STELLA, Frank

    FEININGER, Lyonel

    NOLDE, Emil

    Pós-Modernismo

    ARBUTHNOT, Malcolm

  • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

  • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

    Alexandre-Georges Fourdinois

    Estampille dos Fourdinois em móvel

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ebanista
    • Marceneira(o)

    [Sobre a Maison Fourdinois] Há vinte e quatro anos, na Exposição Internacional de Londres de 1862 — evento em que a França tanto se destacou —, o júri se deteve longamente diante de um móvel feito com madeira de ébano, no estilo italiano do Renascimento. O móvel era pequeno; porém tinha um projeto extremamente refinado e uma execução de perfeição admirável. Era assinado pelo Sr. Henri Fourdinois. Até esse momento, apenas o Sr. Fourdinois, pai — fundador de uma casa de ebanisteria —, era conhecido. Desde sua fundação, em 1835, essa Casa foi reconhecida como uma das mais prestigiosas [entre todas da França]. No entanto, a peça apresentada pelo Sr. Henri Fourdinois era surpreendente até mesmo para os elevados padrões da produção de seu pai. O Relatório Oficial [da Exposição] classificou o gabinete em ébano esculpido, de interior incrustado com marfim como “obra da maior qualidade” e “uma das peças mais impressionantes de toda a sessão francesa". [...]

    Os juízes mais qualificados — a começar por [Eugène] Viollet-le-Duc — proclamaram enfaticamente a qualidade da arte do Sr. Fourdinois. Crítico rigoroso e profundo, Viollet-le-Duc escreveu, em 1867, a esse propósito: "[o trabalho de Fourdinois] resiste ao exame mais atento e, vistas de longe, suas peças destacam-se pelo perfeito equilíbrio de suas proporções". Disse ainda que "nenhuma outra produção do gênero, de qualquer país que se venha a considerar, poderia ser comparada a peças como essas”. [...] [E arremata:] “O Sr. Fourdinois tem o coração de um pintor: ele não se contenta com suas composições até que os contrastes e a harmonia entre as cores tenham um casamento perfeito".

    FOURCAUD, L. de. [1887]
    Catalogue des Meubles d'Art Anciens et Modernes.
    Edição de 30 de dezembro; pp. 3-8.

    CRONOLOGIA

    • 1799 - Nasce em Paris, filho de uma família de escultores.
    • 1815 - Em algum momento no início do século XIX — a data ao lado é estimada —, começa a trabalhar na oficina de François-Honoré-Georges Jacob-Desmalter. Seu empregador era dono — e o seria entre 1796 e 1825 — de uma das mais famosas oficinas de mobiliário de Paris: a Jacob Desmalter et Cie. Desmalter viria a ser considerado um dos criadores do Estilo Império.
    • 1830 - Nasce seu filho, Henri Auguste Fourdinois.
    • 1835 - Inicia um empreendimento com Jules Fossey, escultor e fabricante de móveis estilo Renaissance. A firma fundada, Fourdinois & Fossey, operaria até o ano de 1848.
    • 1844 - A firma Fourdinois & Fossey participa, com êxito, da mostra da Exposição dos Produtos da Indústria Francesa.
    • 1848 - Fim da associação com Jules Fossey. Alexandre-Georges funda um novo estabelecimento na Rue Amelot: a Maison Fourdinois.
    • 1851 - Participa da Exposição de 1851 no Crystal Palace, em Londres, onde conquista uma medalha com um buffet de estilo neo-renascentista — estilo esse que caracteriza, de um modo geral, a produção da firma.
    • 1855 - Participa da Exposição Mundial de Paris onde recebe, junto com Ferdinand Barbedienne, o maior prêmio, consolidando sua fama.
    • 1860 - Provavelmente em algum momento dessa década seu filho, — tendo anteriormente trabalhado para o arquiteto Félix Duban, para o ourives Jean-Valentin Morel e para o bronzier Victor Paillard —, ingressa na Maison Fourdinois.
    • 1862 - Participa da Exposição Internacional de Londres – também conhecida como The Great London Exposition, em South Kensington.
    • 1867 - Henri Auguste assume a direção da Maison Fourdinois e participa da Exposition Universelle d’Art et d’Industrie, realizada no Campo de Marte.
    • 1871 - Alexandre-Georges Fourdinois morre em Paris. A firma dos Fourdinois, conduzida por Henri Auguste, sobreviveria até cerca de 1887.

    OBRAS

    Par de esculturas representando a Europa e a África

    Armário projetado pela Maison Fourdinois

    Espelho da Imperatriz Eugénie, no Château de Compiègne

    Cadeira para a Embaixada da Prússia em Paris, 1864

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  • Futurismo

  • Futurismo

    Enrico Prampolini
    Retrato de Marinetti, 1925

    CRONOLOGIA

    • O fu -
  • ELMSLIE, George Grant

  • PAWSON, John

  • CRESSENT, Charles

  • CRESSENT, Charles

    Charles Cressent

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Burilador
    • Ebanista
    • Escultor
    • Mestre de Fundição

    CRONOLOGIA

    • 1685 - Nasce em Amiens, França, em uma família de artífices. Seu pai, François Cressent, foi Escultor do Rei e seu avô, Charles I Cressent, ebanista.
    • 1714 - Tendo aprendido escultura e buril com seu pai, segue para Paris onde completa seus estudos na Académie de Saint-Luc, formando-se Mestre Escultor no dia 14 de agosto. Trabalha como entalhador para os escultores Girardon e Le Lorrain.
    • 1719 - Casa-se com Claude Chevanne -- viúva de Joseph Poitou, ebanista do duque de Orléans. Sa femme lui apportait un établissement considérable, occupant une suite de quatre maisons sises rue Notre-Dame-des-Victoires et dont la première faisait l’angle de la rue Joquelet (aujourd’hui rue Léon-Cladel). Cressent obtint peu après le même titre que son prédécesseur.
    • 1723 - souvent les ciselait de sa main, malgré les règlements corporatifs qui interdisaient de cumuler deux professions. Plusieurs fois il fut appelé en justice pour ses empiètements sur les privilèges des bronziers. Le Régent vivait encore lorsque les premières poursuites s’exercèrent contre son ébéniste; elles aboutirent le 5 novembre 1723 à une sentence de police lui faisant défense d’uti liser des cuivres qui ne sortaient pas de l’atelier d’un fondeur.
    • 1743 - Douze ans plus tard, Cressent dut soutenir un procès contre les doreurs; puis, en 1743, cité de nouveau devant le tribunal du Châtelet, il fut condamné à l’amende avec l'ouvrier Jacques Confesseur qui consentait à couler ses bronzes.
    • 1743 - On lui doit un portrait de grandeur naturelle, en bronze patiné, du duc Louis d’Orléans, fils du Régent, personnage qui ne joua qu’un rôle effacé dans l’histoire, partageant sa vie entre les œuvres pies et les travaux d’érudition. Ce prince, à la mort de son père, avait fait de Cressent son ébéniste attitré et lui conserva son patronage jusqu’en 1743, date à laquelle il se retira du monde pour finir ses jours à l’abbaye de Sainte-Geneviève.
    • 1768 - Morre em Paris, no dia 10 de janeiro.

    OBRAS

    Relógio l'Amour vainqueur du Temps, 1745

    Bibliothèque, c. 1720

    Cômoda, c. 1745–49

    Cômoda, 1725-1730

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    HEPWORTH, Barbara

  • DAUM, Irmãos

  • DAUM, Irmãos

    Irmãos Daum

    Auguste Daum (à esq., atrás) e Antonin Daum (à dir., atrás)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Vidros
    • Empresária(o)

    Chez Daum la nature est appréhendée de façon plus pragmatique. Il s’agit avant tout d’un réservoir de formes et de décors comme un autre dans lequel il convient de puiser. Les plantes choisies, à de très rares exceptions, n’ont qu’une valeur décorative. La dimension symbolique, chère à Gallé, est absente de la plupart des objets produits. Mais surtout, à la différence de ce dernier qui cherche à faire œuvre, les frères Daum ne revendiquent rien d’autre qu’une production industrielle de qualité. Pour cela, ils essayent de concilier une volonté artistique et des exigences de rentabilité. (...) Si Emile Gallé marque durablement l’art du verre, et par ricochet les arts décoratifs, par cette vision résolument novatrice, la verrerie Daum démontre la validité des théories et répond parfaitement aux aspirations des acteurs artistiques, politiques et économiques à la recherche d’une industrie performante et rentable.

    BARDIN, Cristophe [2010]
    Gallé/Daum, deux approches différentes du végétal comme source d'inspiration (afaverre.fr)
    Bulletin de l'Association Française pour l'Archéologie du Verre, 2010, p. 147-150

    CRONOLOGIA

    • 1853 - Nasce Auguste Daum, em Bitche, na França.
    • 1864 - Nasce Antonin Daum, em Bitche, na França.
    • 1878 - Jean Daum, pai dos Irmãos Daum, compra a Verrerie de Sainte Catherine, fábrica de vidros, em Nancy.
    • 1885 - Com a morte do pai, Auguste abandona a carreira de Direito e assume o controle da empresa.
    • 1887 - Antonin se forma na École Centrale de Paris, e no mesmo ano começa a trabalhar na fábrica de vidros da família.
    • 1891 - Auguste confia a seu irmão Antonin o departamento de arte da empresa, oferecendo a ele todos os recursos para aprimorar o trabalho e seguir os passos de sucesso de Émile Gallé na confecção de vidros.
    • 1895 - Participam da Expostion de Bordeaux e da Exposition de Bruxelles, nas quais são premiados.
    • 1897 - É criada uma escola de desenho dentro da Maison Daum onde são formados os decoradores e entalhadores da empresa.
    • 1900 - São premiados com o Grand Prix, na Exposition Universelle de Paris.
    • 1901 - Antonin torna-se um dos vice-presidentes da École de Nancy.
    • 1904 - Auguste torna-se presidente do Tribunal do Comércio de Nancy.
    • 1906 - Os Irmãos Daum reavivam a técnica de pâte de verre; um antigo método egípcio de fundição de vidro, aplicando-a na fabricação de parte de suas peças.
    • 1909 - Morre Auguste Daum, em Nancy, na França.
    • 1918 - Antonin adapta a companhia aos novos modos de produção, conservando suas qualidades, técnicas e orientações estéticas.
    • 1930 - Morre Antonin Daum, em Nancy, na França.

    OBRAS

    Luminária Le Figuier de Barbarie, 1902
    © Musée de l'École de Nancy

    Luminária, c. 1900

    Vaso Tristan et Yseult, c. 1897
    © Musée des Beaux-Arts de Nancy

    Luminária Perce-neige, c. 1905

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    MICHELAZZI, Giovanni

    BUÑUEL, Luis

  • BREUER, Marcel

  • BREUER, Marcel

    Marcel Breuer (1902-1981)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Long Chair, 1936.

    Cleveland Trust Tower, 1971.

    Mesa; Modelo B19, 1928.

    St. John's Abbey Church

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  • Glasgow Style

  • MARTORELL, Joan.

  • MARTORELL, Joan.

    Joan Martorell i Montells

    Joan Martorell i Montells (1833 - 1906).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Não é possível averiguar a veracidade de certas histórias mas, como diz o ditado, se não é verdade está muito bem inventado. Uma dessas histórias é a lenda sobre a maneira como Gaudí recebeu o encargo de construir a Sagrada Família. É certo que essa lenda pode ter sido uma invenção de algum propagandista religioso muito entusiasta para reforçar a aura milagrosa do empreendimento. Uma lenda, sem dúvida, de grande eficácia. Após a demissão de Villar e diante da indecisão de Martorell [de aceitar o projeto] os promotores da [igreja] da Sagrada Família estavam sem arquiteto. A providência os acudiu na forma de um sonho. O sonhador, como não poderia ser de outro modo, foi Josep Maria Bocabella. Diz a lenda que, enquanto dormia, apareceu-lhe em sonho o rosto de um jovem arquiteto enviado por Deus para construir uma igreja excepcional. O principal sinal para revelar sua identidade era o olhar penetrante e profundo. Infelizmente a lenda não deixa claro se Bocabella sonhou em cores ou em preto e branco e, assim, fica impossível precisar se sabia de antemão que os olhos penetrantes do arquiteto recomendado por essa mesma divindade seriam azuis ou não. Alguns dias depois deste suposto sonho premonitório, ocorreu a Josep Maria Bocabella visitar o arquiteto [Joan] Martorell em seu estúdio e ali, sentado junto à prancheta, viu o rosto e o olhar que havia sonhado. Esse encontro em si mesmo não foi um sonho. Ocorreu no mês de outubro de 1883.

    Evidentemente, essa história é demasiadamente fantástica para que — a um século e tanto de distância —, possamos dar a ela algum crédito. O mais lógico seria imaginar que foi o próprio Martorell que recomendou Gaudí, e que os promotores da Sagrada Família tinham várias e boas razões para aceitar essa sugestão.

    NAVARRO ARISA, J.J. [2002]: Gaudí: El arquitecto de Dios”.
    Barcelona, Editorial Planeta.

    CRONOLOGIA

    • 1833 - Nasce em Barcelona, Espanha.
    • 1874 - Projeta e executa, em Barcelona, a Església i Convent de les Adoratrius; um dos primeiros edifícios neogóticos da Catalunha.
    • 1876 - Recebe seu título de Arquiteto. Provavelmente da Escuela Províncial de Arquitectura de Barcelona.
    • 1877 - Inicia a construção da Igreja e do Convento das Irmãs Salesianas — a ser considerada uma de suas obras mais importantes. O término das obras se dará em 1885.
    • 1878 - Apresenta seu aluno e assistente Antoní Gaudi a Eusebí Güell que mais tarde se tornaria grande amigo e patrono deste último.
    • 1881 - Inicia a construção do Palácio de Sobrellano, na Cantábria — por encomenda do Marquês de Comillas. As obras terminarão em 1888 e será o primeiro edifício da Espanha a conter luz elétrica.
    • 1883 - Preside o Comitê que designará Antoní Gaudi como continuador da obra da Igreja da Sagrada Família, por ocasião da aposentadoria de Francisco de Paula del Villar y Lozano.
    • 1893 - Ajuda a fundar o Cercle Artistic de Saint Lluc — uma entidade de fomento de atividades artísticas e culturais.
    • 1897 - Executa a restauração do Monestir de Pedralbes. O Mosteiro — pertencente à ordem das Clarissas —, existe desde o século XIV.
    • 1900 - Passa a dirigir a construção da casa do Marquês de Robert — o Palau Robert —, projetado pelo arquiteto francês Henri Grandpierre.
    • 1901 - Tem o prédio — de estilo neoclássico — que construiu para a Societat de Crèdit Mercantil eleito pelo Governo de Barcelona como a melhor construção do ano.
    • 1906 - Morre em Barcelona, Espanha. Trabalhou tendo referências nos estilos Histórico, Neogótico e, finalmente, no Modernismo Catalão.

    OBRAS

    Igreja de São Francisco Sales, Barcelona, 1882-1885.

    Igreja do Sagrado Coração, Barcelona, 1883-1889.

    Palácio Robert, Barcelona, 1903.

    Palácio de Sobrellano, Cantábria, 1881-1890.

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  • DUCHAMP, Marcel

  • DUCHAMP, Marcel

    Marcel Duchamp (1887-1968)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Bicycle Wheel, 1913.

    Bottlerack, 1914.

    O Grande Vidro (ou A Noiva Despida Por Seus Celibatários, Mesmo), 1915-23
    © Philadelphia Museum of Art

    Standing Nude, 1910.

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  • LIMBERT, Charles

  • LIMBERT, Charles

    Charles Limbert

    Charles Limbert (1854 - 1923)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1854 - Nasce em Linesville, na Pennsylvania, filho de um marceneiro e negociante de móveis.
    • 1870 - É iniciado no negócio de móveis na loja de seu pai em Akron, Ohio, na década de 1870.
    • 1878 - Com a falência do negócio do pai, segue com a mãe e a irmã para o Oeste.
    • 1880 - Em meados da década de 1880, encontra-se em Chicago onde trabalha na loja de móveis de John A. Colby, estabelecendo reputação de excelente vendedor.
    • 1889 - Associa-se com Philip J. Klingman – vendedor e empresário -, e iniciam a produção de moveis em Grand Rapids, Michigan.
    • 1892 - Fim da sociedade com Klingman.
    • 1894 - Funda a Charles P. Limbert Company.
    • 1896 - Começa a produção de moveis no estilo Arts & Crafts, que chamará de Dutch Arts & Crafts (reconhecendo a influência da população de origem Holandesa da área de Grand Rapids).
    • 1902 - Limbert cria a Holland Dutch and Arts and Crafts Company, nas cidades de Grand Rapid e de Holland (também em Michigan).
    • 1904 - Expõe na Louisiana Purchase Exposition, em St. Louis com grande êxito.
    • 1905 - Projeta e constrói a Square-Cut Café Chair, inspirada em Charles Rennie Mackintosh.
    • 1906 - Projeta e constrói a Oval Center Table, também inspirada nas cadeiras do Willow Tea Rooms, de Mackintosh e Margaret MacDonald.
    • 1922 - Com problemas de saúde, vende sua parte na companhia e retira-se do negócio.
    • 1923 - Morre em Grand Rapids, Michigan, aos 69 anos.

    OBRAS

    Sofá com madeira de carvalho, 1910.

    Aparador.

    Armário com tampo de cobre.

    Marca para os móveis feitos em sua loja, ca 1902.

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  • SERRURIER-BOVY, Gustave

  • SERRURIER-BOVY, Gustave

    Gustave Serrurier-Bovy

    Gustave Serrurier-Bovy (1858 - 1910).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce em Liège, Bélgica.
    • 1874 - Ingressa na Academia de Belas Artes de Liège, onde entra em contato com Auguste Donnay, os irmãos Berchman e Armand Rassenfosse.
    • 1882 - Trabalha com seu pai, Louis Serrurier, na construção de uma capela neogótica no Chateau de Chaityfintaine.
    • 1884 - Viaja a Londres, onde é desperto seu interesse pelo movimento Arts & Crafts. Essa nova influência fica aparente em seus trabalhos posteriores.
    • 1888 - Até então arquiteto em Liège, volta-se para o comércio e produção de móveis.
    • 1894 - Co-funda o Salon de La Libre Estétique, em Bruxelas, e apresenta o Cabinet de Travail.
    • 1895 - Organiza L’Oeuvre Artistique, em Liège, uma exposição internacional de artes aplicadas.
    • 1897 - Participa da Exposição Internacional de Bruxelas, junto com Henry Van de Velde e Paul Hankar.
    • 1899 - Em Paris, abre uma loja de varejo chamada L’Art dans L’Habitation.
    • 1900 - Participa da Exposition Universelle de Paris, onde constrói, com seu parceiro R. Dulong, o restaurante de luxo Pavillon Bleu.
    • 1901 - Visita a Colônia de Artistas de Darmstadt, o que o aproxima da Secessão Vienense.
    • 1903 - Constrói Villa L’Aube, sua residência pessoal.
    • 1905 - Participa da Exposition Universelle et Internationale de Liège, mostrando não só móveis luxuosos mas também peças originais, adequadas à vida de trabalhadores comuns.
    • 1910 - Morre na Antuérpia, Bélgica.

    OBRAS

    Protetor de lareira, ca. 1909.

    Armário-vitrine, 1899.

    Guarda-roupa de mogno, 1899.

    Villa l'Aube, 1903.

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  • BERGÉ, Henri

  • BERGÉ, Henri

    Henri Marie Joseph Bergé

    Henri Bergé (1870 -1937)
    © RMN-Grand Palais / Harry Bréjat

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Designer
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    Principal collaborateur de l'entreprise [Daum], il donne également au verrier Amalric Walter (1870-1959) des modèles d'objets en pâte de verre et fait éditer ses céramiques par les frères Mougin. Ses dessins, études ou objets à caractère botanique ou animalier -toujours d'une précision scientifique- révèlent l'intérêt que Bergé porte à la nature, herborisant lui-même au jardin botanique proche de la manufacture Daum. Illustrateur, Henri Bergé réalise de nombreux menus, affiches, et publicités. Il est également l'auteur de plusieurs vitraux, publicitaires (Cure d'Air de Malzéville) ou d'inspiration symboliste (La Lecture, Musée de l'Ecole de Nancy). Parallèlement à ses activités artistiques, Henri Bergé enseigne à l'Ecole professionnelle de l'Est et dirige l'atelier de dessin et de modelage au sein de l'entreprise Daum.

    Musée de l'École de Nancy apud Art Lorrain (artlorrain.com)
    (Último acesso: 14/01/2020)

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce na comuna francesa de Diarville, no dia 14 de Outubro. Seu pai era fabricante de rendas.
    • 1887 - Por volta do ano de 1887, frequenta a École des Beaux Arts de Nancy, onde torna-se aluno de Jules Larcher.
    • 1893 - Matricula-se no curso superior de perspectiva e concorre ao prêmio Georges Jacquot, obtendo uma menção honrosa. Junta-se, no mesmo ano, à manufatura dos Irmãos Daum, onde faria sua carreira. Como maître decorateur, influenciaria de maneira decisiva a produção dos Daum, favorecendo um estilo essencialmente floral e paisagístico.
    • 1894 - Expõe obras suas de inspiração nipônica na Société des Amis des Arts de Nancy.
    • 1901 - Integra o corpo de diretores da École de Nancy.
    • 1904 - Passa a criar modelos para as peças em pâtes de verre [técnica de pasta de vidro] de Almaric Walter, vidracista que conhecera na Maison Daum. Bergé forneceria inúmeros designs para Walter ao longo de sua vida, nos quais a Natureza apareceria como principal inspiração.
    • 1914 - Il devient professeur de dessin avant 1914 a l'École Lorritz, et y dispense un enseignement professionel.
    • 1928 - Sa santé précaire le contraint à 58 ans, à quitter son travail chez Daum et chez Walter.
    • 1937 - Falece em sua casa, em Nancy, no dia 26 de Novembro.

    OBRAS

    Vitral La Lecture / La femme au chat noir, c. 1900
    © Musée de l'École de Nancy

    Porta-objetos Lagarto em pâte de verre
    © Chrysler Museum of Art

    Ilustração botânica Campanules, 1929
    © RMN-Grand Palais / Harry Bréjat

    Peça publicitária para os Irmãos Daum, 1901
    © Cornette de Saint Cyr

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  • MORRIS, William

  • MORRIS, William

    William Morris

    William Morris (1834 - 1896)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ativista Político
    • Designer Têxtil
    • Empresária(o)
    • Poeta
    • Romancista
    • Vitralista

    Apolítico ferrenho, Rossetti influenciou Morris a silenciar sua inconveniente consciência social e a adotar uma filosofia estética do tipo “arte pela arte”. Enfeitiçado por Rossetti, Morris escreveu em 1856: ‘Não consigo interessar-me por temas político-sociais. (...) Não tenho nem o poder e nem a vocação para corrigi-los minimamente. Meu trabalho é a realização de sonhos, de uma maneira ou de outra’.”

    BURDICK, John. [2006]
    William Morris: Redesigning the World.
    New York, New Line Books

    CRONOLOGIA

    • 1834 - Nasce em Walthamstow, distrito localizado ao nordeste de Londres.
    • 1853 - Inicia estudos de Teologia na Universidade de Oxford, lá permanecendo até 1855.
    • 1857 - Inicia-se em pintura, guiado pelo conhecido pintor Pré-Rafaelita Dante Gabriel Rossetti.
    • 1858 - Escreve seu primeiro livro de poemas: The Defense of Guinevere and Other Poems.
    • 1861 - Funda, junto com Dante Gabriel Rossetti, Edward Burne-Jones, Ford Madox Brown, Charles Faulkner, P.P. Marshall e Philip Webb, a Morris, Marshall, Faulkner & Co. A loja, produtora de mobiliário e artes decorativas inspirados na Idade Média, funcionará entre 1861 e 1875 quando será sucedida pela Morris & Co.
    • 1862 - Começa a desenhar papéis de parede, atividade em que se destacou.
    • 1864 - Lança os papéis de parede Daisy, Fruit e Trellis.
    • 1875 - Reestrutura a sociedade da Morris, Marshall, Faulkner & Co. e funda a Morris & Co.; loja de venda de produtos de Arts & Crafts.
    • 1877 - Funda a Society for Protection of Ancient Buildings.
    • 1883 - Torna-se membro da Social Democratic Federation; o primeiro Partido Socialista Britânico.
    • 1891 - Estabelece a Kelmscott Press, que produzirá livros a mão, sendo o primeiro título The True Nature of Gothic, de John Ruskin. A Kelmscott produzirá, ao todo, 53 títulos de edições limitadas.
    • 1896 - Morre em Londres, aos 62 anos.

    OBRAS

    Logotipo da Kelmscott Press, 1891

    Papel de parede "Pimpernel", 1876

    Papel de parede "Achanthus", 1875

    Vitral para a Igreja da Trindade em Boston, 1882

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  • Paris, Belle Époque

  • Paris, Belle Époque

    Pierre-Victor Galland
    Le bar de Maxim's, 1890

    Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.

    Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.

    À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.

    C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]

    KALIFA, Dominique [2019]
    Paris à la Belle Époque
    Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
    (Último acesso: 04/11/2019)

    OBRAS

    René Jules Lalique
    Pingente, c. 1900

    Jules Chéret
    Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898

    Alfons Maria Mucha
    Cartaz para a peça Amants, 1895

    Hector Guimard
    Vase des Binelles, 1903

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    Cradle to Cradle (C2C)

  • CHINI, Galileo

  • CHINI, Galileo

    Galileo Chini

    Galileo Chini.

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Cenógrafa(o)
    • Ceramista
    • Pintor(a)

    OBRAS

    Festa dell’ultimo dell’ anno a Bangkok, 1913.

    Le Terme dove zampilla il liberty, produzido para os spas de Salsomaggiore.

    Vaso ovale, 1906-1919

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    ROHDE, Gilbert

    TERRAGNI, Giuseppe

  • LUMIÈRE, (irmãos)

  • LUMIÈRE, (irmãos)

    Auguste e Louis Lumière

    Os Irmãos Lumière: Auguste (1862-1954) e Louis (1864-1948).

    ATUAÇÕES

    • Cineasta
    • Inventor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1862 - Nasce Auguste Marie Louis Nicolas Lumière, em Besançon, na França.
    • 1864 - Nasce Louis Jean Lumière, em Besançon, na França.
    • 1880 - Ingressam em La Martinière, uma das maiores escolas técnicas de Lyon. Nessa mesma época começam ambos a trabalhar na empresa do pai
    • 1881 - Louis começa a experimentar com os equipamentos do processo fotográfico. Descobre, então, um novo processo de placa seca que ficou conhecido como Etiquette Bleue. Trata-se de um avanço para o desenvolvimento da fotografia e para o sucesso comercial da empresa da família.
    • 1894 - Após entrarem em contato com o Cinetoscópio, de Thomas Edison, os Irmãos Lumière se empenham em aprimorar um aparelho que permitisse a projeção de imagens animadas para várias pessoas ao mesmo tempo. Constroem, assim, o Cinematógrafo, aparelho relativamente leve que podia funcionar como câmera ou projetor, acionado por uma manivela.
    • 1895 - Realizam a primeira demonstração ao público, paga, de seu cinematógrafo, no Grand Café, em Paris. Na ocasião exibem cerca de 10 filmes realizados no mesmo ano, dentre eles: La sortie des usines Lumière, Arrivée du train en gare de La Ciotat e L’arroseur arrosé, considerado uma das primeiras ficções do cinema.
    • 1896 - Abrem salas de projeção do Cinematógrafo em Londres, Bruxelas e Nova York.
    • 1899 - Louis desenvolve o Photorama Lumière; um método de fotografia panorâmica, que permitia a reprodução completa do horizonte (360º) em uma única foto e, posteriormente, a projeção dessa foto numa tela em formato cilíndrico.
    • 1900 - Participam da Exposition Universelle de Paris, onde projetam seus filmes numa tela gigante de aproximadamente 30 x 24 metros.
    • 1903 - Os Irmãos Lumière começam a pesquisar e desenvolver um processo de fotografia em cores, que fica conhecido como Autochrome Lumière. Nessa época eles começam a se distanciar do negócio cinematográfico.
    • 1907 - Começa a ser comercializado o autocromo, que se tornou o principal processo para a obtenção de fotografias coloridas durante o início do século XX até meados da década de 1930. Nessa mesma época, Auguste começa a se afastar dos negócios para se dedicar à pesquisa no ramo da medicina.
    • 1920 - Após algum tempo dedicando-se ao estudo da imagem em 3D, Louis apresenta o seu photostéréosynthèse, um método estereoscópico de fotografia, na Académie des Sciences.
    • 1935 - Louis supera uma de suas invenções fotográficas anteriores e, explorando a técnica dos anáglifos, desenvolve uma aplicação estereoscópica para a realização de filmes.
    • 1948 - Morre Louis Lumière, aos 83 anos, em Bandol, na França.
    • 1954 - Morre Auguste Lumière, aos 91 anos, em Lyon, na França.

    OBRAS

    Frame do filme La sortie des usines Lumière, 1895.

    Frame do filme Arrivée du train en gare de La Ciotat, 1895.

    Frame do filme Le Repas de Bébé, 1895.

    Cartaz publicitário da exibição do Cinematógrafo em Paris, por Henri Brispot, 1895.

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    NELSON, George

  • RIESENER, Jean-Henri

  • RIESENER, Jean-Henri

    Johann Heinrich Riesener

    Jean Henri Riesener (1734 - 1806)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ebanista

    OBRAS

    Commode, 1783

    Table Mécanique, 1781

    Armário de Jóias, 1787

    Secrétaire, 1783

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    Moderne

    EARL, Harley

  • BUSSIÈRE, Ernest

  • BUSSIÈRE, Ernest

    Ernest Bussière

    Ernest Bussière (1863 - 1913)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ceramista
    • Escultor(a)

    Pupilo de [Charles] Pêtre na École des Beaux-Arts, (...) [Ernest] Bussière era antes de tudo um escultor, participando de exposições nos salons de Paris já no ano de 1883. (...) [Como ceramista] sua obra é melhor representada pelas peças criadas para [a firma] Keller et Guérin, em grande parte encomendadas por [Louis] Majorelle e dotadas de contornos altamente imaginativos, de inspiração vegetal. Ocasionalmente seus designs incorporavam o nu feminino, tanto como adorno quanto independentemente, em silhuetas e bustos como o esplêndido Le Sommeil. [Suas criações de viés botânico] conquistaram tamanha popularidade que foram também editadas em vidro pelos irmãos Daum, continuando em produção até bem depois da morte do artista.

    ARTHUR, Paul [2015]
    French Art Nouveau Ceramics, an illustrated dictionary (excerto)
    Norma Éditions, 2015, p. 84

    CRONOLOGIA

    • 1863 - Nasce na comuna de Ars-sur-Moselle, em uma família humilde. Seu pai, Edmond Bussière, trabalhava como tourneur sur fer em uma pequena fábrica.
    • 1870 - Edmond Bussière morre, deixando a mulher e os filhos Ernest e Louis. Viúva, Anne Bussière muda-se com as crianças para a cidade de Nancy.
    • 1877 - Tendo recebido treinamento como escultor pela École municipale de dessin de Nancy, Ernest torna-se aluno, aos 14 anos, de Charles Pêtre, com quem aprende a técnica de modelagem.
    • 1881 - Aos 18 anos, muda-se sozinho para Paris e é admitido como aluno na École Nationale des Beaux-Arts, instituição da qual viria a tornar-se professor de escultura e modelagem. Enquanto estudante, ganha seu sustento trabalhando para o designer de mobiliário Louis Majorelle.
    • 1887 - Ganha certa notoriedade com os bustos e retratos que expõe nos Salons de Paris, especialmente nos anos de 1887, 1888 e 1889.
    • 1889 - Tendo retornado à região de Lorena, na França, participa do concurso para projetar o mausoléu de Monsigneur Trouillet, a ser alocado na igreja S.-Epvre, Nancy. Seu design é premiado com uma menção honrosa e Bussière volta a se estabelecer em Nancy. Como escultor, produz diversos monumentos em homenagem a personalidades locais, bem como uma série de esculturas fúnebres instaladas no cemitério de Préville.
    • 1895 - Torna-se um dos principais colaboradores da manufatura de cerâmicas Keller et Guérin, para quem cria designs de inspiração botânica. Fruto dessa colaboração, a obra Mélancolie d’Automne é exibida no mesmo ano no Salon de Nancy.
    • 1896 - Aos 33 anos, e tendo recebido o título de officier d'Académie, casa-se com Anne Collet, com quem viria a ter quatro filhos.
    • 1900 - Expõe suas obras na Exposition Universelle de Paris.
    • 1901 - Passa a integrar o corpo de diretores da École de Nancy.
    • 1903 - Participa da Exposição de Artes Decorativas da Escola de Nancy no Pavilhão de Marsan, Paris. Expõe sua aclamada escultura Le Sommeil.
    • 1913 - Morre em Nancy aos 50 anos, após um longo período debilitado.

    OBRAS

    Escultura Le Sommeil, 1903

    Vaso Bractée d'Ombelle, c. 1903
    © Musée de l'École de Nancy

    Vaso Alcachofra, c. 1900
    © Jason Jacques Gallery

    Vaso Mélancolie d'automne, 1896
    © Fotografia por Mila Khvalibova, 2013

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  • Construtivismo

  • Construtivismo

    OBRAS

    Aleksandr Rodchenko
    Capa para a antologia de poemas About This, 1923
    © Arquivos Rodchenko Stepanova, Moscou

    Varvara Stepanova
    Design para traje esportivo unissex, 1928
    © Mobile Design Museum

    Lazar Lissitzky
    Proun, 1925

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    FRETTE, Guido

    URQUIOLA, Patricia

    THONET, Michael

    BERLAGE, Hendrik Petrus

    DISMORR, Jessica

  • Retrofuturismo

  • Retrofuturismo

  • STICKLEY, Gustav

  • STICKLEY, Gustav

    Gustav Stickley

    Gustav Stickley (1858 - 1942)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Designer de Móveis

    "[Após entrar em contato com o Arts & Crafts] Senti que os móveis sem expressão, mal construídos e excessivamente ornamentados que eram despejados em quantidades enormes pelas fábricas eram não apenas um malefício em si mesmo, mas também que suas presenças nos lares das pessoas era uma influência que as afastava dos bons princípios que moldam homens honestos e bons cidadãos”.

    STICKLEY, Gustav. Apud TODD, Pamela. [2004]
    The Arts & Crafts Companion.
    Bath, Palazzo

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce em Osceola, Wisconsin, nos EUA.
    • 1875 - Muda-se com sua mãe e alguns irmãos para Brandt, na Pensilvânia, onde começa a trabalhar na fábrica de cadeiras de seu tio.
    • 1883 - Funda, com seus irmãos Albert e Charles, a Stickley Brothers Company em Susquehanna , Pensilvânia. Nesse mesmo ano, se casa com Eda Ann Simmons.
    • 1888 - A Stickley Brothers Company é dissolvida.
    • 1892 - É nomeado Diretor de Operações Manuais na New York State Prison em Auburn, permanecendo no cargo até 1894.
    • 1895 - Viaja para a Europa pela primeira vez, onde tem contato com os movimentos Arts & Crafts e Art Nouveau.
    • 1898 - Funda a Gustave Stickley Company em Eastwood, subúrbio de Syracuse, Nova York.
    • 1900 - Em parceria com Henry Wilkinson e, posteriormente, LaMont A. Warner, cria seu primeiro trabalho de Arts & Crafts, seguindo uma linha experimental denominada New Furniture.
    • 1901 - Lança a revista The Craftsman, de grande importância para o fortalecimento do Arts & Crafts americano.
    • 1903 - Muda o nome de sua empresa para The Craftsman Workshop, e seus produtos passam a ser comercializados com a marca “Craftsman”.
    • 1904 - Cria o Craftsman Home Builders' Club.
    • 1908 - Compra propriedade para estabelecer um colégio para meninos em Morris Plains, Nova Jersey. O local fica conhecido posteriormente como Craftsman Farms.
    • 1915 - Declara falência, com uma dívida de quase 250 mil dólares.
    • 1916 - A revista The Craftsman para de ser publicada.
    • 1942 - Morre aos 84 anos, em Syracuse, Nova York.

    OBRAS

    Gaveteiro em madeira, 1903.

    Estampa da marca das Oficinas Stickley.

    Poltrona, 1901.

    Mesa de chá da The Celandine, 1900.

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  • Suprematismo

  • Suprematismo

    Registro da exposição "0.10", 1915

    CRONOLOGIA

    • O su - particularmente o quadrado e o círculo

    OBRAS

    Kazimir Malevich
    Pintura suprematista de um avião em vôo, 1915

    Liubov Popova
    Construção, 1920

    Aleksandra Ekster
    Construção, c. 1922

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  • ROSSETTI, Dante Gabriel

  • ROSSETTI, Dante Gabriel

    Gabriel Charles Dante Rossetti

    Dante Gabriel Rossetti (1828 - 1882).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)
    • Poeta
    • Tradutor(a)

    Os Pré-Rafaelitas rejeitavam as regras do classicismo acadêmico e as convenções vitorianas da metade do século XIX; redescobriram os pintores primitivos medievais e advogavam uma reforma da arte com o objetivo de resgatar sua pureza original inspirando-se em pintores do Medievo e do início de um Renascimento que culminou com Rafael (em referência a quem se autodenominam). Rejeitavam as formas triunfantes e opulentas do classicismo quinhentista para resgatar a estética quatrocentista com perspectivas mais rigorosas. A Irmandade (Pre-Raphaelite Brotherhood) foi fundada em 1848, em Londres, pelos pintores William Holman Hunt e Everett Millais e pelo poeta e pintor Dante Gabriel Rossetti, entre outros. De suas composições emanam uma aura de emotividade e uma atmosfera nostálgica. Também se observam alegorias e um simbolismo que se aproxima muito da autocomplacência estética. Estilisticamente se caracterizavam por um desenho elegante e refinado valorizado por uma ampla gama cromática e uma intensa luminosidade”.

    TARABRA, Daniela. [2008]
    Saper vedere gli stili delle arti.
    Milano, Mondatori Arti, p. 308.

    CRONOLOGIA

    • 1828 - Nasce em Londres, Inglaterra.
    • 1841 - Entra para a Academia de Desenho de Henry Sass, onde fica por pouco tempo. Logo após entrando para a Academia Real.
    • 1848 - Deixa a Academia Real para estudar sob a tutela de Ford Madox Brown, de quem vira bom amigo. No mesmo ano, conhece William Holman Hunt e juntos de John Everett Millais, fundam a Irmandade Pré-Rafaelita.
    • 1850 - É lançada a primeira revista de sua irmandade, chamada 'The Germ', contendo um de seus poemas. No mesmo ano, expõe sua pintura intitulada "O Anúncio", que mostra uma jovem Virgem Maria. As duras críticas recebidas o fazem se retrair e, a partir de então, raramente expor suas obras.
    • 1855 - Após anos se dedicando a traduzir poesia italiana, tem sua primeira ilustração publicada. Chamada "As Damas de Elfen-Mere", acompanha um poema de William Allingham.
    • 1856 - É recrutado por William Morris e Edward Burne-Jones, muito inspirados por sua visão e design medieval, para contribuir na Revista de Oxford e Cambridge sobre arte e poesia.
    • 1861 - Se torna parceiro fundador na firma de artes decorativas Morris, Marshall, Faulkner e Co., contribuindo com designs de vitrais e objetos de decoração.
    • 1870 - Publica a coleção "Poemas por D.G. Rossetti" onde reune vários de seus trabalhos. Dentre eles, a sequência de sonetos chamada "A Casa da Vida", que conta o desenvolvimento físico e espiritual de um relacionamento. É tido como seu trabalho literário mais importante.
    • 1872 - A dura recepção dos críticos em relação a sua coleção de poemas o levam a ter um colapso mental e depressão profunda.
    • 1874 - É retirado da firma de artes decorativas por William Morris. Rossetti se afunda cada vez mais em seu vício em drogas e sua instabilidade mental piora.
    • 1881 - Lança um segundo volume chamado "Baladas e Sonetos" que inclui os sonetos finais da sequência "A Casa da Vida".
    • 1882 - Morre aos 53 anos em Kent, na Inglaterra.

    OBRAS

    Proserpine, 1874.

    Lady Lilith, 1868.

    Anunciação, 1850.

    A Visão de Fiammetta, 1878.

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    SAPPER, Richard

  • NEWBERY, Jessie W.

  • NEWBERY, Jessie W.

    Jessie Wylie Newbery

    Jessie Wylie Newbery (1864 - 1948)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer Gráfico
    • Designer Têxtil

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Paisley, na Escócia.
    • 1884 - Entra para a Escola de Arte de Glasgow, onde estuda por quatro anos.
    • 1889 - Casa-se com o pintor e diretor da Escola de Arte de Glasgow, Francis Newbery.
    • 1890 - Ganha uma medalha de bronze em um concurso em South Kensington por seu design Tempestas para um vitral.
    • 1893 - Exibe algumas de suas obras, dentre elas um cálice de prata e um prato de metal moldado, na Quarta Exposição da Sociedade de Arts & Crafts.
    • 1894 - Cria, junto a seu marido, o Departamento de Bordado na Escola de Arte de Glasgow e é apontada como chefe do mesmo. Seu talento, forte senso de design e incentivo pelo trabalho de seus alunos ajudam a elevar o status do bordado como uma forma de arte criativa.
    • 1900 - Seu departamento ganha notoriedade entre outas formas de arte e seus trabalhos e de seus alunos são regularmente expostos na revista britânica The Studio.
    • 1901 - Em uma avaliação da Exposição Internacional de Glasgow, seu trabalho é citado como sendo 'digno de estudo em virtude do bom design e acabamento excelente'.
    • 1902 - Tem suas obras e a de seus alunos exibidas na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin.
    • 1903 - Suas padronagens para roupas e bordados aparecem na influente revista alemã Moderne Stickereien. Lá se afirma que a 'Rosa de Glasgow', um dos mais notórios símbolos do Glasgow Style, foi criada e difundida por seus bordados, antes de ser amplamente utilizada por Charles Rennie Mackintosh.
    • 1907 - O Departamento de Educação Escocês autoriza a direção da Escola de Arte de Glasgow a certificar o curso de Costura e Bordado Artístico, elevando ainda mais o prestígio do Departamento de Bordado chefiado por Jessie Newbery.
    • 1908 - Aposenta-se do Departamento de Bordado por problemas de saúde, mas continua seu trabalho com bordado.
    • 1914 - Exibe seus trabalhos junto da Guilda Escocesa de Artes Manuais na Exposição de Artes Decorativas da Grã-Bretanha, no museu do Louvre, em Paris.
    • 1916 - Colabora com a organização e com a montagem da importante exposição 'Bordado e Costura Antiga e Moderna'.
    • 1948 - Morre aos 83 anos em Dorset, na Escócia.

    OBRAS

    Desenho para vestidos de crianças, ca 1902

    Abafador de bule bordado, ca 1900

    Capa bordada para almofada, ca 1900

    Colarinho e cinto bordados

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  • WATERHOUSE, Alfred

  • WATERHOUSE, Alfred

    Alfred Waterhouse

    Alfred Waterhouse (1830 - 1905).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis
    • Pintor(a)

    Em 1887, a revista Building News promoveu uma enquete para identificar o principal arquiteto britânico e Alfred Waterhouse recebeu 90 por cento dos votos. Posteriormente, um historiador sugeriu que Waterhouse ‘contribuiu mais do que quase qualquer outro indivíduo para estabelecer o padrão arquitetônico das cidades do final do século dezenove’. À época de sua morte em 1905, no entanto, sua abordagem da arquitetura tinha temporariamente saído de moda. Isso fica claro em seu obituário no periódico The Times . Lá, registra-se que ‘seria cabotinismo ignorar o fato de que entre a geração mais jovem de arquitetos, o trabalho do Sr. Waterhouse não é visto com bons olhos ou com simpatia’. Ressalva, contudo, o escritor que Waterhouse tinha sido ‘Um dos homens mais geniais e encantadores (...) de forma que até mesmo aqueles que não gostavam de sua arquitetura o adoravam’. Com a volta do prestígio da arquitetura vitoriana é possível, agora, apreciar tanto o arquiteto quanto sua obra.

    HALLIDAY, Stephen.[2012]
    Making the Metropolis: Creators of Victoria’s London.
    JMD Media.

    CRONOLOGIA

    • 1830 - Nasce em Aigburth, Liverpool, Inglaterra, filho de uma abastada família quacre. Seu pai era comerciante de algodão.
    • 1845 - Inicia seus estudos de arquitetura no prestigiado escritório de Richard Lane, em Manchester.
    • 1853 - Após várias viagens de estudo pela Europa, abre seu próprio escritório de arquitetura em Manchester.
    • 1859 - Projeta a Manchester Assize Courts em estilo Gótico Veneziano. O término da obra será em 1864.
    • 1865 - Abre, em Londres, seu próprio negócio – destinado a ser um dos mais destacados escritórios de arquitetura da Grã Bretanha pelos próximos 20 anos.
    • 1868 - Inicia a construção da sede da prefeitura de Manchester no estilo Neogótico. A obra levará dez anos para ser concluída.
    • 1873 - Começa – após revisar substancialmente o projeto de um concurso realizado em 1864 -, a construção do Museu de História Natural, em Londres. A obra será concluída em 1880.
    • 1884 - Conclui a Capela de Eaton, nas cercanias da vila de Eccleston, Cheshire, Inglaterra.
    • 1888 - Conclui a obra da sede da prefeitura de Rochdale, em Manchester, no estilo do Renascimento Gotico.
    • 1889 - Inicia o projeto do Lloyds Bank, em Cambridge. Concluído em 1891, a obra é realizada em estilo do Renascimento Holandês.
    • 1905 - Morre em Yattendon Court, perto de Reading, Inglaterra.

    OBRAS

    Manchester Town Hall, 1877.

    Mansão Easneye, 1868.

    Vitrais no Museum of Natural History, em Londres, 1880.

    Hall Central do Museum of Natural History em Londres.

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