NEWSON, Marc

  • HITTORFF, Jacques-Ignace

  • HITTORFF, Jacques-Ignace

    Jacob Ignaz Hittorff

    Jacques-Ignace Hittorff (1792-1867)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arqueólogo
    • Arquiteta(o)

    Podemos considerar [Jacques-Ignace] Hittorff um arqueólogo medíocre e um arquiteto sem grande originalidade. Ao todo, não apenas seus diversos trabalhos não tiveram muita influência como seu [livro] - Restitution du Temple d’Empédocle à Sélinonte, ou l’Architecture Polychrome chez les Grecs; resumo de suas ideias -, foi inquestionavelmente pouco lido. No entanto, é certo que sua teoria de que uma revalorização da Antiguidade era, não apenas possível mas imensamente desejável exerceu influência considerável sobre numerosos arquitetos de diversas tendências. [...] Além disso, foi ele que (quase sem apoio) rompeu com o encantamento do classicismo doutrinário na França e abriu caminho para a exuberância do Segundo Império”.

    MIDDLETON, Robin & WATKIN, David. [1980]
    London, Phaidon, 2003.

    CRONOLOGIA

    • 1792 - Nasce em Colônia, Alemanha. É considerado francês após as Guerras Revolucionárias Francesas [1792-1802], quando a Colônia e a região do Reno foram ocupadas por franceses revolucionaristas.
    • 1810 - Inicia os estudos na École des Beaux Arts, em Paris, começando como desenhista no atelier de Charles Percier.
    • 1818 - Torna-se Arquiteto.
    • 1824 - Organiza o funeral do Rei Luís XVIII da França, bem como outras cerimônias durante o reinado de Carlos X da França.
    • 1828 - Reconstroi o teatro Ambigu-Comique [Boulevard Saint-Martin], na esquina da rua René Boulanger, após o incêndio do primeiro teatro Boulevard Temple, agora destruído.
    • 1831 - Dá continuidade às obras da Igreja de São Vicente de Paulo, em Paris, que anteriormente estavam sob comando de seu sogro, Jean-Baptiste Lepère. As obras sofrem um atraso devido à falta de verba e à Revolução de 1830.
    • 1833 - Torna-se membro da Académie des Beaux-Arts.
    • 1841 - Projeta o Cirque d'Été.
    • 1846 - Projeta as fontes localizadas na Praça da Concórdia, em Paris [Fontaine des Mers e Fontaine des Fleuves].
    • 1852 - Controi o Cirque d'Hiver, em Paris.
    • 1855 - É premiado com a Medalha de Ouro do RIBA, em reconhecimento por contribuições substanciais à arquitetura internacional.
    • 1867 - Projeta a Gare du Nord, uma estação de trem localizada em Paris.
    • 1867 - Morre em Paris.

    OBRAS

    Cirque d'Hiver, Paris.

    Gare du Nord, Paris.

    Fontaine des Fleuves, Paris.

    Lanternas em colunas rostrais, Place de La Concorde, Paris.

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    ZUMTHOR, Peter

  • GALLÉ, Émile

  • GALLÉ, Émile

    Émile Gallé

    Emile Gallé (1846 - 1904)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Botânico
    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros

    Évoquer l’oeuvre d’Émile Gallé, c’est considérer trois techniques différentes: la céramique, le bois et le verre. D’où le surnom d’ “homo triplex” attribuè à l’artiste par son ami le critique d’art Roger Marx. Mais dès son époque, et longtemps après sa disparition, c’est l’oeuvre de verre de Gallé qui a fait l’objet du plus grand nombre d’articles, d’études et de commentaires de la part des journalistes et des historiens de l’art. (...) Ernest Tisserand rédige sur l’oeuvre de verre de Gallé et de Lalique un article dont les propos sont louangeurs pour le Nancéien: “Il a mis le poème en verre et, pour arriver à ses fins, réalisé de telles inventions techniques, accompli de tels tours de force matériels...” De même peut-on être surpris par le commentaire de Le Corbusier sur l’artiste: “La vie de Gallé est belle, partagée entre l’étude directe de la nature at le caprice du feu de ses fours. Gallé laisse des objets qui sont de belles oeuvres, plastiques et sensibles... Gallé est un homme louable et son oeuvre est louable.” (…) sur l’oeuvre de Gallé permet de signaler que celle-ci, en particulier les pièces de verre, n’a jamais laissé indifférent, et qu’elle a conservé dans l’imaginaire collectif du XXe siècle une place de choix. Ce sont évidemment les techniques verrières mises au point, développées et améliorées par l’artiste qui sont la raison principale de ce long engouement et de cette admiration constant.

    THOMAS, Valérie [2004]
    Le verre dans l'oeuvre d'Émile Gallé. In: Émile Gallé et le verre, la collection du Musée de l'École de Nancy (catalogue)
    Somogy Éditions d'Art / Musée de l'École de Nancy, p. 22-23

    CRONOLOGIA

    • 1846 - Nasce em Nancy, na França.
    • 1862 - Estuda Botânica na Université de Nancy.
    • 1865 - Estuda Filosofia e Mineralogia em Weimar e no atelier FüR Architektur und Kunstgewerbe, até 1866.
    • 1866 - Torna-se aprendiz de vitraleiro na Burgun und Schverer, em Meisenthal, na Alemanha.
    • 1877 - Assume a diretoria da empresa de sua família.
    • 1878 - Expõe seus trabalhos pela primeira vez na Exposition Universelle de Paris, e é premiado com quatro medalhas de ouro.
    • 1884 - Expõe cerca de 300 peças em vidro, de grande diversidade artística, na Union Centrale des Arts Décoratifs, em Paris.
    • 1885 - Estuda arte oriental e técnicas de pintura com seu colega e artista botânico japonês, Hokkai [Tokuso] Takashima.
    • 1889 - É premiado novamente na Exposition Universelle por seus móveis e peças de vidro e cerâmica.
    • 1900 - É nomeado Comandante da Légion d'Honneur.
    • 1901 - Funda a École de Nancy, também conhecida como Alliance Provinciale des Industries d’Art.
    • 1904 - Morre em Nancy, aos 58 anos, vítima de leucemia.

    OBRAS

    Luminária Libélula, 1900
    © Museo Art Nouveau y Art Déco - Casa Lis

    Vaso Affection apresentado na Exposição Mundial de Paris, 1900
    © Tokyo Metropolitan Teien Art Museum

    Les Coprins, c. 1902
    © Musée de l'École de Nancy

    Cama Aube et Crépuscule, 1904
    © Musée de l'École de Nancy

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  • BRAQUE, Georges

  • BRAQUE, Georges

    Georges Braque (1882-1963)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Paysage près d'Anvers, 1906.

    Maisons à l'Estaque, 1908.

    Femme au chevalet, 1936.

    Fruit on a Tablecloth with a Fruitdish, 1925.

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    RAMS, Dieter

  • RENWICK, James

  • RENWICK, James

    James Renwick Jr.

    James Renwick Jr. (1818 - 1895).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Engenheira(o)

    A New York’s Grace Church (...) de James Renwick, Jr (...) é uma mistura de uma composição puginiana com um detalhamento europeu".

    BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
    London, Phaidon.

    CRONOLOGIA

    • 1818 - Nasce em Manhattan, Nova Iorque, Estados Unidos, filho de uma família abastada. Seu pai era arquiteto, engenheiro e professor de Filosofia Natural no Columbia College.
    • 1831 - Entra no Columbia College, futura Universidade de Columbia.
    • 1836 - Forma-se em Engenharia. Sua fluência em estilos arquitetônicos é de natureza auto-didata.
    • 1843 - Vence uma competição para a construção de uma nova igreja em Nova Iorque — a Grace Church, em Manhattan —, apresentando um projeto no estilo Gótico.
    • 1847 - Inicia a construção do prédio principal do Smithsonian, em Washington D.C., inspirando-se na arquitetura românica.
    • 1858 - Inicia a construção da Catedral de St. Patrick, em Manhattan, mesclando influências dos estilos Gótico Alemão, Francês e Inglês.
    • 1872 - Projeta e constrói a Igreja de São Bartolomeu, em Nova Iorque, no estilo Gótico-Românico.
    • 1882 - Igualmente inspirando-se nos cânones Gótico e Românico constrói a Igreja (Católica) de Todos os Santos, em Nova Iorque.
    • 1895 - Morre em Nova Iorque. A Encyclopaedia of American Architecture se refere a ele como um dos mais bem sucedidos arquitetos americanos de seu tempo. Deixa um legado arquitetônico de prédios bem planejados construídos em diversos estilos.

    OBRAS

    Catedral de St. Patrick's , Nova York.

    Cathedral of Our Merciful Saviour, Minnesota.

    Grace Church, Nova York.

    Capela do Cemitério de Oak Hill, Washington DC.

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  • CARRÈRE, John Merven

  • CARRÈRE, John Merven

    John Merven Carrère

    John Merven Carrère (1858 - 1911)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Assim Aristóteles definiu a cidade: — "Um lugar onde os homens levam uma vida compartilhada, com fins nobres" — e não poderíamos nós promover esses fins, ao fazermos de nossa cidade tão agradável e tão bela que possa estender sua benéfica influência sobre nossas casas e cada aspecto de nossas vidas?

    Seríamos nós capazes de atingir tal propósito, quando cada impulso egoísta e materialista por auto-preservação, conforto pessoal e lucro têm sido levados ao extremo; se temos negligenciado a dimensão espiritual da vida e não nos empenhamos em tornar nossos lares e arredores belos e inspiradores; se não temos recorrido à imaginação, e através dela a tudo que há de melhor e de mais elevado em nós; se não providenciamos o mais natural, pleno e imediato dos lazeres, do tipo que se faz logo ao alcance de todos, e que por meio de um processo de assimilação impacta nossas vidas por inteiro?

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce no Rio de Janeiro, em uma família próspera. Sua mãe, de ascendência escocesa e brasileira, era filha de um grande produtor de café. Seu pai, também comerciante de café, era nativo de Baltimore, nos Estados Unidos, onde John Carrère passaria a maior parte de sua infância.
    • 1872 - Aos 14 anos, é enviado para receber sua educação na Suíça. Estuda em escolas públicas de Lausanne e no Institute Breitenstein, em Grenchen. Desenhos desse período denunciam um interesse precoce pela arquitetura, que ele viria a explorar nos anos seguintes.
    • 1877 - Ingressa na École de Beaux-Arts de Paris. Torna-se aluno de figuras como Victor Robert, Charles Laisne e Léon Ginain. Esse último, um dos mestres do estilo Néo-Grec, viria a ter uma profunda influência sobre Carrère.
    • 1882 - Tendo concluído seus estudos na França, retorna aos Estados Unidos. Em pouco tempo, começa a trabalhar na firma McKim, Mead & White, onde reencontra um antigo colega da École: Thomas Hastings. Os dois decidem firmar uma parceria e aguardam pela oportunidade para fazê-lo.
    • 1885 - Henry Flagler, amigo do pai de Hastings, encomenda a Thomas um design para o novo hotel que planejava construir. Carrère envolve-se na construção e logo os dois assumem o projeto, aproveitando a ocasião para lançar a Carrère & Hastings. O hotel Ponce de Léon — em estilo hispânico-mourisco, misturado a elementos Arts & Crafts e richardsonianos — ajuda a criar renome para a firma recém-criada.
    • 1889 - A Memorial Presbyterian Church — parte da onda de construções em estilo hispânico que se seguiram ao Ponce de Léon — é inaugurada. Por volta dessa época, a firma abandonaria a ornamentação mourisca em favor de um estilo mais formal, alinhado à arquitetura francesa do século XVIII.
    • 1891 - É eleito membro da American Institute of Architects, atuando no Conselho Administrativo da mesma até o fim de sua vida.
    • 1897 - A Carrère & Hastings sai vencedora da competição de designs para a Biblioteca Pública de Nova York, conquista que torna o escritório um dos mais bem conceituados do país. Os sócios envolvem-se, no mesmo ano, em projetos de residências de luxo, como as mansões de Bellefontaine (Massachusetts) e Blairsden.
    • 1898 - Ajuda a fundar a New York City Art Commission, responsável por regular obras de arquitetura, paisagismo ou arte que impactassem o patrimônio público. Engaja-se em prol da educação arquitetônica e por uma ética da profissão.
    • 1901 - Muda-se com sua mulher e filhas para Manhattan. No mesmo ano, atua como arquiteto chefe da Pan American Exposition de Buffalo.
    • 1907 - É convidado a dar a palestra City Improvement From the Artistic Standpoint, na qual faz algumas considerações sobre urbanismo. O interesse pelo tema, compartilhado por Thomas Hastings, levaria a firma a desenvolver planejamentos para cidades como Ohio, Baltimore (Maryland) e Grand Rapids (Michigan).
    • 1911 - Pouco antes da inauguração da New York Public Library, envolve-se em um grave acidente de carro, motivo pelo qual vem a falecer. John Carrère tinha, à epoca, 52 anos.

    OBRAS

    The New York Public Library, 1911
    © Fotografia de Jeffrey Zeldman, 2016

    Memorial Presbyterian Church, 1889

    Universidade Flagler (originalmente Ponce de Léon Hotel), 1888

    Carnegie Institution of Washington, 1910

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  • HESTAUX, Louis

  • HESTAUX, Louis

    Louis Hestaux

    Louis Hestaux (1858 - 1919)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Desenhista
    • Designer Têxtil
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    Schon frühzeitig als virtuoser Zeichner hervorgetreten sowie mit einem ausgeprägten Gespür für dekorative Belange und einem feinsinnigen Naturempfinden begabt, kompensiert H[estaux] problemlos die fehlende akademische Ausbildung. [...] Neben Merkmalen von Symbolismus und Art Noveau assimiliert er Einflüsse des Japonismus, mit dem er sich intensiv beschäftigt und als dessen Hauptvertreter er innerhalb der Ecole de Nancy er angesehen wird.

    TOVELL, Rosemarie L. [2011]
    Louis Hestaux. In: Allgemeines Künstler-Lexikon (AKL), Vol. 72
    De Gruyter, p. 516

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce no dia 27 de Maio na cidade de Metz, Alsácia-Lorena.
    • 1871 - Ao fim da Guerra Franco-Prussiana, a família Hestaux muda-se para a cidade de Nancy. Louis ingressa na Ecole de Dessin local, onde frequenta as aulas do pintor Louis-Théodore Devilly.
    • 1874 - Passa a trabalhar como designer para Émile Gallé. Louis viria a se tornar um dos principais colaboradores de Gallé, transcendendo sua formação como pintor e trabalhando uma ampla gama de materiais. Dos frutos dessa colaboração ganhariam especial notoriedade os trabalhos em marcenaria.
    • 1889 - São apresentadas a mesa Le Rhin e a jardineira Flora Marina, Flora Exotica na Exposition Universelle de 1889. Aclamadas pela crítica, as obras eram resultado de uma parceria entre Émile Gallé, Victor Prouvé e Louis Hestaux. No estúdio, Hestaux participaria igualmente da confecção de peças mais simples, para produção em larga escala.
    • 1900 - É fundada a Maison de l'art lorraine, para a qual Hestaux criaria uma série de designs têxteis. Além dos tissus d'art [tecidos artísticos] de sua parceria com Charles Fridrich, Louis Hestaux exibiria por conta própria inúmeros móveis e objetos decorativos de inspiração simbolista, bem como desenhos, aquarelas e pinturas.
    • 1901 - Integra o corpo de diretores da École da Nancy.
    • 1904 - Morre Émile Gallé. Hestaux assume a direção artística do estúdio, posição que ocuparia até o ano de 1914.
    • 1919 - Morre em Nancy, aos 61 anos.

    OBRAS

    Buffet La Forêt, 1895
    © Musée de l'Ecole de Nancy / M. Bourguet

    Cadeira, 1901

    Motivo em cerâmica Ancolie, 1881
    © RMN-Grand Palais (musée d'Orsay) / Hervé Lewandowski

    Pintura La Libellule (detalhe), 1888

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  • CAUCHIE, Paul

  • CAUCHIE, Paul

    Paul Cauchie

    Paul Cauchie (1875 - 1952).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Decorador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1875 - Nasce em Hainaut, na Bélgica.
    • 1887 - Entra para a Academia de Belas Artes para estudar desenho e pintura. Quatro anos depois passa a focar seus estudos em Arquitetura, mas não dura muito tempo.
    • 1893 - Abandona o curso de Arquitetura para ter aulas com o pintor e muralista Constant Montald, em Bruxelas.
    • 1894 - Entra para a Escola de Artes Decorativas na Academia Real de Belas Artes, em Bruxelas, onde prossegue seus estudos em desenho e pintura e começa a aprender as técnicas de sgraffito e esmaltagem.
    • 1896 - Começa a trabalhar por conta própria, especializando-se em decoração.
    • 1899 - Viaja para Paris para estudar, mas é forçado a retornar para casa para tocar seus negócios.
    • 1905 - Constrói sua casa e estúdio, chamada de Casa Cauchie. Seu mais famoso trabalho, a casa é considerada uma das mais belas construções do Art Nouveau em Bruxelas, reunindo inúmeras criações suas e de Paul e sua esposa, a pintora Caroline Voets.
    • 1910 - Realiza seu segundo projeto arquitetônico, uma casa de sua propriedade em Etterbeek.
    • 1913 - Seus trabalho continua a crescer e o fluxo de pedidos se torna tão grande que Cauchie precisa contratar funcionários. Além de seus murais em sgraffito, Cauchie também produz vitrais, pinturas e móveis.
    • 1914 - Por ocasião da Primeira Guerra Mundial foge para a Inglaterra com sua família, onde pinta e expõe sua arte.
    • 1918 - Após o fim da guerra, retorna para a Bélgica mas encontra dificuldades para vender seu trabalho. O sgraffito havia saído de moda e se tornado muito caro para a população empobrecida. Passa então a dedicar-se a pintura: guache e aquarela.
    • 1923 - É condecorado com a Ordem da Coroa da Bélgica.
    • 1941 - Toma parte do Comitê Cultural formado pelo Departamento de Propaganda da Alemanha.
    • 1943 - É criada a Federação de Artistas Belgas e Expressionistas Franceses, da qual é convidado a fazer parte após uma exposição de suas obras em Charleroi, na Bélgica.
    • 1952 - Morre aos 77 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Sgraffito em fachada na Casa Delune em Bruxelas, 1904.

    Mural em sgraffito no interior da Casa Cauchie, 1905.

    Fachada da Casa Cauchie, 1905.

    Fachada da casa em Etterbeek, 1910.

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  • Neogótico

  • Neogótico

    Revivalismo Gótico

    Augustus Pugin
    Ladrilho de cerâmica; 1850

    ATUAÇÕES

    • França
    • Reino Unido

    (...) A renúncia da ideia clássica de beleza como harmonia e equilíbrio engendra os fundamentos de uma estética do sentimento; da forma irregular, primitiva; de reminiscências de ruinas arquitetônicas e de efeitos insólitos e surpreendentes. (...) Para os artistas oitocentistas, o Medievo era sinônimo de sinceridade artística, de integridade espiritual e de honra cavalheiresca; em oposição aos excessos racionais do Iluminismo, da industrialização progressiva e da consequente temática social do realismo.”

    TARABRA, Daniela. [2008]
    Saper vedere gli stili delle arti.
    Milano, Mondatori Arti, p.330.

    OBRAS

    John Ruskin - Zermatt; Aquarela, 1844

    William Burges - Cúpula do Arab Room; Castelo de Cardiff, Gales, 1865 - 1881.

    George Gilbert Scott - Albert Memorial; Londres, Hyde Park, 1872.

    Alfred Waterhouse - Vitrais do Museu de História Natural; Londres, 1880.

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  • SCHIELE, Egon

  • SCHIELE, Egon

    Egon Schiele (1890-1918)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1890 - Nasce em Tulln an der Donau, na Áustria.
    • 1906 - Schiele ingressa na Kunstgewerbeschule, a Escola de Artes e Ofícios de Viena. Entretando, é mandado logo em seguida para a Akademie der Bildenden Künste, também em Viena.
    • 1907 - Torna-se próximo de Klimt, que começa a apoiar e comprar seus desenhos, e é apresentado à Wiener Werkstätte.
    • 1909 - É convidado por Klimt para exibir seu trabalho na Kunstschau., uma exibição onde também encontravam-se obras de Edvard Munch, Jan Toorop e Vincent van Gogh.
    • 1910 - Começa a experimentar um estilo mais específico, através do qual se torna ainda mais conhecido: o nudismo.
    • 1912 - Muda-se para Neulengbach, onde é preso por ser acusado de seduzir uma jovem ainda menor de idade. Decide ir para lá devido aos valores mais baixos para alocação do seu estúdio.
    • 1915 - Casa-se com Edith Harms, esperando que ainda viva seu romance com Wally, sua modelo. Entretanto, é deixado por ela, que não aceita a proposta e fica com Edith.
    • 1917 - Após o serviço militar, Schiele volta à Viena, onde exibe seus trabalhos na 49ª Secessão no ano seguinte.
    • 1918 - Morre em Viena.

    OBRAS

    Auto-retrato.

    Walburga Neuzil in Black Stockings, 1913.

    Old Mill (Alte Mühle), 1916.

    Stein an der Donau II, 1913.

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    PIANO, Renzo

    GUGELOT, Hans

    BOMBERG, David

  • DRESSER, Christopher

  • DRESSER, Christopher

    Christopher Dresser

    Christopher Dresser (1834 - 1904).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Teórica(o)

    Chistopher Dresser foi um Vitoriano de origem humilde que rompeu as fronteiras dos privilégios de classe para reivindicar seu lugar como o primeiro designer da era industrial a ter o lar como prioridade. A mensagem de Dresser era de que bens baratos e acessíveis não precisavam ser feios.


    LYONS, Harry. [2005]
    Christopher Dresser: The People's Designer.
    London, Antique Collectors' Club

    CRONOLOGIA

    • 1834 - Nasce em Glasgow, Escócia.
    • 1847 - Começa a estudar na Government School of Design em Londres, onde conhece artistas notáveis da época como Henry Cole, Richard Redgrave e seu mentor, Owen Jones.
    • 1854 - Começa a lecionar botânica na Government School of Design.
    • 1856 - Contribui com a placa XCVIII para a famosa publicação A Gramática do Ornamento de Owen Jones e seguiu estudando sobre botânica, chegando a publicar livros do assunto.
    • 1859 - Recebe um doutorado no campo de botânica da Universidade de Jena, Alemanha por suas contribuições.
    • 1860 - Abre um estúdio de design.
    • 1862 - Publica um manifesto de design chamado A Arte do Design Decorativo; expõe seus trabalhos na Exibição Internacional de Londres.
    • 1876 - Se torna o primeiro designer europeu a ser enviado ao Japão pelo governo britânico levando um presente para o recém-inaugurado Museu Nacional em Tokyo. Lá aprofunda seu conhecimento e interesse pelas formas e arte japonesa e aprende novas técnicas de manufatura e criação.
    • 1880 - Abre sua Art Furnishers' Alliance no centro do distrito de luxo em Londres, próxima a outras grandes companias como Morris & Co., Liberty's, The Fine Art Society e a Grosvernor Gallery.
    • 1883 - A compania de Dresser fecha devido a problemas financeiros e sua saúde declinante.
    • 1904 - Morre aos 70 anos, em Mulhouse, França.

    OBRAS

    The Wave Bowl.

    Terrina de sopa e concha, c. 1878.

    Chaleira, 1879.

    Ornamento em estilo árabe, 1876.

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  • ERTÉ

  • ERTÉ

    Romain de Tirtoff

    Erté (1892-1990)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer de Moda
    • Designer Gráfico

    O que diferenciava Romain dos outros era a sua compreensão sobre forma e precisão; como passar dos limites sem perder a elegância e a função, as quais eram a chave para todos os seus trabalhos. E quantos designers são capazes de alegar ter a mesma habilidade que ele?"

    CRONOLOGIA

    • 1892 - Nasce em São Petersburgo, na Rússia.
    • 1898 - Aos 6 anos, produz sua primeira obra para sua mãe.
    • 1907 - Fica por um ano em Paris. É neste momento em que ele descobre Beardsley e produz uma de suas primeiras esculturas, Demoiselle à la balancelle.
    • 1910 - Muda-se novamente para Paris, e desta vez é para seguir sua carreira como designer
    • 1913 - Trabalha por um ano para Paul Poiret, um designer de moda francês.
    • 1915 - Começa a trabalhar para a Harper's Bazaar. Produzindo mais de 200 (duzentas) capas para a revista até 1937.
    • 1919 - Desenha um traje para a Srta. Gaby Deslys.
    • 1923 - Seus trajes e cenários recebem destaque na Ziegfeld Follies.
    • 1925 - É levado até Hollywood por Louis B. Mayer para produzir cenários e trajes para o filme mudo Paris.
    • 1927 - Começa a produzir sua série de pinturas Alphabet.
    • 1930 - Desenha figurinos para muitos espetáculos no Folies Bergère e no George White's Scandals, em Nova Iorque.
    • 1960 - Torna-se um escultor, e produz trabalhos notavelmente fantásticos e abstratos, em alumínio, ferro, cobre e madeira, pintados com cores vivas.
    • 1964 - Exibe seus trabalhos na galeria Ror Volkmar, em Paris.
    • 1976 - Recebe o título de Oficial de Artes e Letras.
    • 1990 - Morre em Paris, na França.

    OBRAS

    At the Theatre, Melisande.

    Aphrodite.

    Compact Vanities.

    Stolen Kisses.

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • DREYFUSS, Henry

  • DREYFUSS, Henry

    Henry Dreyfuss (-)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Locomotiva 20th Century Limited, c. 1937
    © Fotografia de Patty Allison, colorizada.

    Despertador Big Ben, 1938
    © The Metropolitan Museum

    Aspirador de pó Hoover Modelo 150, 1933

    Ferro a vapor, 1948

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    BILL, Max

  • BREUER, Marcel

  • BREUER, Marcel

    Marcel Breuer (1902-1981)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Long Chair, 1936.

    Cleveland Trust Tower, 1971.

    Mesa; Modelo B19, 1928.

    St. John's Abbey Church

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    FEININGER, Lyonel

  • MOHOLY-NAGY, László

  • MOHOLY-NAGY, László

    László Moholy-Nagy (1895-1946)

    OBRAS

    Light-Space Modulator, 1930.

    Large Painting of The Railroad, 1920.

    Fotograma, 1943.

    Sil I, 1933.

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    Hochschule für Gestaltung Ulm

  • GRIS, Juan

  • GRIS, Juan

    Juan Gris (1887-1927)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Portrair of Maurice Raynal, 1911.

    Guitar and Pipe, 1913.

    Bodegón, 1913.

    Arlequin assis à la guitare, 1919.

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  • Jugendstil

  • Jugendstil

    Jugendstil

    Otto Eckmann
    Capa da revista Jugend, 1896.

    Em termos dos seus impactos arte-históricos, o Jugendstil e a Secessão Vienense são frequentemente descritos como a expressão estilística e estética de uma emigração interna, um afastamento das esferas privadas dos indivíduos. Não obstante, inicialmente, a insatisfação com as circunstâncias contemporâneas foi o impulso dominante que levou a minoria dos artistas a difundir uma oposição romântica contra o tradicionalismo, o ecleticismo e o historicismo mirabolante. Tal descontentamento levou Georg Hirth, publicador da revista Jugend (Juventude), a reafirmar que o termo ”Jugendstil” não se referia ao nascimento de um estilo, mas na verdade um princípio de emancipação e do domínio exclusivo da inutilidade e do sentimento artístico.”

    BRANDSTÄTTER, Christian. [2006]
    VIENNA 1900: Art, Life & Culture. [p.33]

    CRONOLOGIA

    • 1892 - O movimento é inciado em Munique, na Alemanha, quebrando paradigmas históricos e estilísticos da Academia. E além disso, os participantes denomina a Associação como Secessão de Munique.
    • 1896 - É inaugurado o Jugend, jornal da Associação, tornando-se uma das revistas semanais mais influentes sobre o novo estilo. Sua influência foi muito importante, trazendo à tona os motivos florais, com arabescos, linhas e tipografias marcantes.

    OBRAS

    Hans Christiansen
    Andromedia, ilustração para Jugend, 1898.

    Otto Eckmann
    Maple wood and leather armchair, 1898.

    Julius Klinger
    Cravates Hermanns & Froitzheim, 1911.

    Richard Riemerschmid
    Ball Pitcher, 1902.

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  • MACDONALD, Margaret

  • MACDONALD, Margaret

    Margaret MacDonald

    Margaret Macdonald (1865 - 1933)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer Gráfico
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce próxima a Wolverhampton, na Inglaterra.
    • 1877 - Entra para uma progressiva escola local, a Orme Girls’ School, onde estuda arte com um pintor da Academia Real.
    • 1890 - Entra na Escola de Arte de Glasgow, onde torna-se amiga de outros estudantes e artistas, dentre eles Jessie Keppie, Agnes Raeburn, Janet Aitken, Katherine Cameron, Charles Rennie Mackintosh e Herbert McNair. O grupo se autodenomina ‘Os Imortais’.
    • 1894 - Começa a expor seus trabalhos junto de sua irmã, a artista Frances Macdonald, e seus dois colegas, os pintores e arquitetos Charles Rennie Mackintosh e Herbert McNair, os quais juntos formam o grupo The Four. Seus trabalhos são ridicularizados pela crítica por suas figuras “fantasmagóricas”, recebendo a alcunha de Spook School.
    • 1895 - Tem duas de suas pinturas e duas de sua irmã publicadas no livro Yellow Book de Aubrey Beardsley.
    • 1896 - Abre um estúdio com sua irmã Frances em Glasgow. Lá produzem os trabalhos mais variados, indo de pinturas a bordados, posters, painéis em metal e vitrais, dentre outros. No final do ano, o grupo The Four envia seus trabalhos para a Exposição de Arts and Crafts em Londres. As críticas não são boas, mas as obras captam o interesse da revista The Studio.
    • 1900 - Casa-se com o pintor arquiteto Charles Rennie Mackintosh. No mesmo ano, o casal expõe um par de painéis de gesso na Oitava Exposição da Secessão Vienense. A partir deste ano, Margaret inicia um período de trabalhos feitos quase exclusivamente em gesso.
    • 1902 - Exibe seus trabalhos na Exposição Internacional de Arte Moderna Decorativa em Turin. Sua contribuição, chamada Rose Boudoir, inclui painéis de metal para um armário desenhado por seu marido, e dois painéis grandes de gesso. 1903
    • 1903 - Trabalha na decoração das Willow Tea Rooms de Miss Cranston com Charles Rennie.
    • 1909 - Completa seus últimos painéis de gesso, chamados The Four Queens, eles representam as rainhas dos quatro naipes d baralho, e têm um estilo mais angular do que seus painéis anteriores.
    • 1921 - Morre sua irmã Frances Macdonald, um possível suicídio. Com a grande perda, Margaret pinta duas extraordinárias obras intituladas La Morte Parfumee e The Legend of the Blackthorns.
    • 1933 - Morre aos 68 anos em Londres, na Inglaterra.

    OBRAS

    Capa da revista Deutsche Kunst und Dekoration, 1902.

    Cardápio para Miss Cranston Cafe, 1911.

    Painel bordado, 1902.

    The Heart of the Rose, 1901.

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    YAMAMOTO, Kansuke

  • GIMSON, Ernest

  • GIMSON, Ernest

    Ernest Gimson

    Ernest Gimson (1864 - 1919)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    Gimson desenvolveu sua aptidão para incrustar madeira em móveis na época em que trabalhava na Kenton and Company [empreendimento do qual era sócio]. Ao sair de lá, continuou a incrustar madeira e madrepérola nas peças - elegantes e parcimoniosas - que projetava. Além de seus vistosos gabinetes, Gimson (...) também projetou móveis em um estilo mais simples e rústico, exemplificado em diversos aparadores, mesas para sala de jantar e cadeiras com encosto de escada. Esse estilo, livre das referências medievais de Morris e dos padrões intricados das peças de Mackmurdo, influenciou tremendamente a estética ‘fitness for purpose’ [de adequação à finalidade] que dominou o design britânico até o final da Segunda Guerra Mundial. (...) Como consequência de [não] se motivar a adaptar seus projetos à produção industrial, (...) atendia apenas uma clientela limitada. Ao invés de produzir seu mobiliário pessoalmente, Gimson supervisionava uma equipe de artífices (...)”.

    MARGOLIN, Victor. [2015]
    World History of Design. Vol. I
    London, Bloomsbury, p. 243.

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Leicester, na Inglaterra.
    • 1881 - Torna-se aprendiz do arquiteto Isaac Barradale de Leicester, e fica sob sua tutela em seu escritório durante quatro anos.
    • 1883 - Assiste uma palestra sobre “Arte e Socialismo” ministrada pelo influente artista e designer do movimento Arts & Crafts, William Morris. Encantado e inspirado, Gimson chama Morris para conversar e acabam por tornar-se amigos.
    • 1885 - Com experiência profissional na área de arquitetura e bons resultados na Escola de Arte de Leicester, se muda para Londres. Sem perder o contato com Morris, Gimson entra para o estúdio de arquitetura de J. D. Sedding, onde se apaixona pelo Arts & Crafts.
    • 1889 - Entra para a Sociedade de Proteção a Construções Antigas de William Morris.
    • 1890 - Funda, junto de Sidney Barnsley, William Lethaby e outros designers a companhia de mobílias Kenton & Co., seguindo os ensinamentos de Philip Webb sobre a criação de objetos.
    • 1893 - Se muda para Gloucestershire com os irmãos Barnsley onde abrem uma oficina. Mais tarde, passam a contratar outros artesãos habilidosos para a firma, dentre eles, Peter van der Waals.
    • 1900 - Abre uma pequena oficina de móveis em Cirencester, mais tarde se mudando para lojas maiores. Tem como objetivo incentivar a comunidade o do vilarejo para transformá-lo em uma vila de artesãos.
    • 1908 - Cria uma competição em busca do melhor projeto para a construção da cidade de Camberra, capital da Austrália. Uma dupla de arquitetos americanos vence com a melhor planta.
    • 1916 - Rejeita um convite para fazer parte da Associação de Design Industrial, por sua forte resistência ao trabalho com máquinas.
    • 1918 - Realiza seu último grande projeto, a Biblioteca Memorial na Escola de Bedales, em Hampshire.
    • 1919 - Morre aos 55 anos em Sapperton, na Inglaterra.

    OBRAS

    Armário em Madeira, 1891.

    Casa Arts & Crafts em Leicestershire, 1899.

    Gaveteiro de Madeira, ca. 1907.

    Gaveteiro de Madeira, ca. 1902.

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  • DE MORGAN, William

  • DE MORGAN, William

    William De Morgan

    William de Morgan (1839 - 1917)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Ceramista
    • Designer
    • Romancista
    • Vitralista

    Diversos motivos podem ter contribuído para que [William] De Morgan começasse a se dedicar à fabricação de ladrilhos. Por volta da década de 1860, o interesse relacionado à decoração dos lares ingleses criou um mercado para ‘ladrilhos artísticos’ cuja demanda era atendida por firmas tais como a Minton’s e a Maw & Co. A Morris & Co. já fornecia ladrilhos artísticos pintados à mão para o segmento de alta gama desse mercado. O design de ladrilhos, no entanto, não era uma prioridade para a firma de Morris e De Morgan provavelmente intuiu que, ao se especializar nesta área, poderia criar um produto superior ao disponível no mercado”.

    Greenwood, Martin. [1989]
    The Designs of William de Morgan.
    Richard Dennis, Yeovil, Inglaterra, 2007, pp. 7-8.

    CRONOLOGIA

    • 1839 - Nasce, em Londres, William Frend De Morgan, filho do matemático Augustus De Morgan.
    • 1859 - Aos vinte anos, William De Morgan ingressa na Royal Academy Schools — a mais antiga escola de artes da Grã-Bretanha — uma instituição que, moldada na Académie de Peinture et de Sculpture fundada por Luís XIV em 1648, na França, era famosa por seu ensino rigoroso e acadêmico.
    • 1862 - Desiludido com o ensino acadêmico, abandona o curso de oito anos pela metade e aproxima-se de William Morris e do círculo Pré-Rafaelita. Cerca dessa época começa a trabalhar para a Morris, Marshall, Faulkner & Co., onde projetava vitrais.
    • 1863 - Em paralelo aos projetos desenvolvidos para a Morris & Co., De Morgan monta um atelier independente na Fitzroy Square onde, em parceria com o vitralista James Lyon Tennant começa a direcionar sua criatividade para trabalhos com cerâmica.
    • 1872 - Um incêndio acidental provoca uma desavença com o proprietário e De Morgan vê-se obrigado a mudar-se. Encontra um endereço em Chelsea, onde se estabelece.
    • 1873 - Redescobre técnicas que se assemelham à cerâmica mouresca espanhola e à cerâmica maiólica da Itália.
    • 1875 - Começa a desenvolver uma cartela de cores inspirada no que acreditava ser a padronagem Persa: azul escuro, azul turquesa, púrpura, verde, vermelho indiano e amarelo limão. (Sabe-se, hoje, tratar-se da tradição Iznik dos séculos XV e XVI).
    • 1882 - Problemas de coluna forçam De Morgan a deslocar seu atelier para Merton Abbey, onde ficará mais perto de casa.
    • 1888 - Após seu casamento, em 1887, com Evelyn De Morgan muda-se outra vez e desloca seu atelier para Sands End, em Fulham, onde, em sociedade com Halsey Ricardo, inicia o período mais prolífico de sua carreira.
    • 1898 - Com Morgan frequentemente ausente — na impossibilidade de serem enfrentadas uma série de dificuldades financeiras e técnicas —, o atelier de Fulham é fechado e a parceria com Ricardo dissolvida.
    • 1898 - De Morgan inicia uma nova parceria com três de seus antigos empregados: Frank Iles e os irmãos Passenger.
    • 1906 - Com o êxito de sua primeira novela — Joseph Vance —, inicia uma próspera (segunda carreira) de escritor.
    • 1907 - Dissolve sua sociedade com Frank Iles e os irmãos Passenger, que continuam o negócio por conta própria.
    • 1917 - Após publicar mais algumas novelas de sucesso morre, em Londres, sendo enterrado no cemitério de Brookwood.

    OBRAS

    Prato de Pavão, ca. 1888-98

    Vaso, ca. 1888-98

    Desenho para Decoração em Prato, 1879

    Painel "Tree of Knowledge", ca. 1872-81

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    Design Orgânico

  • ETCHELLS, Frederick

  • ETCHELLS, Frederick

    Frederick Etchells (1886-1973) ao lado da irmã, Jessie Etchells

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Cabeça Futurista, 1912

    Parque Hyde, 1915

    Patchopolis, 1914

    Composição (Stilts), c. 1914

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  • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

  • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

    Henri de Toulouse-Lautrec

    Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer Gráfico
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    "A sensibilidade exasperada pelas cores contrastantes é uma das qualidades de seu “macabro” gênio. Nada o repele; pinta beleza e feiúra com soberba indiferença; pinta o vício e o vil, exóticas, atrozes e obscenas criaturas com a absoluta insolência e o máximo cinismo de um Diabo ou de um Deus que criaram em mútuo antagonismo o cruel e adorável mundo no qual vivemos. (…) Parte da técnica de Lautrec consiste não somente no seu modo original de observar a realidade, mas na sua maneira de ver as coisas: não em porções, não em sombras, mas em massas (…) Lautrec tinha uma paixão por cores brutais, em contrastes violentos e muitas vezes excessivos."

    SYMONS, Arthur. [1930]
    From Toulouse-Lautrec to Rodin.
    New York, Kessinger Publishing.

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Albi, na França.
    • 1878 - Sofre duas quedas consecutivas, nas quais quebra os dois fêmures devido a uma doença manifestada anos antes, que afeta a formação dos ossos, fazendo com que Henri não ultrapasse a altura de 1,52m.
    • 1880 - Monta um estúdio particular em Paris e passa a frequentar teatros e cabarés de Montmartre.
    • 1882 - Estuda Pintura com o retratista Léon Bonnat e, posteriormente, com Fernand Cormon, cujo ateliê frequenta por cinco anos.
    • 1888 - Pinta La Blanchisseuse no jardim de Pere Foret, Paris.
    • 1889 - Expôe suas obras no Salon des Indépendants.
    • 1890 - Produz ilustrações para a revista humorística semanal Le Rire.
    • 1891 - É contratado por Charles Zidler para criar o cartaz do Moulin Rouge, que corresponde ao seu primeiro cartaz litográfico.
    • 1893 - Tem sua primeira mostra individual, na galeria Booussod & Valadon.
    • 1894 - Produz ilustrações para La Revue Blanche.
    • 1896 - É impresso seu trabalho Elles, série de litografias coloridas focada no universo feminino, que produz um panorama da vida nos bordéis.
    • 1899 - O excesso de álcool faz com que seja internado em uma clínica psiquiátrica após um colapso nervoso.
    • 1901 - Morre vítima de sífilis e alcoolismo, em Malmoré, na França.

    OBRAS

    Cartaz para o café Divan Japonais, 1893.

    Cartaz para Moulin Rouge, 1891.

    Rousse, 1896.

    Jane Avril, 1893.

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  • Surrealismo

  • Surrealismo

    OBRAS

    Man Ray
    Rayografia (O Beijo), 1922

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    MARTINI, Alberto

  • LABROUSTE, Henri

  • LABROUSTE, Henri

    Henri Labrouste

    Henri Labrouste (1801 - 1875)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Engenheira(o)

    Em meio ao rebuliço e panfletagem generalizada que se seguiram ao decreto [Imperial de 13 de Novembro, 1863] (...), [Maréchal] Vaillant, então Ministro, expressou pesar quanto ao fechamento em 1856 "do único ateliê de arquitetura que, desde 1832 [sic], havia mantido uma educação liberal e de alto nível e doutrinas independentes da Ecole [des Beaux-Arts]. Veio desse ateliê a maior parte dos melhores arquitetos que se ocupam hoje de obras públicas ou privadas; embora... nem um estudante sequer do ateliê tivesse obtido o Prix de Rome, não sendo seu professor um membro da Académie [des Beaux-Arts]. Contudo, o ateliê estava sempre cheio e guarneceu minha administração com sua cultura (pépinière) de arquitetos de primeira ordem". Vaillant referia-se, obviamente, a Labrouste [e seus alunos].

    EGBERT, Donald Drew. [1980]
    The Beaux-Arts Tradition in French Architecture,
    Princeton, Princeton University Press. p. 64

    CRONOLOGIA

    • 1801 - Nasce em Paris, França.
    • 1819 - Aos 18 anos entra para a École des Beaux-Arts como pupilo de A.L. T. Vaudoyer e L. H. Lebas.
    • 1824 - Ganha o Grand Prix de Roma — uma bolsa que lhe permite passar cinco anos estudando na Itália.
    • 1825 - Começa a estudar Construção Romana no Villa Medici, onde permanece até 1830.
    • 1828 - Durante sua permanência na Itália, participa da controversa restauração dos templos Paestum, a qual se estende por 2 anos.
    • 1834 - Trabalha com Félix Duban no projeto de renovação da fachada da Ecole des Beaux-Arts.
    • 1837 - Já estabelecido como Arquiteto, vence concurso para a construção de um asilo em Lausanne, Suíça
    • 1838 - Nomeado Arquiteto Responsável pelos Monumentos Históricos Franceses, Labrouste dá início a trabalhos de restauração. Concomitantemente, retoma sua função de Inspetor da Ecole des Beaux-Arts, onde os trabalhos já se encontram bastante avançados.
    • 1839 - Contratado para projetar a Bibliothèque Sainte-Geneviève, em Paris, que seria construída entre 1843 e 1850.
    • 1854 - Labrouste é nomeado sucessivamente arquiteto do Seminário de Rennes e da então denominada Bibliothèque Impériale, em Paris.
    • 1862 - Projeta a sala de leitura da Bibliothèque Nationale de France, em Paris.
    • 1867 - Eleito para a Académie des Beaux Arts.
    • 1875 - Morre em seu escritório, na casa de Fontainebleau, enquanto redigia um edital para um Concurso de Arquitetura.

    OBRAS

    Biblioteca Nationale

    Biblioteca Sainte-Geneviève

    Biblioteca Ste Geneviève, desenho da fachada

    Biblioteca Sainte Geneviève, interior

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    WIERZY, Waldemar

  • PUGIN, Augustus W. N.

  • PUGIN, Augustus W. N.

    Augustus W. N. Pugin

    Augustus W. N. Pugin (1812-1852).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis
    • Teórica(o)

    Pugin foi o Gibbon da Arquitetura. Nos seus Contrasts escreveu a história de seu declínio e de sua queda – não da maneira zombeteira do grande discípulo de Voltaire -, mas com a solenidade e com a veemente eloquência de Savonarola. Como o dominicano italiano, o arquiteto inglês foi mais um reformista e delator dos abusos do paganismo. Embora fosse tão ortodoxo quanto Savonarola, teve mais sorte por ter nascido em tempos mais felizes. Tempos nos quais a denúncia de abusos não implicava em uma candidatura ao martírio”.

    FERREY, Benjamin. [1861]
    A.N. Welby Pugin and his Father.
    London, Edward Stanford.

    CRONOLOGIA

    • 1812 - Nasce em Londres, na Inglaterra, filho do desenhista de projetos arquitetônicos francês Augustus Charles Pugin.
    • 1821 - Começa, desde cedo, a ser treinado pelo pai para fazer desenhos de edifícios góticos para ilustrar seus trabalhos.
    • 1827 - Vai trabalhar com a firma de ourivesaria Rundell & Bridge, que foi contratada para desenhar os móveis do recém-restaurado Castelo de Windsor.
    • 1830 - Abre um negócio de produção de entalhes góticos e de treinamento de pedreiros no estilo medieval. O negócio não obtém êxito, falindo logo em seguida.
    • 1835 - Pugin converte-se ao Catolicismo. Começa a trabalhar com o arquiteto Charles Barry no projeto vencedor para a reconstrução do Parlamento Inglês (destruído pelo fogo no ano anterior).
    • 1837 - Começa a trabalhar nas Torres de Alton. Nomeado Arquiteto e Professor de Antiguidades Eclesiásticas no Oscott College.
    • 1839 - Termina a construção de sua primeira igreja: a Igreja de St. Mary, em Uttoxeter, no interior da Inglaterra.
    • 1840 - Começa a trabalhar na Igreja Católica de St. Giles Cheadlem, em Staffordshire. Também inicia o projeto do Hospital de São João Batista, em Alton.
    • 1841 - Começa o trabalho na Catedral de St. George, em Southwark.
    • 1844 - Começa a construção de sua residência, em Ramsgate, Kent, chamada The Grange, ou St. Augustine’s Grange.
    • 1846 - Começa a construção da Igreja de St. Wilfrid, em Staffordshire.
    • 1847 - Após uma viagem à Itália, onde encontra o Papa, começa a trabalhar no projeto do Castelo de Alton.
    • 1850 - Termina a construção da St. Augustine’s Grange.
    • 1851 - Nomeado Commissioner of Fine Arts for the Great Exhibition.
    • 1852 - Morre, sendo enterrado na Igreja de sua propriedade, em St. Augustine’s Grange.

    OBRAS

    Palácio de Westminster, Londres.

    Armoire, 1850.

    Ladrilho de cerâmica, 1850.

    Vitral da Catedral de St. Aidan.

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  • DAUM, Irmãos

  • DAUM, Irmãos

    Irmãos Daum

    Auguste Daum (à esq., atrás) e Antonin Daum (à dir., atrás)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Vidros
    • Empresária(o)

    Chez Daum la nature est appréhendée de façon plus pragmatique. Il s’agit avant tout d’un réservoir de formes et de décors comme un autre dans lequel il convient de puiser. Les plantes choisies, à de très rares exceptions, n’ont qu’une valeur décorative. La dimension symbolique, chère à Gallé, est absente de la plupart des objets produits. Mais surtout, à la différence de ce dernier qui cherche à faire œuvre, les frères Daum ne revendiquent rien d’autre qu’une production industrielle de qualité. Pour cela, ils essayent de concilier une volonté artistique et des exigences de rentabilité. (...) Si Emile Gallé marque durablement l’art du verre, et par ricochet les arts décoratifs, par cette vision résolument novatrice, la verrerie Daum démontre la validité des théories et répond parfaitement aux aspirations des acteurs artistiques, politiques et économiques à la recherche d’une industrie performante et rentable.

    BARDIN, Cristophe [2010]
    Gallé/Daum, deux approches différentes du végétal comme source d'inspiration (afaverre.fr)
    Bulletin de l'Association Française pour l'Archéologie du Verre, 2010, p. 147-150

    CRONOLOGIA

    • 1853 - Nasce Auguste Daum, em Bitche, na França.
    • 1864 - Nasce Antonin Daum, em Bitche, na França.
    • 1878 - Jean Daum, pai dos Irmãos Daum, compra a Verrerie de Sainte Catherine, fábrica de vidros, em Nancy.
    • 1885 - Com a morte do pai, Auguste abandona a carreira de Direito e assume o controle da empresa.
    • 1887 - Antonin se forma na École Centrale de Paris, e no mesmo ano começa a trabalhar na fábrica de vidros da família.
    • 1891 - Auguste confia a seu irmão Antonin o departamento de arte da empresa, oferecendo a ele todos os recursos para aprimorar o trabalho e seguir os passos de sucesso de Émile Gallé na confecção de vidros.
    • 1895 - Participam da Expostion de Bordeaux e da Exposition de Bruxelles, nas quais são premiados.
    • 1897 - É criada uma escola de desenho dentro da Maison Daum onde são formados os decoradores e entalhadores da empresa.
    • 1900 - São premiados com o Grand Prix, na Exposition Universelle de Paris.
    • 1901 - Antonin torna-se um dos vice-presidentes da École de Nancy.
    • 1904 - Auguste torna-se presidente do Tribunal do Comércio de Nancy.
    • 1906 - Os Irmãos Daum reavivam a técnica de pâte de verre; um antigo método egípcio de fundição de vidro, aplicando-a na fabricação de parte de suas peças.
    • 1909 - Morre Auguste Daum, em Nancy, na França.
    • 1918 - Antonin adapta a companhia aos novos modos de produção, conservando suas qualidades, técnicas e orientações estéticas.
    • 1930 - Morre Antonin Daum, em Nancy, na França.

    OBRAS

    Luminária Le Figuier de Barbarie, 1902
    © Musée de l'École de Nancy

    Luminária, c. 1900

    Vaso Tristan et Yseult, c. 1897
    © Musée des Beaux-Arts de Nancy

    Luminária Perce-neige, c. 1905

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