• NEWBERY, Fra

  • NEWBERY, Fra

    Francis Henry Newbery

    Francis H. Newbery, (1855 - 1946)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)
    • Professor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1855 - Nasce em Devon, na Inglaterra.
    • 1871 - Entra para a Escola de Arte de Bridport, onde atua como assistente do diretor.
    • 1875 - É nomeado Mestre de Arte de uma escola secundária em Londres, onde trabalha durante alguns anos.
    • 1882 - Recebe uma bolsa de estudos para se tornar um Mestre de Arte em Treinamento na Universidade Real de Arte da Inglaterra.
    • 1885 - Torna-se o diretor da Escola de Arte de Glasgow. Sob sua influência e liderança inovadora, a escola torna-se amplamente reconhecida e respeitada internacionalmente.
    • 1897 - Começa a trabalhar ao lado do artista e arquiteto Charles Rennie Mackintosh no projeto do novo prédio para abrigar a Escola de Arte de Glasgow. Sua construção dura doze anos e o prédio é considerado a obra prima arquitetônica de Mackintosh.
    • 1902 - É designado Curador da Ala Escocesa na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin, para tanto escolhendo Charles Rennie Mackintosh como seu arquiteto.
    • 1917 - Deixa o posto de diretor da Escola de Arte de Glasgow por motivos de saúde, retornando com usa esposa, a designer e artista Jessie Newbery, para a Inglaterra.
    • 1921 - Monta seu estúdio particular em uma capela, que compra junto de outras construções em um pátio, em Dorset, onde pretende passar o resto de seus anos pintando.
    • 1923 - Trabalha em um projeto ambicioso de decoração da prefeitura de Bridport. Para este projeto que dura quatro anos, doa uma série de suas pinturas sobre a cidade e sua herança industrial.
    • 1946 - Morre, aos 91 anos, em Dorset na Inglaterra.

    OBRAS

    Retrato de Eileen Lavery, 1913

    Retrato de Charles R. Mackintosh, 1914

    Daydreams, 1920

    The Entry into Bridport, Dorset, of Joan of Navarre, Second Wife of Henry IV, January 1403, 1924

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  • GOCÁR, Josef

  • GOCÁR, Josef

    Josef Gočár (1880-1945)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Bauer Villa, 1914.

    House at the Black Madonna, 1912.

    Gymnasium

    Fénix Palace (Strojexport)

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  • BRADLEY, Will H.

  • BRADLEY, Will H.

    William Henry Bradley

    Will H. Bradley (1868 1962)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Cineasta
    • Empresária(o)
    • Ilustrador(a)
    • Tipógrafa(o)

    Will Bradley, (...) o mais proeminente designer gráfico Americano dos anos 1890, produziu obras em uma variedade de estilos Art Nouveau derivadas de trabalhos europeus. É importante reconhecer que, a esta altura da história do pôster, havia uma distinção amplamente reconhecida entre as milhares de cromolitografias projetadas canhestramente a cada ano e aqueles que eram os então chamados ‘pôsters artísticos’, tais como os que Bradley produzia. Esses pôsters, com seus celebrados pedigrees artísticos, foram empregados inicialmente apenas para publicizar jornais literários de vanguarda, performances teatrais e atividades afins. Apenas por meio de um processo gradual - que se arrastou até o século vinte – que tais projetos gráficos se tornaram a norma (antes que a exceção) no mundo da publicidade”.

    ESKILSON, Stephen J. [2007]
    Graphic Design: A New History.
    London, Laurence King, p. 54.

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce no dia 10 de julho na cidade de Boston, Massachusetts, Estados Unidos, filho de Aaron Bradley e Sarah Rowland.
    • 1882 - Morando há dois anos na cidade de Ishpeming para onde se mudara com a mãe após a morte de seu pai, em 1880, Bradley começa a trabalhar como aprendiz de tipógrafo no jornal Iron Agitator.
    • 1885 - Aceita trabalhos não-remunerados em Chicago nas firmas J. Mang & Co. e Rand McNally; ambos como aprendiz de entalhador.
    • 1887 - Associa-se à gráfica Knight and Leonard da qual se afastará dois anos depois para tornar-se designer independente.
    • 1891 - Executa seu primeiro projeto de design para a revista Inland Printer.
    • 1893 - Começa a trabalhar para a revista Vogue.
    • 1895 - Funda a Wayside Press em Sprignfield, Massachusetts, onde trabalha como ilustrador, editor, tipógrafo, designer e gerente de uma revista chamada de Bradley: His Book.
    • 1897 - Com o sucesso de suas atividades – e com o excesso de trabalho -, tem uma crise de estafa. Recupera-se sem sequelas. Vende, no ano seguinte, a Wayside Press para a The University Press de Cambridge, Massachussetts.
    • 1903 - Contratado como Diretor de Arte da American Type Founders. Adiante torna-se editor da Collier’s Weekly.
    • 1904 - Publica o artigo The Use of Printing Labels in Bookbinding na revista Printing Art. Em anos posteriores publica artigos em periódicos importantes.
    • 1910 - Funda o estúdio independente Will Bradley Studios.
    • 1915 - Torna-se Diretor de Arte da Hearst Publications and Motion Pictures.
    • 1918 - Funda a Dramafilms (Will Bradley Productions) na qual escreve, produz e dirige seus próprios filmes (de cinema mudo).
    • 1854 - Publicadas suas memórias com o título Will Bradley: His Chap Book pela The Typophiles. A edição original conta com apenas 650 cópias. No mesmo ano é agraciado com a medalha da American Institute of Graphic Arts (AIGA) – maior homenagem concedida a um designer gráfico.
    • 1962 - Morre no dia 25 de janeiro em La Mesa, Califórnia, com a idade de 93 anos.

    OBRAS

    The Chapbook: Thanksgiving Number. 1895.

    The Modern Poster. 1895

    Poster Ault & Wiborg. 1895

    Poster Ault & Wiborg. 1900

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    PICABIA, Francis

  • HESTAUX, Louis

  • HESTAUX, Louis

    Louis Hestaux

    Louis Hestaux (1858 - 1919)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Desenhista
    • Designer Têxtil
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    Schon frühzeitig als virtuoser Zeichner hervorgetreten sowie mit einem ausgeprägten Gespür für dekorative Belange und einem feinsinnigen Naturempfinden begabt, kompensiert H[estaux] problemlos die fehlende akademische Ausbildung. [...] Neben Merkmalen von Symbolismus und Art Noveau assimiliert er Einflüsse des Japonismus, mit dem er sich intensiv beschäftigt und als dessen Hauptvertreter er innerhalb der Ecole de Nancy er angesehen wird.

    TOVELL, Rosemarie L. [2011]
    Louis Hestaux. In: Allgemeines Künstler-Lexikon (AKL), Vol. 72
    De Gruyter, p. 516

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce no dia 27 de Maio na cidade de Metz, Alsácia-Lorena.
    • 1871 - Ao fim da Guerra Franco-Prussiana, a família Hestaux muda-se para a cidade de Nancy. Louis ingressa na Ecole de Dessin local, onde frequenta as aulas do pintor Louis-Théodore Devilly.
    • 1874 - Passa a trabalhar como designer para Émile Gallé. Louis viria a se tornar um dos principais colaboradores de Gallé, transcendendo sua formação como pintor e trabalhando uma ampla gama de materiais. Dos frutos dessa colaboração ganhariam especial notoriedade os trabalhos em marcenaria.
    • 1889 - São apresentadas a mesa Le Rhin e a jardineira Flora Marina, Flora Exotica na Exposition Universelle de 1889. Aclamadas pela crítica, as obras eram resultado de uma parceria entre Émile Gallé, Victor Prouvé e Louis Hestaux. No estúdio, Hestaux participaria igualmente da confecção de peças mais simples, para produção em larga escala.
    • 1900 - É fundada a Maison de l'art lorraine, para a qual Hestaux criaria uma série de designs têxteis. Além dos tissus d'art [tecidos artísticos] de sua parceria com Charles Fridrich, Louis Hestaux exibiria por conta própria inúmeros móveis e objetos decorativos de inspiração simbolista, bem como desenhos, aquarelas e pinturas.
    • 1901 - Integra o corpo de diretores da École da Nancy.
    • 1904 - Morre Émile Gallé. Hestaux assume a direção artística do estúdio, posição que ocuparia até o ano de 1914.
    • 1919 - Morre em Nancy, aos 61 anos.

    OBRAS

    Buffet La Forêt, 1895
    © Musée de l'Ecole de Nancy / M. Bourguet

    Cadeira, 1901

    Motivo em cerâmica Ancolie, 1881
    © RMN-Grand Palais (musée d'Orsay) / Hervé Lewandowski

    Pintura La Libellule (detalhe), 1888

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  • ARP, Hans

  • ARP, Hans

    Jean Arp

    Jean (Hans) Arp (1886-1929)
    © Stiftung Arp e.V.

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    LINKS RELACIONADOS

    OBRAS

    Escultura A Estrela
    © VG Bild-Kunst, Bonn / Museu de Israel (Avshalom Avital)

    Shirt Front and Fork, 1922

    Escultura Crescimento, 1938

    Escultura Pastor de Nuvens, 1953
    © Kröller-Müller Museum

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  • KLINGER, Julius

  • KLINGER, Julius

    Julius Klinger

    Julius Klinger (1876 - 1942)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Designer Gráfico
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)
    • Tipógrafa(o)

    CRONOLOGIA

    • 1876 - Nasce em Dornbach, próximo a Viena, na Austria.
    • 1895 - Consegue seu primeiro emprego como ilustrador para a revista de moda Wiener Mode em Viena, onde conhece Kolomon Moser, que se torna seu mentor e incentiva sua carreira artística.
    • 1896 - Vai para Munique aonde trabalha como ilustrador para as revistasJugend e Meggendorfer Blätter.
    • 1897 - Se muda para Berlim e abre um estúdio de design gráfico com Albert Knab. Começa então sua carreira como designer na qual trabalha para muitas revistas durante anos e torna-se notório pela criação de posteres.
    • 1901 - Lança seus livros “Das Weib im modernen Ornament”, sobre ornamentos, e “Die Grotesklinie und ihre Spiegelvariationen im modernen Ornament und in der Dekorationsmalerei”, que revela suas visões sobre as obras do Jugendstil da época.
    • 1905 - Estabelece um contrato oficial com a gráfica Hollerbaum & Schmidt, entrando para seu time de artistas. Seu trabalho rapidamente ganha popularidade.
    • 1910 - Torna-se um dos artistas de poster mais reconhecidos, e a demanda de seu trabalho é alta. Em Setembro do mesmo ano, começa a lecionar para a recém-fundada Escola Técnica Superior de Artes Decorativas.
    • 1912 - Torna-se o diretor das aulas decorativas.
    • 1915 - É recrutado forçadamente pelo exército austríaco.
    • 1919 - Cria inúmeros pôsteres e propagandas para a campanha publicitária da empresa de papeis de cigarro Tabu.
    • 1925 - Publica um ensaio crítico, chamado Das Chaos der Künste, polemizando a cerca de sua visão da “transfiguração da propaganda como uma ‘alta’ arte e da dissolução da publicidade servindo apenas ao consignatário” e rejeitando a ornamentação por si só.
    • 1928 - Viaja para os Estados Unidos onde trabalha brevemente para a General Motors, mas retorna para Viena no ano seguinte, decepcionado.
    • 1930 - Leciona na Kunstgewerbe- und Handwerkerschule em Magdeburg por um ano, sob indicação de seu amigo Wilhelm Deffke.
    • 1942 - É deportado com sua esposa para Minsk, na Bielorussia, aonde os dois são mortos.

    OBRAS

    Pôster Primeira Guerra Mundial, 1918

    Pôster para o sabonete Elida, 1921

    Pôster para a fábrica Ankerbrot-Werke, 1937

    Pôster para o aeroporto de Berlin-Johannisthal, 1908

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  • PRIKKER, Johan Thorn

  • PRIKKER, Johan Thorn

    Johan Thorn Prikker

    Johan Thorn Prikker (1868 - 1932)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Haia, na Holanda.
    • 1881 - Começa seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Haia, onde permanece durante seis anos, mas sai antes de completar seus estudos.
    • 1890 - Conhece o grupo artistico belga The XX, junto do qual passa a expor seus trabalhos.
    • 1893 - Participa de inúmeras exposições de pinturas e desenhos simbolistas.
    • 1898 - Recebe o cargo de Diretor de Arte da recém-inaugurada galeria de Arts & Crafts em Haia. É nessa época que Prikker começa a desenhar mobilia, inspirado nos trabalhos de Van de Velde.
    • 1900 - Se desentende com o fundador da academia, Chris Wegerif, e acaba se afastando do cargo.
    • 1903 - Se muda para Krefeld, na Alemanha, onde passa a dar aulas na Escola de Artes Industriais.
    • 1910 - Sai de Krefeld para Hagen, onde começa a receber inúmeras encomendas de murais, vitrais e mosaicos.
    • 1913 - Torna-se o diretor da turma de pintura na Escola de Arts & Crafts de Essen.
    • 1914 - Participa da primeira exposição de Werkbund em Cologne, na Alemanha, com seus vitrais para a igreja dos Três Reis em Neuss.
    • 1920 - Se muda para Munique, onde passa a ensinar a arte dos vitrais e dos monumentos.
    • 1926 - Passa a lecionar na escola de Arts & Crafts de Cologne, onde permanece até sua morte.
    • 1932 - Morre aos 63 anos em Cologne, na Alemanha.

    OBRAS

    Braut, ca. 1892.

    Poster Holländische Kunstausstellung, 1903.

    Madonna in Tulpenland, 1892.

    Vitral na Igreja B.M.V. em Essen, 1931

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  • VILASECA, Josep

  • VILASECA, Josep

    Josep Vilaseca i Casanovas

    Josep Vilaseca i Casanovas (1848 - 1910).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    CRONOLOGIA

    • 1848 - Nasce em Barcelona, na Espanha.
    • 1873 - Forma-se em Arquitetura em Madrid e viaja junto com seu amigo Lluís Domènech para Alemanha, França, Suiça, Áustria e Itália para conhecer as tendências arquitetônicas.
    • 1874 - Torna-se professor na Escola d'Arquitectura de Barcelona.
    • 1879 - Projeta, junto com Francesc Vidal, o Atelier de Artes do mesmo.
    • 1885 - Projeta o Mausoléu da família Batlló, a Casa Pla e a Casa Bruno Cuadros, todos com clara influência Egípcia.
    • 1888 - Constrói o Arc de Triomf de Barcelona para a Exposição Universal de Barcelona de 1888.
    • 1910 - Morre, aos 62 anos, em Barcelona na Espanha.

    OBRAS

    Detalhe da fachada da Casa Pia Batlló, 1896

    Casa Comas d'Argemir, 1904

    Arc de Triomf de Barcelona, 1888

    Mausoléu da família Batlló i Batlló, Esculturas de Manel Fuxá, 1889

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  • GAUDÍ, Antoni

  • GAUDÍ, Antoni

    Antoni Placid Gaudí i Cornet

    Antoni Placid Gaudí i Cornet (1852 - 1926).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer

    "As formas orgânicas e originais do Templo da Sagrada Família, que lembram um castelo de pingos de areia, são totalmente desvinculadas das influências da arte de sua época. Certa vez, (...) encontrei-me com um grupo de turistas franceses que, munidos de seu peculiar espírito cartesiano, não paravam de reclamar: 'Mas será que este arquiteto não tinha régua?'"

    MARTINELL Brunet, Cesar. [2007]
    Conversas com Gaudí.
    São Paulo, Editora Perspectiva

    CRONOLOGIA

    • 1852 - Nasce na cidade de Reu, Espanha.
    • 1868 - Muda-se para Barcelona, onde estuda na Escola Provincial de Arquitetura.
    • 1878 - Conhece Eusebi Güell, com quem trabalharia a maior parte de sua vida.
    • 1878 - Apresenta seu projeto de casas para operários da Cooperativa Matarorense na Exposição Internacional de Paris, ganhando muita projeção.
    • 1883 - Passa a integrar a equipe daquele que será seu mais importante projeto, iniciado por seu professor Francisco de Paula del Villar: a Sagrada Família.
    • 1888 - Participa da Exposição Universal de Barcelona.
    • 1900 - Recebe o prêmio de Prédio do Ano pela Casa Calvet, um de seus projetos menos extravagantes.
    • 1900 - Começa a construção do Parque Güell.
    • 1904 - Inicia o trabalho de reforma da Casa Batlló.
    • 1910 - Termina a construção da Casa Millà.
    • 1910 - Com a perda de familiares e amigos, dedica-se completamente à construção da Sagrada Família.
    • 1926 - Morre atropelado por um bonde, em Barcelona, aos 73 anos.

    OBRAS

    Parc Güell.

    Sagrada Família.

    Cadeira Calvet.

    Casa Milà, Barcelona.

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  • LUMIÈRE, (irmãos)

  • LUMIÈRE, (irmãos)

    Auguste e Louis Lumière

    Os Irmãos Lumière: Auguste (1862-1954) e Louis (1864-1948).

    ATUAÇÕES

    • Cineasta
    • Inventor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1862 - Nasce Auguste Marie Louis Nicolas Lumière, em Besançon, na França.
    • 1864 - Nasce Louis Jean Lumière, em Besançon, na França.
    • 1880 - Ingressam em La Martinière, uma das maiores escolas técnicas de Lyon. Nessa mesma época começam ambos a trabalhar na empresa do pai
    • 1881 - Louis começa a experimentar com os equipamentos do processo fotográfico. Descobre, então, um novo processo de placa seca que ficou conhecido como Etiquette Bleue. Trata-se de um avanço para o desenvolvimento da fotografia e para o sucesso comercial da empresa da família.
    • 1894 - Após entrarem em contato com o Cinetoscópio, de Thomas Edison, os Irmãos Lumière se empenham em aprimorar um aparelho que permitisse a projeção de imagens animadas para várias pessoas ao mesmo tempo. Constroem, assim, o Cinematógrafo, aparelho relativamente leve que podia funcionar como câmera ou projetor, acionado por uma manivela.
    • 1895 - Realizam a primeira demonstração ao público, paga, de seu cinematógrafo, no Grand Café, em Paris. Na ocasião exibem cerca de 10 filmes realizados no mesmo ano, dentre eles: La sortie des usines Lumière, Arrivée du train en gare de La Ciotat e L’arroseur arrosé, considerado uma das primeiras ficções do cinema.
    • 1896 - Abrem salas de projeção do Cinematógrafo em Londres, Bruxelas e Nova York.
    • 1899 - Louis desenvolve o Photorama Lumière; um método de fotografia panorâmica, que permitia a reprodução completa do horizonte (360º) em uma única foto e, posteriormente, a projeção dessa foto numa tela em formato cilíndrico.
    • 1900 - Participam da Exposition Universelle de Paris, onde projetam seus filmes numa tela gigante de aproximadamente 30 x 24 metros.
    • 1903 - Os Irmãos Lumière começam a pesquisar e desenvolver um processo de fotografia em cores, que fica conhecido como Autochrome Lumière. Nessa época eles começam a se distanciar do negócio cinematográfico.
    • 1907 - Começa a ser comercializado o autocromo, que se tornou o principal processo para a obtenção de fotografias coloridas durante o início do século XX até meados da década de 1930. Nessa mesma época, Auguste começa a se afastar dos negócios para se dedicar à pesquisa no ramo da medicina.
    • 1920 - Após algum tempo dedicando-se ao estudo da imagem em 3D, Louis apresenta o seu photostéréosynthèse, um método estereoscópico de fotografia, na Académie des Sciences.
    • 1935 - Louis supera uma de suas invenções fotográficas anteriores e, explorando a técnica dos anáglifos, desenvolve uma aplicação estereoscópica para a realização de filmes.
    • 1948 - Morre Louis Lumière, aos 83 anos, em Bandol, na França.
    • 1954 - Morre Auguste Lumière, aos 91 anos, em Lyon, na França.

    OBRAS

    Frame do filme La sortie des usines Lumière, 1895.

    Frame do filme Arrivée du train en gare de La Ciotat, 1895.

    Frame do filme Le Repas de Bébé, 1895.

    Cartaz publicitário da exibição do Cinematógrafo em Paris, por Henri Brispot, 1895.

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  • UTAMARO, Kitagawa

  • UTAMARO, Kitagawa

    Kitagawa Utamaro

    Retrato de Kitagawa Utamaro por Chobunsai Eishi (1753 - 1806)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Entalhador(a)
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1753 - Nasce, chamado Kitagawa Ishitaro. Seu local de nascimento é desconhecido.
    • 1770 - Torna-se aprendiz de Toriyama Sekien, artista treinado na Escola Kan? da alta classe japonesa. Apesar de sua alta formação, Sekien era dedicado ao ukiyo-e e sua arte era voltada ao povo de Edo.
    • 1782 - É contratado pelo jovem e ambicioso editor Tsutaya J?zabur?. Mais tarde, realiza um banquete para vários grandes artistas japoneses onde anuncia seu novo nome artístico, Utamaro.
    • 1783 - Lança, em colaboração com seu amigo escritor Shimizu Enj?, seu primeiro livro ilustrado, entitulado As Fantásticas Viagens de um Playboy na Terra dos Gigantes. Muda-se para a casa de Tsutaya, tornando-se o principal artista da firma. Passa os anos seguintes realizando ilustrações para livros.
    • 1791 - Deixa a ilustração de livros de lado e passa a se concentrar em retratos de mulheres sozinhas, diferente da preferência de outros artistas de ukiyo-e, que costumam representá-las em grupos.
    • 1793 - Ganha reconhecimento que dá fim à sua semi-exclusividade com a firma de Tsutaya, começando a produzir uma série de trabalhos bem conhecidos. Ao longo dos anos, realiza inúmeras ilustrações e estudos da natureza e arte erótica
    • 1797 - Sofre grande impacto com a morte de seu amigo de longa data Tsutaya J?zabur?, afetando a qualidade de sua arte a partir de então.
    • 1804 - No auge de sua carreira, é preso ao publicar gravuras de um conto banido. A pintura entitulada Hideyoshi e Suas Esposas, que mostra o general Toyotomi Hideyoshi com suas concubinas, é acusada de manchar a dignidade do real Hideyoshi. A experiência o abala emocionalmente e acaba com sua carreira.
    • 1806 - Morre aos 53 anos em Edo, Japão.

    OBRAS

    Courtesan Writing a Letter

    The Widow

    Hideyoshi and His Wives, 1804

    The Twelve Hours of the Green Houses, ca. 1795

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  • HOMAR, Gaspar

  • HOMAR, Gaspar

    Gaspar Homar i Mezquida

    Gaspar Homar i Mezquida (1870 - 1955).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Interiores
    • Designer de Móveis
    • Designer Têxtil
    • Marceneira(o)

    "Nos últimos anos de sua vida, quando o Modernismo [Catalão] já era um movimento proscrito, Gaspar Homar lamentava sua falta de reconhecimento público. Até mesmo sua morte (...) passou completamente despercebida. (...) [N]ão encontramos sequer uma nota necrológica nos diários e revistas da época. (...) Josep Garrut e Enriqueta Ramon, sua filha, ainda se lembram das lamúrias do artista e de sua depressão por não ser compreendido. (...) Seu reconhecimento foi póstumo”.

    FONDEVILA, Mariàngels. [1998]
    Gaspar Homar: Moblista i dissenyador del modernisme.
    Museu Nacional D’Art de Catalunya

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce Gaspar Homar Mesquida, em Palma de Mallorca.
    • 1883 - Muda-se com sua família para Barcelona.
    • 1884 - Aos 13 anos Gaspar começa a trabalhar no “Tallers d’Indústries Artistiques” de Fransesc Vidal Jevellí.
    • 1891 - Desenha os móveis de sua própria casa com influencias góticas dos de Viollet-le-Duc.
    • 1893 - Decoração do palácio Montaner, e desenhos de mobiliário da casa Amatller sob a confiança de Puig i Cadalfach.
    • 1894 - Torna-se sócio do Centro de Artes Decorativas, que tinha o propósito de fomentar as indústrias artísticas e impulsionar o progresso da arte decorativa.
    • 1900 - Trabalha na decoração da farmácia Grau Iglada junto com Alexandre Riquer.
    • 1901 - É encarregado de mobilhar e decorar a casa Navàs, que era projeto de Lluís Domènech i Montaner.
    • 1907 - Recebe o prêmio “Grand Prix” na “International Exhibition Artistic Furniture and Home Decorations” feita no Palácio de Cristal em Paris.
    • 1910 - Cadeira de espaldar alto, baseado nos desenhos da escola de Glasgow.
    • 1915 - Projeto de móveis no estilo “Renacimiento” para o colecionador Ignasi Abadal. Finaliza sua etapa de criação modernista.
    • 1942 - Ultima colaboração com Josep Pey.
    • 1955 - Morre aos 84 anos, devido a uma broncopneumonia.

    OBRAS

    Sofá Vitrine, 1903

    Detalhe de cabeceira, 1908

    Luminária da casa Navàs, 1901-1907.

    Mosaico acima da lareira da Casa Burés, 1900-1905.

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    GABO, Naum

  • SULLIVAN, Louis Henry

  • SULLIVAN, Louis Henry

    Louis Henry Sullivan

    Louis Henry Sullivan (1856-1924)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O Homem, por meio de sua força física, seus recursos mecânicos, sua engenhosidade, pode arranjar coisas lado a lado. Uma composição, literalmente, daí resultará, mas não como uma grande obra de arte, ou sequer como obra de arte, mas como mera exibição mais ou menos refinada de pura força bruta operando materiais úteis. Pode ser como um ruído em uma escala decrescente de níveis de vulgaridade, [mas] não pode nunca tornar-se uma nota musical. Ainda que deixe de ser vulgar para tornar-se sem personalidade, continuará até o fim sendo aquilo que era no início: incapaz de despertar inspiração — morta, absolutamente morta.

    Não se pode duvidar por um momento sequer que uma obra de arte para que esteja viva, para que nos desperte para sua vida, para inspirar-nos mais cedo ou mais tarde com seu propósito, deve certamente estar animada por uma alma, deve ter sido instilada de vida por um espírito e deve por sua vez emanar esse espírito. Ela deve transparecer as experiências reais, em primeira mão, daquele que a fez, e deve representar sua mais profunda impressão não apenas de natureza física mas mais específica e essencialmente sua compreensão dos efeitos daquele Grande Espírito que faz da natureza tão compreensível para nós que ela deixa de ser um vulto e se torna uma doce, fascinante, convincente Realidade.

    SULLIVAN, Louis. [1984]
    Emotional Architecture as Compared to Intellectual : A Study in Subjective and Objective. [In: The Public Papers.]
    TWOMBLY, Robert [Ed.]
    Chicago, The University of Chicago Press, 1988. p.92

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Boston, nos EUA.
    • 1870 - Forma-se na Rice Grammar School.
    • 1872 - Entra para o curso de Arquitetura do MIT, Masachusetts Institute of Technology.
    • 1873 - Se muda pra Chicago, onde começa trabalhar pro arquiteto William LeBaron Jenney.
    • 1874 - Sullivan viaja para a Europa, onda estuda no estúdio Vaudremer na École des Beaux-Arts, em Paris.
    • 1875 - Retorna para Chicago, onde trabalha como freelancer.
    • 1876 - Pinta afrescos para o interior da igreja Chicago Avenue, do famoso evangelista Dwight Moody.
    • 1881 - Abre a empresa Adler & Sullivan com o engenheiro alemão Dankmar Adler. Eles permanecem trabalhando juntos até 1895, quando Adler se aposenta.
    • 1882 - Trabalha na reconstrução do Hooley's Theater de Chicago.
    • 1886 - É comissionado para projetar o Auditorium Building.
    • 1890 - Sullivan é um dos dez arquitetos americanos escolhidos para projetar uma estrutura para White City, na World's Columbian Exposition, que ocorreu em Chicago em 1893.
    • 1924 - Morre, aos 67 anos, em Chicago, nos EUA.

    OBRAS

    Wainwright State Office Building

    National Farmer's Bank of Owatonna

    Holy Trinity Russian & Greek Orthodox Church

    Carsons, Pirie, Scott & Co. Building in Chicago, 1899-1904, Chicago School

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  • VOGELER, Heinrich

  • VOGELER, Heinrich

    Heinrich Vogeler

    Heinrich Vogeler (1872 - 1942)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer Gráfico
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1872 - Nasce em Bremen, na Alemanha.
    • 1890 - Entra para a Academia de Artes na cidade de Düsseldorf, onde estuda por cinco anos. Durante este período, visita a Bélgica e a Itália para estudar.
    • 1895 - Entra para a colônia de artistas de Worpswede, onde compra uma casa no ano seguinte. Juntos, expoem seus trabalhos no Palácio de Vidro de Munique, o que torna os artistas de Worpswede conhecidos pelo país afora.
    • 1899 - É convidado a trabalhar como ilustrador para a revista literária Insel. Além de suas contribuições para a mesma, Vogeler também cria objetos e faz ilustrações para livros com seu estilo Art Nouveau.
    • 1905 - Termina a decoração do Güldenkammer, o Salão Dourado da prefeitura de Bremen.
    • 1907 - Em sua viagem para Lodz, estuda o trabalho de Maxim Gorki com afinco, e passa a simpatizar com a classe operária.
    • 1908 - Funda, juntamente com seu irmão Franz, a Worpsweder Werkstätte, uma loja de móveis.
    • 1914 - Se voluntaria ao serviço militar na Primeira Guerra Mundial. Em suas viagens para a Polônia, Romênia e Russia, Vogeler entra em contato com as ideias dos Bolcheviques.
    • 1918 - Se junta ao Conselho de Trabalhadores e Soldados de Bremen durante a Revolução Alemã, ao lado de seu amigo Curt Stoermer. Suas ilustrações e seus trabalhos vão perdendo suas características românticas e abrindo caminho para obras voltadas ao proletariado.
    • 1931 - Se muda para a União Soviética com sua esposa Zofia.
    • 1942 - Morre aos 69 anos no Cazaquistão.

    OBRAS

    Aufzug in Karelien, 1936

    Die Erwartung (Träume II), 1912

    Hamburger Werftarbeiter, 1928

    Entwurf für ein Speisezimmer, 1909

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  • BING, Siegfried

  • BING, Siegfried

    Siegfried Samuel Bing

    Siegfried "Samuel" Bing (1838 - 1905)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Empresária(o)
    • Marchand

    "É importante observar que houve uma mudança na nomenclatura do movimento, na França, após a abertura da loja de Siegfried Bing, em Paris, mais ou menos na época do Natal de 1895. O letreiro laranja foi descrito por Arsène Alexandre, editor da Revue des Arts Décoratifs, da seguinte maneira: “Acima dos dois enormes girassóis esculpidos em relevo, brutalmente agigantados se comparados aos naturais; sem gosto e sem estilo, lêem-se duas palavras de uma deliciosa modéstia: l’art nouveau.”


    MADSEN, Stephan Tschudi. [1956]
    The Art Nouveau Style.
    New York, Dover Publications, 2002

    CRONOLOGIA

    • 1838 - Nasce em Hamburgo, Alemanha.
    • 1854 - Muda-se para a França onde irá participar dos negócios da família: são comerciantes de porcelana e móveis.
    • 1863 - Associa-se a Jean-Baptiste Leullier, fabricante de porcelana.
    • 1867 - Um aparelho de porcelana produzido pela Leullier & Bing conquista a medalha de ouro na Exposição Universal de Paris.
    • 1873 - Com a morte de seu irmão mais velho, Michael, Siegfried Bing torna-se o diretor dos negócios da família na França.
    • 1875 - Começa a vender, em uma loja na rue du Faubourg Saint Denis objetos vindos da China e do Japão.
    • 1876 - Torna-se cidadão francês.
    • 1880 - Faz uma viagem de um ano ao Japão. Aproveita sua permanência para importar produtos que viriam a firmar sua reputação como perito em porcelana japonesa.
    • 1888 - Inicia uma publicação mensal intitulada Le Japon Artistique.
    • 1894 - Viaja aos Estados Unidos onde trava contato com a obra de Louis Comfort Tiffany. Ao voltar, contrata os artistas Nabis para um projeto de produção de vitrais.
    • 1895 - Bing interrompe o comércio de produtos japoneses e abre a Maison de l’Art Nouveau; que mais tarde viria a se chamar Maison Bing.
    • 1898 - Chega à conclusão de que, para consolidar seu próprio estilo, tem que fundar sua própria manufatura.
    • 1900 - Faz grande sucesso com seu pavilhão na Exposição Universal de Paris– o Pavillon de l’Art Nouveau -, onde trabalharam Eugène Gaillard, Édouard Collona e Georges de Feure.
    • 1904 - Bing retira-se do negócio, sendo substituído por seu filho, Marcel.
    • 1905 - Morre aos 67 anos, em Paris.

    OBRAS

    Poster Art Nouveau, 1898

    Maison De L'Art Nouveau, Paris, 1895

    Fonte de Cerâmica, Nord-Ouest, 1900.

    Entrada de Maison de L'Art Nouveau, Paris, 1895

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    JANCO, Marcel

  • BRACQUEMOND, Félix

  • BRACQUEMOND, Félix

    Félix Bracquemond

    Félix Bracquemond (1833 - 1914)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Entalhador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1833 - Nasce em Paris, França.
    • 1848 - Começa seu aprendizado como litógrafo.
    • 1853 - Começa a se interessar por gravação e pela técnica da água-forte.
    • 1856 - Além de gravador projeta-se como pintor impressionista.
    • 1867 - Atrai a atenção dos críticos pela decoração de um aparelho de porcelana projetado por Eugène Rousseau para ser apresentado na Exposição Universal de Paris.
    • 1871 - Começa a trabalhar como diretor do ateliêr de Charles Haviland, em Auteuil, Paris, onde permanece até 1880.
    • 1874 - Participa da primeira exposição de pintores impressionistas.
    • 1875 - Produz o aparelho de jantar Service Parisien, para Charles Haviland.
    • 1879 - Participa da segunda exposição de pintores impressionistas.
    • 1880 - Participa da terceira exposição de pintores impressionistas.
    • 1885 - Publica o livro Du dessin et de la couleur.
    • 1890 - Ajuda a fundar a Société des Peintres-Graveurs Français.
    • 1900 - Obtém o grande prêmio, na categoria Gravura, na Exposição Universal de Paris.

    OBRAS

    Detalhe para batente de porta, 1852.

    Le bastion 84, 1870.

    Louça Rousseau, Creil Montereau, decorados por Félix Bracquemond, 1867.

    Les Hirondelles, 1882.

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    Global Tools

    CHASHNIK, Ilya

  • RUHLMANN, Jacques-Émile

  • RUHLMANN, Jacques-Émile

    Jacque-Émile Ruhlmann (1879-1933)

    ATUAÇÕES

    O comando de Ruhlmann sobre o Design e as combinações de materiais rendeu mobílias que são historicamente incomparáveis. Sua elegância formal fez com que muitos trabalhos de seus contemporâneos parecessem bizarros formalmente e espalhafatosos em relação aos materiais e cores."

    CRONOLOGIA

    • 1879 - Nasce em Paris.
      Passa boa parte da sua infância aprendendo sobre o trabalho de seu pai — o que lhe permite ter contato com outros arquitetos e pintores desde tão jovem.
    • 1907 - Com a morte de seu pai, Ruhlmann passa a tomar conta dos negócios da família — uma firma de pintura contratação.
      Durante essa época, juntamente com Pierre Laulrent, abre um segundo escritório — Ruhlmann & Laulrent.
    • 1910 - Tem sua primeira experiência projetando móveis para seu novo apartamento;
      Apresenta seus móveis ao público pela primeira vez.
    • 1919 - Abre uma segunda empresa de design de interiores— Ruhlmann & Laulrent—, juntamente com Pierre Laulrent.
    • 1920 - Apesar de aparentar ser influenciado pelo movimento Arts & Crafts, Ruhlmann deixa de transmitir essa impressão, ao dizer: "A moda não começa entre as pessoas comuns. Juntamente com a satisfação pelo desejo de mudança, o propósito da moda é exibir a riqueza.".
    • 1923 - Monta sua própria loja de armários.
    • 1925 - Seu trabalho começa a receber atenção internacional, na Exibição Internacional de Artes Modernas Decorativas e Industriais de Paris— onde ele tem seu próprio pavilhão, Hôtel du collectionneur .
      Tal evento acaba concebendo o nome Art Déco.
    • 1927 - Sua loja é expandida, empregando mais de 60 funcionários.
    • 1929 - Com a Grande Depressão e a ascensão de estilos mais modernistas, Ruhlmann passa a produzir de maneira mais geométrica.
    • 1933 - Morre em Paris, após descobrir uma doença fatal.
      Antes de falecer, Ruhlmann faz seu próprio monumento funerário e decreta o fechamento de sua empresa após a sua morte.

    OBRAS

    Armário de canto, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Mesa, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cômoda, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cama Soleil, 1923

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    HOFMAN, Vlastislav

  • Art Déco

  • Art Déco

    Bal masqué, nuit du 20 août(pôster), 1924.

    A beleza atemporal do Art Déco e sua promessa de um futuro brilhante é o que cativou os melindrosos — e ainda fala conosco. F. Scott Fitzgerald expressou esse sentimento, poeticamente, em "O Grande Gatsby": "Gatsby acreditava na luz verde, no futuro orgástico que ano após ano passa por nós. Ele acabou escapando de nós, mas isso não tem importâncias — amanhã correremos mais rápido, esticaremos nossos braços mais longe... Seguiremos em frente, barcos contra a corrente, incessantemente de volta ao passado."

    ACKERMANN, Robert.
    GIA

    OBRAS

    William Van Alen
    Chrysler Building, 1930.

    Cassandre
    Normandie, 1935.

    Erté
    Robe d'après-midi, para Harper's Bazaar, 1922.

    Jacques-Émile Ruhlmann
    Vide-poche fuseaux, 1922.

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    GAUDIER-BRZESKA, Henri

  • RIQUER, Alexandre

  • RIQUER, Alexandre

    Alexandre de Riquer i Ynglada

    Alexandre de Riquer i Ynglada (1856 - 1920).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer Gráfico
    • Ilustrador(a)
    • Litogravurista
    • Pintor(a)
    • Poeta

    "Desde pelo menos 1894 Alexandre de Riquer introduziu e praticou [na Catalunha] uma variante do Art Nouveau inspirada diretamente por fontes Britânicas - sobretudo (...) por William Morris, Burne-Jones e pelo legado que estes deixaram nas artes gráficas e decorativas. (...) [No entanto, a arte de Riquer] sofreu modificações estilísticas a partir de 1894. Ele passou a adotar uma mescla de Gótico com Japonismo também características do Art Nouveau. Utilizava linhas circundando superfícies chapadas e sutis harmonizações de cores que emprestavam às suas composições uma sensação antirrealista consoante com as temáticas simbolistas de sua imaginação”.

    TRENC Ballester, Eliseu & YATES, Alan. [1988]
    Alexandre de Riquer: The British Connection in Catalan Modernisme.
    The Anglo Catalan Society.

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce na cidade de Calaf, província de La Segarra, Espanha, filho de família nobre, o sétimo Conde da Casa de Dávalos.
    • 1864 - Inicia seus estudos na Escola Jesuíta de Manresa.
    • 1869 - Com o exílio de seu pai – que apoiou a facção carlista derrotada na Revolução de 1868 -, seguiu para Béziers, na França, onde continuou seus estudos no Colégio Imaculada Conceição.
    • 1873 - Ingressa na Escola de Belas Artes de Toulouse, França, onde se inicia nas pinturas figurativas.
    • 1874 - Retorna a Barcelona onde ingressa na Escola de Belas Artes de Llotja.
    • 1879 - Viaja pela Europa – Itália, França e Inglaterra -, para consolidar seus conhecimentos artísticos. Entra em contato com o Arts & Crafts e com o Movimento Estético.
    • 1882 - Abre um atelier no sobrado da Patisserie Mallorquina, em Barcelona.
    • 1888 - Colabora com Lluís Domènech na Exposição de 1888 e com Antoni Gaudí no Palau Guëll.
    • 1889 - Visita a Feira de Paris e é influenciado pelas obras da Irmandade Pré-Rafaelita lá expostas e pelo movimento simbolista.
    • 1890 - Faz sua primeira exposição na Sala Parés, tendo os pássaros como objeto. A exposição é um tremendo sucesso.
    • 1896 - Cria aquele que é considerado o primeiro pôster do Art Nouveau Catalão para a Exposição de Artes e Indústria.
    • 1900 - Funda (e torna-se diretor artístico) do Jornal Joventut.
    • 1914 - Faz uma série de exposições com suas obras em diversas casas de prestígio.
    • 1919 - Encarregado pelo Círculo Eqüestre de Barcelona para ilustrar um livro em homenagem a um de seus presidentes, não consegue completar o trabalho.
    • 1920 - Morre aos 64 anos, em Palma de Mallorca, Espanha.

    OBRAS

    Ànecs, 1890

    Capa do livro "Maria" de Jorge Isaacs, 1882

    Poster para os fotógrafos Napoleão, 1895

    Poster para a Exposição de Belas Artes em Barcelona, 1896

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  • HUBBARD, Elbert Green

  • HUBBARD, Elbert Green

    Elbert Green Hubbard

    Elbert Green Hubbard, (1856 - 1915).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Editor(a)
    • Filósofa(o)

    "Não seria totalmente inapropriado dizer que Elbert Hubbard era um gênio do marketing; Muitos o consideram como o avô do marketing. [...] em 1857 Silas- pai dele- mudou-se para Hudson, em Illinois, onde Elbert juntamente com seus irmão frequentaram uma escola pública local. Ele não possuía nenhuma ambição durante seus anos escolares, tudo que ele queria era e tornar um renomado jogador de damas da sua cidade. Ele deu o mínimo de atenção para a escola, mas não conseguia evitar a religião, através da qual ele recebeu doses triplas de orações dos familiares de seu pai [...]. Elbert nunca se submeteu ao batismo e em seus últimos escritos ele disse que religião era como uma muleta que tirava a auto-confiaça do homem."

    American National Biography & Famous Authors.

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Bloomington, Illinois, nos EUA.
    • 1875 - Muda-se para Buffalo para trabalhar para a Larkin Co.
    • 1881 - Casa-se com Bertha Crawford.
    • 1890 - Escreve "The Man: A Story of Today.", utilizando o pseudônimo Aspasia Hobbs, enquanto escrevia artigos para os jornais.
    • 1892 - Vende suas ações e deixa a Larkin Co. No mesmo ano, escreve o primeiro livro carregando seu nome: One Day: A Tale of the Prairie.
    • 1893 - Vai para Harvard como um estudante especial em Setembro.
    • 1894 - Escreve o primeiro Little Journeys, sobre G. Elliot e J. Ruskin.
    • 1895 - Funda a Roycroft, uma comunidade reformista de artistas e trabalhadores do movimento Arts and Crafts nos EUA, junto com sua primeira esposa, Bertha Crawford Hubbard.
    • 1899 - Escreve Message to Garcia, que o torna ainda mais famoso.
    • 1904 - Casa-se com Alice Moore.
    • 1914 - Cria um projeto Roycroft school.
    • 1915 - Morre em um navio torpedado pelos alemães na costa Irlandesa.

    OBRAS

    A Message to Garcia.

    Capa da revista The Philistine, 1895

    Little Journeys, Great Scientists.

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  • Wiener Werkstätte

  • Wiener Werkstätte

    Wiener Werkstätte

    Logo da Wiener Werkstätte (1902-1932)

    ATUAÇÕES

    • Áustria

    O imenso dano causado, de um lado, pela deteriorada produção de massa e, de outro, pela imitação servil dos estilos passados inunda todo o mundo como uma gigantesca torrente fluvial [...] No lugar da mão, imiscuiu-se a máquina; no lugar do artesão, o comerciante. Mas seria uma loucura querer nadar contra essa corrente. Apesar disso, fundamos a nossa oficina [...]. Queremos estabelecer uma relação estreita entre o público, o projetista e o artesão, e produzir objetos de uso doméstico simples e de qualidade. O nosso ponto de partida é o uso do objeto; a nossa primeira condição é a funcionalidade; a nossa força consistirá na harmonia das proporções e na excelência da elaboração. Quando for o caso, procuraremos acrescentar ornamentos, mas sem esforços e não a qualquer custo [...] É preciso tornar a reconhecer e apreciar o valor do trabalho artistico e das ideias. O trabalho do artesão deverá ser valorizado na mesma medida daquele do pintor e do escultor. Não podemos nem pretendemos concorrer com a produção de baixo preço; essa se dá, sobretudo, em detrimento dos trabalhadores e nós entendemos que o nosso dever mais alto seja dar-lhes de novo a alegria de um trabalho e uma existência digna de homem. Mas tudo isso só se pode obter gradualmente [...].

    Os produtos substitutos, as imitações de estilo, só podem satisfazer aos parvenus. O burguês de hoje, assim como o operário, deve possuir a orgulhosa consciência dos próprios valores e não deve tender à emulação com outras classes, cuja missão cultural já foi cumprida e que conservam, de direito, a recordação de um esplêndido passado artístico. A nossa burguesia ainda está distante de haver realizado a sua própria missão artística. A ela cabe agora levar a termo essa evolução [...] Que nos seja enfim consentido sublinhar que também nós estamos conscientes do fato de que em determinadas circunstâncias se podem produzir, com a ajuda das máquinas, produtos razoáveis em série, a preços acessíveis; contanto que tais objetos revelem claramente o caráter de sua fabricação [...]. Usaremos todas as nossas forças para termos sucesso, mas daremos passos adiante apenas com a ajuda de todos os amigos. Não podemos nos permitir fantasias. Temos os pés bem plantados na terra e esperamos as encomendas".

    HOFFMAN, J. & MOSER, K.. [1905]
    Programa da Wiener Werkstätte. Apud: DE FUSCO, Renato. [1.ed. 1985]
    História do Design, 2019.

    OBRAS

    Dagobert Peche
    Caixa de doces em formato de pássaro, 1920

    Carl Otto Czeschka
    Colar, 1910

    Bertold Löffler
    Cartaz para o Kabarett Fledermaus, 1907

    Koloman Moser e Josef Hoffmann
    Poltrona confeccionada para o Sanatório Purkersdorf, 1903

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  • DUC, Joseph-Louis

  • DUC, Joseph-Louis

    Joseph-Louis Duc

    Joseph-Louis Duc (1802 - 1879)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    A verdade é que esse grande mestre que acabamos de perder tinha um apreço e respeito profundos pela ordem. Para ele, a palavra “ordem” resumia todos os termos desta linguagem admirável da forma que é a arquitetura.
    “O que seria de nossos monumentos sem a ordem?” — dizia — “E não é dessa ordem — cujas proporções são estabelecidas pela medida do homem —, que herdamos a unidade e a escala dos edifícios?” “Suprimida a ordem, é imediato o estabelecimento de uma confusão. As proporções mais estranhas — às vezes encurtadas, às vezes esmagadas, às vezes com uma altura sem limites —, acabariam por formar um conjunto incoerente que poderia, até mesmo por um instante, ofuscar ou assombrar os olhos; mas jamais encantá-los”.

    Assim pensava o senhor Duc: sem a imposição de uma ordem não se poderia fazer mais do que construções. Nunca se chegaria à arquitetura. (...) O senhor Duc acrescentava que “A ficção deveria ser o elemento mais importante da arquitetura. É ela que traduz a sua essência. O templo grego não era uma lenda de pedra? Todas as partes que o compunham eram, de fato, objetos naturais metamorfoseados (não imitados) em pedra. Ao serem traduzidos (mais que imitados) poderiam se transformar ou em ficções ou em embustes. E desta operação misteriosa de criação, que se constrói entre a natureza e o coração do homem, que a arte nasceu. É deste amálgama da natureza com a matéria, obra quase divina, que se apoiam todos os dogmas da arquitetura. O resto não é mais do que terra; o resto, não passa de construções".

    SÉDILLE, Paul. [1879]
    Joseph-Louis Duc, architecte (1802-1879) : notice lue dans la séance d'ouverture du Congrès des architectes à l'Ecole des Beaux-Arts.
    16 de Junho de 1879.

    CRONOLOGIA

    • 1802 - Nasce dia 15 de Outubro em Paris, na França. Seu pai vinha de uma tradição renascentista de artesãos de épôes (espadas) e desde cedo estimularia o filho a copiar ou imitar modelos selecionados, como incentivo à formação artística do jovem Joseph-Louis Duc.
    • 1825 - Após ter estudado na Ecole des Beaux-Arts sob a tutela de Charles Percier, vence o grand Prix de Rome com seu projeto para a Prefeitura de Paris. Usa a bolsa de estudos do prix para estudar principalmente as obras romanas, como o Teatro Marcellus, em Roma, o de Taormina, na Sicília, e o Coliseu.
    • 1830 - Fim de sua estadia na Villa Médici, onde fizera amizade com Henri Labrouste, Léon Vaudoyer e Félix Duban. De volta à França, apresenta em 26 desenhos o projeto de restauração do Coliseu. Exibidos na Exposição Universal de Paris de 1855, rendem-lhe a admiração da nova geração de arquitetos.
    • 1834 - É escolhido para ocupar o cargo de inspetor nos trabalhos da Colonne de Juillet [Coluna de Julho], monumento em memória da revolução de julho de 1830. Jean-Antoine Alavoine é nomeado arquiteto responsável.
    • 1840 - No dia 28 de Julho inaugura-se a Colonne de Juillet, tendo Duc assumido o projeto após a morte de Alavoine. É recompensado, durante a cerimônia de inauguração, com a cruz de chevalier de la Légion d'Honneur. No mesmo ano, recebe a nomeação, junto com Etienne-Théodore Dommey, de arquiteto do Palais de Justice.
    • 1847 - Desenvolve o projeto para reconstrução do Palais de Justice, primeiro trabalho que lhe permite uma maior liberdade criativa.
    • 1862 - É nomeado officier de la Légion d'Honneur e substitui Louis Lenormand como arquiteto da Cour de Cassation (Tribunal de Cassação). No mesmo ano, constrói a capela principal da faculdade Louis-le-Grand, atual escola Michelet, em Vanves. Quatro anos mais tarde, em 1866, é eleito para a Académie des Beaux-Arts.
    • 1871 - Um grande incêndio atinge o Palácio de Justiça e o Tribunal de Cassação, destruindo parte do trabalho de Duc. O arquiteto dedica-se a reparar os danos, restaurando e aperfeiçoando as estruturas danificadas. No ano seguinte, é nomeado comandante da Légion d'Honneur.
    • 1875 - O conselho do Instituto Real de Arquitetos Britânicos condecora Louis-Joseph Duc com "[uma medalha de] distinção que a Rainha concede anualmente àquele que mais contribuiu, por meio das artes ou da literatura, para o avanço geral da arquitetura". Lord Bacon desmancha-se em elogios à obra do arquiteto.
    • 1877 - Começa a construir o castelo Boulard, em estilo neo-renascentista, em Biarritz.
    • 1879 - Morre no dia 22 de Janeiro, aos 76 anos, em Paris. Embora não tivesse tocado um ateliê ou tido alunos diretos, deixa uma série de discípulos e admiradores de seu trabalho.

    OBRAS

    Desenho do Palais de Justice, Paris.

    Capela do Lycée Michelet, Vanves.

    Coluna de Julho, Paris.
    © Foto por Jean-Louis Zimmermann, 2010

    Palais de Justice, Paris.

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    EARL, Harley

    MELLER, Vadym

    RUSSOLO, Luigi

  • VAN AVERBEKE, Émile

  • VAN AVERBEKE, Émile

    Émile Van Averbeke

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    OBRAS

    Café Restaurante Paon Royal, 1899.

    Casa do Povo Liberal de Antwerp, 1901.

    Quartel do Corpo de Bombeiros de Paleisstraat, 1907.

    Escola de Pestalozzistraat, 1930.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    ZWART, Piet

  • GAUTHIER, Camille

  • GAUTHIER, Camille

    Camille Gauthier

    Camille Gauthier (1870-1963)
    © Musée de l'École da Nancy

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer Gráfico
    • Ebenista
    • Marceneira(o)

    Après un début de carrière orientée vers la création de pièces uniques, Camille Gauthier s'est tourné vers la production en série d'un mobilier pratique et usuel. Ses meubles d'un coût faible ont pu être acquis par une clientèle moins aisée, également moins formée au goût moderne. Il a permis ainsi au mouvement artistique nancéien et à son inspiration naturaliste d'être diffusés auprès d'un large public. Dans ces modes de production, Gauthier se rapproche de l'ébéniste belge Serrurier-Bovy dont il a peutêtre croisé le chemin lors des concours de mobilier à bon marché organisés à Paris.

    Dans ces choix, l'ébéniste nancéien n'est pas isolé mais rejoint les objectifs de plusieurs artistes qui, en France, cherchent à créer « un nouvel art domestique destiné aux classes moyennes et au monde ouvrier 19 ». Fondée en 1895 à Paris, la Société des Cinq devenue deux ans plus tard l'Art dans Tout préconisait l'adaptation des créations modestes aux besoins modernes et aspirations esthétiques de l'époque, facilitées par l'intervention de la machine dans la fabrication.

    Camille Gauthier reste sans conteste l'artiste de l'Ecole de Nancy dont les productions et les méthodes de diffusion ont été les plus proches du postulat du critique d'art Roger Marx : « Rien sans art » et « art pour tous ». Elles ne dérogent pas non plus à un des souhaits exprimés dans l'Avant-propos des Statuts de l'Ecole de Nancy publié en février 1901 selon lequel « L'enseignement de l'Ecole de Nancy a pour objet de conserver au produit moderne français, tant aux objets de simple utilité qu'à ceux du luxe, le sens de la logique dans la construction, dans l'emploi rationnel des matériaux, l'instinct pratique de la convenance et du confort, sous une parure d'élégance, de beauté et d'intellectualité ».

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce na comuna de Norroy-les-Pont-à-Mousson, filho de um agricultor.
    • 1888 - Ingressa, aos 18 anos, na École des Beaux-Arts de Nancy. Frequenta as aulas do então diretor da instituição, Jules Larcher, parte da divisão de Antique et Nature do curso. A formação acadêmica que recebe baseia-se em grande parte na cópia de obras-primas da escultura Clássica e Renascentista.
    • 1890 - Gradua-se na École des Beaux-Arts. No mesmo ano, Camille conquista o prêmio Georges Jacquot, distinção concedida a jovens designers que parecessem promissores à Indústria.
    • 1891 - Dá continuidade a seus estudos na École des Arts Décoratifs de Paris.
    • 1893 - Retorna a Nancy, onde é contratado por Louis Majorelle como designer e ocupa-se principalmente dos trabalhos em marchetaria. Pouco tempo depois, a firma de Majorelle participa da Exposition d'Art Décoratif Lorrain, 1894, ocasião que marca uma mudança de rumos: em paralelo à confecção de móveis historicistas, a Maison Majorelle decide produzir também mobiliário no estilo nouveau.
    • 1901 - Tendo deixado a Maison Majorelle, estabelece um ateliê próprio na rue d'Auxonne, 8.
    • 1904 - Une forças com Auguste Poinsignon. A firma, agora sob o nome de Gauthier-Poinsignon, contaria com máquinas importadas dos Estados Unidos e um enorme mostruário, iluminado inteiramente por eletricidade. No mesmo ano, Gauthier é chamado a ilustrar a capa dos impressos postais vendidos pelos Etablissements Bergeret, além de projetar os catálogos de móveis distribuídos pela própria firma.
    • 1908 - A injeção de capital advinda da nova parceria e o subsequente investimento em maquinário pelos sócios faz com que seja possível produzir móveis de qualidade a preços reduzidos. A firma prospera; no ano de 1908, contando com dois escritórios, dois ateliês e uma galeria de exposições própria, empregavam ainda quarenta e três pessoas, responsáveis por serviços técnicos e administrativos.
    • 1909 - A firma participa da Exposição Internacional da França Oriental, em Nancy. A Gauthier-Poinsignon participava ativamente das manifestações artísticas ligadas à École de Nancy, tendo exposto diversos móveis em exibições passadas.
    • 1924 - Por ocasião da morte de Auguste Poinsignon, Gauthier vende a sociedade para Charles Delfour. Delfour dá continuidade à produção de mobiliário e à distribuição de catálogos — importante suporte de vendas — mantendo o nome de Gauthier-Poinsignon.
    • 1963 - Morre Camille Gauthier, tendo devotado os últimos anos de sua vida à pintura. O objeto de interesse de seus quadros — a pré-História — teria sido incentivado pelo contato com o padre Henri Breuil, famoso estudioso do período.

    OBRAS

    Sellette tripode en étagère d'applique à trois plateaux, 1901

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  • ERNST, Max

  • ERNST, Max

    Max Ernst (1891-1976)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Self-Portrait, 1909.

    , 1934.">

    Illustration to "A Week of Kindness", 1934.

    Long Live Love, 1923.

    , 1934.">

    Illustration to "A Week of Kindness", 1934.

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