ESCHER, M. C.

    RICHTER, Hans

    WETHERELL, Tim

  • JEANSELME, Joseph-Pierre-François

  • JEANSELME, Joseph-Pierre-François

    Joseph Jeanselme

    Entalhe em móvel

    ATUAÇÕES

    A mostra deste honorável fabricante nos dá uma idéia exata da variedade de sua produção. (...) Muitos dos principais móveis expostos pelo Sr. Jeanselme, pai, em conjunto com seu filho, reúnem todos os elementos de bom gosto e de execução primorosa que já lhes valeram uma Medalha de Prata na Exposition Nationale [de Paris] de 1849 e um prêmio em Londres, em 1851.

    BONAPARTE, Napoléon Joseph Paul. [1855]
    Exposition Universelle de 1855 : Rapports du jury mixte international. Volume 2.
    Paris.

    CRONOLOGIA

    • 1796 - Ano de nascimento de Joseph-Pierre-François Jeanselme. Pouco se sabe sobre o início de sua vida.
    • 1824 - Funda, com o irmão Jean-Arnoux, uma firma de carpintaria alocada em Paris. Especializam-se na produção de cadeiras e poltronas em estilos variados, estampadas com o selo Jeanselme Frères.
    • 1827 - Nasce, em Paris, Charles-Joseph-Marie Jeanselme, filho de Joseph Jeanselme e Marie Anne Morel.
    • 1840 - Possivelmente em razão do afastamento de Jean-Arnoux, a firma passa a usar a marca Jeanselme.
    • 1847 - Joseph compra a oficina Jacob-Desmalter, agregando assim a marcenaria aos serviços oferecidos por sua firma. Em parceria com o filho, Charles, passa a trabalhar sob o nome de Jeanselme Père et fils. Em pouco tempo, durante o governo de Louis-Philippe, conquistariam a posição de Fournisseur du Mobilier de la Couronne: fornecedores oficiais de mobiliário das cortes Francesa e Imperial.
    • 1855 - Pai e filho prosperam, chegando a empregar 300 artífices. Participam da Exposition Universelle de 1855, em Paris, onde o júri concede à Jeanselme Père et Fils, por unanimidade, uma medalha de primeira classe. No mesmo ano, recebem uma nomeação a cavaleiro da Légion d'Honneur em reconhecimento à qualidade de seu trabalho.
    • 1858 - Auguste Godin, ebanista, junta-se à firma como sócio. Os móveis produzidos passam a ser estampados pelo selo Jeanselme Fils Godin et Cie.
    • 1860 - Joseph Jeanselme falece no dia 11 de novembro, em Paris. Charles Jeanselme fica encarregado de administrar a firma, função que desempenharia até o fim de sua vida.
    • 1871 - Charles falece. A companhia continua em funcionamento e incorpora, no ano de 1893, uma nova oficina: a Lemarchand. É somente no ano de 1930 que o empreendimento dos Jeanselme encerra suas atividades por completo.

    OBRAS

    Armchair [Cadeira], circa 1850

    Cadeira. circa 1825-1835

    Banquette, 1848-1870

    Console, 1848-1870

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    LOVEGROVE, Ross

    Pop Art

    SCHUST-KNOLL, Florence

  • KING, Jessie M.

  • KING, Jessie M.

    Jessie Marion King

    Jessie Marion King (1875 - 1949)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Ilustrador(a)
    • Muralista

    CRONOLOGIA

    • 1875 - Nasce em Bearsden, na Escócia.
    • 1891 - Após uma infância conturbada e pais rigorosos que desencorajaram seu interesse artístico, Jessie começa seu treinamento como professora de Arte na Universidade Queen Margaret, em Glasgow.
    • 1892 - Entra para a Escola de Arte, em Glasgow, onde recebe inúmeros prêmios enquanto aluna.
    • 1898 - Conquista uma medalha de prata por suas ilustrações para o livro A Luz da Ásia, na Competição Nacional em South Kensington.
    • 1899 - Forma-se na Escola de Arte de Glasgow e passa a lecionar Decoração de Livros e Design. É também contratada por uma loja de departamentos na Alemanha, que se interessa por seu trabalho, e lhe pede uma gama de itens "feitos ao novo estilo escocês".
    • 1902 - Viaja pela Alemanha e Itália, e é fortemente inspirada pelos trabalhos de Botticelli. No mesmo ano, recebe medalha de ouro por sua capa para o livro L'Evangile de L'Enfance, na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin, o que a consolida como proeminente ilustradora de livros do movimento de Glasgow.
    • 1903 - Torna-se membro do comitê da Sociedade de Artistas de Glasgow.
    • 1905 - Entra para a Sociedade de Mulheres Artistas de Glasgow. Sua contribuição para o movimento escocês começa a despontar com exposições de sua arte em Londres e, dois anos mais tarde, em Glasgow.
    • 1911 - Abre, juntamente com seu marido, o pintor e designer Ernest Archibald Taylor, o Atelier e Escola de Arte em Sheiling em Paris. Seus trabalhos durante sua estadia na França são considerados de grande influência para a criação do movimento Art Déco.
    • 1920 - Transfere seu Atelier e Escola de Arte para Kirkcudbright, de volta na Escócia, onde estabelece um importante centro para mulheres artistas chamado Green Gate Close, no qual manteve um estúdio próprio para trabalhar com cerâmica.
    • 1924 - Inspirada pelo estilo de arte javanês conhecido como batik, escreve e ilustra o livro Como Cinderela Conseguiu Ir Ao Baile.
    • 1949 - Morre aos 74 anos em Kirkcudbright, na Escócia.

    OBRAS

    Ilustração para o especial de Natal da revista The Studio, 1913

    Colar de Ouro e Pérola, para a loja Liberty.

    A Spray of Wild Hemlock, ilustração para o livro de contos A House of Pomegranates de Oscar Wilde, 1891

    A Little Dream for Thee, ilustração para a revista The Studio, 1913

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  • CZESCHKA, Carl Otto

  • CZESCHKA, Carl Otto

    Carl Otto Czeschka

    Carl Otto Czeschka (1878 - 1960).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Jóias
    • Designer de Vidros
    • Designer Gráfico
    • Pintor(a)

    Czscheka foi uma figura central no desenvolvimento posterior da Wiener Werkstätte, na produção de arte e design e nas vendas coletivas, fundadas em 1903 por Josef Hoffmann e Koloman Mosaer, que buscavam o ideal de Gesamtkunstwer (completa obra de arte), uma unificação des artistas e artesãos de diferentes disciplinas na criação de uma conceito de vida mais abrangente."

    GSE, Galerie St. Etienne.
    GSE, Galerie St. Etienne.

    CRONOLOGIA

    • 1878 - Nasce em Viena, Áustria.
    • 1894 - Estuda Pintura com Christian Griepenkerl na Akademie der bildenden Künste, em Viena, até 1899.
    • 1899 - É encarregado da decoração da igreja do imperador Joseph em Radmer, Styria.
    • 1900 - Torna-se membro da Secessão Vienense.
    • 1902 - Leciona na Escola de Artes e Ofícios de Viena até 1907.
    • 1905 - Torna-se membro da Wiener Werkstätte.
    • 1907 - Leciona na Kunstgewerbeschule em Hamburgo. Nesse mesmo ano, cria um cartaz para o Fledermaus Cabaret.
    • 1909 - Conclui o que é considerado o seu trabalho mais famoso: as ilustrações para o livro Die Nibelungen.
    • 1918 - Projeta cenários e figurinos para adaptação da peça King Lear de William Shakespeare.
    • 1922 - Desenha o "Bufo", emblema da Brinckmann Justus Gesellschaft.
    • 1960 - Morre em Hamburgo, aos 81 anos.

    OBRAS

    Bracelete, c. 1910.

    "Wittgenstein Vitrine", 1908.

    Capa do primeiro programa de teatro do "Kabarett Fledermaus", 1907.

    Ilustração do livro "Nibelungen", editora Gerlach & Wiedling, 1908.

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  • BEHRENS, Peter

  • BEHRENS, Peter

    Peter Behrens (1868-1940)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Chaleiras Elétricas, 1909.

    Table Fan, 1908.

    Two Faces Kissing, 1898.

    Sala de Jantar Wertheim, 1902.

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  • HANKAR, Paul

  • HANKAR, Paul

    Paul Hankar

    Paul Hankar (1859 - 1901).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Frameries, na Bélgica.
    • 1879 - Após concluir seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Bruxelas, onde conhece o colega e futuro arquiteto Victor Horta, Hankar começa a trabalhar no escritório do arquiteto Hendrik Beyaert, onde recebe treinamento na área da Arquitetura.
    • 1889 - Sob a supervisão de Beyaert, atua como designer chefe para o Palacio de Chávarri em Bilbao, na Espanha.
    • 1891 - Torna-se professor de engenharia na Escola de Artes Aplicadas de Schaerbeek, posição que ocupa por seis anos.
    • 1893 - Abre seu próprio escritório em Bruxelas, e começa a construção de sua própria casa, o Maison Hankar. Esta casa e a de Victor Horta, construídas na mesma época, são consideradas as duas primeiras casas construídas no estilo Art Nouveau.
    • 1894 - Trabalha durante dois anos como editor da revista L’Emulation, uma publicação que promovia o estilo do Art Nouveau.
    • 1896 - Apresenta um projeto para uma “Cidade dos Artistas” para a cidade litorânea de Westende. Apesar de nunca realizado, o projeto serve futuramente como inspiração para a Colônia de Artistas em Darmstadt, na Alemanha.
    • 1897 - Inicia o projeto e construção do Hôtel Ciamberlani, em Bruxelas, um de seus notáveis projetos. Dá uma palestra sobre a “Nova Bruxelas”, uma visão própria sobre o desenvolvimento urbano da cidade. No mesmo ano, participa da Exposição Colonial em Tervuren, na Bélgica.
    • 1899 - Projeta um banco de pedra monumental para ser exibido na Exposição Universal em Paris no ano seguinte. O Rei Leopoldo II da Bélgica compra o banco e doa a obra para um parque em Ostend.
    • 1901 - Morre aos 41 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Sgrafitto na fachada do Hotel Ciamberlani, Bruxelas, 1897.

    Fachada do Maison Hankar, Bruxelas, 1893.

    Vitrine e entrada Chemiserie Niguet, Bruxelas, 1896.

    Projeto para o monumento 'Jan van Beers', Antwerp, 1891.

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  • WHISTLER, James

  • WHISTLER, James

    James Abbott McNeill Whistler

    James A. McNeill Whistler (1834 - 1903).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    A personalidade dramática de [James Abbott] Whistler [pintor Americano expatriado na Inglaterra] e sua crença na arte pela arte contribuíram para chamar a atenção do público para o Movimento Estético [Art Movement]. Como pintor, ele acreditava no prazer visual da arte e em sua habilidade de transmitir sensações muito mais do que em seus significados literais ou declarações morais. Isso fica evidente em pinturas tais como Rose and Silver: The Princess from the Land of Porcelain (1864) e Harmony in Blue and Gold: Old Battersea Bridge (c. 1872) que funcionam como antídotos para os contos medievais que Rossetti e outros Pré-Rafaelitas descreviam em suas pinturas. (...) [De fato,] seus ideais estéticos (...) funcionaram, por um lado, como um antídoto bem-vindo para o ecletismo Vitoriano tradicional; e, por outro, para o medievalismo de Morris & Co”.

    MARGOLIN, Victor. [2015]
    World History of Design. Vol. I
    London, Bloomsbury, pp. 238-239.

    CRONOLOGIA

    • 1834 - Nasce em Massachusetts, EUA.
    • 1842 - Muda-se, com sua família, para São Petersburgo, Russia, a pedido do Tsar Nicolau I. Seu pai trabalha na construção de uma ferrovia que ligará São Petersburgo a Moscou. Começa suas aulas particulares de desenho.
    • 1845 - Entra, aos onze anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes de São Petersburgo, onde conhece vários artistas mais velhos e tira notas exemplares em anatomia.
    • 1855 - Muda-se para Paris para seguir definitivamente sua carreira artística, e estuda arte tradicional por algum tempo na Ecole Impériale des Beaux-Arts e no ateliê de Marc-Charles-Gabriel Gleyre. Deste último, Whistler aprende dois princípios que levará para o resto de sua carreira: “o traço é mais importante do que a cor” e "o preto é a cor fundamental da harmonia tonal".
    • 1858 - Whistler viaja pela França e mais tarde produz uma série de gravuras chamada “Twelve Etchings From Nature” com a ajuda de Auguste Delâtre. Através de seu amigo Henri Fantin-Latour, entra para o círculo social de Gustave Courbet, que envolvia também nomes como Édouard Manet e Charles Baudelaire.
    • 1859 - Suas gravuras são aceitas no 91º Salão da Royal Academy de Londres e fazem muito sucesso, motivando o artista a se mudar para Londres.
    • 1861 - Whistler retorna a Paris, onde pinta seu primeiro quadro famoso, a Sinfonia em Branco, No. 1: A Garota de Branco. Embora fosse apenas um estudo de cor, a pintura recebeu as mais variadas críticas e interpretações. Rejeitado para exibição na conservadora Academia Real, a obra é exposta em uma galeria particular.
    • 1864 - Pinta a Rose and Silver: The Princess from the Land of Porcelain.
    • 1871 - Pinta sua mais famosa obra, Arrangement in Grey and Black No.1, um retrato de sua mãe que é comum e incorretamente chamado de Whistler’s Mother. Sua recepção foi controversa, indo desde reações muito positivas a sátiras e ridicularização.
    • 1872 - Pinta a Harmony in Blue and Gold: Old Battersea Bridge.
    • 1877 - Realiza sua obra-prima em decoração de interiores, com a Peacock Room, considerada uma das mais altas referências para o estilo Anglo-Japonês. No mesmo ano, processa John Ruskin por difamação ao ter sua pintura Nocturne In Black And Gold: The Falling Rocket duramente criticada pelo mesmo.
    • 1903 - Morre aos 69 anos em Londres, Inglaterra.

    OBRAS

    The Princess from the Land of Porcelain

    Arrangement In Grey And Black No.1, Portrait Of The Artist's Mother.

    Nocturne In Black And Gold: The Falling Rocket.

    At The Piano.

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  • GAILLARD, Eugène

  • GAILLARD, Eugène

    Eugène Gaillard

    Eugène Gaillard (1862 - 1933)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Interiores
    • Designer de Móveis
    • Designer Têxtil

    CRONOLOGIA

    • 1862 - Nasce em Paris, França.
    • 1900 - É contratado por Siegfried Bing para decorar e ambientar seu pavilhão de Art Nouveau na Exposição Universal de 1900 em Paris, juntamente com Georges de Feure e Edward Colonna. É lá que Gaillard tem a primeira grande oportunidade de expor seus trabalhos.
    • 1901 - Co-funda a Société des Artistes Décorateurs, e passa a expor suas mobílias em seus salões.
    • 1903 - Deixa o atelier de Bing e cria sua própria firma.
    • 1906 - Publica seu manuscrito “À Propos du Mobilier”, sobre móveis
    • 1933 - Morre aos 71 anos em Paris, França.

    OBRAS

    Armário Art Nouveau, ca. 1900

    Cadeira de Nogueira e Couro, 1900.

    Poltrona Art Nouveau

    Cadeira Art Nouveau em Nogueira, 1900

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  • Jugendstil

  • Jugendstil

    Jugendstil

    Otto Eckmann
    Capa da revista Jugend, 1896.

    Em termos dos seus impactos arte-históricos, o Jugendstil e a Secessão Vienense são frequentemente descritos como a expressão estilística e estética de uma emigração interna, um afastamento das esferas privadas dos indivíduos. Não obstante, inicialmente, a insatisfação com as circunstâncias contemporâneas foi o impulso dominante que levou a minoria dos artistas a difundir uma oposição romântica contra o tradicionalismo, o ecleticismo e o historicismo mirabolante. Tal descontentamento levou Georg Hirth, publicador da revista Jugend (Juventude), a reafirmar que o termo ”Jugendstil” não se referia ao nascimento de um estilo, mas na verdade um princípio de emancipação e do domínio exclusivo da inutilidade e do sentimento artístico.”

    BRANDSTÄTTER, Christian. [2006]
    VIENNA 1900: Art, Life & Culture. [p.33]

    CRONOLOGIA

    • 1892 - O movimento é inciado em Munique, na Alemanha, quebrando paradigmas históricos e estilísticos da Academia. E além disso, os participantes denomina a Associação como Secessão de Munique.
    • 1896 - É inaugurado o Jugend, jornal da Associação, tornando-se uma das revistas semanais mais influentes sobre o novo estilo. Sua influência foi muito importante, trazendo à tona os motivos florais, com arabescos, linhas e tipografias marcantes.

    OBRAS

    Hans Christiansen
    Andromedia, ilustração para Jugend, 1898.

    Otto Eckmann
    Maple wood and leather armchair, 1898.

    Julius Klinger
    Cravates Hermanns & Froitzheim, 1911.

    Richard Riemerschmid
    Ball Pitcher, 1902.

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  • BERGLER, Ettore de Maria

  • BERGLER, Ettore de Maria

    Ettore de Maria Bergler

    Ettore de Maria Bergler.

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    OBRAS

    Küstenmotiv, Sizilien.

    Cigni Nella Fontana di Piazza Pretoria.

    Paesaggio on fiume.

    Ritratto della signora Guarrasi.

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  • WAGNER, Otto

  • WAGNER, Otto

    Otto Wagner (1841-1918)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1841 - Nasce em Penzing.
    • 1857 - Começa os estudos de Arquitetura aos 16 anos, no Instituto Politécnico de Viena.
    • 1860 - Ao terminar os estudos em Viena, vai a Berlim para estudar na Academia Real de Arquitetura, a Bauakademie. Lá ele é orientado por Carl Ferdinand Busse, um classicista, e retorna no ano seguinte para estudar na Academia de Belas Artes de Viena, tornando-se logo após um dos arquitetos da firma de Ludwig von Föster. Assim, descrevia seu estilo como "um tipo de Renascença livre".
    • 1868 - Seu projeto para a Sinagoga Ortodoxa na Rumbach Street, em Budapeste, é selecionado em uma competição.
    • 1874 - Começa a construir muitos edifícios em Viena.
    • 1880 - Passa também a, além de construir, financiar seus projetos. Dois anos depois, por exemplo, projeta um prédio luxuoso em Viena- próximo ao parlamento- unindo beleza e função dentro dele.
    • 1886 - Constroi a primeira Villa Wagner, projeto de uma casa de campo que fez para si, contendo detalhes inspirados no neoclássico inspirados por Palladio
    • 1894 - É nomeado como o conselheiro artístico do sistema do novo sistema de transporte de Viena, Stadtbahn, projetando pontes, viadutos e estações. Por causa da demanda, contrata mais setenta artistas e designers para ajudarem nos projetos, incluindo Joseph Maria Olbrich e Josef Hoffmann.
    • 1897 - Se associa à Secessão Vienense.
    • 1899 - Termina de construir seu projeto da estação Karlsplatz.
    • 1905 - Deixa a Secessão, publica novas edições do seu livro Modern Architecture e de mais três volumes: Sketches, Projects, Constructions.
    • 1910 - Torna-se Vice-Reitor da Academia de Belas Artes de Viena.
    • 1912 - Propõe a construção de um Museu Municipal em Viena para homenagear Franz-Joseph, imperador da Áustria. Entretanto, seu projeto foi interrompido por causa da 1ª Guerra Mundial, em 1914.
    • 1916 - Após vender sua primeira casa de campo em 1911, acaba vendendo a segunda, que havia sido construída em 1912 para sua esposa.
    • 1918 - Morre em Viena.

    LEITURA RECOMENDADA

      OBRAS

      Vila Wagner I, 1886.

      Austrian Postal Savings Bank, 1912.

      Wagner Armchair, 1899.

      Interior e altar da Igreja de São Leopoldo, 1907.

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    • Paris, Belle Époque

    • Paris, Belle Époque

      Pierre-Victor Galland
      Le bar de Maxim's, 1890

      Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.

      Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.

      À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.

      C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]

      KALIFA, Dominique [2019]
      Paris à la Belle Époque
      Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
      (Último acesso: 04/11/2019)

      OBRAS

      René Jules Lalique
      Pingente, c. 1900

      Jules Chéret
      Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898

      Alfons Maria Mucha
      Cartaz para a peça Amants, 1895

      Hector Guimard
      Vase des Binelles, 1903

      A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      Pós-Modernismo

      DESKEY, Donald

      WRIGHT, Frank Lloyd

    • LIBERTY, Arthur

    • LIBERTY, Arthur

      Arthur Lasenby Liberty

      Arthur Lasenby Liberty (1843 - 1917)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Empresária(o)

      O empresário que comercializou com maior sucesso os novos estilos derivados dos Movimentos [Estético e de Artes e Ofícios] foi Arthur Lasenby Liberty. (...) Em sua primeira loja, aberta em 1875, Liberty especializou-se na importação de bens da Ásia. Entre esses bens constavam seda da Índia, tapetes asiáticos e porcelana azul e branca do Japão (tão popular entre artistas como Whistler, Wilde e outros afins ao Movimento Estético). Mas Liberty logo trocou as importações por sua própria manufatura produzindo linhas de roupas, mobiliário e outros itens decorativos para o lar. (...)
      O empreendimento de Liberty ocupou um grande número de designers, tanto entre os que trabalhavam para seus fornecedores - como o Silver Studio -, quanto aqueles diretamente empregados por ele. Sabemos muito menos desses últimos porque Liberty não revelava seus nomes ao público. Mas entre as figuras mais conhecidas que projetaram itens para a Liberty & Co. podemos citar M.H. Baillie Scott, Walter Crane, Christopher Dresser, E.W. Godwin e C.F.A. Voysey”.

      MARGOLIN, Victor. [2015]
      World History of Design. Vol. I
      London, Bloomsbury, pp. 344-345.

      CRONOLOGIA

      • 1873 - Nasce no dia 13 de agosto de 1843, em Chesham, Buckingamshire, Inglaterra, filho de Rebecca e Arthur Liberty; este último, vendedor e fabricante de tecidos.
      • 1859 - Ao egressar da University School, de Nottingham, começa a trabalhar no armarinho de um tio. No mesmo ano, muda-se para Londres onde é contratado como gerente auxiliar na seção oriental da ; um empório comercial de vestimentas (xales e mantos) na Regent’s Street.
      • 1865 - Casa-se com Martha Cottam, de quem se divorciaria em 1869 sob alegação de adultério.
      • 1874 - Ocupa a posição de gerente da até 1874, liderando a seção mais lucrativa da firma e entrando em contato com diversos artistas como Edward Burne-Jones, Dante Gabriel Rossetti, James Abbott Whistler e William Morris.
      • 1875 - Casa-se com Ema Louise Blackmore e abre seu próprio negócio – a East India House
      • 1884 - Com um talento especial para a aquisição e disposição de seus bens, o negócio expande-se, transformando-se na loja de departamentos Liberty.
      • 1888 - Viaja, com sua esposa, para o Japão para estudar produtos e processos de manufatura locais.
      • 1889 - Nomeado Juiz de Paz no Condado de Buckinghamshire, posto que ocupa concomitantemente com a nomeação de Deputy Lieutenant; cargo honorário onde representa o monarca em situações cerimoniais.
      • 1890 - A Liberty torna-se uma Public Limited Liability Company (PLC); com isso, habilita-se a vender ações ao público.
      • 1913 - Agraciado com o título de Cavaleiro do Império Britânico em reconhecimento a seus serviços em nome das artes.
      • 1914 - Aposenta-se, dono de uma pequena fortuna, e retira-se para sua residência – a Lee Manor, em Buckinghamshire.
      • 1917 - Morre no dia 11 de maio, em sua residência. Não deixa filhos. Seu negócio é continuado por um sobrinho.

      OBRAS

      Liberty & Co. - Regents Street, Londres.

      Cartaz da Liberty & Co.: Jóias da Linha Cymric

      Cartaz Liberty & Co.

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    • BLAST

    • BLAST

    • PUIG, Josep

    • PUIG, Josep

      Josep Puig i Cadafalch

      Josep Puig i Cadafalch (1867 - 1956).

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteta(o)
      • Historiador(a)
      • Política(o)
      • Professor(a)

      "Os arquitetos catalãos do início do século XX (...) projetaram uma série de edifícios que recriavam construções históricas dos países do norte europeu. (...) Todas essas construções não eram apenas produtos casuísticos do gosto historicista desses arquitetos de Barcelona, mas também uma declaração explícita da proximidade da cultura e da sociedade Catalã com a Europa – e em contraste com o resto da Espanha”.


      LUNA-GARCIA, Antonio. “Just another coffee”. in:
      CRONIN, A. & HETHERINGTON, K. [2008]
      Consuming the Entrepreneurial City.
      New York, Routledge

      CRONOLOGIA

      • 1867 - Nasce em Mataró, Espanha.
      • 1891 - Termina seus estudos na Escuela Provincial de Arquitectura, de Barcelona e volta para Mataró para assumir o posto de Arquiteto Municipal.
      • 1896 - Deixa o posto de Arquiteto Municipal. Envolve-se progressivamente com a política Nacionalista Catalã de Enric Prat de la Riba.
      • 1897 - Torna-se professor de Hidráulica e de Resistência de Mateirais na Escuela Superior de Arquitectura. [Data aproximada]
      • 1898 - Projeta a Casa Amatller, em Barcelona.
      • 1900 - Além de dedicar-se à Cátedra e aos trabalhos de arquitetura (e estudos de Arqueologia) envolve-se progressivamente com a política, desempenhando diversos cargos no Governo.
      • 1905 - Projeta a Casa de les Puntxes, em Barcelona.
      • 1917 - Sucede Enric Prat de la Riba como Presidente do Governo Catalão. Desenvolve projetos de melhoria de museus, escolas, rodovias e agricultura.
      • 1921 - Termina a reforma do edifício Casa Pich i Pon, inspirado na obra do arquiteto americano Louis Sullivan.
      • 1923 - Destituído da Presidência do Governo Catalão pelo golpe militar de Primo de Rivera, passa a dedicar-se aos estudos de Arqueologia.
      • 1929 - Participa da Exposição Universal de Barcelona como arquiteto principal.
      • 1936 - Durante a Guerra Civil Espanhola exila-se em Paris, onde dá classes magistrais e consolida seu prestígio internacional.
      • 1940 - De volta à Espanha, vê-se proibido pelo novo regime de trabalhar como arquiteto.
      • 1942 - Torna-se Presidente do Institut d’Estudis Catalans, cargo que ocupará até sua morte.
      • 1956 - Morre em Barcelona aos 89 anos.

      OBRAS

      Casa Amatller, 1900

      Casa de les Punxes, 1905

      Fàbrica Casaramona, 1911

      Obra Les Quatre Columnes, Barcelona, 1919

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    • WALTON, Edward

    • WALTON, Edward

      Edward Arthur Walton

      Edward Arthur Walton (1860 - 1922)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Pintor(a)

      CRONOLOGIA

      • 1860 - Nasce em Renfrewshire, na Escócia.
      • 1880 - Passa a expor seus trabalhos com os Glasgow Boys, no Instituto Real de Belas Artes em Edinburgh, na Academia Real Escocesa.
      • 1883 - Pinta uma série de aquarelas em Helensburgh, representando o subúrbio e seus habitantes. Esta série torna-se conhecida como um dos mais marcantes trabalhos do Movimento de Glasgow por sua clareza, cores e forte senso decorativo.
      • 1885 - Pinta A Daydream, sua última grande pintura realista, antes de se dedicar ao estilo mais subjetivo de James Whistler.
      • 1886 - Pinta A Herd Boy, uma de suas mais famosas aquarelas, e também responsável por estabelecer sua reputação pela Europa.
      • 1889 - Reconhecido como um dos mais notórios pintores do estilo de Glasgow, é eleito associado da Academia Real Escocesa.
      • 1890 - Expõe algumas de suas pinturas na segunda Exposição Internacional de Arte em Munique, dentre elas a aquarela A Herd Boy, com a qual conquista uma medalha de ouro.
      • 1894 - Muda-se de Glasgow para Londres, onde mora próximo ao pintor
      • 1904 - Retorna para a Escócia com sua família e passa a dedicar-se à pintura de retratos. No ano seguinte é finalmente eleito membro oficial da Academia Real Escocesa.
      • 1915 - Torna-se presidente da Sociedade Real de Aquarela da Escócia.
      • 1922 - Morre aos 62 anos em Edinburgh, na Escócia.

      OBRAS

      A Daydream, 1885

      Helensburgh, 1886

      A Herd Boy, 1886

      Bluette, 1891

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    • Wiener Werkstätte

    • Wiener Werkstätte

      Wiener Werkstätte

      Logo da Wiener Werkstätte (1902-1932)

      ATUAÇÕES

      • Áustria

      O imenso dano causado, de um lado, pela deteriorada produção de massa e, de outro, pela imitação servil dos estilos passados inunda todo o mundo como uma gigantesca torrente fluvial [...] No lugar da mão, imiscuiu-se a máquina; no lugar do artesão, o comerciante. Mas seria uma loucura querer nadar contra essa corrente. Apesar disso, fundamos a nossa oficina [...]. Queremos estabelecer uma relação estreita entre o público, o projetista e o artesão, e produzir objetos de uso doméstico simples e de qualidade. O nosso ponto de partida é o uso do objeto; a nossa primeira condição é a funcionalidade; a nossa força consistirá na harmonia das proporções e na excelência da elaboração. Quando for o caso, procuraremos acrescentar ornamentos, mas sem esforços e não a qualquer custo [...] É preciso tornar a reconhecer e apreciar o valor do trabalho artistico e das ideias. O trabalho do artesão deverá ser valorizado na mesma medida daquele do pintor e do escultor. Não podemos nem pretendemos concorrer com a produção de baixo preço; essa se dá, sobretudo, em detrimento dos trabalhadores e nós entendemos que o nosso dever mais alto seja dar-lhes de novo a alegria de um trabalho e uma existência digna de homem. Mas tudo isso só se pode obter gradualmente [...].

      Os produtos substitutos, as imitações de estilo, só podem satisfazer aos parvenus. O burguês de hoje, assim como o operário, deve possuir a orgulhosa consciência dos próprios valores e não deve tender à emulação com outras classes, cuja missão cultural já foi cumprida e que conservam, de direito, a recordação de um esplêndido passado artístico. A nossa burguesia ainda está distante de haver realizado a sua própria missão artística. A ela cabe agora levar a termo essa evolução [...] Que nos seja enfim consentido sublinhar que também nós estamos conscientes do fato de que em determinadas circunstâncias se podem produzir, com a ajuda das máquinas, produtos razoáveis em série, a preços acessíveis; contanto que tais objetos revelem claramente o caráter de sua fabricação [...]. Usaremos todas as nossas forças para termos sucesso, mas daremos passos adiante apenas com a ajuda de todos os amigos. Não podemos nos permitir fantasias. Temos os pés bem plantados na terra e esperamos as encomendas".

      HOFFMAN, J. & MOSER, K.. [1905]
      Programa da Wiener Werkstätte. Apud: DE FUSCO, Renato. [1.ed. 1985]
      História do Design, 2019.

      OBRAS

      Dagobert Peche
      Caixa de doces em formato de pássaro, 1920

      Carl Otto Czeschka
      Colar, 1910

      Bertold Löffler
      Cartaz para o Kabarett Fledermaus, 1907

      Koloman Moser e Josef Hoffmann
      Poltrona confeccionada para o Sanatório Purkersdorf, 1903

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    • IMAGE, Selwyn

    • IMAGE, Selwyn

      Selwyn Image (1849 - 1930)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Designer
      • Designer de Móveis
      • Designer deTexteis
      • Escritor
      • Ilustrador(a)
      • Poeta
      • Vitralista
    • PRIKKER, Johan Thorn

    • PRIKKER, Johan Thorn

      Johan Thorn Prikker

      Johan Thorn Prikker (1868 - 1932)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Designer de Móveis
      • Designer de Vidros
      • Litogravurista
      • Pintor(a)

      CRONOLOGIA

      • 1868 - Nasce em Haia, na Holanda.
      • 1881 - Começa seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Haia, onde permanece durante seis anos, mas sai antes de completar seus estudos.
      • 1890 - Conhece o grupo artistico belga The XX, junto do qual passa a expor seus trabalhos.
      • 1893 - Participa de inúmeras exposições de pinturas e desenhos simbolistas.
      • 1898 - Recebe o cargo de Diretor de Arte da recém-inaugurada galeria de Arts & Crafts em Haia. É nessa época que Prikker começa a desenhar mobilia, inspirado nos trabalhos de Van de Velde.
      • 1900 - Se desentende com o fundador da academia, Chris Wegerif, e acaba se afastando do cargo.
      • 1903 - Se muda para Krefeld, na Alemanha, onde passa a dar aulas na Escola de Artes Industriais.
      • 1910 - Sai de Krefeld para Hagen, onde começa a receber inúmeras encomendas de murais, vitrais e mosaicos.
      • 1913 - Torna-se o diretor da turma de pintura na Escola de Arts & Crafts de Essen.
      • 1914 - Participa da primeira exposição de Werkbund em Cologne, na Alemanha, com seus vitrais para a igreja dos Três Reis em Neuss.
      • 1920 - Se muda para Munique, onde passa a ensinar a arte dos vitrais e dos monumentos.
      • 1926 - Passa a lecionar na escola de Arts & Crafts de Cologne, onde permanece até sua morte.
      • 1932 - Morre aos 63 anos em Cologne, na Alemanha.

      OBRAS

      Braut, ca. 1892.

      Poster Holländische Kunstausstellung, 1903.

      Madonna in Tulpenland, 1892.

      Vitral na Igreja B.M.V. em Essen, 1931

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    • Stile Liberty

    • ARBUTHNOT, Malcolm

    • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

    • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

      Alexandre-Georges Fourdinois

      Estampille dos Fourdinois em móvel

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Ebanista
      • Marceneira(o)

      [Sobre a Maison Fourdinois] Há vinte e quatro anos, na Exposição Internacional de Londres de 1862 — evento em que a França tanto se destacou —, o júri se deteve longamente diante de um móvel feito com madeira de ébano, no estilo italiano do Renascimento. O móvel era pequeno; porém tinha um projeto extremamente refinado e uma execução de perfeição admirável. Era assinado pelo Sr. Henri Fourdinois. Até esse momento, apenas o Sr. Fourdinois, pai — fundador de uma casa de ebanisteria —, era conhecido. Desde sua fundação, em 1835, essa Casa foi reconhecida como uma das mais prestigiosas [entre todas da França]. No entanto, a peça apresentada pelo Sr. Henri Fourdinois era surpreendente até mesmo para os elevados padrões da produção de seu pai. O Relatório Oficial [da Exposição] classificou o gabinete em ébano esculpido, de interior incrustado com marfim como “obra da maior qualidade” e “uma das peças mais impressionantes de toda a sessão francesa". [...]

      Os juízes mais qualificados — a começar por [Eugène] Viollet-le-Duc — proclamaram enfaticamente a qualidade da arte do Sr. Fourdinois. Crítico rigoroso e profundo, Viollet-le-Duc escreveu, em 1867, a esse propósito: "[o trabalho de Fourdinois] resiste ao exame mais atento e, vistas de longe, suas peças destacam-se pelo perfeito equilíbrio de suas proporções". Disse ainda que "nenhuma outra produção do gênero, de qualquer país que se venha a considerar, poderia ser comparada a peças como essas”. [...] [E arremata:] “O Sr. Fourdinois tem o coração de um pintor: ele não se contenta com suas composições até que os contrastes e a harmonia entre as cores tenham um casamento perfeito".

      FOURCAUD, L. de. [1887]
      Catalogue des Meubles d'Art Anciens et Modernes.
      Edição de 30 de dezembro; pp. 3-8.

      CRONOLOGIA

      • 1799 - Nasce em Paris, filho de uma família de escultores.
      • 1815 - Em algum momento no início do século XIX — a data ao lado é estimada —, começa a trabalhar na oficina de François-Honoré-Georges Jacob-Desmalter. Seu empregador era dono — e o seria entre 1796 e 1825 — de uma das mais famosas oficinas de mobiliário de Paris: a Jacob Desmalter et Cie. Desmalter viria a ser considerado um dos criadores do Estilo Império.
      • 1830 - Nasce seu filho, Henri Auguste Fourdinois.
      • 1835 - Inicia um empreendimento com Jules Fossey, escultor e fabricante de móveis estilo Renaissance. A firma fundada, Fourdinois & Fossey, operaria até o ano de 1848.
      • 1844 - A firma Fourdinois & Fossey participa, com êxito, da mostra da Exposição dos Produtos da Indústria Francesa.
      • 1848 - Fim da associação com Jules Fossey. Alexandre-Georges funda um novo estabelecimento na Rue Amelot: a Maison Fourdinois.
      • 1851 - Participa da Exposição de 1851 no Crystal Palace, em Londres, onde conquista uma medalha com um buffet de estilo neo-renascentista — estilo esse que caracteriza, de um modo geral, a produção da firma.
      • 1855 - Participa da Exposição Mundial de Paris onde recebe, junto com Ferdinand Barbedienne, o maior prêmio, consolidando sua fama.
      • 1860 - Provavelmente em algum momento dessa década seu filho, — tendo anteriormente trabalhado para o arquiteto Félix Duban, para o ourives Jean-Valentin Morel e para o bronzier Victor Paillard —, ingressa na Maison Fourdinois.
      • 1862 - Participa da Exposição Internacional de Londres – também conhecida como The Great London Exposition, em South Kensington.
      • 1867 - Henri Auguste assume a direção da Maison Fourdinois e participa da Exposition Universelle d’Art et d’Industrie, realizada no Campo de Marte.
      • 1871 - Alexandre-Georges Fourdinois morre em Paris. A firma dos Fourdinois, conduzida por Henri Auguste, sobreviveria até cerca de 1887.

      OBRAS

      Par de esculturas representando a Europa e a África

      Armário projetado pela Maison Fourdinois

      Espelho da Imperatriz Eugénie, no Château de Compiègne

      Cadeira para a Embaixada da Prússia em Paris, 1864

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      CALDER, Alexander

      TERRAGNI, Giuseppe

    • NEWBERY, Jessie W.

    • NEWBERY, Jessie W.

      Jessie Wylie Newbery

      Jessie Wylie Newbery (1864 - 1948)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Designer Gráfico
      • Designer Têxtil

      CRONOLOGIA

      • 1864 - Nasce em Paisley, na Escócia.
      • 1884 - Entra para a Escola de Arte de Glasgow, onde estuda por quatro anos.
      • 1889 - Casa-se com o pintor e diretor da Escola de Arte de Glasgow, Francis Newbery.
      • 1890 - Ganha uma medalha de bronze em um concurso em South Kensington por seu design Tempestas para um vitral.
      • 1893 - Exibe algumas de suas obras, dentre elas um cálice de prata e um prato de metal moldado, na Quarta Exposição da Sociedade de Arts & Crafts.
      • 1894 - Cria, junto a seu marido, o Departamento de Bordado na Escola de Arte de Glasgow e é apontada como chefe do mesmo. Seu talento, forte senso de design e incentivo pelo trabalho de seus alunos ajudam a elevar o status do bordado como uma forma de arte criativa.
      • 1900 - Seu departamento ganha notoriedade entre outas formas de arte e seus trabalhos e de seus alunos são regularmente expostos na revista britânica The Studio.
      • 1901 - Em uma avaliação da Exposição Internacional de Glasgow, seu trabalho é citado como sendo 'digno de estudo em virtude do bom design e acabamento excelente'.
      • 1902 - Tem suas obras e a de seus alunos exibidas na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin.
      • 1903 - Suas padronagens para roupas e bordados aparecem na influente revista alemã Moderne Stickereien. Lá se afirma que a 'Rosa de Glasgow', um dos mais notórios símbolos do Glasgow Style, foi criada e difundida por seus bordados, antes de ser amplamente utilizada por Charles Rennie Mackintosh.
      • 1907 - O Departamento de Educação Escocês autoriza a direção da Escola de Arte de Glasgow a certificar o curso de Costura e Bordado Artístico, elevando ainda mais o prestígio do Departamento de Bordado chefiado por Jessie Newbery.
      • 1908 - Aposenta-se do Departamento de Bordado por problemas de saúde, mas continua seu trabalho com bordado.
      • 1914 - Exibe seus trabalhos junto da Guilda Escocesa de Artes Manuais na Exposição de Artes Decorativas da Grã-Bretanha, no museu do Louvre, em Paris.
      • 1916 - Colabora com a organização e com a montagem da importante exposição 'Bordado e Costura Antiga e Moderna'.
      • 1948 - Morre aos 83 anos em Dorset, na Escócia.

      OBRAS

      Desenho para vestidos de crianças, ca 1902

      Abafador de bule bordado, ca 1900

      Capa bordada para almofada, ca 1900

      Colarinho e cinto bordados

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    • CADEIRA PROUST

      MENDINI, Alessandro

    • MENDINI, Alessandro

      ALESSANDRO MENDINI

      (1931 - 2019)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteto
      • Designer
      • Designer de Produto
    • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

    • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

      Henri de Toulouse-Lautrec

      Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Designer Gráfico
      • Ilustrador(a)
      • Pintor(a)

      "A sensibilidade exasperada pelas cores contrastantes é uma das qualidades de seu “macabro” gênio. Nada o repele; pinta beleza e feiúra com soberba indiferença; pinta o vício e o vil, exóticas, atrozes e obscenas criaturas com a absoluta insolência e o máximo cinismo de um Diabo ou de um Deus que criaram em mútuo antagonismo o cruel e adorável mundo no qual vivemos. (…) Parte da técnica de Lautrec consiste não somente no seu modo original de observar a realidade, mas na sua maneira de ver as coisas: não em porções, não em sombras, mas em massas (…) Lautrec tinha uma paixão por cores brutais, em contrastes violentos e muitas vezes excessivos."

      SYMONS, Arthur. [1930]
      From Toulouse-Lautrec to Rodin.
      New York, Kessinger Publishing.

      CRONOLOGIA

      • 1864 - Nasce em Albi, na França.
      • 1878 - Sofre duas quedas consecutivas, nas quais quebra os dois fêmures devido a uma doença manifestada anos antes, que afeta a formação dos ossos, fazendo com que Henri não ultrapasse a altura de 1,52m.
      • 1880 - Monta um estúdio particular em Paris e passa a frequentar teatros e cabarés de Montmartre.
      • 1882 - Estuda Pintura com o retratista Léon Bonnat e, posteriormente, com Fernand Cormon, cujo ateliê frequenta por cinco anos.
      • 1888 - Pinta La Blanchisseuse no jardim de Pere Foret, Paris.
      • 1889 - Expôe suas obras no Salon des Indépendants.
      • 1890 - Produz ilustrações para a revista humorística semanal Le Rire.
      • 1891 - É contratado por Charles Zidler para criar o cartaz do Moulin Rouge, que corresponde ao seu primeiro cartaz litográfico.
      • 1893 - Tem sua primeira mostra individual, na galeria Booussod & Valadon.
      • 1894 - Produz ilustrações para La Revue Blanche.
      • 1896 - É impresso seu trabalho Elles, série de litografias coloridas focada no universo feminino, que produz um panorama da vida nos bordéis.
      • 1899 - O excesso de álcool faz com que seja internado em uma clínica psiquiátrica após um colapso nervoso.
      • 1901 - Morre vítima de sífilis e alcoolismo, em Malmoré, na França.

      OBRAS

      Cartaz para o café Divan Japonais, 1893.

      Cartaz para Moulin Rouge, 1891.

      Rousse, 1896.

      Jane Avril, 1893.

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    • Movimento Estético

    • Movimento Estético

      Esteticismo

      Peacock Room (1876 - 1877)

      ATUAÇÕES

      • Reino Unido

      Na segunda metade do século dezenove, transformações na arte, na arquitetura e no design na Grã-Bretanha levaram à criação do Movimento Estético; um estilo moderno de design Vitoriano que transcorreu, em boa medida, em paralelo ao Movimento de Arts & Crafts [Artes e Ofícios] e que teve como objetivo elevar o status de todos os objetos de consumo à categoria de obras de arte. Movido por slogans como ‘a arte pela arte’, o Movimento Estético – bem como o Movimento de Artes e Ofícios -, foi uma reação aos excessos do Revivalismo Gótico. No entanto, ao contrário do Movimento de Artes e Ofícios, o Movimento Estético rejeitava a ideia de que a arte deveria ter um propósito moral ou social”.

      BHASKARAN, Lakshmi. [2005]
      Design of the Times.
      New York, Rotovision, pp. 32-33.

      CRONOLOGIA

      • 1870 - 1900

      OBRAS

      Louis Tiffany - Mesquita de Cairo (1872)

      Aubrey Beardsley - Isolde (1895)

      Christopher Dresser - Padronagem Reptiliana (1887)

      Dante Gabriel Rossetti - Rosa Triplex (1867)

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    • BIGOT, Georges Ferdinand

    • BIGOT, Georges Ferdinand

      Georges Ferdinand Bigot

      Georges Ferdinand Bigot (1860 - 1927)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Ilustrador(a)
      • Pintor(a)

      CRONOLOGIA

      • 1860 - Nasce em Paris, França.
      • 1872 - Entra para a Escola de Belas Artes em Paris, aonde teve artistas como Jean-Léon Gérôme e Carolus-Duran como professores. Durante seu tempo na escola, Bigot conhece o Japonismo e se torna amigo de inúmeros colecionadores de arte japonesa.
      • 1878 - Frequenta a Exposição Universal aonde se vê particularmente encantado com o pavilhão de arte japonesa, o que fomenta sua vontade de se mudar para o Japão.
      • 1880 - Trabalha para os jornais La Vie Moderne e The World Parisien como ilustrador, para juntar o dinheiro da viagem.
      • 1882 - Muda-se para Yokohana, no Japão, aonde prontamente inicia seu aprendizado da lingua e pintura tradicional locais, enquanto ensina aquarela na Academia Imperial do Exército Japonês.
      • 1887 - Publica um jornal satírico, chamado Tôbaé, aonde ilustra cenas do cotidiano japonês, ridiculariza políticos e critica o que chama de ‘excessos da “ocidentalização do Japão”’. Por medo da censura, publica somente em Yokohana. Torna-se o pioneiro dos cartuns de cunho político e social no Japão.
      • 1891 - Lança o livro ilustrado O Diário de Uma Gueixa em Tóquio.
      • 1894 - É enviado para a Coréia durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa em um trabalho especial para a revista inglesa London Graphic.
      • 1897 - Lança o livro ilustrado As Aventuras do Capitão Goudzougoudzou.
      • 1899 - Com a revisão dos Tratados Desiguais entre a China e o Japão e o fim da extraterritorialidade, decide voltar para a França, divorciando-se de sua esposa e levando seu filho consigo. Ao retornar para a Europa, passa a trabalhar para várias revistas e jornais franceses.
      • 1904 - Ilustrou a narrativa da guerra Russo-Japonesa para o jornal semanal L’Illustration.
      • 1906 - Se muda para Bièvres, aonde começa a colaborar com a gráfica e editora Pellerin. Publica inúmeras histórias ilustradas sobre o folclore asiático.
      • 911 - Publica o quadrinho “A Vida de um Jogador ou Os Apaches do Grande Mundo”.
      • 1927 - Morre aos 67 anos em Bièvres, França.

      OBRAS

      La Femme Nue de M. Kuroda, 1895

      Rokumeikan's Lady, 1887

      Une Partie de Peche, 1887

      Capa para o livro Chocando no Japão: A Evolução da Arte no Império do Sol Nascente, 1895

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