KLEE, Paul

  • MAJORELLE, Louis

  • MAJORELLE, Louis

    Louis Majorelle

    Louis Majorelle (1859 - 1926)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Decorador(a)
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Toul, na França.
    • 1877 - Ingressa na École des Beaux-Arts de Paris, onde estuda Pintura sob a orientação de Jean-François Millet.
    • 1879 - Após a morte de seu pai, Auguste Majorelle, Louis abandona os estudos e retorna à Nancy para assumir os négocios da família ao lado de seu irmão, Jules.
    • 1894 - Começa a desenvolver um estilo Art Nouveau, sob influência de Émile Gallé.
    • 1898 - Contrata Henri Sauvage, jovem arquiteto parisiense, para colaborar com Lucien Weissenburger na construção de sua casa em Nancy, a Villa Majorelle (também conhecida como Villa Jika).
    • 1900 - Expõe suas peças de decoração na Exposition Universelle de Paris, o que implusiona o reconhecimento de seu trabalho internacionalmente.
    • 1901 - É co-fundador da École de Nancy, da qual se torna vice-presidente.
    • 1904 - Ganha o Grand Prize na St. Louis World's Fair.
    • 1910 - Abre lojas nas cidades de Nancy, Paris, Lyon e Lille.
    • 1916 - Incêndio destrói suas fábricas na Rue de Vieil-Aître, em Nancy.
    • 1917 - Um bombardeio alemão destrói sua loja na Rue Saint-Georges, em Nancy. Ele se muda então para Paris, e só volta para Nancy e reconstrói seus estabelecimentos após o fim da Primeira Guerra Mundial.
    • 1925 - Participa da Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes em Paris, inclusive como membro do júri.
    • 1926 - Morre em Nancy, na França.

    OBRAS

    Cadeira.

    Villa Majorelle, 1902
    © Fotografia por Patrice Saucourt / L'Est Républicain

    Escada 'Monnaie-du-pape', Nancy, 1904.

    Meuble à musique, 1898
    © Musée de l'École de Nancy

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    JACOBS, Carl

    BELTRI, Victor

    HAMILTON, Cuthbert

    SCHUST-KNOLL, Florence

    KHIDEKEL, Lazar

    LEWITT, Sol

    ANDO, Tadao

  • ASHBEE, Charles Robert

  • ASHBEE, Charles Robert

    Charles Robert Ashbee

    Charles Robert Ashbee (1863 - 1942)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Jóias
    • Designer de Móveis

    Charles Robert Ashbee afirmou que os princípios do Movimento Arts and Crafts foram desenvolvidos de maneira mais lógica e mais consistente nos Estados Unidos e na Europa do que na Grã-Bretanha.”


    ADAMS, Steven. [1987]
    The Arts & Crafts Movement.
    London, Grange Books

    CRONOLOGIA

    • 1863 - Nasce na vila de Isleworth, Inglaterra.
    • 1883 - Passa 3 anos estudando no King's College, em Cambrige, sob a orientação do arquiteto George Frederick Bodley.
    • 1888 - Funda a Guild and School of Handicraft no Toynbee Hall, em Londres.
    • 1890 - A escola, isto é, a Guild and School of Handicraft muda-se para a Essex House em Mile End, Londres.
    • 1898 - Traduz e publica o trabalho de Benvenuto Cellini; um clássico que descreve técnicas de ouriversaria e escultura.
    • 1902 - A escola é forçada a mudar-se de novo, desta vez para Chipping Camden, onde mais tarde funcionará a School of Arts & Crafts (1904-1914).
    • 1907 - É publicado um catálogo contendo seus trabalhos em prata e de joalheria a preços extremamente baratos.
    • 1909 - Publica Modern English Silverwork, sob a influência do estilo dos produtos de Arthur Liberty e da Secessão Vienense.
    • 1918 - É apontado conselheiro cívico do Mandato Britânico da Palestina, supervisionando construções e proteção de sítios históricos e monumentos como presidente da Sociedade Pró-Jerusalém.
    • 1942 - Morre, aos 79 anos, em Sevenoaks, Kent, Inglaterra.

    OBRAS

    Armário. Todos os direitos reservados a AA&CA.

    Bacia de prata martelada a mão, 1901.

    Candelabro Elétrico, 1895.

    Decanter, 1904-1905.

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  • KNOX, Archibald

  • KNOX, Archibald

    Archibald Knox

    Archibald Knox (1864 - 1933).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Designer de Jóias
    • Designer de Produto
    • Professor(a)

    Com especialização em metalurgia e joalheria, Knox foi um dos melhores designers a serviço da Liberty & Co. Nascido na Ilha de Man, estudou na Douglas School of Art. [Formado] trabalhou, inicialmente, como professor ao mesmo tempo que projetava lápides. Em 1897 mudou-se para Londres e começou a trabalhar para [Arthur] Liberty. Projetou uma grande variedade de itens como tapetes, têxteis, papéis de parede e ornamentos em cerâmica para jardins; mas suas peças mais bonitas foram concebidas em prata (a linha Cymric) ou em estanho (a linha Tudric). Knox desenvolveu técnicas de cantaria (que aprendeu na Ilha de Man) modificando os padrões de forma a criar uma variante Britânica do Art Nouveau. Continuou trabalhando para a Liberty & Co. até 1912, projetando, mais tarde, a pedra tumular de [Arthur] Liberty (1917).
    Knox exerceu suas atividades de designer junto com as de professor. Ministrou cursos nas escolas de Redhill, Wimbledon e de Kingston. No anos finais de sua vida, concentrou-se principalmente na produção de aquarelas”.

    DK [Doris Kindersley] (Eds.) (2015):
    Design: The Definitive Visual History.
    Penguin, Random House.

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce Archibald, quinto filho da família Knox, na Ilha de Man, Reino Unido.
    • 1878 - Inicia seus estudos na Douglas School of Art.
    • 1884 - Começa a atuar como professor na Douglas School of Art.
    • 1892 - Especialista em ornamentos celtas, é premiado em um concurso de design de ornamentos históricos.
    • 1893 - Publica Ancient crosses in the Isle of Man na revista The Builder.
    • 1896 - Publica Isle of Man as a Sketching Ground, na prestigiosa revista The Studio.
    • 1897 - Aproxima-se, provavelmente nesta data, da Liberty & Co. que comercializa suas criações sem lhe dar crédito.
    • 1899 - A Liberty & Co. participa da Arts & Crafts Exhibition. Muitos dos produtos exibidos são criações (anônimas) de Knox.
    • 1900 - Começa a lecionar na recém aberta Kingston School of Art.
    • 1902 - Introduz a linha céltica de produtos na Liberty & Co., sendo um dos principais expoentes do Renascimento Celta.
    • 1903 - A Liberty & Co. participa da Arts & Crafts Exhibition com diversos produtos de Knox. Está no auge de sua carreira.
    • 1912 - Renuncia ao posto de professor da Kingston School of Art após críticas a seu método de ensino. Seus alunos abandonam a escola em protesto e fundam a Knox Guild of Craft & Design.
    • 1912 - Deixa a Inglaterra e vai tentar a sorte na Filadélfia, nos Estados Unidos.
    • 1913 - Projeta tapetes para a Bromley & Co., firma da Filadélfia e ensina na Pensilvânia. Mas, incapaz de obter um bom posto nos Estados Unidos, regressa para a Ilha de Man.
    • 1933 - Morre na Ilha de Man aos 69 anos. Em sua lápide, a inscrição: "Archibald Knox, Artista, humilde servo do Senhor no sacerdócio do Belo".

    OBRAS

    Decanter, 1903-1904.

    Joia.

    Aquarela.

    Terracotta Jardiniere.

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    WEIWEI, Ai

  • Art Déco

  • Art Déco

    Bal masqué, nuit du 20 août(pôster), 1924.

    A beleza atemporal do Art Déco e sua promessa de um futuro brilhante é o que cativou os melindrosos — e ainda fala conosco. F. Scott Fitzgerald expressou esse sentimento, poeticamente, em "O Grande Gatsby": "Gatsby acreditava na luz verde, no futuro orgástico que ano após ano passa por nós. Ele acabou escapando de nós, mas isso não tem importâncias — amanhã correremos mais rápido, esticaremos nossos braços mais longe... Seguiremos em frente, barcos contra a corrente, incessantemente de volta ao passado."

    ACKERMANN, Robert.
    GIA

    OBRAS

    William Van Alen
    Chrysler Building, 1930.

    Cassandre
    Normandie, 1935.

    Erté
    Robe d'après-midi, para Harper's Bazaar, 1922.

    Jacques-Émile Ruhlmann
    Vide-poche fuseaux, 1922.

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    AARNIO, Eero

  • HOKUSAI, Katsushika

  • HOKUSAI, Katsushika

    Katsushika Hokusai

    Katsushika Hokusai, autorretrato (1760 - 1849)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Entalhador(a)
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1760 - Nasce em Edo (atual Tóquio), no Japão.
    • 1774 - Torna-se aprendiz de um entalhador, aonde trabalha por alguns anos.
    • 1778 - Entra para o estúdio de Katsukawa Shunsh?, diretor da escola Katsukawa, com quem começa a aprender a arte do ukiyo-e.
    • 1779 - Recebe de seu mestre o nome Shunr?, sob o qual publica suas primeiras impressões, uma série de retratos de atores de teatro Kabuki.
    • 1793 - Morre seu mestre Shunsh?, o que faz com que Hokusai comece a explorar outros estilos de arte. É logo expulso da escola Katsukawa por Shunk?, mestre de disciplina, por realizar estudos na escola rival. Hokusai leva o constrangimento como grande fonte de inspiração para sua arte.
    • 1800 - Adota seu nome mais conhecido, Katsushika Hokusai, e publica duas coleções de paisagens, chamadas “Vistas Famosas da Capital Leste” e “Oito Vistas de Edo”.
    • 1807 - Hokusai trabalha em colaboração com o novelista Takizawa Bakin numa série de livros ilustrados.
    • 1811 - Aos 51 anos, Hokusai muda seu nome para Taito e começa o período no qual produz a Hokusai Manga (uma coleção de desenhos de animais, pessoas, objetos, etc) e vários manuais de arte.
    • 1826 - Começa a trabalhar em seu quadro mais famoso “A Grande Onda de Kanagawa”, junto com uma série de outras peças; intitulada “Trinta e Seis Vistas do Monte Fuji” a série foi concluída por volta de 1834.
    • 1839 - Um incêndio destrói o estúdio de Hokusai, e grande parte de seus trabalhos.
    • 1849 - Morre aos 88 anos em Edo, no Japão.

    OBRAS

    Courtesan Asleep

    Página de seu Hokusai Manga

    Under the Wave; Kanagawa Oki Namiura, ca. 1832

    Cuckoo and Azaleas, 1828

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  • LAMBEAUX, Jef

  • LAMBEAUX, Jef

    Jef Lambeaux

    Jef Lambeaux (1852 - 1908).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Escultor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1852 - Nasce em Antwerp, na Bélgica.
    • 1871 - Exibe sua primeira obra, intitulada Guerra.
    • 1881 - Viaja para Paris onde vive na miséria mas produz O Beijo, sua mais aclamada obra, considerada por muitos sua obra-prima.
    • 1883 - Torna-se um dos membros fundadores da sociedade de artistas Les XX, mas sua oposição aos ideais vanguardistas do grupo o levam a deixá-lo no ano seguinte.
    • 1887 - Esculpe em bronze A Fonte de Brabo, monumento que se torna o símbolo oficial da cidade de Antwerp. A imagem mostra Salvius Brabo, o fundador de Antwerp, em um pedestal com sereias e outros animais marinhos. A obra demonstra fortes traços do Art Nouveau.
    • 1889 - Exibe, no Salão Trienal de Ghent, um desenho em tamanho real para sua escultura Paixões Humanas. A cena caótica com corpos retorcidos gerou desconforto e atraiu a ira dos críticos.
    • 1893 - Apresenta, no Salão de Paris, sua obra Embriaguez, que lhe rende duras críticas por sua representação sensual do corpo humano. Recebe o apelido de ‘Michelangelo da sarjeta’ do pintor Jean Delville. No mesmo ano, após sua exibição em Paris, recebe um prêmio da Legião de Honra.
    • 1898 - Completa uma de suas mais famosas e controversas obras, o colossal relevo em mármore Paixões Humanas, que é instalado em um templo próprio para sua exibição, construído pelo arquiteto Victor Horta.
    • 1908 - Morre aos 56 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    O Beijo, 1881.

    Fonte de Brabo, 1887.

    Paixões Humanas, 1898.

    A Mordida do Fauno, 1903.

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  • WORTH, Charles

  • WORTH, Charles

    Charles Frederick Worth

    Charles Frederick Worth (1825 - 1895).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Roupas

    CRONOLOGIA

    • 1825 - Nasce em Bourne, Lincolnshire, na Inglaterra.
    • 1836 - Aos 11 anos -em virtude de seu pai ter abandonado o lar deixando a família sem recursos -, Worth começa a trabalhar em uma gráfica.
    • 1837 - Muda-se para Londres, onde começa a trabalhar como aprendiz na loja de departamentos Swan & Edgar, onde permaneceu por 7 anos.
    • 1844 - Worth é contratado pela Lewis & Allenby; importante loja de têxteis britânica.
    • 1845 - Muda-se para Paris, onde se torna assistente de venda da Gagelin-Opigez & Cie; prestigiada empresa que vendia tecidos de seda, xales de caxemira e mantos prontos para os costureiros da corte.
    • 1851 - Exibe suas peças premiadas na Great Exhibition, em Londres.
    • 1855 - Seu trabalho é exibido na Exposition Universelle, em Paris.
    • 1858 - Abre sua própria empresa com o sócio Otto Bobergh, a Worth & Bobergh, onde Worth projeta, costura e vende vestidos.
    • 1870 - Fecha a Worth & Bobergh, para reabri-la no ano seguinte com o nome The House of Worth.
    • 1895 - Morre, aos 69 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Vestido para a corte Imperial Russa, c. 1888.

    Figurino de Electric Light, 1883.

    Retrato da Imperatriz Eugénie (com vestido de C. F. Worth), por Franz Xaver Winterhalter, 1853.

    Figurino de Cleópatra, 1894.

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  • RUHLMANN, Jacques-Émile

  • RUHLMANN, Jacques-Émile

    Jacque-Émile Ruhlmann (1879-1933)

    ATUAÇÕES

    O comando de Ruhlmann sobre o Design e as combinações de materiais rendeu mobílias que são historicamente incomparáveis. Sua elegância formal fez com que muitos trabalhos de seus contemporâneos parecessem bizarros formalmente e espalhafatosos em relação aos materiais e cores."

    CRONOLOGIA

    • 1879 - Nasce em Paris.
      Passa boa parte da sua infância aprendendo sobre o trabalho de seu pai — o que lhe permite ter contato com outros arquitetos e pintores desde tão jovem.
    • 1907 - Com a morte de seu pai, Ruhlmann passa a tomar conta dos negócios da família — uma firma de pintura contratação.
      Durante essa época, juntamente com Pierre Laulrent, abre um segundo escritório — Ruhlmann & Laulrent.
    • 1910 - Tem sua primeira experiência projetando móveis para seu novo apartamento;
      Apresenta seus móveis ao público pela primeira vez.
    • 1919 - Abre uma segunda empresa de design de interiores— Ruhlmann & Laulrent—, juntamente com Pierre Laulrent.
    • 1920 - Apesar de aparentar ser influenciado pelo movimento Arts & Crafts, Ruhlmann deixa de transmitir essa impressão, ao dizer: "A moda não começa entre as pessoas comuns. Juntamente com a satisfação pelo desejo de mudança, o propósito da moda é exibir a riqueza.".
    • 1923 - Monta sua própria loja de armários.
    • 1925 - Seu trabalho começa a receber atenção internacional, na Exibição Internacional de Artes Modernas Decorativas e Industriais de Paris— onde ele tem seu próprio pavilhão, Hôtel du collectionneur .
      Tal evento acaba concebendo o nome Art Déco.
    • 1927 - Sua loja é expandida, empregando mais de 60 funcionários.
    • 1929 - Com a Grande Depressão e a ascensão de estilos mais modernistas, Ruhlmann passa a produzir de maneira mais geométrica.
    • 1933 - Morre em Paris, após descobrir uma doença fatal.
      Antes de falecer, Ruhlmann faz seu próprio monumento funerário e decreta o fechamento de sua empresa após a sua morte.

    OBRAS

    Armário de canto, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Mesa, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cômoda, c. 1923
    © Brooklyn Musem

    Cama Soleil, 1923

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  • CHRISTIANSEN, Hans

  • CHRISTIANSEN, Hans

    Hans Heinrich Christiansen

    Hans Heinrich Christiansen (1866 - 1945)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1866 - Nasce em Flensburgo, na Alemanha.
    • 1881 - Trabalha como aprendiz de pintor decorativo em Flensburgo, até 1885.
    • 1888 - Entra para a Escola de Artes Aplicadas em Munique.
    • 1889 - Após uma viagem a estudos para a Itália, Christiansen se muda para Hamburgo, onde passa a lecionar numa escola técnica.
    • 1895 - Christiansen larga seu trabalho e vai morar em Paris.
    • 1896 - Estuda pintura na Academie Julian, até 1899.
    • 1899 - Junta-se a um grupo de artistas em Darmstadt, unindo-se a Joseph Maria Olbrich e Peters Behrens.
    • 1911 - Leciona na Escola de Artes Aplicadas de Wiesbaden.
    • 1933 - Seu trabalho é banido pelo partido Nazista, por conta de sua esposa judia.
    • 1945 - Morre em Wiesbaden, na Alemanha.

    OBRAS

    Capa da revista Jugend, No. 48, 1898.

    Ornamento para livro, 1898.

    Ilustração, 1900.

    Darmstadt Expo, 1902.

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  • COOK, Peter

  • COOK, Peter

    PETER COOK

    (1936)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Escritor
    • professor
  • CADEIRA PROUST

    MENDINI, Alessandro

  • MENDINI, Alessandro

    ALESSANDRO MENDINI

    (1931 - 2019)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer
    • Designer de Produto

    GEISSBUHLER, Steff

    ZANUSO, Marco

    GABO, Naum

    RAMS, Dieter

  • Paris, Belle Époque

  • Paris, Belle Époque

    Pierre-Victor Galland
    Le bar de Maxim's, 1890

    Le 14 avril 1900, lorsque le président Émile -Loubet inaugure sur le Champ-de-Mars la nouvelle Exposition universelle, le monde entier a les yeux braqués sur Paris. Même si l’exposition, la cinquième organisée dans la capitale, s’est donnée pour objet de dresser le bilan du siècle écoulé, tous les observateurs et tous les visiteurs – ils seront plus de 50 millions au total – ont conscience ce jour-là d’entrer dans un siècle nouveau. Celle que l’on nommera beaucoup plus tard la « Belle Époque » vient de naître : une quinzaine d’années qui, en dépit du maintien d’inégalités et de fortes tensions sociales, restent surtout marquées par l’optimisme, l’intensité de la vie culturelle et la certitude du progrès.

    Paris est bien sûr au cœur de ce phénomène. La ville, que le philosophe Walter Benjamin érige quelques années plus tard en « capitale du XIXe siècle », l’est tout autant de ce XXe siècle qui s’invente. On sait combien les travaux entrepris par le préfet Haussmann durant le second Empire avaient transformé et « embelli » la capitale. Haussmann fut révoqué en janvier 1870 et l’empire s’effondra quelques mois plus tard, mais le nouveau Paris qui venait de surgir fut largement poursuivi par la IIIe République. Achevant le percement de certaines grandes artères (le boulevard Saint-Germain, l’avenue de la République), préservant une même esthétique fondée sur l’alignement, les matériaux modernes comme le verre ou l’acier, et sur un mobilier urbain reconnaissable, accentuant également la concentration des classes populaires vers l’Est et le Sud parisiens, la fin du XIXe siècle prolongea sans états d’âme le projet haussmannien.

    À maints égards, le Paris triomphant de 1900 peut ainsi apparaître comme un aboutissement, la capitale idéale dont avait rêvé Napoléon III. L’Exposition universelle permet à la ville de se doter de nouveaux bâtiments d’exception, comme le Grand et le Petit Palais, la gare d’Orsay ou le pont Alexandre III. Le métro, dont la première ligne est ouverte le 19 juillet 1900, en compte 8 en 1914, auxquelles s’ajoutent de nombreux tronçons en chantier. L’électricité, force vive de l’époque, a commencé à éclairer massivement les avenues et les rues de celle que l’on qualifie désormais de « Ville Lumière ». Surtout, l’ancien et le nouveau se mêlent harmonieusement : les édicules « Art nouveau », dont l’architecte Hector Guimard dote les stations de métro, ou le très « Art déco » Théâtre des Champs–Élysées, imaginé par Auguste Perret et inauguré en juillet 1913, s’intègrent sans difficulté dans un paysage urbain pensé comme celui de la modernité absolue.

    C’est dans ce cadre privilégié, fréquenté par des millions de touristes venus des autres capitales européennes et des États-Unis, que prospère l’imaginaire « Belle Époque ». Il tient beaucoup à l’idée d’une « ville-spectacle ». À Paris, en 1900, le théâtre continue de donner le ton. On dénombre en effet une bonne centaine de salles, qui s’égrènent le long des boulevards et des avenues à la mode, et où se produisent les plus grandes vedettes du monde : Sarah Bernhardt bien sûr, mais aussi Réjane, Cléo de Mérode ou Loïe Fuller. Cette passion du théâtre ne concerne pas seulement les scènes à la mode ou les soirées à l’Opéra ; elle se décline aussi sur le mode du vaudeville (pensons au succès des pièces de Feydeau et de Courteline) ou dans les 274 cafés-concerts que compte alors la capitale, dans lesquels se donnent chaque soir des spectacles plus légers, parfois franchement grivois, où un public plus populaire se presse « le samedi soir après l’turbin ». Moulin-rouge, Alcazar, Eldorado, Folies Bergère et Olympia deviennent des établissements fort courus, dont les revues sont annoncées à grand renfort de placards sur les colonnes Morris ou sur les palissades du métro. Depuis quelques années, la féérie se projette aussi sur grand écran, d’abord dans les cafés, dans les grands magasins ou sur les places publiques, puis, à partir de 1906, dans d’immenses et somptueuses salles de cinéma : l’Omnia Pathé, sur le boulevard de Montmartre, ou le Gaumont Palace, place de Clichy, alors le plus grand cinéma du monde avec ses 3 400 places. […]

    KALIFA, Dominique [2019]
    Paris à la Belle Époque
    Histoire & Civilisations, nº 52 (histoire-et-civilisations.com)
    (Último acesso: 04/11/2019)

    OBRAS

    René Jules Lalique
    Pingente, c. 1900

    Jules Chéret
    Peça publicitária Quinquina Dubonnet, 1898

    Alfons Maria Mucha
    Cartaz para a peça Amants, 1895

    Hector Guimard
    Vase des Binelles, 1903

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    Design Orgânico Contemporâneo

    GREIMAN, April

  • DRYDEN, David Owen

  • KUBISTA, Bohumil

  • KUBISTA, Bohumil

    Bohumil Kubišta (1884-1918)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Florencie, 1907.

    Fakir Taming Snakes, 1915.

    Kone, 1907.

    Promenáda u Arna, 1907.

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    Biomorfismo

    RUSSOLO, Luigi

    TANGUY, Yves

  • LEFUEL, Hector

  • LEFUEL, Hector

    Hector Lefuel

  • SCHWITTERS, Kurt

  • SCHWITTERS, Kurt

    Kurt Schwitters (1887-1948)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    The And-Picture, 1919.

    Cherry Picture, 1921.

    Santa Claus, 1922.

    The Spring Door, 1938.

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  • GUTHRIE, James

  • GUTHRIE, James

    James Guthrie

    James Guthrie (1859 - 1930)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Greenock, na Escócia.
    • 1877 - Abandona os estudos em Direito para entrar na Escola de Arte de Glasgow.
    • 1880 - Torna-se membro do prestigiado Clube de Arte de Glasgow.
    • 1883 - É considerado uma das figuras centrais do grupo de artistas que mais tarde seria conhecido como os Glasgow Boys. Pinta, neste ano, uma de suas mais famosas obras, intitulada A Hind's Daughter.
    • 1885 - Ao lado de Joseph Crawhall, George Henry, Edward Walton, William Macgregor e outros artistas dos Glasgow Boys, exibe seus trabalhos na primeira exposição do grupo. No mesmo ano, começa a trabalhar com retratos.
    • 1886 - Pinta o quadro In The Orchard, considerado uma das obras-primas chave da história da arte escocesa de sua época.
    • 1888 - Tem seu trabalho reconhecido e é eleito associado da Academia Real Escocesa.
    • 1892 - Torna-se membro oficial da Academia Real Escocesa.
    • 1898 - Toma parte do comitê que se torna a Sociedade Internacional de Escultores, Pintores e Entalhadores, cuja presidência foi assumida pelo artista James McNeill Whistler.
    • 1902 - Um dos mais proeminentes artistas escoceses de seu tempo, e um dos fundadores do grupo dos Glasgow Boys, toma o posto de presidente da Academia Real Escocesa, no lugar do pintor Sir George Reid.
    • 1919 - Recebe uma encomenda do Baronete Sir Abraham Bailey, da África do Sul, para pintar um retrato em grupo de 17 políticos britânicos. A pintura leva onze anos para ficar pronta.
    • 1930 - Morre aos 71 anos em Dunbartonshire, na Escócia.

    OBRAS

    A Hind's Daughter, 1884

    To New Pastures, 1883

    In the Orchard, 1886

    Statesmen of World War I, 1930

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    KIDNER, Michael

  • BREUER, Marcel

  • BREUER, Marcel

    Marcel Breuer (1902-1981)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Long Chair, 1936.

    Cleveland Trust Tower, 1971.

    Mesa; Modelo B19, 1928.

    St. John's Abbey Church

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    Gruppo Strum

  • MUCHA, Alfons Maria

  • MUCHA, Alfons Maria

    Alphonse Maria Mucha

    Alfons Maria Mucha (1860 - 1939).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer Gráfico
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Ivancice, South Moravia.
    • 1878 - Mucha se inscreve na Academia de Belas Artes de Praga. Sua inscrição é rejeitada com a recomendação: 'Procure outra profissão na qual será mais útil.'
    • 1879 - Vai para Viena para trabalhar como pintor de cenário para a firma de Kautsky-Brioschi-Burghardt.
    • 1881 - Deixa Viena quando o Ringtheater, o maior cliente de seus empregadores, pega fogo em um acidente que mata 500 pessoas. Mucha, sendo o empregado mais novo, recebe seu aviso prévio.
    • 1882 - Vai para Mikulov onde trabalha pintando retratos. Encontra o Conde Khuen Belasi que lhe contrata para decorar seu castelo em Emmahof.
    • 1887 - Se muda para Paris para estudar na Académie Julian, sob o patrocínio do Conde.
    • 1894 - Pinta 'Gismonda', seu primeiro poster para Sarah Bernhadt.
    • 1896 - Se muda para um novo estúdio na Rue du Val-de-Grâce. Champenois publica o primeiro painel decorativo de Mucha, "As Estações".
    • 1898 - Começa a dar aulas de desenho na Whistler's Académie Carmen. Participa na primeira exposição da Secessão Vienense. Os posteres e painéis de Mucha são mostrados em Chrudim e Hradec Králové em Bohemia e Budapeste.
    • 1909 - Charles Crane concorda em financear a Epopeia Eslava de Mucha.
    • 1910 - Retorna à Praga para trabalhar nos murais de Obecni dum, que completa no ano seguinte, em 1911. Aluga um estúdio e um flat no castelo de Zbiroh, região oeste de Bohemia, para trabalhar na Epopeia Eslava.
    • 1912 - Completa os três primeiros quadros da Epopeia Eslava. Estes são apresentados à cidade de Praga em Dezembro.
    • 1919 - Os onze primeiros quadros da Epopeia Eslava são expostos no Klementium em Praga e depois enviados para serem exibidos na América.
    • 1938 - Começa a trabalhar no tríptico (não terminado) A Era da Razão, A Era do Conhecimento e A Era do Amor. Apesar de estar sofrendo com pneumonia, começa a coletar e escrever suas memórias.
    • 1939 - Mucha está entre os primeiros a serem presos pela Gestapo quando os alemães invadem a Checoslováquia. Ele é questionado e liberado para voltar para casa, mas sua saúde fica muito debilitada pelo acontecimento. Morre em Julho, em Praga.

    OBRAS

    'Les Quatre Saisons', c. 1895.

    'La Nature'.

    Cartaz 'Savonnerie de Bagnolet', 1897.

    Cartaz 'Job', 1896.

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  • BOSSI, Giovanni Battista

  • BOSSI, Giovanni Battista

    Giovanni Battista Bossi

    Giovanni Battista Bossi (1864-1924).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer

    Comparado à produção de Moretti, Sommaruga, bem mais monumental e impressionante, a de Bossi é na verdade muito mais significante, partindo de um ponto de vista tipológico, a partir de pesquisas que penetram além das parede: plantas das casas de GB Bossi são espertamente projetadas para haver economia de espaço, soluções de ventilação, iluminação, salas técnicas e escadas são tão engenhosas que colocam o nível do seu trabalho em um diferente dos demais contemporâneos."

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Novara.
    • 1888 - Casa-se com Ida Gadda, filha do empreiteiro Pietro Gadda- o qual Bossi realizou muitos projetos arquitetônicos-, casa Gadda, como: casa Gadda, casa Bossi, Edicola Gadda.Além disso, deixa a Academia e se matricula em uma Escola Especial de Arquitetura.
    • 1889 - Recebe uma medalha de bronze na terceira classe na Escola de Arquitetura Elementar e uma menção honrosa na Escola de Prospectiva.
    • 1894 - Torna-se professor de desenho arquitetônico.
    • 1900 - É eleito como sócio honorário da Accademia di Brera e também fez parte da Consulta Archeologica.
    • 1903 - Projeta a Edicola Biffi, construída pelo químico industrial Antonio Biffi.
    • 1904 - Trabalha até esse ano na via Fatebenefratelli 21 e logo em seguida mudou-se para a Piazza Oberdan 4, para acompanhar melhor o trabalho das Casa Alessio e Casa Bossi na região de Monforte.
    • 1905 - Faz parte da elaboração da Architettura Italiana e da Comissão de Exames da faculdade de Arquitetura do Politécnico de Milão, juntamente com Giuseppe Sommaruga, Moretti e Ulisse Stacchi. Ainda nesse mesmo ano, terminou a Casa Galimberti.
    • 1906 - Termina os trabalhos na Casa Guazzoni, com Alessandro Mazzucotelli. Também participa da Exposição Internacional de Milão, onde projetou o Pavilhão da Paz.
    • 1910 - É nomeado Cavalheiro pela Ordem da Coroa Italiana. Começa o projeto da Casa Fratelli Conti, em Milão, no Stile Quattrocento.
    • 1912 - Projeta a Casa Riotta, no Estilo Eclético com elementos do Liberty.
    • 1924 - Morre em Milão.

    OBRAS

    Casa Galimbert, fachada.

    Casa Galimberti.

    Casa Guazzoni, entrada de grade feita por Mazzucotelli.

    Casa Guazzoni, fachada.

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  • OHR, George

  • ROGERS, Richard

    NEWSON, Marc

    HAUSMANN, Raoul

    METZINGER, Jean

  • PRIKKER, Johan Thorn

  • PRIKKER, Johan Thorn

    Johan Thorn Prikker

    Johan Thorn Prikker (1868 - 1932)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Haia, na Holanda.
    • 1881 - Começa seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Haia, onde permanece durante seis anos, mas sai antes de completar seus estudos.
    • 1890 - Conhece o grupo artistico belga The XX, junto do qual passa a expor seus trabalhos.
    • 1893 - Participa de inúmeras exposições de pinturas e desenhos simbolistas.
    • 1898 - Recebe o cargo de Diretor de Arte da recém-inaugurada galeria de Arts & Crafts em Haia. É nessa época que Prikker começa a desenhar mobilia, inspirado nos trabalhos de Van de Velde.
    • 1900 - Se desentende com o fundador da academia, Chris Wegerif, e acaba se afastando do cargo.
    • 1903 - Se muda para Krefeld, na Alemanha, onde passa a dar aulas na Escola de Artes Industriais.
    • 1910 - Sai de Krefeld para Hagen, onde começa a receber inúmeras encomendas de murais, vitrais e mosaicos.
    • 1913 - Torna-se o diretor da turma de pintura na Escola de Arts & Crafts de Essen.
    • 1914 - Participa da primeira exposição de Werkbund em Cologne, na Alemanha, com seus vitrais para a igreja dos Três Reis em Neuss.
    • 1920 - Se muda para Munique, onde passa a ensinar a arte dos vitrais e dos monumentos.
    • 1926 - Passa a lecionar na escola de Arts & Crafts de Cologne, onde permanece até sua morte.
    • 1932 - Morre aos 63 anos em Cologne, na Alemanha.

    OBRAS

    Braut, ca. 1892.

    Poster Holländische Kunstausstellung, 1903.

    Madonna in Tulpenland, 1892.

    Vitral na Igreja B.M.V. em Essen, 1931

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  • LEMPICKA, Tamara de

  • LEMPICKA, Tamara de

    Tamara de Lempicka (1898-1980)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Girl With Gloves, 1929.

    Mon portrait (Self-Portrait in the Green Bugatti), 1929.

    Sleeping Woman, 1935.

    Le Modele, 1925.

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    FRETTE, Guido

  • KHNOPFF, Fernand

  • KHNOPFF, Fernand

    Fernand Khnopff

    Fernand Khnopff (1858 - 1921).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce em Grembergen, na Bélgica.
    • 1876 - Entra para a Academia Real de Belas Artes de Bruxelas, onde começa a estudar desenho.
    • 1878 - Na Exposição Universal de Paris, conhece a obra dos pintores John Everett Millais e Edward Burne-Jones.
    • 1881 - Apresenta pela primeira vez seus trabalhos ao público no Salon de l’Essor em Bruxelas, porém recebe duras críticas.
    • 1883 - Funda, junto com outros artistas, o grupo Les XX, formado por vinte pintores, designers e escultores belgas, com os quais passa a exibir anualmente seu trabalho em exposições organizadas pelo grupo.
    • 1885 - O escritor francês Joséphin Péladan lhe pede para criar a capa de seu novo livro. Khnopff aceita, mas é mais tarde levado a destruir sua obra devido ao escândalo causado pela famosa cantora Rose Caron, ofendida pelo retrato ilustrado para a capa. O episódio traz notoriedade para Khnopff.
    • 1895 - Começa a trabalhar como correspondente para o periódico britânico The Studio, pela coluna “Studio Fala Sobre Bruxelas” onde escrevia sobre a evolução da arte na Bélgica e na Europa continental.
    • 1896 - Pinta sua mais famosa obra, o quadro intitulado A Carícia.
    • 1898 - Exibe 21 de suas obras na primeira Exposição da Secessão Vienense. Seus trabalhos são recebidos com grande admiração, e tornam-se de grande influência para Gustav Klimt.
    • 1904 - É contratado para decorar o teto do Salão de Casamento da prefeitura de Saint Gilles. No mesmo ano, recebe um pedido de um rico banqueiro para criar painéis decorativos para a sala de música do Palácio Stoclet, onde conhece o arquiteto Josef Hoffman e o pintor Gustav Klimt.
    • 1919 - É condecorado comandante da Ordem de Leopoldo, na Bélgica.
    • 1921 - Morre aos 63 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Retrato de Marguerite Khnopff, 1887.

    A Carícia, 1896.

    Incenso, 1898.

    Eu Tranco A Porta Sobre Mim Mesmo, 1891.

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