• DE FEURE, Georges

  • DE FEURE, Georges

    Georges de Feure

    Georges de Feure (1868 - 1943)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Decorador(a)
    • Designer
    • Entalhador(a)
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    "If the word 'feminine' can be used at all about applied art, then it can aptly be used to describe the work of Georges de Feure. Not only does he place his slender graceful female forms on posters and screens, and anywhere else he can put them, but his neat objects are designed so gracefully and so airly as though they were all intended for a female hand."


    MADSEN, Stephan Tschudi. [2007]
    The Art Nouveau Style.
    Nova Iorque, Dover

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Paris, na França.
    • 1870 - Georges e sua família partem da França devido a Guerra Franco Prussiana.
    • 1886 - Ingressa na Royal Academy of Visual Arts, em Amsterdam.
    • 1890 - Retorna a Paris, onde torna-se pupilo de Jules Chéret e produz cartazes para Salon Des Cent, Loie Fuller e Thermes Liegois.
    • 1893 - Continua a produção cartazes sob encomenda. No mesmo ano, expõe suas pinturas no Salon de la Rose Croix.
    • 1894 - É realizada exposição individual de seus trabalhos (dentre eles pinturas, cartazes, cerâmicas e móveis) na Société Nationale des Beaux-Arts, o que lhe traz notoriedade.
    • 1900 - Projeta o pavilhão da galeria de Siegfried Bing na Exposition Universelle de Paris, onde participa exibindo seus trabalhos. Uni-se à galeria L'Art Nouveau, e se torna chefe do Departamento de Design, nos anos seguintes.
    • 1901 - É nomeado Chevalier de la Légion d'honneur por sua contribuição para as Artes Decorativas.
    • 1912 - Muda-se para a Inglaterra, onde trabalha com Teatro, projetando cenários e figurinos com aproximação ao Art Decó.
    • 1924 - Projeta todos os móveis da casa de Madeleine Vionnet, em Paris.
    • 1925 - Projeta o pavilhão de Roubaix et Tourcoing na Exposition Internationale de Arts Décoratifs et Industriels Modernes.
    • 1928 - É nomeado professor na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris.
    • 1943 - Morre, aos 75 anos, em Paris na França.

    OBRAS

    Cristaleira, 1900.

    The Voice of Evil, 1895

    Móveis de sala.

    Sofá, 1900

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  • Secessão Vienense

  • Secessão Vienense

    Joseph Maria Olbrich
    Salão da Secessão, 1897.

    Nossas visões culminam no reconhecimento da necessidade de deixar a vida artística em Viena mais conectada com o desenvolvimento da arte no exterior, e deixar as exibições em um nível puramente artístico, livre de quaisquer considerações comerciais; despertando assim de maneira mais ampla uma visualização mais moderna e pura da arte; e finalmente, de aumentar o interesse pela arte politicamente.”

    KLIMT, Gustav.

    OBRAS

    Gustav Klimt
    Adele Bloch-Bauer I, 1907.

    Otto Wagner
    Estação Karlsplatz, em Viena; 1894-1899.

    Gustav Klimt
    Schubert ao Piano, 1899. (Destruído em 1945)

    Joseph Maria Olbrich
    Loja de Departamento, em Dusseldorf.

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  • DASSON, Henry

  • DASSON, Henry

    Henry Dasson

    Henry Dasson (1825 - 1896)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ebanista
    • Escultor(a)
    • Marceneira(o)
    • Mestre de Fundição (Bronze)

    Se falássemos de um mestre de fundição de bronzes a certos amadores acostumados a confundir arte com arqueologia, eles não nos pediriam para ver suas obras; perguntariam a data de seu nascimento e o ano de sua morte. Se, por acaso, o referido fundidor tivesse nascido — como [Charles] Crozatier —, no início deste século, sorririam amarelo encolhendo desdenhosamente os ombros. E pior: se o dito fundidor tivesse o azar de viver neste exato momento (em que dele se fala), como é o caso de Henry Dasson, nem mesmo seu nome estariam interessados em saber.
    Não somos vítimas desse tipo de preconceito. É provável que Benvenuto Cellini tivesse contemporâneos que o tivessem desprezado (em nome da arqueologia) e que muitos acreditem que o próprio Crozatier já é coisa do passado. Mas sobre Henry Dasson: após examinar sua obra com atenção, estamos convencidos de que, muito em breve, [...] seus trabalhos serão tão admirados que muitos esquecerão de associá-los a seu nome. Isso talvez provoque nele [não sabemos como o sr. Dasson reage a elogios] (...) um tipo de vaidade anônima... A mais refinada de todas as vaidades... Aquela vaidade dos que, escondidos na multidão, são capazes de delicadamente recolher os mais deliciosos elogios daqueles que ignoram que o criador daquilo que admiram está presente.

    L. BRUNÉO. [1883]
    Le Panthéon de l'Industrie.
    Paris, 9e année, nº 438.

    CRONOLOGIA

    • 1825 - Nasce em Paris, filho de um sapateiro.
    • 1840 - É matriculado na École Turgot, recém inaugurada em 1839. Lá, torna-se aluno do escultor Justin-Marie Lequien.
    • 1854 - Casa-se com a colorista Pauline Dussob. Por volta dessa época, começa a exercer a relojoaria como ofício, sob a orientação do mestre relojoeiro mecânico Jean-François Arnoux.
    • 1867 - Assume o negócio de Carl Drechsler — ebanista pouco conhecido, que por sua vez assumira o atelier do mestre de fundição Charles Crozatier —, e começa a ter sua reputação reconhecida. Durante um breve período associa-se a Émile Godeau, produzindo artefatos de bronze e relógios.
    • 1871 - Adquire os negócios do mestre marceneiro Charles-Guillaume Winckelsen, depois de este ter falecido no ano anterior. Ao dar continuidade à tradição de Winckelsen, envolve-se na produção de mobiliário de alta qualidade. Em meio à crescente popularidade que os estilos historicistas haviam adquirido a partir da metade do século XIX, obtém grande sucesso com suas réplicas.
    • 1878 - Participa, com criações nos estilos Louis XV e XVI, da Exposição Universal de Paris. Entre elas, estaria sua celebrada cópia do Bureau du Roi. No mesmo ano, em 24 de junho, o jornal La Liberté publica uma nota descrevendo seu atelier na rua Vieille-du-Temple, 106: "As oficinas estão no fundo do jardim o qual o sr. Dasson se diverte povoando com estátuas. [Lá] trabalham 60 artesãos e ainda uns 40 são indiretamente empregados. Não é preciso dizer que todos são artistas extremamente talentosos".
    • 1883 - Participa da Exibição Internacional de Amsterdã. No mesmo ano, recebe a condecoração de cavaleiro da Légion d'Honneur, prêmio em reconhecimento pela qualidade de sua obra.
    • 1889 - É laureado com o Grand Prix Artistique da Exposição Universal de Paris.
    • 1894 - Encerra suas atividades e fecha a firma H. Dasson & Cie, realizando no local um grande leilão.
    • 1896 - Morre em Paris, aos 71 anos de idade. É enterrado no cemitério Père Lachaise, sob um busto de bronze assinado J. Dallier.

    OBRAS

    Criança brincando com ganso, 1876

    Relógio com putto de pé

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  • CAUCHIE, Paul

  • CAUCHIE, Paul

    Paul Cauchie

    Paul Cauchie (1875 - 1952).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Decorador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1875 - Nasce em Hainaut, na Bélgica.
    • 1887 - Entra para a Academia de Belas Artes para estudar desenho e pintura. Quatro anos depois passa a focar seus estudos em Arquitetura, mas não dura muito tempo.
    • 1893 - Abandona o curso de Arquitetura para ter aulas com o pintor e muralista Constant Montald, em Bruxelas.
    • 1894 - Entra para a Escola de Artes Decorativas na Academia Real de Belas Artes, em Bruxelas, onde prossegue seus estudos em desenho e pintura e começa a aprender as técnicas de sgraffito e esmaltagem.
    • 1896 - Começa a trabalhar por conta própria, especializando-se em decoração.
    • 1899 - Viaja para Paris para estudar, mas é forçado a retornar para casa para tocar seus negócios.
    • 1905 - Constrói sua casa e estúdio, chamada de Casa Cauchie. Seu mais famoso trabalho, a casa é considerada uma das mais belas construções do Art Nouveau em Bruxelas, reunindo inúmeras criações suas e de Paul e sua esposa, a pintora Caroline Voets.
    • 1910 - Realiza seu segundo projeto arquitetônico, uma casa de sua propriedade em Etterbeek.
    • 1913 - Seus trabalho continua a crescer e o fluxo de pedidos se torna tão grande que Cauchie precisa contratar funcionários. Além de seus murais em sgraffito, Cauchie também produz vitrais, pinturas e móveis.
    • 1914 - Por ocasião da Primeira Guerra Mundial foge para a Inglaterra com sua família, onde pinta e expõe sua arte.
    • 1918 - Após o fim da guerra, retorna para a Bélgica mas encontra dificuldades para vender seu trabalho. O sgraffito havia saído de moda e se tornado muito caro para a população empobrecida. Passa então a dedicar-se a pintura: guache e aquarela.
    • 1923 - É condecorado com a Ordem da Coroa da Bélgica.
    • 1941 - Toma parte do Comitê Cultural formado pelo Departamento de Propaganda da Alemanha.
    • 1943 - É criada a Federação de Artistas Belgas e Expressionistas Franceses, da qual é convidado a fazer parte após uma exposição de suas obras em Charleroi, na Bélgica.
    • 1952 - Morre aos 77 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Sgraffito em fachada na Casa Delune em Bruxelas, 1904.

    Mural em sgraffito no interior da Casa Cauchie, 1905.

    Fachada da Casa Cauchie, 1905.

    Fachada da casa em Etterbeek, 1910.

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  • RICHARDSON, Henry Hobson

  • RICHARDSON, Henry Hobson

    Henry Hobson Richardson

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
  • HUNT, Richard Morris

  • HUNT, Richard Morris

    Richard Morris Hunt

    Richard Morris Hunt (1827-1895)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O arquiteto americano, Richard Morris Hunts (nascido em 31 de Outubro de 1827 em Brattleboro, Vermont), se tornou famoso por elaborar o design de casas para a alta sociedade. Entretanto, ele trabalhou com diferentes tipos de construções, incluindo bibliotecas, construções civis, prédios de apartamentos, e museus de arte- oferecendo a mesma elegância tanto para a classe média quanto para os ricos americanos. No meio arquitetônico, Hunt é creditado por tornar a arquitetura uma profissão, por ser o pai fundador do Instituto Americano de Arquitetos".

    CRAVEN, Jack. [2017]
    ThoughtCo.

    CRONOLOGIA

    • 1827 - Nasce em Brattleboro, nos EUA.
    • 1843 - Muda-se para Roma com sua família.
    • 1845 - Começa a estudar com o arquiteto Samuel Derier, em Genebra.
    • 1846 - Entra para o ateliê do arquiteto Hector Lefuel, em Paris. Enquanto isso estudava para o exames de ingresso na Escola de Belas Artes.
    • 1853 - Auxilia Lefuel na construção do Museu de Louvre, fazendo o design do Pavillon de la Bibliothèque.
    • 1856 - Ajuda Thomas Ustick Walter a expandir e renovar o U.S. Capitol.
    • 1857 - Co-funda a New York Society of Architects, que passa a ser chamada de American Institute of Architects.
    • 1877 - Controi a Lenox Library.
    • 1881 - Projeta o pedestal da Estátua da Liberdade, que fica pronto em 1886.
    • 1889 - Projeta a Biltmore Estate, para George Washington.
    • 1895 - Morre em Newport, nos EUA.

    OBRAS

    Pedestal da Estátua da Liberdade.

    U.S. Capitol.

    Biltmore Estate.

    Pavillon de la Bibliothèque.

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  • VAN AVERBEKE, Émile

  • VAN AVERBEKE, Émile

    Émile Van Averbeke

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    OBRAS

    Café Restaurante Paon Royal, 1899.

    Casa do Povo Liberal de Antwerp, 1901.

    Quartel do Corpo de Bombeiros de Paleisstraat, 1907.

    Escola de Pestalozzistraat, 1930.

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    FRONZONI, AG

    LE CORBUSIER

    REMY, Tejo

  • Paling Stijl

  • Paling Stijl

    Estilo Enguia

    Baigneuse I (1899).

    Em cada país o Art Nouveau recebeu umnome ou versão diferente: na Alemanha foi chamado Jugendstil (“estilo da juventude”); na Catalunha, Modernisme; na Áustria, Sezessionstil (referência à Secessão Vienense); na Bélgica, Paling Stijl (“estilo enguia”) e Style des Vingt (de Os Vinte); em Portugal, Arte Nova; na Rússia, Stil’ Modern; e na Itália, Stile Nouille (“estilo macarrão”), Stile Liberty (alusão à loja de departamentos Liberty, de Londres, que vendia tecidos estampados neste estilo) e Stile Floreale (ou estilo dos lírios ou estilo das ondas). O design e a arquitetura Art Nouveau caracterizavam-se por enfatizar a linha ondulante, figurativa, abstrata ou geométrica, tratada com ousadia e simplicidade [...]."

    DEMPSEY [2003] & HEYL [2009]
    Revista Imagem, artigo 72.

    CRONOLOGIA

    • 1890 - Surge em Bruxelas, e vai se espalhando pelo mundo.

    OBRAS

    Hotel Tassel (interior) - Victor Horta.

    Bureau Bonheur du jour - Gustave Serrurie-Bovy (1898).

    Rajah - Henri Privat-Livemont (1899).

    Fachada da casa Ciamberlani - Paul Hankar (1897).

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    CHIRICO, Giorgio de

  • LETHABY, William R.

  • LETHABY, William R.

    William Richard Lethaby

    William Lethaby (1857 - 1931)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Autor(a)
    • Designer
    • Professor(a)
    • Teórica(o)

    Apesar de sua pouca educação formal, Lethaby tornou-se um educador bem sucedido de arquitetos; professor de Ornamento e Design no Royal College of Arts de 1900 a 1919 e autor de diversos livros. Ao longo de sua carreira, Lethaby manteve-se leal a Morris e a Webb e, através destes, a Ruskin, apesar de reinterpretar alguns aspectos do legado destes autores”.

    NELSON, Robert. [2004]
    Hagia Sophia, 1850-1950: Holy wisdom modern monument.
    Chicago, University of Chicago Press

    CRONOLOGIA

    • 1857 - William Richard Lethaby nasce em Barnstaple, Devon, Reino Unido.
    • 1877 - Depois de estudar na Royal Academy Schools, em Londres, trabalha sob orientação do arquiteto Richard Norman Shaw.
    • 1881 - Torna-se assistente principal de Richard Norman Shaw.
    • 1884 - Funda, junto com outros 14 arquitetos e designers, a Art-Worker’s Guild.
    • 1889 - Monta seu próprio escritório de arquitetura.
    • 1894 - Lethaby é nomeado Inspetor de Arte do Conselho de Educação Técnica, do recém formado London County Council.
    • 1896 - É indicado para o cargo de co-orientador na Central School of Arts and Crafts, em Londres, onde se tornaria diretor adjunto, permanecendo até 1911.
    • 1900 - Nomeado primeiro professor de Arte, no Royal College of Art.
    • 1915 - Torna-se Membro Fundador da Design and Industries Association.
    • 1931 - Morre, na Inglaterra, aos 74 anos.

    OBRAS

    Fachada de prédio na rua Colmore Row, 1900

    Detalhe no piso de mármore do Batistério de São João, 1912

    Detalhe no telhado, Igreja de Todos os Santos, 1902

    Igreja de Todos os Santos, Brockhampton, 1902

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  • KLINGER, Max

  • KLINGER, Max

    Max Klinger

    Max Klinger (1857 - 1920)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1857 - Nasce em Leipzig, na Alemanha.
    • 1874 - Começa seus estudos na Escola de Arte Grand Ducal Baden em Karlsruhe, onde dura um ano antes de ir para a Academia Real de Arte em Berlim, sob a tutela de Karl Gussow, completando sua formação com a avaliação "excepcional".
    • 1878 - Pela primeira vez apresenta seu trabalho ao público, na 52º Exposição da Academia em Berlim.
    • 1879 - Torna-se pupilo de Emile Charles Wauters, em Bruxelas.
    • 1880 - Pinta a série Eve and the Future (Opus III).
    • 1881 - Abre um estúdio em Berlim, onde tão logo se torna membro da Associação de Artistas de Berlim. Imprime seu mais famoso trabalho, Praphrase on The Finding of a Glove, uma série de dez gravuras baseadas em imagens que lhe vieram em sonhos após encontrar uma luva perdida num rinque de patinação.
    • 1883 - Recebe sua primeira grande encomenda: decorar o pátio da vila de Julius Albers. No mesmo ano, adquire um estúdio em Paris, onde se dedica a estudar o trabalho de Goya e Daumier.
    • 1893 - Retorna para Leipzig e torna-se bem sucedido, virando membro da Academia de Munique. É apontado como professor da Academia Real de Artes Gráficas de Leipzig e, alguns anos depois, se torna um membro da recém-criada Secessão Vienense.
    • 1902 - Expõe sua estátua Beethoven, que se torna parte interal da Exposição da Secessão Vienense daquele ano.
    • 1920 - Morre, aos 63 anos, em Naumburg, na Alemanha.

    OBRAS

    Badendes Mädchen, sich im Wasse spiegelnd, 1912

    Phantasien über einen gefundenen Handschuh, der Dame, die ihn verlor, gewidmet (4/10: Rettung), 1878

    Die Blaue Stunde, 1890.

    Phantasien über einen gefundenen Handschuh, der Dame, die ihn verlor, gewidmet. (10/10: Amor), 1878.

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  • Cubismo Tcheco

  • Cubismo Tcheco

    Cubo Expressionismo

    Pavel Janak
    Vasos de cerâmica, 1911.

    CRONOLOGIA

    • O cu -

    FRANKL, Paul

    FRETTE, Guido

  • Afrofuturismo

  • Afrofuturismo

  • SOTTSASS, Ettore

  • SOTTSASS, Ettore

    Ettore Sottsass Junior

    Ettore Sottsass Jr. (1917-2007)
    Fotografia de Giuseppe Pino, 1969

    Ettore Sottsass alcançou a fama internacional no início dos anos 1980 como fundador do Memphis, a irreverente firma de design que havia maravilhado o mundo com seu mobiliário, luminárias, cerâmicas e vidraria de formas pouco convencionais e cores exuberantes. (...) Ele era também o crítico mais ferrenho do mundo do design convencional, tirando sarro do formalismo sóbrio do Modernismo, criticando a austeridade puritana do Estilo Internacional e até mesmo questionando o próprio ato de produzir objetos. As teorias de Sottsass acerca do potencial do Design para invocar emoções primitivas e comunicar significado vêm influenciando gerações de designers. "Uma mesa pode precisar de quatro pernas para funcionar", ele disse certa vez, "mas ninguém vai me convencer de que as quatro pernas têm que ser iguais."

    LABACO, Ronald T. [2006]
    Ettore Sottsass: Redefining Modernity
    Modernism Magazine, Vol. 9 No. 1. pp. 68-80

    CRONOLOGIA

    • 1917 - Nasce em Innsbruck, na Áustria. Seu pai, Ettore Sottsass Senior, era arquiteto.
    • 1930 - Forma-se em arquitetura pelo Instituto Politécnico de Turim, Itália.
    • 1936 - Viaja para Paris, onde vê pinturas de Picasso, Matisse, Braque e Kandinsky. Esses artistas tornariam-se sua principal referência quanto ao uso da cor.
    • 1945 - Muda-se para Milão, onde abre um estúdio próprio de arquitetura e design.
    • 1956 - Trabalha por um curto período de tempo para o estúdio de George Nelson, em Nova York.
    • 1957 - É contratado como consultor de design pela Olivetti. A parceria entre a firma italiana e Sottsass é bem sucedida: dois anos mais tarde, o projeto do designer para a Elea 9003 conquistaria o prestigioso prêmio Compasso d'Oro, estabelecendo sua reputação internacionalmente. Pouco depois, aceita a posição de diretor de arte na companhia italiana de móveis Poltronova.
    • 1961 - Faz uma viagem à Índia que o impacta profundamente, inspirando o design de cerâmicas que incorporassem valores culturais e filosofias asiáticas. Idealiza as Ceramiche delle tenebre (Cerâmicas da escuridão) e, logo depois, a série de cem pratos chamada Oferendas a Shiva.
    • 1968 - Produz, por intermédio da Poltronova, os armários laminados Superboxes — desdobramento do contato de Sottsass com a arte Pop e Minimalista em meados da década de 1960.
    • 1970 - Ganha o prêmio Compasso D'Oro novamente, dessa vez pelo design da máquina de escrever portátil Valentine.
    • 1973 - Co-funda a Global Tools, concebida como uma "alter-escola de arquitetura e design".
    • 1978 - Sua relação com a Olivetti e a Poltronova esfria e Sottsass passa a participar mais ativamente dos movimentos Antidesign e Arquitetura Radical. No ano seguinte, junta-se ao estúdio de antidesign Studio Alchymia. No entanto, logo se desentende com o fundador Alessandro Guerriero.
    • 1980 - Estabelece uma firma própria, a Sottsass Associati. Junto aos sócios Aldo Cibic, Marco Zanini, Marco Marabelli e Matteo Thun, desenvolve projetos de produto, interiores e gráficos. O grupo Memphis surge no mesmo ano, voltado para artigos produzidos em massa.
    • 1981 - Tem lugar a primeira exposição do grupo Memphis. Seu sucesso estrondoso garante o sucesso comercial do grupo e faz de Sottsass uma figura icônica.
    • 1985 - Sottsass deixa o Memphis no auge de sua popularidade e volta a trabalhar em designs de edição limitada. Dos anos 1990 em diante, Sottsass, decepcionado com a sociedade de consumo, limita seu trabalho como designer a algumas poucas obras para galerias de arte, dedicando a maior parte de seu tempo à arquitetura.
    • 2007 - Morre em Milão, aos 90 anos.

    OBRAS

    Máquina de escrever portátil Valentine, 1969
    © Smithsonian Design Museum

    Luminária Taiti, 1981
    © Ettore Sottsass / National Gallery of Australia

    Divisor de Ambientes Carlton, 1981
    SOLICITAR PERMISSÃO À SOTHEBY'S

    Poltrona Mandarim (protótipo), 1986
    © Brooklyn Museum

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  • PRIKKER, Johan Thorn

  • PRIKKER, Johan Thorn

    Johan Thorn Prikker

    Johan Thorn Prikker (1868 - 1932)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Haia, na Holanda.
    • 1881 - Começa seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Haia, onde permanece durante seis anos, mas sai antes de completar seus estudos.
    • 1890 - Conhece o grupo artistico belga The XX, junto do qual passa a expor seus trabalhos.
    • 1893 - Participa de inúmeras exposições de pinturas e desenhos simbolistas.
    • 1898 - Recebe o cargo de Diretor de Arte da recém-inaugurada galeria de Arts & Crafts em Haia. É nessa época que Prikker começa a desenhar mobilia, inspirado nos trabalhos de Van de Velde.
    • 1900 - Se desentende com o fundador da academia, Chris Wegerif, e acaba se afastando do cargo.
    • 1903 - Se muda para Krefeld, na Alemanha, onde passa a dar aulas na Escola de Artes Industriais.
    • 1910 - Sai de Krefeld para Hagen, onde começa a receber inúmeras encomendas de murais, vitrais e mosaicos.
    • 1913 - Torna-se o diretor da turma de pintura na Escola de Arts & Crafts de Essen.
    • 1914 - Participa da primeira exposição de Werkbund em Cologne, na Alemanha, com seus vitrais para a igreja dos Três Reis em Neuss.
    • 1920 - Se muda para Munique, onde passa a ensinar a arte dos vitrais e dos monumentos.
    • 1926 - Passa a lecionar na escola de Arts & Crafts de Cologne, onde permanece até sua morte.
    • 1932 - Morre aos 63 anos em Cologne, na Alemanha.

    OBRAS

    Braut, ca. 1892.

    Poster Holländische Kunstausstellung, 1903.

    Madonna in Tulpenland, 1892.

    Vitral na Igreja B.M.V. em Essen, 1931

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  • Deutscher Werkbund

  • Deutscher Werkbund

    Associação Alemã de Artesãos

    Deutscher Werkbund Ausstellung - 1914

    CRONOLOGIA

    • A De -

    MOLL, Carl

    SCOTT, M. H. Baillie

    Minimalismo

    METZINGER, Jean

    JANCO, Marcel

  • Beaux-Arts

  • Beaux-Arts

    Jean Auguste Dominique Ingres
    L'Apothéose d'Homère, 1827

    ATUAÇÕES

    • França

    [O Beaux-Arts foi] uma prática artística estabelecida em 1648 com a fundação da Académie royale de peinture et de sculpture e à qual se deu continuidade com a École des beaux-arts. Foi levada a cabo por jovens artistas em início de carreira e por outros, já reconhecidos entre seus pares. Tinha como pilares a busca pelo Humanismo e pela Verdade na Arte e desenrolou-se tendo como patrono um dos mais refinados e celebrados poetas de todos os tempos — Homero. Apesar de muitas hesitações e dúvidas, as obras que [essa tradição] produziu explicitam a recorrência de temas, hábitos e ideais ao longo de muitas gerações. Um estudante que tivesse frequentado a École des beaux arts no século XIX, ou mesmo no século XX, estaria justificado ao afirmar, no que diz respeito à leitura de Homero, ser descendente direto de Charles Le Brun (1619-1690; figura chave na fundação da Académie Royale e entusiasta do classicismo num momento em que o barroco predominava na Europa). Não obstante as revoluções e golpes de estado, a aquisição de um novo nome, novas instalações e os auspícios de diferentes administradores, até 1968 a École manteve-se fiel à forma como se praticava arte no século XVII. (...)

    SCHWARTZ, Emmanuel. [2005]
    The Legacy of Homer.
    Yale University Press, 2005. p. 59.

    OBRAS

    Charles Follen McKim
    Pennsylvania Station, 1910

    John Russell Pope
    Thomas Jefferson Memorial Museum (interior), 1943
    © Fotografia de Jason Hussong, 2013

    Louis Henry Sullivan
    Auditorium Building (teatro), 1889
    © Fotografia de Petr Kratochvíl, 2011

    Henri Labrouste
    Biblioteca Sainte-Geneviève (vestíbulo), 1851

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    Cradle to Cradle (C2C)

    WIERZY, Waldemar

  • HÖCH, Hannah

  • HÖCH, Hannah

    Hannah Höch
    © Collection Galerie 1900-2000

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Cut with the Dada Kitchen Knife through the Last Weimar Beer-Belly Cultural Epoch in Germany. 1919

    Von oben, 1927
    © Hannah Höch

    Sem título (De Um Museu Etnográfico), 1930
    © Hannah Höch

    Face e Mão, 1947
    © Ubu Gallery

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    Racionalismo

  • Movimento Estético

  • Movimento Estético

    Esteticismo

    Peacock Room (1876 - 1877)

    ATUAÇÕES

    • Reino Unido

    Na segunda metade do século dezenove, transformações na arte, na arquitetura e no design na Grã-Bretanha levaram à criação do Movimento Estético; um estilo moderno de design Vitoriano que transcorreu, em boa medida, em paralelo ao Movimento de Arts & Crafts [Artes e Ofícios] e que teve como objetivo elevar o status de todos os objetos de consumo à categoria de obras de arte. Movido por slogans como ‘a arte pela arte’, o Movimento Estético – bem como o Movimento de Artes e Ofícios -, foi uma reação aos excessos do Revivalismo Gótico. No entanto, ao contrário do Movimento de Artes e Ofícios, o Movimento Estético rejeitava a ideia de que a arte deveria ter um propósito moral ou social”.

    BHASKARAN, Lakshmi. [2005]
    Design of the Times.
    New York, Rotovision, pp. 32-33.

    CRONOLOGIA

    • 1870 - 1900

    OBRAS

    Louis Tiffany - Mesquita de Cairo (1872)

    Aubrey Beardsley - Isolde (1895)

    Christopher Dresser - Padronagem Reptiliana (1887)

    Dante Gabriel Rossetti - Rosa Triplex (1867)

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  • RAY, Man

  • RAY, Man

    Man Ray (1890-1976)
    Fotografia de Carl Van Vechten, 1934

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Escultura O enigma de Isidore Ducasse, 1920
    © Man Ray

    Quadro l'Heure de l'Observatoire: les Amoureux [A Hora do Observatório: Os Amantes], 1932-34
    © Man Ray

    Fotografia Les Larmes [As Lágrimas], 1932
    © Man Ray

    Fotografia Le Violon d'Ingres [O Violino de Ingres], 1924
    © Man Ray

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    DRAISMA, Eibert

    ANDERSON, Charles S.

    NEWSON, Marc

    RAMS, Dieter

    MELLER, Vadym

  • GROHÉ, Guillaume

  • GROHÉ, Guillaume

    Guillaume Grohé

    Assinatura entalhada em um móvel

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Marceneira(o)

    Todas as grandes épocas da história são representadas por móveis contemporâneos típicos: baús, camas de dossel, guarda-roupas esculpidos, consoles, gabinetes, cômodas adornadas com incrustações... Tais artefatos são continuamente imitados e aperfeiçoados por nossos hábeis ebanistas e, entre eles, é imprescindível citar os distintos irmãos Grohé. Ninguém é capaz de combinar com mais habilidade uma totalidade de elementos ímpares; de rejuvenescer velhas formas; de dar às imitações um ar de originalidade; e de criar modelos que são imediatamente acolhidos pelo mundo elegante. A carpintaria de luxo e requintada não tem representantes mais dignos do que os irmãos Grohé. Seus móveis distinguem-se sempre pela elegância e pelo bom gosto: não importa em que estilo, se antigos ou modernos; sejam eles objetos de arte e de alto requinte ou peças marchetadas e ornamentadas. O que é mais impressionante na produção desses artífices, no entanto, é que jamais sacrificam o conforto. Eles compreendem perfeitamente que, mesmo dispensando a cada uma de suas peças um toque de elegância, não se deve perder de vista que elas são destinadas ao uso quotidiano.

    LEGRAND, Henri. [1857]
    Album Henri Legrand.
    Paris.

    CRONOLOGIA

    • 1808 - Nasce em uma família de agricultores no grão-ducado de Hesse, parte do então Império Alemão.
    • 1827 - Instala-se em Paris junto com o irmão mais velho, Jean-Michel.
    • 1829 - Começa, em parceria com Jean-Michel, a fabricar e vender mobiliário. Sua especialidade viria a ser os móveis de alta qualidade, inspirados em uma variedade de estilos históricos.
    • 1834 - O negócio se desenvolve rapidamente e consolida-se no sucesso da participação dos irmãos na oitava Exposition de l'Industrie, ocorrida em 1834, Paris. Os Grohé exibem peças nos estilos Egípcio e Gótico.
    • 1844 - Participam da décima Exposition de l'Industrie, na qual conquistam medalha de ouro. A peça premiada seria a dressoir [cômoda] octogonal em ébano, decorada por figuras esculpidas de autoria de Michel-Joseph-Napoleón Liénard.
    • 1847 - Fundam a casa Grohé Frères, encabeçada por Guillaume. Suas criações seriam muito requisitadas pela nobreza da época, atraindo compradores como a Rainha Victoria, Louis-Phillipe I, Napoleão III e sua mulher, a Imperatriz Eugénie.
    • 1861 - Jean-Michel retira-se das atividades da oficina. Guillaume dá continuidade à Grohé Frères sozinho e vem a se tornar júri das Expositions Universelles [Exposições Universais de Paris].
    • 1862 - Guillaume participa da International Exibition em Londres, onde ganha uma medalha por sua criação estilo Luís XVI. A peça vencedora conta com ornamentos em bronze cinzelado, esculpidos pelos irmãos François-Auguste e François-Joseph-Louis Fannière.
    • 1869 - Guillaume é condecorado Chevalier de la Légion d’Honneur, título concedido àqueles possuidores de méritos eminentes à nação.
    • 1885 - Guillaume Grohé falece, tendo encerrado as atividades de sua oficina no ano anterior.

    OBRAS

    Guéridon Ovale, 1858

    Table de milieu [Mesa de centro], 1847

    Espelho, c. 1858

    Mostruário, 1844

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  • VAN DER ROHE, Ludwig Mies

  • VAN DER ROHE, Ludwig Mies

    Ludwig Mies Van der Rohe (1886-1908)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Seagram Building, 1958.

    University of Chicago School of Social Service Administration

    Farnsworth House, 1951.

    Barcelona Chair, 1929.

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  • ROSSETTI, Dante Gabriel

  • ROSSETTI, Dante Gabriel

    Gabriel Charles Dante Rossetti

    Dante Gabriel Rossetti (1828 - 1882).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)
    • Poeta
    • Tradutor(a)

    Os Pré-Rafaelitas rejeitavam as regras do classicismo acadêmico e as convenções vitorianas da metade do século XIX; redescobriram os pintores primitivos medievais e advogavam uma reforma da arte com o objetivo de resgatar sua pureza original inspirando-se em pintores do Medievo e do início de um Renascimento que culminou com Rafael (em referência a quem se autodenominam). Rejeitavam as formas triunfantes e opulentas do classicismo quinhentista para resgatar a estética quatrocentista com perspectivas mais rigorosas. A Irmandade (Pre-Raphaelite Brotherhood) foi fundada em 1848, em Londres, pelos pintores William Holman Hunt e Everett Millais e pelo poeta e pintor Dante Gabriel Rossetti, entre outros. De suas composições emanam uma aura de emotividade e uma atmosfera nostálgica. Também se observam alegorias e um simbolismo que se aproxima muito da autocomplacência estética. Estilisticamente se caracterizavam por um desenho elegante e refinado valorizado por uma ampla gama cromática e uma intensa luminosidade”.

    TARABRA, Daniela. [2008]
    Saper vedere gli stili delle arti.
    Milano, Mondatori Arti, p. 308.

    CRONOLOGIA

    • 1828 - Nasce em Londres, Inglaterra.
    • 1841 - Entra para a Academia de Desenho de Henry Sass, onde fica por pouco tempo. Logo após entrando para a Academia Real.
    • 1848 - Deixa a Academia Real para estudar sob a tutela de Ford Madox Brown, de quem vira bom amigo. No mesmo ano, conhece William Holman Hunt e juntos de John Everett Millais, fundam a Irmandade Pré-Rafaelita.
    • 1850 - É lançada a primeira revista de sua irmandade, chamada 'The Germ', contendo um de seus poemas. No mesmo ano, expõe sua pintura intitulada "O Anúncio", que mostra uma jovem Virgem Maria. As duras críticas recebidas o fazem se retrair e, a partir de então, raramente expor suas obras.
    • 1855 - Após anos se dedicando a traduzir poesia italiana, tem sua primeira ilustração publicada. Chamada "As Damas de Elfen-Mere", acompanha um poema de William Allingham.
    • 1856 - É recrutado por William Morris e Edward Burne-Jones, muito inspirados por sua visão e design medieval, para contribuir na Revista de Oxford e Cambridge sobre arte e poesia.
    • 1861 - Se torna parceiro fundador na firma de artes decorativas Morris, Marshall, Faulkner e Co., contribuindo com designs de vitrais e objetos de decoração.
    • 1870 - Publica a coleção "Poemas por D.G. Rossetti" onde reune vários de seus trabalhos. Dentre eles, a sequência de sonetos chamada "A Casa da Vida", que conta o desenvolvimento físico e espiritual de um relacionamento. É tido como seu trabalho literário mais importante.
    • 1872 - A dura recepção dos críticos em relação a sua coleção de poemas o levam a ter um colapso mental e depressão profunda.
    • 1874 - É retirado da firma de artes decorativas por William Morris. Rossetti se afunda cada vez mais em seu vício em drogas e sua instabilidade mental piora.
    • 1881 - Lança um segundo volume chamado "Baladas e Sonetos" que inclui os sonetos finais da sequência "A Casa da Vida".
    • 1882 - Morre aos 53 anos em Kent, na Inglaterra.

    OBRAS

    Proserpine, 1874.

    Lady Lilith, 1868.

    Anunciação, 1850.

    A Visão de Fiammetta, 1878.

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    PAUL, Bruno

    Bruno Paul (-)

  • Paris, Belle Époque

  • Paris, Belle Époque

    Pierre-Victor Galland
    Le bar de Maxim's, 1890

    Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.

    Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.

    À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.

    C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]

    KALIFA, Dominique [2019]
    Paris à la Belle Époque
    Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
    (Último acesso: 04/11/2019)

    OBRAS

    René Jules Lalique
    Pingente, c. 1900

    Jules Chéret
    Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898

    Alfons Maria Mucha
    Cartaz para a peça Amants, 1895

    Hector Guimard
    Vase des Binelles, 1903

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  • VOLLARD, Ambroise

  • VOLLARD, Ambroise

    Ambroise Vollard

    Ambroise Vollard (1866-1939).

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Editor(a)
    • Marchand

    Ambroise Vollard (1866-1939) foi uma lenda em seu tempo. Chegando a Paris em 1887 [vindo] da remota Île de la Réunion, (...) ele tinha poucos contatos e nenhuma credencial para o mundo em que adentrava; não obstante logo tornou-se o principal negociante de arte contemporânea de sua geração e parte central da história da arte moderna. Vollard lançou as carreiras de Paul Cézanne, Pablo Picasso, e os Fauvistas, e montou exibições dos Nabis, Odilon Redon, Henri Matisse, e muitos outros. Ele foi também escritor e um editor bastante inovador, publicando gravuras originais e livres d'artiste, ou livros de arte de edição limitada.

    E no entanto Vollard, um homem profundamente reservado, permanece um enigma. Seus contemporâneos todos recordavam-se de seu habitual "Dites-moi" ("Conte-me, então"), o início de numerosas conversas nas quais ele extraía uma torrente de informações de seu interlocutor enquanto que de si próprio revelava muito pouco. (...) Vollard era cheio de contradições, e as opiniões a seu respeito variavam radicalmente. Artistas que reclamavam que ele os explorava encontraram um conveniente trocadilho na palavra voleur, que significa "ladrão": para Matisse ele era "Fifi voleur", para Émile Bernard "Vole-art". Outros apreciavam sua lealdade e generosidade. "Eu acredito inteiramente que Vollard seja um homem honesto", insistia Cézanne, eternamente grato a Vollard por tê-lo tirado da obscuridade.

    DUMAS, Ann. [2006]
    In.: RABINOW, Rebecca (Ed). Cézanne to Picasso: Ambroise Vollard, Patron of the Avant-garde
    Metropolitan Museum of Art, 1st Edition, 2006. p. 3

    CRONOLOGIA

    • 1866 - Nasce em Saint-Denis, na Île de la Réunion, colônia francesa no Oceano Índico.
    • 1885 - Muda-se para Montpellier, no sul da França, para estudar Direito.
    • 1890 - Muda-se para Paris e abandona os estudos para se tornar um negociante de arte.
    • 1893 - Abre sua própria galeria de arte, na Rue Laffitte; na época, o centro do mercado de arte parisiense.
    • 1895 - Faz sua primeira grande exibição na galeria, com cerca de 150 quadros do artista Paul Cézanne. No mesmo ano promove exibições de Manet, Gauguin e Van Gogh.
    • 1898 - Promove uma segunda exibição das obras de Cézanne.
    • 1901 - Vollard faz a primeira exibição de obras de Pablo Picasso, com cerca de 64 quadros do até então desconhecido artista espanhol.
    • 1904 - Promove a exibição das obras de Henri Matisse.
    • 1911 - É condecorado com a Ordem Nacional da França: a Légion d'honneur.
    • 1914 - Escreve e publica um dos primeiros textos monográficos sobre Cézanne.
    • 1930 - Vollard comissiona Picasso para produzir um conjunto de 100 gravuras, trabalho que ficou posteriormente conhecido como a Suite Vollard.
    • 1937 - Publica sua autobiografia, Souvenirs d'un Marchand de Tableaux.
    • 1939 - Morre aos 73 anos, vítima de um acidente de carro, em Versalhes, na França.

    OBRAS

    Retrato de Ambroise Vollard por Paul Cézanne, 1899.

    Retrato de Ambroise Vollard por Pierre Bonnard, 1904-1905.

    Retrato de Ambroise Vollard por Pierre-Auguste Renoir, 1908.

    Retrato de Ambroise Vollard por Pablo Picasso, 1910.

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  • MUCHA, Alfons Maria

  • MUCHA, Alfons Maria

    Alphonse Maria Mucha

    Alfons Maria Mucha (1860 - 1939).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer Gráfico
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Ivancice, South Moravia.
    • 1878 - Mucha se inscreve na Academia de Belas Artes de Praga. Sua inscrição é rejeitada com a recomendação: 'Procure outra profissão na qual será mais útil.'
    • 1879 - Vai para Viena para trabalhar como pintor de cenário para a firma de Kautsky-Brioschi-Burghardt.
    • 1881 - Deixa Viena quando o Ringtheater, o maior cliente de seus empregadores, pega fogo em um acidente que mata 500 pessoas. Mucha, sendo o empregado mais novo, recebe seu aviso prévio.
    • 1882 - Vai para Mikulov onde trabalha pintando retratos. Encontra o Conde Khuen Belasi que lhe contrata para decorar seu castelo em Emmahof.
    • 1887 - Se muda para Paris para estudar na Académie Julian, sob o patrocínio do Conde.
    • 1894 - Pinta 'Gismonda', seu primeiro poster para Sarah Bernhadt.
    • 1896 - Se muda para um novo estúdio na Rue du Val-de-Grâce. Champenois publica o primeiro painel decorativo de Mucha, "As Estações".
    • 1898 - Começa a dar aulas de desenho na Whistler's Académie Carmen. Participa na primeira exposição da Secessão Vienense. Os posteres e painéis de Mucha são mostrados em Chrudim e Hradec Králové em Bohemia e Budapeste.
    • 1909 - Charles Crane concorda em financear a Epopeia Eslava de Mucha.
    • 1910 - Retorna à Praga para trabalhar nos murais de Obecni dum, que completa no ano seguinte, em 1911. Aluga um estúdio e um flat no castelo de Zbiroh, região oeste de Bohemia, para trabalhar na Epopeia Eslava.
    • 1912 - Completa os três primeiros quadros da Epopeia Eslava. Estes são apresentados à cidade de Praga em Dezembro.
    • 1919 - Os onze primeiros quadros da Epopeia Eslava são expostos no Klementium em Praga e depois enviados para serem exibidos na América.
    • 1938 - Começa a trabalhar no tríptico (não terminado) A Era da Razão, A Era do Conhecimento e A Era do Amor. Apesar de estar sofrendo com pneumonia, começa a coletar e escrever suas memórias.
    • 1939 - Mucha está entre os primeiros a serem presos pela Gestapo quando os alemães invadem a Checoslováquia. Ele é questionado e liberado para voltar para casa, mas sua saúde fica muito debilitada pelo acontecimento. Morre em Julho, em Praga.

    OBRAS

    'Les Quatre Saisons', c. 1895.

    'La Nature'.

    Cartaz 'Savonnerie de Bagnolet', 1897.

    Cartaz 'Job', 1896.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.