• NEWBERY, Fra

  • NEWBERY, Fra

    Francis Henry Newbery

    Francis H. Newbery, (1855 - 1946)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)
    • Professor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1855 - Nasce em Devon, na Inglaterra.
    • 1871 - Entra para a Escola de Arte de Bridport, onde atua como assistente do diretor.
    • 1875 - É nomeado Mestre de Arte de uma escola secundária em Londres, onde trabalha durante alguns anos.
    • 1882 - Recebe uma bolsa de estudos para se tornar um Mestre de Arte em Treinamento na Universidade Real de Arte da Inglaterra.
    • 1885 - Torna-se o diretor da Escola de Arte de Glasgow. Sob sua influência e liderança inovadora, a escola torna-se amplamente reconhecida e respeitada internacionalmente.
    • 1897 - Começa a trabalhar ao lado do artista e arquiteto Charles Rennie Mackintosh no projeto do novo prédio para abrigar a Escola de Arte de Glasgow. Sua construção dura doze anos e o prédio é considerado a obra prima arquitetônica de Mackintosh.
    • 1902 - É designado Curador da Ala Escocesa na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin, para tanto escolhendo Charles Rennie Mackintosh como seu arquiteto.
    • 1917 - Deixa o posto de diretor da Escola de Arte de Glasgow por motivos de saúde, retornando com usa esposa, a designer e artista Jessie Newbery, para a Inglaterra.
    • 1921 - Monta seu estúdio particular em uma capela, que compra junto de outras construções em um pátio, em Dorset, onde pretende passar o resto de seus anos pintando.
    • 1923 - Trabalha em um projeto ambicioso de decoração da prefeitura de Bridport. Para este projeto que dura quatro anos, doa uma série de suas pinturas sobre a cidade e sua herança industrial.
    • 1946 - Morre, aos 91 anos, em Dorset na Inglaterra.

    OBRAS

    Retrato de Eileen Lavery, 1913

    Retrato de Charles R. Mackintosh, 1914

    Daydreams, 1920

    The Entry into Bridport, Dorset, of Joan of Navarre, Second Wife of Henry IV, January 1403, 1924

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    BARRAGÁN, Luís

  • Studio 65

  • ANDERSON, Charles S.

    PANTON, Verner

  • HIRTH, Georg

  • HIRTH, Georg

    Georg Hirth

    Georg Hirth (1841 - 1916)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Editor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1841 - Nasce em Tonna, na Alemanha.
    • 1857 - Estuda na Perthes Geographical Institution em Gotha durante cinco anos.
    • 1858 - Começa a escrever, fazendo contribuições regulares para a coluna “Notícias à Distância” na revista mensal Westermann. No ano seguinte, publica em sua editora própria seu primeiro livro, chamado ”Friedrich Schiller als Mann des Volkes”. As vendas foram boas, e o texto foi um marco em suas visões liberais.
    • 1863 - Vai estudar economia na Universidade de Leipzig, onde também passa a editar a revista esportiva Deutsche Turnzeitung.
    • 1870 - Trabalha durante um ano como editor de política e comércio do jornal Augsburger Allgemeine.
    • 1875 - Abre a gráfica ”Knorr & Hirth” junto de seu cunhado Thomas Knorr. Através da mesma publica inúmeros artigos e livros que propagam suas visões sobre a política e a arte.
    • 1881 - Torna-se proprietário do jornal diário Münchner Aktuell Nachrichten e o transforma em uma das maiores publicações liberais em Munique.
    • 1892 - Contribui financeiramente para a criação e manutenção da Associação de Artistas Visuais de Munique, mais tarde conhecida como a Secessão de Munique, termo cunhado por si próprio para descrever o espírito de vários movimentos artísticos da época.
    • 1896 - Lança a revista cultural semanal Jugend, publicação que fala sobre os ideais modernistas dos meios artísticos e literários de sua época, e que vem a ser instrumental na disseminação do Art Nouveau na Alemanha, dando nome ao movimento próprio do país, o Jugendstil.
    • 1900 - Funda a Associação Goethe pela Proteção da Arte e Ciência Livres.
    • 1916 - Morre aos 74 anos em Tegernsee, na Alemanha.

    OBRAS

    Capa da revista Jugend nº16 por Hans Rossmann, 1897

    Interior da revista Jugend nº6, 1902

    Interior da revista Jugend nº19 por Maximilian Liebenwein, 1896

    Estudo para capa da revista Jugend por Hans Christiansen, 1898

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  • PANKOK, Bernhard

  • PANKOK, Bernhard

    Bernhard Pankok

    Bernhard Pankok, auto retrato (1872 - 1943)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer Gráfico
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    "[Pankok] produzia trabalhos em muitas áreas diferentes, embora seus desenhos de móveis talvez fossem a especialidade em que se mostrava mais original. Seus primeiros projetos de móveis são caracterizados por um certo peso e por uma aparência ‘orgânica’ que lembram o trabalho de Antoni Gaudí, evidenciando o lado mais expressionista e menos funcional do Jugendstil.”

    CAMPBELL, Gordon. [2006]
    The Groove Encyclopedia of Decorative Arts.
    New York, Oxford University Press

    CRONOLOGIA

    • 1872 - Nasce em Munique, na Alemanha.
    • 1892 - Termina seus estudos de Pintura em Düsseldorf e em Berlim.
    • 1892 - Trabalha em Munique, onde contribui para o periódico Jugend até 1902.
    • 1898 - Funda com Josef Hoffman e Koloman Moser
    • 1900 - Ganha reconhecimento internacional com uma decoração de quarto na Exposição Universal de Paris.
    • 1901 - Projeta um salão de casamento que é considerado por Hermann Obrist um dos melhores cômodos de toda Alemanha.
    • 1907 - Participa da fundação da Deutscher Werkbund.
    • 1908 - Projeta o interior do navio Friedrichshafen, entre outros. Projeta também o interior de quatro Zeppelins.
    • 1908 - Projeta o edifício da Akademie der Bildenden Künste am Weißenhof.
    • 1909 - Projeta o cenário e as roupas de uma montagem da ópera
      Don Giovanni. Executará outros trabalhos análogos em anos subsequentes.
    • 1913 - Nomeado Diretor da Staaliche Kunstgewerbeschule. Manterá a posição até 1937.
    • 1914 - Revela-se um dos principais artistas da Exposição da Cologne Werkbund.
    • 1917 - Projeta móveis com influências Art Déco para o quarto de música da Werkbundausstellung em Basle, Suíça.
    • 1943 - Morre, aos 70 anos, em Baierbrunn, Alemanha.

    OBRAS

    Armário de Carvalho e Metal, ca. 1898

    Cadeira, 1901

    Aparador, 1900

    Poltrona de Mogno e Couro, ca. 1902

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  • KUBISTA, Bohumil

  • KUBISTA, Bohumil

    Bohumil Kubišta (1884-1918)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Florencie, 1907.

    Fakir Taming Snakes, 1915.

    Kone, 1907.

    Promenáda u Arna, 1907.

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    CARSON, David

  • SOTTSASS, Ettore

  • SOTTSASS, Ettore

    Ettore Sottsass Junior

    Ettore Sottsass Jr. (1917-2007)
    Fotografia de Giuseppe Pino, 1969

    Ettore Sottsass alcançou a fama internacional no início dos anos 1980 como fundador do Memphis, a irreverente firma de design que havia maravilhado o mundo com seu mobiliário, luminárias, cerâmicas e vidraria de formas pouco convencionais e cores exuberantes. (...) Ele era também o crítico mais ferrenho do mundo do design convencional, tirando sarro do formalismo sóbrio do Modernismo, criticando a austeridade puritana do Estilo Internacional e até mesmo questionando o próprio ato de produzir objetos. As teorias de Sottsass acerca do potencial do Design para invocar emoções primitivas e comunicar significado vêm influenciando gerações de designers. "Uma mesa pode precisar de quatro pernas para funcionar", ele disse certa vez, "mas ninguém vai me convencer de que as quatro pernas têm que ser iguais."

    LABACO, Ronald T. [2006]
    Ettore Sottsass: Redefining Modernity
    Modernism Magazine, Vol. 9 No. 1. pp. 68-80

    CRONOLOGIA

    • 1917 - Nasce em Innsbruck, na Áustria. Seu pai, Ettore Sottsass Senior, era arquiteto.
    • 1930 - Forma-se em arquitetura pelo Instituto Politécnico de Turim, Itália.
    • 1936 - Viaja para Paris, onde vê pinturas de Picasso, Matisse, Braque e Kandinsky. Esses artistas tornariam-se sua principal referência quanto ao uso da cor.
    • 1945 - Muda-se para Milão, onde abre um estúdio próprio de arquitetura e design.
    • 1956 - Trabalha por um curto período de tempo para o estúdio de George Nelson, em Nova York.
    • 1957 - É contratado como consultor de design pela Olivetti. A parceria entre a firma italiana e Sottsass é bem sucedida: dois anos mais tarde, o projeto do designer para a Elea 9003 conquistaria o prestigioso prêmio Compasso d'Oro, estabelecendo sua reputação internacionalmente. Pouco depois, aceita a posição de diretor de arte na companhia italiana de móveis Poltronova.
    • 1961 - Faz uma viagem à Índia que o impacta profundamente, inspirando o design de cerâmicas que incorporassem valores culturais e filosofias asiáticas. Idealiza as Ceramiche delle tenebre (Cerâmicas da escuridão) e, logo depois, a série de cem pratos chamada Oferendas a Shiva.
    • 1968 - Produz, por intermédio da Poltronova, os armários laminados Superboxes — desdobramento do contato de Sottsass com a arte Pop e Minimalista em meados da década de 1960.
    • 1970 - Ganha o prêmio Compasso D'Oro novamente, dessa vez pelo design da máquina de escrever portátil Valentine.
    • 1973 - Co-funda a Global Tools, concebida como uma "alter-escola de arquitetura e design".
    • 1978 - Sua relação com a Olivetti e a Poltronova esfria e Sottsass passa a participar mais ativamente dos movimentos Antidesign e Arquitetura Radical. No ano seguinte, junta-se ao estúdio de antidesign Studio Alchymia. No entanto, logo se desentende com o fundador Alessandro Guerriero.
    • 1980 - Estabelece uma firma própria, a Sottsass Associati. Junto aos sócios Aldo Cibic, Marco Zanini, Marco Marabelli e Matteo Thun, desenvolve projetos de produto, interiores e gráficos. O grupo Memphis surge no mesmo ano, voltado para artigos produzidos em massa.
    • 1981 - Tem lugar a primeira exposição do grupo Memphis. Seu sucesso estrondoso garante o sucesso comercial do grupo e faz de Sottsass uma figura icônica.
    • 1985 - Sottsass deixa o Memphis no auge de sua popularidade e volta a trabalhar em designs de edição limitada. Dos anos 1990 em diante, Sottsass, decepcionado com a sociedade de consumo, limita seu trabalho como designer a algumas poucas obras para galerias de arte, dedicando a maior parte de seu tempo à arquitetura.
    • 2007 - Morre em Milão, aos 90 anos.

    OBRAS

    Máquina de escrever portátil Valentine, 1969
    © Smithsonian Design Museum

    Luminária Taiti, 1981
    © Ettore Sottsass / National Gallery of Australia

    Divisor de Ambientes Carlton, 1981
    SOLICITAR PERMISSÃO À SOTHEBY'S

    Poltrona Mandarim (protótipo), 1986
    © Brooklyn Museum

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  • Secessão Vienense

  • Secessão Vienense

    Joseph Maria Olbrich
    Salão da Secessão, 1897.

    Nossas visões culminam no reconhecimento da necessidade de deixar a vida artística em Viena mais conectada com o desenvolvimento da arte no exterior, e deixar as exibições em um nível puramente artístico, livre de quaisquer considerações comerciais; despertando assim de maneira mais ampla uma visualização mais moderna e pura da arte; e finalmente, de aumentar o interesse pela arte politicamente.”

    KLIMT, Gustav.

    OBRAS

    Gustav Klimt
    Adele Bloch-Bauer I, 1907.

    Otto Wagner
    Estação Karlsplatz, em Viena; 1894-1899.

    Gustav Klimt
    Schubert ao Piano, 1899. (Destruído em 1945)

    Joseph Maria Olbrich
    Loja de Departamento, em Dusseldorf.

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    CHIRICO, Giorgio de

    MAKOVECZ, Irme

    HEPWORTH, Barbara

  • POPOVA, Liubov

  • POPOVA, Liubov

    Lyubov Popova

    Liubov Popova
    © MOMus

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Linhas de Força Espacial

    Arquitetura Pictórica, 1918

    Construção de Força Espacial, c. 1921

    Padronagens têxteis, c. 1923
    © Tretyakov Gallery

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    AALTO, Alvar

    KURAMATA, Shiro

  • HOKUSAI, Katsushika

  • HOKUSAI, Katsushika

    Katsushika Hokusai

    Katsushika Hokusai, autorretrato (1760 - 1849)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Entalhador(a)
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1760 - Nasce em Edo (atual Tóquio), no Japão.
    • 1774 - Torna-se aprendiz de um entalhador, aonde trabalha por alguns anos.
    • 1778 - Entra para o estúdio de Katsukawa Shunsh?, diretor da escola Katsukawa, com quem começa a aprender a arte do ukiyo-e.
    • 1779 - Recebe de seu mestre o nome Shunr?, sob o qual publica suas primeiras impressões, uma série de retratos de atores de teatro Kabuki.
    • 1793 - Morre seu mestre Shunsh?, o que faz com que Hokusai comece a explorar outros estilos de arte. É logo expulso da escola Katsukawa por Shunk?, mestre de disciplina, por realizar estudos na escola rival. Hokusai leva o constrangimento como grande fonte de inspiração para sua arte.
    • 1800 - Adota seu nome mais conhecido, Katsushika Hokusai, e publica duas coleções de paisagens, chamadas “Vistas Famosas da Capital Leste” e “Oito Vistas de Edo”.
    • 1807 - Hokusai trabalha em colaboração com o novelista Takizawa Bakin numa série de livros ilustrados.
    • 1811 - Aos 51 anos, Hokusai muda seu nome para Taito e começa o período no qual produz a Hokusai Manga (uma coleção de desenhos de animais, pessoas, objetos, etc) e vários manuais de arte.
    • 1826 - Começa a trabalhar em seu quadro mais famoso “A Grande Onda de Kanagawa”, junto com uma série de outras peças; intitulada “Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji” a série foi concluída por volta de 1834.
    • 1839 - Um incêndio destrói o estúdio de Hokusai, e grande parte de seus trabalhos.
    • 1849 - Morre aos 88 anos em Edo, no Japão.

    OBRAS

    Courtesan Asleep

    Página de seu Hokusai Manga

    Under the Wave; Kanagawa Oki Namiura, ca. 1832

    Cuckoo and Azaleas, 1828

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  • PAQUIN, Jeanne

  • PAQUIN, Jeanne

    Jeanne Marie Charlotte Beckers

    Jeanne Paquin (1869 - 1956).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Roupas

    CRONOLOGIA

    • 1869 - Nasce em Saint-Denis, na França.
    • 1891 - Depois de trabalhar durante algum tempo como costureira na Maison Rouff, Paquin abre sua própria empresa, a Maison Paquin, situada na Rue de la Paix, próxima à House of Worth, em Paris.
    • 1896 - Abre uma filial da Maison Paquin em Londres.
    • 1900 - É chamada para chefiar a seção de moda da Exposition Universelle de Paris, onde apresenta vestidos de noite espetaculares, modelando alguns deles ela mesma.
    • 1910 - Paquin é premiada com a Order of Leopold II da Bélgica.
    • 1912 - São abertas filiais de sua empresa em Buenos Aires e Nova York.
    • 1913 - Produz desfiles de vestidos projetados especificamente para dançar tango nos populares Tango Teas, realizados nas tardes de segunda-feira no palácio de Londres. Nesse mesmo ano ela é condecorada com a Legion d’Honneur.
    • 1914 - Envia toda a sua coleção de primavera para uma turnê americana, que inclui Nova York, Filadélfia, Boston, Pittsburgh e Chicago. As roupas foram usadas pelas próprios modelos de Paquin, que surpreenderam o público ao usarem perucas cor de rosa e malva na rua. Em paralelo, é aberta uma filial de suas lojas em Madri.
    • 1917 - Paquin é eleita presidente da Chambre Syndicale de la Couture; a organização oficial dos costureiros parisienses.
    • 1920 - Aposenta-se, deixando a Maison Paquin sob a direção de seu irmão, Henri Joire.
    • 1936 - Morre, aos 67 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Cachecol de pele de chinchilla, 1903.

    Ilustração de vestido da noite, 1913.

    Vestido, 1912.

    Vestido da noite, 1900-1905.

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  • Deutscher Werkbund

  • Deutscher Werkbund

    Associação Alemã de Artesãos

    Deutscher Werkbund Ausstellung - 1914

    CRONOLOGIA

    • A De -

    TOYEN

  • Vkhutemas

  • Vkhutemas

    PERSONAGENS RELACIONADOS

    FRANKL, Paul

  • BOSSI, Giovanni Battista

  • BOSSI, Giovanni Battista

    Giovanni Battista Bossi

    Giovanni Battista Bossi (1864-1924).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer

    Comparado à produção de Moretti, Sommaruga, bem mais monumental e impressionante, a de Bossi é na verdade muito mais significante, partindo de um ponto de vista tipológico, a partir de pesquisas que penetram além das parede: plantas das casas de GB Bossi são espertamente projetadas para haver economia de espaço, soluções de ventilação, iluminação, salas técnicas e escadas são tão engenhosas que colocam o nível do seu trabalho em um diferente dos demais contemporâneos."

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Novara.
    • 1888 - Casa-se com Ida Gadda, filha do empreiteiro Pietro Gadda- o qual Bossi realizou muitos projetos arquitetônicos-, casa Gadda, como: casa Gadda, casa Bossi, Edicola Gadda.Além disso, deixa a Academia e se matricula em uma Escola Especial de Arquitetura.
    • 1889 - Recebe uma medalha de bronze na terceira classe na Escola de Arquitetura Elementar e uma menção honrosa na Escola de Prospectiva.
    • 1894 - Torna-se professor de desenho arquitetônico.
    • 1900 - É eleito como sócio honorário da Accademia di Brera e também fez parte da Consulta Archeologica.
    • 1903 - Projeta a Edicola Biffi, construída pelo químico industrial Antonio Biffi.
    • 1904 - Trabalha até esse ano na via Fatebenefratelli 21 e logo em seguida mudou-se para a Piazza Oberdan 4, para acompanhar melhor o trabalho das Casa Alessio e Casa Bossi na região de Monforte.
    • 1905 - Faz parte da elaboração da Architettura Italiana e da Comissão de Exames da faculdade de Arquitetura do Politécnico de Milão, juntamente com Giuseppe Sommaruga, Moretti e Ulisse Stacchi. Ainda nesse mesmo ano, terminou a Casa Galimberti.
    • 1906 - Termina os trabalhos na Casa Guazzoni, com Alessandro Mazzucotelli. Também participa da Exposição Internacional de Milão, onde projetou o Pavilhão da Paz.
    • 1910 - É nomeado Cavalheiro pela Ordem da Coroa Italiana. Começa o projeto da Casa Fratelli Conti, em Milão, no Stile Quattrocento.
    • 1912 - Projeta a Casa Riotta, no Estilo Eclético com elementos do Liberty.
    • 1924 - Morre em Milão.

    OBRAS

    Casa Galimbert, fachada.

    Casa Galimberti.

    Casa Guazzoni, entrada de grade feita por Mazzucotelli.

    Casa Guazzoni, fachada.

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  • MARTORELL, Joan.

  • MARTORELL, Joan.

    Joan Martorell i Montells

    Joan Martorell i Montells (1833 - 1906).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Não é possível averiguar a veracidade de certas histórias mas, como diz o ditado, se não é verdade está muito bem inventado. Uma dessas histórias é a lenda sobre a maneira como Gaudí recebeu o encargo de construir a Sagrada Família. É certo que essa lenda pode ter sido uma invenção de algum propagandista religioso muito entusiasta para reforçar a aura milagrosa do empreendimento. Uma lenda, sem dúvida, de grande eficácia. Após a demissão de Villar e diante da indecisão de Martorell [de aceitar o projeto] os promotores da [igreja] da Sagrada Família estavam sem arquiteto. A providência os acudiu na forma de um sonho. O sonhador, como não poderia ser de outro modo, foi Josep Maria Bocabella. Diz a lenda que, enquanto dormia, apareceu-lhe em sonho o rosto de um jovem arquiteto enviado por Deus para construir uma igreja excepcional. O principal sinal para revelar sua identidade era o olhar penetrante e profundo. Infelizmente a lenda não deixa claro se Bocabella sonhou em cores ou em preto e branco e, assim, fica impossível precisar se sabia de antemão que os olhos penetrantes do arquiteto recomendado por essa mesma divindade seriam azuis ou não. Alguns dias depois deste suposto sonho premonitório, ocorreu a Josep Maria Bocabella visitar o arquiteto [Joan] Martorell em seu estúdio e ali, sentado junto à prancheta, viu o rosto e o olhar que havia sonhado. Esse encontro em si mesmo não foi um sonho. Ocorreu no mês de outubro de 1883.

    Evidentemente, essa história é demasiadamente fantástica para que — a um século e tanto de distância —, possamos dar a ela algum crédito. O mais lógico seria imaginar que foi o próprio Martorell que recomendou Gaudí, e que os promotores da Sagrada Família tinham várias e boas razões para aceitar essa sugestão.

    NAVARRO ARISA, J.J. [2002]: Gaudí: El arquitecto de Dios”.
    Barcelona, Editorial Planeta.

    CRONOLOGIA

    • 1833 - Nasce em Barcelona, Espanha.
    • 1874 - Projeta e executa, em Barcelona, a Església i Convent de les Adoratrius; um dos primeiros edifícios neogóticos da Catalunha.
    • 1876 - Recebe seu título de Arquiteto. Provavelmente da Escuela Províncial de Arquitectura de Barcelona.
    • 1877 - Inicia a construção da Igreja e do Convento das Irmãs Salesianas — a ser considerada uma de suas obras mais importantes. O término das obras se dará em 1885.
    • 1878 - Apresenta seu aluno e assistente Antoní Gaudi a Eusebí Güell que mais tarde se tornaria grande amigo e patrono deste último.
    • 1881 - Inicia a construção do Palácio de Sobrellano, na Cantábria — por encomenda do Marquês de Comillas. As obras terminarão em 1888 e será o primeiro edifício da Espanha a conter luz elétrica.
    • 1883 - Preside o Comitê que designará Antoní Gaudi como continuador da obra da Igreja da Sagrada Família, por ocasião da aposentadoria de Francisco de Paula del Villar y Lozano.
    • 1893 - Ajuda a fundar o Cercle Artistic de Saint Lluc — uma entidade de fomento de atividades artísticas e culturais.
    • 1897 - Executa a restauração do Monestir de Pedralbes. O Mosteiro — pertencente à ordem das Clarissas —, existe desde o século XIV.
    • 1900 - Passa a dirigir a construção da casa do Marquês de Robert — o Palau Robert —, projetado pelo arquiteto francês Henri Grandpierre.
    • 1901 - Tem o prédio — de estilo neoclássico — que construiu para a Societat de Crèdit Mercantil eleito pelo Governo de Barcelona como a melhor construção do ano.
    • 1906 - Morre em Barcelona, Espanha. Trabalhou tendo referências nos estilos Histórico, Neogótico e, finalmente, no Modernismo Catalão.

    OBRAS

    Igreja de São Francisco Sales, Barcelona, 1882-1885.

    Igreja do Sagrado Coração, Barcelona, 1883-1889.

    Palácio Robert, Barcelona, 1903.

    Palácio de Sobrellano, Cantábria, 1881-1890.

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    REINHARDT, Ad

    Modernismo Escandinavo

    MIYAKE, Issey

  • RUBIÓ, Joan

  • RUBIÓ, Joan

    Joan Rubió i Bellver

    Joan Rubió i Bellver (1871 - 1952).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    CRONOLOGIA

    • 1871 - Nasce em 24 de Abril em Reus.
    • 1886 - Conclui o ensino Médio e muda-se para Barcelona para se matricular na Escola d'Arquitectura. É muito influenciado pelo trabalho de seu irmão com Engenharia Civil.
    • 1893 - Obtém seu diploma aos 22 anos. Durante seus anos na Escola d'Arquitectura tem aulas com expoentes como Josep Vilaseca e Lluis Doménech i Montaner.
    • 1893 - Começa a trabalhar com Gaudi, tendo grande colaboração com os cálculos gráficos das estruturas.
    • 1899 - Trabalha com Gaudi na Casa Calvet, o primeiro projeto em que esteve envolvido.
    • 1906 - Começa a trabalhar com autonomia e colaborar em algumas obras com Gaudi.
    • 1912 - Projeta os edifícios da Escola Industrial de Barcelona.
    • 1916 - Publica uma série de 3 artigos no jornal La Veu de Catalunya criticando o modelo de educação acadêmico.
    • 1923 - Começa a construção da ponte que unifica hoje o Palau de la Generalitat e a Casa dels Canoges, residência oficial do Presidente.
    • 1952 - Morre, aos 82 anos, em Barcelona na Espanha.

    OBRAS

    Ca l'Espinal, na Colònia Guëll, 1900

    Ponte em Carrer del Bisbe, 1928

    Asil del Sant Crist, 1942

    Obra inacabada da Església Nova de Son Servera, 1929

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  • STEPANOVA, Varvara

  • STEPANOVA, Varvara

    Varvara Fyodorovna Stepanova

    Varvara Stepanova (1894-1958)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Cartaz para a peça Através de Lentes Vermelhas e Brancas, 1924
    © Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou

    Trajes Esportivos, 1923
    © Biblioteca Nacional da Rússia

    Modelos e mobiliário de cena para a peça A Morte de Tarelkin, 1922
    © Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou

    Padronagem Têxtil, 1924

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  • MAYBECK, Bernard Ralph

  • Moderne

  • DUBAN, Félix

  • DUBAN, Félix

    Félix Louis Jacques Duban

    Félix Duban (1798 - 1870)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Naturalmente, ao passo que Duban (…) tornou-se um chef d’atelier bem sucedido, suas ideias começaram a influenciar os projetos concorrentes ao Grand Prix [d’Architecture]. Assim, ganhou peso um tipo de racionalismo que chamava atenção para o fato de que a utilidade física das formas arquitetônicas deveria decorrer da natureza dos materiais — concepção muito diferente daquele racionalismo acadêmico que tinha a “beleza” formal como meta. (...) A valorização dessas qualidades contribuiu, então, para que as formas clássicas pudessem ser agora utilizadas livremente, em conjunto com outros estilos, em novos tipos de edificações e combinadas com novos materiais.

    EGBERT, Donald. [1980]
    The Beaux-Arts Tradition in French Architecture.
    Princeton, Princeton University Press. p. 59.

    CRONOLOGIA

    • 1797 - Nasce em Paris, no dia 14 de outubro.
    • 1813 - Ingressa no atelier do arquiteto e maçom François Debret, que mais tarde se tornaria seu cunhado.
    • 1814 - É admitido na École de Beaux-Arts de Paris.
    • 1823 - Conquista o Premier Grand Prix da École de Beaux-Arts que lhe vale uma bolsa de estudos para uma estada de cinco anos na Itália (fato que terá repercussão profunda em sua formação). Uma vez na Itália, é fortemente influenciado pelas revelações estéticas da descoberta arqueológica de Herculaneum e Pompeia (revelações essas consideradas por muitos como impulsionadoras do estilo Neoclássico no século XVIII).
    • 1824 - Chega em Roma em janeiro e aloja-se na Villa Médicis. Lá, será companheiro dos arquitetos Louis Duc, Henri Labrouste e Léon Vaudoyer. Os colegas passarão a ser conhecidos como la bande des quatre.
    • 1830 - Em seguida à Révolution de Juillet (que reestabeleceu a monarquia com Louis-Philippe 1º na França), incorpora-se à École de Beaux-Arts como arquiteto.
    • 1833 - Inicia uma reforma arquitetônica na própria École de Beaux-Arts. A obra se estende até 1838.
    • 1836 - Com o patrocínio do Service des Monuments Historiques, é encarregado da restauração da Sainte Chapelle, em Paris. Não sendo especialista em arquitetura gótica, é auxiliado pelo ainda inexperiente Jean-Baptiste Lassus. Juntos realizam um trabalho fenomenal.
    • 1837 - É encarregado pelo duque de Orléans de elaborar um álbum retratando todos os edifícios de Paris projetados ou concluídos sob o reinado de Louis-Philippe. Nesse empreendimento é auxiliado por Joseph-Louis Duc, Henri Labrouste e Léon Vaudoyer.
    • 1846 - É encarregado da restauração da ala François 1er. do Château Royal de Blois, obra que acompanhará até sua morte.
    • 1848 - É chamado a suceder Pierre-François-Léonard Fontaine e Charles Percier na restauração da Galerie d’Apollon do Louvre (que é aberta ao público três anos depois).
    • 1852 - Graças a uma divergência política, não prossegue com o projeto de restauração do Louvre (que continua com o plano do arquiteto Louis Tullius Joachim Visconti, contratado por Napoleão III). Visconti morre logo em seguida, sendo substituído por Hector-Martin Lefuel. O abandono desse projeto trouxe a Félix Duban não apenas um grande desgosto como também substancial perda financeira.
    • 1854 - Eleito membro da Académie des Beaux-Arts, onde passa a ocupar a oitava (das dez cátedras).
    • 1868 - Elevado ao cargo de Comendador da Légion d’honneur.
    • 1870 - Morre em Bordeaux no dia 12 de outubro, aos 72 anos de idade.

    OBRAS

    Palais des Études (interior), École de Beaux Arts

    Palais des Études, École de Beaux Arts

    Desenho Orchestres places aux Champs elysees, dans le gran carres

    Castelo de Blois

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  • KENDALL, David Wolcott

  • OSMERKIN, Alexander

  • OSMERKIN, Alexander

    Alexander Aleksandrovych Osmёrkyn

    Alexander Osmerkin (1892-1953)
    © Osmerkin Museum

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Natureza-morta com bandura (Violão e Lira), 1921
    © Museu Russo

    Lavadeira, 1922
    © Museu Russo

    Paisagem, 1920
    © Museu Russo

    Retrato de Ekaterina Timofeevna Barkova (Esposa de Rosa) , 1921
    © Museu Russo

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    SAARINEN, Eero

    DESKEY, Donald

  • MALEVICH, Kazimir

  • MALEVICH, Kazimir

    Kazimir Malevich (1879-1935)
    © Museu Russo, São Petersburgo

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Quadrado Preto, 1915

    Composição Suprematista: Branco sobre Branco, c. 1918

    Suprematismo Místico (cruz vermelha sobre círculo preto), c. 1915

    Suprematismo, 1915

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    NOVEMBRE, Fabio

  • RAY, Man

  • RAY, Man

    Man Ray (1890-1976)
    Fotografia de Carl Van Vechten, 1934

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Escultura O enigma de Isidore Ducasse, 1920
    © Man Ray

    Quadro l'Heure de l'Observatoire: les Amoureux [A Hora do Observatório: Os Amantes], 1932-34
    © Man Ray

    Fotografia Les Larmes [As Lágrimas], 1932
    © Man Ray

    Fotografia Le Violon d'Ingres [O Violino de Ingres], 1924
    © Man Ray

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    PAWSON, John

  • PECHE, Dagobert

  • PECHE, Dagobert

    Dagobert Peche

    Dagobert Peche (1887 - 1923)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer
    • Designer de Moda
    • Designer de Produto
    • Designer Gráfico
    • Designer Têxtil
    • Metalúrgica(o)

    As proezas de [Dagobert] Peche remetem a um período hoje obscuro, no qual a indulgência decorativa era um gesto radical e combativo. Sua carreira floresceu nos anos sombrios da Primeira Guerra Mundial, na Áustria, quando se tornou a estrela-guia da firma de design vanguardista Wiener Werkstätte. Ele desviou a instituição e seu líder, Josef Hoffmann, dos rumos do formalismo minimalista. A mudança era provavelmente inevitável, dado os gostos restritos da alta burguesia austríaca à época. Ainda assim, ninguém estava preparado para a genialidade avassaladora de Peche. Em uma famosa polêmica de 1908, [o texto] "Ornamento e Crime", o arquiteto vienense Adolf Loos argumentara que a ornamentação era um grotesco vestígio do passado torpe da humanidade. Para Peche, no entanto, o ornamento era tudo. Ele certa vez enfureceu Loos ao revestir as maçãs de uma árvore em folha de ouro — sujeitando assim a natureza, a grosso modo, àquilo que sua paixão pelo enfeite fizera ao princípio arquitetônico da funcionalidade. Ele exaltava o inútil.

    SCHJELDAHL, Peter [2002].
    Present Laughter: A forgotten master of embellishment.
    The New Yorker Magazine (newyorker.com)
    (Último acesso: 17/10/2019)

    CRONOLOGIA

    • 1887 - Nasce no dia 3 de Abril em Sankt Michael im Lungau, Salzburg, no Império Austro-Húngaro.
    • 1906 - Dá início a seus estudos na Technische Hochschule. Tem como professores Max von Ferstel, Karl König e Leopold Simony.
    • 1908 - Pede transferência para a Akademie der bildenden Künst, onde estuda Arquitetura. Na Akademie, tem aulas com o arquiteto Friedrich Ohmann, que se tornaria sua principal influência.
    • 1909 - Tem seu trabalho publicado na Der Architekt, evento recorrente nos três anos seguintes.
    • 1910 - Viaja para a Grã Bretanha, onde acredita-se que teria visto o trabalho do artista gráfico Aubrey Beardsley. Conhece, no mesmo ano, sua futura esposa: Petronella (Nelly) Daberkow.
    • 1911 - Conclui seus estudos na Akademie e casa-se com Nelly Daberkow. Nos anos seguintes seu foco recairia sobre as Artes Decorativas; Peche trabalharia para firmas do ramo criando, entre outras coisas, padronagens têxteis e papéis de parede.
    • 1913 - Participa de sua primeira exposição — a Exibição de Papéis de Parede, no Museu Austríaco —, onde seus designs chamam a atenção pelo dinamismo exagerado de suas formas.
    • 1914 - Expõe trabalhos de sua autoria na exibição da Deutscher Werkbund, em Cologne.
    • 1915 - Tendo conhecido e trabalhado com Josef Hoffmann anteriormente, passa a integrar oficialmente a Wiener Werkstätte como diretor de arte.
    • 1916 - É convocado a servir na Primeira Guerra Mundial. Tal situação, no entanto, não se estenderia muito: Dagobert seria dispensado no ano seguinte, após sofrer de um episódio de apendicite.
    • 1917 - Com o auxílio de Hoffmann, Peche e sua família mudam-se para Zürich, Suíça. Uma vez lá, ficaria responsável por dirigir a sede local da Wiener Werkstätte.
    • 1919 - Retorna a Viena, deixando o cargo em Zürich
    • 1923 - Morre aos 36 anos, no dia 16 de Abril, em decorrência de um tumor maligno.

    OBRAS

    Mostruário feito para a Kunstschau, 1920

    pôster Die Moden der Wiener Werkstate, 1919

    Gabinete para Salão, 1913
    © Fotografia de Georg Mayer para o MAK (Museum für angewandte Kunst)

    Padronagem Swallow-Tail, 1911-13
    © MAK (Museum für angewandte Kunst)

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  • DE MORGAN, William

  • DE MORGAN, William

    William De Morgan

    William de Morgan (1839 - 1917)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Ceramista
    • Designer
    • Romancista
    • Vitralista

    Diversos motivos podem ter contribuído para que [William] De Morgan começasse a se dedicar à fabricação de ladrilhos. Por volta da década de 1860, o interesse relacionado à decoração dos lares ingleses criou um mercado para ‘ladrilhos artísticos’ cuja demanda era atendida por firmas tais como a Minton’s e a Maw & Co. A Morris & Co. já fornecia ladrilhos artísticos pintados à mão para o segmento de alta gama desse mercado. O design de ladrilhos, no entanto, não era uma prioridade para a firma de Morris e De Morgan provavelmente intuiu que, ao se especializar nesta área, poderia criar um produto superior ao disponível no mercado”.

    Greenwood, Martin. [1989]
    The Designs of William de Morgan.
    Richard Dennis, Yeovil, Inglaterra, 2007, pp. 7-8.

    CRONOLOGIA

    • 1839 - Nasce, em Londres, William Frend De Morgan, filho do matemático Augustus De Morgan.
    • 1859 - Aos vinte anos, William De Morgan ingressa na Royal Academy Schools — a mais antiga escola de artes da Grã-Bretanha — uma instituição que, moldada na Académie de Peinture et de Sculpture fundada por Luís XIV em 1648, na França, era famosa por seu ensino rigoroso e acadêmico.
    • 1862 - Desiludido com o ensino acadêmico, abandona o curso de oito anos pela metade e aproxima-se de William Morris e do círculo Pré-Rafaelita. Cerca dessa época começa a trabalhar para a Morris, Marshall, Faulkner & Co., onde projetava vitrais.
    • 1863 - Em paralelo aos projetos desenvolvidos para a Morris & Co., De Morgan monta um atelier independente na Fitzroy Square onde, em parceria com o vitralista James Lyon Tennant começa a direcionar sua criatividade para trabalhos com cerâmica.
    • 1872 - Um incêndio acidental provoca uma desavença com o proprietário e De Morgan vê-se obrigado a mudar-se. Encontra um endereço em Chelsea, onde se estabelece.
    • 1873 - Redescobre técnicas que se assemelham à cerâmica mouresca espanhola e à cerâmica maiólica da Itália.
    • 1875 - Começa a desenvolver uma cartela de cores inspirada no que acreditava ser a padronagem Persa: azul escuro, azul turquesa, púrpura, verde, vermelho indiano e amarelo limão. (Sabe-se, hoje, tratar-se da tradição Iznik dos séculos XV e XVI).
    • 1882 - Problemas de coluna forçam De Morgan a deslocar seu atelier para Merton Abbey, onde ficará mais perto de casa.
    • 1888 - Após seu casamento, em 1887, com Evelyn De Morgan muda-se outra vez e desloca seu atelier para Sands End, em Fulham, onde, em sociedade com Halsey Ricardo, inicia o período mais prolífico de sua carreira.
    • 1898 - Com Morgan frequentemente ausente — na impossibilidade de serem enfrentadas uma série de dificuldades financeiras e técnicas —, o atelier de Fulham é fechado e a parceria com Ricardo dissolvida.
    • 1898 - De Morgan inicia uma nova parceria com três de seus antigos empregados: Frank Iles e os irmãos Passenger.
    • 1906 - Com o êxito de sua primeira novela — Joseph Vance —, inicia uma próspera (segunda carreira) de escritor.
    • 1907 - Dissolve sua sociedade com Frank Iles e os irmãos Passenger, que continuam o negócio por conta própria.
    • 1917 - Após publicar mais algumas novelas de sucesso morre, em Londres, sendo enterrado no cemitério de Brookwood.

    OBRAS

    Prato de Pavão, ca. 1888-98

    Vaso, ca. 1888-98

    Desenho para Decoração em Prato, 1879

    Painel "Tree of Knowledge", ca. 1872-81

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  • Construtivismo

  • Construtivismo

    OBRAS

    Aleksandr Rodchenko
    Capa para a antologia de poemas About This, 1923
    © Arquivos Rodchenko Stepanova, Moscou

    Varvara Stepanova
    Design para traje esportivo unissex, 1928
    © Mobile Design Museum

    Lazar Lissitzky
    Proun, 1925

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