (irmãos)
Auguste e Louis Lumière
CRONOLOGIA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Frame do filme La sortie des usines Lumière, 1895.
Frame do filme Arrivée du train en gare de La Ciotat, 1895.
Frame do filme Le Repas de Bébé, 1895.
Cartaz publicitário da exibição do Cinematógrafo em Paris, por Henri Brispot, 1895.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
GUIMARD, Hector
Hector Guimard
Como fica evidente no design das entradas para o Paris Métro, [Hector] Guimard era um prodígio no uso de ferro fundido. Não eram todos os seus contemporâneos que tinham algum apreço por essa tecnologia, frequentemente tida como vulgar e alheia à Arte. Entretanto, Guimard era um artista, um architecte d'art anarquista, como referia-se a si próprio, capaz de dar forma aos seus mais criativos e expressivos trabalhos utilizando precisamente esse material, do qual seu professor [Eugène] Viollet-le-Duc fizera uso extensivamente. (...)
Ele concebeu seus designs originais para o Castel Béranger (...) em estilo Neo-Gótico. No entanto, viagens à Inglaterra e à Bélgica realizadas em 1894 fizeram com que ele, nos anos subsequentes, mudasse gradualmente a decoração e estrutura do Castel Béranger — tornando-o um exemplo clássico de curvilínea e serpenteante fantasia arquitetônica [em estilo Art-Nouveau]. (...) Com suas linhas orgânicas e deslizantes intercaladas com detalhes biomórficos, sua elegância superando até mesmo a das entradas do metrô de Paris, (...) Guimard adquiriu o status de um inventor de formas cuja profunda marca, mesmo no século XX, não escapou a figuras como Picasso e Dalí.
WOLF, Norbert [2011]
Art Nouveau
Prestel Verlag, Munique, 2015. p. 149-150
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Hôtel Mezzara, Paris, 1911.
Vaso, c. 1898.
Porte Dauphine, 1901, Paris.
'Banquette de fumoir', 1897.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
STEPANOVA, Varvara
Varvara Fyodorovna Stepanova
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Cartaz para a peça Através de Lentes Vermelhas e Brancas, 1924
© Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou
Trajes Esportivos, 1923
© Biblioteca Nacional da Rússia
Modelos e mobiliário de cena para a peça A Morte de Tarelkin, 1922
© Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou
Padronagem Têxtil, 1924
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
BERLAGE, Hendrik Petrus
MIYAKE, Issey
SIME, Sidney Herbert
Sidney Herbert Sime
Sidney Herbert Sime, autorretrato (1865 - 1941)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
‘Sidney Sime foi provavelmente o artista inglês mais criativo desde [William] Blake’. Hannen Swaffer, The Graphic, 1922.
Sime também foi comparado com [Francisco de] Goya e com [Audrey] Beardsley. Ele tinha uma ‘inclinação natural para o mistério’ e cada polegada de seus desenhos se parecia com ele: humorista irresistível, pensador e artista criativo; brilhante ilustrador em preto e branco. (...) Sua reputação definhou por anos e seu talento, negligenciado. No entanto, suas próprias insegurança, arrogância, individualismo e, mais tarde, preguiça, contribuíram para que fosse arrastado para o anonimato.
Seu horror a Exibições (‘esta última doença da senilidade’) e os efeitos da Primeira Guerra Mundial - momento em que artistas tenderam a se juntar em movimentos de conscientização social - (...) deixaram-no algo isolado (...).”
BROUGHTON, Mary. [2014]
https://artuk.org/discover/stories/artist-in-focus-sidney-herbert-sime
Postado em 15 de setembro.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Ilustração Romance Comes Down Out of Hilly Woodlands para o livro A Dreamer's Tale, 1910
Ilustração para o livro The Sword of Welleran, 1908
Capa para o livro The House of Souls, 1906
Ilustração Slid para o livro The Gods of Pegana, 1911
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
BRANZI, Andrea
ANDREA BRANZI
A cultura do Movimento Moderno no design negou, em sua totalidade, qualquer valor autônomo ao consumo. Acreditava que o consumo era totalmente absorvido pelos cânones de um planejamento correto e racional. Essa racionalidade parecia corresponder à natureza do ciclo industrial por inteiro: da máquina para a fábrica; da fábrica para o mercado. Mas agora, todos os conteúdos projetuais tiveram que ser alterados para que os produtos pudessem incorporar os mecanismos para a indução do consumo, da promoção comercial e dos esforços de propaganda. Isso implica em comunicação de massa ao invés dos cânones estritos do Racionalismo: vale dizer, produtos instigantes e sedutores, no lugar dos produtos lógicos do Movimento Moderno”.
BRANZI, Andrea. [1984]
La Casa Calda.
Apud Jonathan Woodham. Twentieth Century Design. [1997]
Oxford University Press, p. 192.
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
VOYSEY, Charles
Charles Francis Annesley Voysey
Charles Francis Annesley Voysey (1857 - 1941)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
No período compreendido por uma década antes e uma década depois do ano de 1900, a inventividade, a simplicidade e a humanidade dos projetos de [Charles] Voysey desafiaram mentes artísticas; fossem elas britânicas, europeias ou americanas. Adeptos do Art Nouveau e expoentes do Modernismo tomaram-no por inspiração. (Em ambos os casos, no entanto, sem sua aprovação. [Voysey] tinha pouca simpatia por esses movimentos – ou pelo que ele chamava de “individualismo” desses movimentos em geral)”.
O’DONNELL, Anne Stewart. [1997]
C. F. A. Voysey: Architect, Designer, Individualist.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Painel em Tecido para Almofada, 1904
Móvel em Madeira, ca. 1900
Memorial de Guerra em Malvern Wells, 1921
Papel de Parede "Tulip", ca. 1895
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
NAGEL, Gustaf
Neogótico
Revivalismo Gótico
(...) A renúncia da ideia clássica de beleza como harmonia e equilíbrio engendra os fundamentos de uma estética do sentimento; da forma irregular, primitiva; de reminiscências de ruinas arquitetônicas e de efeitos insólitos e surpreendentes. (...) Para os artistas oitocentistas, o Medievo era sinônimo de sinceridade artística, de integridade espiritual e de honra cavalheiresca; em oposição aos excessos racionais do Iluminismo, da industrialização progressiva e da consequente temática social do realismo.”
TARABRA, Daniela. [2008]
Saper vedere gli stili delle arti.
Milano, Mondatori Arti, p.330.
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
John Ruskin - Zermatt; Aquarela, 1844
William Burges - Cúpula do Arab Room; Castelo de Cardiff, Gales, 1865 - 1881.
George Gilbert Scott - Albert Memorial; Londres, Hyde Park, 1872.
Alfred Waterhouse - Vitrais do Museu de História Natural; Londres, 1880.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
CRESSENT, Charles
Charles Cressent
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
CRONOLOGIA
OBRAS
Relógio l'Amour vainqueur du Temps, 1745
Bibliothèque, c. 1720
Cômoda, c. 1745–49
Cômoda, 1725-1730
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
Arts & Crafts
Arts & Crafts
O Movimento de Artes e Ofícios [Arts & Crafts] teve suas raízes nos anos finais da Grã- Bretanha do século XIX. Seus principais teóricos — homens como William Morris, C.R. Ashbee e W.R. Lethaby —, tiveram formação de arquitetos e trabalharam pela unidade das artes, acreditando que todos os empreendimentos criativos tinham o mesmo valor. Não apenas desejavam reformar o design como também restabelecer a qualidade do próprio processo de trabalho. Com a divisão do trabalho, a Revolução Industrial desvalorizou o ofício de artífice (craftsman) transformando-o em uma mera peça na engrenagem de uma máquina. O objetivo do Movimento de Artes e Ofícios era, nesse sentido, o de reestabelecer a harmonia entre arquiteto, designer e artífice. Desejavam também restaurar a perícia na produção de artefatos de uso quotidiano de forma que fossem não apenas bem projetados como também tivessem preços acessíveis".
CUMMING, Elizabeth. [1991]
The Arts and Crafts Movement.
London, Thames & Hudson, 2002, p.6.
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
William De Morgan
Tiles
Charles Ashbee
Decanter, 1904-1905.
Edward Coley Burne-Jones
An Angel Playing a Flageolet, 1878
Walter Crane
Neptune's Horses.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
FRONZONI, AG
THONET, Michael
UPJOHN, Richard
Richard Upjohn
Uma vez enraizada nos Estados Unidos, a [Sociedade] Camdeniana fez o possível para garantir que a eclesiologia Americana nascente crescesse corretamente. (...) Embora os norte-americanos tivessem logo se cansado de serem tutelados pelos ingleses, os progressos da eclesiologia foram consideráveis. (...) O trabalho de Richard Upjohn revela outro aspecto do impacto da eclesiologia: sua capacidade de gerar aquilo que, com efeito, se tornará um novo gótico. Nas igrejas de Burlington (1846-8) e Elizabeth (1854), ambas em New Jersey, Upjohn começou a reduzir o gótico à sua geometria básica e às formas e estruturas subjacentes. Essa simplificação permitiu ao gótico construções mais baratas e com meios mais simples, conseguindo, assim, adequar-se às necessidades dos pequenos (e frequentemente remotos) aglomerados urbanos decorrentes da expansão para o Oeste. Somadas à intuição de Upjohn no uso de materiais, essas práticas produziram (...) igrejas de madeira com personalidades verdadeiramente características (...) [tal como seu melhor trabalho, a] Igreja de St. John Chrysostom (1851-3), em Delafield, Wisconsin: sua economia radical e a elegância de seus planos e linhas chegando perto da abstração. As igrejas de Upjohn vão além da eclesiologia. Elas ilustram os Princípios Verdadeiros do Gótico valorizados pela arquitetura americana: a explicitação, a utilidade, a verdade dos materiais, e um sentido de harmonia com a paisagem. Esses temas se mostrariam recorrentes.
BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
London, Phaidon.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Grace Church, Rhode Island.
St. John Chrysostom Church, Wisconsin.
Trinity Church, NY.
Church of the Ascension, Manhattan.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
HUBBARD, Elbert Green
Elbert Green Hubbard
"Não seria totalmente inapropriado dizer que Elbert Hubbard era um gênio do marketing; Muitos o consideram como o avô do marketing. [...] em 1857 Silas- pai dele- mudou-se para Hudson, em Illinois, onde Elbert juntamente com seus irmão frequentaram uma escola pública local. Ele não possuía nenhuma ambição durante seus anos escolares, tudo que ele queria era e tornar um renomado jogador de damas da sua cidade. Ele deu o mínimo de atenção para a escola, mas não conseguia evitar a religião, através da qual ele recebeu doses triplas de orações dos familiares de seu pai [...]. Elbert nunca se submeteu ao batismo e em seus últimos escritos ele disse que religião era como uma muleta que tirava a auto-confiaça do homem."
American National Biography & Famous Authors.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
A Message to Garcia.
Capa da revista The Philistine, 1895
Little Journeys, Great Scientists.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.
HOMAR, Gaspar
Gaspar Homar i Mezquida
Gaspar Homar i Mezquida (1870 - 1955).
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
"Nos últimos anos de sua vida, quando o Modernismo [Catalão] já era um movimento proscrito, Gaspar Homar lamentava sua falta de reconhecimento público. Até mesmo sua morte (...) passou completamente despercebida. (...) [N]ão encontramos sequer uma nota necrológica nos diários e revistas da época. (...) Josep Garrut e Enriqueta Ramon, sua filha, ainda se lembram das lamúrias do artista e de sua depressão por não ser compreendido. (...) Seu reconhecimento foi póstumo”.
FONDEVILA, Mariàngels. [1998]
Gaspar Homar: Moblista i dissenyador del modernisme.
Museu Nacional D’Art de Catalunya
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Sofá Vitrine, 1903
Detalhe de cabeceira, 1908
Luminária da casa Navàs, 1901-1907.
Mosaico acima da lareira da Casa Burés, 1900-1905.
A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.