
MAZZUCOTELLI, Alessandro
- 1865 - Nasce, no dia 30 de setembro, na cidade de Lodi, Lombardia, Itália.
- 1883 - Abandona os estudos e se muda para Milão, onde começa a trabalhar no atelier do ferreiro Defendente Oriani (que assume em 1981).
- 1902 - Expõe peças na Esposizione Internazionale d'Arte Decortativa Moderna em Turim, ganhando fama internacional. Funda, no mesmo ano, a Mazzucotelli, Engelmann & Co, onde trabalha até 1908.
- 1903 - Começa a lecionar na escola de artesanato da Societá Umanitaria, em Milão.
- 1910 - Mostra suas obras, com êxito, na Exposition Universelle et Internationale de Bruxelas.
- 1922 - Assume a direção da Scuola Superiore di Arte Applicate di Monza, Milão.
- 1925 - Apresenta-se na Exposition Internationale des Arts Décoratifs et Industriels Modernes, em Paris.
- 1938 - Morre no dia 29 de janeiro, em Milão.

MENDINI, Alessandro

STEPANOVA, Varvara

VAUDOYER, Léon
- 1803 - Nasce em Paris, na França.
- 1819 - Começa a estudar na École des Beaux-Arts.
- 1826 - É premiado com o Grand Prix de Rome.
- 1833 - Abre sua própria oficina para treinar estudantes de arquitetura na École des Beaux-Arts.
- 1834 - Contribui para a Encyclopédie Nouvelle de Pierre Leroux e Jean Reynaud, até 1836.
- 1838 - Ganha a competição para projetar o Hôtel de Ville em Avignon, porém o projeto não é realizado.
- 1839 - Começa a escrever uma série de artigos com Albert Lenoir, Études d'architecture en France, na revista Magasin Pittoresque.
- 1845 - Trabalha ao lado de Gabriel-Auguste Ancelet no projeto de expansão do Priorado de Saint-Martin-des-Champs, atual Conservatoire National des Arts et Métiers.
- 1852 - Vaudoyer é chamado para chefiar o projeto de reconstrução da Sorbonne (projeto que acabou não sendo realizado), e também para projetar a Cathédrale Sainte-Marie-Majeure, em Marselha, um dos trabalhos mais famosos do arquiteto.
- 1854 - É nomeado membro da comissão da Exposition Universelle em Paris (1855).
- 1868 - Vaudoyer é eleito para a seção de arquitetura da Académie des Beaux-Arts, em cargo que foi ocupado por seu primo Hippolyte Lebas.
- 1872 - Morre aos 68 anos, em Paris, na França.

DASSON, Henry
- Ebanista
- Escultor(a)
- Marceneira(o)
- Mestre de Fundição (Bronze)
- 1825 - Nasce em Paris, filho de um sapateiro.
- 1840 - É matriculado na École Turgot, recém inaugurada em 1839. Lá, torna-se aluno do escultor Justin-Marie Lequien.
- 1854 - Casa-se com a colorista Pauline Dussob. Por volta dessa época, começa a exercer a relojoaria como ofício, sob a orientação do mestre relojoeiro mecânico Jean-François Arnoux.
- 1867 - Assume o negócio de Carl Drechsler — ebanista pouco conhecido, que por sua vez assumira o atelier do mestre de fundição Charles Crozatier —, e começa a ter sua reputação reconhecida. Durante um breve período associa-se a Émile Godeau, produzindo artefatos de bronze e relógios.
- 1871 - Adquire os negócios do mestre marceneiro Charles-Guillaume Winckelsen, depois de este ter falecido no ano anterior. Ao dar continuidade à tradição de Winckelsen, envolve-se na produção de mobiliário de alta qualidade. Em meio à crescente popularidade que os estilos historicistas haviam adquirido a partir da metade do século XIX, obtém grande sucesso com suas réplicas.
- 1878 - Participa, com criações nos estilos Louis XV e XVI, da Exposição Universal de Paris. Entre elas, estaria sua celebrada cópia do Bureau du Roi. No mesmo ano, em 24 de junho, o jornal La Liberté publica uma nota descrevendo seu atelier na rua Vieille-du-Temple, 106: "As oficinas estão no fundo do jardim o qual o sr. Dasson se diverte povoando com estátuas. [Lá] trabalham 60 artesãos e ainda uns 40 são indiretamente empregados. Não é preciso dizer que todos são artistas extremamente talentosos".
- 1883 - Participa da Exibição Internacional de Amsterdã. No mesmo ano, recebe a condecoração de cavaleiro da Légion d'Honneur, prêmio em reconhecimento pela qualidade de sua obra.
- 1889 - É laureado com o Grand Prix Artistique da Exposição Universal de Paris.
- 1894 - Encerra suas atividades e fecha a firma H. Dasson & Cie, realizando no local um grande leilão.
- 1896 - Morre em Paris, aos 71 anos de idade. É enterrado no cemitério Père Lachaise, sob um busto de bronze assinado J. Dallier.

VIOLLET-LE-DUC, Eugène
- 1814 - Nasce em Paris, França.
- 1834 - Recusa-se a entrar na École des Beaux-Arts por discordar do sistema de ensino. Opta por uma formação prática estagiando com os arquitetos Jacques-Marie Huvé e Achille-François-René Leclère.
- 1836 - Viaja pela Itália e pela França para estudar a Arte Grega e Romana e os principais monumentos destes países.
- 1840 - Nomeado Inspetor das Obras de Restauração da Sainte-Chapelle, sob a supervisão do arquiteto Félix Duban. Também é encarregado da restauração da Igreja de Vézelay.
- 1846 - Nomeado Diretor do Bureau des Monuments Historiques.
- 1848 - Torna-se membro da Comission des Arts et Édifices Religieux.
- 1849 - Torna-se membro da Comission Supérieure de Perfectionnement des Manufactures Nationales de Sèvres, Gobelins et Beauvais.
- 1853 - Nomeado Inspecteur Général des Édifices Diocésains.
- 1854 - Começa a publicar o Dictionnaire Raisonné de l'Architecture Française du XIe au XVe siècle, concluindo a obra quatro anos depois.
- 1857 - Torna-se arquiteto dos Edifícios Diocesanos. Começa, com o arquiteto Jean-Baptiste Lassus a restauração da Catedral de Notre Dame de Paris.
- 1858 - Publica o primeiro volume dos Entretiens sur l'Architecture, obra em que sumaria suas idéias sobre o método de ensino da Arquitetura.
- 1863 - Torna-se professor de História da Arte e da Estética da recém-reorganizada École des Beaux-Arts, demitindo-se no ano seguinte por rejeição dos alunos.
- 1870 - Durante a Guerra Franco-Prussiana é convocado a utilizar seus conhecimentos de fortificações na defesa da França.
- 1874 - Declara-se livre pensador provocando uma reação do clero, fato que lhe obriga a demitir-se dos cargos que têm relação com a Igreja.
- 1879 - Morre em Lausanne, Suiça, aos 65 anos de idade.

RIQUER, Alexandre
- Designer Gráfico
- Ilustrador(a)
- Litogravurista
- Pintor(a)
- Poeta
- 1856 - Nasce na cidade de Calaf, província de La Segarra, Espanha, filho de família nobre, o sétimo Conde da Casa de Dávalos.
- 1864 - Inicia seus estudos na Escola Jesuíta de Manresa.
- 1869 - Com o exílio de seu pai – que apoiou a facção carlista derrotada na Revolução de 1868 -, seguiu para Béziers, na França, onde continuou seus estudos no Colégio Imaculada Conceição.
- 1873 - Ingressa na Escola de Belas Artes de Toulouse, França, onde se inicia nas pinturas figurativas.
- 1874 - Retorna a Barcelona onde ingressa na Escola de Belas Artes de Llotja.
- 1879 - Viaja pela Europa – Itália, França e Inglaterra -, para consolidar seus conhecimentos artísticos. Entra em contato com o Arts & Crafts e com o Movimento Estético.
- 1882 - Abre um atelier no sobrado da Patisserie Mallorquina, em Barcelona.
- 1888 - Colabora com Lluís Domènech na Exposição de 1888 e com Antoni Gaudí no Palau Guëll.
- 1889 - Visita a Feira de Paris e é influenciado pelas obras da Irmandade Pré-Rafaelita lá expostas e pelo movimento simbolista.
- 1890 - Faz sua primeira exposição na Sala Parés, tendo os pássaros como objeto. A exposição é um tremendo sucesso.
- 1896 - Cria aquele que é considerado o primeiro pôster do Art Nouveau Catalão para a Exposição de Artes e Indústria.
- 1900 - Funda (e torna-se diretor artístico) do Jornal Joventut.
- 1914 - Faz uma série de exposições com suas obras em diversas casas de prestígio.
- 1919 - Encarregado pelo Círculo Eqüestre de Barcelona para ilustrar um livro em homenagem a um de seus presidentes, não consegue completar o trabalho.
- 1920 - Morre aos 64 anos, em Palma de Mallorca, Espanha.

HESTAUX, Louis
- Aquarelista
- Desenhista
- Designer Têxtil
- Escultor(a)
- Pintor(a)
- 1858 - Nasce no dia 27 de Maio na cidade de Metz, Alsácia-Lorena.
- 1871 - Ao fim da Guerra Franco-Prussiana, a família Hestaux muda-se para a cidade de Nancy. Louis ingressa na Ecole de Dessin local, onde frequenta as aulas do pintor Louis-Théodore Devilly.
- 1874 - Passa a trabalhar como designer para Émile Gallé. Louis viria a se tornar um dos principais colaboradores de Gallé, transcendendo sua formação como pintor e trabalhando uma ampla gama de materiais. Dos frutos dessa colaboração ganhariam especial notoriedade os trabalhos em marcenaria.
- 1889 - São apresentadas a mesa Le Rhin e a jardineira Flora Marina, Flora Exotica na Exposition Universelle de 1889. Aclamadas pela crítica, as obras eram resultado de uma parceria entre Émile Gallé, Victor Prouvé e Louis Hestaux. No estúdio, Hestaux participaria igualmente da confecção de peças mais simples, para produção em larga escala.
- 1900 - É fundada a Maison de l'art lorraine, para a qual Hestaux criaria uma série de designs têxteis. Além dos tissus d'art [tecidos artísticos] de sua parceria com Charles Fridrich, Louis Hestaux exibiria por conta própria inúmeros móveis e objetos decorativos de inspiração simbolista, bem como desenhos, aquarelas e pinturas.
- 1901 - Integra o corpo de diretores da École da Nancy.
- 1904 - Morre Émile Gallé. Hestaux assume a direção artística do estúdio, posição que ocuparia até o ano de 1914.
- 1919 - Morre em Nancy, aos 61 anos.

BEHRENS, Peter

Wiener Werkstätte

HORTA, Victor
- 1861 - Nasce em Gante, Bélgica.
- 1873 - Estuda Arquitetura na Académie des Beaux-Arts de Gante.
- 1874 - Frequenta a Athénée Royal de Gand, até 1877.
- 1878 - Muda-se para Paris, iniciando uma parceria com o arquiteto e designer Jules Debuysson, trabalhando em seu atelier em Montmartre.
- 1880 - Volta para a Bélgica, após a morte de seu pai.
- 1881 - Casa-se e se muda para Bruxelas, onde entra para a Académie Royale des Beaux-Arts.
- 1884 - Vence o prêmio Godecharle de arquitetura com seu projeto para um novo prédio do Parlamento.
- 1887 - Ganha competição organizada pela Académie des Beaux-Arts de Bruxelas voltada a ex-alunos, com seu projeto de um Museu de História natural.
- 1889 - Visita a Exposition Universelle em Paris, onde fica encarregado de um pavilhão destinado a apresentar a escultura de Jef Lambeaux, Les Passions Humaines.
- 1892 - Torna-se professor na Faculté Polytechnique de l'Université Libre de Bruxelles, onde permanece até 1911.
- 1893 - Constrói La Maison Autrique e L'Hôtel Tassel ambos em Bruxelas.
- 1894 - Torna-se presidente Société Centrale d'Architecture da Bélgica. No mesmo ano, constrói a Maison Frison e o Hôtel Solvay, todos os dois em Bruxelas.
- 1895 - Projeta o Hôtel Van Eetvelde, no mesmo ano são construídos em Bruxelas: o Jardin d'Enfants, o Hôtel Deprez-Van de Velde e a Maison du Peuple, demolida em 1965.
- 1898 - Constrói a Maison Hortae o atelier, que em 1969 se torna o Museé Horta.
- 1947 - Morre em Bruxelas, Bélgica.

PRIVAT-LIVEMONT, Henri
- 1861 - Nasce em Schaerbeek, na Bélgica.
- 1883 - Muda-se para Paris, após ganhar uma bolsa de estudos. Começa a trabalhar na decoração da prefeitura, e também na do Théâtre de la Porte Saint Martin.
- 1886 - Expõe suas pinturas no Grande Salão de Paris.
- 1889 - Conclui seu trabalho em Paris e retorna para sua cidade natal. Em Schaerbeek, trabalha como pintor e decorador. No ano seguinte, abre seu estúdio e começa a atuar como designer de posters e propagandas.
- 1891 - Torna-se professor de ‘desenho, ornamento e figura’ na nova escola industrial de Schaerbeek. No mesmo ano, faz ilustrações para diversos periódicos, dentre eles as edições de janeiro a fevereiro para o jornal francês Le Journal Illustré.
- 1895 - Tem trabalho incluído na publicação Les Maîtres de l’Affiche [Os Mestres do Poster], junto de outros artistas franceses e internacionais. Esta publicação francesa imprime mensalmente quatro novos posters dentre os melhores criados na época.
- 1896 - Simbolista, Privat-Livemont é influenciado desde muito cedo da estética do Art Nouveau. Seus primeiros posters remetem muito às artes de Alfons Mucha. Desenha, neste ano, seu mais famoso poster, a propaganda para o Absinto Robette.
- 1897 - [a Grande Maison de Blanc] Uma importante loja em Bruxelas, na Bélgica, é decorada com alguns de seus mais famosos painéis na fachada.
- 1900 - Realiza seus primeiros sgraffites, técnica artística aplicada comumente em peças de cerâmica e decoração arquitetônica. Ganha muitos prêmios por seus trabalhos feitos para as lojas e escolas de Bruxelas.
- 1936 - Morre aos 74 anos em Schaerbeek, na Bélgica.

PECHE, Dagobert
- Arquiteto
- Designer
- Designer de Moda
- Designer de Produto
- Designer Gráfico
- Designer Têxtil
- Metalúrgica(o)
- 1887 - Nasce no dia 3 de Abril em Sankt Michael im Lungau, Salzburg, no Império Austro-Húngaro.
- 1906 - Dá início a seus estudos na Technische Hochschule. Tem como professores Max von Ferstel, Karl König e Leopold Simony.
- 1908 - Pede transferência para a Akademie der bildenden Künst, onde estuda Arquitetura. Na Akademie, tem aulas com o arquiteto Friedrich Ohmann, que se tornaria sua principal influência.
- 1909 - Tem seu trabalho publicado na Der Architekt, evento recorrente nos três anos seguintes.
- 1910 - Viaja para a Grã Bretanha, onde acredita-se que teria visto o trabalho do artista gráfico Aubrey Beardsley. Conhece, no mesmo ano, sua futura esposa: Petronella (Nelly) Daberkow.
- 1911 - Conclui seus estudos na Akademie e casa-se com Nelly Daberkow. Nos anos seguintes seu foco recairia sobre as Artes Decorativas; Peche trabalharia para firmas do ramo criando, entre outras coisas, padronagens têxteis e papéis de parede.
- 1913 - Participa de sua primeira exposição — a Exibição de Papéis de Parede, no Museu Austríaco —, onde seus designs chamam a atenção pelo dinamismo exagerado de suas formas.
- 1914 - Expõe trabalhos de sua autoria na exibição da Deutscher Werkbund, em Cologne.
- 1915 - Tendo conhecido e trabalhado com Josef Hoffmann anteriormente, passa a integrar oficialmente a Wiener Werkstätte como diretor de arte.
- 1916 - É convocado a servir na Primeira Guerra Mundial. Tal situação, no entanto, não se estenderia muito: Dagobert seria dispensado no ano seguinte, após sofrer de um episódio de apendicite.
- 1917 - Com o auxílio de Hoffmann, Peche e sua família mudam-se para Zürich, Suíça. Uma vez lá, ficaria responsável por dirigir a sede local da Wiener Werkstätte.
- 1919 - Retorna a Viena, deixando o cargo em Zürich
- 1923 - Morre aos 36 anos, no dia 16 de Abril, em decorrência de um tumor maligno.

GARNIER, Charles
- 1825 - Nasce Jean-Louis Charles Garnier, em Paris, filho de uma família humilde.
- 1838 - [Data aproximada] Julgado incapaz de seguir a profissão de artífice do pai pela fragilidade de sua saúde, é matriculado pela mãe na École Gratuite de Dessin.
- 1840 - Torna-se aprendiz do arquiteto neoclássico Louis-Hyppolyte Lebas. Em seguida, trabalha como desenhista de Eugène Viollet-le-Duc.
- 1842 - Ingressa na École Royale des Beaux-Arts, de Paris.
- 1848 - Conquista o Premier Grand Prix de Rome: uma bolsa de estudos que lhe vale um ano na Itália.
- 1852 - Viaja pela Grécia e Turquia, estudando Arquitetura.
- 1860 - Ainda que relativamente desconhecido, vence o concurso para a construção da nova Ópera de Paris, encomendada por Napoleão III.
- 1869 - Publica o livro À Travers les Arts: Causeries et Mélanges, pela Hachette, desfrutando da notoriedade adquirida por ser o arquiteto da Nova Ópera.
- 1871 - Constrói sua própria residência, na cidade de Bordighera, na costa mediterrânea da Itália.
- 1875 - Após inúmeros contratempos — inclusive o término do Império —, é inaugurada a Ópera (que será conhecida como Opera Garnier. O edifício será considerado o marco do “Estilo Napoleão III” ou "Segundo Império".
- 1878 - Constrói a Ópera de Monte Carlo.
- 1889 - Prepara a Expositions des Habitations Humaines para a Exposition Universelle.
- 1892 - Lança livro sobre formas de habitação humanas, baseado em seu trabalho para a Exposição de 1889.
- 1898 - Morre aos 72 anos, em Paris.

Jugendstil
- 1892 - O movimento é inciado em Munique, na Alemanha, quebrando paradigmas históricos e estilísticos da Academia. E além disso, os participantes denomina a Associação como Secessão de Munique.
- 1896 - É inaugurado o Jugend, jornal da Associação, tornando-se uma das revistas semanais mais influentes sobre o novo estilo. Sua influência foi muito importante, trazendo à tona os motivos florais, com arabescos, linhas e tipografias marcantes.

ENDELL, August
- 1871 - Nasce em Berlim, na Alemanha.
- 1892 - Muda-se para Munique, onde estuda Estética, Psicologia e Filosofia, influenciado pelo psicólogo Theodor Lipps.
- 1896 - Entra em contato com Hermann Obrist, que o convence a abandonar a carreira acadêmica para se tornar um artista autodidata.
- 1896 - Trabalha por um ano na decoração do estúdio fotográfico Elvira, trabalho arquetípico do Jugendstil.
- 1896 - Publica o texto Um die Schönheit, ilustrando um caminho para a arte abstrata.
- 1901 - Constrói o teatro Buntes em Berlim, com aspectos que fazem lembrar seu trabalho em Munique.
- 1904 - Funda a Schule für Formkunst, em Berlim.
- 1905 - Trabalha por um ano na construção do prédio Neumannschen Festsäle, obra onde introduziria elementos mais geométricos.
- 1913 - Termina a construção de um hipódromo para corrida de trote em Mariendorf, Berlim, obra com um estilo mais simples e objetivo.
- 1918 - Nomeado diretor da Akademie für Kunst und Kunstgewerbe, em Breslau.
- 1925 - Morre em Berlim, aos 54 anos.

DALPAYRAT, Pierre-Adrien
- 1844 - Nasce em Limoges, na França.
- 1859 - Começa a frequentar a École Pratique de Peinture sur Porcelaine, de Limoges.
- 1867 - Dalpayrat começa sua carreira como pintor de cerâmicas. A começar desse período, ele trabalha em seis fábricas diferentes, em curtos intervalos de tempo.
- 1870 - Passa um tempo em Londres com seu irmão Louis, com o objetivo de estudar a técnica de esmaltagem em cobre.
- 1874 - Começa a trabalhar para a fábrica de porcelanas Ashwin, na comuna de Valentine, ao pé dos Pirineus.
- 1889 - Muda-se para Bourg-la-Reine, cidade próxima à Paris com uma longa tradição na fabricação de porcelana. Nessa mesma época, Dalpayrat para de se auto intitular pintor de cerâmica e passa a se identificar como ceramista ou artista-ceramista. Começa também a utilizar cada vez mais o grês em seus trabalhos.
- 1892 - Exibe 50 peças de grês baseadas em modelos de Alphonse Voisin-Delacroix, na prestigiosa Galerie Georges Petit em Paris.
- 1893 - Participa da World's Columbian Exposition, em Chicago, onde é premiado com medalha de bronze.
- 1900 - Recebe uma medalha de ouro na Exposition Universelle de Paris. No mesmo ano é condecorado com a Légion d'Honneur.
- 1910 - Morre aos 66 anos, em Limoges, na França.

PROUVÉ, Victor
- Desenhista
- Pintor(a)
- 1858 - Nasce em Nancy, na França.
- 1873 - Ingressa na École de Dessin de Nancy, onde estuda até 1877.
- 1877 - Estuda na École des Beaux-Arts de Paris, no atelier de Cabanel, até 1882.
- 1888 - Faz uma viagem à Tunísia, acontecimento que influencia a estética, a luz e as cores de suas pinturas.
- 1889 - Apresenta diversos trabalhos na Exposition Universelle de Paris.
- 1891 - Começa a pintar os doze medalhões para o Hôtel de Ville de Nancy, cada um simbolizando um mês do ano.
- 1893 - Participa da Exposition de la Société Nationale des Beaux-Arts, em Paris, onde revoluciona a encadernação ao lado de Camille Martin e René Wiener, apresentando trabalhos que combinam técnicas antigas e modernas, como o mosaico de couro e a pirografia.
- 1896 - É inaugurado o Monument Carnot, com duas esculturas de Prouvé.
- 1902 - É construída a Maison du Peuple, com esculturas feitas por Victor Prouvé.
- 1903 - Desenha o cartaz para a primeira Exposition d’Art Décoratif Lorrain, no Pavillon de Marsan, em Paris.
- 1904 - Torna-se o segundo presidente da École de Nancy, após a morte de Émile Gallé.
- 1919 - É nomeado diretor da École des Beaux-Arts de Nancy, permanecendo no cargo até 1940.
- 1925 - Participa da Exposition des Arts décoratifs et appliqués, em Paris.
- 1937 - É condecorado com a Légion d’Honneur.
- 1943 - Morre aos 84 anos, em Setif, na Argélia.

Surrealismo

HUBBARD, Elbert Green
- 1856 - Nasce em Bloomington, Illinois, nos EUA.
- 1875 - Muda-se para Buffalo para trabalhar para a Larkin Co.
- 1881 - Casa-se com Bertha Crawford.
- 1890 - Escreve "The Man: A Story of Today.", utilizando o pseudônimo Aspasia Hobbs, enquanto escrevia artigos para os jornais.
- 1892 - Vende suas ações e deixa a Larkin Co. No mesmo ano, escreve o primeiro livro carregando seu nome: One Day: A Tale of the Prairie.
- 1893 - Vai para Harvard como um estudante especial em Setembro.
- 1894 - Escreve o primeiro Little Journeys, sobre G. Elliot e J. Ruskin.
- 1895 - Funda a Roycroft, uma comunidade reformista de artistas e trabalhadores do movimento Arts and Crafts nos EUA, junto com sua primeira esposa, Bertha Crawford Hubbard.
- 1899 - Escreve Message to Garcia, que o torna ainda mais famoso.
- 1904 - Casa-se com Alice Moore.
- 1914 - Cria um projeto Roycroft school.
- 1915 - Morre em um navio torpedado pelos alemães na costa Irlandesa.

GROPIUS, Walter
- 1883 - Nasce em Berlim, na Alemanha.
- 1903 - Estuda Arquitetura na Universidade Técnica de Munique.
- 1905 - Estuda Arquitetura na Universidade Técnica de Berlim.
- 1907 - Após um ano sabático, começa a trabalhar no escritório de Peter Behrens.
- 1911 - Torna-se membro da Deutscher Werkbund, fundada em 1907. Durante este momento, produz móveis, papeis de parede e até mesmo fachadas.
- 1914 - Gropius interrompeu seus trabalhos devido à Guerra, servindo como Oficial da Cavalaria.
- 1919 - Após anos de turbulência em seu casamento e os efeitos da Guerra, Gropius se reaproxima da Arquitetura. Agora simpatizando com a Esquerda política, funda a Bauhaus em Weimer, com o desejo de melhorar a sociedade que sofre com os efeitos da Guerra.
- 1925 - Após o domínio de um governo de Direita, ele transfere a Bauhaus para Dessau.
- 1926 - Faz um projeto de larga escala de casas em Berlim, Karlsruhe e Dessau, para famílias que viviam em condições de baixa renda, com o objetivo de melhorar as condições de vida dessas pessoas.
- 1928 - Deixa a Bauhaus, após algumas crises financeiras e é substituído por Hannes Meyer.
- 1934 - Foge da Alemanha, com a ajuda do arquiteto Maxwell Fry, juntamente com sua família. Lá ele passa a trabalhar como parte do grupo Isokon.
- 1938 - Após mudar-se para os Estados Unidos, na companhia de Marcel Breuer, Gropius torna-se chefe do Departamento de Arquitetura de Harvard. Durante este mesmo momento, ele projeta uma casa para viver com sua família em Lincoln, Massachusetts. A casa passa a ser conhecida como Gropius House mundo afora.
- 1944 - Naturaliza-se cidadão Americano e mantém-se no mundo da arquitetura até o fim de sua vida.
- 1969 - Morre em Massachusetts, nos Estados Unidos.

JACOB-DESMALTER, François-Honoré-Georges

SERRURIER-BOVY, Gustave
- 1858 - Nasce em Liège, Bélgica.
- 1874 - Ingressa na Academia de Belas Artes de Liège, onde entra em contato com Auguste Donnay, os irmãos Berchman e Armand Rassenfosse.
- 1882 - Trabalha com seu pai, Louis Serrurier, na construção de uma capela neogótica no Chateau de Chaityfintaine.
- 1884 - Viaja a Londres, onde é desperto seu interesse pelo movimento Arts & Crafts. Essa nova influência fica aparente em seus trabalhos posteriores.
- 1888 - Até então arquiteto em Liège, volta-se para o comércio e produção de móveis.
- 1894 - Co-funda o Salon de La Libre Estétique, em Bruxelas, e apresenta o Cabinet de Travail.
- 1895 - Organiza L’Oeuvre Artistique, em Liège, uma exposição internacional de artes aplicadas.
- 1897 - Participa da Exposição Internacional de Bruxelas, junto com Henry Van de Velde e Paul Hankar.
- 1899 - Em Paris, abre uma loja de varejo chamada L’Art dans L’Habitation.
- 1900 - Participa da Exposition Universelle de Paris, onde constrói, com seu parceiro R. Dulong, o restaurante de luxo Pavillon Bleu.
- 1901 - Visita a Colônia de Artistas de Darmstadt, o que o aproxima da Secessão Vienense.
- 1903 - Constrói Villa L’Aube, sua residência pessoal.
- 1905 - Participa da Exposition Universelle et Internationale de Liège, mostrando não só móveis luxuosos mas também peças originais, adequadas à vida de trabalhadores comuns.
- 1910 - Morre na Antuérpia, Bélgica.

Dadaísmo

COLONNA, Édouard
- Arquiteta(o)
- Designer de Jóias
- Designer de Móveis
- Designer Têxtil
- 1862 - Nasce, em Colônia, Alemanha, o primeiro filho do segundo casamento de Karl Edouard Klonne. A criança mais tarde assumirá o pseudônimo de Edward (Édouard) Colonna.
- 1877 - Vai para Bruxelas, onde termina seus estudos de arquitetura em 1881.
- 1882 - Muda-se para Nova Iorque, onde trabalha na Tiffany's Associated Artists por pouco tempo.
- 1884 - Começa a trabalhar para o escritório de arquitetura de Bruce Price, em Nova Iorque.
- 1885 - Passa a trabalhar para um dos maiores clientes da Bruce Price
- 1888 - Casa-se com Louise McLaughlin, com quem tem um filho. O casamento não dura muito tempo. Neste mesmo ano deixa a Barney & Smith.
- 1889 - Muda-se para Montreal, Canadá, onde abre seu escritório. Um de seus maiores clientes
- 1897 - Com o fim da expansão ferroviária, desliga-se da Canadian Pacific Railway.
- 1898 - Muda-se para a Europa, estabelecendo-se em Paris onde começa a trabalhar como designer para a Maison de l’Art Nouveau, de Siegfried Bing.
- 1898 - Tem início o ápice da carreira de Collona, que perdura até 1902. Collona desenha jóias, produtos têxteis, móveis e participa da Exposição Universal de Paris, de 1900.
- 1903 - Com a decadência do da galeria de Bing, Collona não consegue manter-se no ramo.
- 1905 - Declínio do Art Nouveau e a morte de Siegfried Bing: Colonna volta ao Canadá, fixando-se em Toronto.
- 1923 - Aos 61 anos muda-se para Nice, no Sul da França. Sua saúde torna-se frágil.
- 1928 - Com a total deterioração de sua saúde, fica paralisado e confinado à sua cama, onde passará seus últimos anos.
- 1948 - Morre, aos 86 anos, em Nice.
MAZZUCOTELLI, Alessandro
Alessandro Mazzucotelli
CRONOLOGIA
REFERÊNCIAS DO CURSO
LEITURA RECOMENDADA
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
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NOVEMBRE, Fabio
MENDINI, Alessandro
ALESSANDRO MENDINI
REFERÊNCIAS DO CURSO
PERSONAGENS RELACIONADOS
STEPANOVA, Varvara
Varvara Fyodorovna Stepanova
REFERÊNCIAS DO CURSO
OBRAS
Cartaz para a peça Através de Lentes Vermelhas e Brancas, 1924
© Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou
Trajes Esportivos, 1923
© Biblioteca Nacional da Rússia
Modelos e mobiliário de cena para a peça A Morte de Tarelkin, 1922
© Arquivo Rodchenko Stepanova, Moscou
Padronagem Têxtil, 1924
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VAUDOYER, Léon
Léon Vaudoyer
Em Março [de 1830], ele [Léon Vaudoyer] clamava por uma revolução arquitetônica moderada:
"Eu não tenho a habilidade de me fazer entender... A guerra de que falo não é nociva. Trata-se de uma questão de gosto. Você sabe que em questões de gosto é difícil provar quem é que está certo; portanto essa guerra na arquitetura não é nada além do que existe na literatura entre Hugoanos e classicistas, e o mesmo ocorre na pintura. Por que não ter também na arquitetura uma pequena revolução? É completamente natural; a força dos acontecimentos está levando a isso. A arquitetura de um povo deveria advir [de] 1. suas instituições, 2. costumes, 3. o clima, 4. a natureza dos materiais, etc... Portanto a arquitetura de 1830 não pode ser a [mesma] de 1680, quando se construiu Versailles enquanto se matava as pessoas de fome e miséria. O luxo de um déspota é espetacular [e] extraordinário, mas a felicidade de uma nação inteira governada sabiamente é muito mais satisfatória. Assim, é uma grande sabedoria a que nos orienta hoje a restituir à arquitetura uma expressão mais autêntica e mais em harmonia com as ideias de nosso século".
A revolução real, política, eclodiria apenas três meses mais tarde, em Julho, e o tom das cartas de Léon estava para se tornar mais ameaçador (...).
VAN ZANTEN, David. [1987]
Designing Paris: The Architecture of Duban, Labrouste, Duc, and Vaudoyer.
The MIT Press, First Edition. p. 18
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OBRAS
Catedral Sainte-Marie-Majeure, Marselha.
© Fotografia de Tony Sherratt, 2018
Catedral Sainte-Marie-Majeure, Marselha (vestíbulo).
© Fotografia de Jacqueline Poggi, 2012
Conservatoire national des arts et métiers, 1845
© Fotografia de Guilhem Vellut, 2012
Projeto para reconstrução de Sorbonne, 1853
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DASSON, Henry
Henry Dasson
Henry Dasson (1825 - 1896)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Se falássemos de um mestre de fundição de bronzes a certos amadores acostumados a confundir arte com arqueologia, eles não nos pediriam para ver suas obras; perguntariam a data de seu nascimento e o ano de sua morte. Se, por acaso, o referido fundidor tivesse nascido — como [Charles] Crozatier —, no início deste século, sorririam amarelo encolhendo desdenhosamente os ombros. E pior: se o dito fundidor tivesse o azar de viver neste exato momento (em que dele se fala), como é o caso de Henry Dasson, nem mesmo seu nome estariam interessados em saber.
Não somos vítimas desse tipo de preconceito. É provável que Benvenuto Cellini tivesse contemporâneos que o tivessem desprezado (em nome da arqueologia) e que muitos acreditem que o próprio Crozatier já é coisa do passado. Mas sobre Henry Dasson: após examinar sua obra com atenção, estamos convencidos de que, muito em breve, [...] seus trabalhos serão tão admirados que muitos esquecerão de associá-los a seu nome. Isso talvez provoque nele [não sabemos como o sr. Dasson reage a elogios] (...) um tipo de vaidade anônima... A mais refinada de todas as vaidades... Aquela vaidade dos que, escondidos na multidão, são capazes de delicadamente recolher os mais deliciosos elogios daqueles que ignoram que o criador daquilo que admiram está presente.
L. BRUNÉO. [1883]
Le Panthéon de l'Industrie.
Paris, 9e année, nº 438.
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OBRAS
Criança brincando com ganso, 1876
Relógio com putto de pé
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VIOLLET-LE-DUC, Eugène
Eugène Emmanuel Viollet-le-Duc
Achille Carlier, arquiteto laureado com o grande prêmio de Roma e que se dedicou (...) à denúncia do vandalismo restaurador atribui [a Viollet-le-Duc] o epíteto de criminoso: “Viollet fez desaparecer a alma do passado: (...) o mais hediondo dos crimes históricos. (...) Viollet-le-Duc é um dos maiores criminosos da história: personagem nocivo tanto pela importância das obras que pessoalmente arruinou em caráter definitivo como também pela influência que exerceu sobre sua época, e que permitiu que um enxame de discípulos, seguindo seus passos, arruinassem outras obras não menos importantes”.
FOUCART, Bruno. “Viollet-le-Duc et la restauration”. in: NORA, Pierre. [1997]
Les Lieux de Mémoire.
Paris, Gallimard.
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OBRAS
Catedral - Século XIII.
Gárgula; Notre-Dame, Paris.
Peregrino Compostela, entrada da capela.
Dictionnaire Raisonné de L'Architecture.
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SCHMIDT, Joost
RIQUER, Alexandre
Alexandre de Riquer i Ynglada
Alexandre de Riquer i Ynglada (1856 - 1920).
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
"Desde pelo menos 1894 Alexandre de Riquer introduziu e praticou [na Catalunha] uma variante do Art Nouveau inspirada diretamente por fontes Britânicas - sobretudo (...) por William Morris, Burne-Jones e pelo legado que estes deixaram nas artes gráficas e decorativas. (...) [No entanto, a arte de Riquer] sofreu modificações estilísticas a partir de 1894. Ele passou a adotar uma mescla de Gótico com Japonismo também características do Art Nouveau. Utilizava linhas circundando superfícies chapadas e sutis harmonizações de cores que emprestavam às suas composições uma sensação antirrealista consoante com as temáticas simbolistas de sua imaginação”.
TRENC Ballester, Eliseu & YATES, Alan. [1988]
Alexandre de Riquer: The British Connection in Catalan Modernisme.
The Anglo Catalan Society.
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Ànecs, 1890
Capa do livro "Maria" de Jorge Isaacs, 1882
Poster para os fotógrafos Napoleão, 1895
Poster para a Exposição de Belas Artes em Barcelona, 1896
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HESTAUX, Louis
Louis Hestaux
Louis Hestaux (1858 - 1919)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
Schon frühzeitig als virtuoser Zeichner hervorgetreten sowie mit einem ausgeprägten Gespür für dekorative Belange und einem feinsinnigen Naturempfinden begabt, kompensiert H[estaux] problemlos die fehlende akademische Ausbildung. [...] Neben Merkmalen von Symbolismus und Art Noveau assimiliert er Einflüsse des Japonismus, mit dem er sich intensiv beschäftigt und als dessen Hauptvertreter er innerhalb der Ecole de Nancy er angesehen wird.
TOVELL, Rosemarie L. [2011]
Louis Hestaux. In: Allgemeines Künstler-Lexikon (AKL), Vol. 72
De Gruyter, p. 516
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OBRAS
Buffet La Forêt, 1895
© Musée de l'Ecole de Nancy / M. Bourguet
Cadeira, 1901
Motivo em cerâmica Ancolie, 1881
© RMN-Grand Palais (musée d'Orsay) / Hervé Lewandowski
Pintura La Libellule (detalhe), 1888
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California New Wave
NOVOTNÝ, Otakar
BEHRENS, Peter
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OBRAS
Chaleiras Elétricas, 1909.
Table Fan, 1908.
Two Faces Kissing, 1898.
Sala de Jantar Wertheim, 1902.
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Wiener Werkstätte
Wiener Werkstätte
O imenso dano causado, de um lado, pela deteriorada produção de massa e, de outro, pela imitação servil dos estilos passados inunda todo o mundo como uma gigantesca torrente fluvial [...] No lugar da mão, imiscuiu-se a máquina; no lugar do artesão, o comerciante. Mas seria uma loucura querer nadar contra essa corrente. Apesar disso, fundamos a nossa oficina [...]. Queremos estabelecer uma relação estreita entre o público, o projetista e o artesão, e produzir objetos de uso doméstico simples e de qualidade. O nosso ponto de partida é o uso do objeto; a nossa primeira condição é a funcionalidade; a nossa força consistirá na harmonia das proporções e na excelência da elaboração. Quando for o caso, procuraremos acrescentar ornamentos, mas sem esforços e não a qualquer custo [...] É preciso tornar a reconhecer e apreciar o valor do trabalho artistico e das ideias. O trabalho do artesão deverá ser valorizado na mesma medida daquele do pintor e do escultor. Não podemos nem pretendemos concorrer com a produção de baixo preço; essa se dá, sobretudo, em detrimento dos trabalhadores e nós entendemos que o nosso dever mais alto seja dar-lhes de novo a alegria de um trabalho e uma existência digna de homem. Mas tudo isso só se pode obter gradualmente [...].
Os produtos substitutos, as imitações de estilo, só podem satisfazer aos parvenus. O burguês de hoje, assim como o operário, deve possuir a orgulhosa consciência dos próprios valores e não deve tender à emulação com outras classes, cuja missão cultural já foi cumprida e que conservam, de direito, a recordação de um esplêndido passado artístico. A nossa burguesia ainda está distante de haver realizado a sua própria missão artística. A ela cabe agora levar a termo essa evolução [...] Que nos seja enfim consentido sublinhar que também nós estamos conscientes do fato de que em determinadas circunstâncias se podem produzir, com a ajuda das máquinas, produtos razoáveis em série, a preços acessíveis; contanto que tais objetos revelem claramente o caráter de sua fabricação [...]. Usaremos todas as nossas forças para termos sucesso, mas daremos passos adiante apenas com a ajuda de todos os amigos. Não podemos nos permitir fantasias. Temos os pés bem plantados na terra e esperamos as encomendas".
HOFFMAN, J. & MOSER, K.. [1905]
Programa da Wiener Werkstätte. Apud: DE FUSCO, Renato. [1.ed. 1985]
História do Design, 2019.
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Dagobert Peche
Caixa de doces em formato de pássaro, 1920
Carl Otto Czeschka
Colar, 1910
Bertold Löffler
Cartaz para o Kabarett Fledermaus, 1907
Koloman Moser e Josef Hoffmann
Poltrona confeccionada para o Sanatório Purkersdorf, 1903
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HORTA, Victor
Victor Horta
A inspiração genial de Horta foi de libertar a Arquitetura da tutela das linhas Neoclássicas e Góticas, reinventando as formas com maior liberdade e com espírito prático de modo que pudessem adaptar-se a projetos reais que poderiam ser desenvolvidos com os incontáveis novos materiais que a época colocava à sua disposição. É de acordo com essa perspectiva que devemos compreender a Casa Tassel, considerada o primeiro edifício do Art Nouveau belga; ou seja, levando em consideração não apenas o novo espírito da Arquitetura como também o emprego de novos materiais. (…) Em todos os trabalhos de Horta observa-se um equilíbrio nas composições. Os imperativos da construção nunca são rompidos. Além disso, graças a uma imaginação excepcional, suas formas foram evoluindo criativa e constantemente de modo a se adaptarem às demandas mais variadas.
KLICZKOWSKI, Maria Sol. [2003]
Victor Horta.
New York, teNeues Publishing.
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OBRAS
Relógio de bronze, 1895.
Hotel Tassel, Bruxelas, 1893.
Hotel Solvay, 1900.
Interior do Hotel Tassel, Bruxelas, 1893.
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PRIVAT-LIVEMONT, Henri
Henri Privat-Livemont
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OBRAS
Mural na construção "Grande Maison de Blanc", Bruxelas, 1897.
Propaganda "Absinthe Robette", 1896.
Propaganda "Biscuits & Chocolat Delacre", 1896.
Propaganda "Bitter Oriental", 1897.
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PECHE, Dagobert
Dagobert Peche
Dagobert Peche (1887 - 1923)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
As proezas de [Dagobert] Peche remetem a um período hoje obscuro, no qual a indulgência decorativa era um gesto radical e combativo. Sua carreira floresceu nos anos sombrios da Primeira Guerra Mundial, na Áustria, quando se tornou a estrela-guia da firma de design vanguardista Wiener Werkstätte. Ele desviou a instituição e seu líder, Josef Hoffmann, dos rumos do formalismo minimalista. A mudança era provavelmente inevitável, dado os gostos restritos da alta burguesia austríaca à época. Ainda assim, ninguém estava preparado para a genialidade avassaladora de Peche. Em uma famosa polêmica de 1908, [o texto] "Ornamento e Crime", o arquiteto vienense Adolf Loos argumentara que a ornamentação era um grotesco vestígio do passado torpe da humanidade. Para Peche, no entanto, o ornamento era tudo. Ele certa vez enfureceu Loos ao revestir as maçãs de uma árvore em folha de ouro — sujeitando assim a natureza, a grosso modo, àquilo que sua paixão pelo enfeite fizera ao princípio arquitetônico da funcionalidade. Ele exaltava o inútil.
SCHJELDAHL, Peter [2002].
Present Laughter: A forgotten master of embellishment.
The New Yorker Magazine (newyorker.com)
(Último acesso: 17/10/2019)
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Mostruário feito para a Kunstschau, 1920
pôster Die Moden der Wiener Werkstate, 1919
Gabinete para Salão, 1913
© Fotografia de Georg Mayer para o MAK (Museum für angewandte Kunst)
Padronagem Swallow-Tail, 1911-13
© MAK (Museum für angewandte Kunst)
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GARNIER, Charles
Charles Garnier
(...)[Esta] história pode ser apócrifa, mas a resposta de Garnier — mesmo que ele nunca a tenha dado —, foi certamente verdadeira. (...) Quando a Imperatriz Eugénie se queixou com Garnier de que o edifício [da nova Ópera de Paris] não (...) [fora projetado] "nem no estilo Grego, nem nos estilos de Luís XIV ou mesmo de Luís XVI", Garnier supostamente deu a seguinte explicação: "Senhora, esses estilos já estão ultrapassados. Esta obra [a Ópera de Paris] está no estilo de Napoleão III!".
McAULIFFE, Mary. [2011]
Dawn of the Belle Époque.
Rowman & Littlefield Publishers. Lanham (Maryland).
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OBRAS
Opéra de Paris ou Palais Garnier circa 1890 - 1900
Escadaria do Palácio Garnier circa 1890 - 1900
Pátio do Palácio dos Doges, Veneza.
Desenho - 1852
Entrada do Cassino de Monte Carlo, Mônaco, circa 1890 - 1900
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Arts & Crafts
AICHER, Otl
Estilo Internacional
Jugendstil
Jugendstil
Em termos dos seus impactos arte-históricos, o Jugendstil e a Secessão Vienense são frequentemente descritos como a expressão estilística e estética de uma emigração interna, um afastamento das esferas privadas dos indivíduos. Não obstante, inicialmente, a insatisfação com as circunstâncias contemporâneas foi o impulso dominante que levou a minoria dos artistas a difundir uma oposição romântica contra o tradicionalismo, o ecleticismo e o historicismo mirabolante. Tal descontentamento levou Georg Hirth, publicador da revista Jugend (Juventude), a reafirmar que o termo ”Jugendstil” não se referia ao nascimento de um estilo, mas na verdade um princípio de emancipação e do domínio exclusivo da inutilidade e do sentimento artístico.”
BRANDSTÄTTER, Christian. [2006]
VIENNA 1900: Art, Life & Culture. [p.33]
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PERSONAGENS RELACIONADOS
LINKS RELACIONADOS
OBRAS
Hans Christiansen
Andromedia, ilustração para Jugend, 1898.
Otto Eckmann
Maple wood and leather armchair, 1898.
Julius Klinger
Cravates Hermanns & Froitzheim, 1911.
Richard Riemerschmid
Ball Pitcher, 1902.
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ENDELL, August
August Endell
"Endell foi um dos primeiros artistas a protestar contra o Naturalismo e o Realismo nas Artes Visuais. (...) [Ele] defendia abertamente aquilo que mais tarde seria chamado de Arte Abstrata. Enfatizava que a natureza não era um livro de padronagens para os artistas. A Arte não ‘está na natureza em nenhum momento; trata-se de algo completamente diferente’. A Arte deveria estar apoiada na ‘sensação de prazer’ e na ‘alegria pura da forma e da cor’.”
FRISCH, Walter. [2007]
German Modernism: Music and the Arts.
Los Angeles, University of California Press
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OBRAS
Fachada do Atelier Elvira, Munique, 1898
Atelier Elvira, Munique, 1898.
Hackescher Höfe, Berlim, 1907.
Hackescher Markt, Berlim, 1907.
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Space Age
SAPPER, Richard
Minimalismo
DALPAYRAT, Pierre-Adrien
Pierre-Adrien Dalpayrat
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PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Vaso de grês, c. 1900.
Vaso com arabescos de grês vitrificado.
Jarro de cerâmica c. 1900.
Jardineira floral.
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PROUVÉ, Victor
Victor Émile Prouvé
Victor Prouvé (1858 - 1943) com o filho, Jean
© Musée de l'École de Nancy
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
The son of a ceramist in the Gallé family workshops in Nancy, in eastern France, [Victor Prouvé] worked from adolescence for Emile Gallé, the celebrated designer-manufacturer of art nouveau glass and furniture. An expert designer with the figure in both two and three dimensions, Prouvé built an international reputation in ceramics, jewelry, glassware, bookbinding, graphics, and sculpture, executed according to art nouveau principles and exhibited at the 1889 Paris Universal Exposition.
BENJAMIN, Roger [2003]
Orientalist Aesthetics: Art, Colonialism, and French North Africa, 1880-1930
University of California Press, London, p. 138
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OBRAS
Ilustração À la Gloire de Jean Corentin Carré, 1919
Encadernação para o livro Salammbô, 1893
© Musée de l'École de Nancy
Pintura Le long des falaises de Gréville, 1923
Escultura Coupe La Nuit, 1894
© Musée de l'École de Nancy
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Surrealismo
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OBRAS
Man Ray
Rayografia (O Beijo), 1922
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HUBBARD, Elbert Green
Elbert Green Hubbard
"Não seria totalmente inapropriado dizer que Elbert Hubbard era um gênio do marketing; Muitos o consideram como o avô do marketing. [...] em 1857 Silas- pai dele- mudou-se para Hudson, em Illinois, onde Elbert juntamente com seus irmão frequentaram uma escola pública local. Ele não possuía nenhuma ambição durante seus anos escolares, tudo que ele queria era e tornar um renomado jogador de damas da sua cidade. Ele deu o mínimo de atenção para a escola, mas não conseguia evitar a religião, através da qual ele recebeu doses triplas de orações dos familiares de seu pai [...]. Elbert nunca se submeteu ao batismo e em seus últimos escritos ele disse que religião era como uma muleta que tirava a auto-confiaça do homem."
American National Biography & Famous Authors.
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OBRAS
A Message to Garcia.
Capa da revista The Philistine, 1895
Little Journeys, Great Scientists.
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Estilo Contemporâneo
MAKOVECZ, Irme
GROPIUS, Walter
É evidente que você se dá conta de que o nome de Walter Gropius está superestimado. Se você me prometer que jogará esta carta no lixo assim que terminar de lê-la, posso jurar que acredito que o Sr. Gropius jamais projetou um prédio; tendo seu nome aparecido isoladamente no projeto ou não. Em outras palavras: dizer "De Morris a Gropius” é elogio demais para nosso estimado e excelente pedagogo, Walter Gropius."
Carta de Philip Johnson a Nikolaus Pevsner, datada de 03 de outubro de 1947.
Caixa 16 da pasta "Pioneers (Museum of Modern Art edition)"
(Apud. Irene Sunwoo. 2010, p. 69)
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LEITURA RECOMENDADA
OBRAS
MetLife Building, 1959.
Gropius House, 1938.
Konsumhaus, Dessau, 1928.
Bauhaus, Weimer, 1919.
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NEWTON, Ernest
Gestão para empreendedores
JACOB-DESMALTER, François-Honoré-Georges
François-Honoré-Georges Jacob Desmalter
PERSONAGENS RELACIONADOS
OBRAS
Cadeira Beauvais Fundo Havana
Poltrona gôndola, 1804
Berço, 1807
Somno (Mesa de cabeceira), 1804
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SERRURIER-BOVY, Gustave
Gustave Serrurier-Bovy
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OBRAS
Protetor de lareira, ca. 1909.
Armário-vitrine, 1899.
Guarda-roupa de mogno, 1899.
Villa l'Aube, 1903.
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COLONNA, Édouard
Édouard Colonna
Édouard Colonna (1862 - 1948)
ATUAÇÕES
ATUAÇÕES
"Como designer de móveis, Eugène Colonna [sic] situa-se entre (...) [Eugène Gaillard e Georges De Feure]. Menos dinâmico do que Gaillard, mostra-se tão elegante como De Feure no que este tem de melhor; mas sua decoração é mais calma e mais austera do que a de ambos. De Feure e Colonna também trabalharam com têxteis e com porcelana”.
Madsen, Stephan Tchudi. [1956]
The Art Nouveau Style.
New York, Dover Publications
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OBRAS
Cadeira Art Nouveau para Siegfried Bing, 1899.
Jarro, 1899.
Bacia, 1895.
Pingente, ca. 1900
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