• STEINLEN, Théophile Alexandre

  • STEINLEN, Théophile Alexandre

    Théophile Alexandre Steinlen

    Théophile Alexandre Steinlen (1859 - 1923)

    ATUAÇÕES

    • Cartazista
    • Designer Gráfico
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Lausana, Suíça.
    • 1897 - Torna-se o principal ilustrador de La Feuille, de Zo Axa.
    • 1901 - Faz a capa da primeira edição do jornal humorista L'Assiette au Beurre.
    • 1904 - Entra para a Sociedade de Desenhistas e Humoristas.
    • 1911 - Funda Les Humoristes com Jean-Louis Forain e Charles Leander.
    • 1923 - Morre em Paris, França.

    OBRAS

    Le Coupable de François Coppée, 1896.

    Cartaz Tournée du Chat Noir, 1896.

    Save Serbia, 1916.

    Les femmes d'amis, ilustração para Georges Courteline, 1888.

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  • ANTIDESIGN

  • ANTIDESIGN

    Design Radical

    Cadeira Pratone.
    Pietro Derossi. (1966)

    ATUAÇÕES

    • Itália
    • Reino Unido

    O design antirracionalista, na Italia, estava inspirado na pop art, na arte povera, e no design de exposições. Baseava-se no argumento interessante (...) de que não existe algo que possa ser chamado de bom design; ou, melhor ainda, que bom é tudo aquilo desejado pela maioria do público. (...)
    A política e as motivações do design italiano eram claras: quando uma expressão como ‘antidesign’ entrava no vocabulário do design, nem sempre estava claro a quem ou ao que esta oposição se referia. [Em suas manifestações a respeito, Ettore] Sottsass era inteligente demais para manifestar sua posição. Mas aquilo contra o qual ele claramente se manifesta é o que considerava o dogma racionalista da escola de design da antiga Alemanha Ocidental; tendo, como exemplo, [o trabalho de] Dieter Rams”.

    “Ettore Sottsass” in: Diseñadores del Siglo XX. Barcelona. Ediciones CEAC, 1993, p. 212.

    CRONOLOGIA

    • 1961 - 1980

    OBRAS

    Porta Casacos Cactus.
    Guido Drocco & Franco Mello. (1972)

    Sofá Bocca.
    Studio 65. (1972)

    Puf Sacco.
    Piero Gatti, Cesare Paolini & Franco Teodoro. (1966)

    Lâmpada de mesa Boalum.
    Gianfranco Frattini & Livio Castiglioni. (1969)

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  • GARNIER, Charles

  • GARNIER, Charles

    Charles Garnier

    Charles Garnier (1825 - 1898)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto

    (...)[Esta] história pode ser apócrifa, mas a resposta de Garnier — mesmo que ele nunca a tenha dado —, foi certamente verdadeira. (...) Quando a Imperatriz Eugénie se queixou com Garnier de que o edifício [da nova Ópera de Paris] não (...) [fora projetado] "nem no estilo Grego, nem nos estilos de Luís XIV ou mesmo de Luís XVI", Garnier supostamente deu a seguinte explicação: "Senhora, esses estilos já estão ultrapassados. Esta obra [a Ópera de Paris] está no estilo de Napoleão III!".

    McAULIFFE, Mary. [2011]
    Dawn of the Belle Époque.
    Rowman & Littlefield Publishers. Lanham (Maryland).

    CRONOLOGIA

    • 1825 - Nasce Jean-Louis Charles Garnier, em Paris, filho de uma família humilde.
    • 1838 - [Data aproximada] Julgado incapaz de seguir a profissão de artífice do pai pela fragilidade de sua saúde, é matriculado pela mãe na École Gratuite de Dessin.
    • 1840 - Torna-se aprendiz do arquiteto neoclássico Louis-Hyppolyte Lebas. Em seguida, trabalha como desenhista de Eugène Viollet-le-Duc.
    • 1842 - Ingressa na École Royale des Beaux-Arts, de Paris.
    • 1848 - Conquista o Premier Grand Prix de Rome: uma bolsa de estudos que lhe vale um ano na Itália.
    • 1852 - Viaja pela Grécia e Turquia, estudando Arquitetura.
    • 1860 - Ainda que relativamente desconhecido, vence o concurso para a construção da nova Ópera de Paris, encomendada por Napoleão III.
    • 1869 - Publica o livro À Travers les Arts: Causeries et Mélanges, pela Hachette, desfrutando da notoriedade adquirida por ser o arquiteto da Nova Ópera.
    • 1871 - Constrói sua própria residência, na cidade de Bordighera, na costa mediterrânea da Itália.
    • 1875 - Após inúmeros contratempos — inclusive o término do Império —, é inaugurada a Ópera (que será conhecida como Opera Garnier. O edifício será considerado o marco do “Estilo Napoleão III” ou "Segundo Império".
    • 1878 - Constrói a Ópera de Monte Carlo.
    • 1889 - Prepara a Expositions des Habitations Humaines para a Exposition Universelle.
    • 1892 - Lança livro sobre formas de habitação humanas, baseado em seu trabalho para a Exposição de 1889.
    • 1898 - Morre aos 72 anos, em Paris.

    OBRAS

    Opéra de Paris ou Palais Garnier circa 1890 - 1900

    Escadaria do Palácio Garnier circa 1890 - 1900

    Pátio do Palácio dos Doges, Veneza.
    Desenho - 1852

    Entrada do Cassino de Monte Carlo, Mônaco, circa 1890 - 1900

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  • SULLIVAN, Louis Henry

  • SULLIVAN, Louis Henry

    Louis Henry Sullivan

    Louis Henry Sullivan (1856-1924)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O Homem, por meio de sua força física, seus recursos mecânicos, sua engenhosidade, pode arranjar coisas lado a lado. Uma composição, literalmente, daí resultará, mas não como uma grande obra de arte, ou sequer como obra de arte, mas como mera exibição mais ou menos refinada de pura força bruta operando materiais úteis. Pode ser como um ruído em uma escala decrescente de níveis de vulgaridade, [mas] não pode nunca tornar-se uma nota musical. Ainda que deixe de ser vulgar para tornar-se sem personalidade, continuará até o fim sendo aquilo que era no início: incapaz de despertar inspiração — morta, absolutamente morta.

    Não se pode duvidar por um momento sequer que uma obra de arte para que esteja viva, para que nos desperte para sua vida, para inspirar-nos mais cedo ou mais tarde com seu propósito, deve certamente estar animada por uma alma, deve ter sido instilada de vida por um espírito e deve por sua vez emanar esse espírito. Ela deve transparecer as experiências reais, em primeira mão, daquele que a fez, e deve representar sua mais profunda impressão não apenas de natureza física mas mais específica e essencialmente sua compreensão dos efeitos daquele Grande Espírito que faz da natureza tão compreensível para nós que ela deixa de ser um vulto e se torna uma doce, fascinante, convincente Realidade.

    SULLIVAN, Louis. [1984]
    Emotional Architecture as Compared to Intellectual : A Study in Subjective and Objective. [In: The Public Papers.]
    TWOMBLY, Robert [Ed.]
    Chicago, The University of Chicago Press, 1988. p.92

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Boston, nos EUA.
    • 1870 - Forma-se na Rice Grammar School.
    • 1872 - Entra para o curso de Arquitetura do MIT, Masachusetts Institute of Technology.
    • 1873 - Se muda pra Chicago, onde começa trabalhar pro arquiteto William LeBaron Jenney.
    • 1874 - Sullivan viaja para a Europa, onda estuda no estúdio Vaudremer na École des Beaux-Arts, em Paris.
    • 1875 - Retorna para Chicago, onde trabalha como freelancer.
    • 1876 - Pinta afrescos para o interior da igreja Chicago Avenue, do famoso evangelista Dwight Moody.
    • 1881 - Abre a empresa Adler & Sullivan com o engenheiro alemão Dankmar Adler. Eles permanecem trabalhando juntos até 1895, quando Adler se aposenta.
    • 1882 - Trabalha na reconstrução do Hooley's Theater de Chicago.
    • 1886 - É comissionado para projetar o Auditorium Building.
    • 1890 - Sullivan é um dos dez arquitetos americanos escolhidos para projetar uma estrutura para White City, na World's Columbian Exposition, que ocorreu em Chicago em 1893.
    • 1924 - Morre, aos 67 anos, em Chicago, nos EUA.

    OBRAS

    Wainwright State Office Building

    National Farmer's Bank of Owatonna

    Holy Trinity Russian & Greek Orthodox Church

    Carsons, Pirie, Scott & Co. Building in Chicago, 1899-1904, Chicago School

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  • VAN DER ROHE, Ludwig Mies

  • VAN DER ROHE, Ludwig Mies

    Ludwig Mies Van der Rohe (1886-1908)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Seagram Building, 1958.

    University of Chicago School of Social Service Administration

    Farnsworth House, 1951.

    Barcelona Chair, 1929.

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  • DASSON, Henry

  • DASSON, Henry

    Henry Dasson

    Henry Dasson (1825 - 1896)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ebanista
    • Escultor(a)
    • Marceneira(o)
    • Mestre de Fundição (Bronze)

    Se falássemos de um mestre de fundição de bronzes a certos amadores acostumados a confundir arte com arqueologia, eles não nos pediriam para ver suas obras; perguntariam a data de seu nascimento e o ano de sua morte. Se, por acaso, o referido fundidor tivesse nascido — como [Charles] Crozatier —, no início deste século, sorririam amarelo encolhendo desdenhosamente os ombros. E pior: se o dito fundidor tivesse o azar de viver neste exato momento (em que dele se fala), como é o caso de Henry Dasson, nem mesmo seu nome estariam interessados em saber.
    Não somos vítimas desse tipo de preconceito. É provável que Benvenuto Cellini tivesse contemporâneos que o tivessem desprezado (em nome da arqueologia) e que muitos acreditem que o próprio Crozatier já é coisa do passado. Mas sobre Henry Dasson: após examinar sua obra com atenção, estamos convencidos de que, muito em breve, [...] seus trabalhos serão tão admirados que muitos esquecerão de associá-los a seu nome. Isso talvez provoque nele [não sabemos como o sr. Dasson reage a elogios] (...) um tipo de vaidade anônima... A mais refinada de todas as vaidades... Aquela vaidade dos que, escondidos na multidão, são capazes de delicadamente recolher os mais deliciosos elogios daqueles que ignoram que o criador daquilo que admiram está presente.

    L. BRUNÉO. [1883]
    Le Panthéon de l'Industrie.
    Paris, 9e année, nº 438.

    CRONOLOGIA

    • 1825 - Nasce em Paris, filho de um sapateiro.
    • 1840 - É matriculado na École Turgot, recém inaugurada em 1839. Lá, torna-se aluno do escultor Justin-Marie Lequien.
    • 1854 - Casa-se com a colorista Pauline Dussob. Por volta dessa época, começa a exercer a relojoaria como ofício, sob a orientação do mestre relojoeiro mecânico Jean-François Arnoux.
    • 1867 - Assume o negócio de Carl Drechsler — ebanista pouco conhecido, que por sua vez assumira o atelier do mestre de fundição Charles Crozatier —, e começa a ter sua reputação reconhecida. Durante um breve período associa-se a Émile Godeau, produzindo artefatos de bronze e relógios.
    • 1871 - Adquire os negócios do mestre marceneiro Charles-Guillaume Winckelsen, depois de este ter falecido no ano anterior. Ao dar continuidade à tradição de Winckelsen, envolve-se na produção de mobiliário de alta qualidade. Em meio à crescente popularidade que os estilos historicistas haviam adquirido a partir da metade do século XIX, obtém grande sucesso com suas réplicas.
    • 1878 - Participa, com criações nos estilos Louis XV e XVI, da Exposição Universal de Paris. Entre elas, estaria sua celebrada cópia do Bureau du Roi. No mesmo ano, em 24 de junho, o jornal La Liberté publica uma nota descrevendo seu atelier na rua Vieille-du-Temple, 106: "As oficinas estão no fundo do jardim o qual o sr. Dasson se diverte povoando com estátuas. [Lá] trabalham 60 artesãos e ainda uns 40 são indiretamente empregados. Não é preciso dizer que todos são artistas extremamente talentosos".
    • 1883 - Participa da Exibição Internacional de Amsterdã. No mesmo ano, recebe a condecoração de cavaleiro da Légion d'Honneur, prêmio em reconhecimento pela qualidade de sua obra.
    • 1889 - É laureado com o Grand Prix Artistique da Exposição Universal de Paris.
    • 1894 - Encerra suas atividades e fecha a firma H. Dasson & Cie, realizando no local um grande leilão.
    • 1896 - Morre em Paris, aos 71 anos de idade. É enterrado no cemitério Père Lachaise, sob um busto de bronze assinado J. Dallier.

    OBRAS

    Criança brincando com ganso, 1876

    Relógio com putto de pé

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  • ROBERTS, William

  • ROBERTS, William

    William Patrick Roberts

    William Roberts (-)
    © Neil Libbert / National Portrait Library (detalhe)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Combate, c. 1915
    © The estate of John David Roberts

    São Jorge e o Dragão, 1915
    © The estate of John David Roberts

    Machine Gunners, 1915
    © The estate of John David Roberts

    Two-Step II (estudo), c.1915
    © The estate of John David Roberts

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    MIYAKE, Issey

  • HÖCH, Hannah

  • HÖCH, Hannah

    Hannah Höch
    © Collection Galerie 1900-2000

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Cut with the Dada Kitchen Knife through the Last Weimar Beer-Belly Cultural Epoch in Germany. 1919

    Von oben, 1927
    © Hannah Höch

    Sem título (De Um Museu Etnográfico), 1930
    © Hannah Höch

    Face e Mão, 1947
    © Ubu Gallery

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  • DOESBURG, Theo van

  • DOESBURG, Theo van

    Theo van Doesburg (1883-1931)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Heroic Movement, 1916.

    Leades Glass Composition I, 1917.

    Dance II1917.

    Composition I (Still life), 1916.

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    IVE, Jonathan

    TSCHUMI, Bernard

  • Modernismo Catalão

  • Modernismo Catalão

    Antoni Gaudí
    Casa Batlló.

    "Modernisme ou Modernismo é frequentemente um termo enganoso pois, apesar do nome, não se refere ao Movimento Moderno mas a um movimento mais assemelhado ao Art Nouveau originado na Espanha, mais especificamente na Catalunha, aproximadamente entre 1880 e 1910. [...] Ao mesmo tempo que abraçava o romantismo nacionalista do movimento de Artes e Ofícios, também vivenciava uma fé progressista na ciência e na tecnologia".

    Dictionary of Design since 1900. [1993]
    Thames & Hudson, London, 2004

    OBRAS

    Alexandre Riquer
    Ànecs.

    Gaspar Homar
    Sofá Vitrine.

    Lluis Domènech
    Institut Pere Mata.

    Josep Puig
    Casa de les Punxes.

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    Steampunk

  • JONES, Owen

  • JONES, Owen

    Owen Jones

    Owen Jones (1809 - 1874).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Decorador(a)
    • Designer

    Uma vez terminados projeto e construção, a decoração interior do edifício da Great Exhibition, foi confiada ao talentoso arquiteto e designer Owen Jones; teórico importante que, em 1856, publicaria a The Grammar of Ornament - um tomo suntuosamente ilustrado que viria a ser o primeiro tratado rigoroso de decoração. Jones acreditava que a cor deveria ser usada para ajudar a definir a forma arquitetônica. Para a decoração do Crystal Palace, ele tentou, de forma controversa, colocar sua teoria em prática: criou um esquema policromático de cores primárias inspiradas em precedentes históricos. [Baseou-se,] em suas palavras, nos 'estupendos monumentos dos egípcios, dos gregos, dos árabes e de outras civilizações orientais’.”

    FIEL, Charlotte and Peter. (2016)
    The Story of Design.
    New York, The Monacelli Press, p. 123.

    CRONOLOGIA

    • 1809 - Nasce em Londres, Inglaterra.
    • 1825 - Começa a estagiar para o arquiteto Lewis Vulliamy.
    • 1829 - Começa seus estudos em arquitetura na Academia Real.
    • 1832 - Após se formar na Academia Real, embarca em seu Grande Tour para estudar a policromia na antiga arquitetura grega. Passa pela Itália, Grécia, Egito, Turquia e finalmente chega à Espanha acompanhado de Jules Goury, onde juntos estudam a decoração islâmica de Alhambra.
    • 1836 - Começa a publicar o fruto de seus estudos chamado Plans, Elevations, Sections and Details of the Alhambra, dividido em 12 partes. Leva quase dez anos para lançar todas.
    • 1851 - É encarregado da decoração e disposição das obras e exibições na Grande Exposição de 1851.
    • 1854 - Fica responsável, justamente de Matthew Digby Wyatt, pela decoração e organização do Palácio de Cristal em Sydenham, onde criam uma série de Quadras de Belas Artes que levariam os visitantes em uma jornada através da história do design e da ornamentação
    • 1856 - Publica sua mais famosa obra, o livro A Gramática do Ornamento.
    • 1864 - Por seus conhecimentos de arte moura e árabe, é contratado para desenhar os interiores do palácio do Vice-rei do Egito, Ismail Pasha, no Cairo, no que Jones descreve como "O maior triunfo de sua vida".
    • 1874 - Morre aos 65 anos, em Londres, Inglaterra.

    OBRAS

    The Acanthus.

    The Grammar of Ornament, adornos chineses.

    The Grammar of Ornament, adornos chineses.

    The Grammar of Ornament, adornos romanos.

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  • JEANSELME, Joseph-Pierre-François

  • JEANSELME, Joseph-Pierre-François

    Joseph Jeanselme

    Entalhe em móvel

    ATUAÇÕES

    A mostra deste honorável fabricante nos dá uma idéia exata da variedade de sua produção. (...) Muitos dos principais móveis expostos pelo Sr. Jeanselme, pai, em conjunto com seu filho, reúnem todos os elementos de bom gosto e de execução primorosa que já lhes valeram uma Medalha de Prata na Exposition Nationale [de Paris] de 1849 e um prêmio em Londres, em 1851.

    BONAPARTE, Napoléon Joseph Paul. [1855]
    Exposition Universelle de 1855 : Rapports du jury mixte international. Volume 2.
    Paris.

    CRONOLOGIA

    • 1796 - Ano de nascimento de Joseph-Pierre-François Jeanselme. Pouco se sabe sobre o início de sua vida.
    • 1824 - Funda, com o irmão Jean-Arnoux, uma firma de carpintaria alocada em Paris. Especializam-se na produção de cadeiras e poltronas em estilos variados, estampadas com o selo Jeanselme Frères.
    • 1827 - Nasce, em Paris, Charles-Joseph-Marie Jeanselme, filho de Joseph Jeanselme e Marie Anne Morel.
    • 1840 - Possivelmente em razão do afastamento de Jean-Arnoux, a firma passa a usar a marca Jeanselme.
    • 1847 - Joseph compra a oficina Jacob-Desmalter, agregando assim a marcenaria aos serviços oferecidos por sua firma. Em parceria com o filho, Charles, passa a trabalhar sob o nome de Jeanselme Père et fils. Em pouco tempo, durante o governo de Louis-Philippe, conquistariam a posição de Fournisseur du Mobilier de la Couronne: fornecedores oficiais de mobiliário das cortes Francesa e Imperial.
    • 1855 - Pai e filho prosperam, chegando a empregar 300 artífices. Participam da Exposition Universelle de 1855, em Paris, onde o júri concede à Jeanselme Père et Fils, por unanimidade, uma medalha de primeira classe. No mesmo ano, recebem uma nomeação a cavaleiro da Légion d'Honneur em reconhecimento à qualidade de seu trabalho.
    • 1858 - Auguste Godin, ebanista, junta-se à firma como sócio. Os móveis produzidos passam a ser estampados pelo selo Jeanselme Fils Godin et Cie.
    • 1860 - Joseph Jeanselme falece no dia 11 de novembro, em Paris. Charles Jeanselme fica encarregado de administrar a firma, função que desempenharia até o fim de sua vida.
    • 1871 - Charles falece. A companhia continua em funcionamento e incorpora, no ano de 1893, uma nova oficina: a Lemarchand. É somente no ano de 1930 que o empreendimento dos Jeanselme encerra suas atividades por completo.

    OBRAS

    Armchair [Cadeira], circa 1850

    Cadeira. circa 1825-1835

    Banquette, 1848-1870

    Console, 1848-1870

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    Neoclassicismo

  • HITTORFF, Jacques-Ignace

  • HITTORFF, Jacques-Ignace

    Jacob Ignaz Hittorff

    Jacques-Ignace Hittorff (1792-1867)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arqueólogo
    • Arquiteta(o)

    Podemos considerar [Jacques-Ignace] Hittorff um arqueólogo medíocre e um arquiteto sem grande originalidade. Ao todo, não apenas seus diversos trabalhos não tiveram muita influência como seu [livro] - Restitution du Temple d’Empédocle à Sélinonte, ou l’Architecture Polychrome chez les Grecs; resumo de suas ideias -, foi inquestionavelmente pouco lido. No entanto, é certo que sua teoria de que uma revalorização da Antiguidade era, não apenas possível mas imensamente desejável exerceu influência considerável sobre numerosos arquitetos de diversas tendências. [...] Além disso, foi ele que (quase sem apoio) rompeu com o encantamento do classicismo doutrinário na França e abriu caminho para a exuberância do Segundo Império”.

    MIDDLETON, Robin & WATKIN, David. [1980]
    London, Phaidon, 2003.

    CRONOLOGIA

    • 1792 - Nasce em Colônia, Alemanha. É considerado francês após as Guerras Revolucionárias Francesas [1792-1802], quando a Colônia e a região do Reno foram ocupadas por franceses revolucionaristas.
    • 1810 - Inicia os estudos na École des Beaux Arts, em Paris, começando como desenhista no atelier de Charles Percier.
    • 1818 - Torna-se Arquiteto.
    • 1824 - Organiza o funeral do Rei Luís XVIII da França, bem como outras cerimônias durante o reinado de Carlos X da França.
    • 1828 - Reconstroi o teatro Ambigu-Comique [Boulevard Saint-Martin], na esquina da rua René Boulanger, após o incêndio do primeiro teatro Boulevard Temple, agora destruído.
    • 1831 - Dá continuidade às obras da Igreja de São Vicente de Paulo, em Paris, que anteriormente estavam sob comando de seu sogro, Jean-Baptiste Lepère. As obras sofrem um atraso devido à falta de verba e à Revolução de 1830.
    • 1833 - Torna-se membro da Académie des Beaux-Arts.
    • 1841 - Projeta o Cirque d'Été.
    • 1846 - Projeta as fontes localizadas na Praça da Concórdia, em Paris [Fontaine des Mers e Fontaine des Fleuves].
    • 1852 - Controi o Cirque d'Hiver, em Paris.
    • 1855 - É premiado com a Medalha de Ouro do RIBA, em reconhecimento por contribuições substanciais à arquitetura internacional.
    • 1867 - Projeta a Gare du Nord, uma estação de trem localizada em Paris.
    • 1867 - Morre em Paris.

    OBRAS

    Cirque d'Hiver, Paris.

    Gare du Nord, Paris.

    Fontaine des Fleuves, Paris.

    Lanternas em colunas rostrais, Place de La Concorde, Paris.

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  • PICASSO, Pablo

  • PICASSO, Pablo

    Pablo Picasso (1881-1973)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Les Demoiselles d'Avignon, 1907.

    Boy Holding a Blue Vase, 1905.

    Gurernica, 1937.

    The Chicago Picasso, 1967.

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    LIBERA, Adalberto

    GABO, Naum

    ANUSZKIEWICZ, Richard

    Hochschule für Gestaltung Ulm

  • MARTORELL, Joan.

  • MARTORELL, Joan.

    Joan Martorell i Montells

    Joan Martorell i Montells (1833 - 1906).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Não é possível averiguar a veracidade de certas histórias mas, como diz o ditado, se não é verdade está muito bem inventado. Uma dessas histórias é a lenda sobre a maneira como Gaudí recebeu o encargo de construir a Sagrada Família. É certo que essa lenda pode ter sido uma invenção de algum propagandista religioso muito entusiasta para reforçar a aura milagrosa do empreendimento. Uma lenda, sem dúvida, de grande eficácia. Após a demissão de Villar e diante da indecisão de Martorell [de aceitar o projeto] os promotores da [igreja] da Sagrada Família estavam sem arquiteto. A providência os acudiu na forma de um sonho. O sonhador, como não poderia ser de outro modo, foi Josep Maria Bocabella. Diz a lenda que, enquanto dormia, apareceu-lhe em sonho o rosto de um jovem arquiteto enviado por Deus para construir uma igreja excepcional. O principal sinal para revelar sua identidade era o olhar penetrante e profundo. Infelizmente a lenda não deixa claro se Bocabella sonhou em cores ou em preto e branco e, assim, fica impossível precisar se sabia de antemão que os olhos penetrantes do arquiteto recomendado por essa mesma divindade seriam azuis ou não. Alguns dias depois deste suposto sonho premonitório, ocorreu a Josep Maria Bocabella visitar o arquiteto [Joan] Martorell em seu estúdio e ali, sentado junto à prancheta, viu o rosto e o olhar que havia sonhado. Esse encontro em si mesmo não foi um sonho. Ocorreu no mês de outubro de 1883.

    Evidentemente, essa história é demasiadamente fantástica para que — a um século e tanto de distância —, possamos dar a ela algum crédito. O mais lógico seria imaginar que foi o próprio Martorell que recomendou Gaudí, e que os promotores da Sagrada Família tinham várias e boas razões para aceitar essa sugestão.

    NAVARRO ARISA, J.J. [2002]: Gaudí: El arquitecto de Dios”.
    Barcelona, Editorial Planeta.

    CRONOLOGIA

    • 1833 - Nasce em Barcelona, Espanha.
    • 1874 - Projeta e executa, em Barcelona, a Església i Convent de les Adoratrius; um dos primeiros edifícios neogóticos da Catalunha.
    • 1876 - Recebe seu título de Arquiteto. Provavelmente da Escuela Províncial de Arquitectura de Barcelona.
    • 1877 - Inicia a construção da Igreja e do Convento das Irmãs Salesianas — a ser considerada uma de suas obras mais importantes. O término das obras se dará em 1885.
    • 1878 - Apresenta seu aluno e assistente Antoní Gaudi a Eusebí Güell que mais tarde se tornaria grande amigo e patrono deste último.
    • 1881 - Inicia a construção do Palácio de Sobrellano, na Cantábria — por encomenda do Marquês de Comillas. As obras terminarão em 1888 e será o primeiro edifício da Espanha a conter luz elétrica.
    • 1883 - Preside o Comitê que designará Antoní Gaudi como continuador da obra da Igreja da Sagrada Família, por ocasião da aposentadoria de Francisco de Paula del Villar y Lozano.
    • 1893 - Ajuda a fundar o Cercle Artistic de Saint Lluc — uma entidade de fomento de atividades artísticas e culturais.
    • 1897 - Executa a restauração do Monestir de Pedralbes. O Mosteiro — pertencente à ordem das Clarissas —, existe desde o século XIV.
    • 1900 - Passa a dirigir a construção da casa do Marquês de Robert — o Palau Robert —, projetado pelo arquiteto francês Henri Grandpierre.
    • 1901 - Tem o prédio — de estilo neoclássico — que construiu para a Societat de Crèdit Mercantil eleito pelo Governo de Barcelona como a melhor construção do ano.
    • 1906 - Morre em Barcelona, Espanha. Trabalhou tendo referências nos estilos Histórico, Neogótico e, finalmente, no Modernismo Catalão.

    OBRAS

    Igreja de São Francisco Sales, Barcelona, 1882-1885.

    Igreja do Sagrado Coração, Barcelona, 1883-1889.

    Palácio Robert, Barcelona, 1903.

    Palácio de Sobrellano, Cantábria, 1881-1890.

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    VASSOS, John

  • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

  • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

    Henri de Toulouse-Lautrec

    Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer Gráfico
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    "A sensibilidade exasperada pelas cores contrastantes é uma das qualidades de seu “macabro” gênio. Nada o repele; pinta beleza e feiúra com soberba indiferença; pinta o vício e o vil, exóticas, atrozes e obscenas criaturas com a absoluta insolência e o máximo cinismo de um Diabo ou de um Deus que criaram em mútuo antagonismo o cruel e adorável mundo no qual vivemos. (…) Parte da técnica de Lautrec consiste não somente no seu modo original de observar a realidade, mas na sua maneira de ver as coisas: não em porções, não em sombras, mas em massas (…) Lautrec tinha uma paixão por cores brutais, em contrastes violentos e muitas vezes excessivos."

    SYMONS, Arthur. [1930]
    From Toulouse-Lautrec to Rodin.
    New York, Kessinger Publishing.

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Albi, na França.
    • 1878 - Sofre duas quedas consecutivas, nas quais quebra os dois fêmures devido a uma doença manifestada anos antes, que afeta a formação dos ossos, fazendo com que Henri não ultrapasse a altura de 1,52m.
    • 1880 - Monta um estúdio particular em Paris e passa a frequentar teatros e cabarés de Montmartre.
    • 1882 - Estuda Pintura com o retratista Léon Bonnat e, posteriormente, com Fernand Cormon, cujo ateliê frequenta por cinco anos.
    • 1888 - Pinta La Blanchisseuse no jardim de Pere Foret, Paris.
    • 1889 - Expôe suas obras no Salon des Indépendants.
    • 1890 - Produz ilustrações para a revista humorística semanal Le Rire.
    • 1891 - É contratado por Charles Zidler para criar o cartaz do Moulin Rouge, que corresponde ao seu primeiro cartaz litográfico.
    • 1893 - Tem sua primeira mostra individual, na galeria Booussod & Valadon.
    • 1894 - Produz ilustrações para La Revue Blanche.
    • 1896 - É impresso seu trabalho Elles, série de litografias coloridas focada no universo feminino, que produz um panorama da vida nos bordéis.
    • 1899 - O excesso de álcool faz com que seja internado em uma clínica psiquiátrica após um colapso nervoso.
    • 1901 - Morre vítima de sífilis e alcoolismo, em Malmoré, na França.

    OBRAS

    Cartaz para o café Divan Japonais, 1893.

    Cartaz para Moulin Rouge, 1891.

    Rousse, 1896.

    Jane Avril, 1893.

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    MALDONADO, Tomás

  • Cubismo Tcheco

  • Cubismo Tcheco

    Cubo Expressionismo

    Pavel Janak
    Vasos de cerâmica, 1911.

    CRONOLOGIA

    • O cu -

    JOHNS, Jasper

  • BRADLEY, Will H.

  • BRADLEY, Will H.

    William Henry Bradley

    Will H. Bradley (1868 1962)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Cineasta
    • Empresária(o)
    • Ilustrador(a)
    • Tipógrafa(o)

    Will Bradley, (...) o mais proeminente designer gráfico Americano dos anos 1890, produziu obras em uma variedade de estilos Art Nouveau derivadas de trabalhos europeus. É importante reconhecer que, a esta altura da história do pôster, havia uma distinção amplamente reconhecida entre as milhares de cromolitografias projetadas canhestramente a cada ano e aqueles que eram os então chamados ‘pôsters artísticos’, tais como os que Bradley produzia. Esses pôsters, com seus celebrados pedigrees artísticos, foram empregados inicialmente apenas para publicizar jornais literários de vanguarda, performances teatrais e atividades afins. Apenas por meio de um processo gradual - que se arrastou até o século vinte – que tais projetos gráficos se tornaram a norma (antes que a exceção) no mundo da publicidade”.

    ESKILSON, Stephen J. [2007]
    Graphic Design: A New History.
    London, Laurence King, p. 54.

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce no dia 10 de julho na cidade de Boston, Massachusetts, Estados Unidos, filho de Aaron Bradley e Sarah Rowland.
    • 1882 - Morando há dois anos na cidade de Ishpeming para onde se mudara com a mãe após a morte de seu pai, em 1880, Bradley começa a trabalhar como aprendiz de tipógrafo no jornal Iron Agitator.
    • 1885 - Aceita trabalhos não-remunerados em Chicago nas firmas J. Mang & Co. e Rand McNally; ambos como aprendiz de entalhador.
    • 1887 - Associa-se à gráfica Knight and Leonard da qual se afastará dois anos depois para tornar-se designer independente.
    • 1891 - Executa seu primeiro projeto de design para a revista Inland Printer.
    • 1893 - Começa a trabalhar para a revista Vogue.
    • 1895 - Funda a Wayside Press em Sprignfield, Massachusetts, onde trabalha como ilustrador, editor, tipógrafo, designer e gerente de uma revista chamada de Bradley: His Book.
    • 1897 - Com o sucesso de suas atividades – e com o excesso de trabalho -, tem uma crise de estafa. Recupera-se sem sequelas. Vende, no ano seguinte, a Wayside Press para a The University Press de Cambridge, Massachussetts.
    • 1903 - Contratado como Diretor de Arte da American Type Founders. Adiante torna-se editor da Collier’s Weekly.
    • 1904 - Publica o artigo The Use of Printing Labels in Bookbinding na revista Printing Art. Em anos posteriores publica artigos em periódicos importantes.
    • 1910 - Funda o estúdio independente Will Bradley Studios.
    • 1915 - Torna-se Diretor de Arte da Hearst Publications and Motion Pictures.
    • 1918 - Funda a Dramafilms (Will Bradley Productions) na qual escreve, produz e dirige seus próprios filmes (de cinema mudo).
    • 1854 - Publicadas suas memórias com o título Will Bradley: His Chap Book pela The Typophiles. A edição original conta com apenas 650 cópias. No mesmo ano é agraciado com a medalha da American Institute of Graphic Arts (AIGA) – maior homenagem concedida a um designer gráfico.
    • 1962 - Morre no dia 25 de janeiro em La Mesa, Califórnia, com a idade de 93 anos.

    OBRAS

    The Chapbook: Thanksgiving Number. 1895.

    The Modern Poster. 1895

    Poster Ault & Wiborg. 1895

    Poster Ault & Wiborg. 1900

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  • MAZZUCOTELLI, Alessandro

  • MAZZUCOTELLI, Alessandro

    Alessandro Mazzucotelli

    Alessandro Mazzucotelli.

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Metalúrgica(o)
    • Professor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1865 - Nasce, no dia 30 de setembro, na cidade de Lodi, Lombardia, Itália.
    • 1883 - Abandona os estudos e se muda para Milão, onde começa a trabalhar no atelier do ferreiro Defendente Oriani (que assume em 1981).
    • 1902 - Expõe peças na Esposizione Internazionale d'Arte Decortativa Moderna em Turim, ganhando fama internacional. Funda, no mesmo ano, a Mazzucotelli, Engelmann & Co, onde trabalha até 1908.
    • 1903 - Começa a lecionar na escola de artesanato da Societá Umanitaria, em Milão.
    • 1910 - Mostra suas obras, com êxito, na Exposition Universelle et Internationale de Bruxelas.
    • 1922 - Assume a direção da Scuola Superiore di Arte Applicate di Monza, Milão.
    • 1925 - Apresenta-se na Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, em Paris.
    • 1938 - Morre no dia 29 de janeiro, em Milão.

    OBRAS

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    LE CORBUSIER

  • SANT´ELIA, Antonio

  • SANT´ELIA, Antonio

    Antonio Sant'Elia (1888-1916)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Central Elétrica, 1914.

    Residência com elevadores externos, 1914.

    Estação Sant'Elia, 1914.

    Edifício, 1914.

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    REINHARDT, Ad

  • RIEMERSCHMID, Richard

  • RIEMERSCHMID, Richard

    Richard Riemerschmid

    Richard Riemerschmid (1868 - 1957)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Ceramista
    • Designer de Móveis
    • Professor(a)

    "Em Arquitetura, era um clássico. Mas sua obra de design oscilava do mobiliário Arts & Crafts à Cerâmica Art Nouveau passando por objetos produzidos mecanicamente com geometria proto-bauhausiana simples. Riemerschmid pode ser considerado um dos mais importantes designers alemães do século XX”.

    BYARS, Mel. [1994]
    The Design Encyclopedia.
    London, Laurence King Publishing / New York, MoMA, 2004

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Munique, na Alemanha.
    • 1888 - Estuda na Akademie der Bildenden Künste, em Munique.
    • 1896 - Projeta sua própria casa em Pasing, Bavaria.
    • 1897 - Funda, junto com Peter Behrens e Hermann Obrist
    • 1900 - Participa da Exposição Universal de Paris, onde expõe um “quarto para os amantes de Arte”.
    • 1903 - Leciona na Escola de Arte em Nuremberg.
    • 1904 - Começa a projetar móveis para produção em série.
    • 1907 - Funda a Deutscher Werkbund, junto com Behrens, Mies van der Rohe, Gropius e outros.
    • 1913 - Nomeado Diretor da Kunstgewerbeschule (Escola de Artes Aplicadas), em Munique, posto que ocupará até 1924.
    • 1926 - Nomeado Diretor da Kölner Werkschulen, posto que ocupará até 1931.
    • 1957 - Morre aos 88 anos.

    OBRAS

    Mesa, 1899.

    Cadeira, 1899.

    Cadeira de carvalho e couro, 1899.

    Jarro com tampa, c. 1897.

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  • GROHÉ, Guillaume

  • GROHÉ, Guillaume

    Guillaume Grohé

    Assinatura entalhada em um móvel

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Marceneira(o)

    Todas as grandes épocas da história são representadas por móveis contemporâneos típicos: baús, camas de dossel, guarda-roupas esculpidos, consoles, gabinetes, cômodas adornadas com incrustações... Tais artefatos são continuamente imitados e aperfeiçoados por nossos hábeis ebanistas e, entre eles, é imprescindível citar os distintos irmãos Grohé. Ninguém é capaz de combinar com mais habilidade uma totalidade de elementos ímpares; de rejuvenescer velhas formas; de dar às imitações um ar de originalidade; e de criar modelos que são imediatamente acolhidos pelo mundo elegante. A carpintaria de luxo e requintada não tem representantes mais dignos do que os irmãos Grohé. Seus móveis distinguem-se sempre pela elegância e pelo bom gosto: não importa em que estilo, se antigos ou modernos; sejam eles objetos de arte e de alto requinte ou peças marchetadas e ornamentadas. O que é mais impressionante na produção desses artífices, no entanto, é que jamais sacrificam o conforto. Eles compreendem perfeitamente que, mesmo dispensando a cada uma de suas peças um toque de elegância, não se deve perder de vista que elas são destinadas ao uso quotidiano.

    LEGRAND, Henri. [1857]
    Album Henri Legrand.
    Paris.

    CRONOLOGIA

    • 1808 - Nasce em uma família de agricultores no grão-ducado de Hesse, parte do então Império Alemão.
    • 1827 - Instala-se em Paris junto com o irmão mais velho, Jean-Michel.
    • 1829 - Começa, em parceria com Jean-Michel, a fabricar e vender mobiliário. Sua especialidade viria a ser os móveis de alta qualidade, inspirados em uma variedade de estilos históricos.
    • 1834 - O negócio se desenvolve rapidamente e consolida-se no sucesso da participação dos irmãos na oitava Exposition de l'Industrie, ocorrida em 1834, Paris. Os Grohé exibem peças nos estilos Egípcio e Gótico.
    • 1844 - Participam da décima Exposition de l'Industrie, na qual conquistam medalha de ouro. A peça premiada seria a dressoir [cômoda] octogonal em ébano, decorada por figuras esculpidas de autoria de Michel-Joseph-Napoleón Liénard.
    • 1847 - Fundam a casa Grohé Frères, encabeçada por Guillaume. Suas criações seriam muito requisitadas pela nobreza da época, atraindo compradores como a Rainha Victoria, Louis-Phillipe I, Napoleão III e sua mulher, a Imperatriz Eugénie.
    • 1861 - Jean-Michel retira-se das atividades da oficina. Guillaume dá continuidade à Grohé Frères sozinho e vem a se tornar júri das Expositions Universelles [Exposições Universais de Paris].
    • 1862 - Guillaume participa da International Exibition em Londres, onde ganha uma medalha por sua criação estilo Luís XVI. A peça vencedora conta com ornamentos em bronze cinzelado, esculpidos pelos irmãos François-Auguste e François-Joseph-Louis Fannière.
    • 1869 - Guillaume é condecorado Chevalier de la Légion d’Honneur, título concedido àqueles possuidores de méritos eminentes à nação.
    • 1885 - Guillaume Grohé falece, tendo encerrado as atividades de sua oficina no ano anterior.

    OBRAS

    Guéridon Ovale, 1858

    Table de milieu [Mesa de centro], 1847

    Espelho, c. 1858

    Mostruário, 1844

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  • Beaux-Arts

  • Beaux-Arts

    Jean Auguste Dominique Ingres
    L'Apothéose d'Homère, 1827

    ATUAÇÕES

    • França

    [O Beaux-Arts foi] uma prática artística estabelecida em 1648 com a fundação da Académie royale de peinture et de sculpture e à qual se deu continuidade com a École des beaux-arts. Foi levada a cabo por jovens artistas em início de carreira e por outros, já reconhecidos entre seus pares. Tinha como pilares a busca pelo Humanismo e pela Verdade na Arte e desenrolou-se tendo como patrono um dos mais refinados e celebrados poetas de todos os tempos — Homero. Apesar de muitas hesitações e dúvidas, as obras que [essa tradição] produziu explicitam a recorrência de temas, hábitos e ideais ao longo de muitas gerações. Um estudante que tivesse frequentado a École des beaux arts no século XIX, ou mesmo no século XX, estaria justificado ao afirmar, no que diz respeito à leitura de Homero, ser descendente direto de Charles Le Brun (1619-1690; figura chave na fundação da Académie Royale e entusiasta do classicismo num momento em que o barroco predominava na Europa). Não obstante as revoluções e golpes de estado, a aquisição de um novo nome, novas instalações e os auspícios de diferentes administradores, até 1968 a École manteve-se fiel à forma como se praticava arte no século XVII. (...)

    SCHWARTZ, Emmanuel. [2005]
    The Legacy of Homer.
    Yale University Press, 2005. p. 59.

    OBRAS

    Charles Follen McKim
    Pennsylvania Station, 1910

    John Russell Pope
    Thomas Jefferson Memorial Museum (interior), 1943
    © Fotografia de Jason Hussong, 2013

    Louis Henry Sullivan
    Auditorium Building (teatro), 1889
    © Fotografia de Petr Kratochvíl, 2011

    Henri Labrouste
    Biblioteca Sainte-Geneviève (vestíbulo), 1851

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  • BRACQUEMOND, Félix

  • BRACQUEMOND, Félix

    Félix Bracquemond

    Félix Bracquemond (1833 - 1914)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Entalhador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1833 - Nasce em Paris, França.
    • 1848 - Começa seu aprendizado como litógrafo.
    • 1853 - Começa a se interessar por gravação e pela técnica da água-forte.
    • 1856 - Além de gravador projeta-se como pintor impressionista.
    • 1867 - Atrai a atenção dos críticos pela decoração de um aparelho de porcelana projetado por Eugène Rousseau para ser apresentado na Exposição Universal de Paris.
    • 1871 - Começa a trabalhar como diretor do ateliêr de Charles Haviland, em Auteuil, Paris, onde permanece até 1880.
    • 1874 - Participa da primeira exposição de pintores impressionistas.
    • 1875 - Produz o aparelho de jantar Service Parisien, para Charles Haviland.
    • 1879 - Participa da segunda exposição de pintores impressionistas.
    • 1880 - Participa da terceira exposição de pintores impressionistas.
    • 1885 - Publica o livro Du dessin et de la couleur.
    • 1890 - Ajuda a fundar a Société des Peintres-Graveurs Français.
    • 1900 - Obtém o grande prêmio, na categoria Gravura, na Exposição Universal de Paris.

    OBRAS

    Detalhe para batente de porta, 1852.

    Le bastion 84, 1870.

    Louça Rousseau, Creil Montereau, decorados por Félix Bracquemond, 1867.

    Les Hirondelles, 1882.

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  • Japonismo

  • Japonismo

    Édouard Colonna
    Jarro, 1899.

    "A palavra ‘Japonismo’ foi cunhada em 1872 pelo autor e colecionador francês, Philippe Burty, para “designar um novo campo de estudos relacionado à arte, à história e à etnografia inspirado pela arte japonesa”. Para os olhos saturados pelo Neoclassicismo e pelo renascimento Gótico, então em plena voga, a arte japonesa era muito mais do que uma mera novidade visual refrescante. Todavia, é enganoso usar a palavra ‘Japonismo’ como se tratasse apenas de um fenômeno francês".

    LAMBOURNE, Lionel. [2005]
    Japonisme. Cultural crossings between Japan and the West.
    London, Phaidon Press, 2011

    OBRAS

    Félix Bracquemond
    Service Rousseau, Creil Montereau, decorados por Félix Bracquemond, 1867.

    Georges de Feure
    Sofá, 1900.

    Henri de Toulouse-Lautrec
    Cartaz para Moulin Rouge, 1891.

    Samuel Bing
    La Maison Bing.

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