EISENMAN, Peter

  • MAJORELLE, Louis

  • MAJORELLE, Louis

    Louis Majorelle

    Louis Majorelle (1859 - 1926)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Decorador(a)
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Toul, na França.
    • 1877 - Ingressa na École des Beaux-Arts de Paris, onde estuda Pintura sob a orientação de Jean-François Millet.
    • 1879 - Após a morte de seu pai, Auguste Majorelle, Louis abandona os estudos e retorna à Nancy para assumir os négocios da família ao lado de seu irmão, Jules.
    • 1894 - Começa a desenvolver um estilo Art Nouveau, sob influência de Émile Gallé.
    • 1898 - Contrata Henri Sauvage, jovem arquiteto parisiense, para colaborar com Lucien Weissenburger na construção de sua casa em Nancy, a Villa Majorelle (também conhecida como Villa Jika).
    • 1900 - Expõe suas peças de decoração na Exposition Universelle de Paris, o que implusiona o reconhecimento de seu trabalho internacionalmente.
    • 1901 - É co-fundador da École de Nancy, da qual se torna vice-presidente.
    • 1904 - Ganha o Grand Prize na St. Louis World's Fair.
    • 1910 - Abre lojas nas cidades de Nancy, Paris, Lyon e Lille.
    • 1916 - Incêndio destrói suas fábricas na Rue de Vieil-Aître, em Nancy.
    • 1917 - Um bombardeio alemão destrói sua loja na Rue Saint-Georges, em Nancy. Ele se muda então para Paris, e só volta para Nancy e reconstrói seus estabelecimentos após o fim da Primeira Guerra Mundial.
    • 1925 - Participa da Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes em Paris, inclusive como membro do júri.
    • 1926 - Morre em Nancy, na França.

    OBRAS

    Cadeira.

    Villa Majorelle, 1902
    © Fotografia por Patrice Saucourt / L'Est Républicain

    Escada 'Monnaie-du-pape', Nancy, 1904.

    Meuble à musique, 1898
    © Musée de l'École de Nancy

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    NELSON, George

  • BERENGUER, Francesc

  • BERENGUER, Francesc

    Francesc Berenguer i Mestres

    Francesc Berenguer (1866 - 1914)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    CRONOLOGIA

    • 1866 - Nasce em Reines, no dia 21 de Julho. Seu pai é professor da Escola de Reines e Gaudi é um de seus alunos.
    • 1881 - Conclui o ensino médio e muda-se com sua família para Barcelona para iniciar a faculdade de Arquitetura, como sonhava seu pai.
    • 1883 - Devido à sua facilidade para desenho e dificuldade para trabalhos mais técnicos, Berenguer é aprovado em apenas uma matéria nos dois primeiros anos de curso.
    • 1887 - Frente às dificuldades na faculdade, Gaudi, seu amigo de infância, oferece a Berenguer um trabalho em seu escritório e ele começa a exercer sem seu diploma.
    • 1888 - Abandona os estudos de arquitetura.
    • 1911 - Enfermo, Gaudi nomeia Berenguer homem de confiança e ele assume as funções de administração das obras da Sagrada Família e da Colonia Güell.
    • 1914 - Falece de uma uremia em Fevereiro, em Barcelona, na Espanha.

    OBRAS

    Casa del Mestre, Escola da Colònia Guell, 1916

    Centre Moral i Instructiu de Gràcia, 1912

    Ermita de la Mare de Déu de la Riera, 1904

    Església de Sant Joan de Gràcia, 1900

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  • DOMÈNECH, Lluis

  • DOMÈNECH, Lluis

    Lluis Domènech i Montaner

    Lluis Domènech i Montaner (1850 - 1988).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    "Gaudí (...) brilhou tão intensamente que os nomes de todos os outros arquitetos ficaram escondidos em sua sombra. É por isso que Domènech i Montaner, criador do Palácio da Música Catalã, em Barcelona – considerado por muitos o mais Catalão de todos os edifícios -, permaneceu relativamente desconhecido”.


    SACK, Manfred & SUZUKI, Hisao. [1996]
    Lluis Domenech i Montaner, Palau de la Musica Catalana, Barcelona.
    Stuttgart, Axel Menges

    CRONOLOGIA

    • 1850 - Nasce em Barcelona, Espanha.
    • 1873 - Termina seus estudos de Arquitetura em Barcelona.
    • 1875 - Nomeado Chefe de Composição e Projetos na Escola de Arquitetura de Barcelona
    • 1888 - Ganha destaque profissional na Exposição Universal de Barcelona.
    • 1901 - Nomeado Decano da Escola de Arquitetura de Barcelona.
    • 1908 - Termina a construção do Palácio da Música Catalã, inspirado na arquitetura moura.
    • 1912 - Termina o Hospital de la Santa Creu i Sant Pau
    • 1912 - Ganha, pela terceira e última vez, o prêmio de melhor prédio construído em Barcelona no ano.
    • 1923 - Morre, aos 73 anos, em Barcelona.

    OBRAS

    Pavilhão do Hospital de Sant Pau, 19120

    Casa Fuster, 1911

    Interior do Institut Pere Mata, 1912

    Interior da Casa Navàs, 1907

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    JANCO, Marcel

  • CHARPENTIER, Alexandre

  • CHARPENTIER, Alexandre

    Alexandre-Louis Charpentier

    Alexandre-Louis Charpentier (1856 - 1909).

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Designer de Móveis
    • Escultor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Paris, França.
    • 1871 - Trabalha como assistente do escultor de medalhas Hubert Ponscarme.
    • 1876 - Deixa o ateliê de Ponscarme.
    • 1877 - Faz sua estréia com um pequeno medalhão com o retrato de sua mãe.
    • 1879 - Tem seu baixo-relevo ‘Arqueiro’ exposto no Salon de Paris e vendido a Alexandre Dumas.
    • 1880 - Expõe no Salon des XX em Bruxelas junto de seus amigos neo-impressionistas e anarquistas tais como Maximilien Luce, Camille Pissarro e Paul Signac.
    • 1896 - Se junta ao grupo de artistas “Os Cinco” com Felix Anthyme Aubert, Henry Nocq, Charles Plumet e François-Rupert Carabin.
    • 1898 - O grupo se transforma num movimento chamado “L’Art dans Tout” (A Arte em Tudo).
    • 1899 - Cria, em colaboração com o decorador e arquiteto Tony Selmersheim, um raro e muito ornamentado relógio art nouveau intitulado “The Flight Of Time”.
    • 1909 - Morre em Neuilly, França.

    OBRAS

    Young Woman Nursing Her Child, 1883-1893.

    Stoneware exhibition, 1897.

    Les Boulangers, 1897.

    Émile Jamais Monument (1856-1893),Aigues Vives.

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    PAWSON, John

  • Napoleão III

  • Napoleão III

    Estilo Segundo Império

    Grand Salon Napoléon III, Musée du Louvre.

    ATUAÇÕES

    • França

    O estilo Napoleão III – também conhecido como Segundo Império -, se estende de 1852, ano do restabelecimento do Império, a 1870: data da derrota [da França] na batalha de Sedan, que marca o fim do regime imperial. (...)
    Inspira-se em períodos diferentes: particularmente nos estilos Gótico; Renascimento; Luís XIV, Luís XV e Luís XVI. Também toma emprestadas referências estrangeiras, notadamente os estilos Inglês, Chinês e Japonês. A concepção dos móveis comporta elementos variados em abundância, de modo que o mobiliário Napoleão III se mostra, às vezes, muito carregado. (...)
    O Gótico volta à moda com cadeiras de encostos cravejados com pináculos; o Renascimento com esfinges, quimeras ou cariátides; o estilo Luís XIV com móveis que imitam a técnica de marqueteria de Boulle; o estilo Luís XV com conchas, folhas de acanto e arabescos; e o estilo Luís XVI com padronagens gregas. (...)
    A concepção dos móveis também se inspira em estilos de outros países. O estilo Chippendale (cadeiras em acaju com encostos vazados) da Inglaterra. A criação de móveis em forma de pagodes ou com a utilização do bambu e da laca, como na China; ou mesmo tomando emprestado um universo aquático e floral, à imagem de obras japonesas”.

    COLLIN DU BOCAGE, Olivier. [2005]
    Reconnaître et Choisir ses Meubles.
    Paris, Hachette Pratique, p. 212.

    OBRAS

    Charles Garnier
    Opéra de Paris ou Palais Garnier, 1861 - 1875.

    Alexandre-Georges Fourdinois
    Poltronas, c. 1850.

    Guillaume Grohé
    Écran

    Henry Dasson
    Relógio com putto de pé

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    PROULX, Daniel

    High Tech

  • UPJOHN, Richard

  • UPJOHN, Richard

    Richard Upjohn

    Richard Upjohn (1802 - 1878).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Carpinteira(o)
    • Marceneira(o)

    Uma vez enraizada nos Estados Unidos, a [Sociedade] Camdeniana fez o possível para garantir que a eclesiologia Americana nascente crescesse corretamente. (...) Embora os norte-americanos tivessem logo se cansado de serem tutelados pelos ingleses, os progressos da eclesiologia foram consideráveis. (...) O trabalho de Richard Upjohn revela outro aspecto do impacto da eclesiologia: sua capacidade de gerar aquilo que, com efeito, se tornará um novo gótico. Nas igrejas de Burlington (1846-8) e Elizabeth (1854), ambas em New Jersey, Upjohn começou a reduzir o gótico à sua geometria básica e às formas e estruturas subjacentes. Essa simplificação permitiu ao gótico construções mais baratas e com meios mais simples, conseguindo, assim, adequar-se às necessidades dos pequenos (e frequentemente remotos) aglomerados urbanos decorrentes da expansão para o Oeste. Somadas à intuição de Upjohn no uso de materiais, essas práticas produziram (...) igrejas de madeira com personalidades verdadeiramente características (...) [tal como seu melhor trabalho, a] Igreja de St. John Chrysostom (1851-3), em Delafield, Wisconsin: sua economia radical e a elegância de seus planos e linhas chegando perto da abstração. As igrejas de Upjohn vão além da eclesiologia. Elas ilustram os Princípios Verdadeiros do Gótico valorizados pela arquitetura americana: a explicitação, a utilidade, a verdade dos materiais, e um sentido de harmonia com a paisagem. Esses temas se mostrariam recorrentes.

    BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
    London, Phaidon.

    CRONOLOGIA

    • 1802 - Nasce em Shaftesbury, Inglaterra, filho de uma família de classe média baixa. Seu pai era agrimensor e corretor de imóveis
    • 1815 - Por volta desta data, inicia seu aprendizado em marcenaria. Será aprendiz por cinco anos.
    • 1828 - Nasce seu filho Richard Michel Upjohn – também destinado a ser um arquiteto importante.
    • 1829 - Endividado e com o insucesso de seu negócio, muda-se com a família para os Estados Unidos, estabelecendo-se, inicialmente, em New Bedford, Massachusetts. Estabelece-se como carpinteiro.
    • 1836 - Obtém a nacionalidade norte-americana. Trabalha em diversos projetos de igrejas.
    • 1839 - Inicia o projeto da Trinity Church, em Nova Iorque, cujo término se dará em 1846. Com o êxito desta obra, projeta-se como arquiteto.
    • 1840 - Construção da Church of the Ascension, em Manhattan, Nova Iorque.
    • 1845 - Começa a construção da Grace Church em Providence, Rhode Island.
    • 1852 - Publica o Upjohn's rural architecture: Designs, working drawings and specifications for a wooden church, and other rural structures”; livro que exercerá um profundo impacto na arquitetura eclesiástica Americana.
    • 1853 - Projeto e construção — executados por pai e filho —, da Igreja de São João Crisóstomo em Delafiel, Wisconsin. A igreja é considerada uma obra prima de um estilo às vezes chamado de Carpenter Gothic; ou seja, “Gótico Carpinteiro”, que veio a se tornar bastante popular nos Estados Unidos.
    • 1857 - Funda, junto a treze outros arquitetos, o American Institute of Architects, assumindo a presidência (que mantém por quase vinte anos).
    • 1878 - Morre em Nova Iorque, deixando como legado, entre outras obras, diversas igrejas construídas nos estilo Neogótico e Italiano.

    OBRAS

    Grace Church, Rhode Island.

    St. John Chrysostom Church, Wisconsin.

    Trinity Church, NY.

    Church of the Ascension, Manhattan.

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  • RUHLMANN, Jacques-Émile

  • RUHLMANN, Jacques-Émile

    Jacque-Émile Ruhlmann (1879-1933)

    ATUAÇÕES

    O comando de Ruhlmann sobre o Design e as combinações de materiais rendeu mobílias que são historicamente incomparáveis. Sua elegância formal fez com que muitos trabalhos de seus contemporâneos parecessem bizarros formalmente e espalhafatosos em relação aos materiais e cores."

    CRONOLOGIA

    • 1879 - Nasce em Paris.
      Passa boa parte da sua infância aprendendo sobre o trabalho de seu pai — o que lhe permite ter contato com outros arquitetos e pintores desde tão jovem.
    • 1907 - Com a morte de seu pai, Ruhlmann passa a tomar conta dos negócios da família — uma firma de pintura contratação.
      Durante essa época, juntamente com Pierre Laulrent, abre um segundo escritório — Ruhlmann & Laulrent.
    • 1910 - Tem sua primeira experiência projetando móveis para seu novo apartamento;
      Apresenta seus móveis ao público pela primeira vez.
    • 1919 - Abre uma segunda empresa de design de interiores— Ruhlmann & Laulrent—, juntamente com Pierre Laulrent.
    • 1920 - Apesar de aparentar ser influenciado pelo movimento Arts & Crafts, Ruhlmann deixa de transmitir essa impressão, ao dizer: "A moda não começa entre as pessoas comuns. Juntamente com a satisfação pelo desejo de mudança, o propósito da moda é exibir a riqueza.".
    • 1923 - Monta sua própria loja de armários.
    • 1925 - Seu trabalho começa a receber atenção internacional, na Exibição Internacional de Artes Modernas Decorativas e Industriais de Paris— onde ele tem seu próprio pavilhão, Hôtel du collectionneur .
      Tal evento acaba concebendo o nome Art Déco.
    • 1927 - Sua loja é expandida, empregando mais de 60 funcionários.
    • 1929 - Com a Grande Depressão e a ascensão de estilos mais modernistas, Ruhlmann passa a produzir de maneira mais geométrica.
    • 1933 - Morre em Paris, após descobrir uma doença fatal.
      Antes de falecer, Ruhlmann faz seu próprio monumento funerário e decreta o fechamento de sua empresa após a sua morte.

    OBRAS

    Armário de canto, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Mesa, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cômoda, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cama Soleil, 1923

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  • MUCHA, Alfons Maria

  • MUCHA, Alfons Maria

    Alphonse Maria Mucha

    Alfons Maria Mucha (1860 - 1939).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer Gráfico
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Ivancice, South Moravia.
    • 1878 - Mucha se inscreve na Academia de Belas Artes de Praga. Sua inscrição é rejeitada com a recomendação: 'Procure outra profissão na qual será mais útil.'
    • 1879 - Vai para Viena para trabalhar como pintor de cenário para a firma de Kautsky-Brioschi-Burghardt.
    • 1881 - Deixa Viena quando o Ringtheater, o maior cliente de seus empregadores, pega fogo em um acidente que mata 500 pessoas. Mucha, sendo o empregado mais novo, recebe seu aviso prévio.
    • 1882 - Vai para Mikulov onde trabalha pintando retratos. Encontra o Conde Khuen Belasi que lhe contrata para decorar seu castelo em Emmahof.
    • 1887 - Se muda para Paris para estudar na Académie Julian, sob o patrocínio do Conde.
    • 1894 - Pinta 'Gismonda', seu primeiro poster para Sarah Bernhadt.
    • 1896 - Se muda para um novo estúdio na Rue du Val-de-Grâce. Champenois publica o primeiro painel decorativo de Mucha, "As Estações".
    • 1898 - Começa a dar aulas de desenho na Whistler's Académie Carmen. Participa na primeira exposição da Secessão Vienense. Os posteres e painéis de Mucha são mostrados em Chrudim e Hradec Králové em Bohemia e Budapeste.
    • 1909 - Charles Crane concorda em financear a Epopeia Eslava de Mucha.
    • 1910 - Retorna à Praga para trabalhar nos murais de Obecni dum, que completa no ano seguinte, em 1911. Aluga um estúdio e um flat no castelo de Zbiroh, região oeste de Bohemia, para trabalhar na Epopeia Eslava.
    • 1912 - Completa os três primeiros quadros da Epopeia Eslava. Estes são apresentados à cidade de Praga em Dezembro.
    • 1919 - Os onze primeiros quadros da Epopeia Eslava são expostos no Klementium em Praga e depois enviados para serem exibidos na América.
    • 1938 - Começa a trabalhar no tríptico (não terminado) A Era da Razão, A Era do Conhecimento e A Era do Amor. Apesar de estar sofrendo com pneumonia, começa a coletar e escrever suas memórias.
    • 1939 - Mucha está entre os primeiros a serem presos pela Gestapo quando os alemães invadem a Checoslováquia. Ele é questionado e liberado para voltar para casa, mas sua saúde fica muito debilitada pelo acontecimento. Morre em Julho, em Praga.

    OBRAS

    'Les Quatre Saisons', c. 1895.

    'La Nature'.

    Cartaz 'Savonnerie de Bagnolet', 1897.

    Cartaz 'Job', 1896.

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  • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

  • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

    Alexandre-Georges Fourdinois

    Estampille dos Fourdinois em móvel

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ebanista
    • Marceneira(o)

    [Sobre a Maison Fourdinois] Há vinte e quatro anos, na Exposição Internacional de Londres de 1862 — evento em que a França tanto se destacou —, o júri se deteve longamente diante de um móvel feito com madeira de ébano, no estilo italiano do Renascimento. O móvel era pequeno; porém tinha um projeto extremamente refinado e uma execução de perfeição admirável. Era assinado pelo Sr. Henri Fourdinois. Até esse momento, apenas o Sr. Fourdinois, pai — fundador de uma casa de ebanisteria —, era conhecido. Desde sua fundação, em 1835, essa Casa foi reconhecida como uma das mais prestigiosas [entre todas da França]. No entanto, a peça apresentada pelo Sr. Henri Fourdinois era surpreendente até mesmo para os elevados padrões da produção de seu pai. O Relatório Oficial [da Exposição] classificou o gabinete em ébano esculpido, de interior incrustado com marfim como “obra da maior qualidade” e “uma das peças mais impressionantes de toda a sessão francesa". [...]

    Os juízes mais qualificados — a começar por [Eugène] Viollet-le-Duc — proclamaram enfaticamente a qualidade da arte do Sr. Fourdinois. Crítico rigoroso e profundo, Viollet-le-Duc escreveu, em 1867, a esse propósito: "[o trabalho de Fourdinois] resiste ao exame mais atento e, vistas de longe, suas peças destacam-se pelo perfeito equilíbrio de suas proporções". Disse ainda que "nenhuma outra produção do gênero, de qualquer país que se venha a considerar, poderia ser comparada a peças como essas”. [...] [E arremata:] “O Sr. Fourdinois tem o coração de um pintor: ele não se contenta com suas composições até que os contrastes e a harmonia entre as cores tenham um casamento perfeito".

    FOURCAUD, L. de. [1887]
    Catalogue des Meubles d'Art Anciens et Modernes.
    Edição de 30 de dezembro; pp. 3-8.

    CRONOLOGIA

    • 1799 - Nasce em Paris, filho de uma família de escultores.
    • 1815 - Em algum momento no início do século XIX — a data ao lado é estimada —, começa a trabalhar na oficina de François-Honoré-Georges Jacob-Desmalter. Seu empregador era dono — e o seria entre 1796 e 1825 — de uma das mais famosas oficinas de mobiliário de Paris: a Jacob Desmalter et Cie. Desmalter viria a ser considerado um dos criadores do Estilo Império.
    • 1830 - Nasce seu filho, Henri Auguste Fourdinois.
    • 1835 - Inicia um empreendimento com Jules Fossey, escultor e fabricante de móveis estilo Renaissance. A firma fundada, Fourdinois & Fossey, operaria até o ano de 1848.
    • 1844 - A firma Fourdinois & Fossey participa, com êxito, da mostra da Exposição dos Produtos da Indústria Francesa.
    • 1848 - Fim da associação com Jules Fossey. Alexandre-Georges funda um novo estabelecimento na Rue Amelot: a Maison Fourdinois.
    • 1851 - Participa da Exposição de 1851 no Crystal Palace, em Londres, onde conquista uma medalha com um buffet de estilo neo-renascentista — estilo esse que caracteriza, de um modo geral, a produção da firma.
    • 1855 - Participa da Exposição Mundial de Paris onde recebe, junto com Ferdinand Barbedienne, o maior prêmio, consolidando sua fama.
    • 1860 - Provavelmente em algum momento dessa década seu filho, — tendo anteriormente trabalhado para o arquiteto Félix Duban, para o ourives Jean-Valentin Morel e para o bronzier Victor Paillard —, ingressa na Maison Fourdinois.
    • 1862 - Participa da Exposição Internacional de Londres – também conhecida como The Great London Exposition, em South Kensington.
    • 1867 - Henri Auguste assume a direção da Maison Fourdinois e participa da Exposition Universelle d’Art et d’Industrie, realizada no Campo de Marte.
    • 1871 - Alexandre-Georges Fourdinois morre em Paris. A firma dos Fourdinois, conduzida por Henri Auguste, sobreviveria até cerca de 1887.

    OBRAS

    Par de esculturas representando a Europa e a África

    Armário projetado pela Maison Fourdinois

    Espelho da Imperatriz Eugénie, no Château de Compiègne

    Cadeira para a Embaixada da Prússia em Paris, 1864

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    Arts & Crafts

  • JUJOL, Josep Maria

  • JUJOL, Josep Maria

    Josep Maria Jujol i Gibert

    Josep Maria Jujol i Gibert (1879 - 1949).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Desenhista
    • Escultor(a)

    "Não fazíamos idéia de que (...) Jujol (...) tinha contribuído com tantos detalhes impressionantes de algumas obras-primas de Gaudi. (...) Jujol não foi um Gaudi menor. Foi um pequeno gigante ao lado de um grande gigante (...)!”


    LIGTELIJN, Vincent & SAARISTE, Rein. [1996]
    Josep M. Jujol.
    010 Publishers, Rotterdam

    CRONOLOGIA

    • 1879 - Nasce em Tarragona, Espanha.
    • 1888 - Muda-se com a família para Gracia, perto de Barcelona.
    • 1896 - Começa os estudos na Escola de Arquitetura de Barcelona.
    • 1903 - Trabalha junto com o arquiteto Josep Maria Font i Gumà, em Barcelona.
    • 1906 - Forma-se na Escola de Arquitetura de Barcelona e começa a trabalhar para Gaudí na fachada da Casa Battló.
    • 1907 - Trabalha na fachada da Casa Milà.
    • 1913 - Constrói a Torre de la Creu, em Sant Joan Despí.
    • 1924 - Torna-se professor da Escola de Traball de Barcelona.
    • 1926 - Nomeado arquiteto da cidade de Sant Joan Despí.
    • 1949 - Morre, aos 69 anos, em Barcelona.

    OBRAS

    Interior da Casa Batllo

    Mosaico no teto de Park Güell, 1910

    Torre de la Creu, 1913

    Igreja Mare de Déu de Montserrat de Montferri, 1926

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    VILLON, Jacques

    BERLAGE, Hendrik Petrus

  • Bauhaus Dessau

  • Bauhaus Dessau

    Bauhaus Dessau (1919-1933)

    ATUAÇÕES

    • Arquitetura
    • Design
    • Modernismo

    Dessau é a cidade mais associada à Bauhaus. [...] As experiências catastróficas da 1ª Guerra Mundial motivaram os Bauhausianos a repensarem a vida, a sociedade e o mundo de uma maneira radical. Rejeitando o conhecimento tradicional, com a Bauhaus, eles criaram uma escola de Design na qual jovens desenvolveriam sua criatividades artísticas ao aprenderem com materiais e a partir deles, de modo que pudessem dar forma à idade moderna e atender às suas demandas."

    OBRAS

    Johannes Itten
    Esfera de cor em 7 matizes da luz e 12 tons, 1921.

    Marianne Brandt
    Bule de Chá Bauhaus, 1924.

    Gunta Stölzl
    Tapeçaria, 1927-1928.

    László Moholy-Nagy
    Fotograma, 1943.

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  • Wiener Werkstätte

  • Wiener Werkstätte

    Wiener Werkstätte

    Logo da Wiener Werkstätte (1902-1932)

    ATUAÇÕES

    • Áustria

    O imenso dano causado, de um lado, pela deteriorada produção de massa e, de outro, pela imitação servil dos estilos passados inunda todo o mundo como uma gigantesca torrente fluvial [...] No lugar da mão, imiscuiu-se a máquina; no lugar do artesão, o comerciante. Mas seria uma loucura querer nadar contra essa corrente. Apesar disso, fundamos a nossa oficina [...]. Queremos estabelecer uma relação estreita entre o público, o projetista e o artesão, e produzir objetos de uso doméstico simples e de qualidade. O nosso ponto de partida é o uso do objeto; a nossa primeira condição é a funcionalidade; a nossa força consistirá na harmonia das proporções e na excelência da elaboração. Quando for o caso, procuraremos acrescentar ornamentos, mas sem esforços e não a qualquer custo [...] É preciso tornar a reconhecer e apreciar o valor do trabalho artistico e das ideias. O trabalho do artesão deverá ser valorizado na mesma medida daquele do pintor e do escultor. Não podemos nem pretendemos concorrer com a produção de baixo preço; essa se dá, sobretudo, em detrimento dos trabalhadores e nós entendemos que o nosso dever mais alto seja dar-lhes de novo a alegria de um trabalho e uma existência digna de homem. Mas tudo isso só se pode obter gradualmente [...].

    Os produtos substitutos, as imitações de estilo, só podem satisfazer aos parvenus. O burguês de hoje, assim como o operário, deve possuir a orgulhosa consciência dos próprios valores e não deve tender à emulação com outras classes, cuja missão cultural já foi cumprida e que conservam, de direito, a recordação de um esplêndido passado artístico. A nossa burguesia ainda está distante de haver realizado a sua própria missão artística. A ela cabe agora levar a termo essa evolução [...] Que nos seja enfim consentido sublinhar que também nós estamos conscientes do fato de que em determinadas circunstâncias se podem produzir, com a ajuda das máquinas, produtos razoáveis em série, a preços acessíveis; contanto que tais objetos revelem claramente o caráter de sua fabricação [...]. Usaremos todas as nossas forças para termos sucesso, mas daremos passos adiante apenas com a ajuda de todos os amigos. Não podemos nos permitir fantasias. Temos os pés bem plantados na terra e esperamos as encomendas".

    HOFFMAN, J. & MOSER, K.. [1905]
    Programa da Wiener Werkstätte. Apud: DE FUSCO, Renato. [1.ed. 1985]
    História do Design, 2019.

    OBRAS

    Dagobert Peche
    Caixa de doces em formato de pássaro, 1920

    Carl Otto Czeschka
    Colar, 1910

    Bertold Löffler
    Cartaz para o Kabarett Fledermaus, 1907

    Koloman Moser e Josef Hoffmann
    Poltrona confeccionada para o Sanatório Purkersdorf, 1903

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    PEVSNER, Antoine

  • Dadaísmo

  • Dadaísmo

    Bulletin DADA Nº 6, 1920.

    CRONOLOGIA

    • O da -
  • RUSKIN, John

  • RUSKIN, John

    John Ruskin

    John Ruskin (1819 - 1900).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Crítica(o) de Arte
    • Filósofa(o)
    • Pintor(a)
    • Teórica(o)

    (…) Quem se importa se os pontos de vista do Sr. Ruskin sobre a obra de Turner são corretos ou não? Qual a relevância disso? Sua prosa é tão poderosa e majestosa; (...); é tão rica em sua elaborada sinfonia musical; é tão segura e precisa em suas manifestações; é tão sutil na escolha de palavras e de epítetos, que se torna uma obra de arte pelo menos tão grande quanto qualquer dos pores-de-sol que descolorem ou que apodrecem em telas corrompidas nas galerias da Inglaterra (...).

    WILDE, Oscar. Apud ADAMS, Steven. [1987]
    The Arts & Crafts Movement.
    London, Grange Books.

    CRONOLOGIA

    • 1819 - Nasce em Londres, na Inglaterra.
    • 1836 - Passa a morar em Oxford, onde frequenta o Christ’s Church College de 1838 a 1842.
    • 1848 - Inicia seus estudos de Arquitetura Gótica.
    • 1849 - Publica The Seven Lamps of Architecture. Trabalha em Veneza de novembro a março de 1850, onde estuda a arquitetura e a história da cidade.
    • 1851 - Publica o primeiro volume de The Stones of Venice. Continua trabalhando no resto do livro, em Veneza, de setembro até junho de 1852.
    • 1853 - Publicados os segundo e terceiro volumes do The Stones of Venice.
    • 1857 - Publica os The Elements of Drawing e o The Political Economy of Art.
    • 1867 - Publica Time and Tide, cartas sobre questões sociais e políticas tendo como alvo os trabalhadores britânicos.
    • 1869 - Nomeado o primeiro Slade Professor of Fine Arts, em Oxford.
    • 1877 - É processado por calúnia pelo artista James Whistler, um dos fatos que resultará em sua decisão de renunciar à sua Cátedra, dois anos depois.
    • 1878 - Funda a Guild of St. George. Sofre um ataque de loucura.
    • 1879 - Renuncia à Cátedra em Oxford.
    • 1883 - Reassume sua Cátedra em Oxford.
    • 1886 - Sofre novo ataque de doença mental.
    • 1900 - Morre em Brantwood, Cumbria, Inglaterra, aos 81 anos.

    OBRAS

    Cascade de la Folie, Chamonix, 1849.

    The Ducal Palace, Venice, 1835.

    Zermatt, 1844.

    The Garden of San Miniato near Florence, 1845.

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  • DUBAN, Félix

  • DUBAN, Félix

    Félix Louis Jacques Duban

    Félix Duban (1798 - 1870)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    Naturalmente, ao passo que Duban (…) tornou-se um chef d’atelier bem sucedido, suas ideias começaram a influenciar os projetos concorrentes ao Grand Prix [d’Architecture]. Assim, ganhou peso um tipo de racionalismo que chamava atenção para o fato de que a utilidade física das formas arquitetônicas deveria decorrer da natureza dos materiais — concepção muito diferente daquele racionalismo acadêmico que tinha a “beleza” formal como meta. (...) A valorização dessas qualidades contribuiu, então, para que as formas clássicas pudessem ser agora utilizadas livremente, em conjunto com outros estilos, em novos tipos de edificações e combinadas com novos materiais.

    EGBERT, Donald. [1980]
    The Beaux-Arts Tradition in French Architecture.
    Princeton, Princeton University Press. p. 59.

    CRONOLOGIA

    • 1797 - Nasce em Paris, no dia 14 de outubro.
    • 1813 - Ingressa no atelier do arquiteto e maçom François Debret, que mais tarde se tornaria seu cunhado.
    • 1814 - É admitido na École de Beaux-Arts de Paris.
    • 1823 - Conquista o Premier Grand Prix da École de Beaux-Arts que lhe vale uma bolsa de estudos para uma estada de cinco anos na Itália (fato que terá repercussão profunda em sua formação). Uma vez na Itália, é fortemente influenciado pelas revelações estéticas da descoberta arqueológica de Herculaneum e Pompeia (revelações essas consideradas por muitos como impulsionadoras do estilo Neoclássico no século XVIII).
    • 1824 - Chega em Roma em janeiro e aloja-se na Villa Médicis. Lá, será companheiro dos arquitetos Louis Duc, Henri Labrouste e Léon Vaudoyer. Os colegas passarão a ser conhecidos como la bande des quatre.
    • 1830 - Em seguida à Révolution de Juillet (que reestabeleceu a monarquia com Louis-Philippe 1º na França), incorpora-se à École de Beaux-Arts como arquiteto.
    • 1833 - Inicia uma reforma arquitetônica na própria École de Beaux-Arts. A obra se estende até 1838.
    • 1836 - Com o patrocínio do Service des Monuments Historiques, é encarregado da restauração da Sainte Chapelle, em Paris. Não sendo especialista em arquitetura gótica, é auxiliado pelo ainda inexperiente Jean-Baptiste Lassus. Juntos realizam um trabalho fenomenal.
    • 1837 - É encarregado pelo duque de Orléans de elaborar um álbum retratando todos os edifícios de Paris projetados ou concluídos sob o reinado de Louis-Philippe. Nesse empreendimento é auxiliado por Joseph-Louis Duc, Henri Labrouste e Léon Vaudoyer.
    • 1846 - É encarregado da restauração da ala François 1er. do Château Royal de Blois, obra que acompanhará até sua morte.
    • 1848 - É chamado a suceder Pierre-François-Léonard Fontaine e Charles Percier na restauração da Galerie d’Apollon do Louvre (que é aberta ao público três anos depois).
    • 1852 - Graças a uma divergência política, não prossegue com o projeto de restauração do Louvre (que continua com o plano do arquiteto Louis Tullius Joachim Visconti, contratado por Napoleão III). Visconti morre logo em seguida, sendo substituído por Hector-Martin Lefuel. O abandono desse projeto trouxe a Félix Duban não apenas um grande desgosto como também substancial perda financeira.
    • 1854 - Eleito membro da Académie des Beaux-Arts, onde passa a ocupar a oitava (das dez cátedras).
    • 1868 - Elevado ao cargo de Comendador da Légion d’honneur.
    • 1870 - Morre em Bordeaux no dia 12 de outubro, aos 72 anos de idade.

    OBRAS

    Palais des Études (interior), École de Beaux Arts

    Palais des Études, École de Beaux Arts

    Desenho Orchestres places aux Champs elysees, dans le gran carres

    Castelo de Blois

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    Estilo Internacional

    BERGERET, Albert

  • MOHOLY-NAGY, László

  • MOHOLY-NAGY, László

    László Moholy-Nagy (1895-1946)

    OBRAS

    Light-Space Modulator, 1930.

    Large Painting of The Railroad, 1920.

    Fotograma, 1943.

    Sil I, 1933.

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  • PUGIN, Augustus W. N.

  • PUGIN, Augustus W. N.

    Augustus W. N. Pugin

    Augustus W. N. Pugin (1812-1852).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis
    • Teórica(o)

    Pugin foi o Gibbon da Arquitetura. Nos seus Contrasts escreveu a história de seu declínio e de sua queda – não da maneira zombeteira do grande discípulo de Voltaire -, mas com a solenidade e com a veemente eloquência de Savonarola. Como o dominicano italiano, o arquiteto inglês foi mais um reformista e delator dos abusos do paganismo. Embora fosse tão ortodoxo quanto Savonarola, teve mais sorte por ter nascido em tempos mais felizes. Tempos nos quais a denúncia de abusos não implicava em uma candidatura ao martírio”.

    FERREY, Benjamin. [1861]
    A.N. Welby Pugin and his Father.
    London, Edward Stanford.

    CRONOLOGIA

    • 1812 - Nasce em Londres, na Inglaterra, filho do desenhista de projetos arquitetônicos francês Augustus Charles Pugin.
    • 1821 - Começa, desde cedo, a ser treinado pelo pai para fazer desenhos de edifícios góticos para ilustrar seus trabalhos.
    • 1827 - Vai trabalhar com a firma de ourivesaria Rundell & Bridge, que foi contratada para desenhar os móveis do recém-restaurado Castelo de Windsor.
    • 1830 - Abre um negócio de produção de entalhes góticos e de treinamento de pedreiros no estilo medieval. O negócio não obtém êxito, falindo logo em seguida.
    • 1835 - Pugin converte-se ao Catolicismo. Começa a trabalhar com o arquiteto Charles Barry no projeto vencedor para a reconstrução do Parlamento Inglês (destruído pelo fogo no ano anterior).
    • 1837 - Começa a trabalhar nas Torres de Alton. Nomeado Arquiteto e Professor de Antiguidades Eclesiásticas no Oscott College.
    • 1839 - Termina a construção de sua primeira igreja: a Igreja de St. Mary, em Uttoxeter, no interior da Inglaterra.
    • 1840 - Começa a trabalhar na Igreja Católica de St. Giles Cheadlem, em Staffordshire. Também inicia o projeto do Hospital de São João Batista, em Alton.
    • 1841 - Começa o trabalho na Catedral de St. George, em Southwark.
    • 1844 - Começa a construção de sua residência, em Ramsgate, Kent, chamada The Grange, ou St. Augustine’s Grange.
    • 1846 - Começa a construção da Igreja de St. Wilfrid, em Staffordshire.
    • 1847 - Após uma viagem à Itália, onde encontra o Papa, começa a trabalhar no projeto do Castelo de Alton.
    • 1850 - Termina a construção da St. Augustine’s Grange.
    • 1851 - Nomeado Commissioner of Fine Arts for the Great Exhibition.
    • 1852 - Morre, sendo enterrado na Igreja de sua propriedade, em St. Augustine’s Grange.

    OBRAS

    Palácio de Westminster, Londres.

    Armoire, 1850.

    Ladrilho de cerâmica, 1850.

    Vitral da Catedral de St. Aidan.

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  • HERTER, (irmãos)

  • HERTER, (irmãos)

    Christian e Gustave Herter

    Christian Herter (1839 - 1883).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Decorador(a)
    • Designer

    CRONOLOGIA

    • 1830 - Nasce Gustave, em Stuttgart, Alemanha.
    • 1839 - Nasce Christian, em Stuttgart, Alemanha.
    • 1848 - Gustave se muda para Nova York e começa a trabalhar por conta própria, seguindo os passos de seu pai, um habilidoso marceneiro.
    • 1853 - Gustave ganha notoriedade ao expor um belíssimo aparador entalhado em madeira no Palácio de Cristal.
    • 1859 - Christian, também tendo estudado a arte do pai, se muda para Nova York onde começa a trabalhar com seu irmão.
    • 1864 - Mudam o nome de sua empresa para "Irmãos Herter". A mesma se torna lider no mercado de decoração de interiores e mobiliário, atendendo aos novos gostos de ricos americanos.
    • 1868 - Decoram o interior de várias salas e galerias do Museu Mansão Lockwood-Mathews em Connecticut.
    • 1869 - Decoram o Salão Vermelho da Casa Branca durante o mandato do presidente americano Ulysses S. Grant.
    • 1870 - Gustave deixa a empresa e volta para a Alemanha, passando a administração da Irmãos Herter para as mãos de Christian.
    • 1879 - Christian decora o interior da mansão do executivo William Vanderbilt na Quinta Avenida.
    • 1881 - Christian se aposenta e se muda para Paris, onde passa a se dedicar a pintura. Pouco tempo depois, retorna a Nova York.
    • 1883 - Christian morre aos 44 anos em Nova York, Estados Unidos.
    • 1892 - Gustave volta para Nova York.
    • 1898 - Gustave morre aos 68 anos em Nova York, Estados Unidos.

    OBRAS

    Armário de bordo esculpido, c. 1872.

    Armário de ébano com detalhes em marfim, 1870.

    Cadeiras em madeira e estofado.

    Cama com dorsel.

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  • ROHLFS, Charles

  • ROHLFS, Charles

    Charles Rohlfs

    Charles Rohlfs (1853 - 1936)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Marceneira(o)

    Meus designs são meus. Eu os desenvolvo. Eles não são como os de qualquer outra época ou pessoa... Eu não leio Ruskin, nem ninguém, nem nada que poderia influenciar minhas ideias. Eu nunca as tiro de livros... Elas são minhas e, em sua execução, deposito todo meu coração e força, e é por isso que são encantadoras".

    ROHLFS, Charles [1900]
    House Beautiful
    edição de Janeiro

    CRONOLOGIA

    • 1853 - Nasce no Brooklyn, NY. Seu pai era marceneiro.
    • 1872 - Atua como designer de fogões de ferro fundido, tendo recebido sua formação na Cooper Union. Mais tarde, iniciaria uma carreira como ator profissional.
    • 1884 - Casa-se com Anna Katherine Green, autora de romances policiais de sucesso. Tentando ganhar a aprovação da família de Anna, desiste dos palcos e passa a trabalhar gerenciando uma fundição.
    • 1887 - Muda-se para Buffalo com a mulher e dois filhos pequenos. Começa a fabricar, junto a Anna, cadeiras e bancos para uso próprio.
    • 1889 - Estabelece um pequeno empreendimento no sótão de sua casa, chegando a empregar oito funcionários que o apoiavam na produção de artefatos os mais diversos: de mesas massivas a suportes de vela.
    • 1902 - Participa da International Exhibition of Modern Decorative Arts [Exibição Internacional de Artes Decorativas Modernas] em Turin, na Itália. Após a exibição, Rohlfs é admitido na Royal Society of Arts [Real Sociedade das Artes], em Londres, e recebe a encomenda de um conjunto de cadeiras para o Buckingham Palace.
    • 1907 - Apesar de aclamado pela crítica, a mudança de gostos e as baixas vendas ameaçam a viabilidade econômica do empreendimento. No ano de 1907, Charles encerra suas atividades como designer e passa a atuar ativamente em prol de causas cívicas.
    • 1909 - Lidera a Câmara do Comércio de Buffalo. Defende a implementação de reformas trabalhistas e faz campanha contra o trabalho infantil.
    • 1936 - Falece em Buffalo, no dia 30 de Junho, tendo passado seus últimos anos como um respeitado assessor político e membro de uma série de organizações cívicas.

    OBRAS

    Candlestick [Castiçal], 1904

    Hall Chair, 1904.
    © Foto cedida pelo Milwaukee Art Museum.

    Cadeira, 1901
    Comprado do Mary Blackwelder Memorial Fund pelo Smithsonian Design Museum

    Banco, 1898-99

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    NOVEMBRE, Fabio

  • Paling Stijl

  • Paling Stijl

    Estilo Enguia

    Baigneuse I (1899).

    Em cada país o Art Nouveau recebeu umnome ou versão diferente: na Alemanha foi chamado Jugendstil (“estilo da juventude”); na Catalunha, Modernisme; na Áustria, Sezessionstil (referência à Secessão Vienense); na Bélgica, Paling Stijl (“estilo enguia”) e Style des Vingt (de Os Vinte); em Portugal, Arte Nova; na Rússia, Stil’ Modern; e na Itália, Stile Nouille (“estilo macarrão”), Stile Liberty (alusão à loja de departamentos Liberty, de Londres, que vendia tecidos estampados neste estilo) e Stile Floreale (ou estilo dos lírios ou estilo das ondas). O design e a arquitetura Art Nouveau caracterizavam-se por enfatizar a linha ondulante, figurativa, abstrata ou geométrica, tratada com ousadia e simplicidade [...]."

    DEMPSEY [2003] & HEYL [2009]
    Revista Imagem, artigo 72.

    CRONOLOGIA

    • 1890 - Surge em Bruxelas, e vai se espalhando pelo mundo.

    OBRAS

    Hotel Tassel (interior) - Victor Horta.

    Bureau Bonheur du jour - Gustave Serrurie-Bovy (1898).

    Rajah - Henri Privat-Livemont (1899).

    Fachada da casa Ciamberlani - Paul Hankar (1897).

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    GAUDIER-BRZESKA, Henri

  • HUNT, Richard Morris

  • HUNT, Richard Morris

    Richard Morris Hunt

    Richard Morris Hunt (1827-1895)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O arquiteto americano, Richard Morris Hunts (nascido em 31 de Outubro de 1827 em Brattleboro, Vermont), se tornou famoso por elaborar o design de casas para a alta sociedade. Entretanto, ele trabalhou com diferentes tipos de construções, incluindo bibliotecas, construções civis, prédios de apartamentos, e museus de arte- oferecendo a mesma elegância tanto para a classe média quanto para os ricos americanos. No meio arquitetônico, Hunt é creditado por tornar a arquitetura uma profissão, por ser o pai fundador do Instituto Americano de Arquitetos".

    CRAVEN, Jack. [2017]
    ThoughtCo.

    CRONOLOGIA

    • 1827 - Nasce em Brattleboro, nos EUA.
    • 1843 - Muda-se para Roma com sua família.
    • 1845 - Começa a estudar com o arquiteto Samuel Derier, em Genebra.
    • 1846 - Entra para o ateliê do arquiteto Hector Lefuel, em Paris. Enquanto isso estudava para o exames de ingresso na Escola de Belas Artes.
    • 1853 - Auxilia Lefuel na construção do Museu de Louvre, fazendo o design do Pavillon de la Bibliothèque.
    • 1856 - Ajuda Thomas Ustick Walter a expandir e renovar o U.S. Capitol.
    • 1857 - Co-funda a New York Society of Architects, que passa a ser chamada de American Institute of Architects.
    • 1877 - Controi a Lenox Library.
    • 1881 - Projeta o pedestal da Estátua da Liberdade, que fica pronto em 1886.
    • 1889 - Projeta a Biltmore Estate, para George Washington.
    • 1895 - Morre em Newport, nos EUA.

    OBRAS

    Pedestal da Estátua da Liberdade.

    U.S. Capitol.

    Biltmore Estate.

    Pavillon de la Bibliothèque.

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    LAVIROTTE, Jules

  • KNOX, Archibald

  • KNOX, Archibald

    Archibald Knox

    Archibald Knox (1864 - 1933).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Designer de Jóias
    • Designer de Produto
    • Professor(a)

    Com especialização em metalurgia e joalheria, Knox foi um dos melhores designers a serviço da Liberty & Co. Nascido na Ilha de Man, estudou na Douglas School of Art. [Formado] trabalhou, inicialmente, como professor ao mesmo tempo que projetava lápides. Em 1897 mudou-se para Londres e começou a trabalhar para [Arthur] Liberty. Projetou uma grande variedade de itens como tapetes, têxteis, papéis de parede e ornamentos em cerâmica para jardins; mas suas peças mais bonitas foram concebidas em prata (a linha Cymric) ou em estanho (a linha Tudric). Knox desenvolveu técnicas de cantaria (que aprendeu na Ilha de Man) modificando os padrões de forma a criar uma variante Britânica do Art Nouveau. Continuou trabalhando para a Liberty & Co. até 1912, projetando, mais tarde, a pedra tumular de [Arthur] Liberty (1917).
    Knox exerceu suas atividades de designer junto com as de professor. Ministrou cursos nas escolas de Redhill, Wimbledon e de Kingston. No anos finais de sua vida, concentrou-se principalmente na produção de aquarelas”.

    DK [Doris Kindersley] (Eds.) (2015):
    Design: The Definitive Visual History.
    Penguin, Random House.

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce Archibald, quinto filho da família Knox, na Ilha de Man, Reino Unido.
    • 1878 - Inicia seus estudos na Douglas School of Art.
    • 1884 - Começa a atuar como professor na Douglas School of Art.
    • 1892 - Especialista em ornamentos celtas, é premiado em um concurso de design de ornamentos históricos.
    • 1893 - Publica Ancient crosses in the Isle of Man na revista The Builder.
    • 1896 - Publica Isle of Man as a Sketching Ground, na prestigiosa revista The Studio.
    • 1897 - Aproxima-se, provavelmente nesta data, da Liberty & Co. que comercializa suas criações sem lhe dar crédito.
    • 1899 - A Liberty & Co. participa da Arts & Crafts Exhibition. Muitos dos produtos exibidos são criações (anônimas) de Knox.
    • 1900 - Começa a lecionar na recém aberta Kingston School of Art.
    • 1902 - Introduz a linha céltica de produtos na Liberty & Co., sendo um dos principais expoentes do Renascimento Celta.
    • 1903 - A Liberty & Co. participa da Arts & Crafts Exhibition com diversos produtos de Knox. Está no auge de sua carreira.
    • 1912 - Renuncia ao posto de professor da Kingston School of Art após críticas a seu método de ensino. Seus alunos abandonam a escola em protesto e fundam a Knox Guild of Craft & Design.
    • 1912 - Deixa a Inglaterra e vai tentar a sorte na Filadélfia, nos Estados Unidos.
    • 1913 - Projeta tapetes para a Bromley & Co., firma da Filadélfia e ensina na Pensilvânia. Mas, incapaz de obter um bom posto nos Estados Unidos, regressa para a Ilha de Man.
    • 1933 - Morre na Ilha de Man aos 69 anos. Em sua lápide, a inscrição: "Archibald Knox, Artista, humilde servo do Senhor no sacerdócio do Belo".

    OBRAS

    Decanter, 1903-1904.

    Joia.

    Aquarela.

    Terracotta Jardiniere.

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    NAGEL, Gustaf

  • NEWBERY, Jessie W.

  • NEWBERY, Jessie W.

    Jessie Wylie Newbery

    Jessie Wylie Newbery (1864 - 1948)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer Gráfico
    • Designer Têxtil

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Paisley, na Escócia.
    • 1884 - Entra para a Escola de Arte de Glasgow, onde estuda por quatro anos.
    • 1889 - Casa-se com o pintor e diretor da Escola de Arte de Glasgow, Francis Newbery.
    • 1890 - Ganha uma medalha de bronze em um concurso em South Kensington por seu design Tempestas para um vitral.
    • 1893 - Exibe algumas de suas obras, dentre elas um cálice de prata e um prato de metal moldado, na Quarta Exposição da Sociedade de Arts & Crafts.
    • 1894 - Cria, junto a seu marido, o Departamento de Bordado na Escola de Arte de Glasgow e é apontada como chefe do mesmo. Seu talento, forte senso de design e incentivo pelo trabalho de seus alunos ajudam a elevar o status do bordado como uma forma de arte criativa.
    • 1900 - Seu departamento ganha notoriedade entre outas formas de arte e seus trabalhos e de seus alunos são regularmente expostos na revista britânica The Studio.
    • 1901 - Em uma avaliação da Exposição Internacional de Glasgow, seu trabalho é citado como sendo 'digno de estudo em virtude do bom design e acabamento excelente'.
    • 1902 - Tem suas obras e a de seus alunos exibidas na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin.
    • 1903 - Suas padronagens para roupas e bordados aparecem na influente revista alemã Moderne Stickereien. Lá se afirma que a 'Rosa de Glasgow', um dos mais notórios símbolos do Glasgow Style, foi criada e difundida por seus bordados, antes de ser amplamente utilizada por Charles Rennie Mackintosh.
    • 1907 - O Departamento de Educação Escocês autoriza a direção da Escola de Arte de Glasgow a certificar o curso de Costura e Bordado Artístico, elevando ainda mais o prestígio do Departamento de Bordado chefiado por Jessie Newbery.
    • 1908 - Aposenta-se do Departamento de Bordado por problemas de saúde, mas continua seu trabalho com bordado.
    • 1914 - Exibe seus trabalhos junto da Guilda Escocesa de Artes Manuais na Exposição de Artes Decorativas da Grã-Bretanha, no museu do Louvre, em Paris.
    • 1916 - Colabora com a organização e com a montagem da importante exposição 'Bordado e Costura Antiga e Moderna'.
    • 1948 - Morre aos 83 anos em Dorset, na Escócia.

    OBRAS

    Desenho para vestidos de crianças, ca 1902

    Abafador de bule bordado, ca 1900

    Capa bordada para almofada, ca 1900

    Colarinho e cinto bordados

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  • LETHABY, William R.

  • LETHABY, William R.

    William Richard Lethaby

    William Lethaby (1857 - 1931)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Autor(a)
    • Designer
    • Professor(a)
    • Teórica(o)

    Apesar de sua pouca educação formal, Lethaby tornou-se um educador bem sucedido de arquitetos; professor de Ornamento e Design no Royal College of Arts de 1900 a 1919 e autor de diversos livros. Ao longo de sua carreira, Lethaby manteve-se leal a Morris e a Webb e, através destes, a Ruskin, apesar de reinterpretar alguns aspectos do legado destes autores”.

    NELSON, Robert. [2004]
    Hagia Sophia, 1850-1950: Holy wisdom modern monument.
    Chicago, University of Chicago Press

    CRONOLOGIA

    • 1857 - William Richard Lethaby nasce em Barnstaple, Devon, Reino Unido.
    • 1877 - Depois de estudar na Royal Academy Schools, em Londres, trabalha sob orientação do arquiteto Richard Norman Shaw.
    • 1881 - Torna-se assistente principal de Richard Norman Shaw.
    • 1884 - Funda, junto com outros 14 arquitetos e designers, a Art-Worker’s Guild.
    • 1889 - Monta seu próprio escritório de arquitetura.
    • 1894 - Lethaby é nomeado Inspetor de Arte do Conselho de Educação Técnica, do recém formado London County Council.
    • 1896 - É indicado para o cargo de co-orientador na Central School of Arts and Crafts, em Londres, onde se tornaria diretor adjunto, permanecendo até 1911.
    • 1900 - Nomeado primeiro professor de Arte, no Royal College of Art.
    • 1915 - Torna-se Membro Fundador da Design and Industries Association.
    • 1931 - Morre, na Inglaterra, aos 74 anos.

    OBRAS

    Fachada de prédio na rua Colmore Row, 1900

    Detalhe no piso de mármore do Batistério de São João, 1912

    Detalhe no telhado, Igreja de Todos os Santos, 1902

    Igreja de Todos os Santos, Brockhampton, 1902

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  • DALPAYRAT, Pierre-Adrien

  • DALPAYRAT, Pierre-Adrien

    Pierre-Adrien Dalpayrat

    Pierre-Adrien Dalpayrat (1844 - 1910).

    ATUAÇÕES

    • Ceramista
    • Escultor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1844 - Nasce em Limoges, na França.
    • 1859 - Começa a frequentar a École Pratique de Peinture sur Porcelaine, de Limoges.
    • 1867 - Dalpayrat começa sua carreira como pintor de cerâmicas. A começar desse período, ele trabalha em seis fábricas diferentes, em curtos intervalos de tempo.
    • 1870 - Passa um tempo em Londres com seu irmão Louis, com o objetivo de estudar a técnica de esmaltagem em cobre.
    • 1874 - Começa a trabalhar para a fábrica de porcelanas Ashwin, na comuna de Valentine, ao pé dos Pirineus.
    • 1889 - Muda-se para Bourg-la-Reine, cidade próxima à Paris com uma longa tradição na fabricação de porcelana. Nessa mesma época, Dalpayrat para de se auto intitular pintor de cerâmica e passa a se identificar como ceramista ou artista-ceramista. Começa também a utilizar cada vez mais o grês em seus trabalhos.
    • 1892 - Exibe 50 peças de grês baseadas em modelos de Alphonse Voisin-Delacroix, na prestigiosa Galerie Georges Petit em Paris.
    • 1893 - Participa da World's Columbian Exposition, em Chicago, onde é premiado com medalha de bronze.
    • 1900 - Recebe uma medalha de ouro na Exposition Universelle de Paris. No mesmo ano é condecorado com a Légion d'Honneur.
    • 1910 - Morre aos 66 anos, em Limoges, na França.

    OBRAS

    Vaso de grês, c. 1900.

    Vaso com arabescos de grês vitrificado.

    Jarro de cerâmica c. 1900.

    Jardineira floral.

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