• Surrealismo

  • Surrealismo

    OBRAS

    Man Ray
    Rayografia (O Beijo), 1922

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  • COBDEN-SANDERSON, Thomas

  • COBDEN-SANDERSON, Thomas

    Thomas James Cobden-Sanderson

    Thomas James Cobden-Sanderson (1840 - 1922)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Designer Gráfico
    • Tipógrafa(o)

    Em 1900, o encadernador de livros T.J.Cobden Sanderson (...) associou-se a Emery Walker para fundar a Doves Press, em Hammersmith. Propuseram-se a enfrentar ‘o problema da Tipografia pura’ com a visão de que ‘o dever essencial do Tipógrafo é o de comunicar à imaginação, sem perdas, o pensamento ou imagem que o Autor tinha intenção de transmitir’. Os livros da Doves Press (...) são peças tipográficas incrivelmente bonitas. Ilustrações e ornamentos foram rejeitados nos cerca de cinquenta volumes produzidos com a utilização de papel de qualidade, trabalho de imprensa perfeito, e fontes e espaçamento primorosos”.

    MEGGS, Philip B. & ALSTON, W. Purvis. [2012]
    Meggs' History of Graphic Design". 5.ed.
    London, John Wiley & Sons, p. 185.

    CRONOLOGIA

    • 1840 - Nasce em Northumberland, na Inglaterra.
    • 1882 - Casa-se com Anne Cobden, e passa a usar junção do nome Cobden-Sanderson.
    • 1884 - Abre uma oficina e abandona a prática do Direito.
    • 1893 - Abre a Doves Bindery em Hammersmith, Londres, batizando-a com o nome de um pub próximo, The Dove.
    • 1900 - Cria a Doves Press, da qual Emery Walker se torna sócio. Walker supervisiona a criação da Doves Type, fonte usada em todos os livros impressos por eles.
    • 1901 - Publica o manifesto sobre a estética do livro The Ideal Book (ou Book Beautiful).
    • 1909 - Cobden-Sanderson e Walker dissolvem sua parceria, entrando em disputa pelos direitos da Doves Type.
    • 1917 - A Doves Press, depois de ter publicado em torno de cinquenta obras notáveis, fecha suas portas.
    • 1922 - Morre aos 81 anos.

    OBRAS

    Encadernação de "Atalanta in Calydon", ca 1865

    Encadernação de "Sigurd the Volsung", 1887

    Encadernação de "The Princess", 1886

    Projeto Gráfico da Bíblia de Doves Press, ca 1904

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  • SERRURIER-BOVY, Gustave

  • SERRURIER-BOVY, Gustave

    Gustave Serrurier-Bovy

    Gustave Serrurier-Bovy (1858 - 1910).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce em Liège, Bélgica.
    • 1874 - Ingressa na Academia de Belas Artes de Liège, onde entra em contato com Auguste Donnay, os irmãos Berchman e Armand Rassenfosse.
    • 1882 - Trabalha com seu pai, Louis Serrurier, na construção de uma capela neogótica no Chateau de Chaityfintaine.
    • 1884 - Viaja a Londres, onde é desperto seu interesse pelo movimento Arts & Crafts. Essa nova influência fica aparente em seus trabalhos posteriores.
    • 1888 - Até então arquiteto em Liège, volta-se para o comércio e produção de móveis.
    • 1894 - Co-funda o Salon de La Libre Estétique, em Bruxelas, e apresenta o Cabinet de Travail.
    • 1895 - Organiza L’Oeuvre Artistique, em Liège, uma exposição internacional de artes aplicadas.
    • 1897 - Participa da Exposição Internacional de Bruxelas, junto com Henry Van de Velde e Paul Hankar.
    • 1899 - Em Paris, abre uma loja de varejo chamada L’Art dans L’Habitation.
    • 1900 - Participa da Exposition Universelle de Paris, onde constrói, com seu parceiro R. Dulong, o restaurante de luxo Pavillon Bleu.
    • 1901 - Visita a Colônia de Artistas de Darmstadt, o que o aproxima da Secessão Vienense.
    • 1903 - Constrói Villa L’Aube, sua residência pessoal.
    • 1905 - Participa da Exposition Universelle et Internationale de Liège, mostrando não só móveis luxuosos mas também peças originais, adequadas à vida de trabalhadores comuns.
    • 1910 - Morre na Antuérpia, Bélgica.

    OBRAS

    Protetor de lareira, ca. 1909.

    Armário-vitrine, 1899.

    Guarda-roupa de mogno, 1899.

    Villa l'Aube, 1903.

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  • BOULLE, André-Charles

  • BOULLE, André-Charles

    André-Charles Boulle

    André-Charles Boulle (1642 - 1732)

    ATUAÇÕES

    • Desenhista
    • Escultor
    • Marceneira(o)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1642 - Nasce em Paris, no dia 10 de novembro, filho de imigrantes holandeses envolvidos com marcenaria. Pouco se sabe sobre seus anos de formação, exceto que trabalhou na oficina do pai, inicialmente -acredita-se -, como pintor.
    • 1666 - Seu nome aparece como mestre de ofício e dono de sua própria oficina, situada na rue de Reims, que prospera imediatamente.
    • 1666 - Passa a integrar, por volta deste mesmo ano, a Manufacture des Gobelins; que Jean-Baptiste Colbert havia criado para fornecer mobiliário ao palácio de Versailles. Lá, trabalha sob a direção do pintor Charles Le Brun.
    • 1672 - É indicado por Colbert para assumir o posto de ebanista do Rei; título que lhe permite trabalhar fora dos padrões estabelecidos pelas corporações de artesãos.
    • 1676 - Fecha – indicam algumas fontes -, seu atelier na rue de Reims.
    • 1677 - Colbert destina um espaço de trabalho a Boulle no palácio do Louvre.
    • 1678 - Nasce Jean-Philippe, seu primogênito, que será um dos continuadores de sua obra.
    • 1680 - Nasce Pierre-Benoît, seu segundo filho.
    • 1682 - Graças ao sucesso das peças produzidas por seu atelier, Boulle passa a trabalhar apenas por encomenda. Apesar do êxito, seus hábitos extravagantes de colecionador e seus investimentos fundiários contribuem para um sério endividamento.
    • 1685 - Seu atelier incorpora uma fundição – fato que indica a importância que o bronze vem assumindo no seu estilo. No entanto, as encomendas diminuem em função da diminuição do nível de atividades econômicas. Nasce Charles-André, seu terceiro filho, também conhecido como Boulle de Sève.
    • 1688 - Nasce seu quarto filho, Charles-Joseph.
    • 1700 - São retomadas as encomendas da realeza que, antes, se haviam rarefeito.
    • 1715 - Com a morte de Louis XIV, passa a gerência de seu atelier a seus quatro filhos.
    • 1720 - No dia 30 de agosto, sua coleção de valiosas obras de arte é praticamente toda destruída em um incêndio (provavelmente criminoso).
    • 1732 - Morre, em Paris, no dia 29 de fevereiro de 1732.

    OBRAS

    Gabinete circa 1675 - 1680

    Caixa de relógio circa 1715 - 1725

    Cômoda Mazarin 1708

    Armario Paris circa 1700

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    WIERZY, Waldemar

    Gruppo Strum

  • VAN ERP, Dirk

  • EARL, Harley

  • RUSKIN, John

  • RUSKIN, John

    John Ruskin

    John Ruskin (1819 - 1900).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Crítica(o) de Arte
    • Filósofa(o)
    • Pintor(a)
    • Teórica(o)

    (…) Quem se importa se os pontos de vista do Sr. Ruskin sobre a obra de Turner são corretos ou não? Qual a relevância disso? Sua prosa é tão poderosa e majestosa; (...); é tão rica em sua elaborada sinfonia musical; é tão segura e precisa em suas manifestações; é tão sutil na escolha de palavras e de epítetos, que se torna uma obra de arte pelo menos tão grande quanto qualquer dos pores-de-sol que descolorem ou que apodrecem em telas corrompidas nas galerias da Inglaterra (...).

    WILDE, Oscar. Apud ADAMS, Steven. [1987]
    The Arts & Crafts Movement.
    London, Grange Books.

    CRONOLOGIA

    • 1819 - Nasce em Londres, na Inglaterra.
    • 1836 - Passa a morar em Oxford, onde frequenta o Christ’s Church College de 1838 a 1842.
    • 1848 - Inicia seus estudos de Arquitetura Gótica.
    • 1849 - Publica The Seven Lamps of Architecture. Trabalha em Veneza de novembro a março de 1850, onde estuda a arquitetura e a história da cidade.
    • 1851 - Publica o primeiro volume de The Stones of Venice. Continua trabalhando no resto do livro, em Veneza, de setembro até junho de 1852.
    • 1853 - Publicados os segundo e terceiro volumes do The Stones of Venice.
    • 1857 - Publica os The Elements of Drawing e o The Political Economy of Art.
    • 1867 - Publica Time and Tide, cartas sobre questões sociais e políticas tendo como alvo os trabalhadores britânicos.
    • 1869 - Nomeado o primeiro Slade Professor of Fine Arts, em Oxford.
    • 1877 - É processado por calúnia pelo artista James Whistler, um dos fatos que resultará em sua decisão de renunciar à sua Cátedra, dois anos depois.
    • 1878 - Funda a Guild of St. George. Sofre um ataque de loucura.
    • 1879 - Renuncia à Cátedra em Oxford.
    • 1883 - Reassume sua Cátedra em Oxford.
    • 1886 - Sofre novo ataque de doença mental.
    • 1900 - Morre em Brantwood, Cumbria, Inglaterra, aos 81 anos.

    OBRAS

    Cascade de la Folie, Chamonix, 1849.

    The Ducal Palace, Venice, 1835.

    Zermatt, 1844.

    The Garden of San Miniato near Florence, 1845.

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    GEDDES, Norman Bel

  • CERDÀ, Ildefons

  • CERDÀ, Ildefons

    Ildefons Cerdà i Sunyer

    Ildefons Cerdà i Sunyer (1815 - 1876).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Urbanista

    OBRAS

    Mapa de cruzamento de ruas, Pla Cerdà, 1859.

    Seção de rua, Pla Cerdà, 1859.

    Mapa de Francesc Soler, concedido ao Pla Cerdà, 1859.

    Mapa de ruas e cruzamentos, Pla Cerdà, 1859.

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  • DALÍ, Salvador

  • DALÍ, Salvador

    Salvador Dalí (1904-1989)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Young Virgin Auto-Sodomized by the Horns of Her Own Chastity, 1954.

    Portrait of My First Cousin, 1923.

    Sonho Causado Pelo Voo de uma Abelha ao Redor de Uma Romã um Segundo Antes de Acordar, 1944.

    Crepuscular Old Man, 1918.

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  • LABROUSTE, Henri

  • LABROUSTE, Henri

    Henri Labrouste

    Henri Labrouste (1801 - 1875)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Engenheira(o)

    Em meio ao rebuliço e panfletagem generalizada que se seguiram ao decreto [Imperial de 13 de Novembro, 1863] (...), [Maréchal] Vaillant, então Ministro, expressou pesar quanto ao fechamento em 1856 "do único ateliê de arquitetura que, desde 1832 [sic], havia mantido uma educação liberal e de alto nível e doutrinas independentes da Ecole [des Beaux-Arts]. Veio desse ateliê a maior parte dos melhores arquitetos que se ocupam hoje de obras públicas ou privadas; embora... nem um estudante sequer do ateliê tivesse obtido o Prix de Rome, não sendo seu professor um membro da Académie [des Beaux-Arts]. Contudo, o ateliê estava sempre cheio e guarneceu minha administração com sua cultura (pépinière) de arquitetos de primeira ordem". Vaillant referia-se, obviamente, a Labrouste [e seus alunos].

    EGBERT, Donald Drew. [1980]
    The Beaux-Arts Tradition in French Architecture,
    Princeton, Princeton University Press. p. 64

    CRONOLOGIA

    • 1801 - Nasce em Paris, França.
    • 1819 - Aos 18 anos entra para a École des Beaux-Arts como pupilo de A.L. T. Vaudoyer e L. H. Lebas.
    • 1824 - Ganha o Grand Prix de Roma — uma bolsa que lhe permite passar cinco anos estudando na Itália.
    • 1825 - Começa a estudar Construção Romana no Villa Medici, onde permanece até 1830.
    • 1828 - Durante sua permanência na Itália, participa da controversa restauração dos templos Paestum, a qual se estende por 2 anos.
    • 1834 - Trabalha com Félix Duban no projeto de renovação da fachada da Ecole des Beaux-Arts.
    • 1837 - Já estabelecido como Arquiteto, vence concurso para a construção de um asilo em Lausanne, Suíça
    • 1838 - Nomeado Arquiteto Responsável pelos Monumentos Históricos Franceses, Labrouste dá início a trabalhos de restauração. Concomitantemente, retoma sua função de Inspetor da Ecole des Beaux-Arts, onde os trabalhos já se encontram bastante avançados.
    • 1839 - Contratado para projetar a Bibliothèque Sainte-Geneviève, em Paris, que seria construída entre 1843 e 1850.
    • 1854 - Labrouste é nomeado sucessivamente arquiteto do Seminário de Rennes e da então denominada Bibliothèque Impériale, em Paris.
    • 1862 - Projeta a sala de leitura da Bibliothèque Nationale de France, em Paris.
    • 1867 - Eleito para a Académie des Beaux Arts.
    • 1875 - Morre em seu escritório, na casa de Fontainebleau, enquanto redigia um edital para um Concurso de Arquitetura.

    OBRAS

    Biblioteca Nationale

    Biblioteca Sainte-Geneviève

    Biblioteca Ste Geneviève, desenho da fachada

    Biblioteca Sainte Geneviève, interior

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  • VOYSEY, Charles

  • VOYSEY, Charles

    Charles Francis Annesley Voysey

    Charles Francis Annesley Voysey (1857 - 1941)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis
    • Professor(a)

    No período compreendido por uma década antes e uma década depois do ano de 1900, a inventividade, a simplicidade e a humanidade dos projetos de [Charles] Voysey desafiaram mentes artísticas; fossem elas britânicas, europeias ou americanas. Adeptos do Art Nouveau e expoentes do Modernismo tomaram-no por inspiração. (Em ambos os casos, no entanto, sem sua aprovação. [Voysey] tinha pouca simpatia por esses movimentos – ou pelo que ele chamava de “individualismo” desses movimentos em geral)”.

    O’DONNELL, Anne Stewart. [1997]
    C. F. A. Voysey: Architect, Designer, Individualist.

    CRONOLOGIA

    • 1857 - Nasce em Yorkshire, Inglaterra.
    • 1874 - Torna-se aprendiz do arquiteto J.P. Seddon.
    • 1882 - Monta seu próprio estúdio em Westminster.
    • 1883 - Desenha papéis de parede para a Jeffrey & Co., por indicação de seu amigo A. H. Mackmurdo.
    • 1884 - Junta-se à Art Workers Guild.
    • 1888 - Expõe seus trabalhos com tecidos e papéis de parede na exposição inaugural da Arts and Crafts Exhibition Society, na New Gallery.
    • 1893 - Começa a desenhar papéis de parede para a Essex & Co.
    • 1896 - Construída a Annesley Lodge, em Hampstead, Londres; projetada por Voysey.
    • 1900 - Conclui The Orchard, sua própria casa em Chorley Wood, Hertfordshire.
    • 1915 - Publica Individuality na revista The Studio e na Dekorative Kunst, da Alemanha.
    • 1924 - Torna-se mestre na Art-Workers' Guild.
    • 1940 - Recebe a medalha de ouro do Royal Institute of British Architects.
    • 1941 - Morre em Winchester, Inglaterra.

    OBRAS

    Painel em Tecido para Almofada, 1904

    Móvel em Madeira, ca. 1900

    Memorial de Guerra em Malvern Wells, 1921

    Papel de Parede "Tulip", ca. 1895

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    PUNI, Ivan

  • WHISTLER, James

  • WHISTLER, James

    James Abbott McNeill Whistler

    James A. McNeill Whistler (1834 - 1903).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    A personalidade dramática de [James Abbott] Whistler [pintor Americano expatriado na Inglaterra] e sua crença na arte pela arte contribuíram para chamar a atenção do público para o Movimento Estético [Art Movement]. Como pintor, ele acreditava no prazer visual da arte e em sua habilidade de transmitir sensações muito mais do que em seus significados literais ou declarações morais. Isso fica evidente em pinturas tais como Rose and Silver: The Princess from the Land of Porcelain (1864) e Harmony in Blue and Gold: Old Battersea Bridge (c. 1872) que funcionam como antídotos para os contos medievais que Rossetti e outros Pré-Rafaelitas descreviam em suas pinturas. (...) [De fato,] seus ideais estéticos (...) funcionaram, por um lado, como um antídoto bem-vindo para o ecletismo Vitoriano tradicional; e, por outro, para o medievalismo de Morris & Co”.

    MARGOLIN, Victor. [2015]
    World History of Design. Vol. I
    London, Bloomsbury, pp. 238-239.

    CRONOLOGIA

    • 1834 - Nasce em Massachusetts, EUA.
    • 1842 - Muda-se, com sua família, para São Petersburgo, Russia, a pedido do Tsar Nicolau I. Seu pai trabalha na construção de uma ferrovia que ligará São Petersburgo a Moscou. Começa suas aulas particulares de desenho.
    • 1845 - Entra, aos onze anos de idade, na Academia Imperial de Belas Artes de São Petersburgo, onde conhece vários artistas mais velhos e tira notas exemplares em anatomia.
    • 1855 - Muda-se para Paris para seguir definitivamente sua carreira artística, e estuda arte tradicional por algum tempo na Ecole Impériale des Beaux-Arts e no ateliê de Marc-Charles-Gabriel Gleyre. Deste último, Whistler aprende dois princípios que levará para o resto de sua carreira: “o traço é mais importante do que a cor” e "o preto é a cor fundamental da harmonia tonal".
    • 1858 - Whistler viaja pela França e mais tarde produz uma série de gravuras chamada “Twelve Etchings From Nature” com a ajuda de Auguste Delâtre. Através de seu amigo Henri Fantin-Latour, entra para o círculo social de Gustave Courbet, que envolvia também nomes como Édouard Manet e Charles Baudelaire.
    • 1859 - Suas gravuras são aceitas no 91º Salão da Royal Academy de Londres e fazem muito sucesso, motivando o artista a se mudar para Londres.
    • 1861 - Whistler retorna a Paris, onde pinta seu primeiro quadro famoso, a Sinfonia em Branco, No. 1: A Garota de Branco. Embora fosse apenas um estudo de cor, a pintura recebeu as mais variadas críticas e interpretações. Rejeitado para exibição na conservadora Academia Real, a obra é exposta em uma galeria particular.
    • 1864 - Pinta a Rose and Silver: The Princess from the Land of Porcelain.
    • 1871 - Pinta sua mais famosa obra, Arrangement in Grey and Black No.1, um retrato de sua mãe que é comum e incorretamente chamado de Whistler’s Mother. Sua recepção foi controversa, indo desde reações muito positivas a sátiras e ridicularização.
    • 1872 - Pinta a Harmony in Blue and Gold: Old Battersea Bridge.
    • 1877 - Realiza sua obra-prima em decoração de interiores, com a Peacock Room, considerada uma das mais altas referências para o estilo Anglo-Japonês. No mesmo ano, processa John Ruskin por difamação ao ter sua pintura Nocturne In Black And Gold: The Falling Rocket duramente criticada pelo mesmo.
    • 1903 - Morre aos 69 anos em Londres, Inglaterra.

    OBRAS

    The Princess from the Land of Porcelain

    Arrangement In Grey And Black No.1, Portrait Of The Artist's Mother.

    Nocturne In Black And Gold: The Falling Rocket.

    At The Piano.

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    Op Art

    Gruppo 9999

    YVARAL, Jean-Pierre

  • ERTÉ

  • ERTÉ

    Romain de Tirtoff

    Erté (1892-1990)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer de Moda
    • Designer Gráfico

    O que diferenciava Romain dos outros era a sua compreensão sobre forma e precisão; como passar dos limites sem perder a elegância e a função, as quais eram a chave para todos os seus trabalhos. E quantos designers são capazes de alegar ter a mesma habilidade que ele?"

    CRONOLOGIA

    • 1892 - Nasce em São Petersburgo, na Rússia.
    • 1898 - Aos 6 anos, produz sua primeira obra para sua mãe.
    • 1907 - Fica por um ano em Paris. É neste momento em que ele descobre Beardsley e produz uma de suas primeiras esculturas, Demoiselle à la balancelle.
    • 1910 - Muda-se novamente para Paris, e desta vez é para seguir sua carreira como designer
    • 1913 - Trabalha por um ano para Paul Poiret, um designer de moda francês.
    • 1915 - Começa a trabalhar para a Harper's Bazaar. Produzindo mais de 200 (duzentas) capas para a revista até 1937.
    • 1919 - Desenha um traje para a Srta. Gaby Deslys.
    • 1923 - Seus trajes e cenários recebem destaque na Ziegfeld Follies.
    • 1925 - É levado até Hollywood por Louis B. Mayer para produzir cenários e trajes para o filme mudo Paris.
    • 1927 - Começa a produzir sua série de pinturas Alphabet.
    • 1930 - Desenha figurinos para muitos espetáculos no Folies Bergère e no George White's Scandals, em Nova Iorque.
    • 1960 - Torna-se um escultor, e produz trabalhos notavelmente fantásticos e abstratos, em alumínio, ferro, cobre e madeira, pintados com cores vivas.
    • 1964 - Exibe seus trabalhos na galeria Ror Volkmar, em Paris.
    • 1976 - Recebe o título de Oficial de Artes e Letras.
    • 1990 - Morre em Paris, na França.

    OBRAS

    At the Theatre, Melisande.

    Aphrodite.

    Compact Vanities.

    Stolen Kisses.

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  • SCOTT, George

  • SCOTT, George

    George Gilbert Scott

    George Gilbert Scott (1811 - 1878).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Teórica(o)

    Em suas Recollections [publicadas postumamente em 1879] — recordando sua carreira extremamente bem sucedida dedicada à causa gótica —, George Gilbert Scott (...) atribuiu ao ano de 1841 o seu ‘despertar’ para a verdade arquitetônica; despertar esse marcado pela influência simultânea de [Augustus] Pugin e dos Camdenianos [da Cambridge Camden Society]. Um despertar pode ser desconfortável: as resenhas pernósticas que o Ecclesiologist [nesletter da Cambridge Camden Society] publicava sobre novas igrejas e restaurações exaltavam e denunciavam, prescreviam e proscreviam com resultados impressionantes. Os juízos Camdenianos sobre a correção do gótico de um arquiteto influenciavam cada vez mais na escolha de quem conseguiria e de quem não conseguiria as comissões para novos projetos. Esse poder muitas vezes causava ressentimentos mas, para os arquitetos mais propensos a serem escolados, as recompensas eram mais do que financeiras. O domínio do design eclesiológico e do estilo [gótico] Decorado requeria uma experiência que combinava de forma muito particular o conhecimento técnico e as realizações acadêmicas. A resultante era uma nova espécie de autoridade. Arquitetos de igreja adquiriam classe, ou seja, melhoravam seu status cultural e ascendiam na hierarquia social.

    BROOKS, Chris. [1999]
    The Gothic Revival.
    London, Phaidon.

    CRONOLOGIA

    • 1811 - Nasce em Gawcott, no condado de Buckinghamshire, Inglaterra, filho de um modesto pastor anglicano.
    • 1825 - Autodidata (mas já proficiente em desenho), vai estudar com seu tio
    • 1827 - Junta-se ao escritório londrino de Arquitetura de James Edmeston, onde começa a trabalhar com projetos de workhouses; casas destinadas à acomodação e emprego de pobres.
    • 1833 - Executa seu primeiro projeto: um vicariato para seu pai em Wappenham, Northamptonshire.
    • 1838 - Projeta, sem grande impacto, a primeira (de centenas de outras tantas) igrejas.
    • 1839 - Começa a se interessar pela obra de A.W.N. Pugin, cuja influência seria decisiva em sua própria obra.
    • 1840 - Projeta, em Oxford, o Martyr’s Memorial; seu primeiro grande êxito dentro do estilo da arquitetura Neogótica.
    • 1841 - Inicia a construção da Igreja de Saint Giles, em Camberwell; projeto que o torna conhecido em toda Europa.
    • 1859 - Inicia o projeto da Capela do King’s College, em Londres.
    • 1864 - Inicia o projeto do Albert Memorial, no Hyde Park, Londres.
    • 1865 - Entra na competição para a construção do Midland Grand Hotel, nas imediações da estação ferroviária de St. Pancras. O projeto foi concluído em 1876.
    • 1865 - Começa a construção, em Dundee, Escócia, do edifício que alojará as McManus Galleries – inicialmente projetado como uma homenagem ao recentemente falecido Príncipe Consorte.
    • 1872 - Recebe o título de Cavaleiro do Império Britânico.
    • 1878 - Morre e é enterrado na Abadia de Westminster; uma grande honra.

    OBRAS

    Albert Memorial, no Hyde Park, Londres.

    Martyr’s Memorial, em Oxford.

    Capela do King's College, em Londres.

    Igreja de Saint Giles, em Camberwell.

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    MICHELAZZI, Giovanni

    JUDD, Donald

    Estilo Internacional

  • WAGNER, Otto

  • WAGNER, Otto

    Otto Wagner (1841-1918)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer de Móveis

    CRONOLOGIA

    • 1841 - Nasce em Penzing.
    • 1857 - Começa os estudos de Arquitetura aos 16 anos, no Instituto Politécnico de Viena.
    • 1860 - Ao terminar os estudos em Viena, vai a Berlim para estudar na Academia Real de Arquitetura, a Bauakademie. Lá ele é orientado por Carl Ferdinand Busse, um classicista, e retorna no ano seguinte para estudar na Academia de Belas Artes de Viena, tornando-se logo após um dos arquitetos da firma de Ludwig von Föster. Assim, descrevia seu estilo como "um tipo de Renascença livre".
    • 1868 - Seu projeto para a Sinagoga Ortodoxa na Rumbach Street, em Budapeste, é selecionado em uma competição.
    • 1874 - Começa a construir muitos edifícios em Viena.
    • 1880 - Passa também a, além de construir, financiar seus projetos. Dois anos depois, por exemplo, projeta um prédio luxuoso em Viena- próximo ao parlamento- unindo beleza e função dentro dele.
    • 1886 - Constroi a primeira Villa Wagner, projeto de uma casa de campo que fez para si, contendo detalhes inspirados no neoclássico inspirados por Palladio
    • 1894 - É nomeado como o conselheiro artístico do sistema do novo sistema de transporte de Viena, Stadtbahn, projetando pontes, viadutos e estações. Por causa da demanda, contrata mais setenta artistas e designers para ajudarem nos projetos, incluindo Joseph Maria Olbrich e Josef Hoffmann.
    • 1897 - Se associa à Secessão Vienense.
    • 1899 - Termina de construir seu projeto da estação Karlsplatz.
    • 1905 - Deixa a Secessão, publica novas edições do seu livro Modern Architecture e de mais três volumes: Sketches, Projects, Constructions.
    • 1910 - Torna-se Vice-Reitor da Academia de Belas Artes de Viena.
    • 1912 - Propõe a construção de um Museu Municipal em Viena para homenagear Franz-Joseph, imperador da Áustria. Entretanto, seu projeto foi interrompido por causa da 1ª Guerra Mundial, em 1914.
    • 1916 - Após vender sua primeira casa de campo em 1911, acaba vendendo a segunda, que havia sido construída em 1912 para sua esposa.
    • 1918 - Morre em Viena.

    LEITURA RECOMENDADA

      OBRAS

      Vila Wagner I, 1886.

      Austrian Postal Savings Bank, 1912.

      Wagner Armchair, 1899.

      Interior e altar da Igreja de São Leopoldo, 1907.

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      Introdução à Gestão

    • GIMSON, Ernest

    • GIMSON, Ernest

      Ernest Gimson

      Ernest Gimson (1864 - 1919)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteta(o)
      • Designer de Móveis

      Gimson desenvolveu sua aptidão para incrustar madeira em móveis na época em que trabalhava na Kenton and Company [empreendimento do qual era sócio]. Ao sair de lá, continuou a incrustar madeira e madrepérola nas peças - elegantes e parcimoniosas - que projetava. Além de seus vistosos gabinetes, Gimson (...) também projetou móveis em um estilo mais simples e rústico, exemplificado em diversos aparadores, mesas para sala de jantar e cadeiras com encosto de escada. Esse estilo, livre das referências medievais de Morris e dos padrões intricados das peças de Mackmurdo, influenciou tremendamente a estética ‘fitness for purpose’ [de adequação à finalidade] que dominou o design britânico até o final da Segunda Guerra Mundial. (...) Como consequência de [não] se motivar a adaptar seus projetos à produção industrial, (...) atendia apenas uma clientela limitada. Ao invés de produzir seu mobiliário pessoalmente, Gimson supervisionava uma equipe de artífices (...)”.

      MARGOLIN, Victor. [2015]
      World History of Design. Vol. I
      London, Bloomsbury, p. 243.

      CRONOLOGIA

      • 1864 - Nasce em Leicester, na Inglaterra.
      • 1881 - Torna-se aprendiz do arquiteto Isaac Barradale de Leicester, e fica sob sua tutela em seu escritório durante quatro anos.
      • 1883 - Assiste uma palestra sobre “Arte e Socialismo” ministrada pelo influente artista e designer do movimento Arts & Crafts, William Morris. Encantado e inspirado, Gimson chama Morris para conversar e acabam por tornar-se amigos.
      • 1885 - Com experiência profissional na área de arquitetura e bons resultados na Escola de Arte de Leicester, se muda para Londres. Sem perder o contato com Morris, Gimson entra para o estúdio de arquitetura de J. D. Sedding, onde se apaixona pelo Arts & Crafts.
      • 1889 - Entra para a Sociedade de Proteção a Construções Antigas de William Morris.
      • 1890 - Funda, junto de Sidney Barnsley, William Lethaby e outros designers a companhia de mobílias Kenton & Co., seguindo os ensinamentos de Philip Webb sobre a criação de objetos.
      • 1893 - Se muda para Gloucestershire com os irmãos Barnsley onde abrem uma oficina. Mais tarde, passam a contratar outros artesãos habilidosos para a firma, dentre eles, Peter van der Waals.
      • 1900 - Abre uma pequena oficina de móveis em Cirencester, mais tarde se mudando para lojas maiores. Tem como objetivo incentivar a comunidade o do vilarejo para transformá-lo em uma vila de artesãos.
      • 1908 - Cria uma competição em busca do melhor projeto para a construção da cidade de Camberra, capital da Austrália. Uma dupla de arquitetos americanos vence com a melhor planta.
      • 1916 - Rejeita um convite para fazer parte da Associação de Design Industrial, por sua forte resistência ao trabalho com máquinas.
      • 1918 - Realiza seu último grande projeto, a Biblioteca Memorial na Escola de Bedales, em Hampshire.
      • 1919 - Morre aos 55 anos em Sapperton, na Inglaterra.

      OBRAS

      Armário em Madeira, 1891.

      Casa Arts & Crafts em Leicestershire, 1899.

      Gaveteiro de Madeira, ca. 1907.

      Gaveteiro de Madeira, ca. 1902.

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    • MALEVICH, Kazimir

    • MALEVICH, Kazimir

      Kazimir Malevich (1879-1935)
      © Museu Russo, São Petersburgo

      ATUAÇÕES

      OBRAS

      Quadrado Preto, 1915

      Composição Suprematista: Branco sobre Branco, c. 1918

      Suprematismo Místico (cruz vermelha sobre círculo preto), c. 1915

      Suprematismo, 1915

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    • Afrofuturismo

    • Afrofuturismo

    • KENDALL, David Wolcott

    • RICHTER, Hans

      PANTON, Verner

      BELTRI, Victor

    • Vorticismo

    • Vorticismo

      William Patrick Roberts
      The Vorticists at the Restaurant de la Tour Eiffel, 1915, 1961-2
      © The Estate of William Roberts / Tate Museum, London

      CRONOLOGIA

      • É o -

      OBRAS

      Wyndham Lewis
      Capa para a Revista Blast, 1915

      William Roberts
      Boxeadores, 1914
      © The estate of John David Roberts

      Frederick Etchells
      Progressão, 1915

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    • Arts & Crafts

    • Arts & Crafts

      Arts & Crafts

      William Morris
      Achanthus Wallpaper.

      ATUAÇÕES

      • Reino Unido

      O Movimento de Artes e Ofícios [Arts & Crafts] teve suas raízes nos anos finais da Grã- Bretanha do século XIX. Seus principais teóricos — homens como William Morris, C.R. Ashbee e W.R. Lethaby —, tiveram formação de arquitetos e trabalharam pela unidade das artes, acreditando que todos os empreendimentos criativos tinham o mesmo valor. Não apenas desejavam reformar o design como também restabelecer a qualidade do próprio processo de trabalho. Com a divisão do trabalho, a Revolução Industrial desvalorizou o ofício de artífice (craftsman) transformando-o em uma mera peça na engrenagem de uma máquina. O objetivo do Movimento de Artes e Ofícios era, nesse sentido, o de reestabelecer a harmonia entre arquiteto, designer e artífice. Desejavam também restaurar a perícia na produção de artefatos de uso quotidiano de forma que fossem não apenas bem projetados como também tivessem preços acessíveis".

      CUMMING, Elizabeth. [1991]
      The Arts and Crafts Movement.
      London, Thames & Hudson, 2002, p.6.

      OBRAS

      William De Morgan
      Tiles

      Charles Ashbee
      Decanter, 1904-1905.

      Edward Coley Burne-Jones
      An Angel Playing a Flageolet, 1878

      Walter Crane
      Neptune's Horses.

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      BEDIN, Martine

    • HOFFMANN, Josef Franz Maria

    • HOFFMANN, Josef Franz Maria

      Josef Hoffmann (1870 - 1956)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteto
      • Designer de Jóias
      • Designer de Produto
      • Designer Têxtil

      É difícil para mim escrever sobre Josef Hoffmann, posto que me oponho em absoluto à direção que vem sendo tomada hoje pelos artistas mais jovens, e não apenas em Viena. A tradição para mim é tudo – a imaginação sem freio fica em segundo lugar. Aqui [no entanto] temos um artista dono de uma imaginação grandiosa, capaz de atacar as antigas tradições, e até mesmo eu sou forçado a admitir que com êxito.

      Adolph Loos, 1898

      CRONOLOGIA

      • 1870 - Nasce em uma família de classe média na cidade de Pirnitz, Morávia (atual República Tcheca).
      • 1887 - Vence a resistência do pai, que preferiria vê-lo advogado, e obtém permissão para estudar Arquitetura na Höhere Staatsgewerbeschule (espécie de escola técnica) de Brünn. Gradua-se na instituição no ano de 1891.
      • 1892 - É admitido como aluno pela Akademie der bildenden Künste [Academia de Belas Artes de Viena], onde dá continuidade a seu treinamento. Frequenta as aulas de Karl von Hasenauer, expoente da arquitetura historicista, e Otto Wagner, que viria a ser um dos maiores influenciadores de sua obra.
      • 1895 - Funda — com Koloman Moser, Joseph Maria Olbrich e Carl Otto Czeschka, entre outros — o Siebner Club [Clube dos Sete], embrião do que viria a ser a Secessão Vienense. Seus membros reuniam-se para discutir tendências na arquitetura e na arte. No mesmo ano, o projeto de graduação de Hoffmann vence o Grand Prix, o que lhe possibilita permanecer por um período na Itália.
      • 1897 - Tendo retornado ao Império Austro-Húngaro, ingressa na firma arquitetônica de Otto Wagner e funda, em parceria com outros artistas, a Secessão de Viena. Figura central dentro do grupo, participa ativamente da publicação Ver Sacrum e como designer de exposições. Casa-se no ano seguinte com Anna Hladik, com quem teria um filho, Wolfgang.
      • 1899 - Aos 29 anos, assume como professor na Kunstgewerbeschule [Escola de Artes Aplicadas] de Viena. Até sua aposentadoria, em 1936, lecionaria nos departamentos de Arquitetura, Trabalhos em Metal, Esmaltaria e Artes Aplicadas.
      • 1900 - Tem lugar a Exposição Universal de Paris, para a qual Hoffmann projetara as salas da Kunstgewerbeschule e da Secessão Vienense. No mesmo ano viaja para o Reino Unido, onde conhece Charles Rennie Mackintosh e visita a guilda de Charles Ashbee. A importância desse contato direto com o Arts & Crafts se faria evidente na Wiener Werkstätte, estabelecida três anos depois.
      • 1903 - Fundação da Wiener Werkstätte, uma associação de caráter colaborativo entre artistas e artesãos. Financiada por Fritz Waerndorfer, e tendo por co-diretores artísticos Hoffmann e Koloman Moser, a empreitada tinha por objetivo conferir às artes decorativas o mesmo prestígio de que tradicionalmente gozavam as belas artes. O conceito da oficina prospera e expande-se com a fundação posterior da Deutscher Werkbund (1907) e da Österreichischer Werkbund (1912).
      • 1905 - Josef Hoffmann abandona a Secessão de Viena. Recém-inaugurado o edifício que projetara para abrigar o Sanatório Purkersdorf (1904), recebe a encomenda de um design para o Palais Stoclet, em Bruxelas, um dos marcos de sua carreira arquitetônica. Outros trabalhos importantes viriam a ser o interior da casa de shows avant-garde Cabaré Fledermaus (1907); a Casa Hochstetter (1907); a Villa Ast (1911); e a Villa Skywa-Primavesi (1916).
      • 1920 - Interessa-se especialmente pela construção de habitações populares, em meio à severa crise habitacional que se seguiu à Primeira Guerra Mundial. O maior desses projetos habitacionais, na Laxenburger Strasse, 94, seria inaugurado no ano de 1932.
      • 1932 - Debilitada após a Primeira Guerra e a Grande Depressão de 1929 — especialmente devastadora para Alemanha e Áustria —, a Wiener Werkstätte encerra suas atividades.
      • 1936 - Torna-se professor emérito na Akademie der bildenden Künste. No anos seguintes, participa da Exposição Internacional de Paris (1937) e projeta novos interiores para o Hotel Imperial em Viena. Depois da incorporação forçada da Áustria pela Alemanha Nazista, fica encarregado de adaptar a antiga Embaixada Alemã para uso como quartel general.
      • 1945 - Encerrada a Segunda Guerra Mundial, Hoffman volta a integrar a Secessão de Viena e atua como presidente da instituição por dois anos. Entre 1949 e 1953, projeta três complexos habitacionais de grandes dimensões, a serem alocados em Viena.
      • 1956 - Morre em seu apartamento em Viena, aos 85 anos.

      OBRAS

      Mansão Stoclet, 1911
      © Ministere de la Region de Bruxelles-Capitale

      Mansão Stoclet (interior), 1911

      Sanatório Purkersdorf, 1904

      Stitzmachine (Confeccionada para o Sanatório Purkersdorf), c. 1905

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      DE LUCCHI, Michele

      AARNIO, Eero

    • Wiener Werkstätte

    • Wiener Werkstätte

      Wiener Werkstätte

      Logo da Wiener Werkstätte (1902-1932)

      ATUAÇÕES

      • Áustria

      O imenso dano causado, de um lado, pela deteriorada produção de massa e, de outro, pela imitação servil dos estilos passados inunda todo o mundo como uma gigantesca torrente fluvial [...] No lugar da mão, imiscuiu-se a máquina; no lugar do artesão, o comerciante. Mas seria uma loucura querer nadar contra essa corrente. Apesar disso, fundamos a nossa oficina [...]. Queremos estabelecer uma relação estreita entre o público, o projetista e o artesão, e produzir objetos de uso doméstico simples e de qualidade. O nosso ponto de partida é o uso do objeto; a nossa primeira condição é a funcionalidade; a nossa força consistirá na harmonia das proporções e na excelência da elaboração. Quando for o caso, procuraremos acrescentar ornamentos, mas sem esforços e não a qualquer custo [...] É preciso tornar a reconhecer e apreciar o valor do trabalho artistico e das ideias. O trabalho do artesão deverá ser valorizado na mesma medida daquele do pintor e do escultor. Não podemos nem pretendemos concorrer com a produção de baixo preço; essa se dá, sobretudo, em detrimento dos trabalhadores e nós entendemos que o nosso dever mais alto seja dar-lhes de novo a alegria de um trabalho e uma existência digna de homem. Mas tudo isso só se pode obter gradualmente [...].

      Os produtos substitutos, as imitações de estilo, só podem satisfazer aos parvenus. O burguês de hoje, assim como o operário, deve possuir a orgulhosa consciência dos próprios valores e não deve tender à emulação com outras classes, cuja missão cultural já foi cumprida e que conservam, de direito, a recordação de um esplêndido passado artístico. A nossa burguesia ainda está distante de haver realizado a sua própria missão artística. A ela cabe agora levar a termo essa evolução [...] Que nos seja enfim consentido sublinhar que também nós estamos conscientes do fato de que em determinadas circunstâncias se podem produzir, com a ajuda das máquinas, produtos razoáveis em série, a preços acessíveis; contanto que tais objetos revelem claramente o caráter de sua fabricação [...]. Usaremos todas as nossas forças para termos sucesso, mas daremos passos adiante apenas com a ajuda de todos os amigos. Não podemos nos permitir fantasias. Temos os pés bem plantados na terra e esperamos as encomendas".

      HOFFMAN, J. & MOSER, K.. [1905]
      Programa da Wiener Werkstätte. Apud: DE FUSCO, Renato. [1.ed. 1985]
      História do Design, 2019.

      OBRAS

      Dagobert Peche
      Caixa de doces em formato de pássaro, 1920

      Carl Otto Czeschka
      Colar, 1910

      Bertold Löffler
      Cartaz para o Kabarett Fledermaus, 1907

      Koloman Moser e Josef Hoffmann
      Poltrona confeccionada para o Sanatório Purkersdorf, 1903

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      ANDERSON, Charles S.

    • FRIDRICH, Charles

    • FRIDRICH, Charles

      Charles Fridrich

      Charles Fridrich (1876-1952)
      © Musée de l'École de Nancy

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Designer Têxtil
      • Empresária(o)

      Charles Fridrich confectionne dans son atelier à Nancy un velours spécifique nommé “peluche” sur lequel il obtient des effets décolorés. Dans cette idée d’un art total accesssible à tous, Fridrich, véritable ensemblier décorateur conçoit des pièces textiles destinées à la décoration et à la modernisation des intérieurs. Il réalise tentures, courtines et bandeaux, cantonnières, tapis, revêtements de sièges et coussins, paravents, panneaux décoratifs, stores, dessus de pianos et accessoires vestimentaires. Destinées à la vente, certaines peluches décolorées sont exposées dans la Maison d’art Lorraine, tandis que d’autres ornent les stands d’expositions des artistes de l’École de Nancy. Les décors de ses peluches décolorées proviennent d’un répertoire naturaliste extrêmement varié: arbres, fleurs, plantes grimpantes et aquatiques, légumes et fruits, plantes communes (…) et faune (…), ou encore paysage.

      BOUVIER, Roselyne [2018]
      Le velours: une matière privilégiée pour les intérieurs
      In: L'École de Nancy: Art Nouveau et Industrie d'Art
      Somogy Éditions d'Art / Musée de L'École de Nancy, 2018, p. 164

      CRONOLOGIA

      • 1876 - Nasce em Nancy no dia 1º de Outubro de 1876, filho de um tapeceiro. Seguindo a tradição familiar, interessa-se pelo design de peças têxteis e recebe sua educação na École des Beaux Arts de Nancy.
      • 1899 - Expõe pela primeira vez suas tapeçarias.
      • 1900 - Aos 24 anos, abre unidades em Nancy e Paris da Maison d'Art de Lorraine, híbrido de loja e galeria de exposições com o qual pretendia difundir a arte moderna. Na Maison, vende tecidos — seda, linho, algodão, lã e veludo — na forma de tapetes, tapeçarias, cortinas e estofamento de móveis. Seus veludos decorados, desenhados por nomes como Victor Prouvé, Henri Bergé, Jacques Grüber, Paul Nicolas e Louis Hestaux, seriam enormemente populares por um tempo.
      • 1902 - Charles Fridrich e o pai são premiados na primeira Exposição Universal de Artes Decorativas de Turim, na Itália. No mesmo ano, conquista uma medalha de ouro em Marselha. Afligido por suas primeiras dificuldades financeiras, é obrigado a recorrer a um novo capital a fim de manter sua ampresa de portas abertas.
      • 1903 - A Maison d'Art de Lorraine vai à falência. Fridrich passa a atuar como comerciante de antiguidades, atividade na qual obtém algum êxito. A mudança profissional não significa, no entanto, o fim de sua produção artística: o período logo após o fechamento da maison é um de seus mais prolíficos.
      • 1907 - Participa de encomenda feita por Georges Malard, farmacêutico desejoso de dar a seu estabelecimento uma fachada de inspiração art nouveau. É Eugène Vallin o responsável pela concepção de um projeto à moda da École de Nancy, enquanto que fica a cargo de Charles Fridrich a idealização do interior do espaço.
      • 1914 - Vai a combate na Primeira Guerra Mundial, recebendo por seus serviços uma condecoração e o título de coronel.
      • 1952 - Falece no mês de Novembro de 1952, ao lado da esposa, Claire Blondlat, e seus dois filhos, Jean-Pierre e Jacqueline. É enterrado no cemitério de Préville, em Nancy.

      OBRAS

      Vista do stand Fridrich na exposição de Besançon. Fotografia atribuída a Charles Fridrich, c. 1900

      Tapeçaria Chardons, c. 1902

      Tapeçaria Ombelles, c. 1900

      Tapeçaria de paisagem sob a luz da lua, c. 1902

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    • RICKETTS, Charles de Sousy

    • RICKETTS, Charles de Sousy

      Charles de Sousy Ricketts

      Charles de Sousy Ricketts (1866 - 1931)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Autor(a)
      • Cenógrafa(o)
      • Entalhador(a)
      • Figurinista
      • Ilustrador(a)
      • Pintor(a)
      • Tipógrafa(o)

      Entre os designers gráficos ingleses que produziram na esteira do movimento de Arts & Crafts e no auge do Movimento Estético, o maior rival de [Aubrey] Beardsley era Charles Ricketts. (...) Rickets começou sua carreira como entalhador de madeira, continuando sua formação como compositor gráfico. Seu trabalho era baseado em um conhecimento profundo da produção gráfica. Enquanto Beardsley tendia a enfocar seus trabalhos como ilustrações a serem encaixadas entre páginas de tipografia, Ricketts abordava o livro como uma entidade totalizante. Levava em conta encadernação, guarda, página de título, tipografia, ornamentos e ilustrações (...) Após trabalhar como entalhador e compositor para diversas gráficas, Ricketts abriu seu próprio negócio. Em 1893, o primeiro livro totalmente projetado por ele foi lançado e, no ano seguinte, confeccionou magistralmente o livro de poemas exótico e perturbador de Oscar Wilde; A Esfinge.
      Embora Ricketts admirasse [William] Morris, costumava criticar a densidade dos projetos da Kelmscott. A diagramação de suas páginas era mais leve; os ornamentos e encadernações eram mais abertos e geométricos; seus projetos tinham uma luminosidade vívida. Ricketts inspirava-se no design complexo e entretecido dos padrões célticos e nas figuras planas e estilizadas das pinturas de vasos gregos (que estudava no Museu Britânico).(...)
      Em 1896 Ricketts inaugurou a Vale Press. Ao contrário de Morris, ele não era proprietário das máquinas com as quais imprimia seus próprios trabalhos. Ele alocava sua tipografia e utensílios nas firmas com quem trabalhava. Estas, seguiam suas instruções precisas. Quando mostraram a um Morris – doente terminal -, os livros da Vale Press, ele aclamou, admirado, a beleza dos volumes de Ricketts.

      MEGGS, Philip B. & ALSTON, W. Purvis. [2012]
      Meggs' History of Graphic Design". 5.ed.
      London, John Wiley & Sons, pp. 207-209.

      CRONOLOGIA

      • 1866 - Nasce em Genebra, na Suíça.
      • 1880 - Muda-se para Londres, Inglaterra.
      • 1882 - Inicia seus estudos na City and Guilds Technical Art School, em Kennington, Londres; onde conhece Charles Shannon, seu futuro parceiro pessoal e profissional.
      • 1889 - Publica, junto com Shannon, uma revista de arte intitulado The Diall. A revista teve em torno de 5 edições ao todo, sendo publicada de 1889 até 1897.
      • 1893 - Ricketts e Shannon são contratados pra fazer trinta e sete ilustrações em xilogravura, no estilo renascentista italiano, para o livro Daphnis and Chloe publicado por Elkin Matthews.
      • 1894 - Ricketts e Shannon fundam a Vale Press, nome escolhido em homenagem à casa deles, The Vale, em Chelsea, Londres. Lá eles publicam um total de aproximadamente 75 livros, incluindo uma reimpressão completa dos trabalhos de Shakespeare.
      • 1895 - Ricketts faz ilustrações para o livro The Sphinx, de Oscar Wilde.
      • 1899 - Um incêndio destrói a maior parte dos livros em estoque e materiais decorativos da Vale Press. A editora acaba fechando as portas algum tempo depois, em 1904.
      • 1906 - Projeta cenografia e figurino para a produção inglesa da peça Salomé, de Oscar Wild; que sofre boicote e acaba não sendo realizada.
      • 1907 - Dá início a um período de trabalhos voltados pro teatro, trabalhando nas peças: Attila (1907), de Laurence Binyon; King Lear (1909); The Dark Lady (1910), de Bernard Shaw; Judith (1916), de Arnold Bennett; Annajanska, the Bolshevik Empress (1918), de Bernard Shaw; e The Betrothal (1920), de Maurice Maeterlinck.
      • 1922 - É aceito como um associado da Royal Academy, tornando-se membro completo da Academia alguns anos depois, em 1928.
      • 1924 - Trabalha na cenografia e figurino da produção inglesa da peça Saint Joan, de Bernard Shaw; o trabalho é considerado um dos melhores de Ricketts.
      • 1929 - É nomeado membro da Royal Fine Arts Commission.
      • 1931 - Morre, aos 65 anos, vítima de um ataque cardíaco, em Londres, na Inglaterra.

      OBRAS

      The Wise and Foolish Virgins, ca 1914

      Desenho de indumentária para a opera The Gondoliers, 1929

      The Holy Women and the Angel of Resurrection, ca 1910

      Desenho de indumentária para a peça Saint Joan, ca 1924

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      HOFMAN, Vlastislav

      CHOCHOL, Josef

      WADSWORTH, Edward

    • BRADLEY, Will H.

    • BRADLEY, Will H.

      William Henry Bradley

      Will H. Bradley (1868 1962)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Autor(a)
      • Cineasta
      • Empresária(o)
      • Ilustrador(a)
      • Tipógrafa(o)

      Will Bradley, (...) o mais proeminente designer gráfico Americano dos anos 1890, produziu obras em uma variedade de estilos Art Nouveau derivadas de trabalhos europeus. É importante reconhecer que, a esta altura da história do pôster, havia uma distinção amplamente reconhecida entre as milhares de cromolitografias projetadas canhestramente a cada ano e aqueles que eram os então chamados ‘pôsters artísticos’, tais como os que Bradley produzia. Esses pôsters, com seus celebrados pedigrees artísticos, foram empregados inicialmente apenas para publicizar jornais literários de vanguarda, performances teatrais e atividades afins. Apenas por meio de um processo gradual - que se arrastou até o século vinte – que tais projetos gráficos se tornaram a norma (antes que a exceção) no mundo da publicidade”.

      ESKILSON, Stephen J. [2007]
      Graphic Design: A New History.
      London, Laurence King, p. 54.

      CRONOLOGIA

      • 1868 - Nasce no dia 10 de julho na cidade de Boston, Massachusetts, Estados Unidos, filho de Aaron Bradley e Sarah Rowland.
      • 1882 - Morando há dois anos na cidade de Ishpeming para onde se mudara com a mãe após a morte de seu pai, em 1880, Bradley começa a trabalhar como aprendiz de tipógrafo no jornal Iron Agitator.
      • 1885 - Aceita trabalhos não-remunerados em Chicago nas firmas J. Mang & Co. e Rand McNally; ambos como aprendiz de entalhador.
      • 1887 - Associa-se à gráfica Knight and Leonard da qual se afastará dois anos depois para tornar-se designer independente.
      • 1891 - Executa seu primeiro projeto de design para a revista Inland Printer.
      • 1893 - Começa a trabalhar para a revista Vogue.
      • 1895 - Funda a Wayside Press em Sprignfield, Massachusetts, onde trabalha como ilustrador, editor, tipógrafo, designer e gerente de uma revista chamada de Bradley: His Book.
      • 1897 - Com o sucesso de suas atividades – e com o excesso de trabalho -, tem uma crise de estafa. Recupera-se sem sequelas. Vende, no ano seguinte, a Wayside Press para a The University Press de Cambridge, Massachussetts.
      • 1903 - Contratado como Diretor de Arte da American Type Founders. Adiante torna-se editor da Collier’s Weekly.
      • 1904 - Publica o artigo The Use of Printing Labels in Bookbinding na revista Printing Art. Em anos posteriores publica artigos em periódicos importantes.
      • 1910 - Funda o estúdio independente Will Bradley Studios.
      • 1915 - Torna-se Diretor de Arte da Hearst Publications and Motion Pictures.
      • 1918 - Funda a Dramafilms (Will Bradley Productions) na qual escreve, produz e dirige seus próprios filmes (de cinema mudo).
      • 1854 - Publicadas suas memórias com o título Will Bradley: His Chap Book pela The Typophiles. A edição original conta com apenas 650 cópias. No mesmo ano é agraciado com a medalha da American Institute of Graphic Arts (AIGA) – maior homenagem concedida a um designer gráfico.
      • 1962 - Morre no dia 25 de janeiro em La Mesa, Califórnia, com a idade de 93 anos.

      OBRAS

      The Chapbook: Thanksgiving Number. 1895.

      The Modern Poster. 1895

      Poster Ault & Wiborg. 1895

      Poster Ault & Wiborg. 1900

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