FIGINI, Luigi

    DESKEY, Donald

  • BLEROT, Ernest

  • BLEROT, Ernest

    Ernest Blerot

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Produto
    • Inventor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce em Bruxelas, na Bélgica.
    • 1884 - Criativo e inventivo desde muito jovem, desenvolve um sistema de tranca de pinos similar às fechaduras Yale. Mais tarde, obtém o diploma em Arquitetura na Escola Superior de Artes Saint Luc, em Bruxelas.
    • 1897 - Constrói sua primeira casa e inicia uma curta carreira na Arquitetura.
    • 1899 - Dentro de um período de dois anos, indo até 1901, Blerot consegue o feito extraordinário de projetar mais de 28 casas por toda Bruxelas. Padronizando os interiores, apenas a fachada dos edifícios era individual, reduzindo o tempo de construção e o custo.
    • 1901 - Inicia o projeto e construção de sua própria casa. A construção é tida como um dos mais marcantes edifícios de esquina em Bruxelas e é onde Blerot abre seu próprio estúdio.
    • 1910 - Casa-se e abandona sua prática profissional de arquitetura, tendo realizado em torno de sessenta projetos durante seu curto período de atividade.
    • 1919 - Após a Primeira Guerra Mundial, dedica-se a reconstrução do castelo de sua família totalmente destruído. O projeto dura cerca de 10 anos.
    • 1929 - Termina a reconstrução do castelo de sua família e praticamente se aposenta como arquiteto. Durante os anos seguintes, desenha inúmeros protótipos de carros motorizados, desenvolve um sistema de filtragem de água e projeta uma turbina eólica que nunca é posta em prática.
    • 1957 - Morre aos 86 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Prédios na Rua St Boniface.

    Prédios na Rua Bellevue.

    Prédio na Avenida General de Gaulle.

    Castelo de Elzenwalle.

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    STARCK, Philippe

  • OSMERKIN, Alexander

  • OSMERKIN, Alexander

    Alexander Aleksandrovych Osmёrkyn

    Alexander Osmerkin (1892-1953)
    © Osmerkin Museum

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Natureza-morta com bandura (Violão e Lira), 1921
    © Museu Russo

    Lavadeira, 1922
    © Museu Russo

    Paisagem, 1920
    © Museu Russo

    Retrato de Ekaterina Timofeevna Barkova (Esposa de Rosa) , 1921
    © Museu Russo

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    GODWIN, Edward William

  • LALIQUE, René

  • LALIQUE, René

    René Lalique

    René Lalique (1860 - 1945)

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    [René Lalique] helped a vitrine designed by Huysmans for the 1900 Paris world's fair draw huge crowds. Before a bronze lattice of butterfly-women and beneath a sky with bats, "the sensation of the world's fair presented itself: spiritualized creatures from an intermediary world, pregnant with symbolism and formed of exquisite materials". One of these precious items, [was] the corsage ornament Dragonfly (...): [its] wings are of golden lattice work with hinges for movement. Enamel surfaces have been structured with inset diamonds; the body of the insect is studded with green chrysoprase; a nude, sphinx-like bust of a woman becomes the insect's head, with scarabs as eyes.

    The jewelry art of the Second Empire in France, the Grüdnderzeit in Germany, or Victorian England had a preference for particularly expensive stones in opulent mountings. Jewelry designers of the turn of the century opposed this occasionally very showy style by placing more value on artistic-aesthetic design and virtuoso workmanship over the material value of the raw materials. [René] Lalique was one of the first, starting in 1890 in Paris, to follow this principle; he chose more affordable materials but gave them innovative expressive possibilities.

    WOLF, Norbert [2011]
    Art Nouveau
    Prestel Verlag, Munique, 2015. p. 80

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Aÿ-en-Champagne, Marne, na França.
    • 1872 - Ingressa na College Turgot e começa a estudar desenho com o professor Justin-Marie Lequin.
    • 1876 - Começa a trabalhar como aprendiz do artesão e joalheiro Louis Aucoc.
    • 1878 - Ingressa na Sydenham Art College, em Londres, onde estuda até 1880.
    • 1882 - Começa a trabalhar como designer independente para grandes joalherias de Paris, como Jacta, Cartier e Boucheron.
    • 1885 - Assume a direção da oficina do joalheiro Jules Destape, na Place Gaillon, Paris.
    • 1890 - Já reconhecido como um dos designers de joias Art Nouveau mais importantes da França, é chamado para criar peças para La Maison de l'Art Nouveau, de Samuel Bing, em Paris.
    • 1900 - Apresenta suas obras na Exposition Universelle de Paris, onde faz sucesso com suas joias.
    • 1902 - Projeta figurino a ser usado pela atriz Sarah Bernhardt na peça Théodora. A atriz era uma de suas clientes mais famosas.
    • 1905 - Abre uma loja na Place Vendôme, em Paris, onde exibe não só suas joias, mas também seus trabalhos em vidro.
    • 1910 - Projeta o frasco para o perfume Ambre Antique de Fraçois Coty.
    • 1920 - Depois de longos anos projetando peças no estilo Art Nouveau, Lalique começa a explorar mais o estilo Art Déco em seus trabalhos.
    • 1929 - Lalique é chamado para fazer a decoração dos vagões do Côte d’Azur Pullman Express.
    • 1935 - É chamado para colaborar no design de interior da grande sala de jantar da primeira classe do navio de luxo Normandie, projetando as colunas de iluminação e lustres para o ambiente. Nesse mesmo ano ele abre a loja Lalique, na Rue Royale, em Paris.
    • 1945 - Morre, aos 85 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Diadema Galo, c. 1897-1898
    © Calouste Gulbenkian Museum

    Peitoral de serpentes, c. 1898
    © Calouste Gulbenkian Museum

    Peitoral de pavão, c. 1900
    © Calouste Gulbenkian Museum

    Broche Libellule, c. 1897-98
    © Calouste Gulbenkian Museum

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  • DRESSER, Christopher

  • DRESSER, Christopher

    Christopher Dresser

    Christopher Dresser (1834 - 1904).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Teórica(o)

    Chistopher Dresser foi um Vitoriano de origem humilde que rompeu as fronteiras dos privilégios de classe para reivindicar seu lugar como o primeiro designer da era industrial a ter o lar como prioridade. A mensagem de Dresser era de que bens baratos e acessíveis não precisavam ser feios.


    LYONS, Harry. [2005]
    Christopher Dresser: The People's Designer.
    London, Antique Collectors' Club

    CRONOLOGIA

    • 1834 - Nasce em Glasgow, Escócia.
    • 1847 - Começa a estudar na Government School of Design em Londres, onde conhece artistas notáveis da época como Henry Cole, Richard Redgrave e seu mentor, Owen Jones.
    • 1854 - Começa a lecionar botânica na Government School of Design.
    • 1856 - Contribui com a placa XCVIII para a famosa publicação A Gramática do Ornamento de Owen Jones e seguiu estudando sobre botânica, chegando a publicar livros do assunto.
    • 1859 - Recebe um doutorado no campo de botânica da Universidade de Jena, Alemanha por suas contribuições.
    • 1860 - Abre um estúdio de design.
    • 1862 - Publica um manifesto de design chamado A Arte do Design Decorativo; expõe seus trabalhos na Exibição Internacional de Londres.
    • 1876 - Se torna o primeiro designer europeu a ser enviado ao Japão pelo governo britânico levando um presente para o recém-inaugurado Museu Nacional em Tokyo. Lá aprofunda seu conhecimento e interesse pelas formas e arte japonesa e aprende novas técnicas de manufatura e criação.
    • 1880 - Abre sua Art Furnishers' Alliance no centro do distrito de luxo em Londres, próxima a outras grandes companias como Morris & Co., Liberty's, The Fine Art Society e a Grosvernor Gallery.
    • 1883 - A compania de Dresser fecha devido a problemas financeiros e sua saúde declinante.
    • 1904 - Morre aos 70 anos, em Mulhouse, França.

    OBRAS

    The Wave Bowl.

    Terrina de sopa e concha, c. 1878.

    Chaleira, 1879.

    Ornamento em estilo árabe, 1876.

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  • GALLÉ, Émile

  • GALLÉ, Émile

    Émile Gallé

    Emile Gallé (1846 - 1904)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Botânico
    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros

    Évoquer l’oeuvre d’Émile Gallé, c’est considérer trois techniques différentes: la céramique, le bois et le verre. D’où le surnom d’ “homo triplex” attribuè à l’artiste par son ami le critique d’art Roger Marx. Mais dès son époque, et longtemps après sa disparition, c’est l’oeuvre de verre de Gallé qui a fait l’objet du plus grand nombre d’articles, d’études et de commentaires de la part des journalistes et des historiens de l’art. (...) Ernest Tisserand rédige sur l’oeuvre de verre de Gallé et de Lalique un article dont les propos sont louangeurs pour le Nancéien: “Il a mis le poème en verre et, pour arriver à ses fins, réalisé de telles inventions techniques, accompli de tels tours de force matériels...” De même peut-on être surpris par le commentaire de Le Corbusier sur l’artiste: “La vie de Gallé est belle, partagée entre l’étude directe de la nature at le caprice du feu de ses fours. Gallé laisse des objets qui sont de belles oeuvres, plastiques et sensibles... Gallé est un homme louable et son oeuvre est louable.” (…) sur l’oeuvre de Gallé permet de signaler que celle-ci, en particulier les pièces de verre, n’a jamais laissé indifférent, et qu’elle a conservé dans l’imaginaire collectif du XXe siècle une place de choix. Ce sont évidemment les techniques verrières mises au point, développées et améliorées par l’artiste qui sont la raison principale de ce long engouement et de cette admiration constant.

    THOMAS, Valérie [2004]
    Le verre dans l'oeuvre d'Émile Gallé. In: Émile Gallé et le verre, la collection du Musée de l'École de Nancy (catalogue)
    Somogy Éditions d'Art / Musée de l'École de Nancy, p. 22-23

    CRONOLOGIA

    • 1846 - Nasce em Nancy, na França.
    • 1862 - Estuda Botânica na Université de Nancy.
    • 1865 - Estuda Filosofia e Mineralogia em Weimar e no atelier FüR Architektur und Kunstgewerbe, até 1866.
    • 1866 - Torna-se aprendiz de vitraleiro na Burgun und Schverer, em Meisenthal, na Alemanha.
    • 1877 - Assume a diretoria da empresa de sua família.
    • 1878 - Expõe seus trabalhos pela primeira vez na Exposition Universelle de Paris, e é premiado com quatro medalhas de ouro.
    • 1884 - Expõe cerca de 300 peças em vidro, de grande diversidade artística, na Union Centrale des Arts Décoratifs, em Paris.
    • 1885 - Estuda arte oriental e técnicas de pintura com seu colega e artista botânico japonês, Hokkai [Tokuso] Takashima.
    • 1889 - É premiado novamente na Exposition Universelle por seus móveis e peças de vidro e cerâmica.
    • 1900 - É nomeado Comandante da Légion d'Honneur.
    • 1901 - Funda a École de Nancy, também conhecida como Alliance Provinciale des Industries d’Art.
    • 1904 - Morre em Nancy, aos 58 anos, vítima de leucemia.

    OBRAS

    Luminária Libélula, 1900
    © Museo Art Nouveau y Art Déco - Casa Lis

    Vaso Affection apresentado na Exposição Mundial de Paris, 1900
    © Tokyo Metropolitan Teien Art Museum

    Les Coprins, c. 1902
    © Musée de l'École de Nancy

    Cama Aube et Crépuscule, 1904
    © Musée de l'École de Nancy

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  • MCKIM, Charles Follen

  • MCKIM, Charles Follen

    Charles Follen Mckim

    Charles Follen Mckim (1847 - 1909)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O êxito da firma [McKim, Meade & White] deveu-se à natureza complementar de seus três sócios — McKim, o idealista; Meade, o pragmático; e White, o sedutor. O idealismo vibrante e a adesão aos princípios universais de McKim foram moldados no exemplo de seu pai: ativista proeminente e patrono da causa abolicionista. (...) Meade era o realista do trio; o engenheiro. (...) White era o provocador, sempre pronto a quebrar precedentes, a usar novos materiais e a experimentar novas formas de edificações. (...) Esse alto nível de profissionalismo forjou-se nos muitos anos que trabalharam como assistentes no escritório de Henry Hobson Richardson.

    ROTH, Leland. [1980]
    International Dictionary of Architects.
    James Press.

    CRONOLOGIA

    • 1847 - Nasce em Chester County, Pensylvannia, Estados Unidos.
    • 1866 - Estuda em Harvard, na Lawrence Scientific School.
    • 1867 - Segue para Paris, onde aprimorará seus conhecimentos de Arquitetura na École des Beux-Arts, onde torna-se discípulo de Honoré Daumet.
    • 1872 - Regressa aos Estados Unidos, estabelecendo-se em Nova Iorque.
    • 1877 - Associa-se com o arquiteto William R. Mead.
    • 1879 - McKim e Mead associam-se com Stanford White para formar uma das mais prestigiadas firmas de arquitetura dos Estados Unidos.
    • 1895 - Constrói Biblioteca Pública de Boston, um dos muitos ícones do Beaux-Arts norte-americano pelos quais foi responsável.
    • 1900 - Recebe uma Medalha de Ouro na Exposição Universal de Paris.
    • 1903 - Recebe, do Rei Eduardo VII da Inglaterra, uma Medalha de Ouro por seus serviços prestados à Arquitetura.
    • 1907 - Torna-se membro da National Academy of Design.
    • 1909 - Morre em Long Island, Nova Iorque, aos 62 anos.

    OBRAS

    Boston Public Library

    White House Family Dining Room

    Pennsylvania Station

    Municipal Building

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    BERGERET, Albert

    REINHARDT, Ad

  • Modernismo Catalão

  • Modernismo Catalão

    Antoni Gaudí
    Casa Batlló.

    "Modernisme ou Modernismo é frequentemente um termo enganoso pois, apesar do nome, não se refere ao Movimento Moderno mas a um movimento mais assemelhado ao Art Nouveau originado na Espanha, mais especificamente na Catalunha, aproximadamente entre 1880 e 1910. [...] Ao mesmo tempo que abraçava o romantismo nacionalista do movimento de Artes e Ofícios, também vivenciava uma fé progressista na ciência e na tecnologia".

    Dictionary of Design since 1900. [1993]
    Thames & Hudson, London, 2004

    OBRAS

    Alexandre Riquer
    Ànecs.

    Gaspar Homar
    Sofá Vitrine.

    Lluis Domènech
    Institut Pere Mata.

    Josep Puig
    Casa de les Punxes.

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    HEARTFIELD, John

  • Wiener Werkstätte

  • Wiener Werkstätte

    Wiener Werkstätte

    Logo da Wiener Werkstätte (1902-1932)

    ATUAÇÕES

    • Áustria

    O imenso dano causado, de um lado, pela deteriorada produção de massa e, de outro, pela imitação servil dos estilos passados inunda todo o mundo como uma gigantesca torrente fluvial [...] No lugar da mão, imiscuiu-se a máquina; no lugar do artesão, o comerciante. Mas seria uma loucura querer nadar contra essa corrente. Apesar disso, fundamos a nossa oficina [...]. Queremos estabelecer uma relação estreita entre o público, o projetista e o artesão, e produzir objetos de uso doméstico simples e de qualidade. O nosso ponto de partida é o uso do objeto; a nossa primeira condição é a funcionalidade; a nossa força consistirá na harmonia das proporções e na excelência da elaboração. Quando for o caso, procuraremos acrescentar ornamentos, mas sem esforços e não a qualquer custo [...] É preciso tornar a reconhecer e apreciar o valor do trabalho artistico e das ideias. O trabalho do artesão deverá ser valorizado na mesma medida daquele do pintor e do escultor. Não podemos nem pretendemos concorrer com a produção de baixo preço; essa se dá, sobretudo, em detrimento dos trabalhadores e nós entendemos que o nosso dever mais alto seja dar-lhes de novo a alegria de um trabalho e uma existência digna de homem. Mas tudo isso só se pode obter gradualmente [...].

    Os produtos substitutos, as imitações de estilo, só podem satisfazer aos parvenus. O burguês de hoje, assim como o operário, deve possuir a orgulhosa consciência dos próprios valores e não deve tender à emulação com outras classes, cuja missão cultural já foi cumprida e que conservam, de direito, a recordação de um esplêndido passado artístico. A nossa burguesia ainda está distante de haver realizado a sua própria missão artística. A ela cabe agora levar a termo essa evolução [...] Que nos seja enfim consentido sublinhar que também nós estamos conscientes do fato de que em determinadas circunstâncias se podem produzir, com a ajuda das máquinas, produtos razoáveis em série, a preços acessíveis; contanto que tais objetos revelem claramente o caráter de sua fabricação [...]. Usaremos todas as nossas forças para termos sucesso, mas daremos passos adiante apenas com a ajuda de todos os amigos. Não podemos nos permitir fantasias. Temos os pés bem plantados na terra e esperamos as encomendas".

    HOFFMAN, J. & MOSER, K.. [1905]
    Programa da Wiener Werkstätte. Apud: DE FUSCO, Renato. [1.ed. 1985]
    História do Design, 2019.

    OBRAS

    Dagobert Peche
    Caixa de doces em formato de pássaro, 1920

    Carl Otto Czeschka
    Colar, 1910

    Bertold Löffler
    Cartaz para o Kabarett Fledermaus, 1907

    Koloman Moser e Josef Hoffmann
    Poltrona confeccionada para o Sanatório Purkersdorf, 1903

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  • KUBISTA, Bohumil

  • KUBISTA, Bohumil

    Bohumil Kubišta (1884-1918)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Florencie, 1907.

    Fakir Taming Snakes, 1915.

    Kone, 1907.

    Promenáda u Arna, 1907.

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  • Vorticismo

  • Vorticismo

    William Patrick Roberts
    The Vorticists at the Restaurant de la Tour Eiffel, 1915, 1961-2
    © The Estate of William Roberts / Tate Museum, London

    CRONOLOGIA

    • É o -

    OBRAS

    Wyndham Lewis
    Capa para a Revista Blast, 1915

    William Roberts
    Boxeadores, 1914
    © The estate of John David Roberts

    Frederick Etchells
    Progressão, 1915

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    D´ARONCO, Raimondo

  • VAN DER LECK, Bart

  • VAN DER LECK, Bart

    Bart van der Leck (1876 - 1958)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Composição 1917 no. 4 (Saindo da Fábrica), 1917

    Natureza Morta (Tigela com Maçãs), 1921

    Camponesa com vaca, 1921
    © Kröller-Müller Museum

    Pequena árvore em flor II, 1921
    © Kröller-Müller Museum

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  • ENDELL, August

  • ENDELL, August

    August Endell

    August Endell, (1871 - 1925)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer
    • Escultor(a)
    • Teórica(o)

    "Endell foi um dos primeiros artistas a protestar contra o Naturalismo e o Realismo nas Artes Visuais. (...) [Ele] defendia abertamente aquilo que mais tarde seria chamado de Arte Abstrata. Enfatizava que a natureza não era um livro de padronagens para os artistas. A Arte não ‘está na natureza em nenhum momento; trata-se de algo completamente diferente’. A Arte deveria estar apoiada na ‘sensação de prazer’ e na ‘alegria pura da forma e da cor’.”

    FRISCH, Walter. [2007]
    German Modernism: Music and the Arts.
    Los Angeles, University of California Press

    CRONOLOGIA

    • 1871 - Nasce em Berlim, na Alemanha.
    • 1892 - Muda-se para Munique, onde estuda Estética, Psicologia e Filosofia, influenciado pelo psicólogo Theodor Lipps.
    • 1896 - Entra em contato com Hermann Obrist, que o convence a abandonar a carreira acadêmica para se tornar um artista autodidata.
    • 1896 - Trabalha por um ano na decoração do estúdio fotográfico Elvira, trabalho arquetípico do Jugendstil.
    • 1896 - Publica o texto Um die Schönheit, ilustrando um caminho para a arte abstrata.
    • 1901 - Constrói o teatro Buntes em Berlim, com aspectos que fazem lembrar seu trabalho em Munique.
    • 1904 - Funda a Schule für Formkunst, em Berlim.
    • 1905 - Trabalha por um ano na construção do prédio Neumannschen Festsäle, obra onde introduziria elementos mais geométricos.
    • 1913 - Termina a construção de um hipódromo para corrida de trote em Mariendorf, Berlim, obra com um estilo mais simples e objetivo.
    • 1918 - Nomeado diretor da Akademie für Kunst und Kunstgewerbe, em Breslau.
    • 1925 - Morre em Berlim, aos 54 anos.

    OBRAS

    Fachada do Atelier Elvira, Munique, 1898

    Atelier Elvira, Munique, 1898.

    Hackescher Höfe, Berlim, 1907.

    Hackescher Markt, Berlim, 1907.

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  • MACDONALD, Margaret

  • MACDONALD, Margaret

    Margaret MacDonald

    Margaret Macdonald (1865 - 1933)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer Gráfico
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce próxima a Wolverhampton, na Inglaterra.
    • 1877 - Entra para uma progressiva escola local, a Orme Girls’ School, onde estuda arte com um pintor da Academia Real.
    • 1890 - Entra na Escola de Arte de Glasgow, onde torna-se amiga de outros estudantes e artistas, dentre eles Jessie Keppie, Agnes Raeburn, Janet Aitken, Katherine Cameron, Charles Rennie Mackintosh e Herbert McNair. O grupo se autodenomina ‘Os Imortais’.
    • 1894 - Começa a expor seus trabalhos junto de sua irmã, a artista Frances Macdonald, e seus dois colegas, os pintores e arquitetos Charles Rennie Mackintosh e Herbert McNair, os quais juntos formam o grupo The Four. Seus trabalhos são ridicularizados pela crítica por suas figuras “fantasmagóricas”, recebendo a alcunha de Spook School.
    • 1895 - Tem duas de suas pinturas e duas de sua irmã publicadas no livro Yellow Book de Aubrey Beardsley.
    • 1896 - Abre um estúdio com sua irmã Frances em Glasgow. Lá produzem os trabalhos mais variados, indo de pinturas a bordados, posters, painéis em metal e vitrais, dentre outros. No final do ano, o grupo The Four envia seus trabalhos para a Exposição de Arts and Crafts em Londres. As críticas não são boas, mas as obras captam o interesse da revista The Studio.
    • 1900 - Casa-se com o pintor arquiteto Charles Rennie Mackintosh. No mesmo ano, o casal expõe um par de painéis de gesso na Oitava Exposição da Secessão Vienense. A partir deste ano, Margaret inicia um período de trabalhos feitos quase exclusivamente em gesso.
    • 1902 - Exibe seus trabalhos na Exposição Internacional de Arte Moderna Decorativa em Turin. Sua contribuição, chamada Rose Boudoir, inclui painéis de metal para um armário desenhado por seu marido, e dois painéis grandes de gesso. 1903
    • 1903 - Trabalha na decoração das Willow Tea Rooms de Miss Cranston com Charles Rennie.
    • 1909 - Completa seus últimos painéis de gesso, chamados The Four Queens, eles representam as rainhas dos quatro naipes d baralho, e têm um estilo mais angular do que seus painéis anteriores.
    • 1921 - Morre sua irmã Frances Macdonald, um possível suicídio. Com a grande perda, Margaret pinta duas extraordinárias obras intituladas La Morte Parfumee e The Legend of the Blackthorns.
    • 1933 - Morre aos 68 anos em Londres, na Inglaterra.

    OBRAS

    Capa da revista Deutsche Kunst und Dekoration, 1902.

    Cardápio para Miss Cranston Cafe, 1911.

    Painel bordado, 1902.

    The Heart of the Rose, 1901.

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  • VILASECA, Josep

  • VILASECA, Josep

    Josep Vilaseca i Casanovas

    Josep Vilaseca i Casanovas (1848 - 1910).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    CRONOLOGIA

    • 1848 - Nasce em Barcelona, na Espanha.
    • 1873 - Forma-se em Arquitetura em Madrid e viaja junto com seu amigo Lluís Domènech para Alemanha, França, Suiça, Áustria e Itália para conhecer as tendências arquitetônicas.
    • 1874 - Torna-se professor na Escola d'Arquitectura de Barcelona.
    • 1879 - Projeta, junto com Francesc Vidal, o Atelier de Artes do mesmo.
    • 1885 - Projeta o Mausoléu da família Batlló, a Casa Pla e a Casa Bruno Cuadros, todos com clara influência Egípcia.
    • 1888 - Constrói o Arc de Triomf de Barcelona para a Exposição Universal de Barcelona de 1888.
    • 1910 - Morre, aos 62 anos, em Barcelona na Espanha.

    OBRAS

    Detalhe da fachada da Casa Pia Batlló, 1896

    Casa Comas d'Argemir, 1904

    Arc de Triomf de Barcelona, 1888

    Mausoléu da família Batlló i Batlló, Esculturas de Manel Fuxá, 1889

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  • CUYPERS, Pierre

  • CUYPERS, Pierre

    Petrus Josephus Hubertus Cuypers

    Petrus J. H. Cuypers (1827 - 1921).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    A Grã-Bretanha, a França e a Alemanha influenciaram o revivalismo na Holanda e na Bélgica. Petrus Cuypers introduziu o revivalismo Gótico na Holanda praticamente sozinho. Tendo estudado na Bélgica, Cuypers trabalhou em Amsterdã a partir da década de 1850. Suas primeiras igrejas no sul do país devem muito a Viollet cujos ideais de expressão e lógica estrutural — mas não seu repúdio ao historicismo —, continuaram influenciando Cuypers por toda sua carreira. Essas características já são evidentes na primeira igreja importante que projetou — a Posthoornkerk (1860 – 3) — em Amsterdam. Observe-se, no entanto, que embora os tijolos policrômicos e a dura linearidade sejam características do estilo Alto Vitoriano, a fachada oriental — com seu par de torres espiraladas emergindo das empenas —, remete a uma inspiração medieval proveniente dos Países Baixos e do norte da Alemanha. [...] A engenhosidade com que Cuyper planejava e fazia adaptações medievais nos seus projetos foram aspectos da ‘evolução’ do Gótico que ele perseguiu conscientemente na busca de uma arquitetura novecentista que fosse, ao mesmo tempo, historicista e moderna. A solução que encontrou pode ser contemplada no Rijksmuseum (1877 – 85) de Amsterdã e na Estação Central (1882 – 9). São edifícios francos no uso de materiais produzidos industrialmente, incluindo o ferro, e Alto Vitorianos em sua policromia e ecletismo, embora Góticos apenas parcialmente já que muitos de seus componentes derivam de um estilo eclético em si mesmo – aquele dos Países Baixos do século XVII – ecos da grande era da supremacia Holandesa. [...] A busca de Cuyper por essa ‘evolução’ teve o efeito de fazê-lo transcender o revivalismo Gótico, contribuindo para que sua longa atuação se transformasse em uma incubadora do proto-Modernismo que emergiu com seu assistente, Hendrikus Petrus Berlage (1856 – 1934), cujo trabalho impulsionou estilos históricos – incluindo o Gótico – que Cuyper tão cuidadosamente sintetizara.

    BROOKS, Chris. [1999] The Gothic Revival.
    London, Phaidon.

    CRONOLOGIA

    • 1827 - Nasce em Roermond, na Holanda, filho de um pintor de igrejas. Seu nome de batismo é Petrus Hubertus Hubertus Cuypers.
    • 1844 - Começa seus estudos na Academia Real de Artes na Antuérpia, estudando com alguns dos mais destacados representantes da arquitetura gótica da Bélgica.
    • 1849 - Conquista o Prix d’Excellence da Academia.
    • 1863 - Inicia a restauração da Munsterkerk — projetada originalmente em estilo romanesco tardio —, em sua cidade natal, Roermond.
    • 1875 - Torna-se responsável pela restauração da Catedral de Mainz executando o projeto nos cânones da arquitetura romanesca.
    • 1876 - Contratado para a construção do Rijksmuseum.
    • 1881 - Inicia o projeto da Estação Ferroviária de Amsterdam. A obra será concluída em 1889.
    • 1885 - Projeta no estilo Neogótico, em Gronigen, a Sint-Jozefkathedraal.
    • 1892 - Começa a restauração do Castelo de Haar, em Utrecht — um projeto que levaria vinte anos para ser concluído.
    • 1895 - Projeta — no estilo Gótico mas com tijolos —, a Sint-Martinuskerk, em Gronigen.
    • 1897 - É agraciado com a Royal Gold Medal pelo Royal Institute of British Arquitects por sua contribuição relevante à arquitetura internacional.
    • 1902 - Constrói, em Utrecht, a Sint-Antoniuskerk.
    • 1921 - Morre em Roermond. Deixa como legado diversos prédios importantes, entre os quais mais de uma centena de igrejas.

    OBRAS

    Igreja de São Pedro, Halden, Noruega.

    Estação Ferroviária Central, Amsterdam, Holanda.

    Rijksmuseum, Amsterdam ca. 1895.

    Kasteel de Haar.

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  • RUHLMANN, Jacques-Émile

  • RUHLMANN, Jacques-Émile

    Jacque-Émile Ruhlmann (1879-1933)

    ATUAÇÕES

    O comando de Ruhlmann sobre o Design e as combinações de materiais rendeu mobílias que são historicamente incomparáveis. Sua elegância formal fez com que muitos trabalhos de seus contemporâneos parecessem bizarros formalmente e espalhafatosos em relação aos materiais e cores."

    CRONOLOGIA

    • 1879 - Nasce em Paris.
      Passa boa parte da sua infância aprendendo sobre o trabalho de seu pai — o que lhe permite ter contato com outros arquitetos e pintores desde tão jovem.
    • 1907 - Com a morte de seu pai, Ruhlmann passa a tomar conta dos negócios da família — uma firma de pintura contratação.
      Durante essa época, juntamente com Pierre Laulrent, abre um segundo escritório — Ruhlmann & Laulrent.
    • 1910 - Tem sua primeira experiência projetando móveis para seu novo apartamento;
      Apresenta seus móveis ao público pela primeira vez.
    • 1919 - Abre uma segunda empresa de design de interiores— Ruhlmann & Laulrent—, juntamente com Pierre Laulrent.
    • 1920 - Apesar de aparentar ser influenciado pelo movimento Arts & Crafts, Ruhlmann deixa de transmitir essa impressão, ao dizer: "A moda não começa entre as pessoas comuns. Juntamente com a satisfação pelo desejo de mudança, o propósito da moda é exibir a riqueza.".
    • 1923 - Monta sua própria loja de armários.
    • 1925 - Seu trabalho começa a receber atenção internacional, na Exibição Internacional de Artes Modernas Decorativas e Industriais de Paris— onde ele tem seu próprio pavilhão, Hôtel du collectionneur .
      Tal evento acaba concebendo o nome Art Déco.
    • 1927 - Sua loja é expandida, empregando mais de 60 funcionários.
    • 1929 - Com a Grande Depressão e a ascensão de estilos mais modernistas, Ruhlmann passa a produzir de maneira mais geométrica.
    • 1933 - Morre em Paris, após descobrir uma doença fatal.
      Antes de falecer, Ruhlmann faz seu próprio monumento funerário e decreta o fechamento de sua empresa após a sua morte.

    OBRAS

    Armário de canto, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Mesa, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cômoda, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cama Soleil, 1923

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    Steampunk

  • Japonismo

  • Japonismo

    Édouard Colonna
    Jarro, 1899.

    "A palavra ‘Japonismo’ foi cunhada em 1872 pelo autor e colecionador francês, Philippe Burty, para “designar um novo campo de estudos relacionado à arte, à história e à etnografia inspirado pela arte japonesa”. Para os olhos saturados pelo Neoclassicismo e pelo renascimento Gótico, então em plena voga, a arte japonesa era muito mais do que uma mera novidade visual refrescante. Todavia, é enganoso usar a palavra ‘Japonismo’ como se tratasse apenas de um fenômeno francês".

    LAMBOURNE, Lionel. [2005]
    Japonisme. Cultural crossings between Japan and the West.
    London, Phaidon Press, 2011

    OBRAS

    Félix Bracquemond
    Service Rousseau, Creil Montereau, decorados por Félix Bracquemond, 1867.

    Georges de Feure
    Sofá, 1900.

    Henri de Toulouse-Lautrec
    Cartaz para Moulin Rouge, 1891.

    Samuel Bing
    La Maison Bing.

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    Pós Industrialismo

  • HIRTH, Georg

  • HIRTH, Georg

    Georg Hirth

    Georg Hirth (1841 - 1916)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Editor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1841 - Nasce em Tonna, na Alemanha.
    • 1857 - Estuda na Perthes Geographical Institution em Gotha durante cinco anos.
    • 1858 - Começa a escrever, fazendo contribuições regulares para a coluna “Notícias à Distância” na revista mensal Westermann. No ano seguinte, publica em sua editora própria seu primeiro livro, chamado ”Friedrich Schiller als Mann des Volkes”. As vendas foram boas, e o texto foi um marco em suas visões liberais.
    • 1863 - Vai estudar economia na Universidade de Leipzig, onde também passa a editar a revista esportiva Deutsche Turnzeitung.
    • 1870 - Trabalha durante um ano como editor de política e comércio do jornal Augsburger Allgemeine.
    • 1875 - Abre a gráfica ”Knorr & Hirth” junto de seu cunhado Thomas Knorr. Através da mesma publica inúmeros artigos e livros que propagam suas visões sobre a política e a arte.
    • 1881 - Torna-se proprietário do jornal diário Münchner Aktuell Nachrichten e o transforma em uma das maiores publicações liberais em Munique.
    • 1892 - Contribui financeiramente para a criação e manutenção da Associação de Artistas Visuais de Munique, mais tarde conhecida como a Secessão de Munique, termo cunhado por si próprio para descrever o espírito de vários movimentos artísticos da época.
    • 1896 - Lança a revista cultural semanal Jugend, publicação que fala sobre os ideais modernistas dos meios artísticos e literários de sua época, e que vem a ser instrumental na disseminação do Art Nouveau na Alemanha, dando nome ao movimento próprio do país, o Jugendstil.
    • 1900 - Funda a Associação Goethe pela Proteção da Arte e Ciência Livres.
    • 1916 - Morre aos 74 anos em Tegernsee, na Alemanha.

    OBRAS

    Capa da revista Jugend nº16 por Hans Rossmann, 1897

    Interior da revista Jugend nº6, 1902

    Interior da revista Jugend nº19 por Maximilian Liebenwein, 1896

    Estudo para capa da revista Jugend por Hans Christiansen, 1898

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  • DELVILLE, Jean

  • DELVILLE, Jean

    Jean Delville

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Pintor(a)
    • Poeta

    CRONOLOGIA

    • 1867 - Nasce em Louvain, na Bélgica.
    • 1879 - Entra para a Academia de Belas Artes em Bruxelas, onde durante os anos seguintes estuda desenho anatômico realista e pintura da natureza, ganhando inúmeros prêmios por suas pinturas dentro da instituição.
    • 1887 - Exibe seus trabalhos pela primeira vez ao público na exposição anual do grupo L’ Essor. Suas obras tinham como tema recorrente representações realistas da classe trabalhadora.
    • 1888 - Seu trabalho recebe destaque dentre os melhores apresentados na Exposição de L’Essor deste ano. Exibe, junto de suas obras, o controverso estudo para a pintura A Mãe, que mostra uma mulher em trabalho de parto.
    • 1892 - Seu crescente interesse na arte idealista o leva a criar uma sociedade de artistas chamada Pour L’Art. Realizam sua primeira exposição no fim do ano, focando em temas impressionistas e simbolistas. Delville pinta uma de suas mais famosas obras, O Ídolo da Perversidade.
    • 1894 - Realiza a segunda Exposição de seu grupo, abrindo espaço para as artes decorativas e aplicadas. As obras são recebidas com grande entusiasmo da crítica e da imprensa.
    • 1895 - Sua frequente presença no Salon de la Rose+Croix do escritor Joséphin Péladan o influencia a criar o Salon d’Art Idéalist. No mesmo ano, ganha o Prix de Rome, uma bolsa de estudos francesa para artistas permanecerem em Roma de 3 a 5 anos, custeados pelo governo francês.
    • 1898 - Pinta e exibe sua obra-prima, o quadro intitulado A Escola de Platão.
    • 1900 - É convidado a dar aulas na Escola de Arte de Glasgow, onde permanece por seis anos.
    • 1907 - Retorna para Bruxelas e torna-se professor da Academia de Belas Artes de Bruxelas, realizando um de seus grandes sonhos.
    • 1914 - Foge com sua família para a Inglaterra durante a Primeira Guerra Mundial. Durante esse período, escreve para vários jornais e organiza a publicação Arte Belga em Exílio, projeto que é bem sucedido em angariar fundos para caridade para outros belgas refugiados.
    • 1920 - Colabora com vários artistas famosos de sua geração para criar a Sociedade de Arte Monumental, cujo foco era reunir pintores, artistas e arquitetos em busca de criar arte para construções públicas.
    • 1932 - Completa seu projeto* em colaboração com inúmeros artistas, criando um mosaico de cenas em sequência totalizando 120 metros, representando a Bélgica em paz, com imagens da vida material, intelectual e moral, e a Bélgica heróica, mostrando sua vitória e tributo aos heróis de guerra.
    • 1937 - Aposenta-se da posição de professor na Academia de Belas Artes de Bruxelas.
    • 1953 - Morre aos 86 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    BRANDT, Marianne

    LIBERA, Adalberto

  • KHNOPFF, Fernand

  • KHNOPFF, Fernand

    Fernand Khnopff

    Fernand Khnopff (1858 - 1921).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce em Grembergen, na Bélgica.
    • 1876 - Entra para a Academia Real de Belas Artes de Bruxelas, onde começa a estudar desenho.
    • 1878 - Na Exposição Universal de Paris, conhece a obra dos pintores John Everett Millais e Edward Burne-Jones.
    • 1881 - Apresenta pela primeira vez seus trabalhos ao público no Salon de l’Essor em Bruxelas, porém recebe duras críticas.
    • 1883 - Funda, junto com outros artistas, o grupo Les XX, formado por vinte pintores, designers e escultores belgas, com os quais passa a exibir anualmente seu trabalho em exposições organizadas pelo grupo.
    • 1885 - O escritor francês Joséphin Péladan lhe pede para criar a capa de seu novo livro. Khnopff aceita, mas é mais tarde levado a destruir sua obra devido ao escândalo causado pela famosa cantora Rose Caron, ofendida pelo retrato ilustrado para a capa. O episódio traz notoriedade para Khnopff.
    • 1895 - Começa a trabalhar como correspondente para o periódico britânico The Studio, pela coluna “Studio Fala Sobre Bruxelas” onde escrevia sobre a evolução da arte na Bélgica e na Europa continental.
    • 1896 - Pinta sua mais famosa obra, o quadro intitulado A Carícia.
    • 1898 - Exibe 21 de suas obras na primeira Exposição da Secessão Vienense. Seus trabalhos são recebidos com grande admiração, e tornam-se de grande influência para Gustav Klimt.
    • 1904 - É contratado para decorar o teto do Salão de Casamento da prefeitura de Saint Gilles. No mesmo ano, recebe um pedido de um rico banqueiro para criar painéis decorativos para a sala de música do Palácio Stoclet, onde conhece o arquiteto Josef Hoffman e o pintor Gustav Klimt.
    • 1919 - É condecorado comandante da Ordem de Leopoldo, na Bélgica.
    • 1921 - Morre aos 63 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Retrato de Marguerite Khnopff, 1887.

    A Carícia, 1896.

    Incenso, 1898.

    Eu Tranco A Porta Sobre Mim Mesmo, 1891.

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    GREIMAN, April

  • STEPANOVA, Varvara

  • STEPANOVA, Varvara

    Varvara Fyodorovna Stepanova

    Varvara Stepanova (1894-1958)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Cartaz para a peça Através de Lentes Vermelhas e Brancas, 1924
    © Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou

    Trajes Esportivos, 1923
    © Biblioteca Nacional da Rússia

    Modelos e mobiliário de cena para a peça A Morte de Tarelkin, 1922
    © Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou

    Padronagem Têxtil, 1924

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    MOURGUE, Olivier

    FRUTIGER, Adrian

  • ROBERTS, William

  • ROBERTS, William

    William Patrick Roberts

    William Roberts (-)
    © Neil Libbert / National Portrait Library (detalhe)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Combate, c. 1915
    © The estate of John David Roberts

    São Jorge e o Dragão, 1915
    © The estate of John David Roberts

    Machine Gunners, 1915
    © The estate of John David Roberts

    Two-Step II (estudo), c.1915
    © The estate of John David Roberts

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    BELTRI, Victor

    PUNI, Ivan

    NOVEMBRE, Fabio

  • BERGÉ, Henri

  • BERGÉ, Henri

    Henri Marie Joseph Bergé

    Henri Bergé (1870 -1937)
    © RMN-Grand Palais / Harry Bréjat

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Designer
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    Principal collaborateur de l'entreprise [Daum], il donne également au verrier Amalric Walter (1870-1959) des modèles d'objets en pâte de verre et fait éditer ses céramiques par les frères Mougin. Ses dessins, études ou objets à caractère botanique ou animalier -toujours d'une précision scientifique- révèlent l'intérêt que Bergé porte à la nature, herborisant lui-même au jardin botanique proche de la manufacture Daum. Illustrateur, Henri Bergé réalise de nombreux menus, affiches, et publicités. Il est également l'auteur de plusieurs vitraux, publicitaires (Cure d'Air de Malzéville) ou d'inspiration symboliste (La Lecture, Musée de l'Ecole de Nancy). Parallèlement à ses activités artistiques, Henri Bergé enseigne à l'Ecole professionnelle de l'Est et dirige l'atelier de dessin et de modelage au sein de l'entreprise Daum.

    Musée de l'École de Nancy apud Art Lorrain (artlorrain.com)
    (Último acesso: 14/01/2020)

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce na comuna francesa de Diarville, no dia 14 de Outubro. Seu pai era fabricante de rendas.
    • 1887 - Por volta do ano de 1887, frequenta a École des Beaux Arts de Nancy, onde torna-se aluno de Jules Larcher.
    • 1893 - Matricula-se no curso superior de perspectiva e concorre ao prêmio Georges Jacquot, obtendo uma menção honrosa. Junta-se, no mesmo ano, à manufatura dos Irmãos Daum, onde faria sua carreira. Como maître decorateur, influenciaria de maneira decisiva a produção dos Daum, favorecendo um estilo essencialmente floral e paisagístico.
    • 1894 - Expõe obras suas de inspiração nipônica na Société des Amis des Arts de Nancy.
    • 1901 - Integra o corpo de diretores da École de Nancy.
    • 1904 - Passa a criar modelos para as peças em pâtes de verre [técnica de pasta de vidro] de Almaric Walter, vidracista que conhecera na Maison Daum. Bergé forneceria inúmeros designs para Walter ao longo de sua vida, nos quais a Natureza apareceria como principal inspiração.
    • 1914 - Il devient professeur de dessin avant 1914 a l'École Lorritz, et y dispense un enseignement professionel.
    • 1928 - Sa santé précaire le contraint à 58 ans, à quitter son travail chez Daum et chez Walter.
    • 1937 - Falece em sua casa, em Nancy, no dia 26 de Novembro.

    OBRAS

    Vitral La Lecture / La femme au chat noir, c. 1900
    © Musée de l'École de Nancy

    Porta-objetos Lagarto em pâte de verre
    © Chrysler Museum of Art

    Ilustração botânica Campanules, 1929
    © RMN-Grand Palais / Harry Bréjat

    Peça publicitária para os Irmãos Daum, 1901
    © Cornette de Saint Cyr

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  • SAINTENOY, Paul

  • SAINTENOY, Paul

    Paul Saintenoy

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Autor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1862 - Nasce em Bruxelas, na Bélgica.
    • 1881 - Começa a estudar Arquitetura em Antwerp e, mais tarde, retorna a Bruxelas para completar sua formação.
    • 1891 - Executa o projeto de autoria de seu pai, o arquiteto Gustave Saintenoy, para a residência oficial do governador da cidade de Hasselt, na Bélgica.
    • 1897 - Compra uma casa em estilo clássico e a reconstrói, tornando-a conhecida como Hotel Saintenoy, para onde se muda com a família.
    • 1898 - Inicia a construção do prédio para a Farmácia Delacre, em Bruxelas, em estilo neogótico.
    • 1899 - Completa seu mais famoso projeto: a expansão da loja de departamentos Old England no estilo Art Nouveau.
    • 1905 - Termina a construção do Castelo Le Fy.
    • 1910 - Torna-se professor de História da Arquitetura na Academia Real de Belas Artes de Bruxelas.
    • 1918 - Com o fim da guerra, é designado membro da “Comissão Real de Monumentos e Sítios”, onde desempenha um importante papel na reconstrução da Bélgica pós-guerra.
    • 1952 - Morre aos 90 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Farmácia Delacre, 1898.

    Loja de Departamento Old England, 1899.

    Casa do Governador de Hasselt, 1891.

    Vitral do Hotel Saintenoy, por Privat-Livemont, 1897.

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    Gruppo Strum

    FOSTER, Norman

  • HUBBARD, Elbert Green

  • HUBBARD, Elbert Green

    Elbert Green Hubbard

    Elbert Green Hubbard, (1856 - 1915).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Editor(a)
    • Filósofa(o)

    "Não seria totalmente inapropriado dizer que Elbert Hubbard era um gênio do marketing; Muitos o consideram como o avô do marketing. [...] em 1857 Silas- pai dele- mudou-se para Hudson, em Illinois, onde Elbert juntamente com seus irmão frequentaram uma escola pública local. Ele não possuía nenhuma ambição durante seus anos escolares, tudo que ele queria era e tornar um renomado jogador de damas da sua cidade. Ele deu o mínimo de atenção para a escola, mas não conseguia evitar a religião, através da qual ele recebeu doses triplas de orações dos familiares de seu pai [...]. Elbert nunca se submeteu ao batismo e em seus últimos escritos ele disse que religião era como uma muleta que tirava a auto-confiaça do homem."

    American National Biography & Famous Authors.

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Bloomington, Illinois, nos EUA.
    • 1875 - Muda-se para Buffalo para trabalhar para a Larkin Co.
    • 1881 - Casa-se com Bertha Crawford.
    • 1890 - Escreve "The Man: A Story of Today.", utilizando o pseudônimo Aspasia Hobbs, enquanto escrevia artigos para os jornais.
    • 1892 - Vende suas ações e deixa a Larkin Co. No mesmo ano, escreve o primeiro livro carregando seu nome: One Day: A Tale of the Prairie.
    • 1893 - Vai para Harvard como um estudante especial em Setembro.
    • 1894 - Escreve o primeiro Little Journeys, sobre G. Elliot e J. Ruskin.
    • 1895 - Funda a Roycroft, uma comunidade reformista de artistas e trabalhadores do movimento Arts and Crafts nos EUA, junto com sua primeira esposa, Bertha Crawford Hubbard.
    • 1899 - Escreve Message to Garcia, que o torna ainda mais famoso.
    • 1904 - Casa-se com Alice Moore.
    • 1914 - Cria um projeto Roycroft school.
    • 1915 - Morre em um navio torpedado pelos alemães na costa Irlandesa.

    OBRAS

    A Message to Garcia.

    Capa da revista The Philistine, 1895

    Little Journeys, Great Scientists.

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