• SULLIVAN, Louis Henry

  • SULLIVAN, Louis Henry

    Louis Henry Sullivan

    Louis Henry Sullivan (1856-1924)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    O Homem, por meio de sua força física, seus recursos mecânicos, sua engenhosidade, pode arranjar coisas lado a lado. Uma composição, literalmente, daí resultará, mas não como uma grande obra de arte, ou sequer como obra de arte, mas como mera exibição mais ou menos refinada de pura força bruta operando materiais úteis. Pode ser como um ruído em uma escala decrescente de níveis de vulgaridade, [mas] não pode nunca tornar-se uma nota musical. Ainda que deixe de ser vulgar para tornar-se sem personalidade, continuará até o fim sendo aquilo que era no início: incapaz de despertar inspiração — morta, absolutamente morta.

    Não se pode duvidar por um momento sequer que uma obra de arte para que esteja viva, para que nos desperte para sua vida, para inspirar-nos mais cedo ou mais tarde com seu propósito, deve certamente estar animada por uma alma, deve ter sido instilada de vida por um espírito e deve por sua vez emanar esse espírito. Ela deve transparecer as experiências reais, em primeira mão, daquele que a fez, e deve representar sua mais profunda impressão não apenas de natureza física mas mais específica e essencialmente sua compreensão dos efeitos daquele Grande Espírito que faz da natureza tão compreensível para nós que ela deixa de ser um vulto e se torna uma doce, fascinante, convincente Realidade.

    SULLIVAN, Louis. [1984]
    Emotional Architecture as Compared to Intellectual : A Study in Subjective and Objective. [In: The Public Papers.]
    TWOMBLY, Robert [Ed.]
    Chicago, The University of Chicago Press, 1988. p.92

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Boston, nos EUA.
    • 1870 - Forma-se na Rice Grammar School.
    • 1872 - Entra para o curso de Arquitetura do MIT, Masachusetts Institute of Technology.
    • 1873 - Se muda pra Chicago, onde começa trabalhar pro arquiteto William LeBaron Jenney.
    • 1874 - Sullivan viaja para a Europa, onda estuda no estúdio Vaudremer na École des Beaux-Arts, em Paris.
    • 1875 - Retorna para Chicago, onde trabalha como freelancer.
    • 1876 - Pinta afrescos para o interior da igreja Chicago Avenue, do famoso evangelista Dwight Moody.
    • 1881 - Abre a empresa Adler & Sullivan com o engenheiro alemão Dankmar Adler. Eles permanecem trabalhando juntos até 1895, quando Adler se aposenta.
    • 1882 - Trabalha na reconstrução do Hooley's Theater de Chicago.
    • 1886 - É comissionado para projetar o Auditorium Building.
    • 1890 - Sullivan é um dos dez arquitetos americanos escolhidos para projetar uma estrutura para White City, na World's Columbian Exposition, que ocorreu em Chicago em 1893.
    • 1924 - Morre, aos 67 anos, em Chicago, nos EUA.

    OBRAS

    Wainwright State Office Building

    National Farmer's Bank of Owatonna

    Holy Trinity Russian & Greek Orthodox Church

    Carsons, Pirie, Scott & Co. Building in Chicago, 1899-1904, Chicago School

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    GRAVES, Michael

    AARNIO, Eero

  • RUBIÓ, Joan

  • RUBIÓ, Joan

    Joan Rubió i Bellver

    Joan Rubió i Bellver (1871 - 1952).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    CRONOLOGIA

    • 1871 - Nasce em 24 de Abril em Reus.
    • 1886 - Conclui o ensino Médio e muda-se para Barcelona para se matricular na Escola d'Arquitectura. É muito influenciado pelo trabalho de seu irmão com Engenharia Civil.
    • 1893 - Obtém seu diploma aos 22 anos. Durante seus anos na Escola d'Arquitectura tem aulas com expoentes como Josep Vilaseca e Lluis Doménech i Montaner.
    • 1893 - Começa a trabalhar com Gaudi, tendo grande colaboração com os cálculos gráficos das estruturas.
    • 1899 - Trabalha com Gaudi na Casa Calvet, o primeiro projeto em que esteve envolvido.
    • 1906 - Começa a trabalhar com autonomia e colaborar em algumas obras com Gaudi.
    • 1912 - Projeta os edifícios da Escola Industrial de Barcelona.
    • 1916 - Publica uma série de 3 artigos no jornal La Veu de Catalunya criticando o modelo de educação acadêmico.
    • 1923 - Começa a construção da ponte que unifica hoje o Palau de la Generalitat e a Casa dels Canoges, residência oficial do Presidente.
    • 1952 - Morre, aos 82 anos, em Barcelona na Espanha.

    OBRAS

    Ca l'Espinal, na Colònia Guëll, 1900

    Ponte em Carrer del Bisbe, 1928

    Asil del Sant Crist, 1942

    Obra inacabada da Església Nova de Son Servera, 1929

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    PIANO, Renzo

    NOVEMBRE, Fabio

  • Vkhutemas

  • Vkhutemas

    PERSONAGENS RELACIONADOS

  • VALLIN, Eugène

  • VALLIN, Eugène

    Eugène Vallin

    Eugène Vallin (1856 - 1922).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis

    Les nombreaux dessins de Vallin, projets d'ensemble mobilier, expriment, eux assi, ce concept de modernité dans le rapport forme/fonction. La mise en scène évidente du projet, moins souvent opérationelle dans la réalisation, participe au cadre de vie renouvelé. Portant souvent sur des ensembles de salle à manger, la pièce bourgeoise par définition, ces dessins offrent un décor complet, incluant boiseries, tentures, meubles et bibelots, du sol au plafond pourrait-on dire, puisqu'ils comportent des essins de carrelage et de plafond. Pour la salle à manger, commandée en 1903 par Alber Bergeret pour sa maison de la rue Lionnois, Vallin fournit un projet aquarellé d'un décor unifié, comportant plafond avec éclairage intégré, lambris, meubles et cheminée, appliques et un vitrail inséré autour d'une porte. Le dessin présenté au client n'a donc pas qu'un rôle de sécution, il incarne l'idée que se fait Vallin d'un aménagement intérieur abandonnat toute hiérarchie entre les différentes pratiques artistiques.

    BOUVIER, Roselyne [2018]
    La rénovation du cadre de vie
    In: L'École de Nancy: Art Nouveau et Industrie d'Art
    Somogy Éditions d'Art / Musée de L'École de Nancy, 2018, p. 142

    CRONOLOGIA

    • 1856 - Nasce em Herbéviller, na França.
    • 1881 - Após estudar na École des Beaux-Arts de Nancy, Vallin começa a trabalhar como aprendiz na oficina de carpintaria de seu tio.
    • 1895 - Projeta e constrói sua nova casa (e seu atelier)
    • 1896 - Projeta as portas para a oficina de Emile Gallé, atualmente guardadas no Museu da Escola de Nancy.
    • 1901 - Torna-se um dos vice-presidentes do conselho de administração da École de Nancy.
    • 1902 - É construída a Maison du Peuple, em Nancy, projeto do arquiteto Paul Charbonnier com colaboração de Eugène Vallin.
    • 1903 - Colabora com o projeto do Hôtel de ville d'Euville, dos arquitetos Henry Gutton e Joseph Hornecker.
    • 1907 - É construída a Pharmacie Malard, atual Pharmacie de l'Art Nouveau, em Commercy. Por volta dessa época, recebe a encomenda de um quarto de dormir para a família Corbin. A recusa de Vallin em industrializar sua produção — indo de encontro ao posicionamento de outros artistas da École da Nancy — faz com que sua atividade gire em torno do mobiliário sob encomenda. Entre seus clientes figuram os maiores patronos em Nancy à época, como os Corbin e os Masson.
    • 1909 - Projeta, com colaboração de Victor Prouvé, o pavilhão que abriga a Exposition Internationale de l'Est de la France, em Nancy.
    • 1922 - Morre em Nancy, na França.

    OBRAS

    Confessionário da Igreja Notre Dame de Bonsecours (detalhe), 1884

    Sala de jantar Masson, 1938

    Bureau aux ombelles, 1902
    © Musée de l'École de Nancy / Claude Philippot

    Porta para Émile Gallé com a inscrição Ma racine est au fond des bois, 1896

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    Steampunk

  • LOEWY, Raymond

  • LOEWY, Raymond

    Raymond Loewy (-)
    © Loewy Design, LLC

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Apontador de lápis, 1934

    Locomotiva PRR S1, 1938
    © University of Southern California Libraries / California Historical Society

    Torradeira Sunbeam, c. 1946

    Embalagem de cigarros Lucky Strike, 1942
    © Wellcome Collection

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    ROZANOVA, Olga

    ANUSZKIEWICZ, Richard

  • VAN AVERBEKE, Émile

  • VAN AVERBEKE, Émile

    Émile Van Averbeke

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    OBRAS

    Café Restaurante Paon Royal, 1899.

    Casa do Povo Liberal de Antwerp, 1901.

    Quartel do Corpo de Bombeiros de Paleisstraat, 1907.

    Escola de Pestalozzistraat, 1930.

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  • BARLACH, Ernst

  • BARLACH, Ernst

    Ernst Barlach

    Ernst Barlach (1870 - 1938)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Escultor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce em Wedel, na Alemanha.
    • 1891 - Entra para a Academia de Belas Artes de Dresden.
    • 1895 - Estuda em Paris, na Académie Julien. Nos anos que se seguem, atua como escultor em Hamburgo e Altona, seguindo de perto as tendencias no Art Nouveau e no Simbolismo.
    • 1898 - Trabalha por quatro anos como ilustrador na revista Jugend.
    • 1904 - Trabalha como professor na Escola de Cerâmica em Höhr.
    • 1906 - Barlach e seu irmão Nikolaus embarcam numa viagem de 8 semanas para Russia e Ucrânia. Esta viagem o inspira profundamente, influenciando seu estilo artístico nos anos seguintes.
    • 1907 - Torna-se responsável pela revista satírica Simplicissimus. Torna-se membro da Secessão de Berlin, e começa seu trabalho como escritor.
    • 1915 - Alista-se como soldado do exército durante a Primeira Guerra Mundial aonde serve por dois anos. A experiência o traumatiza e muda radicalmente seu posicionamento a respeito da guerra, antes ávido defensor, agora procura exaltar temas bíblicos e os terrores da batalha em suas obras.
    • 1919 - Torna-se membro da Academia de Belas Artes da Prussia.
    • 1926 - Começa a trabalhar em encomendas de monumentos anti-guerra, o que o torna alvo de ataques e duras críticas, fazendo-o abandonar alguns projetos.
    • 1928 - Cria o cenotafio de Magdeburg, um memorial fúnebre anti-guerra que é recebido com grande controvérsia.
    • 1933 - Recebe como civil o prêmio Pour le Mérite, a mais alta condecoração militar da Prússia, por suas contribuições na Arte.
    • 1936 - Tem seus trabalhos confiscados pelos nazistas em uma exposição conjunta com Käthe Kollwitz e Wilhelm Lehmbruck. Suas outras obras são tomadas e consideradas “arte degenerada” pelo governo alemão. Barlach é proibido de atuar como escultor e é banido de todas as academias de arte das quais faz parte.
    • 1938 - Morre aos 68 anos em Rostock, Alemanha.

    OBRAS

    Magdeburger Ehrenmal, 1929

    Hamburger Ehrenmal: Trauernde Mutter mit Kind, 1931

    Der Berserker, 1910

    Der Schwebende, auch Güstrower Ehrenmal, 1927

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    LAVIROTTE, Jules

  • DE FEURE, Georges

  • DE FEURE, Georges

    Georges de Feure

    Georges de Feure (1868 - 1943)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Decorador(a)
    • Designer
    • Entalhador(a)
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    "If the word 'feminine' can be used at all about applied art, then it can aptly be used to describe the work of Georges de Feure. Not only does he place his slender graceful female forms on posters and screens, and anywhere else he can put them, but his neat objects are designed so gracefully and so airly as though they were all intended for a female hand."


    MADSEN, Stephan Tschudi. [2007]
    The Art Nouveau Style.
    Nova Iorque, Dover

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Paris, na França.
    • 1870 - Georges e sua família partem da França devido a Guerra Franco Prussiana.
    • 1886 - Ingressa na Royal Academy of Visual Arts, em Amsterdam.
    • 1890 - Retorna a Paris, onde torna-se pupilo de Jules Chéret e produz cartazes para Salon Des Cent, Loie Fuller e Thermes Liegois.
    • 1893 - Continua a produção cartazes sob encomenda. No mesmo ano, expõe suas pinturas no Salon de la Rose Croix.
    • 1894 - É realizada exposição individual de seus trabalhos (dentre eles pinturas, cartazes, cerâmicas e móveis) na Société Nationale des Beaux-Arts, o que lhe traz notoriedade.
    • 1900 - Projeta o pavilhão da galeria de Siegfried Bing na Exposition Universelle de Paris, onde participa exibindo seus trabalhos. Uni-se à galeria L'Art Nouveau, e se torna chefe do Departamento de Design, nos anos seguintes.
    • 1901 - É nomeado Chevalier de la Légion d'honneur por sua contribuição para as Artes Decorativas.
    • 1912 - Muda-se para a Inglaterra, onde trabalha com Teatro, projetando cenários e figurinos com aproximação ao Art Decó.
    • 1924 - Projeta todos os móveis da casa de Madeleine Vionnet, em Paris.
    • 1925 - Projeta o pavilhão de Roubaix et Tourcoing na Exposition Internationale de Arts Décoratifs et Industriels Modernes.
    • 1928 - É nomeado professor na École Nationale Supérieure des Beaux-Arts de Paris.
    • 1943 - Morre, aos 75 anos, em Paris na França.

    OBRAS

    Cristaleira, 1900.

    The Voice of Evil, 1895

    Móveis de sala.

    Sofá, 1900

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  • MÉLIÈS, Marie-Georges-Jean

  • MÉLIÈS, Marie-Georges-Jean

    Georges Méliès

    Georges Méliès (1861-1938).

    ATUAÇÕES

    • Cenógrafa(o)
    • Cineasta
    • Figurinista
    • Ilusionista

    CRONOLOGIA

    • 1861 - Nasce em Paris, na França.
    • 1880 - Forma-se no Lycée Louis-le-Grand, em Paris.
    • 1884 - Méliès muda-se para Londres – a pedido do pai -, para estudar inglês, a fim de expandir o negócio de sapatos da família. Permanecendo lá por um ano, entra em contato com apresentações de ilusionismo.
    • 1888 - Com a aposentadoria do pai, Georges vende sua parte do negócio da família e compra o Théatre Robert-Houdin, onde trabalha em tempo integral como showman teatral, com performances de mágica e ilusionismo.
    • 1895 - Méliès assiste à exibição do Cinematógrafo dos Irmãos Lumière, fica interessado e faz uma proposta (que os irmãos rejeitam) para comprar o aparelho.
    • 1896 - Após estudar a câmera e o projetor de Robert Paul em Londres, Méliès monta a sua própria câmera. Nesse mesmo ano ele começa a fazer filmes, sendo o primeiro deles Une Partie de Cartes.
    • 1897 - Abre seu próprio estúdio, Star Film, em Montreuil. Feito em grande parte de vidro, com persianas difusas a fim de controlar a entrada de luz, o estúdio tinha as mesmas dimensões do Théatre Robert-Houdin, 6 metros x 17 metros, e continha tudo o que Méliès precisava para a execução dos truques de seus filmes.
    • 1898 - Méliès continua experimentando com efeitos e cortes em seus filmes, nesse ano ele produz o primeiro filme com dupla exposição, La caverne Maudite; o primeiro com split screen: Un Homme de têtes; e o primeiro filme com efeito de transição dissolve: Cendrillon.
    • 1902 - Realiza o filme Le Voyage dans la Lune, considerado um dos primeiros filmes de ficção científica da história do cinema, e um dos maiores e mais elaborados filmes produzidos por Méliès.
    • 1913 - Sua produção não consegue acompanhar as mudanças da indústria cinematográfica, tanto em ritmo de produção quanto em conteúdo, e Méliès acaba por abandonar o cinema e retorna à carreira de ilusionista.
    • 1915 - Méliès vende o Théatre Robert-Houdin, e transforma seu estúdio de Montreuil em teatro de variedades.
    • 1923 - Decreta falência e é obrigado a vender seu antigo estúdio e a se desfazer de seu acervo, cenários, figurinos e, inclusive, muitos dos negativos de seus filmes, que acabaram destruídos ou vendidos como material para fazer sola de sapatos. Nesse mesmo ano seu antigo teatro, Robert-Houdin é demolido como parte de um projeto de construção de estradas.
    • 1925 - Méliès casa-se com uma ex-atriz de seus filmes
    • 1929 - Diversos filmes de Méliès são redescobertos e restaurados, sendo exibidos numa retrospectiva organizada por Jean-Paul Mauclair.
    • 1938 - Morre aos 76 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Frame do filme Une Partie de Cartes, 1896.

    Frame do filme Un homme de têtes, 1898.

    Méliès em seu estúdio, Star Film, c. 1900.

    Foto da produção do filme Le Voyage dans la Lune, 1902.

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  • Stile Liberty

  • CAUCHIE, Paul

  • CAUCHIE, Paul

    Paul Cauchie

    Paul Cauchie (1875 - 1952).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Decorador(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1875 - Nasce em Hainaut, na Bélgica.
    • 1887 - Entra para a Academia de Belas Artes para estudar desenho e pintura. Quatro anos depois passa a focar seus estudos em Arquitetura, mas não dura muito tempo.
    • 1893 - Abandona o curso de Arquitetura para ter aulas com o pintor e muralista Constant Montald, em Bruxelas.
    • 1894 - Entra para a Escola de Artes Decorativas na Academia Real de Belas Artes, em Bruxelas, onde prossegue seus estudos em desenho e pintura e começa a aprender as técnicas de sgraffito e esmaltagem.
    • 1896 - Começa a trabalhar por conta própria, especializando-se em decoração.
    • 1899 - Viaja para Paris para estudar, mas é forçado a retornar para casa para tocar seus negócios.
    • 1905 - Constrói sua casa e estúdio, chamada de Casa Cauchie. Seu mais famoso trabalho, a casa é considerada uma das mais belas construções do Art Nouveau em Bruxelas, reunindo inúmeras criações suas e de Paul e sua esposa, a pintora Caroline Voets.
    • 1910 - Realiza seu segundo projeto arquitetônico, uma casa de sua propriedade em Etterbeek.
    • 1913 - Seus trabalho continua a crescer e o fluxo de pedidos se torna tão grande que Cauchie precisa contratar funcionários. Além de seus murais em sgraffito, Cauchie também produz vitrais, pinturas e móveis.
    • 1914 - Por ocasião da Primeira Guerra Mundial foge para a Inglaterra com sua família, onde pinta e expõe sua arte.
    • 1918 - Após o fim da guerra, retorna para a Bélgica mas encontra dificuldades para vender seu trabalho. O sgraffito havia saído de moda e se tornado muito caro para a população empobrecida. Passa então a dedicar-se a pintura: guache e aquarela.
    • 1923 - É condecorado com a Ordem da Coroa da Bélgica.
    • 1941 - Toma parte do Comitê Cultural formado pelo Departamento de Propaganda da Alemanha.
    • 1943 - É criada a Federação de Artistas Belgas e Expressionistas Franceses, da qual é convidado a fazer parte após uma exposição de suas obras em Charleroi, na Bélgica.
    • 1952 - Morre aos 77 anos em Bruxelas, na Bélgica.

    OBRAS

    Sgraffito em fachada na Casa Delune em Bruxelas, 1904.

    Mural em sgraffito no interior da Casa Cauchie, 1905.

    Fachada da Casa Cauchie, 1905.

    Fachada da casa em Etterbeek, 1910.

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  • COOK, Peter

  • COOK, Peter

    PETER COOK

    (1936)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Escritor
    • professor

    FEININGER, Lyonel

  • BEARDSLEY, Aubrey

  • BEARDSLEY, Aubrey

    Aubrey Vincent Beardsley

    Aubrey Beardsley (1872 - 1898).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Ilustrador(a)

    Parece existir em sua obra um espírito curioso, bizarro, que evoca o Japão, algo de sortilégio e de grotesco, tal como o sonho provocado pelo ópio".

    CRANE, Walter. Apud DEMPSEY, Amy. [2003]
    Estilos, escolas e movimentos.
    São Paulo, Cosac Naify

    CRONOLOGIA

    • 1872 - Nasce em Brighton, na Inglaterra.
    • 1883 - Ganha reconhecimento muito cedo ao participar de concertos de piano com a irmã Mabel, tendo apenas 11 anos de idade.
    • 1885 - Começa a esboçar seus primeiros desenhos e caricaturas que são divulgados pelo jornal de sua escola, o Bristol Grammar School Past and Present.
    • 1885 - Descobre o amor pelo teatro. Escreve sua primeira peça na qual contracena com seus colegas de escola.
    • 1888 - Vai trabalhar em um escritório de arquitetura e, depois, na firma de seguros Guardian Life and Fire Insurance Company.
    • 1891 - Aconselhado por Sir Edward Burne-Jones e por Pierre Puvis de Chavannes, começa a encarar a arte como profissão.
    • 1892 - Inscreve-se nos cursos da Westminster School of Art. Começa a criar as ilustrações para Le Morte d'Arthur, de Sir Thomas Malory.
    • 1893 - Faz a primeira apresentação de suas ilustrações no The Journal.
    • 1894 - Ilustra o livro Salomé, de Oscar Wilde, seu amigo íntimo.
    • 1894 - Ajuda a fundar a revista The Yellow Book, onde começa a trabalhar como Editor de Arte.
    • 1895 - É afastado injustamente do cargo de editor do The Yellow Book. Trabalha, sucessivamente, para as revistas The Savoy e The Studio.
    • 1896 - Faz ilustrações satíricas para uma publicação do livro Les Liaisons Dangereuses, de Chordelos de Laclos.
    • 1896 - Ganha notoriedade com a publicação de The Rape of the Lock. Divulga sua polêmica ilustração de Lysistrata, de Aristófanes.
    • 1897 - Com o agravamento de seu estado de saúde – e com medo da morte -, converte-se ao Catolicismo e ordena a seu Editor que queime todos os seus trabalhos profanos, (no que é desobedecido).
    • 1898 - Morre precocemente aos 25 anos, vítima de tuberculose, em Menton, França.

    OBRAS

    The Peacock Skirt, para Oscar Wilde, 1892.

    The Black Cape - Ilustração para o drama Salomé, de Oscar Wilde.

    The Climax.

    Capa do primeiro volume do periódico The Yellow Book, 1894.

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    JACOBS, Carl

    Desconstrutivismo

  • VOYSEY, Charles

  • VOYSEY, Charles

    Charles Francis Annesley Voysey

    Charles Francis Annesley Voysey (1857 - 1941)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Designer de Móveis
    • Professor(a)

    No período compreendido por uma década antes e uma década depois do ano de 1900, a inventividade, a simplicidade e a humanidade dos projetos de [Charles] Voysey desafiaram mentes artísticas; fossem elas britânicas, europeias ou americanas. Adeptos do Art Nouveau e expoentes do Modernismo tomaram-no por inspiração. (Em ambos os casos, no entanto, sem sua aprovação. [Voysey] tinha pouca simpatia por esses movimentos – ou pelo que ele chamava de “individualismo” desses movimentos em geral)”.

    O’DONNELL, Anne Stewart. [1997]
    C. F. A. Voysey: Architect, Designer, Individualist.

    CRONOLOGIA

    • 1857 - Nasce em Yorkshire, Inglaterra.
    • 1874 - Torna-se aprendiz do arquiteto J.P. Seddon.
    • 1882 - Monta seu próprio estúdio em Westminster.
    • 1883 - Desenha papéis de parede para a Jeffrey & Co., por indicação de seu amigo A. H. Mackmurdo.
    • 1884 - Junta-se à Art Workers Guild.
    • 1888 - Expõe seus trabalhos com tecidos e papéis de parede na exposição inaugural da Arts and Crafts Exhibition Society, na New Gallery.
    • 1893 - Começa a desenhar papéis de parede para a Essex & Co.
    • 1896 - Construída a Annesley Lodge, em Hampstead, Londres; projetada por Voysey.
    • 1900 - Conclui The Orchard, sua própria casa em Chorley Wood, Hertfordshire.
    • 1915 - Publica Individuality na revista The Studio e na Dekorative Kunst, da Alemanha.
    • 1924 - Torna-se mestre na Art-Workers' Guild.
    • 1940 - Recebe a medalha de ouro do Royal Institute of British Architects.
    • 1941 - Morre em Winchester, Inglaterra.

    OBRAS

    Painel em Tecido para Almofada, 1904

    Móvel em Madeira, ca. 1900

    Memorial de Guerra em Malvern Wells, 1921

    Papel de Parede "Tulip", ca. 1895

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  • JUJOL, Josep Maria

  • JUJOL, Josep Maria

    Josep Maria Jujol i Gibert

    Josep Maria Jujol i Gibert (1879 - 1949).

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Desenhista
    • Escultor(a)

    "Não fazíamos idéia de que (...) Jujol (...) tinha contribuído com tantos detalhes impressionantes de algumas obras-primas de Gaudi. (...) Jujol não foi um Gaudi menor. Foi um pequeno gigante ao lado de um grande gigante (...)!”


    LIGTELIJN, Vincent & SAARISTE, Rein. [1996]
    Josep M. Jujol.
    010 Publishers, Rotterdam

    CRONOLOGIA

    • 1879 - Nasce em Tarragona, Espanha.
    • 1888 - Muda-se com a família para Gracia, perto de Barcelona.
    • 1896 - Começa os estudos na Escola de Arquitetura de Barcelona.
    • 1903 - Trabalha junto com o arquiteto Josep Maria Font i Gumà, em Barcelona.
    • 1906 - Forma-se na Escola de Arquitetura de Barcelona e começa a trabalhar para Gaudí na fachada da Casa Battló.
    • 1907 - Trabalha na fachada da Casa Milà.
    • 1913 - Constrói a Torre de la Creu, em Sant Joan Despí.
    • 1924 - Torna-se professor da Escola de Traball de Barcelona.
    • 1926 - Nomeado arquiteto da cidade de Sant Joan Despí.
    • 1949 - Morre, aos 69 anos, em Barcelona.

    OBRAS

    Interior da Casa Batllo

    Mosaico no teto de Park Güell, 1910

    Torre de la Creu, 1913

    Igreja Mare de Déu de Montserrat de Montferri, 1926

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    ALBERS, Josef

  • BRANZI, Andrea

  • BRANZI, Andrea

    ANDREA BRANZI

    (1938)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer
    • Escritor
    • professor

    A cultura do Movimento Moderno no design negou, em sua totalidade, qualquer valor autônomo ao consumo. Acreditava que o consumo era totalmente absorvido pelos cânones de um planejamento correto e racional. Essa racionalidade parecia corresponder à natureza do ciclo industrial por inteiro: da máquina para a fábrica; da fábrica para o mercado. Mas agora, todos os conteúdos projetuais tiveram que ser alterados para que os produtos pudessem incorporar os mecanismos para a indução do consumo, da promoção comercial e dos esforços de propaganda. Isso implica em comunicação de massa ao invés dos cânones estritos do Racionalismo: vale dizer, produtos instigantes e sedutores, no lugar dos produtos lógicos do Movimento Moderno”.

    BRANZI, Andrea. [1984]
    La Casa Calda.
    Apud Jonathan Woodham. Twentieth Century Design. [1997]
    Oxford University Press, p. 192.

  • Secessão Vienense

  • Secessão Vienense

    Joseph Maria Olbrich
    Salão da Secessão, 1897.

    Nossas visões culminam no reconhecimento da necessidade de deixar a vida artística em Viena mais conectada com o desenvolvimento da arte no exterior, e deixar as exibições em um nível puramente artístico, livre de quaisquer considerações comerciais; despertando assim de maneira mais ampla uma visualização mais moderna e pura da arte; e finalmente, de aumentar o interesse pela arte politicamente.”

    KLIMT, Gustav.

    OBRAS

    Gustav Klimt
    Adele Bloch-Bauer I, 1907.

    Otto Wagner
    Estação Karlsplatz, em Viena; 1894-1899.

    Gustav Klimt
    Schubert ao Piano, 1899. (Destruído em 1945)

    Joseph Maria Olbrich
    Loja de Departamento, em Dusseldorf.

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    SCHUST-KNOLL, Florence

  • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

  • FOURDINOIS, Alexandre-Georges

    Alexandre-Georges Fourdinois

    Estampille dos Fourdinois em móvel

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Ebanista
    • Marceneira(o)

    [Sobre a Maison Fourdinois] Há vinte e quatro anos, na Exposição Internacional de Londres de 1862 — evento em que a França tanto se destacou —, o júri se deteve longamente diante de um móvel feito com madeira de ébano, no estilo italiano do Renascimento. O móvel era pequeno; porém tinha um projeto extremamente refinado e uma execução de perfeição admirável. Era assinado pelo Sr. Henri Fourdinois. Até esse momento, apenas o Sr. Fourdinois, pai — fundador de uma casa de ebanisteria —, era conhecido. Desde sua fundação, em 1835, essa Casa foi reconhecida como uma das mais prestigiosas [entre todas da França]. No entanto, a peça apresentada pelo Sr. Henri Fourdinois era surpreendente até mesmo para os elevados padrões da produção de seu pai. O Relatório Oficial [da Exposição] classificou o gabinete em ébano esculpido, de interior incrustado com marfim como “obra da maior qualidade” e “uma das peças mais impressionantes de toda a sessão francesa". [...]

    Os juízes mais qualificados — a começar por [Eugène] Viollet-le-Duc — proclamaram enfaticamente a qualidade da arte do Sr. Fourdinois. Crítico rigoroso e profundo, Viollet-le-Duc escreveu, em 1867, a esse propósito: "[o trabalho de Fourdinois] resiste ao exame mais atento e, vistas de longe, suas peças destacam-se pelo perfeito equilíbrio de suas proporções". Disse ainda que "nenhuma outra produção do gênero, de qualquer país que se venha a considerar, poderia ser comparada a peças como essas”. [...] [E arremata:] “O Sr. Fourdinois tem o coração de um pintor: ele não se contenta com suas composições até que os contrastes e a harmonia entre as cores tenham um casamento perfeito".

    FOURCAUD, L. de. [1887]
    Catalogue des Meubles d'Art Anciens et Modernes.
    Edição de 30 de dezembro; pp. 3-8.

    CRONOLOGIA

    • 1799 - Nasce em Paris, filho de uma família de escultores.
    • 1815 - Em algum momento no início do século XIX — a data ao lado é estimada —, começa a trabalhar na oficina de François-Honoré-Georges Jacob-Desmalter. Seu empregador era dono — e o seria entre 1796 e 1825 — de uma das mais famosas oficinas de mobiliário de Paris: a Jacob Desmalter et Cie. Desmalter viria a ser considerado um dos criadores do Estilo Império.
    • 1830 - Nasce seu filho, Henri Auguste Fourdinois.
    • 1835 - Inicia um empreendimento com Jules Fossey, escultor e fabricante de móveis estilo Renaissance. A firma fundada, Fourdinois & Fossey, operaria até o ano de 1848.
    • 1844 - A firma Fourdinois & Fossey participa, com êxito, da mostra da Exposição dos Produtos da Indústria Francesa.
    • 1848 - Fim da associação com Jules Fossey. Alexandre-Georges funda um novo estabelecimento na Rue Amelot: a Maison Fourdinois.
    • 1851 - Participa da Exposição de 1851 no Crystal Palace, em Londres, onde conquista uma medalha com um buffet de estilo neo-renascentista — estilo esse que caracteriza, de um modo geral, a produção da firma.
    • 1855 - Participa da Exposição Mundial de Paris onde recebe, junto com Ferdinand Barbedienne, o maior prêmio, consolidando sua fama.
    • 1860 - Provavelmente em algum momento dessa década seu filho, — tendo anteriormente trabalhado para o arquiteto Félix Duban, para o ourives Jean-Valentin Morel e para o bronzier Victor Paillard —, ingressa na Maison Fourdinois.
    • 1862 - Participa da Exposição Internacional de Londres – também conhecida como The Great London Exposition, em South Kensington.
    • 1867 - Henri Auguste assume a direção da Maison Fourdinois e participa da Exposition Universelle d’Art et d’Industrie, realizada no Campo de Marte.
    • 1871 - Alexandre-Georges Fourdinois morre em Paris. A firma dos Fourdinois, conduzida por Henri Auguste, sobreviveria até cerca de 1887.

    OBRAS

    Par de esculturas representando a Europa e a África

    Armário projetado pela Maison Fourdinois

    Espelho da Imperatriz Eugénie, no Château de Compiègne

    Cadeira para a Embaixada da Prússia em Paris, 1864

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    ARBUTHNOT, Malcolm

  • RICKETTS, Charles de Sousy

  • RICKETTS, Charles de Sousy

    Charles de Sousy Ricketts

    Charles de Sousy Ricketts (1866 - 1931)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Autor(a)
    • Cenógrafa(o)
    • Entalhador(a)
    • Figurinista
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)
    • Tipógrafa(o)

    Entre os designers gráficos ingleses que produziram na esteira do movimento de Arts & Crafts e no auge do Movimento Estético, o maior rival de [Aubrey] Beardsley era Charles Ricketts. (...) Rickets começou sua carreira como entalhador de madeira, continuando sua formação como compositor gráfico. Seu trabalho era baseado em um conhecimento profundo da produção gráfica. Enquanto Beardsley tendia a enfocar seus trabalhos como ilustrações a serem encaixadas entre páginas de tipografia, Ricketts abordava o livro como uma entidade totalizante. Levava em conta encadernação, guarda, página de título, tipografia, ornamentos e ilustrações (...) Após trabalhar como entalhador e compositor para diversas gráficas, Ricketts abriu seu próprio negócio. Em 1893, o primeiro livro totalmente projetado por ele foi lançado e, no ano seguinte, confeccionou magistralmente o livro de poemas exótico e perturbador de Oscar Wilde; A Esfinge.
    Embora Ricketts admirasse [William] Morris, costumava criticar a densidade dos projetos da Kelmscott. A diagramação de suas páginas era mais leve; os ornamentos e encadernações eram mais abertos e geométricos; seus projetos tinham uma luminosidade vívida. Ricketts inspirava-se no design complexo e entretecido dos padrões célticos e nas figuras planas e estilizadas das pinturas de vasos gregos (que estudava no Museu Britânico).(...)
    Em 1896 Ricketts inaugurou a Vale Press. Ao contrário de Morris, ele não era proprietário das máquinas com as quais imprimia seus próprios trabalhos. Ele alocava sua tipografia e utensílios nas firmas com quem trabalhava. Estas, seguiam suas instruções precisas. Quando mostraram a um Morris – doente terminal -, os livros da Vale Press, ele aclamou, admirado, a beleza dos volumes de Ricketts.

    MEGGS, Philip B. & ALSTON, W. Purvis. [2012]
    Meggs' History of Graphic Design". 5.ed.
    London, John Wiley & Sons, pp. 207-209.

    CRONOLOGIA

    • 1866 - Nasce em Genebra, na Suíça.
    • 1880 - Muda-se para Londres, Inglaterra.
    • 1882 - Inicia seus estudos na City and Guilds Technical Art School, em Kennington, Londres; onde conhece Charles Shannon, seu futuro parceiro pessoal e profissional.
    • 1889 - Publica, junto com Shannon, uma revista de arte intitulado The Diall. A revista teve em torno de 5 edições ao todo, sendo publicada de 1889 até 1897.
    • 1893 - Ricketts e Shannon são contratados pra fazer trinta e sete ilustrações em xilogravura, no estilo renascentista italiano, para o livro Daphnis and Chloe publicado por Elkin Matthews.
    • 1894 - Ricketts e Shannon fundam a Vale Press, nome escolhido em homenagem à casa deles, The Vale, em Chelsea, Londres. Lá eles publicam um total de aproximadamente 75 livros, incluindo uma reimpressão completa dos trabalhos de Shakespeare.
    • 1895 - Ricketts faz ilustrações para o livro The Sphinx, de Oscar Wilde.
    • 1899 - Um incêndio destrói a maior parte dos livros em estoque e materiais decorativos da Vale Press. A editora acaba fechando as portas algum tempo depois, em 1904.
    • 1906 - Projeta cenografia e figurino para a produção inglesa da peça Salomé, de Oscar Wild; que sofre boicote e acaba não sendo realizada.
    • 1907 - Dá início a um período de trabalhos voltados pro teatro, trabalhando nas peças: Attila (1907), de Laurence Binyon; King Lear (1909); The Dark Lady (1910), de Bernard Shaw; Judith (1916), de Arnold Bennett; Annajanska, the Bolshevik Empress (1918), de Bernard Shaw; e The Betrothal (1920), de Maurice Maeterlinck.
    • 1922 - É aceito como um associado da Royal Academy, tornando-se membro completo da Academia alguns anos depois, em 1928.
    • 1924 - Trabalha na cenografia e figurino da produção inglesa da peça Saint Joan, de Bernard Shaw; o trabalho é considerado um dos melhores de Ricketts.
    • 1929 - É nomeado membro da Royal Fine Arts Commission.
    • 1931 - Morre, aos 65 anos, vítima de um ataque cardíaco, em Londres, na Inglaterra.

    OBRAS

    The Wise and Foolish Virgins, ca 1914

    Desenho de indumentária para a opera The Gondoliers, 1929

    The Holy Women and the Angel of Resurrection, ca 1910

    Desenho de indumentária para a peça Saint Joan, ca 1924

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    EAMES, Charles e Ray

    Gruppo 9999

    WETHERELL, Tim

    Moderne

  • WALTON, Edward

  • WALTON, Edward

    Edward Arthur Walton

    Edward Arthur Walton (1860 - 1922)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Renfrewshire, na Escócia.
    • 1880 - Passa a expor seus trabalhos com os Glasgow Boys, no Instituto Real de Belas Artes em Edinburgh, na Academia Real Escocesa.
    • 1883 - Pinta uma série de aquarelas em Helensburgh, representando o subúrbio e seus habitantes. Esta série torna-se conhecida como um dos mais marcantes trabalhos do Movimento de Glasgow por sua clareza, cores e forte senso decorativo.
    • 1885 - Pinta A Daydream, sua última grande pintura realista, antes de se dedicar ao estilo mais subjetivo de James Whistler.
    • 1886 - Pinta A Herd Boy, uma de suas mais famosas aquarelas, e também responsável por estabelecer sua reputação pela Europa.
    • 1889 - Reconhecido como um dos mais notórios pintores do estilo de Glasgow, é eleito associado da Academia Real Escocesa.
    • 1890 - Expõe algumas de suas pinturas na segunda Exposição Internacional de Arte em Munique, dentre elas a aquarela A Herd Boy, com a qual conquista uma medalha de ouro.
    • 1894 - Muda-se de Glasgow para Londres, onde mora próximo ao pintor
    • 1904 - Retorna para a Escócia com sua família e passa a dedicar-se à pintura de retratos. No ano seguinte é finalmente eleito membro oficial da Academia Real Escocesa.
    • 1915 - Torna-se presidente da Sociedade Real de Aquarela da Escócia.
    • 1922 - Morre aos 62 anos em Edinburgh, na Escócia.

    OBRAS

    A Daydream, 1885

    Helensburgh, 1886

    A Herd Boy, 1886

    Bluette, 1891

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  • STEINLEN, Théophile Alexandre

  • STEINLEN, Théophile Alexandre

    Théophile Alexandre Steinlen

    Théophile Alexandre Steinlen (1859 - 1923)

    ATUAÇÕES

    • Cartazista
    • Designer Gráfico
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1859 - Nasce em Lausana, Suíça.
    • 1897 - Torna-se o principal ilustrador de La Feuille, de Zo Axa.
    • 1901 - Faz a capa da primeira edição do jornal humorista L'Assiette au Beurre.
    • 1904 - Entra para a Sociedade de Desenhistas e Humoristas.
    • 1911 - Funda Les Humoristes com Jean-Louis Forain e Charles Leander.
    • 1923 - Morre em Paris, França.

    OBRAS

    Le Coupable de François Coppée, 1896.

    Cartaz Tournée du Chat Noir, 1896.

    Save Serbia, 1916.

    Les femmes d'amis, ilustração para Georges Courteline, 1888.

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  • LALOUX, Victor

  • LALOUX, Victor

    Victor Laloux

    Victor Laloux (1850-1937)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Professor(a)

    Seu talento como professor era surpreendente: nenhuma distração desviava seu instinto infalível. Suas correções eram claras e suas observações eram formuladas ordenadamente. (...) Nenhum talento lhe parecia medíocre ou insignificante. Ele sabia explorar defeitos de tal maneira que, após sua intervenção, faziam-se tão preciosos quanto virtudes. Às vezes dizia a um aluno: “Amigo, seu esboço está maravilhosamente ruim. É graças a isso que o transformaremos em algo interessante”.

    Ele não se zangava quando alguém não seguia seus conselhos. Isso porque, entre as grandes qualidades de Victor Laloux, estava a de respeitar a pessoa humana em todos os seus atributos; sendo o mais nobre entre eles precisamente a liberdade.

    O ecletismo contido em suas opiniões sobre a arte e a autoridade de uma sinceridade indiscutível não prejudicavam a avaliação das obras submetidas a seu juízo. E ele respeitava essas obras sempre que as interpretasse como a expressão de um belo pensamento. No entanto, por causa do horror que tinha à vulgaridade, esse tipo de indulgência não era nem sistemática e nem se dava sem algumas reservas — como é possível demonstrar pelo comentário que fez a um de seus alunos: “Não temo a arte audaciosa dos jovens artistas que se atiram na direção de novas vias. Temo apenas que o culto à irracionalidade e ao mal-estar não seja, para a vulgaridade, mais do que um pretexto para produzir trabalhos vulgares”.

    LEMARESQUIER, C. [1937]
    Anuário da Académie des Beaux-Arts/Institut de France.
    Palais de l'Institut, Paris, 1937. p. 100.

    CRONOLOGIA

    • 185 - Nasce em Tours, na França.
    • 1867 - Laloux se forma na escola Descartes. Logo depois seu pai o leva para o escritório do arquiteto Léon Ruhard que, então, construiu o teatro de Tours.
    • 1870 - É chamado pra servir durante a Guerra de 1870. Porém ao retornar consegue retomar seus estudos com sucesso.
    • 1877 - Termina seus estudos e obtém diploma em Arquitetura, em novembro desse ano.
    • 1878 - É premiado com o Grand Prix de Rome. No mesmo ano trabalha nos edifícios antigos: templo de Vênus e Roma, e nos santuários de Olympia.
    • 1890 - Como professor, Laloux assume a direção do atelier de Louis-Jules André, logo após a morte de André. No mesmo ano é construída a basílica de Saint-Martin de Tours, primeiro grande trabalhao de Laloux.
    • 1895 - Início da construção das prefeituras de Roubaix e Tours, que só terminaria por volta do ano 1903.
    • 1898 - Laloux é chamado para projetar a Gare D’Orsay, que é construída dois anos depois em Paris.
    • 1922 - É premiado com a American AIA Gold Medal.
    • 1929 - É premiado com a RIBA Royal Gold Medal.
    • 1937 - Morre, aos 87 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Hôtel de Ville (Prefeitura), Tours.

    Gare D’Orsay, atual Musée D’Orsay.

    Gare de Tours, Tours.

    Desenho em aquarela, com traços em grafite, 1880.

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    BERTOIA, Harry

  • VAN DER LECK, Bart

  • VAN DER LECK, Bart

    Bart van der Leck (1876 - 1958)

    ATUAÇÕES

    OBRAS

    Composição 1917 no. 4 (Saindo da Fábrica), 1917

    Natureza Morta (Tigela com Maçãs), 1921

    Camponesa com vaca, 1921
    © Kröller-Müller Museum

    Pequena árvore em flor II, 1921
    © Kröller-Müller Museum

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    SCHLEMMER, Oskar

    MCDONOUGH, Bill

  • BERENGUER, Francesc

  • BERENGUER, Francesc

    Francesc Berenguer i Mestres

    Francesc Berenguer (1866 - 1914)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    CRONOLOGIA

    • 1866 - Nasce em Reines, no dia 21 de Julho. Seu pai é professor da Escola de Reines e Gaudi é um de seus alunos.
    • 1881 - Conclui o ensino médio e muda-se com sua família para Barcelona para iniciar a faculdade de Arquitetura, como sonhava seu pai.
    • 1883 - Devido à sua facilidade para desenho e dificuldade para trabalhos mais técnicos, Berenguer é aprovado em apenas uma matéria nos dois primeiros anos de curso.
    • 1887 - Frente às dificuldades na faculdade, Gaudi, seu amigo de infância, oferece a Berenguer um trabalho em seu escritório e ele começa a exercer sem seu diploma.
    • 1888 - Abandona os estudos de arquitetura.
    • 1911 - Enfermo, Gaudi nomeia Berenguer homem de confiança e ele assume as funções de administração das obras da Sagrada Família e da Colonia Güell.
    • 1914 - Falece de uma uremia em Fevereiro, em Barcelona, na Espanha.

    OBRAS

    Casa del Mestre, Escola da Colònia Guell, 1916

    Centre Moral i Instructiu de Gràcia, 1912

    Ermita de la Mare de Déu de la Riera, 1904

    Església de Sant Joan de Gràcia, 1900

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    HOFMAN, Vlastislav

  • MINNE, George

  • MINNE, George

    George Minne

    George Minne (1866-1941).

    ATUAÇÕES

    • Artista Plástico
    • Escultor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1866 - Nasce em Ghent, na Bélgica.
    • 1879 - Começa seus estudos em pintura na Academia de Belas Artes, em Ghent. Por pressão de seus pais, Minne tenta estudar Arquitetura por algum tempo, mas logo abandona a ideia, focando seus estudos em arte monumental.
    • 1885 - Vai estudar na Academia Real de Belas Artes, em Bruxelas, onde permanece por quatro anos.
    • 1886 - Visita Paris pela primeira vez, sendo apresentado aos artistas simbolistas franceses. Na volta, abre seu próprio estúdio em Ghent, onde esculpe uma de suas mais famosas obras, Mãe Chorando Sobre Seu Filho Morto.
    • 1889 - Participa de sua primeira exposição no Salão Tri-Anual de Ghent com duas de suas obras. No mesmo ano, esculpe a imagem Homem e Mulher Ajoelhando, a primeira de uma famosa série de figuras ajoelhadas.
    • 1890 - É convidado a exibir suas obras em uma das exposições do Les XX, um grupo composto por vinte pintores, designers e escultores belgas que expunham seu trabalho anualmente. As figuras de Minne dentre elas Mãe Chorando Sobre seu Filho Morto e Mãe de Luto com Duas Crianças recebem duras críticas da imprensa conservadora mas atraem críticos de arte progressistas por sua originalidade.
    • 1892 - É eleito membro do grupo artístico Les XX.
    • 1898 - Esculpe sua obra prima, a Fonte dos Jovens Ajoelhados que lhe traz notoriedade fora de seu país, especialmente na Áustria e na Alemanha.
    • 1900 - É um dos artistas principais na Exposição da Secessão Vienense, apresentando além da Fonte dos Jovens Ajoelhados outras doze esculturas. Seu trabalho exerce grande influência na vanguarda vienense.
    • 1913 - Passa a dar aulas de desenho de modelo vivo na Academia de Ghent.
    • 1931 - Em reconhecimento a seus trabalhos, Minne recebe o título de Barão.
    • 1941 - Morre aos 74 anos.

    OBRAS

    ‘O Filho Pródigo’, 1896.

    ‘Mãe De Luto com Duas Crianças’, 1888.

    ‘Solidariedade’, 1898.

    ‘Fonte dos Jovens Ajoelhados’, 1898.

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