• Surrealismo

  • Surrealismo

    OBRAS

    Man Ray
    Rayografia (O Beijo), 1922

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    GREIMAN, April

  • ARP, Hans

  • ARP, Hans

    Jean Arp

    Jean (Hans) Arp (1886-1929)
    © Stiftung Arp e.V.

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    LINKS RELACIONADOS

    OBRAS

    Escultura A Estrela
    © VG Bild-Kunst, Bonn / Museu de Israel (Avshalom Avital)

    Shirt Front and Fork, 1922

    Escultura Crescimento, 1938

    Escultura Pastor de Nuvens, 1953
    © Kröller-Müller Museum

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  • https://presse.chateauversailles.fr/scientific-life/publications-scientific-life/le-grand-trianon-de-louis-xiv-a-de-gaulle_8529_8529/

    LEMARCHAND, Louis-Édouard

  • LEMARCHAND, Louis-Édouard

    Louis-Édouard Lemarchand

    Selo da Maison Lemarchand Lemoine em móvel

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Ebanista
    • Marceneira(o)

    A dinastia Lemarchand é uma das que mais se destacam em toda a história do mobiliário francês. Sua fama deve-se à obra de dois homens; o pai Charles-Joseph, e seu filho Louis-Édouard. Foram prósperos por mais de 60 anos, (...) mas sua apoteose foi a escolha de Louis-Édouard para projetar a tumba de Napoleão, a ser alocada no Les Invalides. [...]

    A marca Lemarchand foi usada tanto pelo pai quanto pelo filho, e era tida como um sinal de qualidade e elegância. Embora não fossem conhecidos pela inovação, eram famosos pelo uso de madeiras exóticas e pelo domínio do estilo contemporâneo. Sua reputação se deve principalmente à qualidade das esculturas, seu design atraente e a confecção sem igual de armários.

    Dreweatts & Bloomsbury: Mallett at Home Auction.
    Catálogo da casa de leilões Mallett.
    Julho de 2015.

    CRONOLOGIA

    • 1795 - Nasce em Paris, filho do conhecido marceneiro Charles-Joseph Lemarchand.
    • 1810 - Começa a estudar Arquitetura, aos 15 anos.
    • 1813 - Grande admirador de Napoleão Bonaparte, abandona os estudos e entra na Academia Militar de Saint Cyr.
    • 1815 - Combate na batalha de Ligny. Com a derrota de Napoleão em Waterloo, no entanto, regressa a Paris, onde começa a trabalhar na oficina do pai.
    • 1817 - Passa a gerenciar os negócios do pai, que se retira. A firma prospera. Recebe grandes encomendas do rei Charles X e do Duque de Orléans, ajudando a mobiliar pelo menos cinco palácios importantes.
    • 1830 - É nomeado marceneiro oficial do Duque de Orléans e, em seguida, de Louis Philippe I. Seu atelier confecciona trabalhos no estilo Império (seu preferido), Restauração e Barroco.
    • 1840 - Confecciona o caixão de ébano onde seriam depositadas as cinzas de Napoleão, no Invalides.
    • 1844 - Apresenta-se na Exposição da Indústria de Paris.
    • 1846 - Associa-se ao marceneiro André-Gabriel Lemoine. A firma passa a chamar-se Lemarchand & Lemoine.
    • 1852 - Embora gozando de boa saúde, passa seus negócios a Lemoine (que continuará com a firma até 1893).
    • 1872 - Morre aos 77 anos, em Paris.

    OBRAS

    Cadeira estilo Louis-Philippe, 1830-1848

    Mesa estilo Império, 1804-1815

    Mesa em estilo Louis-Philippe

    Cadeira de piano, 1837

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  • VALLIN, Eugène

  • VALLIN, Eugène

    Eugène Vallin

    Eugène Vallin (1856 - 1922).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    Les nombreaux dessins de Vallin, projets d'ensemble mobilier, expriment, eux assi, ce concept de modernité dans le rapport forme/fonction. La mise en scène évidente du projet, moins souvent opérationelle dans la réalisation, participe au cadre de vie renouvelé. Portant souvent sur des ensembles de salle à manger, la pièce bourgeoise par définition, ces dessins offrent un décor complet, incluant boiseries, tentures, meubles et bibelots, du sol au plafond pourrait-on dire, puisqu'ils comportent des essins de carrelage et de plafond. Pour la salle à manger, commandée en 1903 par Alber Bergeret pour sa maison de la rue Lionnois, Vallin fournit un projet aquarellé d'un décor unifié, comportant plafond avec éclairage intégré, lambris, meubles et cheminée, appliques et un vitrail inséré autour d'une porte. Le dessin présenté au client n'a donc pas qu'un rôle de sécution, il incarne l'idée que se fait Vallin d'un aménagement intérieur abandonnat toute hiérarchie entre les différentes pratiques artistiques.

    BOUVIER, Roselyne [2018]
    La rénovation du cadre de vie
    In: L'École de Nancy: Art Nouveau et Industrie d'Art
    Somogy Éditions d'Art / Musée de L'École de Nancy, 2018, p. 142

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Herbéviller, na França.
    • 1881 - Após estudar na École des Beaux-Arts de Nancy, Vallin começa a trabalhar como aprendiz na oficina de carpintaria de seu tio.
    • 1895 - Projeta e constrói sua nova casa (e seu atelier)
    • 1896 - Projeta as portas para a oficina de Emile Gallé, atualmente guardadas no Museu da Escola de Nancy.
    • 1901 - Torna-se um dos vice-presidentes do conselho de administração da École de Nancy.
    • 1902 - É construída a Maison du Peuple, em Nancy, projeto do arquiteto Paul Charbonnier com colaboração de Eugène Vallin.
    • 1903 - Colabora com o projeto do Hôtel de ville d'Euville, dos arquitetos Henry Gutton e Joseph Hornecker.
    • 1907 - É construída a Pharmacie Malard, atual Pharmacie de l'Art Nouveau, em Commercy. Por volta dessa época, recebe a encomenda de um quarto de dormir para a família Corbin. A recusa de Vallin em industrializar sua produção — indo de encontro ao posicionamento de outros artistas da École da Nancy — faz com que sua atividade gire em torno do mobiliário sob encomenda. Entre seus clientes figuram os maiores patronos em Nancy à época, como os Corbin e os Masson.
    • 1909 - Projeta, com colaboração de Victor Prouvé, o pavilhão que abriga a Exposition Internationale de l'Est de la France, em Nancy.
    • 1922 - Morre em Nancy, na França.

    OBRAS

    Confessionário da Igreja Notre Dame de Bonsecours (detalhe), 1884

    Sala de jantar Masson, 1938

    Bureau aux ombelles, 1902
    © Musée de l'École de Nancy / Claude Philippot

    Porta para Émile Gallé com a inscrição Ma racine est au fond des bois, 1896

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  • Cubismo Tcheco

  • Cubismo Tcheco

    Cubo Expressionismo

    Pavel Janak
    Vasos de cerâmica, 1911.

    CRONOLOGIA

    • O cu -
  • DE FEURE, Georges

  • DE FEURE, Georges

    Georges de Feure

    Georges de Feure (1868 - 1943)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Decorador(a)
    • Designer
    • Entalhador(a)
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    "If the word 'feminine' can be used at all about applied art, then it can aptly be used to describe the work of Georges de Feure. Not only does he place his slender graceful female forms on posters and screens, and anywhere else he can put them, but his neat objects are designed so gracefully and so airly as though they were all intended for a female hand."


    MADSEN, Stephan Tschudi. [2007]
    The Art Nouveau Style.
    Nova Iorque, Dover

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Paris, na França.
    • 1870 - Georges e sua família partem da França devido a Guerra Franco Prussiana.
    • 1886 - Ingressa na Royal Academy of Visual Arts, em Amsterdam.
    • 1890 - Retorna a Paris, onde torna-se pupilo de Jules Chéret e produz cartazes para Salon Des Cent, Loie Fuller e Thermes Liegois.
    • 1893 - Continua a produção cartazes sob encomenda. No mesmo ano, expõe suas pinturas no Salon de la Rose Croix.
    • 1894 - É realizada exposição individual de seus trabalhos (dentre eles pinturas, cartazes, cerâmicas e móveis) na Société Nationale des Beaux-Arts, o que lhe traz notoriedade.
    • 1900 - Projeta o pavilhão da galeria de Siegfried Bing na Exposition Universelle de Paris, onde participa exibindo seus trabalhos. Uni-se à galeria L'Art Nouveau, e se torna chefe do Departamento de Design, nos anos seguintes.
    • 1901 - É nomeado Chevalier de la Légion d'honneur por sua contribuição para as Artes Decorativas.
    • 1912 - Muda-se para a Inglaterra, onde trabalha com Teatro, projetando cenários e figurinos com aproximação ao Art Decó.
    • 1924 - Projeta todos os móveis da casa de Madeleine Vionnet, em Paris.
    • 1925 - Projeta o pavilhão de Roubaix et Tourcoing na Exposition Internationale de Arts Décoratifs et Industriels Modernes.
    • 1928 - É nomeado professor na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris.
    • 1943 - Morre, aos 75 anos, em Paris na França.

    OBRAS

    Cristaleira, 1900.

    The Voice of Evil, 1895

    Móveis de sala.

    Sofá, 1900

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  • PECHE, Dagobert

  • PECHE, Dagobert

    Dagobert Peche

    Dagobert Peche (1887 - 1923)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer
    • Designer de Moda
    • Designer de Produto
    • Designer Gráfico
    • Designer Têxtil
    • Metalúrgica(o)

    As proezas de [Dagobert] Peche remetem a um período hoje obscuro, no qual a indulgência decorativa era um gesto radical e combativo. Sua carreira floresceu nos anos sombrios da Primeira Guerra Mundial, na Áustria, quando se tornou a estrela-guia da firma de design vanguardista Wiener Werkstätte. Ele desviou a instituição e seu líder, Josef Hoffmann, dos rumos do formalismo minimalista. A mudança era provavelmente inevitável, dado os gostos restritos da alta burguesia austríaca à época. Ainda assim, ninguém estava preparado para a genialidade avassaladora de Peche. Em uma famosa polêmica de 1908, [o texto] "Ornamento e Crime", o arquiteto vienense Adolf Loos argumentara que a ornamentação era um grotesco vestígio do passado torpe da humanidade. Para Peche, no entanto, o ornamento era tudo. Ele certa vez enfureceu Loos ao revestir as maçãs de uma árvore em folha de ouro — sujeitando assim a natureza, a grosso modo, àquilo que sua paixão pelo enfeite fizera ao princípio arquitetônico da funcionalidade. Ele exaltava o inútil.

    SCHJELDAHL, Peter [2002].
    Present Laughter: A forgotten master of embellishment.
    The New Yorker Magazine (newyorker.com)
    (Último acesso: 17/10/2019)

    CRONOLOGIA

    • 1887 - Nasce no dia 3 de Abril em Sankt Michael im Lungau, Salzburg, no Império Austro-Húngaro.
    • 1906 - Dá início a seus estudos na Technische Hochschule. Tem como professores Max von Ferstel, Karl König e Leopold Simony.
    • 1908 - Pede transferência para a Akademie der bildenden Künst, onde estuda Arquitetura. Na Akademie, tem aulas com o arquiteto Friedrich Ohmann, que se tornaria sua principal influência.
    • 1909 - Tem seu trabalho publicado na Der Architekt, evento recorrente nos três anos seguintes.
    • 1910 - Viaja para a Grã Bretanha, onde acredita-se que teria visto o trabalho do artista gráfico Aubrey Beardsley. Conhece, no mesmo ano, sua futura esposa: Petronella (Nelly) Daberkow.
    • 1911 - Conclui seus estudos na Akademie e casa-se com Nelly Daberkow. Nos anos seguintes seu foco recairia sobre as Artes Decorativas; Peche trabalharia para firmas do ramo criando, entre outras coisas, padronagens têxteis e papéis de parede.
    • 1913 - Participa de sua primeira exposição — a Exibição de Papéis de Parede, no Museu Austríaco —, onde seus designs chamam a atenção pelo dinamismo exagerado de suas formas.
    • 1914 - Expõe trabalhos de sua autoria na exibição da Deutscher Werkbund, em Cologne.
    • 1915 - Tendo conhecido e trabalhado com Josef Hoffmann anteriormente, passa a integrar oficialmente a Wiener Werkstätte como diretor de arte.
    • 1916 - É convocado a servir na Primeira Guerra Mundial. Tal situação, no entanto, não se estenderia muito: Dagobert seria dispensado no ano seguinte, após sofrer de um episódio de apendicite.
    • 1917 - Com o auxílio de Hoffmann, Peche e sua família mudam-se para Zürich, Suíça. Uma vez lá, ficaria responsável por dirigir a sede local da Wiener Werkstätte.
    • 1919 - Retorna a Viena, deixando o cargo em Zürich
    • 1923 - Morre aos 36 anos, no dia 16 de Abril, em decorrência de um tumor maligno.

    OBRAS

    Mostruário feito para a Kunstschau, 1920

    pôster Die Moden der Wiener Werkstate, 1919

    Gabinete para Salão, 1913
    © Fotografia de Georg Mayer para o MAK (Museum für angewandte Kunst)

    Padronagem Swallow-Tail, 1911-13
    © MAK (Museum für angewandte Kunst)

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    GABO, Naum

    GODWIN, Edward William

    PEVSNER, Antoine

    FRUTIGER, Adrian

    RICHTER, Hans

    ROGERS, Richard

    BOGUSLAVSKAYA, Ksenia

    SCHUST-KNOLL, Florence

  • BURGES, William

  • BURGES, William

    William Burges

    William Burges (1827 - 1881).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Produto

    [Ele foi] o mais deslumbrante expoente daquele Sonho que foi o Estilo Vitoriano Tardio. Um Sonho que [Augustus] Pugin concebeu, que [Dante Gabriel] Rossetti e [Edward] Burne-Jones pintaram, cujas glórias cantou [Alfred] Tennyson; e cuja filosofia foi formulada por [John] Ruskin e [William] Morris. Mas apenas Burges foi capaz de construí-lo".

    CROOK, Joseph Mordaunt. [2013]
    William Burges: And the High Victorian Dream.
    Frances Lincoln; Revised Edition.

    CRONOLOGIA

    • 1827 - Nasce em Londres, Inglaterra.
    • 1839 - Ingressa na King’s College School, em Londres, onde foi contemporâneo de Dante Gabriel Rossetti, pintor e poeta inglês.
    • 1843 - Começa a estudar Engenharia na King's College London.
    • 1844 - Larga os estudos para juntar-se ao escritório de Edward Blore, arquiteto de grande reputação.
    • 1849 - Vai para o escritório de Matthew Digby Wyatt, onde trabalha desenhando artigos medievais metálicos para o livro Metalwork de Wyatt, assim como na Medieval Court para a Grande Exposição de 1851.
    • 1851 - Começa a trabalhar com Henry Clutton em seu Remarks with Illustrations on the Domestic Architecture of France.
    • 1855 - Faz projetos premiados para a Lille Cathedral, e Crimea Memorial Church, porém nenhum dos dois é realizado.
    • 1859 - Começa a trabalhar com Ambrose Poynter projetando o Maison Dieu, em Dover, Inglaterra (finalizado em 1861).
    • 1862 - Começa a projetar a St Fin Barre's Cathedral, em Cark, Irlanda, seu primeiro projeto eclesiástico importante.
    • 1865 - Conhece Marques de Bute, que se tornaria posteriormente o seu maior patrono arquitetônico.
    • 1868 - Faz parte da equipe da reconstrução do Cardiff CastleClock Tower de aproximadamente 46 metros de altura.
    • 1872 - Apresenta um esquema com a completa reconstrução do Castell Coch, que devido à atraso, só se inicia em 1875.
    • 1874 - É contratado para projetar parte do Trinity College em Hartford, Connecticut, nos EUA.
    • 1875 - Inicia a construção de sua própria casa, The Tower House, em Londres.
    • 1881 - Morre, aos 53 anos, em Londres, Inglaterra.

    OBRAS

    Cúpula do Arab Room, no Cardiff Castle.

    St Finbarre's Cathedral, Cork, Ireland.

    Decanter, 1865. Prata e vidro - London.

    Campus Trinity College, 1873-1874.

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  • LOEWY, Raymond

  • LOEWY, Raymond

    Raymond Loewy (-)
    © Loewy Design, LLC

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Apontador de lápis, 1934

    Locomotiva PRR S1, 1938
    © University of Southern California Libraries / California Historical Society

    Torradeira Sunbeam, c. 1946

    Embalagem de cigarros Lucky Strike, 1942
    © Wellcome Collection

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  • DEWAR, De Courcy L.

  • DEWAR, De Courcy L.

    De Courcy Lewthwaite Dewar

    De Courcy Lewthwaite Dewar (1878 - 1959)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer de Produto
    • Designer Gráfico

    CRONOLOGIA

    • 1878 - Nasce em Kandy, no Sri Lanka.
    • 1891 - Entra para a Escola de Arte de Glasgow, tornando-se proficiente em inúmeras áreas.
    • 1899 - Duas de suas criações
    • 1900 - Começa a lecionar esmaltagem e design em metais na Escola de Arte de Glasgow, posto que mantém durante quase trinta anos. No mesmo ano, abre um estúdio próprio na cidade para seus trabalhos independentes.
    • 1902 - Exibe uma de suas peças
    • 1903 - Demite-se da Escola de Arte de Glasgow após ter seu pedido de aumento de salário negado. Após uma discussão, o diretor Fra Newbery decide levar seu pedido de aumento aos governantes, fazendo-a voltar atrás na demissão, ainda que descontente.
    • 1909 - Um artigo na revista The Studio sobre seu trabalho variado a coloca entre os melhores artistas de sua época.
    • 1924 - Pinta um dos vinte e três painéis para o Forestry Hall da Exposição de Wembley, na Inglaterra. Seu trabalho é bem recebido pela crítica.
    • 1935 - Ganha o Prêmio Lauder da Sociedade de Mulheres Artistas com uma caixa de jóias feita em zinco e prata, destacada como um exemplo de bom design no livro Design Aplicado em Metais Preciosos de Peter Davidson.
    • 1950 - Publica a história da Sociedade das Mulheres Artistas, da qual é a presidente. Seus diários bem cuidados e suas cartas oferecem um raro olhar sobre a vida de uma mulher designer na época do Movimento de Glasgow.
    • 1959 - Morre aos 81 anos em Glasgow, na Escócia.

    OBRAS

    The Woman's Cause is Man's, 1908

    Taça em prata com placas esmaltadas, 1912

    Negumbo, Ceylon, ca. 1900

    Urna de metal em repoussé, ca 1900

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    FRETTE, Guido

    CALDER, Alexander

  • LALOUX, Victor

  • LALOUX, Victor

    Victor Laloux

    Victor Laloux (1850-1937)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Professor(a)

    Seu talento como professor era surpreendente: nenhuma distração desviava seu instinto infalível. Suas correções eram claras e suas observações eram formuladas ordenadamente. (...) Nenhum talento lhe parecia medíocre ou insignificante. Ele sabia explorar defeitos de tal maneira que, após sua intervenção, faziam-se tão preciosos quanto virtudes. Às vezes dizia a um aluno: “Amigo, seu esboço está maravilhosamente ruim. É graças a isso que o transformaremos em algo interessante”.

    Ele não se zangava quando alguém não seguia seus conselhos. Isso porque, entre as grandes qualidades de Victor Laloux, estava a de respeitar a pessoa humana em todos os seus atributos; sendo o mais nobre entre eles precisamente a liberdade.

    O ecletismo contido em suas opiniões sobre a arte e a autoridade de uma sinceridade indiscutível não prejudicavam a avaliação das obras submetidas a seu juízo. E ele respeitava essas obras sempre que as interpretasse como a expressão de um belo pensamento. No entanto, por causa do horror que tinha à vulgaridade, esse tipo de indulgência não era nem sistemática e nem se dava sem algumas reservas — como é possível demonstrar pelo comentário que fez a um de seus alunos: “Não temo a arte audaciosa dos jovens artistas que se atiram na direção de novas vias. Temo apenas que o culto à irracionalidade e ao mal-estar não seja, para a vulgaridade, mais do que um pretexto para produzir trabalhos vulgares”.

    LEMARESQUIER, C. [1937]
    Anuário da Académie des Beaux-Arts/Institut de France.
    Palais de l'Institut, Paris, 1937. p. 100.

    CRONOLOGIA

    • 185 - Nasce em Tours, na França.
    • 1867 - Laloux se forma na escola Descartes. Logo depois seu pai o leva para o escritório do arquiteto Léon Ruhard que, então, construiu o teatro de Tours.
    • 1870 - É chamado pra servir durante a Guerra de 1870. Porém ao retornar consegue retomar seus estudos com sucesso.
    • 1877 - Termina seus estudos e obtém diploma em Arquitetura, em novembro desse ano.
    • 1878 - É premiado com o Grand Prix de Rome. No mesmo ano trabalha nos edifícios antigos: templo de Vênus e Roma, e nos santuários de Olympia.
    • 1890 - Como professor, Laloux assume a direção do atelier de Louis-Jules André, logo após a morte de André. No mesmo ano é construída a basílica de Saint-Martin de Tours, primeiro grande trabalhao de Laloux.
    • 1895 - Início da construção das prefeituras de Roubaix e Tours, que só terminaria por volta do ano 1903.
    • 1898 - Laloux é chamado para projetar a Gare D’Orsay, que é construída dois anos depois em Paris.
    • 1922 - É premiado com a American AIA Gold Medal.
    • 1929 - É premiado com a RIBA Royal Gold Medal.
    • 1937 - Morre, aos 87 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Hôtel de Ville (Prefeitura), Tours.

    Gare D’Orsay, atual Musée D’Orsay.

    Gare de Tours, Tours.

    Desenho em aquarela, com traços em grafite, 1880.

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  • DUC, Joseph-Louis

  • DUC, Joseph-Louis

    Joseph-Louis Duc

    Joseph-Louis Duc (1802 - 1879)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    A verdade é que esse grande mestre que acabamos de perder tinha um apreço e respeito profundos pela ordem. Para ele, a palavra “ordem” resumia todos os termos desta linguagem admirável da forma que é a arquitetura.
    “O que seria de nossos monumentos sem a ordem?” — dizia — “E não é dessa ordem — cujas proporções são estabelecidas pela medida do homem —, que herdamos a unidade e a escala dos edifícios?” “Suprimida a ordem, é imediato o estabelecimento de uma confusão. As proporções mais estranhas — às vezes encurtadas, às vezes esmagadas, às vezes com uma altura sem limites —, acabariam por formar um conjunto incoerente que poderia, até mesmo por um instante, ofuscar ou assombrar os olhos; mas jamais encantá-los”.

    Assim pensava o senhor Duc: sem a imposição de uma ordem não se poderia fazer mais do que construções. Nunca se chegaria à arquitetura. (...) O senhor Duc acrescentava que “A ficção deveria ser o elemento mais importante da arquitetura. É ela que traduz a sua essência. O templo grego não era uma lenda de pedra? Todas as partes que o compunham eram, de fato, objetos naturais metamorfoseados (não imitados) em pedra. Ao serem traduzidos (mais que imitados) poderiam se transformar ou em ficções ou em embustes. E desta operação misteriosa de criação, que se constrói entre a natureza e o coração do homem, que a arte nasceu. É deste amálgama da natureza com a matéria, obra quase divina, que se apoiam todos os dogmas da arquitetura. O resto não é mais do que terra; o resto, não passa de construções".

    SÉDILLE, Paul. [1879]
    Joseph-Louis Duc, architecte (1802-1879) : notice lue dans la séance d'ouverture du Congrès des architectes à l'Ecole des Beaux-Arts.
    16 de Junho de 1879.

    CRONOLOGIA

    • 1802 - Nasce dia 15 de Outubro em Paris, na França. Seu pai vinha de uma tradição renascentista de artesãos de épôes (espadas) e desde cedo estimularia o filho a copiar ou imitar modelos selecionados, como incentivo à formação artística do jovem Joseph-Louis Duc.
    • 1825 - Após ter estudado na Ecole des Beaux-Arts sob a tutela de Charles Percier, vence o grand Prix de Rome com seu projeto para a Prefeitura de Paris. Usa a bolsa de estudos do prix para estudar principalmente as obras romanas, como o Teatro Marcellus, em Roma, o de Taormina, na Sicília, e o Coliseu.
    • 1830 - Fim de sua estadia na Villa Médici, onde fizera amizade com Henri Labrouste, Léon Vaudoyer e Félix Duban. De volta à França, apresenta em 26 desenhos o projeto de restauração do Coliseu. Exibidos na Exposição Universal de Paris de 1855, rendem-lhe a admiração da nova geração de arquitetos.
    • 1834 - É escolhido para ocupar o cargo de inspetor nos trabalhos da Colonne de Juillet [Coluna de Julho], monumento em memória da revolução de julho de 1830. Jean-Antoine Alavoine é nomeado arquiteto responsável.
    • 1840 - No dia 28 de Julho inaugura-se a Colonne de Juillet, tendo Duc assumido o projeto após a morte de Alavoine. É recompensado, durante a cerimônia de inauguração, com a cruz de chevalier de la Légion d'Honneur. No mesmo ano, recebe a nomeação, junto com Etienne-Théodore Dommey, de arquiteto do Palais de Justice.
    • 1847 - Desenvolve o projeto para reconstrução do Palais de Justice, primeiro trabalho que lhe permite uma maior liberdade criativa.
    • 1862 - É nomeado officier de la Légion d'Honneur e substitui Louis Lenormand como arquiteto da Cour de Cassation (Tribunal de Cassação). No mesmo ano, constrói a capela principal da faculdade Louis-le-Grand, atual escola Michelet, em Vanves. Quatro anos mais tarde, em 1866, é eleito para a Académie des Beaux-Arts.
    • 1871 - Um grande incêndio atinge o Palácio de Justiça e o Tribunal de Cassação, destruindo parte do trabalho de Duc. O arquiteto dedica-se a reparar os danos, restaurando e aperfeiçoando as estruturas danificadas. No ano seguinte, é nomeado comandante da Légion d'Honneur.
    • 1875 - O conselho do Instituto Real de Arquitetos Britânicos condecora Louis-Joseph Duc com "[uma medalha de] distinção que a Rainha concede anualmente àquele que mais contribuiu, por meio das artes ou da literatura, para o avanço geral da arquitetura". Lord Bacon desmancha-se em elogios à obra do arquiteto.
    • 1877 - Começa a construir o castelo Boulard, em estilo neo-renascentista, em Biarritz.
    • 1879 - Morre no dia 22 de Janeiro, aos 76 anos, em Paris. Embora não tivesse tocado um ateliê ou tido alunos diretos, deixa uma série de discípulos e admiradores de seu trabalho.

    OBRAS

    Desenho do Palais de Justice, Paris.

    Capela do Lycée Michelet, Vanves.

    Coluna de Julho, Paris.
    © Foto por Jean-Louis Zimmermann, 2010

    Palais de Justice, Paris.

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  • GROPIUS, Walter

  • GROPIUS, Walter

    Walter Gropius (1883-1969)

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto

    É evidente que você se dá conta de que o nome de Walter Gropius está superestimado. Se você me prometer que jogará esta carta no lixo assim que terminar de lê-la, posso jurar que acredito que o Sr. Gropius jamais projetou um prédio; tendo seu nome aparecido isoladamente no projeto ou não. Em outras palavras: dizer "De Morris a Gropius” é elogio demais para nosso estimado e excelente pedagogo, Walter Gropius."

    Carta de Philip Johnson a Nikolaus Pevsner, datada de 03 de outubro de 1947.
    Caixa 16 da pasta "Pioneers (Museum of Modern Art edition)"
    (Apud. Irene Sunwoo. 2010, p. 69)

    CRONOLOGIA

    • 1883 - Nasce em Berlim, na Alemanha.
    • 1903 - Estuda Arquitetura na Universidade Técnica de Munique.
    • 1905 - Estuda Arquitetura na Universidade Técnica de Berlim.
    • 1907 - Após um ano sabático, começa a trabalhar no escritório de Peter Behrens.
    • 1911 - Torna-se membro da Deutscher Werkbund, fundada em 1907. Durante este momento, produz móveis, papeis de parede e até mesmo fachadas.
    • 1914 - Gropius interrompeu seus trabalhos devido à Guerra, servindo como Oficial da Cavalaria.
    • 1919 - Após anos de turbulência em seu casamento e os efeitos da Guerra, Gropius se reaproxima da Arquitetura.
      Agora simpatizando com a Esquerda política, funda a Bauhaus em Weimer, com o desejo de melhorar a sociedade que sofre com os efeitos da Guerra.
    • 1925 - Após o domínio de um governo de Direita, ele transfere a Bauhaus para Dessau.
    • 1926 - Faz um projeto de larga escala de casas em Berlim, Karlsruhe e Dessau, para famílias que viviam em condições de baixa renda, com o objetivo de melhorar as condições de vida dessas pessoas.
    • 1928 - Deixa a Bauhaus, após algumas crises financeiras e é substituído por Hannes Meyer.
    • 1934 - Foge da Alemanha, com a ajuda do arquiteto Maxwell Fry, juntamente com sua família. Lá ele passa a trabalhar como parte do grupo Isokon.
    • 1938 - Após mudar-se para os Estados Unidos, na companhia de Marcel Breuer, Gropius torna-se chefe do Departamento de Arquitetura de Harvard.
      Durante este mesmo momento, ele projeta uma casa para viver com sua família em Lincoln, Massachusetts. A casa passa a ser conhecida como Gropius House mundo afora.
    • 1944 - Naturaliza-se cidadão Americano e mantém-se no mundo da arquitetura até o fim de sua vida.
    • 1969 - Morre em Massachusetts, nos Estados Unidos.

    OBRAS

    MetLife Building, 1959.

    Gropius House, 1938.

    Konsumhaus, Dessau, 1928.

    Bauhaus, Weimer, 1919.

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  • MARI, Enzo

  • MARI, Enzo

    Enzo Mari

    Enzo Mari (1932 - 2020)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer de Móveis
    • Escritor
    • Ilustrador
    • professor
    • Teórica(o)

    Mari não é um designer. Caso fosse, seus objetos não me fariam muita falta. Mari é, mais que isso, a consciência de todos nós; a consciência dos designers. Isso é o que importa".

    Alessandro Mendini.

    CRONOLOGIA

    • 1932 - Nasce em Novara, Piemonte, Itália, no dia 27 de abril.
    • 1952 - Ingressa na Academia di Brera, formando-se em Artes e Letras, com especialização em Psicologia da Percepção Visual.
    • 1957 - Interessa-se pelo Desenho Industrial e torna-se um autodidata, comercializando seu primeiro projeto à fábrica de móveis milanesa Danese.
    • 1963 - Torna-se coordenador do Gruppo Nuova Tendenza, que reúne artistas que trabalham com Arte Cinética [Op Art].
    • 1963 - No mesmo ano inicia uma carreira docente, ministrando cursos na Società Umanitaria di Milano. Segue a carreira de professor, em diversas instituições de prestígio, até o ano 2000.
    • 1967 - É laureado com o Compasso d'Oro, prêmio conferido desde 1964 pela Associazione per il Disegno Industriale, (ADI), por suas contribuição teórica às pesquisas em design.
    • 1967 - Ainda em 1967 inicia uma colaboração duradoura com a Ceramiche Gabbianelli. Sua Serie Elementare entrou em produção no ano seguinte.
    • 1970 - Publica, pelas Edizioni di Comunità, de Milão, o livro Funzione della Ricerca Estetica.
    • 1972 - Participa da exposição do MOMA Italy: The New Domestic Landscape. Apresenta, aí, seu vaso Pago Pago (projetado em 1969) que pode ser usado em pé ou de cabeça pra baixo (tendo seu aspecto estético alterado em função dessa escolha). A ideia é demonstrar a necessidade da flexibilidade dos produtos de design.
    • 1976 - Nomeado presidente da Associazione per il Disegno Industriale (ADI), função que ocupará por quatro anos.
    • 2000 - Recebe, da Royal Society of Arts, inglesa, o prêmio Royal Designers for Industry.
    • 2001 - Publica, pela Editora Bollati Boringhieri, o livro Progetto e Passione.
    • 2002 - É homenageado com uma Laurea Honoris Causa em Desenho Industrial pela Facoltà di Architettura del Politecnico di Milano.
    • 2008 - Publica, pela Rizzoli, o livro Lezioni di Disegno. No mesmo ano, recebe seu quinto Compasso d'Oro.
    • 2020 - No dia 19 de outubro morre, aos 88 anos, em Milão, em virtude de complicações decorrentes da infecção com a COVID-19.

    OBRAS

    Vaso Pago Pago. (1969)

    16 Animali. (1957)
    Projeto para a fábrica de mobiliário Danese.

    La Mela e la Farfalla. (2004)
    Livro infantil.

    Serie Elementare. (1968)
    Ceremiche Gabbianelli.

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    RAMS, Dieter

    AICHER, Otl

  • CLARKE, Harry

  • CLARKE, Harry

    Harry Clarke

    Harry Clarke (1889 - 1931)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ilustrador(a)
    • Vitralista

    Seria tentador descrever o estudo definitivo de Nicola Gordon Bowe sobre a obra de Harry Clarke como a revelação de um ‘Artista Ignorado’. A história dessa captura de uma besta mitológica do mundo das artes pela erudição de uma devotada donzela de cabelos negros estaria bem adequada ao próprio estilo - febril e fantástico -, das ilustrações de Clarke.
    Mas, na verdade, talento raramente é ‘ignorado’. Clarke foi reconhecido por seus compatriotas contemporâneos como mestre na elaboração de vitrais e notável ilustrador Simbolista. Seu trabalho, no entanto, tem sido negligenciado pelos historiadores, dado que a maior parte da atenção ao renascimento cultural da Irlanda no século XX foi concentrado nos expoentes da literatura.
    A própria natureza dos vitrais e a dificuldade de sua reprodução fotográfica limitou a somente aqueles que visitaram os sítios arquitetônicos onde existem obras de Clarke a admiração de seus melhores trabalhos. Apenas em seu livro de ilustrações Clarke foi capaz de atingir um público mais amplo; em particular nas duas novas edições da obra de Edgar Allan Poe, que se tornaram best-sellers internacionais”.

    HUNTER-SIEBEL, Penelope. [1989].
    Foreword to Original Edition. in: BOWE, Nicola Gordon: Harry Clarke: The Life & Work.

    CRONOLOGIA

    • 1889 - Nasce em Dublin, Irlanda. Filho de um decorador de igrejas, Harry cresceu em torno de muitas escolas de arte.
    • 1905 - Deixa a universidade de Belvedere após a morte de sua mãe poucos anos antes, e começa a trabalhar como aprendiz no estúdio de seu pai durante o dia e frequentar aulas na Escola de Arte de Dublin à noite.
    • 1910 - Seu vitral “The Consecration of St Mel, Bishop of Longford, by St Patrick” ganha a medalha de ouro na Competição Nacional da Banca de Educação em Londres. A primeira de três medalhas de ouro consecutivas por seus vitrais na Competição Nacional.
    • 1914 - Casa-se com a artista Margaret Crilley e, juntos, se mudam para Londres, onde Harry começa a trabalhar com encomendas de ilustração de livros.
    • 1916 - É impresso seu primeiro projeto completo de ilustração, contendo 16 placas coloridas e mais 24 em meio-tom para o livro “Fairy Tales by Hans Christian Andersen”.
    • 1918 - Entrega nove vitrais encomendados para a Capela de Honan. Seu trabalho magnífico e bem detalhado cimenta sua reputação como um artesão habilidoso e original.
    • 1921 - Morre seu pai, Joshua Clarke, e Harry se muda para seu estúdio na North Frederick Street. Enquanto seu irmão cuida das encomendas de decoração, Harry continua a realizar suas encomendas em vidro, logo tendo seu nome associado a alta qualidade em vitrais.
    • 1923 - É instalado o vitral The Ascension em Brisbane, recebido com grande aclamação.
    • 1927 - Clarke entrega ao Ministro irlandês sua proposta para uma encomenda de vitral contendo oito cenas distintas de obras de escritores irlandeses para a Organização Internacional do Trabalho em Genebra. Sua ideia é rejeitada após serem consideradas impróprias algumas das cenas contendo dançarinas semi-nus.
    • 1931 - Morre em Coire, Suíça, aos 41 anos de idade.

    OBRAS

    Vitral “The Madonna with Sts Aidan and Adrian”, 1919

    Ilustração para “Tales of Mystery and Imagination”, de Edgar Allan Poe, 1908

    Vitral da igreja St. Michael's, Galway, Irlanda, 1925

    Ilustração para "The Pit and the Pendulum", de Edgar Allan Poe, 1919

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  • ELMSLIE, George Grant

  • HADID, Zaha

  • WATERHOUSE, Alfred

  • WATERHOUSE, Alfred

    Alfred Waterhouse

    Alfred Waterhouse (1830 - 1905).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis
    • Pintor(a)

    Em 1887, a revista Building News promoveu uma enquete para identificar o principal arquiteto britânico e Alfred Waterhouse recebeu 90 por cento dos votos. Posteriormente, um historiador sugeriu que Waterhouse ‘contribuiu mais do que quase qualquer outro indivíduo para estabelecer o padrão arquitetônico das cidades do final do século dezenove’. À época de sua morte em 1905, no entanto, sua abordagem da arquitetura tinha temporariamente saído de moda. Isso fica claro em seu obituário no periódico The Times . Lá, registra-se que ‘seria cabotinismo ignorar o fato de que entre a geração mais jovem de arquitetos, o trabalho do Sr. Waterhouse não é visto com bons olhos ou com simpatia’. Ressalva, contudo, o escritor que Waterhouse tinha sido ‘Um dos homens mais geniais e encantadores (...) de forma que até mesmo aqueles que não gostavam de sua arquitetura o adoravam’. Com a volta do prestígio da arquitetura vitoriana é possível, agora, apreciar tanto o arquiteto quanto sua obra.

    HALLIDAY, Stephen.[2012]
    Making the Metropolis: Creators of Victoria’s London.
    JMD Media.

    CRONOLOGIA

    • 1830 - Nasce em Aigburth, Liverpool, Inglaterra, filho de uma abastada família quacre. Seu pai era comerciante de algodão.
    • 1845 - Inicia seus estudos de arquitetura no prestigiado escritório de Richard Lane, em Manchester.
    • 1853 - Após várias viagens de estudo pela Europa, abre seu próprio escritório de arquitetura em Manchester.
    • 1859 - Projeta a Manchester Assize Courts em estilo Gótico Veneziano. O término da obra será em 1864.
    • 1865 - Abre, em Londres, seu próprio negócio – destinado a ser um dos mais destacados escritórios de arquitetura da Grã Bretanha pelos próximos 20 anos.
    • 1868 - Inicia a construção da sede da prefeitura de Manchester no estilo Neogótico. A obra levará dez anos para ser concluída.
    • 1873 - Começa – após revisar substancialmente o projeto de um concurso realizado em 1864 -, a construção do Museu de História Natural, em Londres. A obra será concluída em 1880.
    • 1884 - Conclui a Capela de Eaton, nas cercanias da vila de Eccleston, Cheshire, Inglaterra.
    • 1888 - Conclui a obra da sede da prefeitura de Rochdale, em Manchester, no estilo do Renascimento Gotico.
    • 1889 - Inicia o projeto do Lloyds Bank, em Cambridge. Concluído em 1891, a obra é realizada em estilo do Renascimento Holandês.
    • 1905 - Morre em Yattendon Court, perto de Reading, Inglaterra.

    OBRAS

    Manchester Town Hall, 1877.

    Mansão Easneye, 1868.

    Vitrais no Museum of Natural History, em Londres, 1880.

    Hall Central do Museum of Natural History em Londres.

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  • VAN ERP, Dirk

  • KLINGER, Max

  • KLINGER, Max

    Max Klinger

    Max Klinger (1857 - 1920)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1857 - Nasce em Leipzig, na Alemanha.
    • 1874 - Começa seus estudos na Escola de Arte Grand Ducal Baden em Karlsruhe, onde dura um ano antes de ir para a Academia Real de Arte em Berlim, sob a tutela de Karl Gussow, completando sua formação com a avaliação "excepcional".
    • 1878 - Pela primeira vez apresenta seu trabalho ao público, na 52º Exposição da Academia em Berlim.
    • 1879 - Torna-se pupilo de Emile Charles Wauters, em Bruxelas.
    • 1880 - Pinta a série Eve and the Future (Opus III).
    • 1881 - Abre um estúdio em Berlim, onde tão logo se torna membro da Associação de Artistas de Berlim. Imprime seu mais famoso trabalho, Praphrase on The Finding of a Glove, uma série de dez gravuras baseadas em imagens que lhe vieram em sonhos após encontrar uma luva perdida num rinque de patinação.
    • 1883 - Recebe sua primeira grande encomenda: decorar o pátio da vila de Julius Albers. No mesmo ano, adquire um estúdio em Paris, onde se dedica a estudar o trabalho de Goya e Daumier.
    • 1893 - Retorna para Leipzig e torna-se bem sucedido, virando membro da Academia de Munique. É apontado como professor da Academia Real de Artes Gráficas de Leipzig e, alguns anos depois, se torna um membro da recém-criada Secessão Vienense.
    • 1902 - Expõe sua estátua Beethoven, que se torna parte interal da Exposição da Secessão Vienense daquele ano.
    • 1920 - Morre, aos 63 anos, em Naumburg, na Alemanha.

    OBRAS

    Badendes Mädchen, sich im Wasse spiegelnd, 1912

    Phantasien über einen gefundenen Handschuh, der Dame, die ihn verlor, gewidmet (4/10: Rettung), 1878

    Die Blaue Stunde, 1890.

    Phantasien über einen gefundenen Handschuh, der Dame, die ihn verlor, gewidmet. (10/10: Amor), 1878.

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    REINHARDT, Ad

    WETHERELL, Tim

  • VAN DER ROHE, Ludwig Mies

  • VAN DER ROHE, Ludwig Mies

    Ludwig Mies Van der Rohe (1886-1908)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Seagram Building, 1958.

    University of Chicago School of Social Service Administration

    Farnsworth House, 1951.

    Barcelona Chair, 1929.

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  • VAN DER LECK, Bart

  • VAN DER LECK, Bart

    Bart van der Leck (1876 - 1958)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Composição 1917 no. 4 (Saindo da Fábrica), 1917

    Natureza Morta (Tigela com Maçãs), 1921

    Camponesa com vaca, 1921
    © Kröller-Müller Museum

    Pequena árvore em flor II, 1921
    © Kröller-Müller Museum

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  • Art Déco

  • Art Déco

    Bal masqué, nuit du 20 août(pôster), 1924.

    A beleza atemporal do Art Déco e sua promessa de um futuro brilhante é o que cativou os melindrosos — e ainda fala conosco. F. Scott Fitzgerald expressou esse sentimento, poeticamente, em "O Grande Gatsby": "Gatsby acreditava na luz verde, no futuro orgástico que ano após ano passa por nós. Ele acabou escapando de nós, mas isso não tem importâncias — amanhã correremos mais rápido, esticaremos nossos braços mais longe... Seguiremos em frente, barcos contra a corrente, incessantemente de volta ao passado."

    ACKERMANN, Robert.
    GIA

    OBRAS

    William Van Alen
    Chrysler Building, 1930.

    Cassandre
    Normandie, 1935.

    Erté
    Robe d'après-midi, para Harper's Bazaar, 1922.

    Jacques-Émile Ruhlmann
    Vide-poche fuseaux, 1922.

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  • CHARPENTIER, Alexandre

  • CHARPENTIER, Alexandre

    Alexandre-Louis Charpentier

    Alexandre-Louis Charpentier (1856 - 1909).

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Designer de Móveis
    • Escultor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Paris, França.
    • 1871 - Trabalha como assistente do escultor de medalhas Hubert Ponscarme.
    • 1876 - Deixa o ateliê de Ponscarme.
    • 1877 - Faz sua estréia com um pequeno medalhão com o retrato de sua mãe.
    • 1879 - Tem seu baixo-relevo ‘Arqueiro’ exposto no Salon de Paris e vendido a Alexandre Dumas.
    • 1880 - Expõe no Salon des XX em Bruxelas junto de seus amigos neo-impressionistas e anarquistas tais como Maximilien Luce, Camille Pissarro e Paul Signac.
    • 1896 - Se junta ao grupo de artistas “Os Cinco” com Felix Anthyme Aubert, Henry Nocq, Charles Plumet e François-Rupert Carabin.
    • 1898 - O grupo se transforma num movimento chamado “L’Art dans Tout” (A Arte em Tudo).
    • 1899 - Cria, em colaboração com o decorador e arquiteto Tony Selmersheim, um raro e muito ornamentado relógio art nouveau intitulado “The Flight Of Time”.
    • 1909 - Morre em Neuilly, França.

    OBRAS

    Young Woman Nursing Her Child, 1883-1893.

    Stoneware exhibition, 1897.

    Les Boulangers, 1897.

    Émile Jamais Monument (1856-1893),Aigues Vives.

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    ARAD, Ron

  • https://www.vmfa.museum/piction/6027262-49166996/

    GRÜBER, Jacques

  • GRÜBER, Jacques

    Jacques Grüber

    Jacques Grüber (1870 - 1936)
    © Centre régional de l’Image de Lorraine

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artista Plástico
    • Ceramista
    • Designer de Móveis
    • Vitralista

    Disciple de [Émile] Gallé, collaborateur pour un temps de la verrerie Daum [Frères]: une telle' préparation fut, pour [Jacques] Gruber, excellente. En-présence du travail de Tatelier, il comprit vite que souvent le carton-du dessinateur, conçu d'une façon artiste, mais trop absolue, est bien difficilement mis en œuvre par les techniques en usage. De là, d'abord, obligation de chercher des modèles nettement appropriés à la matière et au-procédé. (...) Jacques Gruber est un des premiers qui ait compris, à Nancy, que l'art devait largement, à la fois puiser et donner à l'industrie. Il a contribué à répandre beaucoup de beauté jusque dans les milieux où l'on s'attend peu d'ordinaire à la rencontrer. On connaît de lui des devantures de magasins, d'un goût sobre et juste, les enseignes mêmes de ces magasins; des plafonds pour des bars, des banques; des panneaux de séparation dan's les 'salons d'at- tente des hôtels; de petits vitraux bas, remplaçant les rideaux d'appartement. Ainsi, la vie la plus prosaïque est-elle toujours accompagnée, grâce à ce joli mirage du verre, d'une étincelle d'art et de poésie.

    d'AVRIL, René [1925]
    L'Art du Vitrail (monographie)
    Nancy, La Région Lorraine, p. 303-306

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce em Sundhouse, Alsácia, na França.
    • 1889 - Estuda na École des Arts Décoratifs e depois na École des Beaux-Arts, onde frequenta o atelier do pintor Gustave Moreau.
    • 1893 - Vai para Nancy, onde começa a trabalhar como artista-decorador na fábrica dos Irmãos Daum.
    • 1894 - Começa a dar aulas de composição decorativa na École des Beaux-Arts de Nancy, permanecendo até 1913.
    • 1897 - Monta seu próprio atelier e começa a se especializar em trabalhos com vidro e vitral.
    • 1901 - Grüber é um dos co-fundadores da École de Nancy.
    • 1902 - É construída a Villa Majorelle, para a qual Grüber desenha diversos vitrais.
    • 1904 - É construído o Aquário da École de Nancy, para o qual Grüber projeta os vitrais.
    • 1909 - É terminada a construção da Chambre de commerce et d'industrie de Meurthe-et-Moselle, em Nancy, com vitrais desenhados por Jacques Grüber.
    • 1912 - Projeta a imponente cúpula da Galeries Lafayette, no Boulevard Haussmann, em Paris, considerada um símbolo da arquitetura Art Nouveau.
    • 1914 - Abre um atelier em Paris, e começa a trabalhar com o estilo Art Déco.
    • 1925 - Projeta os vitrais do pavilhão de Nancy na Exposition des arts décoratifs de Paris.
    • 1936 - Morre aos 66 anos em Paris, na França.

    OBRAS

    Vitral exibido no salão da Société Nationale des Beaux-Arts, 1912

    Plateau aux Algues et Poissons, 1905
    © P. Buren/Musee de l'École de Nancy

    Cúpula da Galerie Lafayette, 1912

    Vitral da antiga sede da Société des hauts-fourneaux et fonderies (detalhe), 1927
    © Fotografia de Alexandre Prevot, 2019

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

    SUETIN, Nikolai

    WILLEFORD, Thomas

    HAMILTON, Cuthbert

    ROHDE, Gilbert

  • OHR, George