
HOFFMANN, Josef Franz Maria
- Arquiteto
- Designer de Jóias
- Designer de Produto
- Designer Têxtil
- 1870 - Nasce em uma família de classe média na cidade de Pirnitz, Morávia (atual República Tcheca).
- 1887 - Vence a resistência do pai, que preferiria vê-lo advogado, e obtém permissão para estudar Arquitetura na Höhere Staatsgewerbeschule (espécie de escola técnica) de Brünn. Gradua-se na instituição no ano de 1891.
- 1892 - É admitido como aluno pela Akademie der bildenden Künste [Academia de Belas Artes de Viena], onde dá continuidade a seu treinamento. Frequenta as aulas de Karl von Hasenauer, expoente da arquitetura historicista, e Otto Wagner, que viria a ser um dos maiores influenciadores de sua obra.
- 1895 - Funda — com Koloman Moser, Joseph Maria Olbrich e Carl Otto Czeschka, entre outros — o Siebner Club [Clube dos Sete], embrião do que viria a ser a Secessão Vienense. Seus membros reuniam-se para discutir tendências na arquitetura e na arte. No mesmo ano, o projeto de graduação de Hoffmann vence o Grand Prix, o que lhe possibilita permanecer por um período na Itália.
- 1897 - Tendo retornado ao Império Austro-Húngaro, ingressa na firma arquitetônica de Otto Wagner e funda, em parceria com outros artistas, a Secessão de Viena. Figura central dentro do grupo, participa ativamente da publicação Ver Sacrum e como designer de exposições. Casa-se no ano seguinte com Anna Hladik, com quem teria um filho, Wolfgang.
- 1899 - Aos 29 anos, assume como professor na Kunstgewerbeschule [Escola de Artes Aplicadas] de Viena. Até sua aposentadoria, em 1936, lecionaria nos departamentos de Arquitetura, Trabalhos em Metal, Esmaltaria e Artes Aplicadas.
- 1900 - Tem lugar a Exposição Universal de Paris, para a qual Hoffmann projetara as salas da Kunstgewerbeschule e da Secessão Vienense. No mesmo ano viaja para o Reino Unido, onde conhece Charles Rennie Mackintosh e visita a guilda de Charles Ashbee. A importância desse contato direto com o Arts & Crafts se faria evidente na Wiener Werkstätte, estabelecida três anos depois.
- 1903 - Fundação da Wiener Werkstätte, uma associação de caráter colaborativo entre artistas e artesãos. Financiada por Fritz Waerndorfer, e tendo por co-diretores artísticos Hoffmann e Koloman Moser, a empreitada tinha por objetivo conferir às artes decorativas o mesmo prestígio de que tradicionalmente gozavam as belas artes. O conceito da oficina prospera e expande-se com a fundação posterior da Deutscher Werkbund (1907) e da Österreichischer Werkbund (1912).
- 1905 - Josef Hoffmann abandona a Secessão de Viena. Recém-inaugurado o edifício que projetara para abrigar o Sanatório Purkersdorf (1904), recebe a encomenda de um design para o Palais Stoclet, em Bruxelas, um dos marcos de sua carreira arquitetônica. Outros trabalhos importantes viriam a ser o interior da casa de shows avant-garde Cabaré Fledermaus (1907); a Casa Hochstetter (1907); a Villa Ast (1911); e a Villa Skywa-Primavesi (1916).
- 1920 - Interessa-se especialmente pela construção de habitações populares, em meio à severa crise habitacional que se seguiu à Primeira Guerra Mundial. O maior desses projetos habitacionais, na Laxenburger Strasse, 94, seria inaugurado no ano de 1932.
- 1932 - Debilitada após a Primeira Guerra e a Grande Depressão de 1929 — especialmente devastadora para Alemanha e Áustria —, a Wiener Werkstätte encerra suas atividades.
- 1936 - Torna-se professor emérito na Akademie der bildenden Künste. No anos seguintes, participa da Exposição Internacional de Paris (1937) e projeta novos interiores para o Hotel Imperial em Viena. Depois da incorporação forçada da Áustria pela Alemanha Nazista, fica encarregado de adaptar a antiga Embaixada Alemã para uso como quartel general.
- 1945 - Encerrada a Segunda Guerra Mundial, Hoffman volta a integrar a Secessão de Viena e atua como presidente da instituição por dois anos. Entre 1949 e 1953, projeta três complexos habitacionais de grandes dimensões, a serem alocados em Viena.
- 1956 - Morre em seu apartamento em Viena, aos 85 anos.

POPOVA, Liubov

DE FEURE, Georges
- Decorador(a)
- Designer
- Entalhador(a)
- Litogravurista
- Pintor(a)
- 1868 - Nasce em Paris, na França.
- 1870 - Georges e sua família partem da França devido a Guerra Franco Prussiana.
- 1886 - Ingressa na Royal Academy of Visual Arts, em Amsterdam.
- 1890 - Retorna a Paris, onde torna-se pupilo de Jules Chéret e produz cartazes para Salon Des Cent, Loie Fuller e Thermes Liegois.
- 1893 - Continua a produção cartazes sob encomenda. No mesmo ano, expõe suas pinturas no Salon de la Rose Croix.
- 1894 - É realizada exposição individual de seus trabalhos (dentre eles pinturas, cartazes, cerâmicas e móveis) na Société Nationale des Beaux-Arts, o que lhe traz notoriedade.
- 1900 - Projeta o pavilhão da galeria de Siegfried Bing na Exposition Universelle de Paris, onde participa exibindo seus trabalhos. Uni-se à galeria L'Art Nouveau, e se torna chefe do Departamento de Design, nos anos seguintes.
- 1901 - É nomeado Chevalier de la Légion d'honneur por sua contribuição para as Artes Decorativas.
- 1912 - Muda-se para a Inglaterra, onde trabalha com Teatro, projetando cenários e figurinos com aproximação ao Art Decó.
- 1924 - Projeta todos os móveis da casa de Madeleine Vionnet, em Paris.
- 1925 - Projeta o pavilhão de Roubaix et Tourcoing na Exposition Internationale de Arts Décoratifs et Industriels Modernes.
- 1928 - É nomeado professor na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris.
- 1943 - Morre, aos 75 anos, em Paris na França.

SOTTSASS, Ettore
- 1917 - Nasce em Innsbruck, na Áustria. Seu pai, Ettore Sottsass Senior, era arquiteto.
- 1930 - Forma-se em arquitetura pelo Instituto Politécnico de Turim, Itália.
- 1936 - Viaja para Paris, onde vê pinturas de Picasso, Matisse, Braque e Kandinsky. Esses artistas tornariam-se sua principal referência quanto ao uso da cor.
- 1945 - Muda-se para Milão, onde abre um estúdio próprio de arquitetura e design.
- 1956 - Trabalha por um curto período de tempo para o estúdio de George Nelson, em Nova York.
- 1957 - É contratado como consultor de design pela Olivetti. A parceria entre a firma italiana e Sottsass é bem sucedida: dois anos mais tarde, o projeto do designer para a Elea 9003 conquistaria o prestigioso prêmio Compasso d'Oro, estabelecendo sua reputação internacionalmente. Pouco depois, aceita a posição de diretor de arte na companhia italiana de móveis Poltronova.
- 1961 - Faz uma viagem à Índia que o impacta profundamente, inspirando o design de cerâmicas que incorporassem valores culturais e filosofias asiáticas. Idealiza as Ceramiche delle tenebre (Cerâmicas da escuridão) e, logo depois, a série de cem pratos chamada Oferendas a Shiva.
- 1968 - Produz, por intermédio da Poltronova, os armários laminados Superboxes — desdobramento do contato de Sottsass com a arte Pop e Minimalista em meados da década de 1960.
- 1970 - Ganha o prêmio Compasso D'Oro novamente, dessa vez pelo design da máquina de escrever portátil Valentine.
- 1973 - Co-funda a Global Tools, concebida como uma "alter-escola de arquitetura e design".
- 1978 - Sua relação com a Olivetti e a Poltronova esfria e Sottsass passa a participar mais ativamente dos movimentos Antidesign e Arquitetura Radical. No ano seguinte, junta-se ao estúdio de antidesign Studio Alchymia. No entanto, logo se desentende com o fundador Alessandro Guerriero.
- 1980 - Estabelece uma firma própria, a Sottsass Associati. Junto aos sócios Aldo Cibic, Marco Zanini, Marco Marabelli e Matteo Thun, desenvolve projetos de produto, interiores e gráficos. O grupo Memphis surge no mesmo ano, voltado para artigos produzidos em massa.
- 1981 - Tem lugar a primeira exposição do grupo Memphis. Seu sucesso estrondoso garante o sucesso comercial do grupo e faz de Sottsass uma figura icônica.
- 1985 - Sottsass deixa o Memphis no auge de sua popularidade e volta a trabalhar em designs de edição limitada. Dos anos 1990 em diante, Sottsass, decepcionado com a sociedade de consumo, limita seu trabalho como designer a algumas poucas obras para galerias de arte, dedicando a maior parte de seu tempo à arquitetura.
- 2007 - Morre em Milão, aos 90 anos.

MARI, Enzo
- Designer
- Designer de Móveis
- Escritor
- Ilustrador
- professor
- Teórica(o)
- 1932 - Nasce em Novara, Piemonte, Itália, no dia 27 de abril.
- 1952 - Ingressa na Academia di Brera, formando-se em Artes e Letras, com especialização em Psicologia da Percepção Visual.
- 1957 - Interessa-se pelo Desenho Industrial e torna-se um autodidata, comercializando seu primeiro projeto à fábrica de móveis milanesa Danese.
- 1963 - Torna-se coordenador do Gruppo Nuova Tendenza, que reúne artistas que trabalham com Arte Cinética [Op Art].
- 1963 - No mesmo ano inicia uma carreira docente, ministrando cursos na Società Umanitaria di Milano. Segue a carreira de professor, em diversas instituições de prestígio, até o ano 2000.
- 1967 - É laureado com o Compasso d'Oro, prêmio conferido desde 1964 pela Associazione per il Disegno Industriale, (ADI), por suas contribuição teórica às pesquisas em design.
- 1967 - Ainda em 1967 inicia uma colaboração duradoura com a Ceramiche Gabbianelli. Sua Serie Elementare entrou em produção no ano seguinte.
- 1970 - Publica, pelas Edizioni di Comunità, de Milão, o livro Funzione della Ricerca Estetica.
- 1972 - Participa da exposição do MOMA Italy: The New Domestic Landscape. Apresenta, aí, seu vaso Pago Pago (projetado em 1969) que pode ser usado em pé ou de cabeça pra baixo (tendo seu aspecto estético alterado em função dessa escolha). A ideia é demonstrar a necessidade da flexibilidade dos produtos de design.
- 1976 - Nomeado presidente da Associazione per il Disegno Industriale (ADI), função que ocupará por quatro anos.
- 2000 - Recebe, da Royal Society of Arts, inglesa, o prêmio Royal Designers for Industry.
- 2001 - Publica, pela Editora Bollati Boringhieri, o livro Progetto e Passione.
- 2002 - É homenageado com uma Laurea Honoris Causa em Desenho Industrial pela Facoltà di Architettura del Politecnico di Milano.
- 2008 - Publica, pela Rizzoli, o livro Lezioni di Disegno. No mesmo ano, recebe seu quinto Compasso d'Oro.
- 2020 - No dia 19 de outubro morre, aos 88 anos, em Milão, em virtude de complicações decorrentes da infecção com a COVID-19.

Futurismo

LALIQUE, René
- Designer de Jóias
- Designer de Móveis
- Designer de Vidros
- Escultor(a)
- Pintor(a)
- 1860 - Nasce em Aÿ-en-Champagne, Marne, na França.
- 1872 - Ingressa na College Turgot e começa a estudar desenho com o professor Justin-Marie Lequin.
- 1876 - Começa a trabalhar como aprendiz do artesão e joalheiro Louis Aucoc.
- 1878 - Ingressa na Sydenham Art College, em Londres, onde estuda até 1880.
- 1882 - Começa a trabalhar como designer independente para grandes joalherias de Paris, como Jacta, Cartier e Boucheron.
- 1885 - Assume a direção da oficina do joalheiro Jules Destape, na Place Gaillon, Paris.
- 1890 - Já reconhecido como um dos designers de joias Art Nouveau mais importantes da França, é chamado para criar peças para La Maison de l'Art Nouveau, de Samuel Bing, em Paris.
- 1900 - Apresenta suas obras na Exposition Universelle de Paris, onde faz sucesso com suas joias.
- 1902 - Projeta figurino a ser usado pela atriz Sarah Bernhardt na peça Théodora. A atriz era uma de suas clientes mais famosas.
- 1905 - Abre uma loja na Place Vendôme, em Paris, onde exibe não só suas joias, mas também seus trabalhos em vidro.
- 1910 - Projeta o frasco para o perfume Ambre Antique de Fraçois Coty.
- 1920 - Depois de longos anos projetando peças no estilo Art Nouveau, Lalique começa a explorar mais o estilo Art Déco em seus trabalhos.
- 1929 - Lalique é chamado para fazer a decoração dos vagões do Côte d’Azur Pullman Express.
- 1935 - É chamado para colaborar no design de interior da grande sala de jantar da primeira classe do navio de luxo Normandie, projetando as colunas de iluminação e lustres para o ambiente. Nesse mesmo ano ele abre a loja Lalique, na Rue Royale, em Paris.
- 1945 - Morre, aos 85 anos, em Paris, na França.

DAUM, Irmãos
- Designer de Vidros
- Empresária(o)
- 1853 - Nasce Auguste Daum, em Bitche, na França.
- 1864 - Nasce Antonin Daum, em Bitche, na França.
- 1878 - Jean Daum, pai dos Irmãos Daum, compra a Verrerie de Sainte Catherine, fábrica de vidros, em Nancy.
- 1885 - Com a morte do pai, Auguste abandona a carreira de Direito e assume o controle da empresa.
- 1887 - Antonin se forma na École Centrale de Paris, e no mesmo ano começa a trabalhar na fábrica de vidros da família.
- 1891 - Auguste confia a seu irmão Antonin o departamento de arte da empresa, oferecendo a ele todos os recursos para aprimorar o trabalho e seguir os passos de sucesso de Émile Gallé na confecção de vidros.
- 1895 - Participam da Expostion de Bordeaux e da Exposition de Bruxelles, nas quais são premiados.
- 1897 - É criada uma escola de desenho dentro da Maison Daum onde são formados os decoradores e entalhadores da empresa.
- 1900 - São premiados com o Grand Prix, na Exposition Universelle de Paris.
- 1901 - Antonin torna-se um dos vice-presidentes da École de Nancy.
- 1904 - Auguste torna-se presidente do Tribunal do Comércio de Nancy.
- 1906 - Os Irmãos Daum reavivam a técnica de pâte de verre; um antigo método egípcio de fundição de vidro, aplicando-a na fabricação de parte de suas peças.
- 1909 - Morre Auguste Daum, em Nancy, na França.
- 1918 - Antonin adapta a companhia aos novos modos de produção, conservando suas qualidades, técnicas e orientações estéticas.
- 1930 - Morre Antonin Daum, em Nancy, na França.

MORRIS, Talwin
- Designer de Móveis
- Designer Gráfico
- 1865 - Nasce em Winchester, na Inglaterra.
- 1880 - Começa a trabalhar como aprendiz no estúdio de Arquitetura de seu tio, Joseph Morris, em Reading, onde permanece por cinco anos. Durante esse tempo, desenvolve seu interesse pelo design de móveis e interiores.
- 1885 - Ganha um prêmio da Sociedade de Arqueologia e Arquitetura de Berkshire. Após o término de seu aprendizado, muda-se para Londres onde começa a trabalhar com o arquiteto James Martin Brooks.
- 1891 - Assume o posto de sub-editor de arte na revista semanal Black and White, da editora Cassell, contribuindo com ilustrações e letras capitulares.
- 1893 - Muda-se para Glasgow, na Escócia, para atuar como Diretor de Arte na prestigiada editora Blackie and Son, onde trabalha com o design de capas de livros e também conhece e torna-se amigo de artistas e designers da Escola de Arte de Glasgow.
- 1896 - Exibe três de seus designs de capa para os livros The Universe, English Essays e Daddy Samuel's Darling, na Quinta Exposição da Sociedade de Arts & Crafts. Morris torna-se, então, uma figura influente no design de livros por seu estilo moderno e próximo do Art Nouveau.
- 1900 - Junta-se ao arquiteto e designer Charles Rennie Mackintosh e outros artistas para expor seus trabalhos na Oitava Exposição da Secessão Vienense. No entanto, suas obras são postas e uma sala distante da dos artistas de Glasgow.
- 1902 - Com habilidades também nas áreas do design de jóias de metal e de móveis, exibe seu trabalho na exposição de artes britânicas no Museu de Artes Aplicadas em Budapeste. No mesmo ano, seu trabalho é escolhido junto aos de outros artistas, para ser exposto na Primeira Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna em Turin.
- 1906 - Cria uma capa para a influente revista alemã Dekorative Kunst.
- 1909 - Devido a problemas de saúde, Morris aposenta-se de seu trabalho na Blackie and Son.
- 1911 - Morre aos 45 anos em Bowling, na Escócia.

Construtivismo

CHÉRET, Jules
- Cartazista
- Designer de Interiores
- Ilustrador(a)
- Litogravurista
- Pintor(a)
- 1836 - Nasce em Paris, França.
- 1849 - Começa a trabalhar como aprendiz de litógrafo.
- 1852 - Seu interesse por Pintura faz com que ingresse na École Nationale de Dessin.
- 1858 - Produz seu primeiro cartaz colorido, para a ópera Orphée aux Enfers de Jacques Offenbach.
- 1859 - Viaja para Londres, onde continua trabalhando como litógrafo na editora de Cramer, produzindo capas de livros e desenhando para The Maple Furniture Company.
- 1866 - Retorna a Paris para abrir uma oficina litográfica, recebendo o apoio de Eugene Rimmel, com quem trabalhou pouco tempo antes.
- 1869 - Introduz um novo sistema de impressão em Paris, a partir de três pedras; o que o torna pioneiro na criação de cartazes publicitários para empresas de bebidas, cosméticos e companhias ferroviárias.
- 1889 - É realizada a primeira exposição individual de seus cartazes, no teatro de La Potinière, em Paris. No mesmo ano, recebe medalha de ouro na Exposition Universelle.
- 1890 - É condecorado pelo governo francês com a Légion d'honneur por sua contribuição para as Artes Gráficas.
- 1895 - Cria a coleção Chéret Maîtres de l'Affiche, uma publicação de arte com reproduções (em tamanho menor) dos melhores trabalhos de noventa e sete artistas parisienses, entre eles Eugène Grasset e Dudly Hardy.
- 1912 - É realizada exibição em retrospectiva de sua obra no Museu do Louvre.
- 1928 - O governo francês inaugura em Nice o Musée des Beaux-Arts Jules Chéret, também conhecido como Musée Chéret.
- 1932 - Morre, aos 96 anos, em Nice.
RICHARDSON, Henry Hobson
VAN ERP, Dirk

KLINGER, Julius
- Autor(a)
- Designer Gráfico
- Ilustrador(a)
- Pintor(a)
- Tipógrafa(o)
- 1876 - Nasce em Dornbach, próximo a Viena, na Austria.
- 1895 - Consegue seu primeiro emprego como ilustrador para a revista de moda Wiener Mode em Viena, onde conhece Kolomon Moser, que se torna seu mentor e incentiva sua carreira artística.
- 1896 - Vai para Munique aonde trabalha como ilustrador para as revistasJugend e Meggendorfer Blätter.
- 1897 - Se muda para Berlim e abre um estúdio de design gráfico com Albert Knab. Começa então sua carreira como designer na qual trabalha para muitas revistas durante anos e torna-se notório pela criação de posteres.
- 1901 - Lança seus livros “Das Weib im modernen Ornament”, sobre ornamentos, e “Die Grotesklinie und ihre Spiegelvariationen im modernen Ornament und in der Dekorationsmalerei”, que revela suas visões sobre as obras do Jugendstil da época.
- 1905 - Estabelece um contrato oficial com a gráfica Hollerbaum & Schmidt, entrando para seu time de artistas. Seu trabalho rapidamente ganha popularidade.
- 1910 - Torna-se um dos artistas de poster mais reconhecidos, e a demanda de seu trabalho é alta. Em Setembro do mesmo ano, começa a lecionar para a recém-fundada Escola Técnica Superior de Artes Decorativas.
- 1912 - Torna-se o diretor das aulas decorativas.
- 1915 - É recrutado forçadamente pelo exército austríaco.
- 1919 - Cria inúmeros pôsteres e propagandas para a campanha publicitária da empresa de papeis de cigarro Tabu.
- 1925 - Publica um ensaio crítico, chamado Das Chaos der Künste, polemizando a cerca de sua visão da “transfiguração da propaganda como uma ‘alta’ arte e da dissolução da publicidade servindo apenas ao consignatário” e rejeitando a ornamentação por si só.
- 1928 - Viaja para os Estados Unidos onde trabalha brevemente para a General Motors, mas retorna para Viena no ano seguinte, decepcionado.
- 1930 - Leciona na Kunstgewerbe- und Handwerkerschule em Magdeburg por um ano, sob indicação de seu amigo Wilhelm Deffke.
- 1942 - É deportado com sua esposa para Minsk, na Bielorussia, aonde os dois são mortos.

MALEVICH, Kazimir

ITTEN, Johannes
- 1888 - Nasce em Wachseldorn, na Suíça.
- 1904 - Começa a desenhar e pintar.
- 1908 - Passa a dar aulas de acordo com o conceito de "Jardim de Infância", de Friedrich Fröbel, e começa a aprender sobre psicanálise.
- 1909 - Enquanto isso, dá início aos estudos na École des Beaux-Arts de Genebra, mas em seguida muda-se para Berna— onde estuda na Bern-Hofwil Teachers' Academy.Lá ele estuda com Ernst Schneider, uma figura importante e inspiradora para o seu futuro como professor na Bauhaus.
- 1910 - Descobre em Paris os trabalhos de Picasso e Cézanne, aproximando-se do Cubismo.
- 1913 - Retorna aos estudos em Estugarda, na Alemanha, onde foi aluno de Adolf Hölzel.
- 1919 - Torna-se professor da Bauhaus, à convite de Walter Gropius.
- 1923 - É demitido por Gropius devido às suas divergências didáticas. Tendo em vista tal situação, muda-se para Suíça, onde abre uma escola que passa a ser frequentada por alunos que frequentavam a Bauhaus.
- 1926 - Funda uma nova escola em Berlim, e após torna-se diretor de uma nova escola profissionalizante em Krefeld, na Alemanha.
- 1938 - Retorna à Zurique, onde torna-se diretor da Escola de Artes Aplicadas— a Kunstgewerbeschule.
- 1943 - Dirige a Textilfachschule, uma escola têxtil em Zurique
- 1952 - Torna-se diretor do Museu Rietberg, também em Zurique.
- 1953 - Dá aula para os primeiros 21 alunos da Escola de Ulm.
- 1954 - Decide dedicar-se inteiramente à pintura e escrita de uma de suas obras mais célebres, L'art de la couleur, publicado em 1961.
- 1967 - Morre em Zurique, na Suíça.

WAGNER, Otto
- 1841 - Nasce em Penzing.
- 1857 - Começa os estudos de Arquitetura aos 16 anos, no Instituto Politécnico de Viena.
- 1860 - Ao terminar os estudos em Viena, vai a Berlim para estudar na Academia Real de Arquitetura, a Bauakademie. Lá ele é orientado por Carl Ferdinand Busse, um classicista, e retorna no ano seguinte para estudar na Academia de Belas Artes de Viena, tornando-se logo após um dos arquitetos da firma de Ludwig von Föster. Assim, descrevia seu estilo como "um tipo de Renascença livre".
- 1868 - Seu projeto para a Sinagoga Ortodoxa na Rumbach Street, em Budapeste, é selecionado em uma competição.
- 1874 - Começa a construir muitos edifícios em Viena.
- 1880 - Passa também a, além de construir, financiar seus projetos. Dois anos depois, por exemplo, projeta um prédio luxuoso em Viena- próximo ao parlamento- unindo beleza e função dentro dele.
- 1886 - Constroi a primeira Villa Wagner, projeto de uma casa de campo que fez para si, contendo detalhes inspirados no neoclássico inspirados por Palladio
- 1894 - É nomeado como o conselheiro artístico do sistema do novo sistema de transporte de Viena, Stadtbahn, projetando pontes, viadutos e estações. Por causa da demanda, contrata mais setenta artistas e designers para ajudarem nos projetos, incluindo Joseph Maria Olbrich e Josef Hoffmann.
- 1897 - Se associa à Secessão Vienense.
- 1899 - Termina de construir seu projeto da estação Karlsplatz.
- 1905 - Deixa a Secessão, publica novas edições do seu livro Modern Architecture e de mais três volumes: Sketches, Projects, Constructions.
- 1910 - Torna-se Vice-Reitor da Academia de Belas Artes de Viena.
- 1912 - Propõe a construção de um Museu Municipal em Viena para homenagear Franz-Joseph, imperador da Áustria. Entretanto, seu projeto foi interrompido por causa da 1ª Guerra Mundial, em 1914.
- 1916 - Após vender sua primeira casa de campo em 1911, acaba vendendo a segunda, que havia sido construída em 1912 para sua esposa.
- 1918 - Morre em Viena.

Paris, Belle Époque

JONES, Owen
- 1809 - Nasce em Londres, Inglaterra.
- 1825 - Começa a estagiar para o arquiteto Lewis Vulliamy.
- 1829 - Começa seus estudos em arquitetura na Academia Real.
- 1832 - Após se formar na Academia Real, embarca em seu Grande Tour para estudar a policromia na antiga arquitetura grega. Passa pela Itália, Grécia, Egito, Turquia e finalmente chega à Espanha acompanhado de Jules Goury, onde juntos estudam a decoração islâmica de Alhambra.
- 1836 - Começa a publicar o fruto de seus estudos chamado Plans, Elevations, Sections and Details of the Alhambra, dividido em 12 partes. Leva quase dez anos para lançar todas.
- 1851 - É encarregado da decoração e disposição das obras e exibições na Grande Exposição de 1851.
- 1854 - Fica responsável, justamente de Matthew Digby Wyatt, pela decoração e organização do Palácio de Cristal em Sydenham, onde criam uma série de Quadras de Belas Artes que levariam os visitantes em uma jornada através da história do design e da ornamentação
- 1856 - Publica sua mais famosa obra, o livro A Gramática do Ornamento.
- 1864 - Por seus conhecimentos de arte moura e árabe, é contratado para desenhar os interiores do palácio do Vice-rei do Egito, Ismail Pasha, no Cairo, no que Jones descreve como "O maior triunfo de sua vida".
- 1874 - Morre aos 65 anos, em Londres, Inglaterra.

ANTIDESIGN
- 1961 - 1980

MACDONALD, Frances
- 1873 - Nasce em Staffordshire, na Inglaterra.
- 1891 - Entra para as aulas de pintura na Escola de Arte de Glasgow junto de sua irmã, Margaret. É lá onde conhecem o arquiteto Charles Rennie Mackintosh e o artista Herbert MacNair, juntas dos quais formam o grupo "The Four" da Escola de Glasgow.
- 1894 - Participa da primeira exposição das obras do grupo. Seu estilo de vanguarda chama a atenção do público e traz notoriedade ao "The Four", mas suas obras são ridicularizadas por seu estilo ‘fantasmagórico’, rendendo-lhes a alcunha de ”Spook School”. No mesmo ano, abre com sua irmã um estúdio de design onde trabalham com diversas formas de arte.
- 1895 - Tem duas de suas pinturas e duas de sua irmã publicadas no livro Yellow Book de Aubrey Beardsley.
- 1899 - Casa-se com Herbert MacNair e, juntos, mudam-se para Liverpool. O casal passa a trabalhar em conjunto produzindo aquarelas e realizando design de interiores.
- 1902 - Exibe uma sala de escrita para mulheres na Primeira Exposição Internacional de Arte Moderna Decorativa em Turin, junto de seu marido. Logo após, Frances começa a lecionar arte e a trabalhar com jóias, peças esmaltadas e tecidos.
- 1905 - A Escola de Arquitetura e Arte Aplicada, onde Herbert MacNair leciona, é fechada, iniciando um processo de declínio na carreira do casal.
- 1909 - Com os negócios da família indo de mal a pior, retorna para Glasgow com seu marido após perderem a maior parte de seu dinheiro.
- 1921 - Morre aos 48 anos em Glasgow, na Escócia.

ASHBEE, Charles Robert
- Arquiteta(o)
- Designer de Jóias
- Designer de Móveis
- 1863 - Nasce na vila de Isleworth, Inglaterra.
- 1883 - Passa 3 anos estudando no King's College, em Cambrige, sob a orientação do arquiteto George Frederick Bodley.
- 1888 - Funda a Guild and School of Handicraft no Toynbee Hall, em Londres.
- 1890 - A escola, isto é, a Guild and School of Handicraft muda-se para a Essex House em Mile End, Londres.
- 1898 - Traduz e publica o trabalho de Benvenuto Cellini; um clássico que descreve técnicas de ouriversaria e escultura.
- 1902 - A escola é forçada a mudar-se de novo, desta vez para Chipping Camden, onde mais tarde funcionará a School of Arts & Crafts (1904-1914).
- 1907 - É publicado um catálogo contendo seus trabalhos em prata e de joalheria a preços extremamente baratos.
- 1909 - Publica Modern English Silverwork, sob a influência do estilo dos produtos de Arthur Liberty e da Secessão Vienense.
- 1918 - É apontado conselheiro cívico do Mandato Britânico da Palestina, supervisionando construções e proteção de sítios históricos e monumentos como presidente da Sociedade Pró-Jerusalém.
- 1942 - Morre, aos 79 anos, em Sevenoaks, Kent, Inglaterra.

GRÜBER, Jacques
- Artista Plástico
- Ceramista
- Designer de Móveis
- Vitralista
- 1870 - Nasce em Sundhouse, Alsácia, na França.
- 1889 - Estuda na École des Arts Décoratifs e depois na École des Beaux-Arts, onde frequenta o atelier do pintor Gustave Moreau.
- 1893 - Vai para Nancy, onde começa a trabalhar como artista-decorador na fábrica dos Irmãos Daum.
- 1894 - Começa a dar aulas de composição decorativa na École des Beaux-Arts de Nancy, permanecendo até 1913.
- 1897 - Monta seu próprio atelier e começa a se especializar em trabalhos com vidro e vitral.
- 1901 - Grüber é um dos co-fundadores da École de Nancy.
- 1902 - É construída a Villa Majorelle, para a qual Grüber desenha diversos vitrais.
- 1904 - É construído o Aquário da École de Nancy, para o qual Grüber projeta os vitrais.
- 1909 - É terminada a construção da Chambre de commerce et d'industrie de Meurthe-et-Moselle, em Nancy, com vitrais desenhados por Jacques Grüber.
- 1912 - Projeta a imponente cúpula da Galeries Lafayette, no Boulevard Haussmann, em Paris, considerada um símbolo da arquitetura Art Nouveau.
- 1914 - Abre um atelier em Paris, e começa a trabalhar com o estilo Art Déco.
- 1925 - Projeta os vitrais do pavilhão de Nancy na Exposition des arts décoratifs de Paris.
- 1936 - Morre aos 66 anos em Paris, na França.

GALLÉ, Émile
- 1846 - Nasce em Nancy, na França.
- 1862 - Estuda Botânica na Université de Nancy.
- 1865 - Estuda Filosofia e Mineralogia em Weimar e no atelier FüR Architektur und Kunstgewerbe, até 1866.
- 1866 - Torna-se aprendiz de vitraleiro na Burgun und Schverer, em Meisenthal, na Alemanha.
- 1877 - Assume a diretoria da empresa de sua família.
- 1878 - Expõe seus trabalhos pela primeira vez na Exposition Universelle de Paris, e é premiado com quatro medalhas de ouro.
- 1884 - Expõe cerca de 300 peças em vidro, de grande diversidade artística, na Union Centrale des Arts Décoratifs, em Paris.
- 1885 - Estuda arte oriental e técnicas de pintura com seu colega e artista botânico japonês, Hokkai [Tokuso] Takashima.
- 1889 - É premiado novamente na Exposition Universelle por seus móveis e peças de vidro e cerâmica.
- 1900 - É nomeado Comandante da Légion d'Honneur.
- 1901 - Funda a École de Nancy, também conhecida como Alliance Provinciale des Industries d’Art.
- 1904 - Morre em Nancy, aos 58 anos, vítima de leucemia.

PROUVÉ, Victor
- Desenhista
- Pintor(a)
- 1858 - Nasce em Nancy, na França.
- 1873 - Ingressa na École de Dessin de Nancy, onde estuda até 1877.
- 1877 - Estuda na École des Beaux-Arts de Paris, no atelier de Cabanel, até 1882.
- 1888 - Faz uma viagem à Tunísia, acontecimento que influencia a estética, a luz e as cores de suas pinturas.
- 1889 - Apresenta diversos trabalhos na Exposition Universelle de Paris.
- 1891 - Começa a pintar os doze medalhões para o Hôtel de Ville de Nancy, cada um simbolizando um mês do ano.
- 1893 - Participa da Exposition de la Société Nationale des Beaux-Arts, em Paris, onde revoluciona a encadernação ao lado de Camille Martin e René Wiener, apresentando trabalhos que combinam técnicas antigas e modernas, como o mosaico de couro e a pirografia.
- 1896 - É inaugurado o Monument Carnot, com duas esculturas de Prouvé.
- 1902 - É construída a Maison du Peuple, com esculturas feitas por Victor Prouvé.
- 1903 - Desenha o cartaz para a primeira Exposition d’Art Décoratif Lorrain, no Pavillon de Marsan, em Paris.
- 1904 - Torna-se o segundo presidente da École de Nancy, após a morte de Émile Gallé.
- 1919 - É nomeado diretor da École des Beaux-Arts de Nancy, permanecendo no cargo até 1940.
- 1925 - Participa da Exposition des Arts décoratifs et appliqués, em Paris.
- 1937 - É condecorado com a Légion d’Honneur.
- 1943 - Morre aos 84 anos, em Setif, na Argélia.
HOFFMANN, Josef Franz Maria
Josef Hoffmann (1870 - 1956)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
É difícil para mim escrever sobre Josef Hoffmann, posto que me oponho em absoluto à direção que vem sendo tomada hoje pelos artistas mais jovens, e não apenas em Viena. A tradição para mim é tudo – a imaginação sem freio fica em segundo lugar. Aqui [no entanto] temos um artista dono de uma imaginação grandiosa, capaz de atacar as antigas tradições, e até mesmo eu sou forçado a admitir que com êxito.
Adolph Loos, 1898
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Mansão Stoclet, 1911
© Ministere de la Region de Bruxelles-Capitale
Mansão Stoclet (interior), 1911
Sanatório Purkersdorf, 1904
Stitzmachine (Confeccionada para o Sanatório Purkersdorf), c. 1905
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Pós-Modernismo
POPOVA, Liubov
Lyubov Popova
REFERÊNCIAS DO CURSO
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Linhas de Força Espacial
Arquitetura Pictórica, 1918
Construção de Força Espacial, c. 1921
Padronagens têxteis, c. 1923
© Tretyakov Gallery
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DE FEURE, Georges
Georges de Feure
Georges de Feure (1868 - 1943)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
"If the word 'feminine' can be used at all about applied art, then it can aptly be used to describe the work of Georges de Feure. Not only does he place his slender graceful female forms on posters and screens, and anywhere else he can put them, but his neat objects are designed so gracefully and so airly as though they were all intended for a female hand."
MADSEN, Stephan Tschudi. [2007]
The Art Nouveau Style.
Nova Iorque, Dover
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Cristaleira, 1900.
The Voice of Evil, 1895
Móveis de sala.
Sofá, 1900
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FRUTIGER, Adrian
GAUDIER-BRZESKA, Henri
Introdução à História da Arte
SOTTSASS, Ettore
Ettore Sottsass Junior
Ettore Sottsass alcançou a fama internacional no início dos anos 1980 como fundador do Memphis, a irreverente firma de design que havia maravilhado o mundo com seu mobiliário, luminárias, cerâmicas e vidraria de formas pouco convencionais e cores exuberantes. (...) Ele era também o crítico mais ferrenho do mundo do design convencional, tirando sarro do formalismo sóbrio do Modernismo, criticando a austeridade puritana do Estilo Internacional e até mesmo questionando o próprio ato de produzir objetos. As teorias de Sottsass acerca do potencial do Design para invocar emoções primitivas e comunicar significado vêm influenciando gerações de designers. "Uma mesa pode precisar de quatro pernas para funcionar", ele disse certa vez, "mas ninguém vai me convencer de que as quatro pernas têm que ser iguais."
LABACO, Ronald T. [2006]
Ettore Sottsass: Redefining Modernity
Modernism Magazine, Vol. 9 No. 1. pp. 68-80
CRONOLOGIA
OBRAS
Máquina de escrever portátil Valentine, 1969
© Smithsonian Design Museum
Luminária Taiti, 1981
© Ettore Sottsass / National Gallery of Australia
Divisor de Ambientes Carlton, 1981
SOLICITAR PERMISSÃO À SOTHEBY'S
Poltrona Mandarim (protótipo), 1986
© Brooklyn Museum
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MARI, Enzo
Enzo Mari
Enzo Mari (1932 - 2020)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Mari não é um designer. Caso fosse, seus objetos não me fariam muita falta. Mari é, mais que isso, a consciência de todos nós; a consciência dos designers. Isso é o que importa".
Alessandro Mendini.
CRONOLOGIA
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LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Vaso Pago Pago. (1969)
16 Animali. (1957)
Projeto para a fábrica de mobiliário Danese.
La Mela e la Farfalla. (2004)
Livro infantil.
Serie Elementare. (1968)
Ceremiche Gabbianelli.
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GEISSBUHLER, Steff
CARSON, David
RUSSOLO, Luigi
URQUIOLA, Patricia
Cradle to Cradle (C2C)
LALIQUE, René
René Lalique
René Lalique (1860 - 1945)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
[René Lalique] helped a vitrine designed by Huysmans for the 1900 Paris world's fair draw huge crowds. Before a bronze lattice of butterfly-women and beneath a sky with bats, "the sensation of the world's fair presented itself: spiritualized creatures from an intermediary world, pregnant with symbolism and formed of exquisite materials". One of these precious items, [was] the corsage ornament Dragonfly
(...): [its] wings are of golden lattice work with hinges for movement. Enamel surfaces have been structured with inset diamonds; the body of the insect is studded with green chrysoprase; a nude, sphinx-like bust of a woman becomes the insect's head, with scarabs as eyes.
The jewelry art of the Second Empire in France, the Grüdnderzeit in Germany, or Victorian England had a preference for particularly expensive stones in opulent mountings. Jewelry designers of the turn of the century opposed this occasionally very showy style by placing more value on artistic-aesthetic design and virtuoso workmanship over the material value of the raw materials. [René] Lalique was one of the first, starting in 1890 in Paris, to follow this principle; he chose more affordable materials but gave them innovative expressive possibilities.
WOLF, Norbert [2011]
Art Nouveau
Prestel Verlag, Munique, 2015. p. 80
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Diadema Galo, c. 1897-1898
© Calouste Gulbenkian Museum
Peitoral de serpentes, c. 1898
© Calouste Gulbenkian Museum
Peitoral de pavão, c. 1900
© Calouste Gulbenkian Museum
Broche Libellule, c. 1897-98
© Calouste Gulbenkian Museum
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GABO, Naum
DAUM, Irmãos
Irmãos Daum
Auguste Daum (à esq., atrás) e Antonin Daum (à dir., atrás)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Chez Daum la nature est appréhendée de façon plus pragmatique. Il s’agit avant tout d’un réservoir de formes et de décors comme un autre dans lequel il convient de puiser. Les plantes choisies, à de très rares exceptions, n’ont qu’une valeur décorative. La dimension symbolique, chère à Gallé, est absente de la plupart des objets produits. Mais surtout, à la différence de ce dernier qui cherche à faire œuvre, les frères Daum ne revendiquent rien d’autre qu’une production industrielle de qualité. Pour cela, ils essayent de concilier une volonté artistique et des exigences de rentabilité. (...) Si Emile Gallé marque durablement l’art du verre, et par ricochet les arts décoratifs, par cette vision résolument novatrice, la verrerie Daum démontre la validité des théories et répond parfaitement aux aspirations des acteurs artistiques, politiques et économiques à la recherche d’une industrie performante et rentable.
BARDIN, Cristophe [2010]
Gallé/Daum, deux approches différentes du végétal comme source d'inspiration (afaverre.fr)
Bulletin de l'Association Française pour l'Archéologie du Verre, 2010, p. 147-150
CRONOLOGIA
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LEITURA RECOMENDADA
OBRAS
Luminária Le Figuier de Barbarie, 1902
© Musée de l'École de Nancy
Luminária, c. 1900
Vaso Tristan et Yseult, c. 1897
© Musée des Beaux-Arts de Nancy
Luminária Perce-neige, c. 1905
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REMY, Tejo
MORRIS, Talwin
Talwin Morris
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Projeto de Armário, ca. 1902
Aberturas de capítulos em livros diversos,1900
Fivela de cobre esmaltada, ca 1902
Capa para o livro The Universe de F.A. Pouchet
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ALBERS, Josef
WILLEFORD, Thomas
CHOCHOL, Josef
Construtivismo
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Aleksandr Rodchenko
Capa para a antologia de poemas About This, 1923
© Arquivos Rodchenko Stepanova, Moscou
Varvara Stepanova
Design para traje esportivo unissex, 1928
© Mobile Design Museum
Lazar Lissitzky
Proun, 1925
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CHÉRET, Jules
Jules Chéret
Jules Chéret (1836 - 1932)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Jules Chéret é considerado o 'pai do pôster moderno'. Como litógrafo, impressor, projetista, pintor, designer de interiores e ilustrador, ele era uma figura preeminente no meio artístico e literário parisiense da virada do século. Tendo a litografia colorida como suporte, Chéret tornou o pôster promocional uma arte em si mesma, contribuindo com sua vasta produção de cartazes coloridos para a transformação do cenário urbano da capital da Arte, Paris.
BUHRS, Michael [2011]
Jules Chéret: Pionier der Plakatkunst/Pioneer of Poster art
Arnoldsche Art Publishers, p. 8
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Poster Fêtes de Nice, 1907.
Pastilles Poncelet, 1896-1900.
Théâtre des Nouveautés - Fatinitza, 1879.
Casino de Paris, 1891.
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FILI, Louise
RICHARDSON, Henry Hobson
Henry Hobson Richardson
KOTERA, Jan
VAN ERP, Dirk
ATUAÇÕES
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PERSONAGENS RELACIONADOS
KLINGER, Julius
Julius Klinger
Julius Klinger (1876 - 1942)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
CRONOLOGIA
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Pôster Primeira Guerra Mundial, 1918
Pôster para o sabonete Elida, 1921
Pôster para a fábrica Ankerbrot-Werke, 1937
Pôster para o aeroporto de Berlin-Johannisthal, 1908
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EISENMAN, Peter
MALEVICH, Kazimir
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Quadrado Preto, 1915
Composição Suprematista: Branco sobre Branco, c. 1918
Suprematismo Místico (cruz vermelha sobre círculo preto), c. 1915
Suprematismo, 1915
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ITTEN, Johannes
Tendo se tornado um discípulo do Mazdaznan, Itten foi um exemplo vivo das suas verdades, possuindo uma personalidade intensa, atraente e colorida. Ele poderia ser incendiado e catalisado ao ponto da adulação. Ele regava e envolvia seus alunos com sua autoconfiança, liberdade para criar e sua ambição pela pesquisa."
SKUKAIR, Kathleen. Johannes Itten: Master Teacher and Pioneer of Holistic Learning. Marilyn Zurmuehlin Working Papers in Art Education 6 (1987): 84-94.
CRONOLOGIA
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LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Begegnung [O Encontro], 1916
© 2019, ProLitteris, Zurich / Kunsthaus Zürich
Horizontal-Vertical, 1915
Retrato de criança, c. 1921
© 2019, ProLitteris, Zurich / Kunsthaus Zürich
Festival Rural, 1917
Bern Art Museum © 2019, ProLitteris, Zurich
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HAMILTON, Cuthbert
WAGNER, Otto
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Vila Wagner I, 1886.
Austrian Postal Savings Bank, 1912.
Wagner Armchair, 1899.
Interior e altar da Igreja de São Leopoldo, 1907.
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ZUMTHOR, Peter
Paris, Belle Époque
Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.
Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.
À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.
C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]
KALIFA, Dominique [2019]
Paris à la Belle Époque
Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
(Último acesso: 04/11/2019)
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
René Jules Lalique
Pingente, c. 1900
Jules Chéret
Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898
Alfons Maria Mucha
Cartaz para a peça Amants, 1895
Hector Guimard
Vase des Binelles, 1903
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Pós Industrialismo
Biomorfismo
JONES, Owen
Owen Jones
Uma vez terminados projeto e construção, a decoração interior do edifício da Great Exhibition, foi confiada ao talentoso arquiteto e designer Owen Jones; teórico importante que, em 1856, publicaria a The Grammar of Ornament - um tomo suntuosamente ilustrado que viria a ser o primeiro tratado rigoroso de decoração. Jones acreditava que a cor deveria ser usada para ajudar a definir a forma arquitetônica. Para a decoração do Crystal Palace, ele tentou, de forma controversa, colocar sua teoria em prática: criou um esquema policromático de cores primárias inspiradas em precedentes históricos. [Baseou-se,] em suas palavras, nos 'estupendos monumentos dos egípcios, dos gregos, dos árabes e de outras civilizações orientais’.”
FIEL, Charlotte and Peter. (2016)
The Story of Design.
New York, The Monacelli Press, p. 123.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
The Acanthus.
The Grammar of Ornament, adornos chineses.
The Grammar of Ornament, adornos chineses.
The Grammar of Ornament, adornos romanos.
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ANTIDESIGN
Design Radical
O design antirracionalista, na Italia, estava inspirado na pop art, na arte povera, e no design de exposições. Baseava-se no argumento interessante (...) de que não existe algo que possa ser chamado de bom design; ou, melhor ainda, que bom é tudo aquilo desejado pela maioria do público. (...)
A política e as motivações do design italiano eram claras: quando uma expressão como ‘antidesign’ entrava no vocabulário do design, nem sempre estava claro a quem ou ao que esta oposição se referia. [Em suas manifestações a respeito, Ettore] Sottsass era inteligente demais para manifestar sua posição. Mas aquilo contra o qual ele claramente se manifesta é o que considerava o dogma racionalista da escola de design da antiga Alemanha Ocidental; tendo, como exemplo, [o trabalho de] Dieter Rams”.
“Ettore Sottsass” in: Diseñadores del Siglo XX. Barcelona. Ediciones CEAC, 1993, p. 212.
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Porta Casacos Cactus.
Guido Drocco & Franco Mello. (1972)
Sofá Bocca.
Studio 65. (1972)
Puf Sacco.
Piero Gatti, Cesare Paolini & Franco Teodoro. (1966)
Lâmpada de mesa Boalum.
Gianfranco Frattini & Livio Castiglioni. (1969)
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MACDONALD, Frances
Frances MacDonald
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
A Paradox, 1895.
A Pond, 1894.
The Choice, 1909.
Poster Glasgow Institute Of The Fine Arts, 1895.
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ASHBEE, Charles Robert
Charles Robert Ashbee
Charles Robert Ashbee (1863 - 1942)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Charles Robert Ashbee afirmou que os princípios do Movimento Arts and Crafts foram desenvolvidos de maneira mais lógica e mais consistente nos Estados Unidos e na Europa do que na Grã-Bretanha.”
ADAMS, Steven. [1987]
The Arts & Crafts Movement.
London, Grange Books
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Armário. Todos os direitos reservados a AA&CA.
Bacia de prata martelada a mão, 1901.
Candelabro Elétrico, 1895.
Decanter, 1904-1905.
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LOVEGROVE, Ross
KHIDEKEL, Lazar
GRÜBER, Jacques
Jacques Grüber
Jacques Grüber (1870 - 1936)
© Centre régional de l’Image de Lorraine
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Disciple de [Émile] Gallé, collaborateur pour un temps de la verrerie Daum [Frères]: une telle' préparation fut, pour [Jacques] Gruber, excellente. En-présence du travail de Tatelier, il comprit vite que souvent le carton-du dessinateur, conçu d'une façon artiste, mais trop absolue, est bien difficilement mis en œuvre par les techniques en usage. De là, d'abord, obligation de chercher des modèles nettement appropriés à la matière et au-procédé. (...) Jacques Gruber est un des premiers qui ait compris, à Nancy, que l'art devait largement, à la fois puiser et donner à l'industrie. Il a contribué à répandre beaucoup de beauté jusque dans les milieux où l'on s'attend peu d'ordinaire à la rencontrer. On connaît de lui des devantures de magasins, d'un goût sobre et juste, les enseignes mêmes de ces magasins; des plafonds pour des bars, des banques; des panneaux de séparation dan's les 'salons d'at- tente des hôtels; de petits vitraux bas, remplaçant les rideaux d'appartement. Ainsi, la vie la plus prosaïque est-elle toujours accompagnée, grâce à ce joli mirage du verre, d'une étincelle d'art et de poésie.
d'AVRIL, René [1925]
L'Art du Vitrail (monographie)
Nancy, La Région Lorraine, p. 303-306
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Vitral exibido no salão da Société Nationale des Beaux-Arts, 1912
Plateau aux Algues et Poissons, 1905
© P. Buren/Musee de l'École de Nancy
Cúpula da Galerie Lafayette, 1912
Vitral da antiga sede da Société des hauts-fourneaux et fonderies (detalhe), 1927
© Fotografia de Alexandre Prevot, 2019
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GALLÉ, Émile
Émile Gallé
Évoquer l’oeuvre d’Émile Gallé, c’est considérer trois techniques différentes: la céramique, le bois et le verre. D’où le surnom d’ “homo triplex” attribuè à l’artiste par son ami le critique d’art Roger Marx. Mais dès son époque, et longtemps après sa disparition, c’est l’oeuvre de verre de Gallé qui a fait l’objet du plus grand nombre d’articles, d’études et de commentaires de la part des journalistes et des historiens de l’art. (...) Ernest Tisserand rédige sur l’oeuvre de verre de Gallé et de Lalique un article dont les propos sont louangeurs pour le Nancéien: “Il a mis le poème en verre et, pour arriver à ses fins, réalisé de telles inventions techniques, accompli de tels tours de force matériels...” De même peut-on être surpris par le commentaire de Le Corbusier sur l’artiste: “La vie de Gallé est belle, partagée entre l’étude directe de la nature at le caprice du feu de ses fours. Gallé laisse des objets qui sont de belles oeuvres, plastiques et sensibles... Gallé est un homme louable et son oeuvre est louable.” (…) sur l’oeuvre de Gallé permet de signaler que celle-ci, en particulier les pièces de verre, n’a jamais laissé indifférent, et qu’elle a conservé dans l’imaginaire collectif du XXe siècle une place de choix. Ce sont évidemment les techniques verrières mises au point, développées et améliorées par l’artiste qui sont la raison principale de ce long engouement et de cette admiration constant.
THOMAS, Valérie [2004]
Le verre dans l'oeuvre d'Émile Gallé. In: Émile Gallé et le verre, la collection du Musée de l'École de Nancy (catalogue)
Somogy Éditions d'Art / Musée de l'École de Nancy, p. 22-23
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Luminária Libélula, 1900
© Museo Art Nouveau y Art Déco - Casa Lis
Vaso Affection apresentado na Exposição Mundial de Paris, 1900
© Tokyo Metropolitan Teien Art Museum
Les Coprins, c. 1902
© Musée de l'École de Nancy
Cama Aube et Crépuscule, 1904
© Musée de l'École de Nancy
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PROUVÉ, Victor
Victor Émile Prouvé
Victor Prouvé (1858 - 1943) com o filho, Jean
© Musée de l'École de Nancy
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
The son of a ceramist in the Gallé family workshops in Nancy, in eastern France, [Victor Prouvé] worked from adolescence for Emile Gallé, the celebrated designer-manufacturer of art nouveau glass and furniture. An expert designer with the figure in both two and three dimensions, Prouvé built an international reputation in ceramics, jewelry, glassware, bookbinding, graphics, and sculpture, executed according to art nouveau principles and exhibited at the 1889 Paris Universal Exposition.
BENJAMIN, Roger [2003]
Orientalist Aesthetics: Art, Colonialism, and French North Africa, 1880-1930
University of California Press, London, p. 138
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Ilustração À la Gloire de Jean Corentin Carré, 1919
Encadernação para o livro Salammbô, 1893
© Musée de l'École de Nancy
Pintura Le long des falaises de Gréville, 1923
Escultura Coupe La Nuit, 1894
© Musée de l'École de Nancy
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