ALBERS, Josef

  • VON SCHMIDT, Friedrich

  • VON SCHMIDT, Friedrich

    Friedrich von Schmidt

    Friedrich von Schmidt (1825 - 1891).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Professor(a)

    O progresso do Gótico Vienense atingiu seu clímax com a execução do projeto da nova Rathaus [Prefeitura] (1869-1873) de [Firedrich] Schmidt. Seu ecletismo – com um centro norte-italiano, extremidades um pouco francesas e um interior alemão —, parece sugerir a inspiração no estilo Vitoriano Tardio. No entanto, uma análise mais aprofundada sugere um pastiche sofisticado que evita graciosamente quaisquer efeitos mais vigorosos. Apesar de a Rathaus ter sido de um êxito evidente, o Renascimento Austríaco permaneceu um conglomerado de edifícios individuais, logrando atingir poucas raízes mais profundas da cultura nacional. Na verdade, nunca teve a importância política que Reichensperger [político Alemão amante das arte e arquitetura Gótica] esperava que tivesse no âmbito de uma reunificação Alemã: a Áustria foi excluída desse movimento, derrotada e humilhada pela Prússia, na Guerra das Sete Semanas, de 1866.

    BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
    London, Phaidon.

    CRONOLOGIA

    • 1825 - Friedrich Schmidt nasce na vila de Frickenhofen, município de Gschwend, estado de Baden-Württemberg, na Alemanha.
    • 1840 - Inicia seus estudos na Escola Politécnica de Stuttgart, graduando-se em 1843.
    • 1845 - Junta-se à guilda de trabalhadores envolvidos na construção da Catedral de Colônia. Nesse ambiente, progride profissionalmente tornando-se Mestre.
    • 1856 - Forma-se Arquiteto, tendo sido aprovado nos exames do Estado.
    • 1858 - Após converter-se ao Catolicismo, viaja para Milão onde se torna professor de Arquitetura Medieval e trabalha na restauração da Catedral de Sant’Ambrogio, entre outros projetos.
    • 1859 - É nomeado professor de Arquitetura na Akademie der bildenden Künste, de Viena e consolida sua posição como um dos mais importantes arquitetos especializados em construção e reforma de igrejas da Europa.
    • 1859 - Projeta e inicia a construção da Igreja de São Lázaro, em Viena. A obra é finalizada em 1863.
    • 1860 - Colabora na idealização e participa da construção de diversos prédios da Ringstrasse ao longo das próximas duas décadas.
    • 1862 - Assume a coordenação do Comitê de Construção da Catedral de Santo Estêvão, em Viena, e também do Comitê Central para o Estudo e Preservação de Monumentos.
    • 1866 - A partir deste ano exerce, por diversos mandatos, a direção da Associação Austríaca de Arquitetos e Engenheiros.
    • 1872 - Concebe e constrói a Rathaus, em Viena, onde funcionarão a Prefeitura e o Conselho Municipal da cidade. A obra sera terminada em 1883.
    • 1886 - Recebe, do Imperador Franz Joseph I, o título de barão (Freiherr) do Império Austro-Húngaro tornando-se Friedrich Freiherr von Schmidt.
    • 1891 - Morre, aos 65 anos, em Viena, na Áustria.

    OBRAS

    Interior de Wiener Rathaus, 1883.

    Wiener Rathaus, 1883.

    Projeto para vitral da Catedral de St. Stephen em Viena, 1864.

    Monastério dominicano de Herzogstraße em Dusseldorf 1887.

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    KHIDEKEL, Lazar

  • EL LISSITZKY

  • EL LISSITZKY

    Lazar Markovich Lissitzky

    El Lissitzky (1890-1941)
    © The Josef and Anni Albers Foundation / ARS, New York

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Cartaz litográfico Vence os Brancos com a Cunha Vermelha, 1920
    © Museum of Fine Arts, Boston

    Ilustrações para o livro Pela Voz, 1920

    Figurino Novo Homem para o espetáculo Vitória sobre o Sol, 1923
    © Tate Museum

    Projeto para o boulevard Stratsnoy, 1925

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  • SCHWITTERS, Kurt

  • SCHWITTERS, Kurt

    Kurt Schwitters (1887-1948)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    The And-Picture, 1919.

    Cherry Picture, 1921.

    Santa Claus, 1922.

    The Spring Door, 1938.

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    MOLL, Carl

  • Surrealismo

  • Surrealismo

    OBRAS

    Man Ray
    Rayografia (O Beijo), 1922

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  • HOHENSTEIN, Adolfo

  • HOHENSTEIN, Adolfo

    Adolf Hohenstein

    Adolfo Hohenstein.

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Cenógrafa(o)
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    OBRAS

    Capa da primeira edição da partitura de piano da ópera Tosca, de Puccini.

    Pôster de propaganda dos fabricantes de sabonete Chiozza e Turchi, de 1899.

    Pôster de propaganda Fiammiferi senza fosforo del Dottor Craveri.

    Projeto para o cenário do segundo ato da estréia de La bohème

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    PEVSNER, Antoine

    ARBUTHNOT, Malcolm

  • ELMSLIE, George Grant

  • CALDER, Alexander

    KLEE, Paul

    High Tech

  • MALEVICH, Kazimir

  • MALEVICH, Kazimir

    Kazimir Malevich (1879-1935)
    © Museu Russo, São Petersburgo

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Quadrado Preto, 1915

    Composição Suprematista: Branco sobre Branco, c. 1918

    Suprematismo Místico (cruz vermelha sobre círculo preto), c. 1915

    Suprematismo, 1915

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  • CARRÈRE, John Merven

  • CARRÈRE, John Merven

    John Merven Carrère

    John Merven Carrère (1858 - 1911)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Assim Aristóteles definiu a cidade: — "Um lugar onde os homens levam uma vida compartilhada, com fins nobres" — e não poderíamos nós promover esses fins, ao fazermos de nossa cidade tão agradável e tão bela que possa estender sua benéfica influência sobre nossas casas e cada aspecto de nossas vidas?

    Seríamos nós capazes de atingir tal propósito, quando cada impulso egoísta e materialista por auto-preservação, conforto pessoal e lucro têm sido levados ao extremo; se temos negligenciado a dimensão espiritual da vida e não nos empenhamos em tornar nossos lares e arredores belos e inspiradores; se não temos recorrido à imaginação, e através dela a tudo que há de melhor e de mais elevado em nós; se não providenciamos o mais natural, pleno e imediato dos lazeres, do tipo que se faz logo ao alcance de todos, e que por meio de um processo de assimilação impacta nossas vidas por inteiro?

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce no Rio de Janeiro, em uma família próspera. Sua mãe, de ascendência escocesa e brasileira, era filha de um grande produtor de café. Seu pai, também comerciante de café, era nativo de Baltimore, nos Estados Unidos, onde John Carrère passaria a maior parte de sua infância.
    • 1872 - Aos 14 anos, é enviado para receber sua educação na Suíça. Estuda em escolas públicas de Lausanne e no Institute Breitenstein, em Grenchen. Desenhos desse período denunciam um interesse precoce pela arquitetura, que ele viria a explorar nos anos seguintes.
    • 1877 - Ingressa na École de Beaux-Arts de Paris. Torna-se aluno de figuras como Victor Robert, Charles Laisne e Léon Ginain. Esse último, um dos mestres do estilo Néo-Grec, viria a ter uma profunda influência sobre Carrère.
    • 1882 - Tendo concluído seus estudos na França, retorna aos Estados Unidos. Em pouco tempo, começa a trabalhar na firma McKim, Mead & White, onde reencontra um antigo colega da École: Thomas Hastings. Os dois decidem firmar uma parceria e aguardam pela oportunidade para fazê-lo.
    • 1885 - Henry Flagler, amigo do pai de Hastings, encomenda a Thomas um design para o novo hotel que planejava construir. Carrère envolve-se na construção e logo os dois assumem o projeto, aproveitando a ocasião para lançar a Carrère & Hastings. O hotel Ponce de Léon — em estilo hispânico-mourisco, misturado a elementos Arts & Crafts e richardsonianos — ajuda a criar renome para a firma recém-criada.
    • 1889 - A Memorial Presbyterian Church — parte da onda de construções em estilo hispânico que se seguiram ao Ponce de Léon — é inaugurada. Por volta dessa época, a firma abandonaria a ornamentação mourisca em favor de um estilo mais formal, alinhado à arquitetura francesa do século XVIII.
    • 1891 - É eleito membro da American Institute of Architects, atuando no Conselho Administrativo da mesma até o fim de sua vida.
    • 1897 - A Carrère & Hastings sai vencedora da competição de designs para a Biblioteca Pública de Nova York, conquista que torna o escritório um dos mais bem conceituados do país. Os sócios envolvem-se, no mesmo ano, em projetos de residências de luxo, como as mansões de Bellefontaine (Massachusetts) e Blairsden.
    • 1898 - Ajuda a fundar a New York City Art Commission, responsável por regular obras de arquitetura, paisagismo ou arte que impactassem o patrimônio público. Engaja-se em prol da educação arquitetônica e por uma ética da profissão.
    • 1901 - Muda-se com sua mulher e filhas para Manhattan. No mesmo ano, atua como arquiteto chefe da Pan American Exposition de Buffalo.
    • 1907 - É convidado a dar a palestra City Improvement From the Artistic Standpoint, na qual faz algumas considerações sobre urbanismo. O interesse pelo tema, compartilhado por Thomas Hastings, levaria a firma a desenvolver planejamentos para cidades como Ohio, Baltimore (Maryland) e Grand Rapids (Michigan).
    • 1911 - Pouco antes da inauguração da New York Public Library, envolve-se em um grave acidente de carro, motivo pelo qual vem a falecer. John Carrère tinha, à epoca, 52 anos.

    OBRAS

    The New York Public Library, 1911
    © Fotografia de Jeffrey Zeldman, 2016

    Memorial Presbyterian Church, 1889

    Universidade Flagler (originalmente Ponce de Léon Hotel), 1888

    Carnegie Institution of Washington, 1910

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  • HUNT, Richard Morris

  • HUNT, Richard Morris

    Richard Morris Hunt

    Richard Morris Hunt (1827-1895)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O arquiteto americano, Richard Morris Hunts (nascido em 31 de Outubro de 1827 em Brattleboro, Vermont), se tornou famoso por elaborar o design de casas para a alta sociedade. Entretanto, ele trabalhou com diferentes tipos de construções, incluindo bibliotecas, construções civis, prédios de apartamentos, e museus de arte- oferecendo a mesma elegância tanto para a classe média quanto para os ricos americanos. No meio arquitetônico, Hunt é creditado por tornar a arquitetura uma profissão, por ser o pai fundador do Instituto Americano de Arquitetos".

    CRAVEN, Jack. [2017]
    ThoughtCo.

    CRONOLOGIA

    • 1827 - Nasce em Brattleboro, nos EUA.
    • 1843 - Muda-se para Roma com sua família.
    • 1845 - Começa a estudar com o arquiteto Samuel Derier, em Genebra.
    • 1846 - Entra para o ateliê do arquiteto Hector Lefuel, em Paris. Enquanto isso estudava para o exames de ingresso na Escola de Belas Artes.
    • 1853 - Auxilia Lefuel na construção do Museu de Louvre, fazendo o design do Pavillon de la Bibliothèque.
    • 1856 - Ajuda Thomas Ustick Walter a expandir e renovar o U.S. Capitol.
    • 1857 - Co-funda a New York Society of Architects, que passa a ser chamada de American Institute of Architects.
    • 1877 - Controi a Lenox Library.
    • 1881 - Projeta o pedestal da Estátua da Liberdade, que fica pronto em 1886.
    • 1889 - Projeta a Biltmore Estate, para George Washington.
    • 1895 - Morre em Newport, nos EUA.

    OBRAS

    Pedestal da Estátua da Liberdade.

    U.S. Capitol.

    Biltmore Estate.

    Pavillon de la Bibliothèque.

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  • DE MORGAN, William

  • DE MORGAN, William

    William De Morgan

    William de Morgan (1839 - 1917)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Ceramista
    • Designer
    • Romancista
    • Vitralista

    Diversos motivos podem ter contribuído para que [William] De Morgan começasse a se dedicar à fabricação de ladrilhos. Por volta da década de 1860, o interesse relacionado à decoração dos lares ingleses criou um mercado para ‘ladrilhos artísticos’ cuja demanda era atendida por firmas tais como a Minton’s e a Maw & Co. A Morris & Co. já fornecia ladrilhos artísticos pintados à mão para o segmento de alta gama desse mercado. O design de ladrilhos, no entanto, não era uma prioridade para a firma de Morris e De Morgan provavelmente intuiu que, ao se especializar nesta área, poderia criar um produto superior ao disponível no mercado”.

    Greenwood, Martin. [1989]
    The Designs of William de Morgan.
    Richard Dennis, Yeovil, Inglaterra, 2007, pp. 7-8.

    CRONOLOGIA

    • 1839 - Nasce, em Londres, William Frend De Morgan, filho do matemático Augustus De Morgan.
    • 1859 - Aos vinte anos, William De Morgan ingressa na Royal Academy Schools — a mais antiga escola de artes da Grã-Bretanha — uma instituição que, moldada na Académie de Peinture et de Sculpture fundada por Luís XIV em 1648, na França, era famosa por seu ensino rigoroso e acadêmico.
    • 1862 - Desiludido com o ensino acadêmico, abandona o curso de oito anos pela metade e aproxima-se de William Morris e do círculo Pré-Rafaelita. Cerca dessa época começa a trabalhar para a Morris, Marshall, Faulkner & Co., onde projetava vitrais.
    • 1863 - Em paralelo aos projetos desenvolvidos para a Morris & Co., De Morgan monta um atelier independente na Fitzroy Square onde, em parceria com o vitralista James Lyon Tennant começa a direcionar sua criatividade para trabalhos com cerâmica.
    • 1872 - Um incêndio acidental provoca uma desavença com o proprietário e De Morgan vê-se obrigado a mudar-se. Encontra um endereço em Chelsea, onde se estabelece.
    • 1873 - Redescobre técnicas que se assemelham à cerâmica mouresca espanhola e à cerâmica maiólica da Itália.
    • 1875 - Começa a desenvolver uma cartela de cores inspirada no que acreditava ser a padronagem Persa: azul escuro, azul turquesa, púrpura, verde, vermelho indiano e amarelo limão. (Sabe-se, hoje, tratar-se da tradição Iznik dos séculos XV e XVI).
    • 1882 - Problemas de coluna forçam De Morgan a deslocar seu atelier para Merton Abbey, onde ficará mais perto de casa.
    • 1888 - Após seu casamento, em 1887, com Evelyn De Morgan muda-se outra vez e desloca seu atelier para Sands End, em Fulham, onde, em sociedade com Halsey Ricardo, inicia o período mais prolífico de sua carreira.
    • 1898 - Com Morgan frequentemente ausente — na impossibilidade de serem enfrentadas uma série de dificuldades financeiras e técnicas —, o atelier de Fulham é fechado e a parceria com Ricardo dissolvida.
    • 1898 - De Morgan inicia uma nova parceria com três de seus antigos empregados: Frank Iles e os irmãos Passenger.
    • 1906 - Com o êxito de sua primeira novela — Joseph Vance —, inicia uma próspera (segunda carreira) de escritor.
    • 1907 - Dissolve sua sociedade com Frank Iles e os irmãos Passenger, que continuam o negócio por conta própria.
    • 1917 - Após publicar mais algumas novelas de sucesso morre, em Londres, sendo enterrado no cemitério de Brookwood.

    OBRAS

    Prato de Pavão, ca. 1888-98

    Vaso, ca. 1888-98

    Desenho para Decoração em Prato, 1879

    Painel "Tree of Knowledge", ca. 1872-81

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  • MARI, Enzo

  • MARI, Enzo

    Enzo Mari

    Enzo Mari (1932 - 2020)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer de Móveis
    • Escritor
    • Ilustrador
    • professor
    • Teórica(o)

    Mari não é um designer. Caso fosse, seus objetos não me fariam muita falta. Mari é, mais que isso, a consciência de todos nós; a consciência dos designers. Isso é o que importa".

    Alessandro Mendini.

    CRONOLOGIA

    • 1932 - Nasce em Novara, Piemonte, Itália, no dia 27 de abril.
    • 1952 - Ingressa na Academia di Brera, formando-se em Artes e Letras, com especialização em Psicologia da Percepção Visual.
    • 1957 - Interessa-se pelo Desenho Industrial e torna-se um autodidata, comercializando seu primeiro projeto à fábrica de móveis milanesa Danese.
    • 1963 - Torna-se coordenador do Gruppo Nuova Tendenza, que reúne artistas que trabalham com Arte Cinética [Op Art].
    • 1963 - No mesmo ano inicia uma carreira docente, ministrando cursos na Società Umanitaria di Milano. Segue a carreira de professor, em diversas instituições de prestígio, até o ano 2000.
    • 1967 - É laureado com o Compasso d'Oro, prêmio conferido desde 1964 pela Associazione per il Disegno Industriale, (ADI), por suas contribuição teórica às pesquisas em design.
    • 1967 - Ainda em 1967 inicia uma colaboração duradoura com a Ceramiche Gabbianelli. Sua Serie Elementare entrou em produção no ano seguinte.
    • 1970 - Publica, pelas Edizioni di Comunità, de Milão, o livro Funzione della Ricerca Estetica.
    • 1972 - Participa da exposição do MOMA Italy: The New Domestic Landscape. Apresenta, aí, seu vaso Pago Pago (projetado em 1969) que pode ser usado em pé ou de cabeça pra baixo (tendo seu aspecto estético alterado em função dessa escolha). A ideia é demonstrar a necessidade da flexibilidade dos produtos de design.
    • 1976 - Nomeado presidente da Associazione per il Disegno Industriale (ADI), função que ocupará por quatro anos.
    • 2000 - Recebe, da Royal Society of Arts, inglesa, o prêmio Royal Designers for Industry.
    • 2001 - Publica, pela Editora Bollati Boringhieri, o livro Progetto e Passione.
    • 2002 - É homenageado com uma Laurea Honoris Causa em Desenho Industrial pela Facoltà di Architettura del Politecnico di Milano.
    • 2008 - Publica, pela Rizzoli, o livro Lezioni di Disegno. No mesmo ano, recebe seu quinto Compasso d'Oro.
    • 2020 - No dia 19 de outubro morre, aos 88 anos, em Milão, em virtude de complicações decorrentes da infecção com a COVID-19.

    OBRAS

    Vaso Pago Pago. (1969)

    16 Animali. (1957)
    Projeto para a fábrica de mobiliário Danese.

    La Mela e la Farfalla. (2004)
    Livro infantil.

    Serie Elementare. (1968)
    Ceremiche Gabbianelli.

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    DRAISMA, Eibert

  • ERNST, Max

  • ERNST, Max

    Max Ernst (1891-1976)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Self-Portrait, 1909.

    , 1934.">

    Illustration to "A Week of Kindness", 1934.

    Long Live Love, 1923.

    , 1934.">

    Illustration to "A Week of Kindness", 1934.

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  • PRÜTSCHER, Otto

  • PRÜTSCHER, Otto

    Otto Prütscher

    Otto Prütscher (1880 - 1949).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer
    • Designer de Jóias
    • Designer de Móveis
    • Designer Gráfico

    CRONOLOGIA

    • 1880 - Nasce em Viena, Áustria.
    • 1895 - Ingressa na Fachhochschule für Holzindustrie (Timber Industry College).
    • 1897 - Entra para a Kunstgewerbeschule (Escola de Artes e Ofícios), em Viena, onde estuda com Franz von Matsch e Josef Hoffmann.
    • 1900 - Diversos de seus trabalhos são publicados no Das Interieur.
    • 1901 - Termina seus estudos na Kunstgewerbeschule; em seguida trabalha em colaboração com Erwin Puchinger, fazendo Design de Interiores.
    • 1903 - É chamado para trabalhar como assistente na Graphische Lehr- und Versuchsanstalt (Instituto de Arte Gráfica de Viena).
    • 1908 - Projeta uma sala de mármore para o Kunstschau, que é executada depois por artesãos da Wiener Werkstätte.
    • 1910 - Torna-se professor na Graphische Lehr- und Versuchsanstalt (Instituto de Arte Gráfica de Viena) e na Kunstgewerbeschule (Escola de Artes e Ofícios).
    • 1911 - Casa-se com Helene Süßmandl.
    • 1922 - Torna-se membro da Künstlerhaus de Viena.
    • 1931 - Projeta a casa de Dr. Otto Wertheim, em Mariazell, Viena.
    • 1934 - Realiza a construção da loja Piccini, no mercado mais popular de Viena, o Naschmarkt.
    • 1946 - Aposenta-se e para de dar aulas.
    • 1947 - Ganha o Prêmio do Estado Austríaco de Arquitetura.
    • 1949 - Morre aos 68 anos, em Viena.

    OBRAS

    Estampa "Vineta" para Backhausen, 1905.

    Serviço de chá Sterling com detalhes de marfim e vime, c. 1920.

    Papel de parede para o Boulevard Theatre, em Annahof, 1910.

    Stand de plantas, 1903.

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  • GAUTHIER, Camille

  • GAUTHIER, Camille

    Camille Gauthier

    Camille Gauthier (1870-1963)
    © Musée de l'École da Nancy

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer Gráfico
    • Ebenista
    • Marceneira(o)

    Après un début de carrière orientée vers la création de pièces uniques, Camille Gauthier s'est tourné vers la production en série d'un mobilier pratique et usuel. Ses meubles d'un coût faible ont pu être acquis par une clientèle moins aisée, également moins formée au goût moderne. Il a permis ainsi au mouvement artistique nancéien et à son inspiration naturaliste d'être diffusés auprès d'un large public. Dans ces modes de production, Gauthier se rapproche de l'ébéniste belge Serrurier-Bovy dont il a peutêtre croisé le chemin lors des concours de mobilier à bon marché organisés à Paris.

    Dans ces choix, l'ébéniste nancéien n'est pas isolé mais rejoint les objectifs de plusieurs artistes qui, en France, cherchent à créer « un nouvel art domestique destiné aux classes moyennes et au monde ouvrier 19 ». Fondée en 1895 à Paris, la Société des Cinq devenue deux ans plus tard l'Art dans Tout préconisait l'adaptation des créations modestes aux besoins modernes et aspirations esthétiques de l'époque, facilitées par l'intervention de la machine dans la fabrication.

    Camille Gauthier reste sans conteste l'artiste de l'Ecole de Nancy dont les productions et les méthodes de diffusion ont été les plus proches du postulat du critique d'art Roger Marx : « Rien sans art » et « art pour tous ». Elles ne dérogent pas non plus à un des souhaits exprimés dans l'Avant-propos des Statuts de l'Ecole de Nancy publié en février 1901 selon lequel « L'enseignement de l'Ecole de Nancy a pour objet de conserver au produit moderne français, tant aux objets de simple utilité qu'à ceux du luxe, le sens de la logique dans la construction, dans l'emploi rationnel des matériaux, l'instinct pratique de la convenance et du confort, sous une parure d'élégance, de beauté et d'intellectualité ».

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce na comuna de Norroy-les-Pont-à-Mousson, filho de um agricultor.
    • 1888 - Ingressa, aos 18 anos, na École des Beaux-Arts de Nancy. Frequenta as aulas do então diretor da instituição, Jules Larcher, parte da divisão de Antique et Nature do curso. A formação acadêmica que recebe baseia-se em grande parte na cópia de obras-primas da escultura Clássica e Renascentista.
    • 1890 - Gradua-se na École des Beaux-Arts. No mesmo ano, Camille conquista o prêmio Georges Jacquot, distinção concedida a jovens designers que parecessem promissores à Indústria.
    • 1891 - Dá continuidade a seus estudos na École des Arts Décoratifs de Paris.
    • 1893 - Retorna a Nancy, onde é contratado por Louis Majorelle como designer e ocupa-se principalmente dos trabalhos em marchetaria. Pouco tempo depois, a firma de Majorelle participa da Exposition d'Art Décoratif Lorrain, 1894, ocasião que marca uma mudança de rumos: em paralelo à confecção de móveis historicistas, a Maison Majorelle decide produzir também mobiliário no estilo nouveau.
    • 1901 - Tendo deixado a Maison Majorelle, estabelece um ateliê próprio na rue d'Auxonne, 8.
    • 1904 - Une forças com Auguste Poinsignon. A firma, agora sob o nome de Gauthier-Poinsignon, contaria com máquinas importadas dos Estados Unidos e um enorme mostruário, iluminado inteiramente por eletricidade. No mesmo ano, Gauthier é chamado a ilustrar a capa dos impressos postais vendidos pelos Etablissements Bergeret, além de projetar os catálogos de móveis distribuídos pela própria firma.
    • 1908 - A injeção de capital advinda da nova parceria e o subsequente investimento em maquinário pelos sócios faz com que seja possível produzir móveis de qualidade a preços reduzidos. A firma prospera; no ano de 1908, contando com dois escritórios, dois ateliês e uma galeria de exposições própria, empregavam ainda quarenta e três pessoas, responsáveis por serviços técnicos e administrativos.
    • 1909 - A firma participa da Exposição Internacional da França Oriental, em Nancy. A Gauthier-Poinsignon participava ativamente das manifestações artísticas ligadas à École de Nancy, tendo exposto diversos móveis em exibições passadas.
    • 1924 - Por ocasião da morte de Auguste Poinsignon, Gauthier vende a sociedade para Charles Delfour. Delfour dá continuidade à produção de mobiliário e à distribuição de catálogos — importante suporte de vendas — mantendo o nome de Gauthier-Poinsignon.
    • 1963 - Morre Camille Gauthier, tendo devotado os últimos anos de sua vida à pintura. O objeto de interesse de seus quadros — a pré-História — teria sido incentivado pelo contato com o padre Henri Breuil, famoso estudioso do período.

    OBRAS

    Sellette tripode en étagère d'applique à trois plateaux, 1901

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  • BOSSI, Giovanni Battista

  • BOSSI, Giovanni Battista

    Giovanni Battista Bossi

    Giovanni Battista Bossi (1864-1924).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer

    Comparado à produção de Moretti, Sommaruga, bem mais monumental e impressionante, a de Bossi é na verdade muito mais significante, partindo de um ponto de vista tipológico, a partir de pesquisas que penetram além das parede: plantas das casas de GB Bossi são espertamente projetadas para haver economia de espaço, soluções de ventilação, iluminação, salas técnicas e escadas são tão engenhosas que colocam o nível do seu trabalho em um diferente dos demais contemporâneos."

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Novara.
    • 1888 - Casa-se com Ida Gadda, filha do empreiteiro Pietro Gadda- o qual Bossi realizou muitos projetos arquitetônicos-, casa Gadda, como: casa Gadda, casa Bossi, Edicola Gadda.Além disso, deixa a Academia e se matricula em uma Escola Especial de Arquitetura.
    • 1889 - Recebe uma medalha de bronze na terceira classe na Escola de Arquitetura Elementar e uma menção honrosa na Escola de Prospectiva.
    • 1894 - Torna-se professor de desenho arquitetônico.
    • 1900 - É eleito como sócio honorário da Accademia di Brera e também fez parte da Consulta Archeologica.
    • 1903 - Projeta a Edicola Biffi, construída pelo químico industrial Antonio Biffi.
    • 1904 - Trabalha até esse ano na via Fatebenefratelli 21 e logo em seguida mudou-se para a Piazza Oberdan 4, para acompanhar melhor o trabalho das Casa Alessio e Casa Bossi na região de Monforte.
    • 1905 - Faz parte da elaboração da Architettura Italiana e da Comissão de Exames da faculdade de Arquitetura do Politécnico de Milão, juntamente com Giuseppe Sommaruga, Moretti e Ulisse Stacchi. Ainda nesse mesmo ano, terminou a Casa Galimberti.
    • 1906 - Termina os trabalhos na Casa Guazzoni, com Alessandro Mazzucotelli. Também participa da Exposição Internacional de Milão, onde projetou o Pavilhão da Paz.
    • 1910 - É nomeado Cavalheiro pela Ordem da Coroa Italiana. Começa o projeto da Casa Fratelli Conti, em Milão, no Stile Quattrocento.
    • 1912 - Projeta a Casa Riotta, no Estilo Eclético com elementos do Liberty.
    • 1924 - Morre em Milão.

    OBRAS

    Casa Galimbert, fachada.

    Casa Galimberti.

    Casa Guazzoni, entrada de grade feita por Mazzucotelli.

    Casa Guazzoni, fachada.

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  • CRET, Paul Philippe

  • CRET, Paul Philippe

    Paul Philippe Cret

    Paul Philippe Cret (1876 - 1945)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Professor(a)

    Por sua formação e natureza, Cret era classicista. Mas era também um pragmatista, acreditando que o Classicismo deveria ser adaptado às necessidades e gostos do mundo moderno. Com tal finalidade é que desenvolveu o que chamava de Novo Classicismo, dispensando as Ordens Gregas mas preservando um senso de proporção, harmonia e simetria. (...)
    As preocupações de Cret eram diferentes das que afligem os arquitetos de hoje. Ele pertencia a uma geração que acreditava que um arquiteto tinha a responsabilidade, especialmente ao projetar construções cívicas, de tratar a arquitetura como forma de expressão de um povo. Essa postura vai de encontro à dos chamados arquitetos autorais que temos atualmente, como Frank Gehry e Zaha Hadid, cujos designs são uma expressão pessoal. Cret compunha seus designs usando as técnicas ancestrais de eixos e de simetria, e tinha como dado que o propósito da arquitetura era o de criar espaços de equilíbrio e tranquilidade. "Empolgante" não é uma palavra que se use para descrever sua obra, e seus edifícios parecem contidos quando comparados aos designs inusitados e escandalosos de hoje. (...) A arquitetura de Cret, por sua vez, murmura.

    RYBCZYNSKI, Witold [2014]
    The Late, Great Paul Cret
    The New York Times Style Magazine (www.nytimes.com)
    (Último acesso: 25/09/2019)

    CRONOLOGIA

    • 1876 - Nasce em Lyons, na França. Tendo tido seu primeiro contato com a arquitetura no escritório do tio, Johannes Bernard, ingressa na École des Beaux-Arts de Lyons. Ainda na escola, vence o Grand Prix de Paris, o que lhe possibilita complementar seus estudos na École de Paris e frequentar o ateliê supervisionado por Jean-Louis Pascal.
    • 1903 - Conclui seus estudos formais. Numa época em que várias escolas de arquitetura dos Estados Unidos estavam importando seus professores da École, Cret aceita uma oferta para lecionar na Universidade da Pensilvânia e muda-se para a Filadélfia, onde seria professor pelos próximos 34 anos. Em paralelo a suas atividades acadêmicas, abre um escritório particular, cuja especialidade viria a ser edificações públicas.
    • 1907 - Ganha, em parceria com Albert Kelsey, sua primeira competição nacional de arquitetura. Antes que a Primeira Guerra Mundial interrompesse sua carreira, conquistaria um lugar no pódio de diversas outras competições, incluindo a Robert Fulton Memorial Competition (3º lugar), a Perry Memorial Competition (3º lugar) e a Indianapolis Public Library (1º lugar).
    • 1914 - Estando na França no momento de deflagração da Primeira Guerra Mundial, alista-se no exército francês. Pelos serviços prestados durante a guerra, recebe a Croix de Guerre e é feito oficial da Légion d'Honneur. Ao fim de cinco anos, dispensado do serviço militar, retorna à Filadelfia.
    • 1919 - Por ocasião do retorno de Cret aos Estados Unidos, a ex-primeira dama Edith Roosevelt pede ao arquiteto que projete um memorial para seu filho, Quentin, morto em combate. O pedido seria o primeiro de uma série de encomendas de monumentos e memoriais de guerra vindas sobretudo da American Battle Monuments Commission.
    • 1923 - Torna-se arquiteto consultor na American Battle Monuments Commission, ocupando-se do projeto de memoriais, capelas e cemitérios em homenagem aos mortos da Primeira Guerra. Concomitantemente, seu escritório de arquitetura prospera, recebendo encomendas de projetos de planejamento urbano, construções cívicas, prédios comerciais e, a partir de 1933, até mesmo vagões de trem.
    • 1930 - Assume como arquiteto consultor no planejamento do campus de Austin da University of Texas. O projeto tomaria seu tempo pelos próximos 15 anos.
    • 1938 - Tendo se aposentado da Universidade da Pensilvânia, e em meio a um período de muitas palestras e publicações, recebe a Medalha de Ouro da American Institute of Architects.
    • 1940 - Torna-se membro da Commission of Fine Arts, posição que ocuparia até o fim de sua vida. Recebe, no mesmo ano, um diploma honorário da Universidade de Harvard — havendo recebido honrarias anteriormente da Brown University (1929) e da University of Pennsylvania (1913).
    • 1945 - Falece em Agosto de 1945. Sua firma, Paul Philippe Cret, passa a ser tocada pelos seus quatro sócios, tornando-se Harbeson, Hough, Livingston and Larson. Em 1976, o escritório muda de nome oficialmente para H2L2, sob o qual atua ainda hoje.

    OBRAS

    The Tower (Universidade do Texas, campus de Austin), 1934

    Rodin Museum (Filadélfia), 1929

    Desenho de fachada da Biblioteca Folger Shakespeare, c. 1930

    Bethesda Tower, 1942

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  • SCOTT, George

  • SCOTT, George

    George Gilbert Scott

    George Gilbert Scott (1811 - 1878).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Teórica(o)

    Em suas Recollections [publicadas postumamente em 1879] — recordando sua carreira extremamente bem sucedida dedicada à causa gótica —, George Gilbert Scott (...) atribuiu ao ano de 1841 o seu ‘despertar’ para a verdade arquitetônica; despertar esse marcado pela influência simultânea de [Augustus] Pugin e dos Camdenianos [da Cambridge Camden Society]. Um despertar pode ser desconfortável: as resenhas pernósticas que o Ecclesiologist [nesletter da Cambridge Camden Society] publicava sobre novas igrejas e restaurações exaltavam e denunciavam, prescreviam e proscreviam com resultados impressionantes. Os juízos Camdenianos sobre a correção do gótico de um arquiteto influenciavam cada vez mais na escolha de quem conseguiria e de quem não conseguiria as comissões para novos projetos. Esse poder muitas vezes causava ressentimentos mas, para os arquitetos mais propensos a serem escolados, as recompensas eram mais do que financeiras. O domínio do design eclesiológico e do estilo [gótico] Decorado requeria uma experiência que combinava de forma muito particular o conhecimento técnico e as realizações acadêmicas. A resultante era uma nova espécie de autoridade. Arquitetos de igreja adquiriam classe, ou seja, melhoravam seu status cultural e ascendiam na hierarquia social.

    BROOKS, Chris. [1999]
    The Gothic Revival.
    London, Phaidon.

    CRONOLOGIA

    • 1811 - Nasce em Gawcott, no condado de Buckinghamshire, Inglaterra, filho de um modesto pastor anglicano.
    • 1825 - Autodidata (mas já proficiente em desenho), vai estudar com seu tio
    • 1827 - Junta-se ao escritório londrino de Arquitetura de James Edmeston, onde começa a trabalhar com projetos de workhouses; casas destinadas à acomodação e emprego de pobres.
    • 1833 - Executa seu primeiro projeto: um vicariato para seu pai em Wappenham, Northamptonshire.
    • 1838 - Projeta, sem grande impacto, a primeira (de centenas de outras tantas) igrejas.
    • 1839 - Começa a se interessar pela obra de A.W.N. Pugin, cuja influência seria decisiva em sua própria obra.
    • 1840 - Projeta, em Oxford, o Martyr’s Memorial; seu primeiro grande êxito dentro do estilo da arquitetura Neogótica.
    • 1841 - Inicia a construção da Igreja de Saint Giles, em Camberwell; projeto que o torna conhecido em toda Europa.
    • 1859 - Inicia o projeto da Capela do King’s College, em Londres.
    • 1864 - Inicia o projeto do Albert Memorial, no Hyde Park, Londres.
    • 1865 - Entra na competição para a construção do Midland Grand Hotel, nas imediações da estação ferroviária de St. Pancras. O projeto foi concluído em 1876.
    • 1865 - Começa a construção, em Dundee, Escócia, do edifício que alojará as McManus Galleries – inicialmente projetado como uma homenagem ao recentemente falecido Príncipe Consorte.
    • 1872 - Recebe o título de Cavaleiro do Império Britânico.
    • 1878 - Morre e é enterrado na Abadia de Westminster; uma grande honra.

    OBRAS

    Albert Memorial, no Hyde Park, Londres.

    Martyr’s Memorial, em Oxford.

    Capela do King's College, em Londres.

    Igreja de Saint Giles, em Camberwell.

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  • Retrofuturismo

  • Retrofuturismo

  • BLEROT, Ernest

  • BLEROT, Ernest

    Ernest Blerot

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Produto
    • Inventor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce em Bruxelas, na Bélgica.
    • 1884 - Criativo e inventivo desde muito jovem, desenvolve um sistema de tranca de pinos similar às fechaduras Yale. Mais tarde, obtém o diploma em Arquitetura na Escola Superior de Artes Saint Luc, em Bruxelas.
    • 1897 - Constrói sua primeira casa e inicia uma curta carreira na Arquitetura.
    • 1899 - Dentro de um período de dois anos, indo até 1901, Blerot consegue o feito extraordinário de projetar mais de 28 casas por toda Bruxelas. Padronizando os interiores, apenas a fachada dos edifícios era individual, reduzindo o tempo de construção e o custo.
    • 1901 - Inicia o projeto e construção de sua própria casa. A construção é tida como um dos mais marcantes edifícios de esquina em Bruxelas e é onde Blerot abre seu próprio estúdio.
    • 1910 - Casa-se e abandona sua prática profissional de arquitetura, tendo realizado em torno de sessenta projetos durante seu curto período de atividade.
    • 1919 - Após a Primeira Guerra Mundial, dedica-se a reconstrução do castelo de sua família totalmente destruído. O projeto dura cerca de 10 anos.
    • 1929 - Termina a reconstrução do castelo de sua família e praticamente se aposenta como arquiteto. Durante os anos seguintes, desenha inúmeros protótipos de carros motorizados, desenvolve um sistema de filtragem de água e projeta uma turbina eólica que nunca é posta em prática.
    • 1957 - Morre aos 86 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Prédios na Rua St Boniface.

    Prédios na Rua Bellevue.

    Prédio na Avenida General de Gaulle.

    Castelo de Elzenwalle.

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  • RAY, Man

  • RAY, Man

    Man Ray (1890-1976)
    Fotografia de Carl Van Vechten, 1934

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Escultura O enigma de Isidore Ducasse, 1920
    © Man Ray

    Quadro l'Heure de l'Observatoire: les Amoureux [A Hora do Observatório: Os Amantes], 1932-34
    © Man Ray

    Fotografia Les Larmes [As Lágrimas], 1932
    © Man Ray

    Fotografia Le Violon d'Ingres [O Violino de Ingres], 1924
    © Man Ray

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  • UTAMARO, Kitagawa

  • UTAMARO, Kitagawa

    Kitagawa Utamaro

    Retrato de Kitagawa Utamaro por Chobunsai Eishi (1753 - 1806)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Entalhador(a)
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1753 - Nasce, chamado Kitagawa Ishitaro. Seu local de nascimento é desconhecido.
    • 1770 - Torna-se aprendiz de Toriyama Sekien, artista treinado na Escola Kan? da alta classe japonesa. Apesar de sua alta formação, Sekien era dedicado ao ukiyo-e e sua arte era voltada ao povo de Edo.
    • 1782 - É contratado pelo jovem e ambicioso editor Tsutaya J?zabur?. Mais tarde, realiza um banquete para vários grandes artistas japoneses onde anuncia seu novo nome artístico, Utamaro.
    • 1783 - Lança, em colaboração com seu amigo escritor Shimizu Enj?, seu primeiro livro ilustrado, entitulado As Fantásticas Viagens de um Playboy na Terra dos Gigantes. Muda-se para a casa de Tsutaya, tornando-se o principal artista da firma. Passa os anos seguintes realizando ilustrações para livros.
    • 1791 - Deixa a ilustração de livros de lado e passa a se concentrar em retratos de mulheres sozinhas, diferente da preferência de outros artistas de ukiyo-e, que costumam representá-las em grupos.
    • 1793 - Ganha reconhecimento que dá fim à sua semi-exclusividade com a firma de Tsutaya, começando a produzir uma série de trabalhos bem conhecidos. Ao longo dos anos, realiza inúmeras ilustrações e estudos da natureza e arte erótica
    • 1797 - Sofre grande impacto com a morte de seu amigo de longa data Tsutaya J?zabur?, afetando a qualidade de sua arte a partir de então.
    • 1804 - No auge de sua carreira, é preso ao publicar gravuras de um conto banido. A pintura entitulada Hideyoshi e Suas Esposas, que mostra o general Toyotomi Hideyoshi com suas concubinas, é acusada de manchar a dignidade do real Hideyoshi. A experiência o abala emocionalmente e acaba com sua carreira.
    • 1806 - Morre aos 53 anos em Edo, Japão.

    OBRAS

    Courtesan Writing a Letter

    The Widow

    Hideyoshi and His Wives, 1804

    The Twelve Hours of the Green Houses, ca. 1795

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    VASSOS, John

    MOLLINO, Carlo

    LOVEGROVE, Ross

  • Deutscher Werkbund

  • Deutscher Werkbund

    Associação Alemã de Artesãos

    Deutscher Werkbund Ausstellung - 1914

    CRONOLOGIA

    • A De -
  • Modernismo Catalão

  • Modernismo Catalão

    Antoni Gaudí
    Casa Batlló.

    "Modernisme ou Modernismo é frequentemente um termo enganoso pois, apesar do nome, não se refere ao Movimento Moderno mas a um movimento mais assemelhado ao Art Nouveau originado na Espanha, mais especificamente na Catalunha, aproximadamente entre 1880 e 1910. [...] Ao mesmo tempo que abraçava o romantismo nacionalista do movimento de Artes e Ofícios, também vivenciava uma fé progressista na ciência e na tecnologia".

    Dictionary of Design since 1900. [1993]
    Thames & Hudson, London, 2004

    OBRAS

    Alexandre Riquer
    Ànecs.

    Gaspar Homar
    Sofá Vitrine.

    Lluis Domènech
    Institut Pere Mata.

    Josep Puig
    Casa de les Punxes.

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    SAUNDERS, Helen

  • BURNE-JONES, Edward

  • BURNE-JONES, Edward

    Edward Coley Burne-Jones

    Edward Burne-Jones (1833 - 1898)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artista Plástico
    • Cenógrafa(o)
    • Ceramista
    • Designer de Vidros
    • Designer Gráfico
    • Vitralista

    Lembro-me de uma vez estar conversando com o Sr. Burne-Jones sobre a ciência moderna e tê-lo ouvido dizer: “Quanto mais materialista se torna a ciência, mais pintarei anjos. Suas asas são meu protesto em nome da imortalidade da alma”.

    WILDE, Oscar The English Renaissance of Art. Palestra no Chickering Hall.
    Nova Iorque, 9 de janeiro de 1882.

    CRONOLOGIA

    • 1833 - Nasce em Birmingham, Inglaterra.
    • 1848 - Entra na Escola de Artes de Birmingham onde estuda por quatro anos.
    • 1853 - Começa a cursar Teologia na Universidade de Exeter, Oxford onde conhece William Morris, com quem divide uma paixão pela Idade Média e pelos escritos de Thomas Carlyle e John Ruskin. Também é lá que conhece o trabalho dos Pré-Rafaelitas.
    • 1856 - Sob a influência de Dante Gabriel Rossetti, Burne Jones e William Morris deixam a faculdade e decidem tornar-se artistas. Mudam-se para o número 17 da Red Lion Square, em Londres, endereço anterior de Rossetti.
    • 1861 - Torna-se um dos fundadores da firma Morris, Marshall, Faulkner and Co., transformando-se no seu principal designer de vitrais. Lá, produziu mais de 500 peças.
    • 1864 - É eleito sócio da Old Water Colour Society em virtude da qualidade de suas aquarelas. Dentre elas, The Merciful Knight (1863).
    • 1870 - Pede afastamento da Old Water Colour Society após escândalo relacionado a sua obra Phyllis e Demophoön. Passa os próximos sete anos trabalhando isolado, em Fulham, no oeste de Londres.
    • 1877 - Tem oito de suas pinturas a óleo, incluindo The Mirror of Venus e The Beguiling of Merlin expostas na abertura da Galeria de Grosvenor. Seu trabalho é altamente aclamado.
    • 1881 - Recebe um diploma honorário da universidade de Oxford.
    • 1885 - Torna-se presidente da Birmingham Society of Artists, e membro da Royal Academy.
    • 1891 - Torna-se membro da Art Workers' Guild.
    • 1898 - Morre aos 64 anos em Londres, Inglaterra.

    OBRAS

    Saint Cecilia, 1900

    An Angel Playing a Flageolet, 1878

    The Three Graces, c. 1890

    Rubaiyat of Omar Khayyam, c. 1870

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    GEHRY, Frank

  • Movimento Estético

  • Movimento Estético

    Esteticismo

    Peacock Room (1876 - 1877)

    ATUAÇÕES

    • Reino Unido

    Na segunda metade do século dezenove, transformações na arte, na arquitetura e no design na Grã-Bretanha levaram à criação do Movimento Estético; um estilo moderno de design Vitoriano que transcorreu, em boa medida, em paralelo ao Movimento de Arts & Crafts [Artes e Ofícios] e que teve como objetivo elevar o status de todos os objetos de consumo à categoria de obras de arte. Movido por slogans como ‘a arte pela arte’, o Movimento Estético – bem como o Movimento de Artes e Ofícios -, foi uma reação aos excessos do Revivalismo Gótico. No entanto, ao contrário do Movimento de Artes e Ofícios, o Movimento Estético rejeitava a ideia de que a arte deveria ter um propósito moral ou social”.

    BHASKARAN, Lakshmi. [2005]
    Design of the Times.
    New York, Rotovision, pp. 32-33.

    CRONOLOGIA

    • 1870 - 1900

    OBRAS

    Louis Tiffany - Mesquita de Cairo (1872)

    Aubrey Beardsley - Isolde (1895)

    Christopher Dresser - Padronagem Reptiliana (1887)

    Dante Gabriel Rossetti - Rosa Triplex (1867)

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