
GARNIER, Charles
- 1825 - Nasce Jean-Louis Charles Garnier, em Paris, filho de uma família humilde.
- 1838 - [Data aproximada] Julgado incapaz de seguir a profissão de artífice do pai pela fragilidade de sua saúde, é matriculado pela mãe na École Gratuite de Dessin.
- 1840 - Torna-se aprendiz do arquiteto neoclássico Louis-Hyppolyte Lebas. Em seguida, trabalha como desenhista de Eugène Viollet-le-Duc.
- 1842 - Ingressa na École Royale des Beaux-Arts, de Paris.
- 1848 - Conquista o Premier Grand Prix de Rome: uma bolsa de estudos que lhe vale um ano na Itália.
- 1852 - Viaja pela Grécia e Turquia, estudando Arquitetura.
- 1860 - Ainda que relativamente desconhecido, vence o concurso para a construção da nova Ópera de Paris, encomendada por Napoleão III.
- 1869 - Publica o livro À Travers les Arts: Causeries et Mélanges, pela Hachette, desfrutando da notoriedade adquirida por ser o arquiteto da Nova Ópera.
- 1871 - Constrói sua própria residência, na cidade de Bordighera, na costa mediterrânea da Itália.
- 1875 - Após inúmeros contratempos — inclusive o término do Império —, é inaugurada a Ópera (que será conhecida como Opera Garnier. O edifício será considerado o marco do “Estilo Napoleão III” ou "Segundo Império".
- 1878 - Constrói a Ópera de Monte Carlo.
- 1889 - Prepara a Expositions des Habitations Humaines para a Exposition Universelle.
- 1892 - Lança livro sobre formas de habitação humanas, baseado em seu trabalho para a Exposição de 1889.
- 1898 - Morre aos 72 anos, em Paris.

BING, Siegfried
- 1838 - Nasce em Hamburgo, Alemanha.
- 1854 - Muda-se para a França onde irá participar dos negócios da família: são comerciantes de porcelana e móveis.
- 1863 - Associa-se a Jean-Baptiste Leullier, fabricante de porcelana.
- 1867 - Um aparelho de porcelana produzido pela Leullier & Bing conquista a medalha de ouro na Exposição Universal de Paris.
- 1873 - Com a morte de seu irmão mais velho, Michael, Siegfried Bing torna-se o diretor dos negócios da família na França.
- 1875 - Começa a vender, em uma loja na rue du Faubourg Saint Denis objetos vindos da China e do Japão.
- 1876 - Torna-se cidadão francês.
- 1880 - Faz uma viagem de um ano ao Japão. Aproveita sua permanência para importar produtos que viriam a firmar sua reputação como perito em porcelana japonesa.
- 1888 - Inicia uma publicação mensal intitulada Le Japon Artistique.
- 1894 - Viaja aos Estados Unidos onde trava contato com a obra de Louis Comfort Tiffany. Ao voltar, contrata os artistas Nabis para um projeto de produção de vitrais.
- 1895 - Bing interrompe o comércio de produtos japoneses e abre a Maison de l’Art Nouveau; que mais tarde viria a se chamar Maison Bing.
- 1898 - Chega à conclusão de que, para consolidar seu próprio estilo, tem que fundar sua própria manufatura.
- 1900 - Faz grande sucesso com seu pavilhão na Exposição Universal de Paris– o Pavillon de l’Art Nouveau -, onde trabalharam Eugène Gaillard, Édouard Collona e Georges de Feure.
- 1904 - Bing retira-se do negócio, sendo substituído por seu filho, Marcel.
- 1905 - Morre aos 67 anos, em Paris.

HUNT, Richard Morris
- 1827 - Nasce em Brattleboro, nos EUA.
- 1843 - Muda-se para Roma com sua família.
- 1845 - Começa a estudar com o arquiteto Samuel Derier, em Genebra.
- 1846 - Entra para o ateliê do arquiteto Hector Lefuel, em Paris. Enquanto isso estudava para o exames de ingresso na Escola de Belas Artes.
- 1853 - Auxilia Lefuel na construção do Museu de Louvre, fazendo o design do Pavillon de la Bibliothèque.
- 1856 - Ajuda Thomas Ustick Walter a expandir e renovar o U.S. Capitol.
- 1857 - Co-funda a New York Society of Architects, que passa a ser chamada de American Institute of Architects.
- 1877 - Controi a Lenox Library.
- 1881 - Projeta o pedestal da Estátua da Liberdade, que fica pronto em 1886.
- 1889 - Projeta a Biltmore Estate, para George Washington.
- 1895 - Morre em Newport, nos EUA.

SCHWITTERS, Kurt

SULLIVAN, Louis Henry
- 1856 - Nasce em Boston, nos EUA.
- 1870 - Forma-se na Rice Grammar School.
- 1872 - Entra para o curso de Arquitetura do MIT, Masachusetts Institute of Technology.
- 1873 - Se muda pra Chicago, onde começa trabalhar pro arquiteto William LeBaron Jenney.
- 1874 - Sullivan viaja para a Europa, onda estuda no estúdio Vaudremer na École des Beaux-Arts, em Paris.
- 1875 - Retorna para Chicago, onde trabalha como freelancer.
- 1876 - Pinta afrescos para o interior da igreja Chicago Avenue, do famoso evangelista Dwight Moody.
- 1881 - Abre a empresa Adler & Sullivan com o engenheiro alemão Dankmar Adler. Eles permanecem trabalhando juntos até 1895, quando Adler se aposenta.
- 1882 - Trabalha na reconstrução do Hooley's Theater de Chicago.
- 1886 - É comissionado para projetar o Auditorium Building.
- 1890 - Sullivan é um dos dez arquitetos americanos escolhidos para projetar uma estrutura para White City, na World's Columbian Exposition, que ocorreu em Chicago em 1893.
- 1924 - Morre, aos 67 anos, em Chicago, nos EUA.

KING, Jessie M.
- 1875 - Nasce em Bearsden, na Escócia.
- 1891 - Após uma infância conturbada e pais rigorosos que desencorajaram seu interesse artístico, Jessie começa seu treinamento como professora de Arte na Universidade Queen Margaret, em Glasgow.
- 1892 - Entra para a Escola de Arte, em Glasgow, onde recebe inúmeros prêmios enquanto aluna.
- 1898 - Conquista uma medalha de prata por suas ilustrações para o livro A Luz da Ásia, na Competição Nacional em South Kensington.
- 1899 - Forma-se na Escola de Arte de Glasgow e passa a lecionar Decoração de Livros e Design. É também contratada por uma loja de departamentos na Alemanha, que se interessa por seu trabalho, e lhe pede uma gama de itens "feitos ao novo estilo escocês".
- 1902 - Viaja pela Alemanha e Itália, e é fortemente inspirada pelos trabalhos de Botticelli. No mesmo ano, recebe medalha de ouro por sua capa para o livro L'Evangile de L'Enfance, na Exposição Internacional de Arte Decorativa Moderna, em Turin, o que a consolida como proeminente ilustradora de livros do movimento de Glasgow.
- 1903 - Torna-se membro do comitê da Sociedade de Artistas de Glasgow.
- 1905 - Entra para a Sociedade de Mulheres Artistas de Glasgow. Sua contribuição para o movimento escocês começa a despontar com exposições de sua arte em Londres e, dois anos mais tarde, em Glasgow.
- 1911 - Abre, juntamente com seu marido, o pintor e designer Ernest Archibald Taylor, o Atelier e Escola de Arte em Sheiling em Paris. Seus trabalhos durante sua estadia na França são considerados de grande influência para a criação do movimento Art Déco.
- 1920 - Transfere seu Atelier e Escola de Arte para Kirkcudbright, de volta na Escócia, onde estabelece um importante centro para mulheres artistas chamado Green Gate Close, no qual manteve um estúdio próprio para trabalhar com cerâmica.
- 1924 - Inspirada pelo estilo de arte javanês conhecido como batik, escreve e ilustra o livro Como Cinderela Conseguiu Ir Ao Baile.
- 1949 - Morre aos 74 anos em Kirkcudbright, na Escócia.

HENRY, George
- 1858 - Nasce em Ayrshire, na Escócia.
- 1880 - Estuda na Escola de Arte de Glasgow, onde demonstra talento para pinturas naturalistas e de cores vibrantes. Atende informalmente às aulas do pintor paisagista William York Macgregor, em seu estúdio da Rua Bath.
- 1885 - Conhece o artista Edward Atkinson Hornel, de quem rapidamente se torna grande amigo. Henry logo o introduz aos Glasgow Boys, e ambos artistas passam a trabalhar mais próximos, treinando juntos e colaborando em obras.
- 1889 - Pinta sua obra mais famosa e controversa, intitulada Uma Paisagem de Galloway, sendo vista por muitas como 'o trabalho mais próximo a uma obra-prima já pintado por uns dos Glasgow Boys, e por outros como apenas medíocre.
- 1890 - Começa a trabalhar em obras colaborativas com Edward Hornel. Logo completam a ousada pintura Druidas Trazendo Visco, utilizando gesso esculpido e folhas de ouro na criação da decoração.
- 1893 - Viaja para o Japão com Hornel, onde passam um ano e meio estudando a arte local. O aprendizado influencia sua arte.
- 1899 - É convidado
- 1900 - Abre um estúdio próprio em Londres, onde passa a se dedicar quase exclusivamente a fazer retratos. Atividade que, apesar de distante de seu estilo vibrante e naturalista, mostra-se mais rentável.
- 1902 - É eleito membro da Academia Real da Escócia e, mais tarde, também apontado como sócio da Academia Real de Arte da Inglaterra.
- 1943 - Morre aos 85 anos em Londres, na Inglaterra.

ELLIS, Harvey
- 1852 - Nasce em Rochester, N.Y., primogênito de uma família próspera. Ainda criança, demonstra possuir uma aptidão artística fora do comum.
- 1872 - É dispensado do West Point [Academia Militar dos Estados Unidos]. De acordo com os registros oficiais, o motivo teria sido o desempenho acadêmico insatisfatório de Ellis.
- 1877 - Passa os cinco anos que se seguem à expulsão transitando entre Albany, Nova York e Rochester. Trabalha meio período como projetista para uma firma de Engenharia. Em 1877, ajuda a estabelecer o Rochester Art Club [Clube de Artes de Rochester], do qual participaria ativamente nos próximos anos.
- 1879 - Em paralelo a sua atuação como artista, professor de arte e membro ativo do Rochester Art Club , decide abrir um escritório de arquitetura em parceria com o irmão mais novo, Charles. A empreitada seria bem sucedida, recebendo várias encomendas de edifícios no estilo Queen Anne.
- 1885 - Harvey casa-se e faz uma viagem à França, onde entra em contato com construções medievais e produz uma série de esboços em aquarela.
- 1886 - Deixa o irmão em Rochester e viaja para St. Paul, primeira parada de suas andanças pelo Meio Oeste. Pelos próximos sete anos mudaria-se constantemente, migrando para cidades nas quais houvesse grandes competições de design e trabalhando para diversas firmas do ramo.
- 1887 - Começa a trabalhar para LeRoy Sunderland Buffington, dono do maior escritório de arquitetura do estado de Minnesota. Esse e outros empregadores seriam os responsáveis por enviar os desenhos em perspectiva de Harvey para revistas especializadas. O sucesso das ilustrações publicadas fariam de Ellis referência nacional.
- 1893 - Em meio ao Pânico de 1893, um duro golpe para as firmas de arquitetura do meio oeste, Ellis retorna a Rochester. Volta a trabalhar em parceria com o irmão na Charles S. Ellis and Harvey Ellis, Architects. Produz, nesse período, um grande número de pinturas.
- 1897 - A influência do Arts & Crafts inglês começa a transparecer em suas criações. No ano de 1897, ajuda a fundar a Rochester Arts & Crafts Society. Seu interesse no movimento se estenderia pelo resto de sua vida.
- 1903 - Conhece Gustav Stickley por ocasião de uma exposição na Rochester Arts & Crafts Society, da qual Ellis era presidente. Publica seus designs arquitetônicos na The Craftsman [O Artífice], revista mensal de Stickley.
- 1904 - Falece em Syracuse, N.Y., tendo passado os últimos meses de sua vida trabalhando para Gustav Stickley.

Movimento Estético
- 1870 - 1900

DE MORGAN, William
- 1839 - Nasce, em Londres, William Frend De Morgan, filho do matemático Augustus De Morgan.
- 1859 - Aos vinte anos, William De Morgan ingressa na Royal Academy Schools — a mais antiga escola de artes da Grã-Bretanha — uma instituição que, moldada na Académie de Peinture et de Sculpture fundada por Luís XIV em 1648, na França, era famosa por seu ensino rigoroso e acadêmico.
- 1862 - Desiludido com o ensino acadêmico, abandona o curso de oito anos pela metade e aproxima-se de William Morris e do círculo Pré-Rafaelita. Cerca dessa época começa a trabalhar para a Morris, Marshall, Faulkner & Co., onde projetava vitrais.
- 1863 - Em paralelo aos projetos desenvolvidos para a Morris & Co., De Morgan monta um atelier independente na Fitzroy Square onde, em parceria com o vitralista James Lyon Tennant começa a direcionar sua criatividade para trabalhos com cerâmica.
- 1872 - Um incêndio acidental provoca uma desavença com o proprietário e De Morgan vê-se obrigado a mudar-se. Encontra um endereço em Chelsea, onde se estabelece.
- 1873 - Redescobre técnicas que se assemelham à cerâmica mouresca espanhola e à cerâmica maiólica da Itália.
- 1875 - Começa a desenvolver uma cartela de cores inspirada no que acreditava ser a padronagem Persa: azul escuro, azul turquesa, púrpura, verde, vermelho indiano e amarelo limão. (Sabe-se, hoje, tratar-se da tradição Iznik dos séculos XV e XVI).
- 1882 - Problemas de coluna forçam De Morgan a deslocar seu atelier para Merton Abbey, onde ficará mais perto de casa.
- 1888 - Após seu casamento, em 1887, com Evelyn De Morgan muda-se outra vez e desloca seu atelier para Sands End, em Fulham, onde, em sociedade com Halsey Ricardo, inicia o período mais prolífico de sua carreira.
- 1898 - Com Morgan frequentemente ausente — na impossibilidade de serem enfrentadas uma série de dificuldades financeiras e técnicas —, o atelier de Fulham é fechado e a parceria com Ricardo dissolvida.
- 1898 - De Morgan inicia uma nova parceria com três de seus antigos empregados: Frank Iles e os irmãos Passenger.
- 1906 - Com o êxito de sua primeira novela — Joseph Vance —, inicia uma próspera (segunda carreira) de escritor.
- 1907 - Dissolve sua sociedade com Frank Iles e os irmãos Passenger, que continuam o negócio por conta própria.
- 1917 - Após publicar mais algumas novelas de sucesso morre, em Londres, sendo enterrado no cemitério de Brookwood.

LIMBERT, Charles
- 1854 - Nasce em Linesville, na Pennsylvania, filho de um marceneiro e negociante de móveis.
- 1870 - É iniciado no negócio de móveis na loja de seu pai em Akron, Ohio, na década de 1870.
- 1878 - Com a falência do negócio do pai, segue com a mãe e a irmã para o Oeste.
- 1880 - Em meados da década de 1880, encontra-se em Chicago onde trabalha na loja de móveis de John A. Colby, estabelecendo reputação de excelente vendedor.
- 1889 - Associa-se com Philip J. Klingman – vendedor e empresário -, e iniciam a produção de moveis em Grand Rapids, Michigan.
- 1892 - Fim da sociedade com Klingman.
- 1894 - Funda a Charles P. Limbert Company.
- 1896 - Começa a produção de moveis no estilo Arts & Crafts, que chamará de Dutch Arts & Crafts (reconhecendo a influência da população de origem Holandesa da área de Grand Rapids).
- 1902 - Limbert cria a Holland Dutch and Arts and Crafts Company, nas cidades de Grand Rapid e de Holland (também em Michigan).
- 1904 - Expõe na Louisiana Purchase Exposition, em St. Louis com grande êxito.
- 1905 - Projeta e constrói a Square-Cut Café Chair, inspirada em Charles Rennie Mackintosh.
- 1906 - Projeta e constrói a Oval Center Table, também inspirada nas cadeiras do Willow Tea Rooms, de Mackintosh e Margaret MacDonald.
- 1922 - Com problemas de saúde, vende sua parte na companhia e retira-se do negócio.
- 1923 - Morre em Grand Rapids, Michigan, aos 69 anos.

GUTHRIE, James
- 1859 - Nasce em Greenock, na Escócia.
- 1877 - Abandona os estudos em Direito para entrar na Escola de Arte de Glasgow.
- 1880 - Torna-se membro do prestigiado Clube de Arte de Glasgow.
- 1883 - É considerado uma das figuras centrais do grupo de artistas que mais tarde seria conhecido como os Glasgow Boys. Pinta, neste ano, uma de suas mais famosas obras, intitulada A Hind's Daughter.
- 1885 - Ao lado de Joseph Crawhall, George Henry, Edward Walton, William Macgregor e outros artistas dos Glasgow Boys, exibe seus trabalhos na primeira exposição do grupo. No mesmo ano, começa a trabalhar com retratos.
- 1886 - Pinta o quadro In The Orchard, considerado uma das obras-primas chave da história da arte escocesa de sua época.
- 1888 - Tem seu trabalho reconhecido e é eleito associado da Academia Real Escocesa.
- 1892 - Torna-se membro oficial da Academia Real Escocesa.
- 1898 - Toma parte do comitê que se torna a Sociedade Internacional de Escultores, Pintores e Entalhadores, cuja presidência foi assumida pelo artista James McNeill Whistler.
- 1902 - Um dos mais proeminentes artistas escoceses de seu tempo, e um dos fundadores do grupo dos Glasgow Boys, toma o posto de presidente da Academia Real Escocesa, no lugar do pintor Sir George Reid.
- 1919 - Recebe uma encomenda do Baronete Sir Abraham Bailey, da África do Sul, para pintar um retrato em grupo de 17 políticos britânicos. A pintura leva onze anos para ficar pronta.
- 1930 - Morre aos 71 anos em Dunbartonshire, na Escócia.

PRIKKER, Johan Thorn
- Designer de Móveis
- Designer de Vidros
- Litogravurista
- Pintor(a)
- 1868 - Nasce em Haia, na Holanda.
- 1881 - Começa seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Haia, onde permanece durante seis anos, mas sai antes de completar seus estudos.
- 1890 - Conhece o grupo artistico belga The XX, junto do qual passa a expor seus trabalhos.
- 1893 - Participa de inúmeras exposições de pinturas e desenhos simbolistas.
- 1898 - Recebe o cargo de Diretor de Arte da recém-inaugurada galeria de Arts & Crafts em Haia. É nessa época que Prikker começa a desenhar mobilia, inspirado nos trabalhos de Van de Velde.
- 1900 - Se desentende com o fundador da academia, Chris Wegerif, e acaba se afastando do cargo.
- 1903 - Se muda para Krefeld, na Alemanha, onde passa a dar aulas na Escola de Artes Industriais.
- 1910 - Sai de Krefeld para Hagen, onde começa a receber inúmeras encomendas de murais, vitrais e mosaicos.
- 1913 - Torna-se o diretor da turma de pintura na Escola de Arts & Crafts de Essen.
- 1914 - Participa da primeira exposição de Werkbund em Cologne, na Alemanha, com seus vitrais para a igreja dos Três Reis em Neuss.
- 1920 - Se muda para Munique, onde passa a ensinar a arte dos vitrais e dos monumentos.
- 1926 - Passa a lecionar na escola de Arts & Crafts de Cologne, onde permanece até sua morte.
- 1932 - Morre aos 63 anos em Cologne, na Alemanha.

VAN DER LECK, Bart

HERTER, (irmãos)
- 1830 - Nasce Gustave, em Stuttgart, Alemanha.
- 1839 - Nasce Christian, em Stuttgart, Alemanha.
- 1848 - Gustave se muda para Nova York e começa a trabalhar por conta própria, seguindo os passos de seu pai, um habilidoso marceneiro.
- 1853 - Gustave ganha notoriedade ao expor um belíssimo aparador entalhado em madeira no Palácio de Cristal.
- 1859 - Christian, também tendo estudado a arte do pai, se muda para Nova York onde começa a trabalhar com seu irmão.
- 1864 - Mudam o nome de sua empresa para "Irmãos Herter". A mesma se torna lider no mercado de decoração de interiores e mobiliário, atendendo aos novos gostos de ricos americanos.
- 1868 - Decoram o interior de várias salas e galerias do Museu Mansão Lockwood-Mathews em Connecticut.
- 1869 - Decoram o Salão Vermelho da Casa Branca durante o mandato do presidente americano Ulysses S. Grant.
- 1870 - Gustave deixa a empresa e volta para a Alemanha, passando a administração da Irmãos Herter para as mãos de Christian.
- 1879 - Christian decora o interior da mansão do executivo William Vanderbilt na Quinta Avenida.
- 1881 - Christian se aposenta e se muda para Paris, onde passa a se dedicar a pintura. Pouco tempo depois, retorna a Nova York.
- 1883 - Christian morre aos 44 anos em Nova York, Estados Unidos.
- 1892 - Gustave volta para Nova York.
- 1898 - Gustave morre aos 68 anos em Nova York, Estados Unidos.

JONES, Owen
- 1809 - Nasce em Londres, Inglaterra.
- 1825 - Começa a estagiar para o arquiteto Lewis Vulliamy.
- 1829 - Começa seus estudos em arquitetura na Academia Real.
- 1832 - Após se formar na Academia Real, embarca em seu Grande Tour para estudar a policromia na antiga arquitetura grega. Passa pela Itália, Grécia, Egito, Turquia e finalmente chega à Espanha acompanhado de Jules Goury, onde juntos estudam a decoração islâmica de Alhambra.
- 1836 - Começa a publicar o fruto de seus estudos chamado Plans, Elevations, Sections and Details of the Alhambra, dividido em 12 partes. Leva quase dez anos para lançar todas.
- 1851 - É encarregado da decoração e disposição das obras e exibições na Grande Exposição de 1851.
- 1854 - Fica responsável, justamente de Matthew Digby Wyatt, pela decoração e organização do Palácio de Cristal em Sydenham, onde criam uma série de Quadras de Belas Artes que levariam os visitantes em uma jornada através da história do design e da ornamentação
- 1856 - Publica sua mais famosa obra, o livro A Gramática do Ornamento.
- 1864 - Por seus conhecimentos de arte moura e árabe, é contratado para desenhar os interiores do palácio do Vice-rei do Egito, Ismail Pasha, no Cairo, no que Jones descreve como "O maior triunfo de sua vida".
- 1874 - Morre aos 65 anos, em Londres, Inglaterra.

Secessão Vienense

DUC, Joseph-Louis
- 1802 - Nasce dia 15 de Outubro em Paris, na França. Seu pai vinha de uma tradição renascentista de artesãos de épôes (espadas) e desde cedo estimularia o filho a copiar ou imitar modelos selecionados, como incentivo à formação artística do jovem Joseph-Louis Duc.
- 1825 - Após ter estudado na Ecole des Beaux-Arts sob a tutela de Charles Percier, vence o grand Prix de Rome com seu projeto para a Prefeitura de Paris. Usa a bolsa de estudos do prix para estudar principalmente as obras romanas, como o Teatro Marcellus, em Roma, o de Taormina, na Sicília, e o Coliseu.
- 1830 - Fim de sua estadia na Villa Médici, onde fizera amizade com Henri Labrouste, Léon Vaudoyer e Félix Duban. De volta à França, apresenta em 26 desenhos o projeto de restauração do Coliseu. Exibidos na Exposição Universal de Paris de 1855, rendem-lhe a admiração da nova geração de arquitetos.
- 1834 - É escolhido para ocupar o cargo de inspetor nos trabalhos da Colonne de Juillet [Coluna de Julho], monumento em memória da revolução de julho de 1830. Jean-Antoine Alavoine é nomeado arquiteto responsável.
- 1840 - No dia 28 de Julho inaugura-se a Colonne de Juillet, tendo Duc assumido o projeto após a morte de Alavoine. É recompensado, durante a cerimônia de inauguração, com a cruz de chevalier de la Légion d'Honneur. No mesmo ano, recebe a nomeação, junto com Etienne-Théodore Dommey, de arquiteto do Palais de Justice.
- 1847 - Desenvolve o projeto para reconstrução do Palais de Justice, primeiro trabalho que lhe permite uma maior liberdade criativa.
- 1862 - É nomeado officier de la Légion d'Honneur e substitui Louis Lenormand como arquiteto da Cour de Cassation (Tribunal de Cassação). No mesmo ano, constrói a capela principal da faculdade Louis-le-Grand, atual escola Michelet, em Vanves. Quatro anos mais tarde, em 1866, é eleito para a Académie des Beaux-Arts.
- 1871 - Um grande incêndio atinge o Palácio de Justiça e o Tribunal de Cassação, destruindo parte do trabalho de Duc. O arquiteto dedica-se a reparar os danos, restaurando e aperfeiçoando as estruturas danificadas. No ano seguinte, é nomeado comandante da Légion d'Honneur.
- 1875 - O conselho do Instituto Real de Arquitetos Britânicos condecora Louis-Joseph Duc com "[uma medalha de] distinção que a Rainha concede anualmente àquele que mais contribuiu, por meio das artes ou da literatura, para o avanço geral da arquitetura". Lord Bacon desmancha-se em elogios à obra do arquiteto.
- 1877 - Começa a construir o castelo Boulard, em estilo neo-renascentista, em Biarritz.
- 1879 - Morre no dia 22 de Janeiro, aos 76 anos, em Paris. Embora não tivesse tocado um ateliê ou tido alunos diretos, deixa uma série de discípulos e admiradores de seu trabalho.

UPJOHN, Richard
- 1802 - Nasce em Shaftesbury, Inglaterra, filho de uma família de classe média baixa. Seu pai era agrimensor e corretor de imóveis
- 1815 - Por volta desta data, inicia seu aprendizado em marcenaria. Será aprendiz por cinco anos.
- 1828 - Nasce seu filho Richard Michel Upjohn – também destinado a ser um arquiteto importante.
- 1829 - Endividado e com o insucesso de seu negócio, muda-se com a família para os Estados Unidos, estabelecendo-se, inicialmente, em New Bedford, Massachusetts. Estabelece-se como carpinteiro.
- 1836 - Obtém a nacionalidade norte-americana. Trabalha em diversos projetos de igrejas.
- 1839 - Inicia o projeto da Trinity Church, em Nova Iorque, cujo término se dará em 1846. Com o êxito desta obra, projeta-se como arquiteto.
- 1840 - Construção da Church of the Ascension, em Manhattan, Nova Iorque.
- 1845 - Começa a construção da Grace Church em Providence, Rhode Island.
- 1852 - Publica o Upjohn's rural architecture: Designs, working drawings and specifications for a wooden church, and other rural structures”; livro que exercerá um profundo impacto na arquitetura eclesiástica Americana.
- 1853 - Projeto e construção — executados por pai e filho —, da Igreja de São João Crisóstomo em Delafiel, Wisconsin. A igreja é considerada uma obra prima de um estilo às vezes chamado de Carpenter Gothic; ou seja, “Gótico Carpinteiro”, que veio a se tornar bastante popular nos Estados Unidos.
- 1857 - Funda, junto a treze outros arquitetos, o American Institute of Architects, assumindo a presidência (que mantém por quase vinte anos).
- 1878 - Morre em Nova Iorque, deixando como legado, entre outras obras, diversas igrejas construídas nos estilo Neogótico e Italiano.

VALLIN, Eugène
- 1856 - Nasce em Herbéviller, na França.
- 1881 - Após estudar na École des Beaux-Arts de Nancy, Vallin começa a trabalhar como aprendiz na oficina de carpintaria de seu tio.
- 1895 - Projeta e constrói sua nova casa (e seu atelier)
- 1896 - Projeta as portas para a oficina de Emile Gallé, atualmente guardadas no Museu da Escola de Nancy.
- 1901 - Torna-se um dos vice-presidentes do conselho de administração da École de Nancy.
- 1902 - É construída a Maison du Peuple, em Nancy, projeto do arquiteto Paul Charbonnier com colaboração de Eugène Vallin.
- 1903 - Colabora com o projeto do Hôtel de ville d'Euville, dos arquitetos Henry Gutton e Joseph Hornecker.
- 1907 - É construída a Pharmacie Malard, atual Pharmacie de l'Art Nouveau, em Commercy. Por volta dessa época, recebe a encomenda de um quarto de dormir para a família Corbin. A recusa de Vallin em industrializar sua produção — indo de encontro ao posicionamento de outros artistas da École da Nancy — faz com que sua atividade gire em torno do mobiliário sob encomenda. Entre seus clientes figuram os maiores patronos em Nancy à época, como os Corbin e os Masson.
- 1909 - Projeta, com colaboração de Victor Prouvé, o pavilhão que abriga a Exposition Internationale de l'Est de la France, em Nancy.
- 1922 - Morre em Nancy, na França.

Streamlining

WEBB, Philip
- Arquiteta(o)
- Designer de Móveis
- Designer Têxtil
- Vitralista
- 1831 - Nasce em Oxford, na Inglaterra.
- 1846 - Começa seu aprendizado junto ao arquiteto John Billing, em Reading, Berkshire.
- 1852 - Torna-se assistente do arquiteto George Edmund Street, em Londres.
- 1856 - Conhece William Morris, de quem se tornará grande amigo.
- 1858 - Abre sua própria firma de Arquitetura.
- 1859 - Constrói para William Morris a Red House, em Bexleyheath, Kent; casa que será uma das referências do Movimento Arts & Crafts.
- 1861 - Ajuda a fundar a Morris, Marshall, Faulkner & Company, firma para a qual executará diversos projetos.
- 1874 - Inicia o projeto da Igreja (Gótica) de St. Martin, em Brampton; a única Igreja na qual trabalhou. A construção dura quatro anos.
- 1877 - Funda, com William Morris, a Society for the Protection of Ancient Buildings.
- 1885 - Junta-se à Socialist League, da qual se tornará Tesoureiro.
- 1892 - Começa o projeto da Casa Standem, terminado em 1894; um de seus últimos trabalhos.
- 1900 - Aposenta-se e vai morar no interior da Inglaterra onde viverá modestamente.
- 1915 - Morre em Worth, Sussex, Inglaterra, aos 84 anos.
SCHLEMMER, Oskar
GARNIER, Charles
Charles Garnier
(...)[Esta] história pode ser apócrifa, mas a resposta de Garnier — mesmo que ele nunca a tenha dado —, foi certamente verdadeira. (...) Quando a Imperatriz Eugénie se queixou com Garnier de que o edifício [da nova Ópera de Paris] não (...) [fora projetado] "nem no estilo Grego, nem nos estilos de Luís XIV ou mesmo de Luís XVI", Garnier supostamente deu a seguinte explicação: "Senhora, esses estilos já estão ultrapassados. Esta obra [a Ópera de Paris] está no estilo de Napoleão III!".
McAULIFFE, Mary. [2011]
Dawn of the Belle Époque.
Rowman & Littlefield Publishers. Lanham (Maryland).
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
OBRAS
Opéra de Paris ou Palais Garnier circa 1890 - 1900
Escadaria do Palácio Garnier circa 1890 - 1900
Pátio do Palácio dos Doges, Veneza.
Desenho - 1852
Entrada do Cassino de Monte Carlo, Mônaco, circa 1890 - 1900
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KITAOKA, Akiyoshi
PANTON, Verner
Art Nouveau
BING, Siegfried
Siegfried Samuel Bing
"É importante observar que houve uma mudança na nomenclatura do movimento, na França, após a abertura da loja de Siegfried Bing, em Paris, mais ou menos na época do Natal de 1895. O letreiro laranja foi descrito por Arsène Alexandre, editor da Revue des Arts Décoratifs, da seguinte maneira: “Acima dos dois enormes girassóis esculpidos em relevo, brutalmente agigantados se comparados aos naturais; sem gosto e sem estilo, lêem-se duas palavras de uma deliciosa modéstia: l’art nouveau.”
MADSEN, Stephan Tschudi. [1956]
The Art Nouveau Style.
New York, Dover Publications, 2002
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PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Poster Art Nouveau, 1898
Maison De L'Art Nouveau, Paris, 1895
Fonte de Cerâmica, Nord-Ouest, 1900.
Entrada de Maison de L'Art Nouveau, Paris, 1895
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RUSSOLO, Luigi
ARBUTHNOT, Malcolm
HUNT, Richard Morris
Richard Morris Hunt
O arquiteto americano, Richard Morris Hunts (nascido em 31 de Outubro de 1827 em Brattleboro, Vermont), se tornou famoso por elaborar o design de casas para a alta sociedade. Entretanto, ele trabalhou com diferentes tipos de construções, incluindo bibliotecas, construções civis, prédios de apartamentos, e museus de arte- oferecendo a mesma elegância tanto para a classe média quanto para os ricos americanos. No meio arquitetônico, Hunt é creditado por tornar a arquitetura uma profissão, por ser o pai fundador do Instituto Americano de Arquitetos".
CRAVEN, Jack. [2017]
ThoughtCo.
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Pedestal da Estátua da Liberdade.
U.S. Capitol.
Biltmore Estate.
Pavillon de la Bibliothèque.
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PAULIN, Pierre
SCHWITTERS, Kurt
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OBRAS
The And-Picture, 1919.
Cherry Picture, 1921.
Santa Claus, 1922.
The Spring Door, 1938.
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MOLL, Carl
BELTRI, Victor
EARL, Harley
SULLIVAN, Louis Henry
Louis Henry Sullivan
O Homem, por meio de sua força física, seus recursos mecânicos, sua engenhosidade, pode arranjar coisas lado a lado. Uma composição, literalmente, daí resultará, mas não como uma grande obra de arte, ou sequer como obra de arte, mas como mera exibição mais ou menos refinada de pura força bruta operando materiais úteis. Pode ser como um ruído em uma escala decrescente de níveis de vulgaridade, [mas] não pode nunca tornar-se uma nota musical. Ainda que deixe de ser vulgar para tornar-se sem personalidade, continuará até o fim sendo aquilo que era no início: incapaz de despertar inspiração — morta, absolutamente morta.
Não se pode duvidar por um momento sequer que uma obra de arte para que esteja viva, para que nos desperte para sua vida, para inspirar-nos mais cedo ou mais tarde com seu propósito, deve certamente estar animada por uma alma, deve ter sido instilada de vida por um espírito e deve por sua vez emanar esse espírito. Ela deve transparecer as experiências reais, em primeira mão, daquele que a fez, e deve representar sua mais profunda impressão não apenas de natureza física mas mais específica e essencialmente sua compreensão dos efeitos daquele Grande Espírito que faz da natureza tão compreensível para nós que ela deixa de ser um vulto e se torna uma doce, fascinante, convincente Realidade.
SULLIVAN, Louis. [1984]
Emotional Architecture as Compared to Intellectual : A Study in Subjective and Objective. [In: The Public Papers.]
TWOMBLY, Robert [Ed.]
Chicago, The University of Chicago Press, 1988. p.92
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Wainwright State Office Building
National Farmer's Bank of Owatonna
Holy Trinity Russian & Greek Orthodox Church
Carsons, Pirie, Scott & Co. Building in Chicago, 1899-1904, Chicago School
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KING, Jessie M.
Jessie Marion King
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OBRAS
Ilustração para o especial de Natal da revista The Studio, 1913
Colar de Ouro e Pérola, para a loja Liberty.
A Spray of Wild Hemlock, ilustração para o livro de contos A House of Pomegranates de Oscar Wilde, 1891
A Little Dream for Thee, ilustração para a revista The Studio, 1913
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HENRY, George
George Henry
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
The Head of the Holy Loch, 1882
Galloway Landscape, 1889
The Druids Bringing In The Mistletoe, 1890
Geisha Girl, 1894
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ELLIS, Harvey
Harvey Clinton Ellis
Muito da vida e do pensamento do designer permanece um enigma — e é dessa forma que [Harvey] Ellis presumidamente desejava que fosse. Descrito por amigos e colegas como um "gênio errante" e um "arquiteto poético", ele bebia exageradamente, o que pode ter levado à sua morte precoce em 1904, aos 52 anos. Suas excentricidades e a falta de uma ambição que o instigasse podem muito bem ter lhe custado o amplo reconhecimento de que muitos agora acreditam que era merecedor. Seu nome era conhecido por todos do ramo, desde os anos 1880 até bem depois de 1900. Construções espalhadas por todo o norte do estado de Nova York e ao longo do Meio Oeste carregam a forte marca de seu design, embora tenham sido atribuídas a seus empregadores.
REIF, Rita [1981]
Antiques: The Subtle Artistry of the Mission Furniture of Harvey Ellis
The New York Times (nytimes.com) (Último acesso: 30/08/2019)
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OBRAS
Music Cabinet. Circa 1903
Desenho da Samuel C. Gale House, 1888
Pillsbury Hall. 1889
Louis Smith Tainter House, 1889
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Movimento Estético
Esteticismo
Na segunda metade do século dezenove, transformações na arte, na arquitetura e no design na Grã-Bretanha levaram à criação do Movimento Estético; um estilo moderno de design Vitoriano que transcorreu, em boa medida, em paralelo ao Movimento de Arts & Crafts [Artes e Ofícios] e que teve como objetivo elevar o status de todos os objetos de consumo à categoria de obras de arte. Movido por slogans como ‘a arte pela arte’, o Movimento Estético – bem como o Movimento de Artes e Ofícios -, foi uma reação aos excessos do Revivalismo Gótico. No entanto, ao contrário do Movimento de Artes e Ofícios, o Movimento Estético rejeitava a ideia de que a arte deveria ter um propósito moral ou social”.
BHASKARAN, Lakshmi. [2005]
Design of the Times.
New York, Rotovision, pp. 32-33.
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Louis Tiffany - Mesquita de Cairo (1872)
Aubrey Beardsley - Isolde (1895)
Christopher Dresser - Padronagem Reptiliana (1887)
Dante Gabriel Rossetti - Rosa Triplex (1867)
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GEDDES, Norman Bel
NAGEL, Gustaf
BRAUNGART, Michael
DE MORGAN, William
William De Morgan
Diversos motivos podem ter contribuído para que [William] De Morgan começasse a se dedicar à fabricação de ladrilhos. Por volta da década de 1860, o interesse relacionado à decoração dos lares ingleses criou um mercado para ‘ladrilhos artísticos’ cuja demanda era atendida por firmas tais como a Minton’s e a Maw & Co. A Morris & Co. já fornecia ladrilhos artísticos pintados à mão para o segmento de alta gama desse mercado. O design de ladrilhos, no entanto, não era uma prioridade para a firma de Morris e De Morgan provavelmente intuiu que, ao se especializar nesta área, poderia criar um produto superior ao disponível no mercado”.
Greenwood, Martin. [1989]
The Designs of William de Morgan.
Richard Dennis, Yeovil, Inglaterra, 2007, pp. 7-8.
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PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Prato de Pavão, ca. 1888-98
Vaso, ca. 1888-98
Desenho para Decoração em Prato, 1879
Painel "Tree of Knowledge", ca. 1872-81
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REMY, Tejo
ALBERS, Josef
LIMBERT, Charles
Charles Limbert
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OBRAS
Sofá com madeira de carvalho, 1910.
Aparador.
Armário com tampo de cobre.
Marca para os móveis feitos em sua loja, ca 1902.
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KURAMATA, Shiro
BERTOIA, Harry
VILLON, Jacques
LOVEGROVE, Ross
EISENMAN, Peter
DESKEY, Donald
GUTHRIE, James
James Guthrie
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OBRAS
A Hind's Daughter, 1884
To New Pastures, 1883
In the Orchard, 1886
Statesmen of World War I, 1930
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PRIKKER, Johan Thorn
Johan Thorn Prikker
Johan Thorn Prikker (1868 - 1932)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
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OBRAS
Braut, ca. 1892.
Poster Holländische Kunstausstellung, 1903.
Madonna in Tulpenland, 1892.
Vitral na Igreja B.M.V. em Essen, 1931
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VAN DER LECK, Bart
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OBRAS
Composição 1917 no. 4 (Saindo da Fábrica), 1917
Natureza Morta (Tigela com Maçãs), 1921
Camponesa com vaca, 1921
© Kröller-Müller Museum
Pequena árvore em flor II, 1921
© Kröller-Müller Museum
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ROZANOVA, Olga
HERTER, (irmãos)
Christian e Gustave Herter
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OBRAS
Armário de bordo esculpido, c. 1872.
Armário de ébano com detalhes em marfim, 1870.
Cadeiras em madeira e estofado.
Cama com dorsel.
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POST, George Browne
George Browne Post
DEPERO, Fortunato
JONES, Owen
Owen Jones
Uma vez terminados projeto e construção, a decoração interior do edifício da Great Exhibition, foi confiada ao talentoso arquiteto e designer Owen Jones; teórico importante que, em 1856, publicaria a The Grammar of Ornament - um tomo suntuosamente ilustrado que viria a ser o primeiro tratado rigoroso de decoração. Jones acreditava que a cor deveria ser usada para ajudar a definir a forma arquitetônica. Para a decoração do Crystal Palace, ele tentou, de forma controversa, colocar sua teoria em prática: criou um esquema policromático de cores primárias inspiradas em precedentes históricos. [Baseou-se,] em suas palavras, nos 'estupendos monumentos dos egípcios, dos gregos, dos árabes e de outras civilizações orientais’.”
FIEL, Charlotte and Peter. (2016)
The Story of Design.
New York, The Monacelli Press, p. 123.
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OBRAS
The Acanthus.
The Grammar of Ornament, adornos chineses.
The Grammar of Ornament, adornos chineses.
The Grammar of Ornament, adornos romanos.
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Secessão Vienense
Nossas visões culminam no reconhecimento da necessidade de deixar a vida artística em Viena mais conectada com o desenvolvimento da arte no exterior, e deixar as exibições em um nível puramente artístico, livre de quaisquer considerações comerciais; despertando assim de maneira mais ampla uma visualização mais moderna e pura da arte; e finalmente, de aumentar o interesse pela arte politicamente.”
KLIMT, Gustav.
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Gustav Klimt
Adele Bloch-Bauer I, 1907.
Otto Wagner
Estação Karlsplatz, em Viena; 1894-1899.
Gustav Klimt
Schubert ao Piano, 1899. (Destruído em 1945)
Joseph Maria Olbrich
Loja de Departamento, em Dusseldorf.
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DUC, Joseph-Louis
Joseph-Louis Duc
A verdade é que esse grande mestre que acabamos de perder tinha um apreço e respeito profundos pela ordem. Para ele, a palavra “ordem” resumia todos os termos desta linguagem admirável da forma que é a arquitetura.
“O que seria de nossos monumentos sem a ordem?” — dizia — “E não é dessa ordem — cujas proporções são estabelecidas pela medida do homem —, que herdamos a unidade e a escala dos edifícios?”
“Suprimida a ordem, é imediato o estabelecimento de uma confusão. As proporções mais estranhas — às vezes encurtadas, às vezes esmagadas, às vezes com uma altura sem limites —, acabariam por formar um conjunto incoerente que poderia, até mesmo por um instante, ofuscar ou assombrar os olhos; mas jamais encantá-los”.
Assim pensava o senhor Duc: sem a imposição de uma ordem não se poderia fazer mais do que construções. Nunca se chegaria à arquitetura. (...) O senhor Duc acrescentava que “A ficção deveria ser o elemento mais importante da arquitetura. É ela que traduz a sua essência. O templo grego não era uma lenda de pedra? Todas as partes que o compunham eram, de fato, objetos naturais metamorfoseados (não imitados) em pedra. Ao serem traduzidos (mais que imitados) poderiam se transformar ou em ficções ou em embustes. E desta operação misteriosa de criação, que se constrói entre a natureza e o coração do homem, que a arte nasceu. É deste amálgama da natureza com a matéria, obra quase divina, que se apoiam todos os dogmas da arquitetura. O resto não é mais do que terra; o resto, não passa de construções".
SÉDILLE, Paul. [1879]
Joseph-Louis Duc, architecte (1802-1879) : notice lue dans la séance d'ouverture du Congrès des architectes à l'Ecole des Beaux-Arts.
16 de Junho de 1879.
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OBRAS
Desenho do Palais de Justice, Paris.
Capela do Lycée Michelet, Vanves.
Coluna de Julho, Paris.
© Foto por Jean-Louis Zimmermann, 2010
Palais de Justice, Paris.
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UPJOHN, Richard
Richard Upjohn
Uma vez enraizada nos Estados Unidos, a [Sociedade] Camdeniana fez o possível para garantir que a eclesiologia Americana nascente crescesse corretamente. (...) Embora os norte-americanos tivessem logo se cansado de serem tutelados pelos ingleses, os progressos da eclesiologia foram consideráveis. (...) O trabalho de Richard Upjohn revela outro aspecto do impacto da eclesiologia: sua capacidade de gerar aquilo que, com efeito, se tornará um novo gótico. Nas igrejas de Burlington (1846-8) e Elizabeth (1854), ambas em New Jersey, Upjohn começou a reduzir o gótico à sua geometria básica e às formas e estruturas subjacentes. Essa simplificação permitiu ao gótico construções mais baratas e com meios mais simples, conseguindo, assim, adequar-se às necessidades dos pequenos (e frequentemente remotos) aglomerados urbanos decorrentes da expansão para o Oeste. Somadas à intuição de Upjohn no uso de materiais, essas práticas produziram (...) igrejas de madeira com personalidades verdadeiramente características (...) [tal como seu melhor trabalho, a] Igreja de St. John Chrysostom (1851-3), em Delafield, Wisconsin: sua economia radical e a elegância de seus planos e linhas chegando perto da abstração. As igrejas de Upjohn vão além da eclesiologia. Elas ilustram os Princípios Verdadeiros do Gótico valorizados pela arquitetura americana: a explicitação, a utilidade, a verdade dos materiais, e um sentido de harmonia com a paisagem. Esses temas se mostrariam recorrentes.
BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
London, Phaidon.
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OBRAS
Grace Church, Rhode Island.
St. John Chrysostom Church, Wisconsin.
Trinity Church, NY.
Church of the Ascension, Manhattan.
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VALLIN, Eugène
Eugène Vallin
Les nombreaux dessins de Vallin, projets d'ensemble mobilier, expriment, eux assi, ce concept de modernité dans le rapport forme/fonction. La mise en scène évidente du projet, moins souvent opérationelle dans la réalisation, participe au cadre de vie renouvelé. Portant souvent sur des ensembles de salle à manger, la pièce bourgeoise par définition, ces dessins offrent un décor complet, incluant boiseries, tentures, meubles et bibelots, du sol au plafond pourrait-on dire, puisqu'ils comportent des essins de carrelage et de plafond. Pour la salle à manger, commandée en 1903 par Alber Bergeret pour sa maison de la rue Lionnois, Vallin fournit un projet aquarellé d'un décor unifié, comportant plafond avec éclairage intégré, lambris, meubles et cheminée, appliques et un vitrail inséré autour d'une porte. Le dessin présenté au client n'a donc pas qu'un rôle de sécution, il incarne l'idée que se fait Vallin d'un aménagement intérieur abandonnat toute hiérarchie entre les différentes pratiques artistiques.
BOUVIER, Roselyne [2018]
La rénovation du cadre de vie
In: L'École de Nancy: Art Nouveau et Industrie d'Art
Somogy Éditions d'Art / Musée de L'École de Nancy, 2018, p. 142
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PERSONAGENS RELACIONADOS
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OBRAS
Confessionário da Igreja Notre Dame de Bonsecours (detalhe), 1884
Sala de jantar Masson, 1938
Bureau aux ombelles, 1902
© Musée de l'École de Nancy / Claude Philippot
Porta para Émile Gallé com a inscrição Ma racine est au fond des bois, 1896
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Moderne
AALTO, Alvar
Streamlining
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WEBB, Philip
Philip Speakman Webb
Philip Speakman Webb (1831 - 1915)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
George Jack, (…) principal assistente [de Webb], escreveu após sua morte: ‘É como lembrar-se dos raios de sol do passado – eles deleitam e passam, mas também fazem as coisas crescer. Webb foi como os raios de sol; foi, inclusive, tão pouco reconhecido e agradecido quanto eles’."
TODD, Pamela. [2004]
The Arts & Crafts Companion.
New York, Palazzo, 2008
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OBRAS
A Casa Vermelha, 1859
Lápide de William Morris, 1896
Interior da Casa Vermelha, 1859
Prédio Escritório Bell & Co., 1891
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