• ELLIS, Harvey

  • ELLIS, Harvey

    Harvey Clinton Ellis

    Harvey Clinton Ellis
    (1852 - 1904)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteto
    • Designer de Móveis
    • Pintor(a)

    Muito da vida e do pensamento do designer permanece um enigma — e é dessa forma que [Harvey] Ellis presumidamente desejava que fosse. Descrito por amigos e colegas como um "gênio errante" e um "arquiteto poético", ele bebia exageradamente, o que pode ter levado à sua morte precoce em 1904, aos 52 anos. Suas excentricidades e a falta de uma ambição que o instigasse podem muito bem ter lhe custado o amplo reconhecimento de que muitos agora acreditam que era merecedor. Seu nome era conhecido por todos do ramo, desde os anos 1880 até bem depois de 1900. Construções espalhadas por todo o norte do estado de Nova York e ao longo do Meio Oeste carregam a forte marca de seu design, embora tenham sido atribuídas a seus empregadores.

    REIF, Rita [1981]
    Antiques: The Subtle Artistry of the Mission Furniture of Harvey Ellis
    The New York Times (nytimes.com)
    (Último acesso: 30/08/2019)

    CRONOLOGIA

    • 1852 - Nasce em Rochester, N.Y., primogênito de uma família próspera. Ainda criança, demonstra possuir uma aptidão artística fora do comum.
    • 1872 - É dispensado do West Point [Academia Militar dos Estados Unidos]. De acordo com os registros oficiais, o motivo teria sido o desempenho acadêmico insatisfatório de Ellis.
    • 1877 - Passa os cinco anos que se seguem à expulsão transitando entre Albany, Nova York e Rochester. Trabalha meio período como projetista para uma firma de Engenharia. Em 1877, ajuda a estabelecer o Rochester Art Club [Clube de Artes de Rochester], do qual participaria ativamente nos próximos anos.
    • 1879 - Em paralelo a sua atuação como artista, professor de arte e membro ativo do Rochester Art Club , decide abrir um escritório de arquitetura em parceria com o irmão mais novo, Charles. A empreitada seria bem sucedida, recebendo várias encomendas de edifícios no estilo Queen Anne.
    • 1885 - Harvey casa-se e faz uma viagem à França, onde entra em contato com construções medievais e produz uma série de esboços em aquarela.
    • 1886 - Deixa o irmão em Rochester e viaja para St. Paul, primeira parada de suas andanças pelo Meio Oeste. Pelos próximos sete anos mudaria-se constantemente, migrando para cidades nas quais houvesse grandes competições de design e trabalhando para diversas firmas do ramo.
    • 1887 - Começa a trabalhar para LeRoy Sunderland Buffington, dono do maior escritório de arquitetura do estado de Minnesota. Esse e outros empregadores seriam os responsáveis por enviar os desenhos em perspectiva de Harvey para revistas especializadas. O sucesso das ilustrações publicadas fariam de Ellis referência nacional.
    • 1893 - Em meio ao Pânico de 1893, um duro golpe para as firmas de arquitetura do meio oeste, Ellis retorna a Rochester. Volta a trabalhar em parceria com o irmão na Charles S. Ellis and Harvey Ellis, Architects. Produz, nesse período, um grande número de pinturas.
    • 1897 - A influência do Arts & Crafts inglês começa a transparecer em suas criações. No ano de 1897, ajuda a fundar a Rochester Arts & Crafts Society. Seu interesse no movimento se estenderia pelo resto de sua vida.
    • 1903 - Conhece Gustav Stickley por ocasião de uma exposição na Rochester Arts & Crafts Society, da qual Ellis era presidente. Publica seus designs arquitetônicos na The Craftsman [O Artífice], revista mensal de Stickley.
    • 1904 - Falece em Syracuse, N.Y., tendo passado os últimos meses de sua vida trabalhando para Gustav Stickley.

    OBRAS

    Music Cabinet. Circa 1903

    Desenho da Samuel C. Gale House, 1888

    Pillsbury Hall. 1889

    Louis Smith Tainter House, 1889

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • STICKLEY, Gustav

  • STICKLEY, Gustav

    Gustav Stickley

    Gustav Stickley (1858 - 1942)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Artesã(o)
    • Designer de Móveis

    "[Após entrar em contato com o Arts & Crafts] Senti que os móveis sem expressão, mal construídos e excessivamente ornamentados que eram despejados em quantidades enormes pelas fábricas eram não apenas um malefício em si mesmo, mas também que suas presenças nos lares das pessoas era uma influência que as afastava dos bons princípios que moldam homens honestos e bons cidadãos”.

    STICKLEY, Gustav. Apud TODD, Pamela. [2004]
    The Arts & Crafts Companion.
    Bath, Palazzo

    CRONOLOGIA

    • 1858 - Nasce em Osceola, Wisconsin, nos EUA.
    • 1875 - Muda-se com sua mãe e alguns irmãos para Brandt, na Pensilvânia, onde começa a trabalhar na fábrica de cadeiras de seu tio.
    • 1883 - Funda, com seus irmãos Albert e Charles, a Stickley Brothers Company em Susquehanna , Pensilvânia. Nesse mesmo ano, se casa com Eda Ann Simmons.
    • 1888 - A Stickley Brothers Company é dissolvida.
    • 1892 - É nomeado Diretor de Operações Manuais na New York State Prison em Auburn, permanecendo no cargo até 1894.
    • 1895 - Viaja para a Europa pela primeira vez, onde tem contato com os movimentos Arts & Crafts e Art Nouveau.
    • 1898 - Funda a Gustave Stickley Company em Eastwood, subúrbio de Syracuse, Nova York.
    • 1900 - Em parceria com Henry Wilkinson e, posteriormente, LaMont A. Warner, cria seu primeiro trabalho de Arts & Crafts, seguindo uma linha experimental denominada New Furniture.
    • 1901 - Lança a revista The Craftsman, de grande importância para o fortalecimento do Arts & Crafts americano.
    • 1903 - Muda o nome de sua empresa para The Craftsman Workshop, e seus produtos passam a ser comercializados com a marca “Craftsman”.
    • 1904 - Cria o Craftsman Home Builders' Club.
    • 1908 - Compra propriedade para estabelecer um colégio para meninos em Morris Plains, Nova Jersey. O local fica conhecido posteriormente como Craftsman Farms.
    • 1915 - Declara falência, com uma dívida de quase 250 mil dólares.
    • 1916 - A revista The Craftsman para de ser publicada.
    • 1942 - Morre aos 84 anos, em Syracuse, Nova York.

    OBRAS

    Gaveteiro em madeira, 1903.

    Estampa da marca das Oficinas Stickley.

    Poltrona, 1901.

    Mesa de chá da The Celandine, 1900.

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    Gestão para empreendedores

    Moderne

  • LETHABY, William R.

  • LETHABY, William R.

    William Richard Lethaby

    William Lethaby (1857 - 1931)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)
    • Autor(a)
    • Designer
    • Professor(a)
    • Teórica(o)

    Apesar de sua pouca educação formal, Lethaby tornou-se um educador bem sucedido de arquitetos; professor de Ornamento e Design no Royal College of Arts de 1900 a 1919 e autor de diversos livros. Ao longo de sua carreira, Lethaby manteve-se leal a Morris e a Webb e, através destes, a Ruskin, apesar de reinterpretar alguns aspectos do legado destes autores”.

    NELSON, Robert. [2004]
    Hagia Sophia, 1850-1950: Holy wisdom modern monument.
    Chicago, University of Chicago Press

    CRONOLOGIA

    • 1857 - William Richard Lethaby nasce em Barnstaple, Devon, Reino Unido.
    • 1877 - Depois de estudar na Royal Academy Schools, em Londres, trabalha sob orientação do arquiteto Richard Norman Shaw.
    • 1881 - Torna-se assistente principal de Richard Norman Shaw.
    • 1884 - Funda, junto com outros 14 arquitetos e designers, a Art-Worker’s Guild.
    • 1889 - Monta seu próprio escritório de arquitetura.
    • 1894 - Lethaby é nomeado Inspetor de Arte do Conselho de Educação Técnica, do recém formado London County Council.
    • 1896 - É indicado para o cargo de co-orientador na Central School of Arts and Crafts, em Londres, onde se tornaria diretor adjunto, permanecendo até 1911.
    • 1900 - Nomeado primeiro professor de Arte, no Royal College of Art.
    • 1915 - Torna-se Membro Fundador da Design and Industries Association.
    • 1931 - Morre, na Inglaterra, aos 74 anos.

    OBRAS

    Fachada de prédio na rua Colmore Row, 1900

    Detalhe no piso de mármore do Batistério de São João, 1912

    Detalhe no telhado, Igreja de Todos os Santos, 1902

    Igreja de Todos os Santos, Brockhampton, 1902

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    SEVERINI, Gino

    ZANUSO, Marco

    CARSON, David

    DE LUCCHI, Michele

  • MUCHA, Alfons Maria

  • MUCHA, Alfons Maria

    Alphonse Maria Mucha

    Alfons Maria Mucha (1860 - 1939).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias
    • Designer Gráfico
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1860 - Nasce em Ivancice, South Moravia.
    • 1878 - Mucha se inscreve na Academia de Belas Artes de Praga. Sua inscrição é rejeitada com a recomendação: 'Procure outra profissão na qual será mais útil.'
    • 1879 - Vai para Viena para trabalhar como pintor de cenário para a firma de Kautsky-Brioschi-Burghardt.
    • 1881 - Deixa Viena quando o Ringtheater, o maior cliente de seus empregadores, pega fogo em um acidente que mata 500 pessoas. Mucha, sendo o empregado mais novo, recebe seu aviso prévio.
    • 1882 - Vai para Mikulov onde trabalha pintando retratos. Encontra o Conde Khuen Belasi que lhe contrata para decorar seu castelo em Emmahof.
    • 1887 - Se muda para Paris para estudar na Académie Julian, sob o patrocínio do Conde.
    • 1894 - Pinta 'Gismonda', seu primeiro poster para Sarah Bernhadt.
    • 1896 - Se muda para um novo estúdio na Rue du Val-de-Grâce. Champenois publica o primeiro painel decorativo de Mucha, "As Estações".
    • 1898 - Começa a dar aulas de desenho na Whistler's Académie Carmen. Participa na primeira exposição da Secessão Vienense. Os posteres e painéis de Mucha são mostrados em Chrudim e Hradec Králové em Bohemia e Budapeste.
    • 1909 - Charles Crane concorda em financear a Epopeia Eslava de Mucha.
    • 1910 - Retorna à Praga para trabalhar nos murais de Obecni dum, que completa no ano seguinte, em 1911. Aluga um estúdio e um flat no castelo de Zbiroh, região oeste de Bohemia, para trabalhar na Epopeia Eslava.
    • 1912 - Completa os três primeiros quadros da Epopeia Eslava. Estes são apresentados à cidade de Praga em Dezembro.
    • 1919 - Os onze primeiros quadros da Epopeia Eslava são expostos no Klementium em Praga e depois enviados para serem exibidos na América.
    • 1938 - Começa a trabalhar no tríptico (não terminado) A Era da Razão, A Era do Conhecimento e A Era do Amor. Apesar de estar sofrendo com pneumonia, começa a coletar e escrever suas memórias.
    • 1939 - Mucha está entre os primeiros a serem presos pela Gestapo quando os alemães invadem a Checoslováquia. Ele é questionado e liberado para voltar para casa, mas sua saúde fica muito debilitada pelo acontecimento. Morre em Julho, em Praga.

    OBRAS

    'Les Quatre Saisons', c. 1895.

    'La Nature'.

    Cartaz 'Savonnerie de Bagnolet', 1897.

    Cartaz 'Job', 1896.

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  • PRIKKER, Johan Thorn

  • PRIKKER, Johan Thorn

    Johan Thorn Prikker

    Johan Thorn Prikker (1868 - 1932)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer de Vidros
    • Litogravurista
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1868 - Nasce em Haia, na Holanda.
    • 1881 - Começa seus estudos na Academia Real de Belas Artes de Haia, onde permanece durante seis anos, mas sai antes de completar seus estudos.
    • 1890 - Conhece o grupo artistico belga The XX, junto do qual passa a expor seus trabalhos.
    • 1893 - Participa de inúmeras exposições de pinturas e desenhos simbolistas.
    • 1898 - Recebe o cargo de Diretor de Arte da recém-inaugurada galeria de Arts & Crafts em Haia. É nessa época que Prikker começa a desenhar mobilia, inspirado nos trabalhos de Van de Velde.
    • 1900 - Se desentende com o fundador da academia, Chris Wegerif, e acaba se afastando do cargo.
    • 1903 - Se muda para Krefeld, na Alemanha, onde passa a dar aulas na Escola de Artes Industriais.
    • 1910 - Sai de Krefeld para Hagen, onde começa a receber inúmeras encomendas de murais, vitrais e mosaicos.
    • 1913 - Torna-se o diretor da turma de pintura na Escola de Arts & Crafts de Essen.
    • 1914 - Participa da primeira exposição de Werkbund em Cologne, na Alemanha, com seus vitrais para a igreja dos Três Reis em Neuss.
    • 1920 - Se muda para Munique, onde passa a ensinar a arte dos vitrais e dos monumentos.
    • 1926 - Passa a lecionar na escola de Arts & Crafts de Cologne, onde permanece até sua morte.
    • 1932 - Morre aos 63 anos em Cologne, na Alemanha.

    OBRAS

    Braut, ca. 1892.

    Poster Holländische Kunstausstellung, 1903.

    Madonna in Tulpenland, 1892.

    Vitral na Igreja B.M.V. em Essen, 1931

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    HEARTFIELD, John

    KHIDEKEL, Lazar

    KIDNER, Michael

  • WORTH, Charles

  • WORTH, Charles

    Charles Frederick Worth

    Charles Frederick Worth (1825 - 1895).

    ATUAÇÕES

    • Designer de Roupas

    CRONOLOGIA

    • 1825 - Nasce em Bourne, Lincolnshire, na Inglaterra.
    • 1836 - Aos 11 anos -em virtude de seu pai ter abandonado o lar deixando a família sem recursos -, Worth começa a trabalhar em uma gráfica.
    • 1837 - Muda-se para Londres, onde começa a trabalhar como aprendiz na loja de departamentos Swan & Edgar, onde permaneceu por 7 anos.
    • 1844 - Worth é contratado pela Lewis & Allenby; importante loja de têxteis britânica.
    • 1845 - Muda-se para Paris, onde se torna assistente de venda da Gagelin-Opigez & Cie; prestigiada empresa que vendia tecidos de seda, xales de caxemira e mantos prontos para os costureiros da corte.
    • 1851 - Exibe suas peças premiadas na Great Exhibition, em Londres.
    • 1855 - Seu trabalho é exibido na Exposition Universelle, em Paris.
    • 1858 - Abre sua própria empresa com o sócio Otto Bobergh, a Worth & Bobergh, onde Worth projeta, costura e vende vestidos.
    • 1870 - Fecha a Worth & Bobergh, para reabri-la no ano seguinte com o nome The House of Worth.
    • 1895 - Morre, aos 69 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Vestido para a corte Imperial Russa, c. 1888.

    Figurino de Electric Light, 1883.

    Retrato da Imperatriz Eugénie (com vestido de C. F. Worth), por Franz Xaver Winterhalter, 1853.

    Figurino de Cleópatra, 1894.

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    ESCHER, M. C.

  • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

  • TOULOUSE-LAUTREC, Henri de

    Henri de Toulouse-Lautrec

    Henri de Toulouse-Lautrec (1864 - 1901)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer Gráfico
    • Ilustrador(a)
    • Pintor(a)

    "A sensibilidade exasperada pelas cores contrastantes é uma das qualidades de seu “macabro” gênio. Nada o repele; pinta beleza e feiúra com soberba indiferença; pinta o vício e o vil, exóticas, atrozes e obscenas criaturas com a absoluta insolência e o máximo cinismo de um Diabo ou de um Deus que criaram em mútuo antagonismo o cruel e adorável mundo no qual vivemos. (…) Parte da técnica de Lautrec consiste não somente no seu modo original de observar a realidade, mas na sua maneira de ver as coisas: não em porções, não em sombras, mas em massas (…) Lautrec tinha uma paixão por cores brutais, em contrastes violentos e muitas vezes excessivos."

    SYMONS, Arthur. [1930]
    From Toulouse-Lautrec to Rodin.
    New York, Kessinger Publishing.

    CRONOLOGIA

    • 1864 - Nasce em Albi, na França.
    • 1878 - Sofre duas quedas consecutivas, nas quais quebra os dois fêmures devido a uma doença manifestada anos antes, que afeta a formação dos ossos, fazendo com que Henri não ultrapasse a altura de 1,52m.
    • 1880 - Monta um estúdio particular em Paris e passa a frequentar teatros e cabarés de Montmartre.
    • 1882 - Estuda Pintura com o retratista Léon Bonnat e, posteriormente, com Fernand Cormon, cujo ateliê frequenta por cinco anos.
    • 1888 - Pinta La Blanchisseuse no jardim de Pere Foret, Paris.
    • 1889 - Expôe suas obras no Salon des Indépendants.
    • 1890 - Produz ilustrações para a revista humorística semanal Le Rire.
    • 1891 - É contratado por Charles Zidler para criar o cartaz do Moulin Rouge, que corresponde ao seu primeiro cartaz litográfico.
    • 1893 - Tem sua primeira mostra individual, na galeria Booussod & Valadon.
    • 1894 - Produz ilustrações para La Revue Blanche.
    • 1896 - É impresso seu trabalho Elles, série de litografias coloridas focada no universo feminino, que produz um panorama da vida nos bordéis.
    • 1899 - O excesso de álcool faz com que seja internado em uma clínica psiquiátrica após um colapso nervoso.
    • 1901 - Morre vítima de sífilis e alcoolismo, em Malmoré, na França.

    OBRAS

    Cartaz para o café Divan Japonais, 1893.

    Cartaz para Moulin Rouge, 1891.

    Rousse, 1896.

    Jane Avril, 1893.

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  • GRIS, Juan

  • GRIS, Juan

    Juan Gris (1887-1927)

    ATUAÇÕES

    REFERÊNCIAS DO CURSO

    OBRAS

    Portrair of Maurice Raynal, 1911.

    Guitar and Pipe, 1913.

    Bodegón, 1913.

    Arlequin assis à la guitare, 1919.

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    MEYER, Hannes

    BERGERET, Albert

  • BERGÉ, Henri

  • BERGÉ, Henri

    Henri Marie Joseph Bergé

    Henri Bergé (1870 -1937)
    © RMN-Grand Palais / Harry Bréjat

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Aquarelista
    • Designer
    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    Principal collaborateur de l'entreprise [Daum], il donne également au verrier Amalric Walter (1870-1959) des modèles d'objets en pâte de verre et fait éditer ses céramiques par les frères Mougin. Ses dessins, études ou objets à caractère botanique ou animalier -toujours d'une précision scientifique- révèlent l'intérêt que Bergé porte à la nature, herborisant lui-même au jardin botanique proche de la manufacture Daum. Illustrateur, Henri Bergé réalise de nombreux menus, affiches, et publicités. Il est également l'auteur de plusieurs vitraux, publicitaires (Cure d'Air de Malzéville) ou d'inspiration symboliste (La Lecture, Musée de l'Ecole de Nancy). Parallèlement à ses activités artistiques, Henri Bergé enseigne à l'Ecole professionnelle de l'Est et dirige l'atelier de dessin et de modelage au sein de l'entreprise Daum.

    Musée de l'École de Nancy apud Art Lorrain (artlorrain.com)
    (Último acesso: 14/01/2020)

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce na comuna francesa de Diarville, no dia 14 de Outubro. Seu pai era fabricante de rendas.
    • 1887 - Por volta do ano de 1887, frequenta a École des Beaux Arts de Nancy, onde torna-se aluno de Jules Larcher.
    • 1893 - Matricula-se no curso superior de perspectiva e concorre ao prêmio Georges Jacquot, obtendo uma menção honrosa. Junta-se, no mesmo ano, à manufatura dos Irmãos Daum, onde faria sua carreira. Como maître decorateur, influenciaria de maneira decisiva a produção dos Daum, favorecendo um estilo essencialmente floral e paisagístico.
    • 1894 - Expõe obras suas de inspiração nipônica na Société des Amis des Arts de Nancy.
    • 1901 - Integra o corpo de diretores da École de Nancy.
    • 1904 - Passa a criar modelos para as peças em pâtes de verre [técnica de pasta de vidro] de Almaric Walter, vidracista que conhecera na Maison Daum. Bergé forneceria inúmeros designs para Walter ao longo de sua vida, nos quais a Natureza apareceria como principal inspiração.
    • 1914 - Il devient professeur de dessin avant 1914 a l'École Lorritz, et y dispense un enseignement professionel.
    • 1928 - Sa santé précaire le contraint à 58 ans, à quitter son travail chez Daum et chez Walter.
    • 1937 - Falece em sua casa, em Nancy, no dia 26 de Novembro.

    OBRAS

    Vitral La Lecture / La femme au chat noir, c. 1900
    © Musée de l'École de Nancy

    Porta-objetos Lagarto em pâte de verre
    © Chrysler Museum of Art

    Ilustração botânica Campanules, 1929
    © RMN-Grand Palais / Harry Bréjat

    Peça publicitária para os Irmãos Daum, 1901
    © Cornette de Saint Cyr

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  • MONDRIAN, Piet

  • MONDRIAN, Piet

    Pieter Cornelis Mondriaan

    Pieter Mondrian (1872-1944)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Pintor

    Mondrian veio para significar Modernismo. Seu nome e sua arte sintetizam o ideal do Grande Modernismo. Eu não gosto da palavra 'icônico', então digamos que ele se tornou 'totêmico' — um totem de tudo aquilo que o Modernismo propõe."

    BAYLEY, Stephen.

    CRONOLOGIA

    • 1872 - Nasce em Amersfoort, na Holanda;
    • 1886 - Aos 14 anos, começa a estudar desenho;
    • 1892 - Qualifica-se como professor de desenho de escolas secundárias e ingressa na Academia Nacional de Belas Artes de Amsterdã;
    • 1893 - Junta-se à sociedade artística Kunstliefde ("Amantes da Arte"), onde pela primeira vez seus desenhos são exibidos;
    • 1903 - Ao visitar um amigo em Brabante, na Bélgica, é influenciado pela paisagem e passa por um processo de autoconhecimento pessoal e artístico;
    • 1907 - Patrocina a Exibição Quadrienal em Amsterdã, participando juntamente com outros artistas, com Kees van Dongen, Otto van Rees e Jan Sluijters — sendo estes considerados Pós-Impressionistas;
    • 1908 - Começa sua jornada com o movimento Teosófico e ano seguinte junta-se à Sociedade Teosófica da Holanda. Além disso, é influenciado por Helena Blavatsky, e pode ser percebida uma mudança estética em suas obras, aproximando-se de um estilo que lembrava as obras de Edvard Munch;
    • 1911 - Muda-se para Paris e começa ser inspirado pelas características do Cubismo de Pablo Picasso e Georges Braque. Porém, apesar das influências cubistas, ele busca associar sua arte à sua busca pelo espiritual;
    • 1914 - Retorna à Holanda para visitar seu pai que estava doente e permanece por lá devido ao início da 1ª Guerra Mundial. Lá ele fica com um grupo de artistas, onde conhece Bart van der Leck e Theo van Doesburg.
    • 1917 - Inicia a revista De Stjil— onde ele expõe suas teses sobre o que ele viria a chamar de Neoplasticismo— , juntamente com Theo van Doesburg, Bart van der Leck, e agora também, Vilmos Huszar.
    • 1919 - Suas obras começam a apresentar formas de grid, que viria a ser o estilo pelo qual Mondrian tornou-se mais conhecido;
    • 1926 - Produz uma de suas obras mais conhecidas, Painting I, encomendada por Katherine Dreier — co-fundadora da Sociedade de Artistas Independentes de Nova Iorque, juntamente com Marcel Duchamp e Man Ray. A pintura foi exposta na exibição realizada pela Sociedade no Museu de Brooklyn;
    • 1934 - Três de suas pinturas são exibidas na exposição "Abstrato e Concreto" em Oxford, Londres e Liverpool;
    • 1943 - Produz Broadway Boogie-Woogie para o Museu de Arte Moderna, em Manhattan, onde reside desde 1940. Tal obra se torna uma das maiores influências para os estudos na escola de geometria abstrata;
    • 1944 - Morre em Nova Iorque, nos EUA.

    OBRAS

    Píer e Oceano (Composição 10 em preto e branco), 1915
    © Kröller-Müller Museum

    Composição com Plano Vermelho Amplo, Amarelo, Preto, Cinza e Azul, 1921

    Composição Losangular em Vermelho, Preto, Azul e Amarelo, 1925

    Broadway Boogie Woogie, 1942 - 1943

    A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

  • LUMIÈRE, (irmãos)

  • LUMIÈRE, (irmãos)

    Auguste e Louis Lumière

    Os Irmãos Lumière: Auguste (1862-1954) e Louis (1864-1948).

    ATUAÇÕES

    • Cineasta
    • Inventor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1862 - Nasce Auguste Marie Louis Nicolas Lumière, em Besançon, na França.
    • 1864 - Nasce Louis Jean Lumière, em Besançon, na França.
    • 1880 - Ingressam em La Martinière, uma das maiores escolas técnicas de Lyon. Nessa mesma época começam ambos a trabalhar na empresa do pai
    • 1881 - Louis começa a experimentar com os equipamentos do processo fotográfico. Descobre, então, um novo processo de placa seca que ficou conhecido como Etiquette Bleue. Trata-se de um avanço para o desenvolvimento da fotografia e para o sucesso comercial da empresa da família.
    • 1894 - Após entrarem em contato com o Cinetoscópio, de Thomas Edison, os Irmãos Lumière se empenham em aprimorar um aparelho que permitisse a projeção de imagens animadas para várias pessoas ao mesmo tempo. Constroem, assim, o Cinematógrafo, aparelho relativamente leve que podia funcionar como câmera ou projetor, acionado por uma manivela.
    • 1895 - Realizam a primeira demonstração ao público, paga, de seu cinematógrafo, no Grand Café, em Paris. Na ocasião exibem cerca de 10 filmes realizados no mesmo ano, dentre eles: La sortie des usines Lumière, Arrivée du train en gare de La Ciotat e L’arroseur arrosé, considerado uma das primeiras ficções do cinema.
    • 1896 - Abrem salas de projeção do Cinematógrafo em Londres, Bruxelas e Nova York.
    • 1899 - Louis desenvolve o Photorama Lumière; um método de fotografia panorâmica, que permitia a reprodução completa do horizonte (360º) em uma única foto e, posteriormente, a projeção dessa foto numa tela em formato cilíndrico.
    • 1900 - Participam da Exposition Universelle de Paris, onde projetam seus filmes numa tela gigante de aproximadamente 30 x 24 metros.
    • 1903 - Os Irmãos Lumière começam a pesquisar e desenvolver um processo de fotografia em cores, que fica conhecido como Autochrome Lumière. Nessa época eles começam a se distanciar do negócio cinematográfico.
    • 1907 - Começa a ser comercializado o autocromo, que se tornou o principal processo para a obtenção de fotografias coloridas durante o início do século XX até meados da década de 1930. Nessa mesma época, Auguste começa a se afastar dos negócios para se dedicar à pesquisa no ramo da medicina.
    • 1920 - Após algum tempo dedicando-se ao estudo da imagem em 3D, Louis apresenta o seu photostéréosynthèse, um método estereoscópico de fotografia, na Académie des Sciences.
    • 1935 - Louis supera uma de suas invenções fotográficas anteriores e, explorando a técnica dos anáglifos, desenvolve uma aplicação estereoscópica para a realização de filmes.
    • 1948 - Morre Louis Lumière, aos 83 anos, em Bandol, na França.
    • 1954 - Morre Auguste Lumière, aos 91 anos, em Lyon, na França.

    OBRAS

    Frame do filme La sortie des usines Lumière, 1895.

    Frame do filme Arrivée du train en gare de La Ciotat, 1895.

    Frame do filme Le Repas de Bébé, 1895.

    Cartaz publicitário da exibição do Cinematógrafo em Paris, por Henri Brispot, 1895.

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  • MÉLIÈS, Marie-Georges-Jean

  • MÉLIÈS, Marie-Georges-Jean

    Georges Méliès

    Georges Méliès (1861-1938).

    ATUAÇÕES

    • Cenógrafa(o)
    • Cineasta
    • Figurinista
    • Ilusionista

    CRONOLOGIA

    • 1861 - Nasce em Paris, na França.
    • 1880 - Forma-se no Lycée Louis-le-Grand, em Paris.
    • 1884 - Méliès muda-se para Londres – a pedido do pai -, para estudar inglês, a fim de expandir o negócio de sapatos da família. Permanecendo lá por um ano, entra em contato com apresentações de ilusionismo.
    • 1888 - Com a aposentadoria do pai, Georges vende sua parte do negócio da família e compra o Théatre Robert-Houdin, onde trabalha em tempo integral como showman teatral, com performances de mágica e ilusionismo.
    • 1895 - Méliès assiste à exibição do Cinematógrafo dos Irmãos Lumière, fica interessado e faz uma proposta (que os irmãos rejeitam) para comprar o aparelho.
    • 1896 - Após estudar a câmera e o projetor de Robert Paul em Londres, Méliès monta a sua própria câmera. Nesse mesmo ano ele começa a fazer filmes, sendo o primeiro deles Une Partie de Cartes.
    • 1897 - Abre seu próprio estúdio, Star Film, em Montreuil. Feito em grande parte de vidro, com persianas difusas a fim de controlar a entrada de luz, o estúdio tinha as mesmas dimensões do Théatre Robert-Houdin, 6 metros x 17 metros, e continha tudo o que Méliès precisava para a execução dos truques de seus filmes.
    • 1898 - Méliès continua experimentando com efeitos e cortes em seus filmes, nesse ano ele produz o primeiro filme com dupla exposição, La caverne Maudite; o primeiro com split screen: Un Homme de têtes; e o primeiro filme com efeito de transição dissolve: Cendrillon.
    • 1902 - Realiza o filme Le Voyage dans la Lune, considerado um dos primeiros filmes de ficção científica da história do cinema, e um dos maiores e mais elaborados filmes produzidos por Méliès.
    • 1913 - Sua produção não consegue acompanhar as mudanças da indústria cinematográfica, tanto em ritmo de produção quanto em conteúdo, e Méliès acaba por abandonar o cinema e retorna à carreira de ilusionista.
    • 1915 - Méliès vende o Théatre Robert-Houdin, e transforma seu estúdio de Montreuil em teatro de variedades.
    • 1923 - Decreta falência e é obrigado a vender seu antigo estúdio e a se desfazer de seu acervo, cenários, figurinos e, inclusive, muitos dos negativos de seus filmes, que acabaram destruídos ou vendidos como material para fazer sola de sapatos. Nesse mesmo ano seu antigo teatro, Robert-Houdin é demolido como parte de um projeto de construção de estradas.
    • 1925 - Méliès casa-se com uma ex-atriz de seus filmes
    • 1929 - Diversos filmes de Méliès são redescobertos e restaurados, sendo exibidos numa retrospectiva organizada por Jean-Paul Mauclair.
    • 1938 - Morre aos 76 anos, em Paris, na França.

    OBRAS

    Frame do filme Une Partie de Cartes, 1896.

    Frame do filme Un homme de têtes, 1898.

    Méliès em seu estúdio, Star Film, c. 1900.

    Foto da produção do filme Le Voyage dans la Lune, 1902.

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  • GAUTHIER, Camille

  • GAUTHIER, Camille

    Camille Gauthier

    Camille Gauthier (1870-1963)
    © Musée de l'École da Nancy

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Móveis
    • Designer Gráfico
    • Ebenista
    • Marceneira(o)

    Après un début de carrière orientée vers la création de pièces uniques, Camille Gauthier s'est tourné vers la production en série d'un mobilier pratique et usuel. Ses meubles d'un coût faible ont pu être acquis par une clientèle moins aisée, également moins formée au goût moderne. Il a permis ainsi au mouvement artistique nancéien et à son inspiration naturaliste d'être diffusés auprès d'un large public. Dans ces modes de production, Gauthier se rapproche de l'ébéniste belge Serrurier-Bovy dont il a peutêtre croisé le chemin lors des concours de mobilier à bon marché organisés à Paris.

    Dans ces choix, l'ébéniste nancéien n'est pas isolé mais rejoint les objectifs de plusieurs artistes qui, en France, cherchent à créer « un nouvel art domestique destiné aux classes moyennes et au monde ouvrier 19 ». Fondée en 1895 à Paris, la Société des Cinq devenue deux ans plus tard l'Art dans Tout préconisait l'adaptation des créations modestes aux besoins modernes et aspirations esthétiques de l'époque, facilitées par l'intervention de la machine dans la fabrication.

    Camille Gauthier reste sans conteste l'artiste de l'Ecole de Nancy dont les productions et les méthodes de diffusion ont été les plus proches du postulat du critique d'art Roger Marx : « Rien sans art » et « art pour tous ». Elles ne dérogent pas non plus à un des souhaits exprimés dans l'Avant-propos des Statuts de l'Ecole de Nancy publié en février 1901 selon lequel « L'enseignement de l'Ecole de Nancy a pour objet de conserver au produit moderne français, tant aux objets de simple utilité qu'à ceux du luxe, le sens de la logique dans la construction, dans l'emploi rationnel des matériaux, l'instinct pratique de la convenance et du confort, sous une parure d'élégance, de beauté et d'intellectualité ».

    CRONOLOGIA

    • 1870 - Nasce na comuna de Norroy-les-Pont-à-Mousson, filho de um agricultor.
    • 1888 - Ingressa, aos 18 anos, na École des Beaux-Arts de Nancy. Frequenta as aulas do então diretor da instituição, Jules Larcher, parte da divisão de Antique et Nature do curso. A formação acadêmica que recebe baseia-se em grande parte na cópia de obras-primas da escultura Clássica e Renascentista.
    • 1890 - Gradua-se na École des Beaux-Arts. No mesmo ano, Camille conquista o prêmio Georges Jacquot, distinção concedida a jovens designers que parecessem promissores à Indústria.
    • 1891 - Dá continuidade a seus estudos na École des Arts Décoratifs de Paris.
    • 1893 - Retorna a Nancy, onde é contratado por Louis Majorelle como designer e ocupa-se principalmente dos trabalhos em marchetaria. Pouco tempo depois, a firma de Majorelle participa da Exposition d'Art Décoratif Lorrain, 1894, ocasião que marca uma mudança de rumos: em paralelo à confecção de móveis historicistas, a Maison Majorelle decide produzir também mobiliário no estilo nouveau.
    • 1901 - Tendo deixado a Maison Majorelle, estabelece um ateliê próprio na rue d'Auxonne, 8.
    • 1904 - Une forças com Auguste Poinsignon. A firma, agora sob o nome de Gauthier-Poinsignon, contaria com máquinas importadas dos Estados Unidos e um enorme mostruário, iluminado inteiramente por eletricidade. No mesmo ano, Gauthier é chamado a ilustrar a capa dos impressos postais vendidos pelos Etablissements Bergeret, além de projetar os catálogos de móveis distribuídos pela própria firma.
    • 1908 - A injeção de capital advinda da nova parceria e o subsequente investimento em maquinário pelos sócios faz com que seja possível produzir móveis de qualidade a preços reduzidos. A firma prospera; no ano de 1908, contando com dois escritórios, dois ateliês e uma galeria de exposições própria, empregavam ainda quarenta e três pessoas, responsáveis por serviços técnicos e administrativos.
    • 1909 - A firma participa da Exposição Internacional da França Oriental, em Nancy. A Gauthier-Poinsignon participava ativamente das manifestações artísticas ligadas à École de Nancy, tendo exposto diversos móveis em exibições passadas.
    • 1924 - Por ocasião da morte de Auguste Poinsignon, Gauthier vende a sociedade para Charles Delfour. Delfour dá continuidade à produção de mobiliário e à distribuição de catálogos — importante suporte de vendas — mantendo o nome de Gauthier-Poinsignon.
    • 1963 - Morre Camille Gauthier, tendo devotado os últimos anos de sua vida à pintura. O objeto de interesse de seus quadros — a pré-História — teria sido incentivado pelo contato com o padre Henri Breuil, famoso estudioso do período.

    OBRAS

    Sellette tripode en étagère d'applique à trois plateaux, 1901

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  • KLINGER, Max

  • KLINGER, Max

    Max Klinger

    Max Klinger (1857 - 1920)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Escultor(a)
    • Pintor(a)

    CRONOLOGIA

    • 1857 - Nasce em Leipzig, na Alemanha.
    • 1874 - Começa seus estudos na Escola de Arte Grand Ducal Baden em Karlsruhe, onde dura um ano antes de ir para a Academia Real de Arte em Berlim, sob a tutela de Karl Gussow, completando sua formação com a avaliação "excepcional".
    • 1878 - Pela primeira vez apresenta seu trabalho ao público, na 52º Exposição da Academia em Berlim.
    • 1879 - Torna-se pupilo de Emile Charles Wauters, em Bruxelas.
    • 1880 - Pinta a série Eve and the Future (Opus III).
    • 1881 - Abre um estúdio em Berlim, onde tão logo se torna membro da Associação de Artistas de Berlim. Imprime seu mais famoso trabalho, Praphrase on The Finding of a Glove, uma série de dez gravuras baseadas em imagens que lhe vieram em sonhos após encontrar uma luva perdida num rinque de patinação.
    • 1883 - Recebe sua primeira grande encomenda: decorar o pátio da vila de Julius Albers. No mesmo ano, adquire um estúdio em Paris, onde se dedica a estudar o trabalho de Goya e Daumier.
    • 1893 - Retorna para Leipzig e torna-se bem sucedido, virando membro da Academia de Munique. É apontado como professor da Academia Real de Artes Gráficas de Leipzig e, alguns anos depois, se torna um membro da recém-criada Secessão Vienense.
    • 1902 - Expõe sua estátua Beethoven, que se torna parte interal da Exposição da Secessão Vienense daquele ano.
    • 1920 - Morre, aos 63 anos, em Naumburg, na Alemanha.

    OBRAS

    Badendes Mädchen, sich im Wasse spiegelnd, 1912

    Phantasien über einen gefundenen Handschuh, der Dame, die ihn verlor, gewidmet (4/10: Rettung), 1878

    Die Blaue Stunde, 1890.

    Phantasien über einen gefundenen Handschuh, der Dame, die ihn verlor, gewidmet. (10/10: Amor), 1878.

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  • MARI, Enzo

  • MARI, Enzo

    Enzo Mari

    Enzo Mari (1932 - 2020)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer
    • Designer de Móveis
    • Escritor
    • Ilustrador
    • professor
    • Teórica(o)

    Mari não é um designer. Caso fosse, seus objetos não me fariam muita falta. Mari é, mais que isso, a consciência de todos nós; a consciência dos designers. Isso é o que importa".

    Alessandro Mendini.

    CRONOLOGIA

    • 1932 - Nasce em Novara, Piemonte, Itália, no dia 27 de abril.
    • 1952 - Ingressa na Academia di Brera, formando-se em Artes e Letras, com especialização em Psicologia da Percepção Visual.
    • 1957 - Interessa-se pelo Desenho Industrial e torna-se um autodidata, comercializando seu primeiro projeto à fábrica de móveis milanesa Danese.
    • 1963 - Torna-se coordenador do Gruppo Nuova Tendenza, que reúne artistas que trabalham com Arte Cinética [Op Art].
    • 1963 - No mesmo ano inicia uma carreira docente, ministrando cursos na Società Umanitaria di Milano. Segue a carreira de professor, em diversas instituições de prestígio, até o ano 2000.
    • 1967 - É laureado com o Compasso d'Oro, prêmio conferido desde 1964 pela Associazione per il Disegno Industriale, (ADI), por suas contribuição teórica às pesquisas em design.
    • 1967 - Ainda em 1967 inicia uma colaboração duradoura com a Ceramiche Gabbianelli. Sua Serie Elementare entrou em produção no ano seguinte.
    • 1970 - Publica, pelas Edizioni di Comunità, de Milão, o livro Funzione della Ricerca Estetica.
    • 1972 - Participa da exposição do MOMA Italy: The New Domestic Landscape. Apresenta, aí, seu vaso Pago Pago (projetado em 1969) que pode ser usado em pé ou de cabeça pra baixo (tendo seu aspecto estético alterado em função dessa escolha). A ideia é demonstrar a necessidade da flexibilidade dos produtos de design.
    • 1976 - Nomeado presidente da Associazione per il Disegno Industriale (ADI), função que ocupará por quatro anos.
    • 2000 - Recebe, da Royal Society of Arts, inglesa, o prêmio Royal Designers for Industry.
    • 2001 - Publica, pela Editora Bollati Boringhieri, o livro Progetto e Passione.
    • 2002 - É homenageado com uma Laurea Honoris Causa em Desenho Industrial pela Facoltà di Architettura del Politecnico di Milano.
    • 2008 - Publica, pela Rizzoli, o livro Lezioni di Disegno. No mesmo ano, recebe seu quinto Compasso d'Oro.
    • 2020 - No dia 19 de outubro morre, aos 88 anos, em Milão, em virtude de complicações decorrentes da infecção com a COVID-19.

    OBRAS

    Vaso Pago Pago. (1969)

    16 Animali. (1957)
    Projeto para a fábrica de mobiliário Danese.

    La Mela e la Farfalla. (2004)
    Livro infantil.

    Serie Elementare. (1968)
    Ceremiche Gabbianelli.

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    NEWTON, Ernest

  • Secessão Vienense

  • Secessão Vienense

    Joseph Maria Olbrich
    Salão da Secessão, 1897.

    Nossas visões culminam no reconhecimento da necessidade de deixar a vida artística em Viena mais conectada com o desenvolvimento da arte no exterior, e deixar as exibições em um nível puramente artístico, livre de quaisquer considerações comerciais; despertando assim de maneira mais ampla uma visualização mais moderna e pura da arte; e finalmente, de aumentar o interesse pela arte politicamente.”

    KLIMT, Gustav.

    OBRAS

    Gustav Klimt
    Adele Bloch-Bauer I, 1907.

    Otto Wagner
    Estação Karlsplatz, em Viena; 1894-1899.

    Gustav Klimt
    Schubert ao Piano, 1899. (Destruído em 1945)

    Joseph Maria Olbrich
    Loja de Departamento, em Dusseldorf.

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    KURAMATA, Shiro

    NOLDE, Emil

  • UFO

  • UFO

    Revista Casabella. Febraio, 1974, nº 386.
    Do grupo UFO, da esquerda para a direita: Ricardo Foresi, Titti Maschietto e Lapo Binazzi. Participa, na estrema direita, o poeta e cantor italiano Antonio Infantini.

    ATUAÇÕES

    • Itália

    OBRAS

    Urboeffimiro Nº 6. (1968)

    Luminária Dollaro. (1968)
    Lapo Binazzi

    Luminária MGM. (1970)

    Cúpola inflável do Duomo, Firenze. (1968)

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    WETHERELL, Tim

    Estilo Contemporâneo

    BOMBERG, David

  • Cubismo Tcheco

  • Cubismo Tcheco

    Cubo Expressionismo

    Pavel Janak
    Vasos de cerâmica, 1911.

    CRONOLOGIA

    • O cu -
  • KAUFFER, André

  • KAUFFER, André

    Marie-Victor-André Kauffer

    André Kauffer (1867 - 1920)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Designer de Jóias

    Le produzioni di Andrew Kauffer si distinguono per la qualità e la morbidezza delle sculture. Le sue composizioni imitano forme vegetali, con una predilezione particolare per il cardo di Lorena, che adorna anche la sua carta intestata[4]. Realizzò bracciali, spille, ciondoli e orecchini. Alcune opere, probabilmente le più tardive, sono molto meno figurative con forme vegetali altamente stilizzate, angolose e ricordanti l'Art déco. André Kauffer realizzò anche una produzione più tradizionale di posate da tavola (coltelli ornati di perle, servizi per caramelle).

    CRONOLOGIA

    • 1867 - Nasce Marie-Victor Kauffer no dia 24 de julho, em Nancy. Sua família vinha de uma longa tradição de ourives; especula-se que Marie-Victor teria adotado mais tarde o nome de André de forma a diferenciar-se do pai, de quem herdara o nome.
    • 1891 - Morre seu irmão Ferdinand Kauffer, 15 anos mais velho e mentor de seus primeiros passos na ourivesaria. Marie-Victor passa a trabalhar por conta própria no que fica conhecido como a Maison Kauffer (nº 40, Rue Saint-Dizier — a rua dos ourives).
    • 1893 - partecipò alle manifestazioni realizzate in Lorena in occasione della visita della squadra navale russa, per celebrare l'amicizia franco-russa. Fra i regali offerti dalla Lorena figurava, per ciascuna nave russa, un servizio da punch, composto da una ciotola, da un piatto da portata, da un mestolo in argento e da una serie di coppe in vetro. Le coppe vennero realizzate dai fratelli Daum. Le ciotole erano di due tipi, il primo realizzato da André Kauffer e il secondo dalla casa Daubrée. Camille Martin realizzò il disegno delle ciotole realizzate da André Kauffer. Fu il padre di André Kauffer (1893-1977) pittore e orafo.
    • 1894 - Nel 1894 André Kauffer partecipò alla famosa mostra di arti decorative tenutasi alla Galleria Poirel a Nancy e organizzata da Charles André.
    • 1897 - fu uno dei firmatari della risposta dei principali leader del settore in Lorena all'indagine della Scuola di Belle Arti di Nancy, che stava cercando di riformarsi. Chiesero la creazione di una sezione di arti applicate nel settore dell'oreficeria come c'erano già pittura, architettura, scultura e modellazione
    • 1901 - Quando venne creata l'Associazione de l'École de Nancy o Alliance Provinciale des Industries d'Art, il 13 febbraio 1901, da Émile Gallé, Victor Prouvé, Louis Majorelle, Antonin Daum e Eugène Vallin, André Kauffer fu l'unico gioielliere a far parte del comitato direttivo.

    OBRAS

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  • Cubismo

  • Cubismo

    Pablo PIcasso
    Mulher lendo, 1953.

    CRONOLOGIA

    • O cu -
  • HOOD, Raymond

  • HOOD, Raymond

    Raymond Mathewson Hood

    Raymond Hood (1881 - 1934)

    ATUAÇÕES

    ATUAÇÕES

    • Arquiteta(o)

    LEITURA RECOMENDADA

      OBRAS

      American Radiator Building, 1924

      30 Rockefeller (lobby)
      © Foto por Robert Lightbody, 2015

      Rockefeller Center, 1939

      Tribune Tower, 1925
      © Foto por Mariano Mantel, 2016

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      NEWSON, Marc

    • MCNAIR, James Herbert

    • MCNAIR, James Herbert

      James Herbert Mcnair

      James Herbert McNair (1868 - 1955)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteta(o)
      • Designer
      • Ilustrador(a)
      • Professor(a)

      CRONOLOGIA

      • 1868 - Nasce em Glasgow, na Escócia.
      • 1888 - Entre 1888 e 1895 recebe treinamento em Arquitetura na firma Honeyman & Keppie, onde conhece Charles Rennie MacKintosh, de quem se torna amigo.
      • 1895 - Tem posters, trabalhos de arte decorativa e de mobiliário expostos no Salon de l’Art Nouveau, em Paris.
      • 1898 - Nomeado professor de Design na School of Architecture and Applied Art, em Liverpool.
      • 1899 - Casa-se com Frances MacDonald, que vai viver com ele em Liverpool.
      • 1902 - Projeta o Writing Room para o pavilhão escocês da Esposizione Internazionale d’Arte Decorativa Moderna, em Turim.
      • 1902 - Tem o projeto do interior de sua casa em Liverpool publicado na The Studio Magazine.
      • 1905 - Com o fechamento da Escola de Arquitetura e Artes Aplicadas, e com a perda da fortuna familiar, encontra-se em apuros. Sua obra começa a declinar.
      • 1909 - Volta para Glasgow onde enfrenta dificuldades para encontrar emprego.
      • 1911 - Aos poucos, vai parando de produzir: não se conhece nenhum de seus trabalhos após esta data.
      • 1921 - Abalado com a morte da esposa, Frances MacDonald, destrói a maior parte das obras dela, bem como as suas e se muda para a cidade de Argyll, no oeste da Escócia.
      • 1955 - Morre, em Argyll, aos 86 anos.

      OBRAS

      Cadeira dobrável em Mogno, ca. 1890

      Armário de Carvalho, ca. 1890

      Doves and Dreams, 1901

      Painel dobrável, c. 1897.

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      Op Art

    • Escola de Nancy

    • Escola de Nancy

      Escola de Nancy

      Victor Prouvé
      Portrait de Monsieur et Madame Corbin, 1906

      ATUAÇÕES

      • França

      Revendiquant sa filiation avec l'exposition de 1984, l'École de Nancy, Alliance provinciale des industries d'art, fut fondée le 13 février 1901. L'apellation officielle de cette association souligne la place prépondérante qu'elle accordait à l'industrie. "Sorte de syndicat des industriels d'art et des artistes décorateus", l'École de Nancy était dominée par un groupe d'artistes travailant dans le même sens et partageand un certain nombre d'idéaux, esthétiques notamment. Dans les statuts, les qualificatifs qui accompagnent les noms de chacun des membres du comité directeur sont particulièrement significatifs de l'ambition de l'association: son président, Émile Gallé, est présenté en tant que "céramiste, fabricant de meubles et maître de verreries". Antonin Daum est également "maître de verreries" alors que Louis Majorelle est "fabricant de menuiseries d'art". C'est donc bien en tant que "producteurs" d'objets que ces personnalités souhaitent d'abord se présenter et non en tant qu'artistes. Si Émile Gallé fut désigné président, c'est non seulement parce qu'il jouissant d'une réputation qui dépassait déjà largement les frontières lorraines, mais également parce qu'il était l'archétype de cet artiste industriel que l'association entendait promouvoir. Gallé était alors à la tête d'ateliers où environ deys cents personnes produisaient céramique, verrerie et mobilier à l'aide d'outils modernes qui permettaient d'en améliorer le rendement. Gallé était en outre celui qui avait peut-être le mieux compris l'avantage que pourraient tirer les industriels et artistes lorrains à s'unir face à la concurrence internationale: "Après l'Exposition de 1900, l'évidence apparaît du danger qu'il y aurait pour nos ateliers lorrains à rester sans liens, en présence, du relèvement universel des industries d'rt dans le monde [...]"

      DOUCET, Hervé [2018]
      L'École de Nancy. Alliance Provinciale des Industries d'Art
      In: L'École de Nancy. Art Nouveau et Industrie d'Art
      Musée de L'École de Nancy/Somogy Éditions d'Art, Paris, 2018. p. 13-14

      OBRAS

      Louis Majorelle
      Fauteuil, c. 1898
      © RMN-Grand Palais (musée d'Orsay) / René-Gabriel Ojéda

      Émille Gallé
      Lâmpada de mesa Glicínia, c. 1920
      © Christie's / SOLICITAR PERMISSÃO

      Antonin e Auguste Daum
      Vaso Feuilles d'Automne, 1919

      Jacques Grüber
      Cúpula em vitrais do Gran Hotel Ciudad de Mexico
      © Fotografia de Alberto Quiñones (detalhe), 2016

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      SCHLEMMER, Oskar

      HARING, Keith

      High Tech

    • BIGOT, Georges Ferdinand

    • BIGOT, Georges Ferdinand

      Georges Ferdinand Bigot

      Georges Ferdinand Bigot (1860 - 1927)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Ilustrador(a)
      • Pintor(a)

      CRONOLOGIA

      • 1860 - Nasce em Paris, França.
      • 1872 - Entra para a Escola de Belas Artes em Paris, aonde teve artistas como Jean-Léon Gérôme e Carolus-Duran como professores. Durante seu tempo na escola, Bigot conhece o Japonismo e se torna amigo de inúmeros colecionadores de arte japonesa.
      • 1878 - Frequenta a Exposição Universal aonde se vê particularmente encantado com o pavilhão de arte japonesa, o que fomenta sua vontade de se mudar para o Japão.
      • 1880 - Trabalha para os jornais La Vie Moderne e The World Parisien como ilustrador, para juntar o dinheiro da viagem.
      • 1882 - Muda-se para Yokohana, no Japão, aonde prontamente inicia seu aprendizado da lingua e pintura tradicional locais, enquanto ensina aquarela na Academia Imperial do Exército Japonês.
      • 1887 - Publica um jornal satírico, chamado Tôbaé, aonde ilustra cenas do cotidiano japonês, ridiculariza políticos e critica o que chama de ‘excessos da “ocidentalização do Japão”’. Por medo da censura, publica somente em Yokohana. Torna-se o pioneiro dos cartuns de cunho político e social no Japão.
      • 1891 - Lança o livro ilustrado O Diário de Uma Gueixa em Tóquio.
      • 1894 - É enviado para a Coréia durante a Primeira Guerra Sino-Japonesa em um trabalho especial para a revista inglesa London Graphic.
      • 1897 - Lança o livro ilustrado As Aventuras do Capitão Goudzougoudzou.
      • 1899 - Com a revisão dos Tratados Desiguais entre a China e o Japão e o fim da extraterritorialidade, decide voltar para a França, divorciando-se de sua esposa e levando seu filho consigo. Ao retornar para a Europa, passa a trabalhar para várias revistas e jornais franceses.
      • 1904 - Ilustrou a narrativa da guerra Russo-Japonesa para o jornal semanal L’Illustration.
      • 1906 - Se muda para Bièvres, aonde começa a colaborar com a gráfica e editora Pellerin. Publica inúmeras histórias ilustradas sobre o folclore asiático.
      • 911 - Publica o quadrinho “A Vida de um Jogador ou Os Apaches do Grande Mundo”.
      • 1927 - Morre aos 67 anos em Bièvres, França.

      OBRAS

      La Femme Nue de M. Kuroda, 1895

      Rokumeikan's Lady, 1887

      Une Partie de Peche, 1887

      Capa para o livro Chocando no Japão: A Evolução da Arte no Império do Sol Nascente, 1895

      A respeito da utilização das imagens leia o tópico Direitos de Propriedade Intelectual na página Termos de Uso.

      CHOCHOL, Josef

    • PECHE, Dagobert

    • PECHE, Dagobert

      Dagobert Peche

      Dagobert Peche (1887 - 1923)

      ATUAÇÕES

      ATUAÇÕES

      • Arquiteto
      • Designer
      • Designer de Moda
      • Designer de Produto
      • Designer Gráfico
      • Designer Têxtil
      • Metalúrgica(o)

      As proezas de [Dagobert] Peche remetem a um período hoje obscuro, no qual a indulgência decorativa era um gesto radical e combativo. Sua carreira floresceu nos anos sombrios da Primeira Guerra Mundial, na Áustria, quando se tornou a estrela-guia da firma de design vanguardista Wiener Werkstätte. Ele desviou a instituição e seu líder, Josef Hoffmann, dos rumos do formalismo minimalista. A mudança era provavelmente inevitável, dado os gostos restritos da alta burguesia austríaca à época. Ainda assim, ninguém estava preparado para a genialidade avassaladora de Peche. Em uma famosa polêmica de 1908, [o texto] "Ornamento e Crime", o arquiteto vienense Adolf Loos argumentara que a ornamentação era um grotesco vestígio do passado torpe da humanidade. Para Peche, no entanto, o ornamento era tudo. Ele certa vez enfureceu Loos ao revestir as maçãs de uma árvore em folha de ouro — sujeitando assim a natureza, a grosso modo, àquilo que sua paixão pelo enfeite fizera ao princípio arquitetônico da funcionalidade. Ele exaltava o inútil.

      SCHJELDAHL, Peter [2002].
      Present Laughter: A forgotten master of embellishment.
      The New Yorker Magazine (newyorker.com)
      (Último acesso: 17/10/2019)

      CRONOLOGIA

      • 1887 - Nasce no dia 3 de Abril em Sankt Michael im Lungau, Salzburg, no Império Austro-Húngaro.
      • 1906 - Dá início a seus estudos na Technische Hochschule. Tem como professores Max von Ferstel, Karl König e Leopold Simony.
      • 1908 - Pede transferência para a Akademie der bildenden Künst, onde estuda Arquitetura. Na Akademie, tem aulas com o arquiteto Friedrich Ohmann, que se tornaria sua principal influência.
      • 1909 - Tem seu trabalho publicado na Der Architekt, evento recorrente nos três anos seguintes.
      • 1910 - Viaja para a Grã Bretanha, onde acredita-se que teria visto o trabalho do artista gráfico Aubrey Beardsley. Conhece, no mesmo ano, sua futura esposa: Petronella (Nelly) Daberkow.
      • 1911 - Conclui seus estudos na Akademie e casa-se com Nelly Daberkow. Nos anos seguintes seu foco recairia sobre as Artes Decorativas; Peche trabalharia para firmas do ramo criando, entre outras coisas, padronagens têxteis e papéis de parede.
      • 1913 - Participa de sua primeira exposição — a Exibição de Papéis de Parede, no Museu Austríaco —, onde seus designs chamam a atenção pelo dinamismo exagerado de suas formas.
      • 1914 - Expõe trabalhos de sua autoria na exibição da Deutscher Werkbund, em Cologne.
      • 1915 - Tendo conhecido e trabalhado com Josef Hoffmann anteriormente, passa a integrar oficialmente a Wiener Werkstätte como diretor de arte.
      • 1916 - É convocado a servir na Primeira Guerra Mundial. Tal situação, no entanto, não se estenderia muito: Dagobert seria dispensado no ano seguinte, após sofrer de um episódio de apendicite.
      • 1917 - Com o auxílio de Hoffmann, Peche e sua família mudam-se para Zürich, Suíça. Uma vez lá, ficaria responsável por dirigir a sede local da Wiener Werkstätte.
      • 1919 - Retorna a Viena, deixando o cargo em Zürich
      • 1923 - Morre aos 36 anos, no dia 16 de Abril, em decorrência de um tumor maligno.

      OBRAS

      Mostruário feito para a Kunstschau, 1920

      pôster Die Moden der Wiener Werkstate, 1919

      Gabinete para Salão, 1913
      © Fotografia de Georg Mayer para o MAK (Museum für angewandte Kunst)

      Padronagem Swallow-Tail, 1911-13
      © MAK (Museum für angewandte Kunst)

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